All language subtitles for The.Dinner.Party.2020.720p.WEBRip.x264.AAC-[YTS.MX]

af Afrikaans
ak Akan
sq Albanian
am Amharic
ar Arabic
hy Armenian
az Azerbaijani
eu Basque
be Belarusian
bem Bemba
bn Bengali
bh Bihari
bs Bosnian
br Breton
bg Bulgarian
km Cambodian
ca Catalan
ceb Cebuano
chr Cherokee
ny Chichewa
zh-CN Chinese (Simplified)
zh-TW Chinese (Traditional)
co Corsican
hr Croatian
cs Czech
da Danish
nl Dutch
en English
eo Esperanto
et Estonian
ee Ewe
fo Faroese
tl Filipino
fi Finnish
fr French
fy Frisian
gaa Ga
gl Galician
ka Georgian
de German
el Greek
gn Guarani
gu Gujarati
ht Haitian Creole
ha Hausa
haw Hawaiian
iw Hebrew
hi Hindi
hmn Hmong
hu Hungarian
is Icelandic
ig Igbo
id Indonesian
ia Interlingua
ga Irish
it Italian
ja Japanese
jw Javanese
kn Kannada
kk Kazakh
rw Kinyarwanda
rn Kirundi
kg Kongo
ko Korean
kri Krio (Sierra Leone)
ku Kurdish
ckb Kurdish (Soranî)
ky Kyrgyz
lo Laothian
la Latin
lv Latvian
ln Lingala
lt Lithuanian
loz Lozi
lg Luganda
ach Luo
lb Luxembourgish
mk Macedonian
mg Malagasy
ms Malay
ml Malayalam
mt Maltese
mi Maori
mr Marathi
mfe Mauritian Creole
mo Moldavian
mn Mongolian
my Myanmar (Burmese)
sr-ME Montenegrin
ne Nepali
pcm Nigerian Pidgin
nso Northern Sotho
no Norwegian
nn Norwegian (Nynorsk)
oc Occitan
or Oriya
om Oromo
ps Pashto
fa Persian
pl Polish
pt-BR Portuguese (Brazil)
pt Portuguese (Portugal)
pa Punjabi
qu Quechua
ro Romanian Download
rm Romansh
nyn Runyakitara
ru Russian
sm Samoan
gd Scots Gaelic
sr Serbian
sh Serbo-Croatian
st Sesotho
tn Setswana
crs Seychellois Creole
sn Shona
sd Sindhi
si Sinhalese
sk Slovak
sl Slovenian
so Somali
es Spanish
es-419 Spanish (Latin American)
su Sundanese
sw Swahili
sv Swedish
tg Tajik
ta Tamil
tt Tatar
te Telugu
th Thai
ti Tigrinya
to Tonga
lua Tshiluba
tum Tumbuka
tr Turkish
tk Turkmen
tw Twi
ug Uighur
uk Ukrainian
ur Urdu
uz Uzbek
vi Vietnamese
cy Welsh
wo Wolof
xh Xhosa
yi Yiddish
yo Yoruba
zu Zulu

Original subtitles

Certo.

- Como voc� se sente? - O que voc� quer dizer?

Quero dizer no geral, como voc� se sente?

Deveria estar ansiosa?

N�o, n�o, n�o... Absolutamente n�o.

Essa � a �ltima coisa que eu quero que voc� sinta agora.

Voc� deve sentir...

N�o sei. Iluminada, feliz, excitada.

Vou tentar demonstrar esses sentimentos.

Boa garota. Venha aqui.

Tudo bem, estou com um bom pressentimento sobre isto.

As pessoas nessa festa, produziram as �ltimas

tr�s pe�as de Henry Shepherd.

Tr�s e tudo o que eu preciso � a produ��o da primeira.

Certo, tudo bem. N�s vamos conseguir.

Eu vou conseguir.

- E as saladeiras? - O que tem elas?

N�o temos espa�o suficiente para as grandes.

- Ser�o sete pessoas. - N�o vamos precisar delas hoje.

Ent�o, n�o vamos comer salada?

Sempre comemos salada. Podemos fazer isso?

Olhe ao seu redor, Sebastian. Podemos fazer o que quisermos.

Vamos usar a mesma merda de salame na t�bua de frios?

Que tipo de pessoa reclama de uma t�bua de frios?

Voc� acha que eles v�o trazer um vinho de boa safra?

N�o, eles v�o trazer um belo e encorpado vinho de 12 d�lares.

� uma cortesia.

Est� com as suas p�lulas?

Acho que eles est�o no bolso do seu terno, certo?

Est� com o meu celular?

Porra.

Muito bem, cara feliz.

- Ol�. - Ol�.

Quem diabos s�o voc�s?

Eu sou Jeffrey Duncan. Esta � minha esposa, Haley.

O que est�o vendendo?

N�o estamos vendendo nada. Fomos convidados para um jantar.

Nessa casa?

- Sim, certo, Jeff? - Sim, sim.

Sim, absolutamente, sim.

Estou me lixando pra isso, mas eu recomendo que o casalzinho

tirem o p� dessa porta antes que eu chame a pol�cia ou pior.

Agora voc�s podem ir � merda.

Que merda foi essa?

- Talvez dev�ssemos ir. - N�o, n�s n�o vamos embora.

N�s n�o vamos embora.

Certo.

Sim, voc� nos pegou. Voc� nos pegou, certo?

N�o foi, Hales, certo?

Totalmente.

Seus rostos, voc�s acharam que eu estava tentando mat�-los.

N�o fiquem a� parados como �rf�os vitorianos implorando uma esmola.

Entrem!

Muito bem, vamos entrar.

Sim, entre.

- Est� tudo bem. - Vamos l�.

� t�o grande.

Esta casa � fant�stica.

Este � apenas o sagu�o.

Bem, voc�s v�o ver.

Perdoe minha brincadeira.

Eu tenho uma veia perversa.

N�o, foi hil�rio.

N�s adoramos, certo?

Claro.

- Sebastian Todd. - Haley.

Prazer em conhec�-lo, Sr. Dramaturgo Extraordin�rio.

Apenas Jeff.

Beije-o, � um costume.

Certo.

Ent�o, onde est� Carmine?

Ocupado inventando um de seus deliciosos pratos, como sempre.

N�s trouxemos vinho.

Espero que voc� goste. Fiz o melhor que pude.

R�stico.

Haley o escolheu.

Vamos ador�-lo.

Agora, como sabem, este � um evento sem telefone.

Depositem seus celulares em...

Espere, o qu�?

Todos odeiam um paparazzi amador.

Eu entendo.

Isso mesmo, bom garoto.

Fiquem � vontade na sala � sua direita.

Podem fornicar por a� se ficarem com vontade.

Aproveitem crian�as.

O qu�?

Haley, Haley, o que foi isso?

O qu�?

Estou tentando impressionar essas pessoas.

Certo, mas aquilo l� fora foi coisa de psicopata.

N�o achou estranho?

Sim e voc� sabe como � um psicopata, certo?

O que isso quer dizer?

Nada.

Veja...

As pessoas nessa festa s�o simplismente a nata da sociedade.

Estamos falando de baldes de dinheiro.

Pense em conex�es e influ�ncia em todos os lugares, certo?

E eles n�o s�o do tipo que mandam mensagens durante o jantar

ou postam fotos de comida nas redes sociais.

Eles t�m reputa��es, legados para proteger.

Eu te amo e lamento que voc� esteja chateada.

E eu acho que estou um pouco nervoso aqui.

Haley, se a gente impressionar essas pessoas

minha pe�a vai direto para a Broadway, certo?

Sim, voc� est� certo, totalmente certo.

Sinto muito.

- Est� tudo bem. - Espero que d� tudo certo.

Boa garota.

Voc� n�o parece confort�vel.

N�o, n�o. Estamos bem confort�veis, certo Hales?

Eu n�o estava falando com voc�.

Eu sou Sadie.

Voc�s gostariam de uma ta�a de vinho ou um aperitivo?

Com certeza.

Mal posso esperar.

Que merda.

Eles gostam de voc�, n�o �?

Voc� quer uma?

N�o, eu estou bem.

N�o perguntei se voc� estava bem. Perguntei se voc� queria uma.

Sim.

Acho que estou piorando ou algo assim.

Eu tive outro pesadelo ontem � noite.

Antes voc� tinha uns tr�s por noite.

Voc� est� melhorando.

Eu tenho uma sensa��o estranha sobre esse lugar.

Eu n�o consigo parar de tremer.

- Talvez dev�ssemos ir, Jeff. - Pare, pare!

Relaxe, certo?

� apenas um jantar.

Certo, � uma chance. � a chance, Haley.

Mas depois dessa noite tudo vai fluir.

E eu preciso que isso aconte�a.

Eu realmente preciso que isso aconte�a.

Desculpe.

N�o se pode jogar sozinha.

Vinho para facilitar a sua noite.

- Obrigada. - Vamos come�ar em breve.

Obrigado.

Posso tomar uma?

Voc� est� sob medica��o.

Ent�o, voc� j� beijou seu rei?

Sim.

- Eu gosto do rei. - Gosta?

Sim, isso me lembra que voc� � t�o neur�tico quanto eu.

Quando eu estava no hospital, havia um menino que tinha

um par de meias da sorte.

Os enfermeiros levaram um temp�o para tirar aquelas meias dele.

Elas cheiravam t�o mal, tipo cebolas podres.

Isso � nojento, Haley.

Haley...

Sem hospital e sem conversa maluca hoje � noite.

Entendeu?

Sim, tudo bem, eu prometo.

Prometa a ele.

- Jeff. - Vamos l�, querida.

Para mim, por favor.

Eu prometo.

Boa garota.

Venha aqui.

Jeff, �s vezes eu sinto que voc�...

N�o sei...

Isso � arte.

O que � isso?

Uma quadro de 2 milh�es de d�lares de um artista muito famoso.

Bem, isso � o que Carmine pagou de qualquer forma.

Ele nem sequer gosta.

- Eu sou Vincent. - Jeffrey Duncan.

Esta � minha esposa, Haley.

Prazer em conhec�-lo.

O prazer � meu.

Ent�o Vincent, voc� � um negociante de arte?

Nada t�o interessante e ecl�tico assim.

Eu trabalho para Quick e Adams.

N�o brinca.

- Quick e quem? - Firma de investimentos, amor.

Eu cuido dos neg�cios do Carmine e do Sebastian.

Por falar em Sebastian...

Ele fez a brincadeira da porta, n�o �?

Ele fez, sim.

Ele � sempre assim t�o assustador?

- Haley, assustador... - Est� tudo bem, Jeffrey.

Afinal, o que seria da vida sem o senso de humor �cido

que percorre o c�rebro de Sebastian Todd?

Ligeiramente melhor, em minha opini�o.

- Impressionante, n�o �? - Absolutamente, �...

O telespectador v� o que ele quer ver.

Vejo o caos, absoluto e desenfreado...

caos.

O que voc� v� nele?

Eu?

Um teste de Rorschach, eu acho.

Exatamente, totalmente aberto para interpreta��es.

O significado est� com o observador.

Jeff e Haley

deixe-me apresentar a inegual�vel Senhorita Sadie Nichols.

Sim, n�s j� a conhecemos. Ela nos trouxe vinho.

Mais do que ela fez por mim.

Voc� pode pegar esse, Vincent.

Obrigado, minha querida.

Deus, seu vestido � lindo.

� uma das minhas cria��es.

� lind�ssimo.

Sadie se enfeita para viver.

Quer dizer que voc� vive da moda?

Eu fa�o o que eu quiser dependendo do momento.

Deixo a vida me levar.

Bem, sabemos que Jeff � um dramaturgo.

Culpado.

E o que voc� faz, Haley?

O mesmo que voc�.

Um pouco disto e daquilo, nada muito interessante.

Eu n�o diria isso.

Eu queria usar o banheiro, se n�o houver problema.

� claro, use o banheiro no andar de cima.

Primeira porta � esquerda, depois do quarto.

Obrigada.

Bem, j� dever�amos estar dan�ando.

� a minha vez de p�r a mesa.

E o que voc� vai fazer hoje, amor?

Os acompanhamentos.

Nos vemos no jantar.

- Mal posso esperar. - At� mais.

Sa�de.

Haley, voc� est� bem?

Estou bem. Verdade.

Esta casa � t�o esquisita.

Voc� est� pronta, Haley?

Haley?

Haley?

Temos que conversar sobre isso algum dia.

O que h� de errado com voc�?

O qu�?

Fale mais alto, fale. Voc� n�o pode mais falar?

Voc� parece uma beb� de colo. Uma crian�a, uma crian�a!

Hora de dormir... O que voc� est� falando?

A porra do sol ainda est� alto.

O que voc� est� fazendo?

O que?

Eu n�o vou mais tolerar tudo isso.

Para onde voc� est� olhando?

- Ol�. - Meu Deus.

- Sinto muito. - Por qu�?

Eu n�o vi nada. Eu juro.

Voc� est� aqui para o jantar?

O qu�?

Voc� est� aqui para o jantar?

Sim, estou.

- Eu devo sair agora. - Por qu�?

Voc� est� nua.

Somos mulheres adultas, n�o somos?

Eu n�o o conhe�o.

Bem, isso � f�cil de remediar.

Agatha Archer.

A escritora?

Eu prefiro romancista.

� mais elegante.

Meu marido � vai perder o ju�zo.

Ele � um grande f� seu.

Ele � um dramaturgo.

Jeff, Jeffrey Duncan?

Sim, tanto faz.

Ent�o voc� �...

Haley Duncan.

Prazer em conhec�-la, Haley.

Diga-me, seu marido � t�o atraente quanto voc�?

Bem, eu me casei com ele, ent�o...

Provavelmente deveria deixar voc� se vestir.

N�o v�.

N�s estamos apenas nos conhecendo.

Acho que j� nos conhecemos o suficiente, n�o �?

N�o.

Para isso acontecer, voc� teria que sair fora desse vestidinho.

Acho melhor n�o.

Haley, querida. Jeff pediu para chamar voc�.

Ele pensou que talvez voc� estivesse perdida aqui em cima.

Est� tudo bem?

- Voc� sabe o caminho? - Sim, obrigada.

Foi um prazer conhec�-la.

De qualquer forma.

Sua puta feiticeira.

Um timing impec�vel como sempre.

Voc� n�o pode corromp�-la ainda, Aggie.

Voc� sabe disso.

Muito bem feito, Sr. Todd.

Ele realmente gosta disso, n�o � mesmo?

Ele adora servir.

Voc� vai apagar isso antes do jantar, n�o vai?

Deixe-me desfrutar meu v�cio, por favor.

Todos n�s temos v�cios, Vincent.

O seu mata por associa��o.

Muito bem, Aggie, Vou fazer uma pausa.

Obrigada.

Jeffrey, quero agradecer voc� por este...

belo Merlot. � bastante inspirador.

N�o h� de qu�.

Devo dizer que voc� tem uma bela duma casa.

Obrigado.

Voc� j� se preocupou sobre arrombamentos?

N�o, n�o, Sra. Duncan.

Suponho que a maldi��o de possuir uma casa cara

� o de ter um sistema de seguran�a igualmente caro

e, claro, sempre ser bem cauteloso.

O que explica a pol�tica de "n�o telefone".

A tecnologia � uma barreira � verdadeira conex�o humana.

� bem verdade, Vincent. Bem verdade.

� claro que essa pol�tica tem um pouco a ver com seguran�a.

Tamb�m pelo fato de t�-los aqui presentes sem distra��es.

Sem distra��es de fato.

Sem o ru�do que afoga a coer�ncia do pensamento verdadeiro.

E quanto � seguran�a, Carmine...

Meus feiti�os seriam melhores do que seu sistema de seguran�a.

Tipo um p� de coelho, � claro.

O que, o que foi isso?

Nada, n�o foi nada.

N�o parece que foi nada.

Jeff tem um amuleto da sorte.

Bem, olha s�.

N�o, � apenas algo que eu carrego.

Nossa curiosidade foi ati�ada, Jeffrey.

Est� bem, est� bem.

Um rei do xadrez?

Um rei do xadrez.

Ele coloca do lado de seu laptop quando escreve.

Era o rei da sorte de seu av�.

Bem, isso o torna extremamente poderoso.

Por favor, Vincent.

Amuletos s�o t�o bons quanto as pistas nos primeiros cap�tulos.

Os amuletos t�m hist�ria, Agatha.

Exatamente.

Eu n�o ficaria surpreso se a alma do av� de Jeff

ainda habitasse esse pedacinho de pl�stico.

� pl�stico, porra.

Tudo bem, tudo bem.

N�o pode ser bom para o meio ambiente.

Em nome da divers�o. Em nome da divers�o.

Em nome da divers�o.

Ainda assim � uma bela lembran�a. N�o �, querido?

Acredito que sim.

Amuletos, s�mbolos, feiti�os,

eles t�m poder quando a cren�a � forte o suficiente.

Sim, o poder da cren�a.

Afinal de contas, o que seria de Jesus sem a sua cruz?

O que seria o Buda sem sua �rvore Bodhi?

Voc� saberia, n�o �? Seu velho fodido?

Com que freq��ncia voc�s tem esses jantares?

Esses jantares secretos.

Carmine?

Voc� tomou as precau��es das quais falamos ao telefone?

Sim, ningu�m sabe que estamos aqui.

Na verdade, pensam que estamos de f�rias.

Sinto muito, acho que eu n�o entendi o exagero.

N�o, n�o, n�s entendemos.

Especialmente depois de conhecer todos voc�s esta noite.

Entendemos perfeitamente. N�o �, Hales?

Os paparazzis s�o como gafanhotos.

Estariam montando acampamento na entrada da casa

se soubessem que a Agatha est� aqui.

Srta. Archer, tenho que admitir. Eu sou um grande f�.

Quero dizer, a Morte Clandestina � um romance fenomenal, certo?

Eu vejo beleza e c�rebro.

Igualmente.

Nos reunimos duas vezes por ano. No alto ver�o e no inverno.

Obrigado por nos receber.

Bem, eu odeio acabar com essa conversa fiada,

mas acho que essa festa implora por um pouco de m�sica.

Isso, tradi��o. Querida Sadie.

Espere, o que est� acontecendo?

Um pequeno jogo de sal�o.

O vencedor escolhe a m�sica.

Em outras palavras...

Eu.

Um joguinho de p�quer?

N�o, talvez em outro dia.

Isto � tar�.

- O que � isso? - � um cartomante.

Uma defini��o grosseira.

O termo adequado � adivinha��o.

Pedir a um indiv�duo para escolher cartas espec�ficas e ler os sinais

e press�gios para determinar o seu caminho na vida.

O consulente escolhe seu caminho com base na leitura

e n�o o contr�rio.

- Um consulente? - Aquele que consulta.

� a pessoa de quem est� sendo lida a sorte.

Acho que ela j� entendeu, Jeffrey.

Escolha logo essa carta antes que eu me aborre�a.

Sadie vai escolher uma carta,

ent�o cada um de n�s tira uma do monte.

Aquele que tirar a carta selecionada pela Sadie

poder� escolher a m�sica do jantar.

Carmine.

Sebastian.

Convidados primeiro.

Importa qual delas?

� claro que sim.

� claro que sim.

Volunt�rios?

N�o.

- O qu�? - Voc� foi o primeiro da �ltima vez.

- Sebastian. - O qu�? Foi ele.

N�o, n�o fui.

Foi a festa com o casal da imobili�ria.

Voc� usou sua gravata borboleta de couro.

Aggie bebeu demais. Carmine fez tiramisu.

Voc� foi o primeiro da �ltima vez. Eu me lembro!

Muito bem, v� primeiro.

Obrigado, eu vou.

O tolo, a espontaneidade de uma exist�ncia despreocupada.

Em outras palavras...

Um idiota.

Vamos ver a sua, insolente.

O M�gico, o poder e habilidade inestim�veis

e um conhecimento antigo.

Ora,ora, biscoitinho.

Carmine.

O Imperador, a rocha dominante

na qual todas as coisas dependem.

Jeffrey.

Sim.

Quando voc� estiver pronto.

O Enforcado.

Sim, est� certo.

Merda, n�o parece bom.

� um s�mbolo de sacrif�cio, mart�rio aben�oado.

Querida Aggie, que carta voc� escolheu?

Os Amantes.

O que isso significa?

Uma uni�o de dois almas, um alinhamento.

Carmine, seria isso se estivesse com o lado direito para cima.

Mas n�o est�.

Ent�o, o que isso significa?

Significa que o amor � impuro, distorcido.

Bem, isso � um bom press�gio.

Sadie, e a sua?

O carteador geralmente � o �ltimo.

Mas j� que pediu t�o gentilmente.

Toda vez.

O que � isso?

A Sumo Sacerdotisa � o guardi�o de shekinah.

A presen�a feminina da mente divina.

T�o superior.

Bem, s� resta uma.

Ainda no jogo, Haley?

Sim.

Merda, eu pensei que a minha carta era ruim.

N�o se preocupe, querida Haley.

Sim, o dado � sombrio,

mas a carta da morte tamb�m representa um novo come�o.

O renascimento, por assim dizer.

Que al�vio.

Ent�o, quem ganhou?

Quem ganhou?

Sim, minha querida, que carta voc� escolheu?

O tolo.

Isso!

Sim, v� fazer a sua sele��o, Sebastian.

Perdoem-me.

Feliz pra cacete.

Isso foi interessante.

Chocante.

Eu gosto, � elegante.

O favorito de Sebastian.

- O que � isso? - Puccini.

Uma de suas melhores �peras

e um dos melhores �peras j� escritas.

E o meu segundo favorito.

Tosca � de qualidade inferior, Sebastian.

Rigoletto � um g�nio.

Puccini era uma estrela pop.

Verdi era um artista.

Desculpe, Rigoletto?

Voc� o conhece, n�o querida?

Acho que n�o.

Vamos, Haley.

Jesu�tas, assassinos, La Donna e Mobile.

Ningu�m pediu uma maldita serenata sua.

Rigoletto � sobre a versatilidade das mulheres.

E se voc� n�o o fizer ou n�o aceitar isso,

deve se resignar a uma vida de mis�ria.

Fale por si mesmo.

Eu falo.

Isso � t�o triste.

N�o t�o triste como a favorita de Carmine.

Castelo do Barba Azul.

Sebastian, Chianti.

Certo.

Voc�s v�o ter uma surpresa.

Este vinho � como um primo do Barolo.

Um vinho muito especial.

Nem todos podem provar.

Obrigado.

Portanto, aproveitem enquanto podem.

Aproveitaremos.

Castelo do Barba Azul, aquele da esposa, certo?

Sim, esse era o �nico lugar que o Barba Azul voltava

com sua nova esposa chamada Judith.

Jovem, bonita, muito perspicaz.

Ela sabia que algo estava errado.

Porque a Barba Azul tinha tr�s outras esposas.

E n�o apenas isso, ele tinha elaboradas salas de tesouro

com suas pr�prias alegrias e del�cias.

O que ela n�o sabia era que eles viviam

em um tipo de c�mara de tortura.

E ele colecionava suas l�grimas em um lago

s� porque ele achava bonito.

Ent�o, o Barba Azul chega em casa triunfante

com sua nov�ssima linda noiva.

O castelo � escuro, ent�o Judith educadamente pede

para abrir as portas e permitir a entrada do sol.

O Barba Azul se recusa, mas ela insiste.

Ent�o, ela se prepara para abrir a primeira das sete portas,

o que mostra...

Uma c�mara de tortura manchada de sangue.

� isso mesmo.

A segunda � uma sala cheio de armas mort�feras.

A terceira � uma elaborada e decorada c�mara do tesouro.

A quarta, um jardim da beleza.

A quinta...

O reino do Barba Azul.

Outrora vasto e branco, agora sombrio e manchado de sangue.

E qual era a sexta?

O mar da tristeza.

Era um maldito lago de l�grimas.

� a mesma coisa.

N�o, n�o �.

Ent�o Judith abre a �ltima e derradeira porta

e o que voc� acha que ela encontra, Haley?

As tr�s esposas da Barba Azul.

Eles saem com seus pesco�os curvados para frente,

que ostentam as pesadas j�ias da coroa.

Antes que ela pudesse fazer qualquer coisa a respeito,

ele coloca a coroa em sua cabe�a para que ela n�o possa escapar.

E ela percebe que aquelas l�grimas s�o das outras esposas

e que ela far� parte daquilo pelo resto de sua vida.

E bl�, bl�, bl�... Todos eles fazem uma suruba.

� disso que todas as �peras tratam.

N�o, n�o �.

- Elas s�o sobre o amor. - � a mesma coisa.

N�o, n�o �.

- Pergunte a Berg. - Berg?

Berg � o autor de minha �pera favorita.

Meu Deus.

Feche a porra da sua matraca.

L� vamos n�s.

Wozzeck.

� o conto de um brilhante, por�m pobre e perturbado soldado.

� constantemente ministrado por seus superiores

sobre as qualidades de um homem decente,

que � claro, eles acham que ele n�o �.

E eles o provocam incessantemente por causa de suas lux�rias

por mulheres e bebidas.

A �pera come�a com um conversa entre Wozzeck e seu capit�o,

a quem ele barbeia habilmente com a mais afiada das navalhas.

E seu capit�o reclamando, como de costume,

mas Wozzeck diz...

� quase imposs�vel que um homem pobre seja correto.

Ele cita o Evangelho de Marcos, a reprimenda nos l�bios de Jesus,

Permitam que as crian�as venham at� mim...

o que s� confunde o capit�o completamente.

Quantas crian�as permitiu que chegassem at� voc�, Padre V.?

Voc� � um puto nojento.

Wozzeck faz um juramento como soldado,

Uma vida de obedi�ncia, um ritual, e a uma mulher, Marie, sua amada.

Quem ele acredita que n�o possa ter ou merecer.

Ele acredita nas pessoas erradas, na verdade errada.

Ele se convence de que n�o � digno dessa mulher.

Sua mente se volta contra ele pr�prio.

E convencido a si mesmo de que ela o traiu.

Ele assassina sua amada sob a lua de sangue.

E ent�o ele se afoga em um lago dizendo...

"Eu pensei que voc� estivesse aqui por mim.

A lua � o sangue.

Ajude."

Tudo bem, Haley?

Est� tudo bem. N�s estamos bem.

Est� estranhando alguma coisa?

Aconteceram umas coisas comigo quando eu era mais nova.

E toda essa conversa s�...

Desculpe. N�o quero parecer depressiva.

Continue, querida.

� um caso de fam�lia e n�o acho que

seja uma conversa apropriada para um jantar, certo querida?

Estou certa de que n�s gostar�amos de ouvir da pr�pria Haley, Jeffrey.

Discutir isso a deixa desconfort�vel.

Minha m�e matou meu padrasto.

Ele costumava...

Ele te estuprou.

Certo, isso est� ficando um pouco pessoal demais.

Minha m�e era man�aco-depressiva.

Eu n�o sei se ela sabia o que estava acontecendo com ela.

Um dia, ela simplesmente surtou.

Um s�bado, meu padrasto...

estava gritando com ela, de novo.

Ofendendo ela, dando bronca.

B�bado, como sempre.

Eu nunca tinha visto ela t�o calma.

Ela olhou bem nos meus olhos.

Ent�o come�ou a gritar como uma animal selvagem

e ent�o come�ou a cort�-lo em peda�os.

E eu gritava e eu gritava.

Eu pedia para ela parar, e ela n�o parou.

Ela n�o parou.

E ent�o ela...

cortou a pr�pria garganta.

E eu passei dois anos em hospitais olhando para manchas de tinta.

Testes de Rorschach.

Minha m�e era chefe de cirurgia e meu pai era um policial.

Eu era um pirralho mimado.

Eu queria tudo.

Eu fazia o diabo se eu n�o conseguisse o que queria.

Um dia, meus pais me sentaram e me serviram f�gado.

Isso n�o parece t�o ruim.

F�gado humano.

Veja bem,

o corpo estava na mesa de cirurgia da minha m�e.

Trouxe o f�gado para casa. Meu papai o preparou.

Eles me sentaram

e me fizeram comer cada peda�o

enquanto me ensinavam sobre a gula.

Lamento muito.

E meu pai me disse...

"Garoto, voc� est� a um passo de se tornar um animal."

Todo mundo tem cicatrizes.

Algumas s� est�o mais bem escondidas do que outras.

Haley, pare.

Pode nos dar licen�a um momento?

� claro.

O que eu te disse?

O que eu falei?

Pare de falar sobre o seu passado fodido, Haley.

Saia.

Nem mais uma maldita palavra, entendeu?

- Olhe para mim. - Sim.

Boa garota.

Controle-se. Haley...

Controle-se e arrume o seu cabelo.

N�o demore muito.

E coloque a porra de um sorriso na cara, � uma festa.

Est� tudo bem?

Tudo �timo, certamente.

Quero pedir desculpas por minha esposa.

Ela n�o entende que � melhor n�o dizer certas coisas, sabe?

Na verdade eu acho que foi bom para ela.

Voc� acha?

Claro, falar de uma dor pode purificar a alma.

Talvez seja melhor em particular. Enfim, voc� sabe?

N�o com um grupo de pessoas que voc� acabou de conhecer.

O que voc� est� olhando?

Voc� � um pouco mais francesa do que estou acostumado.

Desculpe, eu vou...

Voc� quis dizer que n�o est� acostumado com isso nas mulheres.

Porque o que � padr�o, o que � normal

� sempre diferente para n�s, para Haley.

De qualquer forma, sua aprova��o sobre o meu visual

n�o � desejada e nem exigida.

Voc� tem certeza de que est� bem?

Eu n�o sei, isso meio que come�ou agora.

Talvez voc� devesse tomar um pouco mais de vinho.

Desculpe.

Haley, querida, voc� est� bem?

Sim, sim.

Desculpe.

Jeffrey, tudo tranquilo por l�?

Eu n�o conseguia parar de tossir. E agora eu n�o...

Eu simplesmente n�o consigo me acalmar.

Essa m�sica � deslumbrante.

� a Tosca, um verdadeira mina de diamantes

de melodia, emo��o e sexo.

A trama da Madame Butterfly � muito mais interessante.

Quem se importa sobre a trama, Aggie?

� sobre como a coisa mexe em sua virilha.

Toque as notas certas e voc� vai para casa e transa.

Quero ouvir sobre a trama, se n�o se importa.

Tosca � um...

Uma cantora chamada Floria Tosca que est� apaixonada

por um pintor chamado Mario. E Mario tem um amigo.

Angelotti, quem est� sendo ca�ado pela pol�cia local.

Mario decide esconder Angelotti no por�o de uma igreja.

Mas o chefe da pol�cia, Scarpia, prende e tortura Mario,

for�ando-o a revelar o local do esconderijo do Angelotti.

Scarpia faz um acordo com Tosca.

Ele diz: "Entregue-se a mim, mente, corpo e alma,

e eu deixarei seu amante e seu amigo sairem em liberdade.

O que ela faz?

Ela concorda, se sacrifica por aquele que ama.

Mas na �pera como na vida,

nada � o que parece.

Chegou a hora.

Scarpia libera Mario

que est� indignado com a trai��o de Tosca.

Os homens de Scarpia arrastam o pintor para fora,

deixando-o sozinho com Tosca.

Ele canta para ela,

proclamando suas lux�rias pecaminosas,

seu desejo de conhecimento, ali mesmo.

Quando...

Tosca percebe

que ela traiu a si mesma

diante de Deus.

Ela levanta sua voz em prostra��o.

Por que isso est� acontecendo?

Ela agarra a faca da mesa de jantar

e a segura no alto e assim tece suas palavras imortais.

Questo � il bacio di Tosca.

Este � o beijo da Tosca.

N�o!

Voc� est� louco!

N�o!

Garota de sorte.

Ele � um fornecedor.

N�o, n�o, n�o!

A vida da carne est� no sangue.

Eu diria que ele j� est� fraco o bastante.

Sebastian, se voc� quiser, meu cutelo e meu avental.

Acalme-se.

Acalme-se.

Acalme-se, est� bem?

Matar voc� n�o � t�o elegante como o que planejamos, certo?

N�s precisamos de voc�.

Precisamos mesmo.

Voc� � necess�ria.

Veja, cada um de n�s, tem muitos desejos e vontades espec�ficas

que gostar�amos de compartilhar com voc�, se estiver tudo bem.

N�o podemos simplesmente revel�-los para todo mundo.

S� para voc�.

Uma vez que completarmos nossas tarefas e nos saciado,

deixaremos voc� ir.

De um jeito ou de outro.

Acredito que voc� tenha preparado o seu quarto.

Rapazes, por gentileza.

Voc� tem uma hora.

Estarei cronometrando.

Vou preparar minha cozinha.

Um, dois, tr�s.

A cabe�a, muito bom. Eu preciso dela.

Voc� est� horrivelmente bonita, n�o acha?

N�o, n�o, n�o.

Voc� n�o gosta?

Um brinde.

O que � isso?

Isso � um encontro.

Eu sei o que voc� est� pensando.

Parece que n�o tem sentido.

Ele est� mais morto que a �ltima temporada de La Boheme.

Mas como pode ver, Haley, os mortos s�o muito estimulantes.

E gra�as ao ginseng e ao viagra

e o vinho que bebi, temos um assunto.

um assunto bem r�gido.

Voc� quer fazer o que?

Seu safado.

Voc� est� louca.

Agora, Haley, fique sentada e aproveite.

Afinal de contas, voc� j� esteve bem pior.

Boas meninas sempre ouvem seus superiores.

Voc� sabe disso, n�o sabe?

N�o!

Ela est� se divertindo l� em cima, n�o �?

Ela sempre se diverte.

Voc� n�o tem que preparar o altar?

De fato, eu tenho.

Voc� termina aqui.

Mas eu ainda tenho que me vestir.

Bicha florida.

Eu ouvi suas palavras e me curvo diante de sua sabedoria.

Eu j� vi o caminho.

Eu sei o que devo fazer.

Voc� est� bem?

Eu n�o sou uma mulher m�.

Tenho impulsos como qualquer um. � s� que...

os meus s�o diferentes.

O que eu fa�o vem do amor,

como o amor que o meu pai me deu.

Ele era dono de uma casa funer�ria.

E numa tarde ensolarada ele me pegou no por�o

com uma garota.

Ele disse que n�o era normal,

e se eu quisesse algo anormal, ele me daria isso.

Ent�o ele...

ele me for�ou num homem morto que era preparado para uma amostra.

Ele o fez porque me amava.

O que eu fa�o vem do amor.

Percebe?

A �nica coisa que me deixa mais excitada do que uma bela mulher

� um cad�ver.

Uma dessas tend�ncias nasceu comigo.

A outra foi imposta.

Voc� � uma assassina nojenta, Agatha.

Esse seria o Sebastian, n�o eu.

Voc� � c�mplice.

Acho que voc� me pegou nessa.

Por que n�o me mata e acaba logo com isso?

Carmine disse o porqu�.

Eu n�o sou a �nica que precisa de voc�.

Todos est�o esperando por voc�. Compartilhamos voc� por amor.

- Ao me torturar. - Tanto fez como tanto faz.

Tenho que ir tomar banho.

Tenho que ir tomar banho.

Voltarei daqui a pouco, querida.

O que parece mais atrativo, flor de cerejeira ou lavanda?

V� se foder.

Voc� est� certa, lavanda.

Sadie, � a sua vez!

As ervas s�o coisas incr�veis.

Elas crescem e sustentam, elas curam.

Algumas podem at� matar.

Voc� tem uma favorita?

S�lvia.

Por que deveria morrer um homem que tem s�lvia em seu jardim?

Na Idade M�dia, ela foi usada para tratar febres.

E de acordo com os Anglos,

a pessoa que comesse em maio, se tornaria imortal.

Os romanos associaram a erva ao sacrif�cio

e os holandeses a trocaram por ch� com os chineses

no s�culo XVII.

Um mau neg�cio.

Os chineses estavam longe de ter um bom ch� naquela �poca.

Acredite em mim.

S�lvia

misturada com certos ervas e minerais

pode criar algo verdadeiramente �nico.

Algo poderoso.

A� vamos n�s.

� melhor nos apressarmos.

Carmine vai querer sua cozinha de volta.

Como voc� p�de fazer isso com ele?

O qu�?

Como voc� pode fazer isso com a gente?

Jeff era um mala, Haley.

- N�o. - Voc� sabe disso, eu sei disso.

Voc� est� melhor assim.

Que porra estava fazendo com um cara daquele tipo?

Abra sua boca.

N�o.

Isso vai te dar energia, vai te ajudar.

Voc� vai precisar de suas for�as mais tarde.

- Haley. - N�o.

- Querida. - N�o!

Voc� est� derramando, Haley!

Vai se sentir melhor em breve, querida.

Vamos come�ar?

Ap�s a morte, h� v�rias mudan�as no post-mortem.

Os sistemas regulat�rios, n�vel de oxig�nio, fluxo de sangue,

remo��o de res�duos e assim por diante at� cessar.

Bact�rias se multiplicam consumindo o corpo de dentro para fora.

O sangue se aloja nas partes inferiores do corpo.

�rg�os murcham, m�sculos endurecem. Est� me acompanhando at� aqui?

Bom.

Devido a esse processo, tenho que trabalhar rapidamente.

A carne humana � basicamente 30% pele e 40% de gordura.

O resto � m�sculo, que manipulamos com azeite.

Sim, e alho.

Uma pitada de sal.

N�o queremos ressec�-la.

Eu gosto de alecrim.

A coisa mais importante, e n�o diga a ningu�m,

minha mistura secreta de especiarias.

Agora estamos prontos para o forno.

Por favor, deixe-me ir.

Eu n�o direi nada a ningu�m, eu juro.

E perder o jantar,

depois de todo esse trabalho? N�o, eu acho que n�o!

Recusar uma refei��o dessa magnitude

n�o seria nada menos que um sacril�gio.

Voc� n�o pode me obrigar a comer isso.

Haley, o que voc� tem a perder?

Algumas lembran�as ruins e uma cole��o de vestidos de liquida��o.

� isso que te espera l� fora?

Voc� vai ser pego.

Todos voc�s!

N�o, n�o vamos.

N�s fazemos o jantar.

N�s somos a elite intoc�vel.

Hora da igreja.

N�o, j�?

Voc� sabe que a prepara��o � minha parte favorita.

Volte aqui!

Por favor, por favor, por favor, me ajude!

Por favor, me ajude!

Calma, calma...

Mataram meu marido e eles est�o tentando me matar.

Voc� tem que se acalmar, senhora.

Respire fundo. Calma, calma.

- Qual � o problema? - N�o h� problemas, oficial.

N�o!

Voc� a encontrou, gra�as a Deus.

Ele � um deles. Ele matou meu marido.

Haley, acalme-se. � minha cunhada, est� chateada.

Um ataque de ansiedade provocado por muito vinho.

- Isso � besteira! - Parem com isso, voc�s dois!

Vamos ficar calmos e resolver isso, certo?

Sim, senhor.

O que aconteceu?

Isso � sangue?

Ela tem um problema mental.

� s� tinta e um pouco de vinho tinto.

Senhor, n�o estou me dirigindo a voc�.

Se eu quiser informa��es suas, eu pergunto a voc�.

Neste momento, estou perguntando a ela.

N�o h� problema.

Qual � seu nome, senhora?

Haley, Haley Duncan.

E ele matou meu marido naquela casa.

- Naquela casa? - Sim!

Eles cortaram a cabe�a dele bem na minha frente,

e eles o massacraram.

- Haley, eu sou... - Senhor!

Ent�o, quem s�o eles, senhora?

Ele e os amigos dele. Eles s�o uns doentes de merda.

Vincent e Agatha, uma tal Sadie e Carmine, eles s�o...

Carmine, Carmine Braun?

- Sim. - O m�dico.

Sim, eles v�o comer o meu marido.

Eles v�o comer o seu marido?

Tipo, comer mesmo?

Eles v�o comer o meu marido.

Bem, eu nunca ouviu falar nisso.

Qual seu nome, senhor?

Sebastian Todd, Oficial.

Bem, o que voc� sabe sobre isso, Sr. Todd?

Haley tem um problema mental e est� meio confusa e zangada.

Seu mentiroso de merda!

- N�o, ele matou meu marido! - Acalme-se!

- Ele est� mentindo! - Acalme-se!

O que temos aqui s�o dois relat�rios bem conflitantes.

Eu sempre patrulho por aqui

e eu nunca soube de qualquer problema envolvendo o Dr. Braun.

Com licen�a.

Mas, por outro lado, Sr. Todd,

- sua cunhada aqui... - Eu n�o sou cunhada dele.

Como voc� mesmo disse,

com certeza ela est� passando por algum trauma.

Ent�o, essa � a jogada, crian�as.

Aqui dentro, voc�s dois.

- Agora! - Sim, senhor.

Fora.

Senhora?

N�o.

Eu n�o vou voltar naquela casa.

Senhora, eu sou um oficial da lei.

Estarei bem ao seu lado, o tempo todo.

Voc� estar� mais do que segura.

Haley, querida.

Como voc� est� se sentindo?

Ela parece bem.

Dr. Braun.

Delegado, obrigado por trazer minha paciente.

Eu estava prestes a ligar para o 190.

Parece que temos um problema que precisamos resolver.

Parece que a Srta. Duncan aqui est� com a impress�o

que voc� assassinou seu marido e planeja com�-lo.

Sim, eu suponho...

O que eu sempre digo a voc�s, toda maldita vez?

Chega de cordas, len�os ou uma dessas porcarias.

Est� vendo isso?

A�o s�lido e elas nunca se desamarram.

Voc�s que se acham t�o inteligentes,

conseguem tomar um monte de decis�es idiotas.

Voc� est� absolutamente certo, Delegado, como sempre.

Suponho que somos de compreens�o lenta.

Preocupados apenas em dar asas � nossa imagina��o.

Entretanto, podemos providenciar outro lugar para uma certa pessoa.

Sinto-me lisonjeado, doutor.

� indelicado deixar a festa sem agradecer ao anfitri�o.

Afaste-se da porta, agora.

Haley, amor, relaxe.

Vai ficar tudo bem.

Acalme-se agora, Haley.

Vincent, por favor.

N�o, n�o, n�o...

Fique longe de mim ou eu vou matar voc�, porra.

Haley, Haley, acalme-se agora.

O que preciso que voc� entenda nesse momento.

Neste momento, h� dois caminhos para voc� escolher.

O primeiro caminho � indolor.

Voc� larga o ati�ador de fogo, vem comigo e fim da hist�ria.

Se essa n�o for a sua op��o.

O segundo caminho � excruciante, fodidamente doloroso.

Eu garanto.

A escolha � sua.

No entanto, eu o aconselho que escolha com sabedoria.

O que foi que eu disse?

D�-me isso.

Basta!

N�s precisamos dela, a cerim�nia exige isso.

Vamos.

Estrela sagrada da manh�, aceite nossa oferenda nessa noite.

Banhe-nos em sua escurid�o divina

e nos conceda seu poder inabal�vel.

Salve o Criador da luz.

Salve o Criador da luz.

Salve o Criador da luz.

Salve o Criador da luz.

Aceite nosso sacrif�cio.

Preencha-nos com seu esp�rito.

N�s nos curvamos � sua vontade.

Impreguine essa carne e sangue com sua magia

e seu poder inexor�vel.

Reconhe�a nossa devo��o.

Eu, sua suma sacerdotisa, considero aceito esse sacrif�cio

e imploro por sua b�n��o.

Aben�oe esse recept�culo banhado em seu sangue sagrado

e que esse possa se tornar um instrumento de sua vontade.

N�o!

Deixe-nos consumir e sermos aben�oados.

Os seguidores est�o prontos?

Estamos prontos.

Eu primeiro.

Tenho que fritar os bifes.

Que o Senhor do Fogo guarde-o em seu cora��o.

Louvado seja.

Que o Senhor do Fogo guarde-o em seu cora��o.

Louvado seja.

Que o Senhor do Fogo guarde-o em seu cora��o.

Louvado seja.

E agora uma can��o de adora��o.

A vida da carne est� no sangue.

A vida da carne est� no sangue.

A vida da carne est� no sangue.

A cerim�nia est� no final.

Vamos prosseguir e servir nossa f�.

Vamos comer.

Permitam-me apresentar...

o fil� ao Duncan.

Carpaccio com risoto.

Haley, querida.

Voc� est� prestes a saborear iguarias muito raras.

Bon appetit.

Quero minhas p�lulas.

Preciso das minhas p�lulas. Eu preciso do Jeff.

Vou te dizer, o seu marido � delicioso, querida.

Voc� est� perdendo.

Talvez ela precise de um pouco de ajuda.

Ningu�m deveria ficar de fora disso.

- N�o. - Aqui, coma um pouco.

Que tal se eu fizer o avi�ozinho?

Igual eu fiz com voc�.

O piloto de ca�a.

Isso mesmo.

Isso mesmo.

Que porra � essa?

Que porra voc� fez?

- Eu n�o fiz nada. - Ela est� morta?

Haley?

- Haley? - Haley?

Ela est� em estado de choque.

Certo, isso �...

Sua puta de merda!

O que voc� fez?

O que voc� fez?

Eu lhe devolvi o seu poder e um pouco mais.

Sua puta de merda!

E agora?

Esperamos aqui por Brooks.

Besteira.

A Brooks s� faz a papelada, n�s fazemos as matan�as.

Primeiro Haley, depois Sadie.

Tem certeza de que isso � sensato?

N�o.

Brooks tem uma arma, Bastian.

- O que n�s temos? - Pergunta leg�tima.

O que vamos fazer fazer com o corpo?

Adubo?

Pelo amor de Deus.

Eu preciso de um pouco de ar.

Merda.

Ora, ora. Biscoitinho.

Voc� pensa que � fodidamente esperta, n�o?

Entre, obrigado.

O que aconteceu?

Aqui � a pol�cia!

N�o se mexa!

Eu disse, parada!

Deixe-me ver.

Porra!

Quem fez isso com voc�?

Sadie.

Acho que estou morrendo.

- Voc� n�o est� morrendo. - Estou morrendo, porra.

Voc� n�o est� morrendo.

Onde ela est� agora?

N�o sei, ela desapareceu.

Certo, voc� n�o est� morrendo.

Fique atr�s de mim.

Vamos l�.

Certo, vamos l�.

Fique ligado.

Porra.

Que porra � essa...

Carmine?

Carmine?

Carmine?

Voc� pode me ouvir?

Carmine.

Porra.

Porra.

Um belo tinto encorpado que eles pagaram 12 d�lares.

Pagliacci, minha �pera favorita.

Uma trupe de teatro veio � cidade para montar a pe�a

Os Problemas de Pagliacci.

Esse � o t�tulo, certo?

Nedda, um membro da trupe, estava tendo um caso com Silvio.

Um nobre homem da cidade.

Seu marido Canio, que interpretava Pagliacci,

descubriu enquanto interpretava a pe�a.

Bem no meio da pe�a.

Isso � dif�cil.

O cornudo do Canio cantava sua triste can��o de amor,

derramando sua dor e vergonha para que todos vissem.

Ele n�o estava mais atuando, e a multid�o rugia.

Ele continuava matando Nedda e Silvio.

Ali mesmo, encharcado de sangue

de sua esposa e seu amante.

Ele cantava...

La commedia � finita.

A com�dia acabou.

V� para casa, seja feliz ou pelo menos...

entre num restaurante.

Isso d�i.

V� para casa e esque�a tudo sobre mim

e eu vou esquecer tudo sobre voc�.

Eu sei que voc� teve uma noite infernal.

N�s dois tivemos.

Mas eu sei que ainda resta alguma raz�o em voc�.

Foi um prazer imenso.

Merda.

Que fique registrado.

Esse vestido � uma trag�dia dos diabos.

Bela jogada, querida.

Voc� est� com raiva de mim?

Voc� escolhe o que vem a seguir.

A resposta � sua pergunta � n�o, voc� n�o � louca.

E esse n�o � o inferno.

Eu posso curar suas feridas tamb�m,

Por dentro e por fora.

O que voc� �?

Pergunta complicada.

Poderia lhe dizer por palavras, mas levaria s�culos.

Vamos tentar isso ao inv�s disso.

Voc� � o diabo.

N�o, n�o, de forma alguma.

Eu estava presente, quando a Terra era um grande jardim.

Um para�so em expans�o.

Voc� era...

Eu fui a primeira mulher

for�ada a existir para reproduzir um monte de barro e merda.

Dia ap�s dia, uma servi�al do Criador e do homem.

Ent�o veio a serpente...

e ela sussurrou para mim e abriu meus olhos.

Eu comi a fruta e saboreei o que era,

a verdade.

Eu fui punida, � claro.

"Ela se tornar� uma morada para chacais."

E sim, fui amaldi�oada a andar nesta Terra at� os mares ferverem.

Apenas com o sangue do homem para me sustentar.

Eu n�o fui expulsa do Para�so. Haley, eu sa�.

Eu sei o que minha escolha significou.

Mas ser uma escrava, mesmo no Para�so, n�o � vida alguma.

Meu Pai est� ouvindo.

Neste momento, Haley.

Ele est� em toda parte e em nenhum lugar.

Ele conhece o seu sofrimento exatamente como o meu.

Eu n�o pare�o em nada com voc�.

� claro que parece.

Voc� se casou com Jeff porque sentiu que tinha que faz�-lo

e ent�o veio para o jantar.

E quando as coisas ficaram ruins, voc� revidou.

Exatamente como antes.

Eu sei tudo sobre isso, e eu n�o a culpo.

Nem um pouco.

Eu sei que voc� tinha que mentir

assim como voc� teve que matar o seu padrasto.

Ele roubou sua inf�ncia e voc� o castigou por isso.

E sua m�e, n�o poderia te proteger.

Ela sabia o que acontecia e n�o foi capaz de levantar um dedo.

Ela teve o que merecia, n�s sabemos disso.

Voc� a libertou.

Voc� se libertou.

Eu n�o tive escolha.

Todos t�m uma escolha, amor.

Voc� escolheu deixar o Jeff trat�-la como um lixo.

E se tivesse escolhido deitar e morrer, seria isso.

Mas voc� n�o fez.

Vejo grandes coisas em voc�.

Para que eu tenha tudo isso, o pre�o � a minha alma, certo?

Eu n�o quero sua alma.

Haley, eu quero voc� ao meu lado.

Eu quero amor, puro e imaculado.

Uma parceira.

Voc� n�o est� cansada de se sentir sozinha?

Eu estou.

Juntas, podemos viver em plenitude

at� o c�u cair, os mares secarem e o sol se transforma em cinza,

ent�o meu Pai vai nos receber em casa de bra�os abertos.

Escolha.

Bem-vindo ao lar, querida.

- Estamos certos disso? - Por que n�o estar�amos?

N�s nem as conhecemos.

Por isso que estamos aqui, querida, para conhec�-las.

Al�m disso, elas t�m conex�es, conex�es de verdade.

Voc� tem certeza que estou bem?

Voc� est� brincando? Tammy, querida.

Voc� est� gostosa.

Vou fazer o poss�vel para n�o pular em voc� na mesa de jantar.

Se elas s�o l�sbicas, eles podem n�o gostar disso.

Talvez sim, talvez n�o.

Oi.

Isso � estranho.

Peguei voc�s!

- Assustei voc�s, n�o �? - Assustou.

Totalmente.

Minhas desculpas. Minha veia perversa � profunda.

Voc� deve ser o Phil...

e voc� deve ser a Tammy?

Eu sou Haley, obrigada por ter vindo.

N�o perder�amos por nada.

Teria sido uma pena se tivessem perdido.

E esta � minha esposa, Sadie.

Os Rowlins, meu amor.

Bem-vindos. Por favor, sintam-se em casa

enquanto finalizamos os preparativos.

Tenho certeza de que est�o famintos.

Estamos.

E trouxemos vinho.

Que atencioso.

Bem-vindo � nossa casa.

Voc�s podem esperar l� dentro.

Comprou velas novas para o altar, baby?

Eu sempre compro.

Bom.

Agora me d� um beijo.

Tradu��o e sincronia HELLZER

Can't find what you're looking for?
Get subtitles in any language from opensubtitles.com, and translate them here.