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"HistĂłria - um sintoma - estamos doentes" - Mao Tse-tung
Ano 977 - RĂșssia PagĂŁ.
A famĂlia RĂžrik governa terras escandinavas e a rota comercial dos varegues aos gregos,
ao longo do território Viking ao norte, até o Império Romano ao sul.
ApĂłs a morte do grĂŁo-prĂncipe Sviatoslav I, seus trĂȘs filhos dividiram suas posses.
Em Kiev, reside o filho mais velho Yaropolk,
No territĂłrio Drevlians - o do meio Oleg e o mais jovem, Vladimir, em Novgorod.
Oleg inveja o prĂncipe Yaropolk e negocia aliança
com um velho inimigo dos RĂžrik's, o prĂncipe Rogvolod de Polotsk
Uma vez que fecho os olhos, vejo a floresta no inverno...
A neve fria e branca fala sobre a morte.
O que aconteceu aqui, mudou profundamente nossas vidas.
POLOTSK
- VĂȘm lĂĄ.
- VocĂȘ ouviu ?
Toda a minha vida eu servi a casa RĂžrik. E por que eu escolhi o seu filho Oleg ?
Porque ele estava louco da mesma forma que seu pai.
Embora nĂŁo tĂŁo inteligente.
Na floresta nĂŁo Ă©ramos os Ășnicos. - Depois deles !
Vamos...vamos...
Eles também esperavam por ele.
- Tome...vamos...
- CadĂȘ ?
- Onde estĂĄ o machado ?
- Solte.
Nós somos os servos de seu irmão! Este é o nosso troféu e nossa caça.
Sim.
Qual irmĂŁo ?
Eu tenho dois.
Ah?
O mais jovem ? Vladimir ?
NĂłs somos de Kiev.
Chega, chega !
- Ele serve Yaropolk. - Podemos compartilhar.
- NĂŁo somos gananciosos. - Compartilhar ?
- Dividir...
Yaropolk tem os melhores soldados.
O maior castelo.
E isto ainda Ă© pouco.
StĂžĂlej ! O que vocĂȘ estĂĄ esperando ?!
Pare. Yaropolk.
Fale com o seu irmĂŁo.
NĂłs pagaremos pelo morto. E por tudo que aconteceu.
- VocĂȘ matou o meu soldado. - Como posso lidar com isso ?
Eu tenho um presente de casamento. Para a filha.
- Seus homens queriam pegå-lo. - Também vim por um presente de casamento.
...para vocĂȘ.
Traga para mim.
Eu nĂŁo convidei vocĂȘ !
Estamos indo para Polotsk. A noiva espera.
Através da muralha serå mais fåcil conversar.
Temos que matĂĄ-los. Todos.
POLOTSK
Vamos !
Ainda hĂĄ pessoas na encosta.
Vamos. Mais rĂĄpido !
Saiam do caminho !
RĂĄpido !
Fechem o portĂŁo. Fechem !
A prole exige vingança pelo sangue derramado.
Yaropolk decidiu me sacrificar.
Aqui mesmo, na casa de seu inimigo, PrĂncipe Rogvolod.
Para que todos sabiam que Yaropolk nĂŁo tem culpa pela morte de Oleg.
Mas o sangue do irmĂŁo ficou sobre ele.
Yaropolk ! Responda-me. Por que ele correu na minha frente ?!
SerĂĄ que eu o empurrei ?!
- DĂȘ ! - Seu homens estavam nos perseguido !
VocĂȘ serviu meu pai. Ele estĂĄ morto.
E vocĂȘ vive.
Serviu o meu irmĂŁo. Aqui...
E vocĂȘ vive.
Talvez eu viva... porque vocĂȘ nĂŁo me serve.
Este Ă© o caso.
Perdeu seu irmĂŁo quando eu o estava defendendo.
Se vocĂȘ Ă© contra a lei, diga, nĂłs o deixaremos no portĂŁo.
Esta Ă© sua Ășltima palavra ?
Anda.
Me soltem!
- EstĂĄ pronto ? - Espere...espere.
Sim...
Segure meu cabelo.
Para nĂŁo ficar sujo ao exibir aos olhos do deus do seu pai.
MĂŁo sobre ele ! Eu enterrei o deus da guerra !
VocĂȘ mesmo terĂĄ que dizer isto para ele.
mĂŁo...
Duas vezes. VocĂȘ nĂŁo pode mudar a lei. Pare !
EstĂĄ certo!
Duas vezes, de acordo com a lei.
Ele tem esse direito.
Parem ! Temos que evitar que ele volte.
Voltar !?
Deixem ele ir !
VocĂȘ tem razĂŁo.
NĂŁo era necessĂĄrio permitir que fosse embora.
Lembre-se Yaropolk ! VocĂȘ Ă© culpado pela morte de Oleg !
VocĂȘ ama a lei ? Por lei terĂĄ vingança !
Vive seu irmĂŁo mais novo, Vladimir !
VocĂȘ vĂȘ...
VIKING
Legenda: bytnick
Ali Polotsk.
O pretendente negocia do outro lado.
Primeiro lutei pelo prĂncipe de Novgorod, e depois pelos Vikings ao norte.
Agora estamos aqui.
- Yaropolk nĂŁo Ă© meu inimigo. - Nem amigo.
- VocĂȘ queria lutar pelos dois irmĂŁos. - VocĂȘ tambĂ©m me ajudou.
- Esta nĂŁo Ă© uma guerra !
- Desta vez Ă©. - Ă por isso que vocĂȘ veio ?
- Pai ! - Quem Ă© o pretendente ?
Eu ! Vladimir !
Fale livremente.
PrĂncipe da Casa RĂžrik.
Vladimir ? JĂĄ ouvi falar.
Ă verdade que fugiu com medo dos soldados do seu irmĂŁo ?
Para o norte, nĂŁo Ă© ?
Eu estava com os Vikings.
E por que vocĂȘ veio aqui, entĂŁo?
- Aqui vocĂȘ nĂŁo vai encontrar o seu irmĂŁo. - Vim por vocĂȘ.
Eu quero o prazer de conhecĂȘ-la.
Eu quero unir nossas casas.
Leve... Costume. costume local.
Serei feliz lĂĄ ? Irei com vocĂȘ para a guerra ?
NĂłs dois seremos mais felizes.
Ou vocĂȘ tem medo ? Venha e traga seus sĂșditos.
EntĂŁo ? VocĂȘ aceita ?
Parece que ela nĂŁo gosta de galinhas.
- VocĂȘ veio pelos soldados - Quero vocĂȘ, nĂŁo soldados.
Pai, nĂŁo Ă© para mim, mas para vocĂȘ.
Espere. Vamos conversar.
- Espere. - A entrevista acabou.
Nada disso vai acontecer.
- VocĂȘ nĂŁo me conhece bem. - Eu sei bem !
- MlĂš ! - VocĂȘ sabe o que ?
- Eu digo. - Escuta !
- Fala. - Sério ?
- Fala. - VocĂȘ nĂŁo pode !
VocĂȘ Ă© filho de uma escrava.
Se me casar com vocĂȘ.
Irei limpar as botas do filho de uma escrava.
MlĂš.
- Ele nĂŁo Ă© prĂncipe ? - Ă prĂncipe !
Seu irmĂŁo talvez eu aceite. Ă um prĂncipe. Mas vocĂȘ Ă© ninguĂ©m.
Calma.
- Eu amo minha mĂŁe ! - Jogue.
Retaliação.
Sua primeira batalha.
Para os seus irmĂŁos nĂŁo era um prĂncipe, mas o filho de uma escrava.
Por lei ele tinha o direito de fazer a guerra com o irmĂŁo mais velho,
grĂŁo-prĂncipe Yaropolk, assim, tomar seus sĂșditos.
Mais fumaça !
Porque Vladimir queria aliança com o prĂncipe de Pololsk...
...e agora nĂłs lutamos contra ele ?
Por que se nĂŁo se vingar de uma ofensa Ă© covarde...
ou escravo.
Vamos preparar um ataque berserk (furioso) Eu vou com os Vikings.
Vamos atacar o velho portĂŁo.
Olhe para mim.
Ouça...
encontre em vocĂȘ a ira sagrada e o poder animal.
Vingança !
Vingança ! Mate todos!
VocĂȘ veio sem avisar.
DĂȘ-lhe a raiva!
VocĂȘ pode se tornar um de nĂłs.
VĂĄ...ela mudou de ideia e quer tirar suas botas.
- Levante-se ! - Deixe-a !
Eu ?
Eles mataram !
Vai esconder aqui o que vocĂȘ fez ?
Deixe-me ir !
- Somos uma famĂlia. - Mentira ! Mentira !
- Deixe-a. - O quĂȘ ?
- Venha comigo. - Ela quer vingança. Para onde vamos ?
- Honestamente. - Devemos ir para a guerra.
NĂŁo haverĂĄ guerra.
Iremos pacificamente.
VĂĄ embora daqui.
- O que quer dizer ? - Seremos racionais.
Yaropolk deve pagar pelar morte de Oleg.
Um reembolso
Para mim e para meu povo.
Yaropolk matou Oleg. Ou vocĂȘ esqueceu ?
As pessoas nĂŁo mudam.
Vamos para Kiev...
pacificamente.
VocĂȘ vem comigo.
VocĂȘ Ă© minha esposa.
Eu vou te amar.
KIEV
Loban, para os feiticeiros.
OlĂĄ !
Eu sou irmĂŁo do PrĂncipe.
Procuro Yaropolk. Quero falar com ele.
Vamos.
Onde estĂŁo todos ? Fale.
As pessoas fugiram.
Venha dar uma olhada.
O machado de seu pai.
A cidade foi abandonada.
VocĂȘ quer saber por que as pessoas nĂŁo mudam?
Porque nĂŁo querem.
Yaropolk estava cerca de um dia de viagem a partir de Kiev.
Havia recrutado um grande exĂ©rcito para nĂłs derrotar em um Ășnico golpe.
Vladimir enviou mensageiros e propĂŽs uma reuniĂŁo.
Yaropolk mandou dizer que era um bastardo e nĂŁo poderia julgar.
Kiev tornou-se uma armadilha para nĂłs.
Mas o destino sorriu para nĂłs.
Isto Ă© um brinquedo ?
- Onde vocĂȘ conseguiu? - Eu encontrei aqui.
Na lama.
Pensou que seu barco era mais rĂĄpido do que o meu !?
Boa espada !
Vimos o exército de Yaropolk.
Pensamos que era ele.
Mas era uma mulher !
Quem Ă© ela?
- Sou a esposa de seu irmĂŁo. - Meu irmĂŁo.
- O que estĂĄ fazendo aqui?
Seu marido envio-lhe ?
Yaropolk me mandou para casa.
Para Korsun durante a guerra.
O bispo Anastasius dĂĄ salvo-conduto.
- Para Korsun ? (cidade bizantina) - Yaropolk ouviu falar sobre Polotzk.
Por que meu irmĂŁo lhe enviou ?
Comigo. SĂŁo remadores de Glina.
Quer os homens de molho na ĂĄgua.
Ele era soldado do seu irmĂŁo.
Olhe para mim.
Vamos lĂĄ, conversar.
Como Ă©? Vamos.
Mostre a mĂŁo.
Sente-se.
NĂŁo vĂŁo encontrar tesouros aqui. Yaropolk levou tudo.
Pra quĂȘ ?
Recruta soldados.
Por que eu deveria poupar sua vida ?
Tenho informaçÔes sobre Yaropolk.
O que vocĂȘ sabe ? Estou ouvindo.
VocĂȘ tem Irina.
Ela estĂĄ grĂĄvida.
Posto avançado do acampamento de Yaropolk
Chega ! Pare, eu digo !
- Chega ! - Foi suficiente. Chega !
Basta !
Pergunto...
Onde estĂĄ minha esposa ?
Viva?
Ela estĂĄ viva e bem.
Quanto querem por ela ?
Nada. Esperam por vocĂȘ. NĂŁo querem ouro.
ImpossĂvel. NĂŁo vĂĄ desprotegido
Deve conduzir o exército.
SĂł entĂŁo poderĂĄ negociar.
Onde vocĂȘ conseguiu isso ?
Vladimir enviou para vocĂȘ.
Mostre o exército e traga-o para fora da muralha.
Por Irina.
De acordo.
Por que nĂŁo dĂĄ o nome do meu filho ?
NĂŁo fique com raiva !
Ele retornou !
Onde estĂĄ minha mulher ?
Vamos, traga aqueles que procura.
VocĂȘ estĂĄ bem ?
Espera.
Onde estĂĄ meu irmĂŁo ?
Esperando por vocĂȘ.
- Tenha cuidado. - VocĂȘ vai sem mim ?
Aqui.
Cavaram todo o quintal.
Perdeu alguma coisa ?
Ele jĂĄ encontrou.
VocĂȘ vem comigo.
Aonde encontrou ?
Onde pertence.
- Pensei que Oleg tinha roubado. - Ele roubou.
Mas o vovĂŽ pegou.
Escavando no meu quintal, vocĂȘ encontrou...
VovĂŽ...
O que vamos fazer agora ?
Conversaremos.
NĂŁo !
O que ? Onde ?
Pare !
... SilĂȘncio !
O grĂŁo-prĂncipe Yaropolk sentou-se a mesa com seu pai. Alegrai-vos !
Yaropolk !!!
VĂĄ embora !
Deixe-o ir.
Deixe-o ir !
Deixe-o ir !
VĂĄ embora e diga aos outros:
A guerra acabou.
CadĂȘ Vladimir ?
Vladimir ? Vladimir Ă© o grĂŁo-prĂncipe.
Ele é um ninguém !
Filho de uma escrava !
Pessoas como ele nĂŁo merecem viver !
Espere !
Fedor.
Prometa-me que protegerĂĄ Irina !
Por toda vida.
Segure-se
Eles foram para Kiev. Vladimir prometeu perdoar todos.
- SĂŁo muitos. Nem todos sĂŁo traidores. - E nĂłs... iremos contra todos ?
Eles estĂŁo certos. SĂŁo muitos.
E eles... SerĂĄ que sĂŁo traidores ?
Juro com sangue vingança contra Vladimir.
Morro para a vida anterior. Somente o sangue do bastardo me farĂĄ voltar atrĂĄs.
Tem misericĂłrdia, senhor.
Vladimir parou a guerra e as pessoas aceitaram a morte de Yaropolk.
Mas Vladimir foi adotado e permaneceu como um bastardo... de uma estrangeira.
Para manter sua posição, teria que ser mais do que seu irmão.
Tornou-se maior que seu pai.
Ă noite, a cidade esperava pelo prĂncipe morto,
para se vingar.
- Para quem era a vingança do morto ?
VocĂȘ.
Abaixe as mĂŁos !
VocĂȘ tentou reanimĂĄ-lo ?
- Ele morreu. - NĂŁo minta!
Tem orado por ele ?
Orei para... subir logo.
VocĂȘ nĂŁo sabe que todos os mortos...
irĂŁo se levantar novamente ?
Ressuscitar ? Certo ?
Isso nĂŁo Ă© ele.
VocĂȘ nĂŁo deve ter medo.
Vou criar seu filho como meu.
Confie em mim.
Vou ser tĂŁo forte quanto o pai.
Os deuses nĂŁo protegeram Yaropolk, EntĂŁo Vladimir os derrubou do monte.
Arrancou da terra o deus de seu pai, cujos filhos foram abandonados, para obter sua força.
Todo saberiam que era um grande prĂncipe, como seu pai.
O deus de seu pai Sviatoslav gostava de sangue humano.
EntĂŁo ele foi enterrado, quando seu pai morreu.
Eu vivo.
Ele estĂĄ com fome e pede comida.
SilĂȘncio, ele ainda pode subir.
Eu dou um irmĂŁo ao deus do meu pai.
Ele pede sangue fresco.
Um corpo vivo.
Ofereçe... um digno...para o deus de seu pai?
Traga o seu sacrifĂcio!
Fiquem comigo.
Vamos.
O deus do meu pai Ă© o deus da riqueza e da glĂłria!
ProtegerĂĄ a todos nĂłs!
Juntem-se a mim!
PECHENIZHYN FRONTEIRA DO PAĂS.
Se matarmos o bastado, Irina sobe ao trono...
e governaremos juntos.
E temos os Pechenegues.
Oh, Pechenegues. Eu nĂŁo pensei que viriam.
Uma patrulha. Viram a fumaça.
Precisamos do seu comandante.
Comandante ?!
Yaropolk estĂĄ morto. Temos seus tesouros.
VocĂȘs podem ser ricos.
Mas, em troca, ajuda-me a matar um prĂncipe russo.
- Lembra-se do forte no vale podre ? - Lembro-me.
Por favor, aguardem lĂĄ.
Puxe.
Pechenegues ! Pechenegues !
O que vocĂȘ estĂĄ esperando ?!
... RĂĄpido ! RĂĄpido !
Siga-me !
- Não! - Não faça isso !
Mantenha suas mĂŁos !
Pensa que Kiev terĂĄ outro prĂncipe ?!
- Pare ! - Se quiser, eu vou dar a vocĂȘ!
Posso jogĂĄ-lo para vocĂȘ ! Para amadurecer ao sol !
Voltem ! Voltem !
Todo mundo de volta !
- Ajude-me, por favor ! - Tire suas mĂŁos !
Saia daqui.
DĂȘ-me Irina.
- Ă bom. - DĂĄ-me e vou embora agora !
Vai poupar a cidade.
VocĂȘs nĂŁo acreditam em mim. Acreditem por Yaropolk morto.
Eu tenho tesouros.
Eu pago e eles saem imediatamente. Todos.
Ninguém mais morre !
DĂȘ-me Irina.
Vladimir !
Eu poupei sua vida.
Como vocĂȘ embarcou nisso?
Se vocĂȘ mudar de ideia, VocĂȘ sabe onde me encontrar.
O novo prĂncipe ganhou a batalha.
Deixe-me ir, por favor. Deixe-me ir.
Ouve ? Salve a si mesmo e a cidade. Por favor...
Deixe ela ir.
Nos dĂȘ esperança...
Eu posso protegĂȘ-la. Confie em mim.
Por que vocĂȘ estĂĄ aqui ?
Inimigo lĂĄ fora!
O inimigo pode ser qualquer um, que não mantém a palavra.
Nós não lutamos de graça,
EntĂŁo eu aconselho se apressar para nos pagar.
NĂŁo Ă© suficiente !
Como decidimos ?
Eu pensei,
que vocĂȘs fossem guerreiros
VocĂȘs sĂŁo comerciantes !
VocĂȘ nos deve mais !
DĂȘ o Berserk !
Hey !
Hey !
Pelo seu ouro vamos dar-lhe apenas um soldado,
mas Ă© o melhor !
Os pechenegues estavam se preparando para a invasĂŁo,
VariaĆŸko ocupou toda a extensĂŁo do campo prĂłximo de Kiev.
EntĂŁo Vladimir decidiu colocar todos os soldados no portĂŁo.
Queria atrair a cavalaria para baixo da fortificação.
- Rodas na muralha.
Todos sabiam que eles nĂŁo iriam embora, entĂŁo, foram voluntariamente.
- Ao sinal, para a parede imediatamente ! - Entendido !
O capitĂŁo era Fedor, Ex-comandante de Yaropolk.
Embora confessando uma fé estranha para todos nós, era um grande guerreiro.
Oh deus, salva-me e proteja-me.
DĂȘ isto a Ivan, meu filho.
- Boa sorte. - Tudo estĂĄ nas mĂŁos de meu pai celestial.
VocĂȘ Ă© filho do deus cristĂŁo ?
Servo de deus. Nada mais.
Deixo ele ajudĂĄ-lo.
RĂĄpido ! RĂĄpido, homens !
Fedor !
Adiante !
Puxar !
Fedor !
Todos Ă frente !
Todos juntos ! Mesmo passo !
Parede ! Até o sinal.
Agora ! Abrir!
Sinal ! Sinal !
Mais rĂĄpido.
Mantenha em movimento ! Rodas !
- Vamos lĂĄ ! - Levantar a roda !
Berserk, para fortificação.
Para fortificação, defender o portão !
Fedor !
Fogo...
- Fogo ! - Cuidado para nĂŁo atear fogo Ă muralha !
Em um sonho eu vi minha mĂŁe.
Isso significa que venceremos hoje.
DĂȘ pra mim.
Queimar ! Continuem jogando !
Ăgua.
Ăgua para muralha ! RĂĄpido !
Ăgua para muralha ! RĂĄpido !
RĂĄpido !
RĂĄpido !
- Senhor tenha piedade. - O deus do meu pai ajudou.
O deus do meu pai nos ajudou!
Agradeçam a ele por estarmos vivos !
Os pechenegues nĂŁo foram embora !
Tropas permaneçam comigo na muralha.
Bem... Toque-lhe no ombro.
VocĂȘ sabe fazer fogo ?
- Claro. - VocĂȘ pode me ajudar ?
- Meu pai disse para esperar em casa. - Sabe o que fazer para os deuses enviarem chuva ?
VocĂȘ pode nos salvar.
Eu vejo o meu pai !
Eu vejo o meu pai !!!
Vejo a minha mĂŁe !
Vejo a minha mĂŁe !!!
- Eu vejo meu Senhor ! - Eu vejo meu Senhor !!!
Eles sentam-se num belo jardim com ĂĄrvores florescendo !
Eles sentam-se num belo jardim com ĂĄrvores florescendo !!!
Esperando por mim !
Esperando por mim !
Esperando por mim !!!
Pai. Todos eles eu salvo.
Vamos para casa !
- Eles disseram que eu salvaria a todos. - VocĂȘ salvar ? Agora vocĂȘ vai para casa !
E entĂŁo ?
O menino escolhido. Ele vai nos salvar.
Onde estĂĄ o seu homem ? Vladimir !
Pai !
Pai !
Venha aqui !
NĂŁo toque nele !
Com cuidado.
Comemoraram. VocĂȘ ouve ?
Por que nĂŁo estĂĄ com eles ?
NĂŁo se preocupe.
Acreditam que a força do meu pai retornou.
Vladimir !
Vladimir !
Querem matĂĄ-lo !
Aposta sua faca ?
Se ele sobreviver, vou te dar a faca.
Hey !
Quem vocĂȘ serve ? Eles nĂŁo sĂŁo deuses ! AmanhĂŁ vĂŁo apodrecer !
Cortem os pilares !
Cortem os pilares !
Vladimir !
PrĂncipe !
...lĂĄ !
VĂĄ !
Tem misericĂłrdia, senhor.
- Pai ? - O quĂȘ ?
Morreremos ?
NĂŁo.
Eu te disse, a morte nĂŁo existe.
(orando oração ortodoxa)
(orando oração ortodoxa)
Ă tudo por sua causa !
(orando oração ortodoxa)
(orando oração ortodoxa)
Vinde a mim, querido.
- Tem piedade, Ăł deus ! - Tem piedade, Ăł deus !
Fedor !
Por quĂȘ ?
Por quĂȘ ?
Se nĂŁo oferecermos ao deus um precioso sacrifĂcio, como ele saberĂĄ que nĂłs o amamos ?
A oferenda foi realizada. Deus irĂĄ nos salvar.
Ele advertiu.
VocĂȘ Ă© um estrangeiro. Como um viking.
Com vocĂȘ vem misĂ©ria.
Vou te apresentar a ele. VocĂȘ pode ouvir.
VocĂȘ vai conhecĂȘ-lo
NĂŁo hĂĄ morte.
Mas hĂĄ.
NĂŁo deixe que eles te vejam assim.
Deixe-me ir, por favor
Por favor.
O deus pai aceitou os dois sacrifĂcios. A cidade foi salva dos pechenegues.
Mas todos sabiam que o lugar nĂŁo permaneceria a salvo.
EntĂŁo Vladimir ousou agarrar o destino pela garganta.
Ele decidiu se reunir com VariaĆŸko.
Capacetes.
Quando começar a chover de novo,
lembre-se de mim.
O que Ă© isso ?
Anna.
O quĂȘ ?
Anna.
Nome grego.
NĂŁo o seu.
Como entende Anna ?
Em letras gregas...
VocĂȘ vĂȘ: A. N. N. A.
O que significa ?
A... Anna.
à a graça de deus...
...deram para mim no mosteiro.
O que quer dizer graça ?
Ă o amor de uma mulher, Ă© o amor de deus.
A graça é um dom de amor...
um dom de deus.
Dom de deus ? De qual deus ?
Deus Ă© um sĂł.
E ele te ama.
Ele pode te salvar.
Lembre-se dele.
Leve-o. Como lembrança.
Pode ir.
Vladimir.
NĂŁo os deixe escapar !
NĂŁo fique aĂ parado !
Vamos saltar.
Onde estĂĄ ?
EstĂĄ com medo ?
Apareça.
Parem ! Onde estĂŁo indo ?!
NĂłs nĂŁo lutamos contra os romanos.
Pare ! Onde vocĂȘ estĂĄ indo ? VocĂȘ me prometeu.
- Onde estĂĄ Rogneda ? - No templo..
- Pensou em algo ? - São embaixadores romanos, ouça...
Os pechenegues foram embora.
Os romanos sĂŁo muito mais fortes.
Aceite o que eles oferecem, mas nĂŁo acredite neles.
Por sua vez vocĂȘ Ă© um estranho.
IrmĂŁo...
Concordo com a paz romana e os pechenegues nĂŁo voltarĂŁo.
Concordar... eles contrataram seu pai.
Quando vai escutar ? Ouça.
EstĂĄ em suas mĂŁos,
matar os pechenegues
NĂŁo podemos ter medo.
NĂŁo tema o ataque dos pechenegues. A noite vai e o dia chega.
Precisamos da força dos romanos.
Estas caixas com ouro e o leopardo sĂŁo um presente do imperador para o prĂncipe.
Imperador BasĂlio PorfirogĂȘnito com os netos:
Constantino VII e a co-regente,
Anna PorfirogĂȘnito. Sua irmĂŁ.
Graça de deus.
O quĂȘ?
Graça de deus.
O imperador oferece para ajudĂĄ-lo na glĂłria e na guerra, os seus soldados...
se conquistar Korsun para ele.
A cidade de Korsun estå sob julgo dos rebeldes e contra o império.
Recompensar a ajuda do Imperador, seria Ăłtimo.
O imperador, quer saber do prĂncipe, qual a sua resposta.
Vou ajudĂĄ-lo, mas nĂŁo pelo ouro.
O que o prĂncipe tem em mente?
O que quer?
A graça de deus.
- Ele quer a graça de deus ? - Anna.
NĂŁo Ă© possĂvel.
Esqueça.
O prĂncipe nĂŁo pode ter como esposa Anna PorfirogĂȘnito.
Ela recusou até mesmo o imperador germùnico.
O prĂncipe pode pedir qualquer coisa para o Imperador, exceto Anna. Diga o que quer ?
Eu quero ela. Como esposa !
VocĂȘ manteve sua palavra.
O ouro romano fortalece o espĂrito de luta.
Vamos para muralha.
- VocĂȘ vai com os outros ? - Para onde ?
Para o templo.
Pedimos aos deuses proteção contra os pechenegues.
Peça proteção.
JĂĄ tenho todos os meus sacrifĂcios.
Todos ?
Se vista.
NĂŁo vou desistir de ter minha prĂłpria vida.
VocĂȘ sabe muito bem que vou continuar atĂ© o fim.
VocĂȘ terĂĄ um filho.
O quĂȘ?
Sim.
VocĂȘ estĂĄ tentando nos matar ?
Volte para Polotsk.
Que presente mais vocĂȘ precisa ?
A partir de qual deus ?
Durante toda a noite o barulho ecoou do acampamento dos pechengues.
Alguém gritou terrivelmente do lado de fora das paredes.
Todos estavam se preparando para o pior.
Sim, os romanos concordaram em dar a Vladimir, a irmĂŁ do Imperador, Anna.
Sabiam que a cidade de pedra nĂŁo seria facilmente reconquistada...
e ir para Korsun seria loucura.
Mas esta manhĂŁ, isso nĂŁo importava.
Todo mundo sĂł pensava na morte,
que espreitava sob a névoa.
Pare!
Hey!
EntĂŁo, cara? Onde estĂŁo os pechenegues?
Disseram que os romanos agora sĂŁo aliados de Vladimir.
Pechenegues nĂŁo lutam com romanos. Eles tĂȘm um filho, refĂ©m do comandante,
para cumprir o acordo honestamente.
Irina vive?
Vive.
VariaĆŸko a levou para Korsun.
Prepare os homens. Envie mensageiros a todas as cidades.
Precisamos da graça de deus!
Como podemos continuar a viver...
Vamos para Korsun!
KORSUN
Atenção ! Atenção ! Abram caminho !
Irina !
Cuidado !
Cuidado ao fazer a negociação !
Eu sou Vladimir.
Sou amigo do imperador !
Juro sobre a memĂłria de meu pai.
Sviatoslav.
Não vou embora até entrar na cidade.
Quero saber quem entre vocĂȘs...
quem Ă© que vai abrir a portĂŁo...
SerĂĄ vocĂȘ... ou vocĂȘ...
talvez seja vocĂȘ...
Eu juro pela memĂłria dos meus antepassados.
NĂŁo vou matar vocĂȘs.
Ninguém irå tocå-los!
Salve a si mesmo e a cidade.
Salve a si mesmo e a cidade.
Salve a si mesmo e a cidade.
Laço junto com uma carta a pulseira,
saberĂĄ assim, de quem Ă©.
SilĂȘncio...
O que estĂĄ acontecendo?
O que Ă©?
Espere. VocĂȘ acredita nele?
Ela me contou tudo.
Sobre a ĂĄgua que desce a montanha para abastecer a cidade.
Diga-me, para vocĂȘ ele sabe, ou apenas vocĂȘ?
- Estou verificando isso. - Onde ele estĂĄ?
Ah?
Explorando a montanha.
EntĂŁo ela desenhou um plano? E enviou?
Bispo !
Venha comigo.
Irina?
Ă a mesma coisa.
Por quĂȘ?! Por quĂȘ?!
Irina, por quĂȘ?!
Ă um bastardo, um escravo!
Por que vocĂȘ contou a ele sobre isso?
VladimĂr nĂŁo vai poupĂĄ-la.
Ele vai encontrar a fonte da ĂĄgua e cortar o abastecimento da cidade!
VocĂȘ traiu todos!
VocĂȘ traiu todos.
Traiu!?
- Padre ! - Por favor !
Aceite a minha confissĂŁo.
Eu pequei.
Ele nos ajudou.
e eu enviei uma flecha, nĂŁo para o bem da cidade,
mas pelo bem dele.
Olhe para mim!
Juro...
Assim que o assassino entrar na cidade, e Ă© certo que vai conseguir...
Juro...
Juro encontrar uma forma de matar o bebĂȘ !
Fuja da cidade, desapareça!
Jura-me! Porque vou matar o bebĂȘ !
NĂŁo...
Me apunhalou direto ao coração.
- Estas sĂŁo as duas ĂĄrvores ? - Sim.
- Onde estĂĄ o tubo ? - A cidade fica desse lado.
Todos sabiam que a cidade resistiria ao longo cerco.
Os soldados nĂŁo voltariam para casa antes do fim.
Vladimir ordenou puxar o barco para cima da montanha.
Aqueles que tentassem fugir pela estepe seriam capturados pelos pechenegues.
Eles cobriram as costas.
A tubulação de ĂĄgua era a Ășnica chance...
... para Vladimir. - Alegra-te, prĂncipe !
Sou o primeiro Viking. Eu vim para ajudĂĄ-lo.
Onde estĂŁo os outros ?
Outros ? Dormindo...
Cansados de beber cerveja.
VocĂȘ jĂĄ esteve numa cidade romana ?
HĂĄ cidades onde a ĂĄgua entra ainda mais longe do que aqui.
JĂĄ ouviu falar sobre isso?
Sveneld !
Ă vocĂȘ?
Sempre que eu o encontro, estĂĄ cavando uma sepultura.
Mas nĂŁo para mim.
Enterrarei os seus ossos.
Bastardo !
VocĂȘ vĂȘ isto ?
Aquilo Ă© para vocĂȘ.
Os pechenegues fizeram para abater vocĂȘ. Eles vĂŁo enfiar no seu traseiro,
como um carneiro.
A mulher falou para vocĂȘ, e vocĂȘ acreditou ?
EntĂŁo... O que espera ?
Escudos e lanças ! Depressa !
Vamos logo !
Sua sorte retornou.
Barco.
- Jogar o barco. - Vamos.
Siga-me !
Ei, bastardo !
Onde vai com tanta pressa ?
Mensagem aos romanos. Aquele na estaca fodeu seu prĂłprio povo.
Remover os suportes !
Para o barco, rĂĄpido !
Venha !
Empurre ! Empurre !!!
Onde estĂŁo os navios ?
RĂĄpido - aqui !
Vikings... sempre aparecem no momento certo !
Empurrar !!!
Empurrar !!!
Pare !!!
Vladimir...
Ă o suficiente, irmĂŁo !
VĂĄ para casa.
E aonde Ă© minha casa agora ?
Veja velho !
Como escravo nasce, como escravo também morre.
EntĂŁo, era pra cĂĄ que vocĂȘ apontava ?
Se vocĂȘ disser, morrerĂĄ mais fĂĄcil...
sem tortura.
Pergunte ao Anastasius o local.
- Ele sabe o local. - Vou perguntar...
Bastardo, pensei que Irina lhe deu a verdade...
NĂŁo disse nada.
Ela sĂł deu para mim. Depois o traiu.
Onde ela estĂĄ ?!
Ela jurou ao deus que nĂŁo vai mais vĂȘ-lo.
Onde ela estĂĄ ?!
E sua esposa, cadĂȘ ?
VocĂȘ afogou ou expulsou?
VocĂȘ veio aqui por uma nova cadela ?
O seu irmĂŁo, Yaropolk... gostava de vocĂȘ...
e vocĂȘ o matou.
NĂŁo eles. VocĂȘ !
Quem vai se vingar ?
Sobrou apenas vocĂȘ. Eles estĂŁo todos mortos.
Agora vocĂȘ pode perseguir vocĂȘ mesmo.
Vingar-se de vocĂȘ mesmo.
Eu vejo meu senhor... Eu vejo o senhor.
PrĂncipe ! Encontrei o abastecimento de ĂĄgua !
Vamos !
- NĂŁo vejo nada. - Eu nĂŁo matei meu irmĂŁo,
ele foi assassinado.
- NĂŁo vejo nada ! - Eu nĂŁo matei meu irmĂŁo !
Nem mesmo vou matĂĄ-lo.
Onde estĂĄ Anastasius ?
Armas nĂŁo podem entrar aqui.
Sua ?
Onde estĂĄ Irina ?
Escapou.
Dois dias atrĂĄs. Mas para onde, eu nĂŁo sei.
Mentira.
NĂŁo minto.
O que vocĂȘ quer?
VocĂȘ Ă© amigo do imperador.
VocĂȘ conseguiu sua irmĂŁ Anna.
Sim, eles deram.
Aqui...um mergulho na ĂĄgua?
Aqui.
Mas primeiro... vocĂȘ tem que falar...
através de mim.
Falar?
Conte-me tudo sobre todo mal que vocĂȘ lembrar.
Essas sĂŁo as regras.
Se vocĂȘ nĂŁo quiser agora, pode vir mais tarde.
Quando estiver pronto.
Melhor agora do que mais tarde.
O que posso dizer?
O que vocĂȘ quiser.
Maldades.
Como uma criança, eu roubei o barco do meu irmão.
O que aconteceu entĂŁo?
EntĂŁo eu o matei.
Apenas como num jogo?
Realmente o matou?
Realmente.
Isso Ă© tudo?
NĂŁo.
Eu estuprei minha esposa.
Bem na frente dos olhos de sua mĂŁe...
...e de seu pai.
Depois eu matei a mĂŁe de minha esposa...
e seu pai.
Com as prĂłprias mĂŁos ?
Pessoalmente.
Eu matei muitas pessoas.
Meu melhor soldado.
E seu filho.
EntĂŁo...
A culpa Ă© sua ?
De quem seria ?
De quem seria ?
Espere. Espere.
Ăgua...
VocĂȘ tem ?
Pare ! Pare !
Purifique-se
Esta Ă© para vocĂȘ...
No inĂcio de sua vida.
Aqui... Quando vocĂȘ roubou o brinquedo do seu irmĂŁo.
Aqui... VocĂȘ matou seu irmĂŁo.
Aqui... VocĂȘ matou o pai de sua esposa.
Em seguida, a mĂŁe de sua esposa.
EntĂŁo o soldado pereceu.
Também... seu filho.
E agora vocĂȘ.
Saiba... Deus te ama.
E ele pode purificĂĄ-lo com seu fogo.
Agora vocĂȘ pode beber.
Eu posso.
Apenas fede um pouco...
Imperador, certo?
Diga, vocĂȘ vai com ele ao templo ?
Vamos juntos.
Eles vĂŁo e todos os nossos.
- Aonde ? - Ao templo.
NĂłs vamos para dizer: "Queremos que nosso prĂncipe aceite a nova fĂ©".
O quĂȘ ? O que eu faria sem vocĂȘ ?
Como vocĂȘ pode conseguir sem mim ?
Para onde eu vou sem vocĂȘ ?
Eu digo, honestamente, nĂŁo vĂŁo deixar eu chegar mais perto.
De quem nĂŁo vĂŁo deixar vocĂȘ chegar perto ?
Do imperador. Somente vocĂȘ pode falar com ele.
Mas, aparentemente, ele Ă© muito inteligente.
VocĂȘ nĂŁo se recupera tĂŁo rĂĄpido. VĂȘ, vocĂȘ menospreza o ataque.
Ele pode te capturar. EntĂŁo, vocĂȘ precisa atacar e acertar.
Não se preocupe. Vou amarrar o laço em mim.
Ele vem com ela, ela sorri para mim...
Digo: "Eu te amo, amo sua irmĂŁ..."
"Eu amo o seu Deus." e o principal, bato com precisĂŁo.
Isso Ă© tudo. Nada mais que isso.
VocĂȘ entendeu ? Assim vinga seu pai.
- NĂŁo. - NĂŁo o quĂȘ ?
Eu nĂŁo vou matar mais.
VocĂȘ ainda Ă© filho de seu pai.
A morte nĂŁo existe.
VocĂȘ se levanta dos mortos.
VocĂȘ acredita nisso?
Bem, eu tenho que ver.
O que vocĂȘ quer ver?
Eu vou matar vocĂȘ e depois vocĂȘ se levanta dos mortos...
... vem até mim e diz que não existe morte.
EntĂŁo acho que vou acreditar...
que vocĂȘ ressuscitou dentre os mortos.
Vamos ! MĂŁos a obra. NĂŁo hĂĄ morte ! NĂŁo hĂĄ morte !
Eu acreditava em vocĂȘ ! E vocĂȘ me traiu !
VocĂȘ Ă© um escravo ! Vai morrer como um escravo e traidor !
VocĂȘ me traiu !
A morte existe e vocĂȘ bem sabe disso !
VocĂȘ estĂĄ certo ! Tem que morrer como um guerreiro !
NĂŁo.
Eu nĂŁo vou retaliar.
- Esqueça isso, acredite. - Quem vocĂȘ quer enganar ?
As pessoas nĂŁo mudam.
Por quĂȘ ?
Vamos.
Vamos com isso !
VocĂȘ precisa ver para acreditar.
Ver o quĂȘ ?
Estou pronto. Vamos.
Pegue sua espada !
Tem que morrer como um guerreiro !
NĂŁo como um escravo !!!
Eu sou um servo de deus, nada mais.
O som do mar me diz sobre a eternidade, mas quando eu fecho meus olhos...
vejo uma floresta no inverno, coberta com neve fria e branca...
Eu estou falando sobre a morte. Por que nĂŁo matĂĄ-lo ?
Ele era parte da minha vida presente. A segunda vida, nĂŁo haverĂĄ mais.
Sigam-me !
Sigam-me !
Digam seus nomes !
"Na esperança, fomos salvos." (Rom. 8:24)
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