All language subtitles for Paranormal.Asylum.The.Revenge.of.Typhoid.Mary.2013.720p.BluRay.x264.YIFY

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Original subtitles

PRIMEIRO DIA

Trem de Los Angeles para Chicago, 2 horas e 35 minutos.

Chicago para Pitsburg, 9 horas e 25 minutos.

Pitsburg para Filad�lfia, 7 horas e 30 minutos.

Filad�lfia at� a Esta��o Central, 1 hora e 25 minutos.

Estar de volta a Nova lorque depois de 5 anos.

� sensacional!

O que est� fazendo? Est� filmando?

Ah, n�o.

Quero entrar em um filme. Precisa de atriz? J� atuei.

S� estou esperando um amigo.

Algumas pe�as de escola. Posso atuar. Eu te mostro.

A��o!

� poss�vel estar aprisionada

e estar solta ao mesmo tempo.

Boa, n�o �?

Deixa eu ver!

lsso n�o � brinquedo.

Seu tonto!

Legal ter me feito andar quil�metros fora de meu caminho com tr�nsito

sendo que eu podia te pegar na esta��o.

Ent�o, como foi a viagem de trem? J� se restabeleceu?

-Sempre quis fazer isso. -Legal.

Senhoras e senhores,

deixem-me apresent�-lo

ao Sr. Mark Goodwin.

Ex-colega de quarto que virou meu melhor amigo,

e falhou em se tornar o estere�tipo de roteirista de Hollywood,

voltando ap�s rejei��o em Los Angeles.

Ent�o, como � estar de volta?

-Quer ajuda com as malas? -Seria legal, Andy.

N�o esquente. Pode por no porta-malas.

-N�o mudou nem um pouco, n�o �? -Com certeza n�o.

Veja s� isto.

C�mera do carro n�mero um.

C�mera do carro n�mero dois.

-Est� levando isso a s�rio. -Ah, claro que levo a s�rio.

Tr�s semanas de prepara��o,

sem contar os tr�s dias e meio at� voc� chegar aqui.

Precisava ser de trem?

N�o podia ser de avi�o como todo mundo faz?

N�o h� romance em voar.

Romance?

Detectores de EMF, gravadores de EVP.

C�meras detectoras de movimentos por infravermelho.

Est� tudo coberto, t�o seguro quanto ouro.

Olhe para a gente. Sinto como nos velhos tempos.

Dois parceiros da classe filmagem, melhores da classe,

ansiosos por ganhar fama e um vai para L.A.

O que eu disse? Nada sobre L.A.

-N�o quero falar disso. -Bem, ao menos tentou.

� mais do que eu posso dizer.

lnspetor de seguros. Acredita nisso?

O cara ao seu lado � um inspetor de seguros.

Nunca pensaria, nem em um milh�o de anos.

E ainda est� noivo.

Sim, sou um garoto crescido agora, veja s�.

Cara, mal posso esperar que voc� a conhe�a.

� este lugar?

O marco zero, cara.

O personagem principal.

E isso?

Pesquisa. Hist�rico do hospital, registro de antigos funcion�rios,

e quando digo antigos, quero dizer muito antigos.

E veja s� isto.

Quem � essa?

Essa, meu amigo, � o lance.

E que lance!

Maria Tifoide?

Maria Malone.

Sua fam�lia emigrou para os EUA vinda da lrlanda em 188.

A fam�lia toda morreu no navio ent�o ela ficou �rf�.

Ela foi adotada por um m�dico ped�filo com tifo.

Aprendeu a cozinhar, al�m de bancar a escrava de sexo.

Ent�o as pessoas � sua volta come�aram a matar umas �s outras.

E o que isso tem a ver com o hospital?

Vis�es, meu amigo. Dizem que se ouve sons de uma cadeira de rodas.

E uma voz dizendo:

Por favor, mate-me.

As pessoas ouvem e veem o que querem.

� tudo psicol�gico.

Coisas como um estalo na casa,

um rato na parede ou vento pelo exaustor.

Tudo se torna algo mais com as luzes apagadas ou casas velhas.

O qu�? N�o acredita em fantasmas?

N�o, mas as pessoas s�o fascinadas por isso.

Nosso c�rebro n�o pode deixar nada sem explica��o,

precisa de significados e respostas, e assim como n�o falhar?

Acho que logo vamos descobrir, n�o �?

Venha, vamos embora.

Cara, espere a�.

Acho que vi algo. Voc� viu?

O qu�? Do que est� falando?

Vi alguma coisa ali.

V� embora! Voc� n�o pode vir aqui.

-Andy... Andy... -Estou aqui. � Michelle.

Quer saber onde estamos.

Muito bem, voc� a viu?

N�o, ele fez o jantar, alguma porcaria vegetariana,

ent�o vamos ter de sorrir e fingir que est� �timo.

Ela n�o, essa velha, ela tentou pegar minha c�mera.

Ela me deu um susto daqueles.

O qu�? Quando? Tem certeza?

Se tenho certeza de ter visto uma velha? Sim!

O que ela te disse?

-Nada. -Ent�o qual o problema?

Deve ser uma senhora recolhendo pedrinhas e gravetos

para a aula de artesanato em algum asilo.

Sobre este projeto, n�o diga nada a Michelle.

Ela n�o sabe e quero que continue assim.

Ela dir� que � est�pido. Vamos.

Puxa, se assustou assim com uma velhota,

o que acontece se encontrar um fantasma?

Por Deus do c�u.

Ent�o, Mark, dizia sobre seu primeiro dia na faculdade.

Ent�o, vai em frente, desembucha.

Ent�o cheguei ao meu dormit�rio e abri a porta e olhei,

e l� estava Andy, deitado em seu caix�o aberto.

Santo Deus! O qu�?

Eu s� queria causar uma boa impress�o.

Meu futuro esposo sempre teve uma queda pelo lado sombrio.

Sabe como ele me pediu?

Noite de Halloween,

em uma horripilante casa de horrores.

Bem apropriado.

Meu homem especial!

Ent�o o que achou?

Faz justi�a com as fotos que te mostrei?

Ela � legal.

� bonita.

Melhor em pessoa.

S�rio?

Muito bom.

Ouviu isso, amor? Mark te achou uma gata!

Muita gentileza, Mark.

Ele diz que vem te imaginando nua desde que entrou aqui.

-Eu nunca disse isso. -Ele disse.

-Eu sei Mark. Eu sei. -Ele disse.

Me passe essas lentes a�.

E o computador?

Deve estar pronto.

Assim que ligarmos as c�meras ao computador,

poderemos ver imagens do hospital nesse quarto.

Que hospital?

O que est� havendo?

Qual hospital, Andy?

O que est�o tramando?

Voc�s est�o querendo rodar um document�rio

-naquele hosp�cio abandonado, n�o �? -N�o.

Eu j� sabia. Obrigada, Mark.

Sim. Fez um �timo trabalho, Mark.

Eu n�o disse nada.

N�o precisava, est� escrito em sua cara.

N�o, eu j� sabia. Faz duas semanas.

As plantas do hospital,

os registros dos funcion�rios que ficaram na mem�ria da impressora.

Ah, rapaz, a� vem. Bl�, bl�, bl�... � est�pido.

Bl�, bl�, bl�... Perda de tempo.

N�o acredito que gastou todo nosso dinheiro com equipamentos.

-N�o, acho que � �timo. -� s�rio, est� dizendo que � �timo?

Sim. Mas o que quis dizer com todo nosso dinheiro?

Quanto foi, exatamente?

Diga quanto foi.

N�o foi tanto...

Acho que vou checar nossos extratos banc�rios.

Querida, espere, espere, espere.

N�o na frente de um convidado.

Ent�o, l� embaixo.

Esta casa � do meu pai.

E ele te arranjou a droga do seu trabalho,

ent�o ele tem sido muito cooperativo, sabe?

Comigo e com voc�.

Ent�o, como acha que ele se sentiria se soubesse

que voc� est� brincando com nosso futuro?

-Ele n�o ficaria feliz. -N�o, n�o ficaria.

E por isso ele n�o precisa saber.

Espere.

� mesmo? Voc� n�o se zangou com isso?

Qualquer coisa � melhor do que te ver jururu pelos cantos

com a cara de quem poderia ter feito algo.

Apesar de ser uma cara feia,

posso conviver com isso o resto de minha vida.

Garota, voc� � a melhor!

Mas tem uma condi��o.

Quero fazer parte.

� trabalho para somente dois homens.

Posso te auxiliar.

� mesmo? Como?

Empunhar uma c�mera para n�s?

Acredite ou n�o,

minha m�e, quando mais jovem foi esp�rita.

A sua m�e?

Eu costumava espiar de meu quarto.

Vendo minha m�e fazer sess�es com suas amigas.

Sess�es s�o um monte de bobagens.

� mesmo? E um hospital cheio de fantasmas

com len��is de cama e arrastando correntes, n�o �?

E quanto disso estou financiando, exatamente?

Sem falar que converso com meu pai todos os dias

e seria uma pena se por acaso algo ventilasse.

SEGUNDO DIA

Mark quis ficar independente como voc�.

Sim, foi por isso que me mudei para L.A.

Andy continuou no abrigo da mam�e.

Est� frio. E tem um cheiro ruim.

-Vou ligar a eletricidade. -O qu�? Tem energia aqui?

Certo, vamos aos neg�cios.

N�o entendo.

Dizem que Maria foi internada, morreu e foi enterrada aqui.

Vamos procurar seu espectro por aqui no hospital.

Espero que n�o seja o caminho errado, amigo.

Descobri documentos dizendo

que Maria foi trazida em segredo para c�,

depois de ter sofrido um derrame e ter ficado paralisada.

Entretanto, ela desapareceu misteriosamente.

Mas por que a trouxeram aqui?

Por que encobrir?

Muitas perguntas.

Talvez Michelle possa lan�ar alguma luz sobre Maria em uma das sess�es.

Est�o sentindo isso?

A temperatura desta sala est� bem mais baixa que o resto do hospital.

Ei, Michelle, n�o se afaste. � perigoso. Vamos ficar juntos.

Vamos logo com isso.

-Sentiu isso? -Sim.

Droga!

Ligue o detector.

Sim, j� peguei.

Voc� viu isso?

Foi uma sombra.

Querida, espere a�!

-Pegou algo no detector? -Esse lugar � assombrado.

Michelle?

-Michelle! -Querida, onde voc� est�?

Socorro!

Socorro! Socorro!

Estamos chegando.

Vamos, cara!

Vamos!

Ajude-me!

Vamos dar o fora daqui!

lsso n�o faz sentido.

TERCEIRO DIA

Bacon de tofu.

� muito bom.

-O que � isso? -� uma entrevista.

Acha que pode cuidar disso?

Acho que sim. Voc� n�o vai?

Ele foi chamado ao trabalho.

Pensei que estaria de folga.

Crise no escrit�rio. N�o d� para escapar.

Sabe como �, o velho de algu�m pega pesado.

Eu tive uma grande ideia ontem � noite.

Michelle, qual �? Pensei que t�nhamos...

N�o vejo nenhum problema.

-Quero saber o que o Mark acha. -O que eu acho do qu�?

Essas coisas de sess�es.

Eram da minha m�e. Peguei no s�t�o.

Sim, Michelle quer uma confer�ncia com a morte.

Minha m�e costumava mexer com isso quando era jovem.

Ent�o um dia ela parou.

Nunca mais falou nisso.

Pode ser divertido, entende?

Comunicar-se com o reino dos esp�ritos.

Voc� pega mais peixes com a isca certa.

Acho que � legal ela querer ajudar.

Mas como eu disse ontem � noite,

nossa documenta��o � baseada em provas cient�ficas.

Andy acha que sess�es esp�ritas s�o conversa mole.

Pois muitos dizem o mesmo sobre fantasmas.

-N�o veja mal nenhum. -Legal.

Por mim, tudo bem.

Parece que voc� est� em minoria.

Legal. Acho melhor me aprontar para o trabalho.

Sr. Sheffield?

Sr. Sheffield.

Sr. Sheffield.

Sr. Sheffield.

E que tipo de perguntas?

S� umas perguntas sobre Maria Tifoide.

Meu pai foi o primeiro a encontrar Maria.

Ela vivia sozinha com uma crian�a defeituosa.

Seus familiares sabiam que ela contraiu o tifo,

mas a contrataram para ficar isolada cuidando da crian�a.

Mesmo sabendo que ela teve tifo eles a contrataram?

Eles esperavam que a crian�a contra�sse tifo.

E assim morresse.

E seu pai capturou Maria.

N�o se pode capturar o diabo.

O diabo vem e vai quando quer.

H� algo mais que se lembre?

Houve o surto de tifo.

Maria j� estava l�.

Quando ela viu meu pai ela ficou enraivecida.

Tentou mat�-lo.

Ela estava de quarentena?

A que pre�o uma pessoa pode ser permitida a viver livremente?

Mas ela est� livre agora.

Querendo vingar-se dos descendentes

daqueles que a trataram t�o mal.

Ela est� se vingando?

lsso �...

Um tanto louco.

Ela est� morta.

Creio que j� basta agora.

Eu te desejo um bom dia.

Sabe algo sobre

o poss�vel transporte dela para o Hospital Edgewood?

Sr. Sheffield! Sr. Sheffield, n�o!

Oi, Evelyn. Oi.

Sim, meu nome � Mark.

Sim, estou ligando sobre a entrevista com voc�.

Voc� � descendente da fam�lia Windsor.

De fato sou...

Se n�o se importa que eu pergunte, qual � seu interesse no hospital?

Curiosidade m�rbida eu acho.

Um amigo e eu queremos fazer um document�rio.

Achamos uma boa hist�ria.

Hist�ria de quem?

Maria Tifoide.

N�o tem certeza?

Nunca deixe a verdade ficar no caminho de uma boa hist�ria.

Fique por um minuto l�,

e creio que ser� um desses malucos

tentando provar que a ilha � assombrada.

N�o sei como acha que eu posso ajudar.

Ah, bem...

De acordo com certos relatos,

Maria foi levada de barco para a ilha durante a noite,

antes de ser levada ao Hospital Edgewood.

Eu disse algo interessante?

Oh, n�o. N�o, n�o.

Eu s� n�o ouvia falar desse nome h� muito tempo.

Bem, de acordo com nossas pesquisas,

seu tio pode ter tido um papel importante nisso.

� mesmo?

Meu tio pode ter sido o dono do lugar, mas fora isso,

n�o sei quase nada sobre isso.

Bem, 'quase' ou 'nada'?

Quase nada.

Embora eu n�o aprecie muito ser filmada,

voc� � bem-vindo para examinar meus 'arquivos',

caixas herdadas ao longo dos anos.

Se n�o ligar para um s�t�o sujo e escuro.

N�o me importo.

Vou acender a luz.

-Ent�o � isto? -Sim.

Acho que � melhor eu descer.

Meu Deus!

Encontrou alguma coisa?

Ah, n�o! Preciso ir.

Sim, claro.

MARIA TIFOIDE.

-Como conseguiu isso? -Eu n�o sei.

Estavam jogados por l�.

Gra�as a Deus ela n�o te viu roubando.

Ela poderia atac�-lo como os outros dois.

Fui atacado por um cara.

O outro meio que... Me ca�ou.

Algo promissor?

N�o.

Escutem rapazes,

se quiserem atrair convidados para sua festa, precisam divulgar.

Por que algu�m ca�aria o Mark?

Ele sempre desperta isso nas pessoas.

Tome cuidado com isso, por favor.

Acha que esta � a primeira c�mera que seguro?

T�o cara como essa, sim.

Brincadeira.

S� estou brincando.

Sim, bem engra�ado. Agora, largue isso.

O que � isso tudo?

Esta parece ser a ficha da Maria no hospital,

mas n�o traz o sobrenome.

lsto � a alta do hospital, assinada pelo Dr. George Soper.

O cara nem era m�dico de verdade. Era engenheiro sanit�rio.

Loucura, n�o?

E quanto a este aqui?

Este, querida, � a cereja do bolo.

� o formul�rio de direito de transfer�ncia de propriedade.

E aqui bem embaixo diz,

a propriedade est� sendo liberada para testes cl�nicos.

Testes?

Era como se designavam experimentos m�dicos antigamente.

Quer dizer que...

Maria Tifoide pode ter sido cobaia de laborat�rio.

E tamb�m menciona um barco, n�o d� o nome.

Eu consultei um almanaque de barcos online,

usando este documento como refer�ncia,

e consegui destacar tr�s possibilidades.

Uma delas fica em Staten lsland.

O que � isso?

O que est� acontecendo?

N�o tenho a menor ideia.

-Deve ser l�. -Sim.

Estas baterias queimaram. Parece que foram corro�das.

Mas estavam aqui s� um dia.

Pronto.

Cheque a c�mera.

Aqui parece estar tudo bem.

Ligue para Michelle e veja se as imagens chegam.

Michelle?

Michelle.

Michelle, as imagens est�o chegando?

Michelle, aqui � o Mark.

� o Mark. Mande uma mensagem.

Sem resposta. N�o consegui contato.

Parecia que estava pegando outra liga��o.

-Como �? -Parecia um sussurro.

N�o pareceu ser a Michelle.

Michelle...

N�o deviam vir aqui.

Amanh� vamos dar um passeio em Staten lsland.

Tenho um conhecido que tem barco. Ele me deve um favor.

Vamos.

Meus queridos esp�ritos,

se podem me ouvir, a� onde descansam,

pe�o uma audi�ncia com voc�s.

Comuniquem-se comigo, e se apresentem.

Meus queridos esp�ritos,

se podem me ouvir, a� onde descansam,

pe�o uma audi�ncia com voc�s.

Comuniquem-se comigo, e se apresentem.

Ela nunca fez isso. Jamais faria.

-Onde acha que ela foi? -N�o sei. Acordei e ela n�o estava.

O carro tamb�m n�o est�.

N�o, ela n�o faria isso, sair no meio da noite assim.

Que droga, n�o responde.

Vamos checar a casa novamente.

Seus apetrechos de sess�o.

-N�o est� achando que... -Foi ao hospital?

N�o.

N�o pode ser. Por que ela iria?

Michelle, que diabos est� fazendo?

Algu�m desligou a grava��o.

N�o � melhor chamar a emerg�ncia?

N�o, vamos entrar.

Michelle!

Mark, Andy...

Onde voc� est�? Pode me ouvir?

Michelle!

Tente o telefone outra vez.

N�o tem sinal.

O que foi isso?

-Voc� viu? -N�o, n�o vi nada.

Michelle! � o Andy!

Pode me ouvir?

Vem, vamos.

� a Michelle.

Michelle?

Tudo bem, querida. N�o tem gra�a.

Estou t�o assustada.

Onde eu estou?

Como assim? Nesta droga de hospital.

Que hospital.

Eu n�o...

Querida, n�o!

O que � isso?

Michelle.

Droga!

-Est� tranquila? -Sim.

O que h� de errado com ela?

Parece estar em choque.

Querida, acorde.

Abra os olhos, voc� consegue.

Abra os olhos.

Parece estar bem.

Eu n�o, filme ela!

Vamos querida, acorde.

N�o acha melhor a levarmos ao PS?

E dizer o qu�?

Desculpe-me, doutor,

mas creio que minha namorada foi atacada

por uma entidade paranormal invis�vel?

E nem temos permiss�o de entrar,

muito menos de filmar nesse hospital.

Se algu�m descobrir, seremos presos.

Sim, mas precisa pensar que...

Olha, tenho certeza que Michelle estar� bem amanh� cedo.

Estar� bem.

Ela s� precisa dormir para se livrar disso.

Livrar-se de qu�?

Eu n�o sei.

Acho que encontrei algu�m. Na llha Shelter.

Acha mesmo que isso � certo?

O mundo n�o � certo.

O que vamos fazer?

� simples. Come�amos a fazer um pequeno document�rio

que est� ficando interessante.

Acertamos em algo maior do que imaginamos.

Al�m do mais,

estou farto de viver sob a sombra dos pais de Michelle.

Veja, voc� n�o tem para o que voltar.

Esta � nossa oportunidade.

E vai querer mesmo jogar tudo pelo ralo?

QUARTO DIA.

Pode esquecer.

Dan, qual �. Voc� � meu parceiro.

Voc� quer usar o meu barco?

S� um dia. Precisamos fazer umas tomadas da �gua.

-Poucas horas no m�ximo. -D� para acreditar nele?

S� porque o pai dele e eu fomos amigos por trinta anos,

acha que tenho de emprestar o que ele pede?

E quando empresto, devolve quebrado, quando devolve.

N�o, agora tenho nova regra chamada Regra do Andy.

Nunca te emprestar nada. A resposta � n�o.

Boa sorte com seu projeto.

Sabia que ia dizer isso.

Eu trouxe um pouco de erva.

Quanta?

Eu te empresto o barco por um dia, sob uma condi��o.

Um arranh�o e corto fora tuas bolas.

O que procuramos?

Quando achar saberemos. Apenas fique de olhos abertos.

E nesse mapa, tem alguma coisa sobre um pared�o?

Sim.

Andy.

Acho que descobri algo.

O que temos aqui?

Vamos ver.

-Est� filmando? -Sim.

Zoom.

Aqui.

Parecem frascos de medicamentos.

O que est� fazendo?

Para descobrir, s� testando.

-Acho que n�o dev�amos. -E quem vai denunciar?

Voc�?

Venha, vamos.

Cara, o que est� fazendo?

Pensei que vinha atr�s de mim. Precisamos sair daqui.

Pensei ter visto...

Quem? Do que estamos falando?

Agora mesmo.

N�o estou vendo ningu�m.

Eu vi a Maria.

Muito engra�ado.

N�o, na verdade n�o tem gra�a nenhuma. lsso � rid�culo.

Vou embora com ou sem voc�. Portanto venha.

Refere-se a drogas injet�veis?

N�o, s�o frascos comuns. Rem�dios com certeza.

Rem�dios?

Ser� que eu poderia dar uma passada a� e deixar umas amostras,

para serem testadas.

-N�o posso prometer... -Legal, estou indo.

E ent�o?

Norm vai nos avisar do resultado.

Andy, temos de conversar sobre uma coisa agora.

Se � sobre Michelle ela est� bem.

N�o � sobre Michelle. Se bem que tem a ver.

Voc� quer saber por que uma garota legal

como a Michelle anda saindo com um cara.

Pode me ouvir, por favor? N�o se trata de voc� e Michelle.

Acho que estou vendo coisas.

O qu�? Como gente morta?

Quer saber? Apenas esque�a isso.

Qual � cara, estamos chegando a algo aqui.

Vamos.

Vamos querida, abra seus olhos.

-O que houve? -A� est�. Como se sente?

-Tudo bem? -Estou bem.

Muito bem. Continue dormindo.

Venha me amar.

Venha.

QUINTO DIA

Norm, � o Andy falando. O que voc� tem para n�s?

Voc� vai adorar. � incr�vel cara.

Em minha casa, daqui uma hora. Traga seis pacotes.

S�o dez da manh�.

Bem, voc� quer ou n�o?

Voc�s n�o v�o acreditar nisso.

Nem eu acreditei quando vi o resultado.

lsto aqui, amigos, � toradina.

Toradina?

Toradina, tamb�m chamada Cloropromadina ou CPD.

100% pura.

E serve para qu�?

Voc� n�o sabe?

Eu estaria aqui se soubesse?

Agora a pergunta que interessa, por que a pressa e qual o interesse?

Estamos fazendo algo e estamos juntando as pe�as.

-Sim, um projeto. -Por qu�?

-Hist�ria das drogas psicotr�picas? -Como �?

Sim, toradina, a primeira droga psicotr�pica.

Foi feita para tratar desequil�brios qu�micos e dist�rbios mentais.

Voc� est� me gozando.

Foi a precursora de todos os 'prozacs' do mundo,

e a principal raz�o por tr�s da desinstitucionaliza��o de pacientes.

Este l�quido, aparentemente inofensivo

ajudou a esvaziar um monte de hosp�cios.

Essa droga revolucionou a ind�stria m�dica.

Por causa dela n�s temos empregos.

Voc� trabalha para uma companhia sa�de

e n�o sabe nada sobre isso?

Qual �, acha que leio as bulas?

Por que me chamou �s dez da manh�. Qual � a urg�ncia?

Boa pergunta. Fico feliz que tenha perguntado.

Certo, bem a toradina foi sintetizada ao final de 1950,

no entanto, est�o prontos para isso?

Conforme nosso laborat�rio,

a droga contida nesse frasco foi criada muito antes,

em 1920.

Estou pasmo, entendem?

lnacredit�vel! Achado incr�vel!

E de fato, como chegaram at� isso?

Bem, na verdade n�s...

Ah, � segredo.

Como p�s as suas m�os nisso?

Para tr�s, Norm! Est� me pressionando.

Acalmem-se os dois. Sosseguem.

Acalmem-se.

Calma.

N�o sei o que deu em mim.

Bem, isso foi bizarro.

Sim. Desculpe-me.

Eu devia ter avisado. Norm � meio inst�vel.

Algo com seus genes. Mas joga p�quer muito bem.

Eu acho que quem transportou Maria,

poderia estar fazendo experi�ncias com ela.

E pode ter sido por isso que ela teve o derrame e ficou paralisada.

Essa � uma suposi��o bem abrangente.

Podemos ir atr�s de algum parente do qu�mico que administrou a droga.

Sim, acho que dev�amos.

Entretanto, acho melhor eu ir ver a Michelle

enquanto voc� conversa com o exorcista.

-O que eu digo para ele? -Diga o que est� acontecendo.

Diga que precisamos dele e fa�a-o vir para casa.

N�o estou gostando da dire��o que isso est� seguindo.

Sim, mas � uma pena, n�o �? lsto segue com meu dinheiro,

meu projeto, meus equipamentos e minhas decis�es.

Norm, preciso do nome de quem desenvolveu a toradina.

-Sim, posso te conseguir. -Pode?

-Sim. Devo ter nos arquivos de NY. -�timo.

-Al�? -Mark, aqui � Evelyn.

Tenho que v�-lo agora. � muito urgente.

Pode me encontrar no cemit�rio Calvary?

Acho que posso.

-Se bem que n�o sei onde �. -Esteja l�.

Como vou te encontrar?

Venha. H� algo que quero te mostrar.

� bem aqui.

Veja.

� a l�pide dela.

Mas na verdade n�o est� enterrada a�.

Onde ela est�?

Na ilha Hollblow.

Mas n�o entendo. Por que est� me dizendo isso agora?

Sou assombrada por Maria faz anos.

� um sonho.

Sempre o mesmo.

Eu deveria ter te contado naquele dia no parque.

Voc� a v� em seus sonhos.

O que ela diz para voc�?

Ela n�o culpa meu tio por mant�-la no castelo de Windsor naqueles dias.

Ela s� quer que a verdade seja dita,

como ela foi usada.

N�o vai me deixar em paz.

Evelyn,

a namorada do meu amigo, Michelle,

eu n�o sei,

estivemos no hospital Edgewood, e agora ela tem agido estranhamente.

-Eu n�o sei... -Eu tenho de ir.

Agora mesmo. Sinto muito.

Evelyn, espere. Eu...

Aconte�a o que acontecer,

se Michelle estiver possu�da, n�o deve dizer isso a ela.

� importante. N�o diga.

Por qu�? Evelyn?

Est� melhor.

Estou vendo que cuidou de seus cabelos.

Precisavam de um trato.

Est� preparando carne.

Eu adoro cozinhar.

Norm, � Andy, estou na escuta.

Andy, andei pesquisando, e descobri que o gerente de produ��o

da toradina era o Dr. Albert Sheffield.

-Voc� disse Sheffield? -Sim.

Por qu�? Tem alguma liga��o?

Sim, pode crer. Obrigado cara.

Espere, Andy. Tem um problemal

-Al�? -Mark, rapaz.

-Tenho uma pista. Onde est�? -Estou indo para sua casa.

D� meia volta. Lembra-se de George Sheffield?

Sim, lembro dele. Como poderia esquecer?

Preciso que o visite novamente.

Por qu�? O cara � louco.

Creio que o seu pai seja o Dr. Albert Sheffield.

E?

Foi o gerente de produ��o da toradina na �poca.

Acho que George sabe mais do que est� nos dizendo sobre Maria.

E a Michelle?

Ela...

Ela est� diferente.

Sr. Sheffield?

Sr. Sheffield, � o Mark.

Sua porta estava aberta.

Eu s� quero fazer umas perguntas.

George.

Sr. Sheffield?

George?

Sr. Shef...

Espere, George.

Sr. Sheffield!

Sr. Sheffield, espere, espere, espere, espere.

Volte aqui dentro, est� bem?

Ela est� em toda parte. Vem para todos n�s.

-N�o h� como escapar. -Quem est� vindo, Sr. Sheffield?

� a Maria?

George!

Mark, escute, preciso que me traga o exorcista agora.

Ligue-me. � muito importante.

� a Michelle.

Sossegue! Calma.

-Por que est� me seguindo? -N�o se assuste.

-N�o vou te fazer mal. -Quem � voc�?

Precisa me seguir. Temos de conversar.

Por qu�?

N�o pode ser aqui. Est�o nos observando.

Est� com sede, Mark? Posso te trazer algo?

N�o, estou bem. Como sabe o meu nome?

Sou o Dr. Brooks.

O especialista em exorcismos que voc� contatou.

-Voc� me contatou, n�o foi? -Sim. Foi ideia de meu amigo.

Est� tudo bem?

N�o fa�o exorcismos h� um bom tempo. Por diversas raz�es.

Eu n�o entendo.

N�o � como nos filmes.

Acha que basta eu aspergir �gua benta,

segurando um crucifixo, e tudo volta ao normal?

Eu n�o sei o que pensar.

As possess�es variam de pessoa a pessoa, e de esp�rito a esp�rito.

Alguns deles, aqueles que foram muito judiados,

n�o v�o embora facilmente.

Alguns ficam agitados e a situa��o piora com o tempo.

-E a mulher de quem me falou. -Michelle.

A situa��o dela � horr�vel.

Mas voc� nem sequer a viu,

e nem sabemos ao certo se tem algo errado.

Eu te asseguro.

Ela est� em grave perigo. Assim como voc�.

Hospital Edgewood. Eu conhe�o esse hospital.

Sei tudo sobre ele e a Maria Tifoide.

J� tratei de alguns casos.

O que aconteceu?

Pode nos ajudar?

Dr. Brooks!

Por Deus, Dr. Brooks!

Dr. Brooks!

Andy, Andy.

Pedi que buscasse o cara, voc� foi ou n�o?

-Mas que merda, cara. -O que ele disse?

-O qu�? -Ent�o?

Sim, eu o vi, e levou um tiro bem na minha frente!

-Como assim, um tiro? -O qu�?

Disse um tiro, com uma bala?

-Sim, um tiro com uma bala. -Gravou?

-N�o, eu n�o gravei isso, idiota! -Drogal

Conseguiu ver quem atirou?

Tem alguma coisa errada aqui. Tem algo acontecendo aqui.

-Andy, estou voltando agora. -Espere um instante.

-Eu te ligo depois. -N�o venhal

Eu n�o sei do que voc� est� falando!

Eu te encontrei no Hospital Edgewood.

-Voc� estava l�. -Eu me lembraria disso!

Voc� foi agarrada! Voc� desmaiou!

Querida, escute aqui, por que eu inventaria isso?

Para me aborrecer, Andy!

E quando me aborrecem eu fico muito zangada!

Michelle, n�o estou...

-Algo aconteceu naquele hospital. -J� chega!

Mark, pode vir aqui?

Pode dizer o que aconteceu?

Voc� est� louco!

Por Deus, Mark, diga a ela.

N�o sei do que est�o falando.

O qu�?

Est� me gozando?

Droga, cara, voc� estava l�! Diga a ela o que aconteceu!

Desculpe, cara. p:/

Estava com n�voa.

Querem saber?

Danem-se voc�s dois.

O bife est� bom.

Sim, que bom que voc� gostou.

Gosto de cozinhar para as pessoas.

� a �nica alegria que tenho.

Eu j� volto.

Michelle, o que est� fazendo?

Michelle, Michelle.

N�o podemos fazer isso.

N�o posso fazer isso. N�o...

Onde? Onde est� o Andy?

N�o se preocupe com Andy.

Sente-se.

Michelle?

Andy.

Michelle!

Andy. Michelle.

Vamos, onde voc�s est�o? Andy?

Droga.

Andy!

Michelle?

Largue-me!

� tudo culpa sua!

-Me larga! -Est� seduzindo minha noiva!

Conhe�o o jeito que voc� olha para ela, canalha!

O que est� dizendo?

Olhe para mim! Olhe para mim!

H� quanto tempo nos conhecemos?

Nunca me interessei pela Michelle. Nunca!

Esfrie a cabe�a, cara.

Aqui.

O que quer fazer?

Eu n�o sei.

Eu nunca esperei nada disso.

Voc� falou com o George?

Mais ou menos.

O que ele disse, o que voc� descobriu?

N�o deu tempo. Ele se jogou do terra�o.

-O qu�? -Trig�simo andar.

-N�o foi bonito. -Que loucura! Escute,

por que mentiu n�o confirmando que Michelle estava no hospital?

-Evelyn... Disse para n�o contar. -� gigol� da Evelyn tamb�m?

Olha, me desculpe, mas para onde vamos daqui?

O que fazemos agora?

Espere um pouco, tive uma ideia.

-Tem certeza que sabe aonde vai? -J� estamos chegando.

Vamos.

Certo.

Est� firme?

Vamos deit�-la. Devagar e suave.

O que foi?

S� estive pensando.

Sabe, estou meio surpreso e meio confuso.

Sobre o qu�?

Como sabia que Michelle estaria na ilha?

N�o importa.

Como sabia que ela estava na ilha?

N�o importa.

J� estou cheio de suas conversas, est� certo?

Falei com Evelyn hoje.

Maria est� enterrada na llha Pollepel.

Ent�o, Michelle s� poderia estar a�.

Por que n�o se senta?

Voc� est� bem?

N�o est� ferida, est�?

Voc� vai ficar bem. Eu prometo.

Pode nos dar licen�a, por favor?

N�o. N�o me sinto confort�vel te deixando sozinho com ela.

-Antes de morrer o Dr. Brooks... -Por favor, saia.

Est� decidido.

Sim. J� chega disso.

Acabei com esse projeto, � o fim.

Tenho uma bela noiva e uma vida confort�vel.

Eu te compro uma passagem de volta para L.A. amanh� cedo.

Agora, por favor, poderia dar o fora daqui?

Eu te amo tanto.

Quero que saiba...

que s� quero te ver feliz para n�o te perder.

Me desamarre.

Me desamarre.

Machuca.

Machuca.

Sim.

Vai ficar tudo bem.

Tudo bem.

-Sente-se melhor? -Sim.

-Andy... -O que est� fazendo?

Vamos antes que seja tarde demais!

-Qual � o seu problema? -Venha, venha!

D� o fora da minha casa! N�o vou a lugar nenhum!

Voc� n�o entende, precisamos sair daqui.

Eles est�o vindo, pela Maria.

Eu vou ficar aqui e voc� d� o fora de minha casa!

Est�o vindo aqui por causa de Maria, voc� n�o entende?

D� o fora daqui.

Temos de ir, � nossa �nica chance!

Se gosta tanto da Evelyn, por que n�o a leva com voc�?

Andy?

Droga!

Fui cozinheira por muitos anos.

Fiz muitos pratos que todos adoravam.

Minha torta do pastor, sempre a favorita.

Quatro batatas grandes, descascadas e em cubinhos.

Uma colherada de manteiga.

Uma cebola cuidadosamente picada.

Cinco cenouras em cubos!

Um pouco de queijo ralado.

Uma pitada de sal e pimenta, para dar sabor. Um pouco de �leo.

E ent�o a carne. A carne.

A melhor parte.

Cortada e fatiada em grandes nacos.

O sangue...

chiando ao cair na panela.

Eu te achei.

Michelle, escute, sou eu o Mark.

Michelle n�o est� em casa.

Maria.

Sei pelo que voc� passou.

Eu n�o tenho ideia do que sentiu, mas s� quero ajudar.

N�o...

Ningu�m nunca quis me ajudar.

N�o...

N�o podem...

N�o podem, eu n�o vou!

Eu n�o quero voltar.

Eu quero ser livre.

Eu quero ser livre.

N�o!

Michelle!

Fiquem longe de mim!

Michelle.

Michelle?

Michelle, consegue me ouvir?

Sou eu, Mark.

Por favor,

me mate.

Por favor...

mate-me.

Vou te tirar daqui. Vamos sair daqui.

Voc� a ouviu.

Vai em frente. Mate-a.

Evelyn, o que est� fazendo aqui?

Maria Malone era minha meia irm�.

Ela sempre foi malcriada. A ovelha negra da fam�lia.

Foi o nosso pai que a transferiu para Edgewood.

Ele a transferiu para c� para poder ter acesso a ela.

A toradina a mantinha em estado de semi-consci�ncia,

at� que um derrame a paralisou.

Foi uma amarga b�n��o para minha meia irm�.

Nada excita mais um homem do que uma mulher que n�o pode se mover.

Ela ficou trancada e esquecida at� o dia em que morreu.

Qual o seu envolvimento nisso?

Necessidade, na verdade. Vaidade, talvez.

Permane�o jovem consumindo a vida das jovens que Maria possui,

e em troca ajudo Maria a ter acesso a mo�as novas.

Algo delicioso.

Onde est� Maria?

Ela n�o vem mais aqui.

Ningu�m sabe mais de suas cicatrizes.

V�-las. Agora esquecidas.

Ela s� precisa de algu�m numa gaveta,

devidamente paralisado e congelado.

Ela tornou-se apenas uma visitante daqui, n�o �?

Assim ela nunca perde.

lsso � loucura.

-N�o acredito em voc�. -N�o tem import�ncia.

N�o precisa acreditar.

O que est� acontecendo?

Espere. Evelyn!

O que est� fazendo?

Evelyn, Evelyn! N�o, n�o!

Evelyn!

Evelyn! N�o, n�o.

N�o!

Evelyn...

ATIVIDADE SOBRENATURAL

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