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As crian�as aprendem fazendo,
construindo,
criando.
Aqueles que sonham alto conseguem levar essa alegria da criatividade
pela sua vida toda.
A Bechtel tem o orgulho de apresentar:
Sonhar Alto.
002, 001, 002.
Muito bem, altitude 25,10, lance 64,18 mais 002.
Nunca vimos o nosso mundo
at� no-lo terem mostrado.
Atrav�s do poder da imagina��o,
eles maravilharam-nos.
Eles chamam-se... engenheiros.
Com cada cria��o transformadora, como a Esta��o Espacial Internacional,
os engenheiros incrementam a experi�ncia humana.
Eles constroem civiliza��es.
Cada ponte, cada edif�cio nasce a partir da imagina��o de um engenheiro.
Neste momento, somos sete mil milh�es.
E em 2045, seremos mais dois mil milh�es.
Onde viveremos todos?
Teremos energias limpas suficientes?
As solu��es mais ousadas
come�am com os sonhos mais grandiosos.
Menzer Pehlivan cresceu na Turquia.
Eu era uma menina feminina.
Era protagonista nas pe�as da escola.
Na verdade, queria ser atriz.
At� aos 13 anos, quando tudo mudou.
45000 MORTOS
V�TIMAS CRESCEM CUSTO DA CAT�STROFE REVELADO
Viv�amos num arranha-c�us.
Lembro-me de a minha m�e me acordar,
com medo de que o pr�dio ru�sse.
Lembro-me de ver as pessoas a sofrer.
A partir desse momento, soube o que queria fazer.
Hoje, sou engenheira profissional em Seattle
e espero tornar as estruturas mais seguras durante os terramotos.
Adoro o meu trabalho.
E quero que as crian�as se sintam t�o entusiasmadas com a engenharia
como eu.
Preparadas para o terramoto?
- Sim! - Sim?
Tr�s, dois, um.
Vamos come�ar devagar.
- Qual �... - Mais depressa.
Para desenhar edif�cios mais seguros,
estudamos como o solo se mexe durante um terramoto.
Os engenheiros testam prot�tipos de edif�cios
na grande mesa que abana.
Para saber mais, Menzer estudou pa�ses como o Nepal,
onde os terramotos podem ser graves.
O Nepal � um pa�s muito pobre,
onde a maioria das casas foi constru�da sem qualquer conce��o de engenharia.
As casas de pedra s�o um acidente � espera de acontecer.
Em 2015, um terramoto enorme atingiu o Nepal.
Oito mil pessoas perderam a vida.
Mas algumas sobreviveram.
Incluindo o beb� milagroso,
que esteve enterrado nos escombros durante 22 horas.
Para fazer a sua parte, Menzer tirou uma licen�a do trabalho
e foi para o Nepal juntar-se a uma equipa de engenheiros de investiga��o.
Recolhemos dados sobre defici�ncias no terreno
antes que as provas desapare�am.
Temos de trabalhar depressa.
Namast�. Como est� tudo?
- Namast�. - Namast�.
Tipos diferentes de solo comportam-se de forma diferente.
Alguns solos comportam-se como uma gelatina.
Outros, como um l�quido e perdem a for�a toda.
Os agricultores conduziram-nos a um campo onde as cenouras saltaram do solo,
uma pista de que se comportou como um l�quido durante o terramoto.
� o que chamamos de liquefa��o.
Lembro-me de quando tinha 13 anos.
Sei o que estes mi�dos est�o a passar.
O choque emocional ap�s um terramoto pode durar anos.
Foi por isso que me tornei engenheira.
Depois de deixar o Nepal,
Menzer foi para S�o Francisco.
Aqui, os engenheiros tinham um desafio singular...
...desenhar o arranha-c�us mais alto da cidade num local dado � liquefa��o.
Os engenheiros resolveram-no de baixo para cima.
A equipa de Menzer faz uma visita ao local,
onde os engenheiros afundaram colunas de cimento gigantescas
at� ao substrato rochoso
para resistirem a terramotos.
Manter as pessoas seguras
sempre foi o objetivo da engenharia.
O primeiro imperador da China enfrentou um problema.
Guerreiros mong�is estavam a invadir vindos do Norte.
Ent�o, os engenheiros do imperador come�aram a construir algo
que preservaria a civiliza��o deles durante quase dois mil anos.
A Grande Muralha atingiu os 21000 quil�metros de comprimento...
...a maior estrutura alguma vez constru�da por humanos.
Ap�s s�culos de eros�o e terramotos,
grande parte da muralha sobrevive.
Steve Burrows, um engenheiro de Inglaterra,
foi investigar.
� muito dif�cil estudar a muralha
quando se situa no fio da navalha, no cimo de uma montanha.
Mas temos os nossos m�todos.
Isto � um LIDAR,
o dispositivo de imagem a laser.
O LIDAR mostrou que as partes constru�das com maior precis�o
ainda hoje est�o bem.
No entanto, a quil�metros de dist�ncia, sec��es mal constru�das da muralha
tamb�m continuam de p�.
Porqu�?
H� 500 anos, os construtores juntavam um ingrediente secreto ao seu cimento,
arroz pegajoso.
Juntar arroz pegajoso e cal ao cimento, torna-o mais el�stico,
porque permite que a parede dilate e contraia,
dependendo da temperatura.
�s vezes, a melhor solu��o � a mais simples...
...a que est� mesmo � frente dos nossos olhos.
Na China ocidental,
do outro lado das pontes mais altas da Terra,
as pessoas est�o a mudar-se do campo para a cidade.
Xangai � agora a cidade mais povoada do mundo...
Vinte e quatro milh�es de pessoas.
Mas h� um problema.
N�o h� mais espa�o para construir.
Onde podem eles viver?
Os engenheiros encaixaram uma zona urbana completa
num quarteir�o da cidade...
...construindo verticalmente.
Eles idealizaram o edif�cio mais alto da China, a Shanghai Tower,
com 128 andares e espa�o para 16000 pessoas.
Mas quanto mais alta a estrutura, mais se mete com a M�e Natureza.
Todos os ver�es,
tuf�es atacam a cidade.
A Shanghai Tower rapidamente se tornaria um alvo gigantesco.
Mas os engenheiros tinham alguns truques na manga.
Torcendo a camada externa 120 graus,
o vento passa � volta da torre em seguran�a.
Aqui, o problema da densidade populacional foi resolvido.
Tudo gra�as � ingenuidade de uma tor��o.
O vento � um desafio intrigante para engenheiros de todas as idades.
Menzer faz disso um jogo.
Muito bem, esta competi��o vai contar dez pontos.
E o arranha-c�us mais alto a resistir ao vento receber� mais cinco.
Entusiasmados?
Muito bem.
Agora, lembrem-se, planear � importante.
Antes de cortarem...
...certifiquem-se do que est�o a construir.
Construir estes arranha-c�us de papel ensina o mais importante �s crian�as...
...que a engenharia � divertida.
Est� a ficar...
N�o!
Em 1940,
a rec�m-aberta Ponte de Tacoma Narrows, perto de Seattle,
recebeu a alcunha de Galloping Gertie.
Um vento moderado a soprar a 65 quil�metros por hora
fez a ponte balan�ar...
...resultando no seu colapso.
Felizmente, ningu�m morreu.
Os engenheiros aprendem com as cat�strofes.
Novas perspetivas sobre o impacto do vento em pontes suspensas
conduziram a desenhos melhores.
Perto da casa de Menzer, em Seattle,
duas pontes mais seguras substitu�ram a Galloping Gertie.
Uma ponte grande pode ligar as pessoas.
E uma pequena tamb�m. Depois de terminar a faculdade,
uma jovem engenheira de pontes tinha uma escolha a fazer:
aceitar um emprego muito bem pago
ou seguir o seu cora��o.
Hoje, Avery Bang lidera uma equipa de engenheiros apaixonados
que constr�i pontes pedonais em pa�ses pobres.
No Haiti,
trabalhei com mi�dos cuja aldeia era isolada. Do outro lado do rio, ficava a �nica escola.
Eles podiam v�-la, estava j� ali,
mas n�o podiam chegar at� ela.
Ao longo da �ltima d�cada,
cinquenta pessoas afogaram-se a tentar atravessar este rio.
Um homem que cresceu perto do rio, Fritz Touissand, ofereceu-se para ajudar.
Ele tinha um interesse muito pessoal nesta ponte.
H� tr�s anos, quando a nossa filha mais nova precisou de medicamentos,
a Mathilde, a minha mulher, dirigiu-se � cl�nica, do outro lado do rio.
O rio estava muito alto nesse dia.
Agora, tenho oito filhos para criar sozinho.
Para ir para a escola, os meus filhos atravessam o rio
exatamente onde a m�e deles se afogou.
A Mathilde era tudo para eles.
Eles precisavam de uma ponte.
Pelo menos, vai ser uma ponte bem grande.
O nosso mantra �: "Manter as coisas simples. "
Com este desenho novo de dobradi�a que a Audrey criou,
a equipa pode levantar torres altas,
usando apenas cordas.
...de horizontal para vertical.
- Certo, est� bem. - Assim.
Um jovem engenheiro haitiano chamado Junior Pierre Louis
juntou-se � equipa.
Trabalhar com engenheiros locais, como o Junior, tem um efeito domin�.
Hoje, vamos construir uma ponte.
Amanh�, eles podem construir mais dez sozinhos.
A decis�o de Avery de seguir o seu cora��o teve um impacto enorme.
A sua equipa de engenheiros voluntariou-se para construir quase 200 pontes
onde elas s�o mais precisas.
Grupos de engenharia semelhantes fizeram mais uns milhares em todo o mundo.
Todos os cursos de �gua desafiam os engenheiros.
Durante s�culos, os comboios podiam subir as montanhas escarpadas da Esc�cia,
mas e os barcos?
Em tempos, era preciso um dia inteiro para trazer um barco at� aqui,
usando 11 enormes comportas.
Mas depois, uma equipa de engenheiros vision�rios reinventou a roda...
A Roda de Falkirk.
O bra�o com o barco mais pesado leva menos �gua,
portanto, a roda est� sempre perfeitamente equilibrada.
S� usa um bocadinho de eletricidade.
A Falkirk � econ�mica em termos de eletricidade.
Mas a energia renov�vel
tem um futuro ainda mais brilhante. EQUIPA DE CORRIDA SOLAR HOUSTON
A partir da sua pequena cidade no Mississ�pi, estes alunos de liceu
v�o levar o carro a energia solar que eles constru�ram
e competir no Desafio Solar.
AUTOCARRO ESCOLAR
Alguns dos mi�dos nunca foram ao condado vizinho,
quanto mais � Austr�lia.
Chamo-me Ajay Patel.
Estou no d�cimo ano
e este � o meu segundo ano na equipa do carro solar.
Gosto da parte pr�tica, onde podemos efetivamente furar,
usar mais o c�rebro e resolver problemas.
No Desafio Solar,
as equipas das melhores universidades do mundo
ir�o correr 2600 quil�metros apenas a energia solar.
Os carros s�o todos meios estranhos e elegantes.
S�o muito radicais e caros.
Todos exceto um.
Est� muito quente dentro do carro.
Cinquenta graus Celsius.
As nossas baterias de l�tio novas n�o est�o a aguentar a carga.
Inclinando os pain�is solares na dire��o do sol,
conseguimos tirar mais um pouco de energia
das baterias.
O suficiente para continuar.
CIDADE DE ADELAIDE META
Tivemos o orgulho de cruzar a meta.
Mesmo tendo sido os �ltimos.
A energia solar pode alimentar um carro...
...ou uma cidade inteira.
A maior instala��o solar do mundo,
a Ivanpah Solar Electric Generating System,
reduz as emiss�es de CO2 em mais de mil toneladas todos os dias.
Centenas de milhares de espelhos rodam lentamente para manter o ponto quente
centrado na caldeira, no topo.
A �gua l� dentro transforma-se em vapor e move as turbinas,
que produzem eletricidade para as nossas cidades,
como Phoenix, Arizona...
...onde Angelica Hernandez � uma engenheira
que trabalha em energias renov�veis.
Sinto que tenho mesmo tudo.
Tenho um marido maravilhosos, um beb� s�per fofo
e um emprego como engenheira, que � um dos meus sonhos.
Mas n�o comecei assim.
Cresci no lado pobre da cidade.
A minha m�e trabalhava muito s� para sobreviver.
Depois, fui para o liceu Carl Hayden,
onde conheci um professor inspirador que mudou a minha vida.
Fredi Lajvardi.
Podes resolver isto de uma forma.
Podes parar a tua catapulta... Entrei para a turma p�s-escolar de rob�tica
e os problemas n�o eram f�ceis de resolver,
mas o Fredi sabia sempre como tornar tudo divertido.
Isso deixar-te-� com uma trajet�ria mais alta...
Est�s a fazer um bom trabalho. - Mais um. - � isso!
Os mi�dos estavam a divertir-se muito.
Aprendiam muito.
Nem se apercebiam de estar a aprender
e essa era a melhor parte.
Boa!
Espetacular.
Ouviram falar de um concurso de rob�tica subaqu�tica nacional
em Santa Barbara, na Calif�rnia.
E, por impulso,
decidiram entrar.
Aten��o!
N�o t�nhamos muito financiamento.
Mas, se n�o podemos gastar muito,
temos de ser inteligentes.
Us�mos tubos baratos de jardinagem.
No Clube de Rob�tica, o Fredi ensinou-nos um sistema
para encontrar o problema, encontrar solu��es diferentes
e escolher a melhor.
Mas o �nico problema que n�o consegu�amos resolver era o cheiro da cola do tubo.
Simplesmente fedia.
Ent�o, cham�mos Fedorento ao nosso rob�.
- Est� a funcionar, sim. - Sim.
O Fedorento era um monte de tubos com um pouco de CPU
e muitos cabos.
Seis meses e 800 d�lares mais tarde,
o Fedorento estava pronto a andar.
Vamos despachar-nos, pessoal, e meter aqui o Fedorento.
Infelizmente, a Angelica teve compromissos profissionais
e n�o p�de ir na viagem.
Fiquei muito desiludida,
mas despedi-me e eles l� foram.
A equipa chegou a Santa Barbara
no dia antes do concurso.
Alguns dos melhores programas de engenharia do pa�s
est�o em competi��o, como o MIT, os campe�es do ano passado.
�amos com a ideia de que �amos sobretudo como observadores.
E, se venc�ssemos pelo menos uma faculdade,
isso seria fenomenal.
Quando l� cheg�mos, parecia que tinha chegado a feira popular.
CAMPEONATO NACIONAL DE ROB�TICA SUBAQU�TICA
Um rob� maltrapilho.
Parecia que t�nhamos acabado de montar tudo de uma sucata.
Aquilo � o MIT.
Os outros rob�s pareciam pe�as de joalharia subaqu�tica.
Eram cromados. Havia a�o inoxid�vel.
Havia pl�sticos manufaturados.
Estes mi�dos do liceu
queriam testar o Fedorento rapidamente, antes que algu�m reparasse neles.
O rob� ia para a esquerda quando devia ir para a direita.
N�o subia quando queriam que subisse.
FEDORENTO
Tivemos de perceber o que se passava.
O Fredi sempre disse aos alunos...
ROB�TICA FALCON
que quando nos metemos numa enrascada, temos de fazer perguntas inteligentes.
T�nhamos uma pequena fuga, mas n�o faz�amos ideia de onde era.
Se n�o conseguimos encontrar a fuga, o que podemos fazer?
E, ent�o, o Lorenzo perguntou a todos:
"Os tamp�es n�o s�o muito absorventes?"
FARM�CIA MELROSE
Esta era uma situa��o de tudo ou nada.
J� os tenho!
- Boa! - Sim!
N�o tinha a ver com construir um rob�.
Tinha a ver com aprender como aprender sozinhos.
Os rapazes chegaram ao campeonato exaustos
e sem hip�tese de testar o Fedorento.
Liceu Carl Hayden, t�m um minuto.
Vamos, pessoal!
Voc�s conseguem!
N�o faz�amos ideia se a solu��o funcionaria.
IDENTIFICAR SUBMARINO
Gra�as a uma ideia louca, o Fedorento estava outra vez a funcionar.
Os rapazes tinham 30 minutos para completar dez tarefas.
MEDIDA COMPRIMENTO SUBMARINO
As equipas universit�rias tinham um laser para medir as dist�ncias.
Carl Hayden n�o tinha dinheiro para isso.
Em vez disso, usaram uma fita m�trica.
A tarefa mais dif�cil era tirar uma amostra de um l�quido de um barril...
...com um tubo.
A maioria das equipas nem sequer tentou.
Quando fomos diretos a ele, entrou logo l� dentro,
como se fosse espec�fico para esta fun��o.
No banquete dos pr�mios,
ouviram algo que surpreendeu toda a gente.
E o segundo lugar vai para...
...o Instituto de Tecnologia de Massachusetts!
O MIT ficou em segundo lugar.
Pensei: "Quem ter� ficado em primeiro?"
"Caramba, quem venceu o MIT? Isto vai ser espetacular. "
O primeiro lugar vai para...
...o Liceu Carl Hayden de Phoenix, Arizona!
Quase n�o se acredit�vamos.
Conseguimos!
Isto � um sonho ou � a s�rio?
N�o me lembro de ir at� ao palco,
porque estava simplesmente a flutuar.
O que come�ou como uma ideia maluca,
transformou-se em algo muito maior.
Hoje, aquele clube de rob�tica do liceu cresceu exponencialmente,
muito gra�as ao Fredi.
N�o somos...
Saber que algu�m acredita em n�s,
embora n�o acreditemos em n�s mesmos,
embora duvidemos que possamos fazer algo,
se conseguirmos encontrar isso em algu�m,
� uma b�n��o.
Foi por causa dele que a Angelica foi para Stanford.
Agora, o meu marido Juan e eu somos ambos engenheiros em Phoenix.
E nunca se sabe.
Talvez a minha filha tamb�m venha a ser.
E sempre que tenho oportunidade, gosto de ajudar
o meu professor preferido a inspirar futuros engenheiros.
...a mesma coisa com este.
N�o est� a faz�-lo, pois � um tri�ngulo.
� muito s�lido. N�o muda de forma.
Queremos que arranjem formas diferentes
de tornar a ponte mais forte...
Veem o cami�o � vossa frente? Para ele poder atravessar a ponte.
- Querem experimentar? - Sim!
- Vamos experimentar. - Vamos a isso.
Acho que precisam de tentar ter mais tri�ngulos.
Quase n�o h� apoio ao longo da parte de baixo.
Sim, acho que deviam p�r um sinal
e dizer: "proibida passagem de cami�es".
O parafuso n�o est� est�vel, ponto final, porque desmoronou.
- A ponte toda. - N�o � nada est�vel.
Temos de nos lembrar do or�amento.
Sim, mas e se resolvermos essa quest�o quando l� chegarmos?
Porque acho...
Mentes jovens encontram caminhos novos.
N�o foi s� a f�sica que conduziu ao Viaduto de Millau, em Fran�a. Foi a arte.
- Aquele! - Aquele ali, certo?
E para que s�o os tri�ngulos? Porque n�o usamos...
As mentes jovens moldar�o o nosso futuro.
- D� estabilidade, certo? - Sim.
Alguns engenheiros jovens t�m o sonho ousado
de revolucionar os transportes.
Chama-se Hyperloop.
HYPERLOOP UM
Se forem bem-sucedidos, permitir-nos-�o viajar a 1100 quil�metros por hora.
Isso � ir de LA a S�o Francisco em 30 minutos.
No final do s�culo, 90 % da popula��o viver� em cidades,
um desafio emocionante para os engenheiros.
Quanto maiores ficarem as cidades, mais inteligentes ter�o de se tornar.
Este novo centro de transportes em S�o Francisco
ter� uma rede de sensores sem fios.
Isto vai torn�-lo mais seguro, mais eficiente energeticamente
e mais inteligente.
Quanto mais urbanos nos tornamos,
mais precisamos de �rvores, jardins e s�tios para brincar.
A palavra "engenheiro" significa "engenhoso".
Adoro ser engenheiro.
Crio coisas do nada.
Posso mudar cidades a partir de folhas de papel em branco.
Posso mudar o futuro.
A alegria de construir o futuro
pertence aos jovens.
Que melhor momento para come�ar a sonhar alto?
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