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- Fãs de Cemitério Maldito, há muitos deles.
Muitos deles.
Quando estávamos filmando, era uma grande produção do estúdio
mas era um orçamento baixo e, ao longo dos anos,
acabou se tornando um grande negócio para muitas pessoas.
Eu não posso te dizer por quê.
As pessoas simplesmente atingem outras pessoas de alguma forma.
- Eu vi Cemitério Maldito pela primeira vez no teatro quando foi lançado.
Eu era apenas um grande fã de terror.
Eu costumava ir ver de tudo,
então qualquer coisa que Stephen King saia,
eu sempre fazia questão de ir na noite de estreia.
Então sim, eu fui e vi Cemitério Maldito
e me apaixonei por ele imediatamente,
"Às vezes morto é melhor."
Tenho estado citando isso desde sempre.
- Foi um daqueles filmes que você encontra
com um grupo de amigos, e todos vocês imediatamente adoram.
Fomos expostos a muito terror,
mas por alguma razão, aquele realmente se destacou
e nos assustou muito quando crianças.
- Foi meu primeiro livro de Stephen King que li.
Me assustou até a morte.
- Ele não escreve apenas um monstro assustador na história do armário.
É sempre um aspecto psicológico.
- As pessoas realmente se conectaram a isso, e é surreal.
É uma bênção, é incrível.
- A forma como foi filmado visualmente, foi muito bem feito.
Mary Lambert tinha uma grande habilidade visual e artística.
- Isso fez minha carreira como diretora de cinema.
Ainda é meu filme de maior sucesso.
- O termo no cinema era fazer funcionar.
Se a iluminação funcionou, se a edição funcionou,
se a performance funcionou, tudo funciona muito bem.
- Você quer tomar cuidado com essa estrada.
- Minha família estava tipo, eles querem que eu tenha uma boa aparência.
Eles não entenderam neste.
- Foi um momento tão específico no tempo
que mal me lembro, mas parece que ...
afetaram uma geração de pessoas tão profundamente
neste nível subconsciente,
que é simplesmente incrível para mim que possa ser tão poderoso.
- Bem, pelo menos algo bom veio a,
esse lugar.
Não poderia plantar nada além de cadáveres aqui de qualquer maneira, eu acho.
UMA INFLUÊNCIA PRONUNCIADA
- Eu escrevi um livro chamado Cemitério Maldito.
Fiquei muito assustado no final desse livro,
tipo de, "Oh garoto."
Algumas das coisas eram muito pretas,
e quando terminei o livro, coloquei-o na gaveta
porque não achei que alguém fosse querer ler alguma coisa
assim, mas vocês fizeram.
- Quando entrevistei Stephen em uma das ocasiões
de volta, acho que era o final dos anos 80,
Eu perguntei a ele sobre sua preparação para Cemitério Maldito,
e ele me disse, ele me deu o nome de pelo menos três livros
que ele tinha pesquisado cuidadosamente
em aprender sobre a tradição do wendigo.
Era essencialmente uma figura mitológica nativa americana
isso foi especialmente pronunciado durante os meses de inverno.
A razão pela qual eu acho que os índios deram origem a isso
é porque eles queriam criar um tabu
contra o canibalismo durante aqueles meses difíceis de inverno
onde a comida é escassa.
O wendigo é essencialmente esta figura que,
uma vez que é conduzido a uma comunidade,
ele destrói a comunidade.
Na época em que King estava escrevendo Cemitério Maldito,
ele também era escritor residente
na University of Maine Orono,
e o curso que ele estava ensinando era um curso
na ficção de terror britânica do século XIX.
Os três textos eram Frankenstein,
Jekyll e Hyde e Drácula.
Eu acho que todos esses três livros
sempre tiveram uma influência pronunciada sobre Steve.
Essa é uma das razões pelas quais ele queria
para ministrar este curso.
Ele sempre pensou que esses livros são os textos seminais
na literatura de terror, mas também tiveram um efeito pronunciado
sobre a historia de Cemitério Maldito.
Todos os três desses textos, por exemplo, giram em torno
o mesmo tema da destruição da família.
Todos os três textos giram em torno de uma presença monstruosa
que ameaça superar o comportamento normativo,
e todos os três desses textos são sobre segredos,
segredos especificamente masculinos,
e manter os segredos masculinos das mulheres.
É isso que causa, muitas vezes, a destruição
que centraliza todos os três desses textos.
Você sabe, a linha de Jud Crandall que
as mulheres devem ser boas em guardar segredos,
mas acho que os homens podem ser melhores.
- Outra história de terror britânico para influenciar Stephen King
enquanto ele estava escrevendo Cemitério Maldito
foi um conto de 1902 de WW Jacobs
chamado A Pata do Macaco.
Essencialmente, A Pata do Macaco é sobre um talismã
na forma de uma pata de macaco morto
que concedeu ao possuidor três desejos,
o problema é que todos esses três desejos
veio com um preço enorme.
Essencialmente, a moral da história é: não mexa com o destino,
e, claro, esses temas estão presentes
na história de Cemitério Maldito, e acho que em um ponto
King foi até citado como tendo dito que
Cemitério Maldito é essencialmente uma recontagem,
de muitas maneiras, da história da pata do macaco.
COMEÇOS DE UMA HISTÓRIA
- Orrington é uma verdadeira cidade pequena, muito rural.
Por que eles escolheram aquela área para morar, eu não tenho certeza,
diferente de que estava disponível, eu acho.
Mas, Steve havia alugado a casa em Orrington
enquanto ele estava ensinando na universidade,
e atrás da casa do vizinho ao lado
era um cemitério de animais de verdade
as crianças da vizinhança costumavam.
Do jeito que sua mente funciona, ele pode ver algo assim
e obter o início de uma história, e ele obviamente conseguiu.
- Eles alugaram a casa ao lado da nossa,
e sempre foi uma casa realmente assustadora
porque ninguém tinha morado lá.
Era propriedade de, nós a chamávamos de casa Pierce.
Era propriedade da família Pierce,
e sempre esteve vazio por muitos, muitos, muitos anos,
e era apenas uma casa velha assustadora,
como muitos daqueles antigos colonos estão em Orrington.
Eu certamente sabia quem era Stephen King quando ele se mudou para a cidade.
Eu tinha lido alguns de seus livros naquele momento.
Eu o conheci na loja da esquina,
e ele alugou um escritório na loja da esquina
escrevendo lá por vários anos,
então você iria vê-lo o tempo todo,
e ele saía para passear e meio que atravessava nosso gramado.
Você estaria sentado lá assistindo TV e olhasse,
e ei, olhe lá está Stephen King.
Começamos o Cemitério Maldito no início dos anos 70
por necessidade, basicamente, porque crescer
na Rota 15 em Orrington, é uma importante rota de caminhões.
- Há um depósito de petróleo no final.
Há uma fábrica de celulose lá, então há caminhões
que saem e entram o tempo todo.
Eu ja perdi muitos animais de estimação.
- Há tantos que você pode enterrar em seu quintal, então,
nós apenas começamos a colocar no campo
e fazendo nossos pequenos marcadores para eles.
Era um lugar onde você poderia visitar seu gato ou cachorro morto,
ou o ocasional peixinho dourado que foi intencionalmente
retirado do tanque para que possa ser enterrado.
A grafia de Cemitério Maldito, um vizinho na mesma rua,
Johnny, que realmente gostava de pintura spray
tudo e qualquer coisa, decidimos nosso cemitério
tinha que ter uma placa, porque havia uma população crescente.
Demos a Johnny a tarefa de fazer o sinal,
e ele apareceu com ele, soletrou da maneira que está escrito,
e demos uma boa risada.
Devíamos ter pensado melhor do que enfiá-lo
com a ortografia do nada.
- Uma das razões pelas quais a história de Cemitério Maldito
é tão eficaz, é porque pelo menos parte dele
lida com pessoas e eventos da vida real
na vida de Stephen King.
O gato de Ellie Creed, Church, por exemplo,
e sua morte prematura
foi baseado no gato da filha de King, Smucky.
Em 1978, Smucky se tornou uma das muitas vítimas
da Rota 15 quando infelizmente foi atingido
por um veículo que passava.
Claro, King sabia que isso quebraria o coração de sua filha
quando ela descobriu sobre isso,
então ele considerou não contar a ela,
e era na verdade sua esposa, Tabitha,
que disse que eles tinham que dizer a ela porque,
como ela disse, ela terá que aprender sobre a morte algum dia.
No dia seguinte, eles enterraram Smucky no Cemitério Maldito,
e é interessante notar que quando você assiste ao filme,
se você olhar de perto, verá que a população
realmente prestou homenagem a Smucky
colocando seu nome em uma lápide.
- Quanto filmamos a cena de Gage sendo atropelado,
que foi baseado em um de seus meninos correndo em direção à estrada,
e Steve o agarrou bem na beira da estrada
enquanto um caminhão passava.
Eu acho que ele e Tabby ficaram apavorados com isso,
e, eventualmente, ele entrou na história.
- Stephen me disse que naquele período de cinco segundos,
ou 10 segundos, entre quando viu seu filho em perigo
e ele salvou seu filho daquele perigo,
que toda a história de Cemitério Maldito passou pela sua cabeça.
- Este é o filho que cuidei quando era recém-nascido,
e fez este personagem fictício,
Eu conhecia esse personagem fictício.
Isso era carne e sangue real, o que tornava ainda mais
Acho emocional, no que diz respeito a lidar com a morte infantil.
Eu disse a ele: "Esta é uma história horrível.
"É muito carregado emocionalmente,
"e eu não acho que você deveria publicar isto."
Ele riu.
- Quando Stephen escreveu o livro originalmente e o entregou,
o comitê de compras não gostou,
porque tratava da morte de uma criança,
e era um assunto tabu naquela época.
Acho que Stephen e Tabby estavam de acordo
porque era uma história tão sombria,
que eles não achavam que era o que deveria ser.
Então, não era grande coisa que eles não aceitassem.
Mas ficou definido por alguns anos,
e Stephen deixou a Doubleday e foi para a Viking,
e a Doubleday devia a ele algum dinheiro de royalties.
A forma como eles conseguiram em uma única quantia
foi, dê-nos outro livro,
e eles decidiram dar a eles Cemitério Maldito novamente,
porque eles promoveram fortemente.
Se você olhar na parte de trás da sobrecapa, diz:
é possível que Stephen King se apavore,
e, este livro fez isso.
- Quando soube que ele havia escrito um livro
com base no meu cemiterio de animais de estimação, foi realmente incompreensível
pensar que algo que eu fiz, de alguma forma,
inspirou um grande escritor a escrever um livro.
Eu precisava ter o livro no momento em que fosse lançado.
- Quando o livro foi lançado, havia uma tremenda
demanda por isso.
Tornou-se um grande best-seller,
por causa desse slogan, eu acho.
As pessoas querem saber o que assustaria Stephen,
e assim eles compraram o livro em grande quantidade.
É uma história fantástica.
- Ação.
- A era dos anos 80 é, como todos sabem,
a era dos filmes de terror.
Tudo começou no final dos anos 70 com o Halloween,
e quando 1980 chegou,
era Sexta-feira 13, e depois uma série de pequenos horrores
como Escola Noturna e Dia da Formatura.
Eles geralmente eram associados a um feriado.
Quando chegou a metade dos anos 80,
havia realmente, na minha opinião,
o filme de terror estava à deriva,
e estávamos vendo mais coisas de ficção científica,
como o Exterminador era grande e Aliens.
Não havia nada que fosse estritamente terror
até que Cemitério Maldito apareceu.
Ao contrário desses outros filmes, onde eles eram assassinos,
todas as pessoas que morreram neste filme
você se importou até certo ponto.
- É definitivamente mais uma história de amor e perda.
- Uma coisa é ter sustos.
Outra coisa é afetar as pessoas emocionalmente.
- Eu só tive que colocar meu cachorro para descansar algumas semanas atrás,
e isso quebrou meu coração,
e toda a coisa do cemitério de animais de estimação passou pela minha mente,
tipo, e se, sabe?
E se?
Eu, se pudesse, traria ela de volta?
- O fato de haver uma muito forte
base emocional humana para tudo,
é o que a tornou o que é, uma história muito boa,
um excelente filme, eu acho.
AGOSTO DE 1988 S.K.'S CEMITÉRIO MALDITO PRODUZIDO PARA MAINE PRODUCTION
"UM FILME COMO CEMITÉRIO MALDITO, UM FILME COMO A CRIATURA DO CEMITÉRIO ... DEVE SERVIR COMO COMERCIAIS PARA ESTADO QUANTO TODOS OS FILMES FEITOS NA CALIFÓRNIA, LOS ANGELES, NOVA YORK TENHA SERVIDO COMO COMERCIAIS PARA ESSES LUGARES."
- Stephen King queria muito que o filme fosse feito no Maine
porque havia um clamor sobre ele morar no Maine
mas seus filmes sendo rodados em Los Angeles.
Então, essa foi uma das muitas razões pelas quais Cemitério Maldito
foi muito difícil de conseguir produzir.
Então, King insistiu que fosse seu roteiro,
e sua outra condição era que fosse filmado no Maine.
O que eu entendi na época foi,
ele estava fazendo isso como uma resposta aos seus vizinhos no Maine
que disse: "Por que você não filma aqui
"e trazer todo esse dinheiro aqui?"
- Um filme trouxe muito, muito dinheiro.
Esse é o resultado final.
Mas é caro para eles fazerem isso.
Eles podem ir para o estado de Washington e fazer com que pareça Maine,
ou lugares na Califórnia ou Canadá.
Quando o dólar estava mais barato, o Canadá era um lugar fácil,
mas é caro chegar ao Maine.
- Essas foram dificuldades, eu acho, em fazer o filme
financeiramente, e acho que demorou muito, muito tempo
para que todas as peças se encaixasse.
- Stephen tem orgulho do Maine.
Ele tem orgulho do fato de ser nativo daqui.
- Ele se tornou um membro da comunidade Bangor,
que todo mundo pensa nele como um grande vizinho,
mas Stephen King é um vizinho incrível também,
porque ele doou, e ele deu muito financeiramente
para a comunidade de Bangor, para economizar transporte público,
para ajudar a reconstruir a biblioteca, parques de jogos,
e tenho certeza, inúmeras outras coisas.
- Ele tem uma grande casa em Bangor,
Presumo que ele ainda more lá e tenha este
grande cerca de ferro forjado na frente dela com morcegos,
e as crianças adoram fazer doces ou travessuras lá por causa disso.
- Stephen e Tabitha são pessoas reais,
e as pessoas sempre olham para os ícones,
como Stephen é do mundo do terror,
como alguém que é intocável.
Até hoje, ele consegue seus próprios mantimentos
quando ele está na cidade de Bangor.
Muito, muito acessível.
- Há o aspecto monetário do que ele trouxe
no estado fazendo Cemitério Maldito.
É uma história baseada no Maine, por que não filma aqui?
- Vamos dar o pacote de Gerry ao Dale e colocar o boneco nele.
- Ensaio, por favor,
todo mundo, preparado.
- Foi emocionante para todos nós, foi emocionante,
porque todo mundo queria saber se eles iam
estar no filme, ou ter algo a ver com o filme.
- Fiquei tão animada que esta oportunidade se apresentou,
porque não é sempre que um grande cineasta vem à cidade
e você terá a chance de ser um figurante.
Quer dizer, isso é Maine, não é Los Angeles.
- A comunidade de atuação estava feliz com o que estava acontecendo
porque a Maine Film Commission,
por um período de tempo lá, estava fazendo um esforço concentrado
para tentar trazer mais filmes para o Maine,
especialmente com o fato de que Maine
tem uma geografia tão diversa.
É um ótimo lugar para filmar um filme.
- Foi emocionante e maravilhosamente chocante.
Achei que nunca teríamos um grande filme importante
filmado aqui em Hancock, Maine.
Mas todo mundo estava falando sobre isso, claro,
de uma forma ou de outra, seja negativa ou positivamente,
e para cima e para baixo na estrada aqui.
Então, quando eles realmente vieram e apareceram
e foi real, e todos nós tivemos uma chance.
Não sei quantas pessoas na cidade
realmente parou no set, mas muitos pararam, pelo menos uma vez.
- Recebemos muitos visitantes no set.
Você pensaria, neste local remoto.
Lembro-me de um dia olhando para cima e lá estava Charlie Sheen.
- Ele era amigo de David Anderson,
quem era a maquiagem, ele aplicou a maquiagem,
ele e seu assistente, John Blake.
Charlie tinha acabado de sair de Wall Street, eu acho,
então ele era bastante.
- Quem mais?
Oh, Kareem Abdul Jabbar apareceu.
Ele era amigo de Richard Rubinstein,
e ele estava no set.
Foi um set divertido.
Meus sets são sempre divertidos, no entanto.
- Ela montou um bom ambiente para poder trabalhar,
o que eu acho muito importante.
E ela realmente fez um bom filme.
- E pronto.
- A razão pela qual dirigi Cemitério Maldito foi Stephen King,
porque ele tinha autoridade, ele tinha aprovação sobre o diretor,
e eu estava na lista porque
Eu estava meio que o sabor do mês,
por causa de todo o meu trabalho de videoclipe na época.
Eu era uma jovem diretora promissora em Hollywood.
- Ela vem da pintura.
Ela foi para a Rhode Island School of Design.
Ela começou como pintora, ela é muito visual.
Ela vai trazer muitos elementos diferentes,
imagens de pinturas, imagens de poesia,
rock and roll, então tudo tem espaço para tocar.
- Era uma mulher dirigindo um filme de terror,
e não me refiro ao gênero de filme de terror,
mas ela adorava porque não era apenas matar pessoas.
Era uma cidade pequena, e era apenas uma família
mudando-se para um lugar novo e adorável.
E coisas estranhas aconteceram.
- Eu lembro da minha mãe nos dizendo
que ela havia dirigido vídeos de Madonna,
e como isso foi legal, porque obviamente Madonna
era a coisa mais importante na época.
- Eu quero que você pare ...
Não sei, naquela caixa vermelha.
- Teve Halloween, e teve Sexta-Feira 13.
Isso era diferente.
O roteiro e os livros de Stephen são diferentes
do que Sexta-Feira 13 e o Halloween.
Tem uma outra inclinação.
Então, eles queriam que fosse feito com suavidade,
porque tornou muito mais assustador.
- Espere até Rachel levar o bebê, para a linha.
Ok, vamos tentar novamente.
- Eu acho que em um ponto, até George Romero
era para dirigir o filme.
Ele e Stephen King trabalharam juntos antes
no Creepshow, mas acredito que ele estava trabalhando em Instinto Fatal
e estava comprometido com aquele projeto e não conseguia.
Acho que, em última análise, ter Mary dirigindo o filme
meio que quebrou o molde de muitos filmes de terror,
e alguns dos filmes de zumbis
que estavam sendo produzidos na década de 1980.
- Onde está o som?
Oh, o som agora é câmera.
Eu tinha feito a Sexta-Feira 13, Parte Dois,
e eu realmente não amo filmes de terror.
Eu disse, para a minha carreira, não vou filmar
outro filme de terror.
Então Fred Gwynne veio até mim.
Ele colocou o braço em volta de mim e disse:
"Peter, quero que você entenda que este não é um filme de terror.
“Este é um filme sobre vida e morte.
"É muito mais profundo do que um filme de exploração."
Mas o chute foi, ele me disse: "Ouça,
"Eu perdi um filho e não faria isso."
Eu disse, oh meu Deus, ele perdeu um filho,
e gostei muito dele e gostei muito de trabalhar com ele,
e gostei muito de todos.
Então decidi fazer isso.
- Fui contratado como Chumbo Greens, o que e Chumbo Greens,
às vezes as pessoas perguntam: "O que é isso?"
Ele está cuidando de qualquer parte do conjunto exterior,
então o Cemitério Maldito, o cemitério Micmac,
a frente da casa de Jud.
Manter o animal de estimação com uma aparência assustadora era meu trabalho principal.
- Subi para o escritório de produção.
Eu estava sentado lá, e ouvi alguém sair
e eles disseram: "Estamos procurando novas pessoas para trabalhar",
e eles me disseram o que era,
era assistente de decorador de cenários.
Eu fui até o decorador do set e disse:
"Se você me der uma chance, eu vou trabalhar para você
"por uma semana grátis, se você gostar de mim, me contrate.
"Se não, apenas diga adeus e eu irei embora."
Ela disse: "Ok, você tem que estar em Boot Hill em uma hora,
"aqui está o cara com quem você ira trabalhar,"
e, ai deu tudo certo.
OS ATORES
- Mary se apaixonou por Denise assim que ela entrou.
Denise é uma atriz forte.
- Lembro-me de ter feito um teste de tela com Dale.
Foi reduzido a quatro atores diferentes,
duas mulheres, dois homens, e foi ...
O telefonema veio, de Maria, é claro,
dizendo: "Nós vamos fazer este filme!"
- Cemitério Maldito é na verdade um dos únicos filmes de terror
que eu fiz, e estávamos no quintal de Stephen King,
basicamente, e acho que foi perfeito.
- Dale, nos anos 80, foi o galã.
Não há dúvidas sobre isso.
Eu me lembro dele entrando e Mary e eu indo,
"Uau."
Mas ele também estava trabalhando incessantemente,
então a Paramount quer um pouco de um nome,
ainda tínhamos um orçamento muito pequeno.
Mas Dale era um nome que as pessoas conheciam,
e ele queria fazer isso,
ele queria ter um outro lado de seus personagens.
- Eu acho que King é muito cuidadoso com
querendo que ele seja um médico no decorrer deste filme,
e acho que a razão para isso é porque
o papel do médico é essencialmente derrotar a morte,
ou pelo menos empurrar a morte em suspenso
pelo maior tempo possível.
A história começa, a narrativa começa com os Creeds
essencialmente perdendo seu primeiro paciente, Victor Pascow.
- No ano anterior, saiu um filme no qual eu participava
chamado Uma Janela Suspeita, e isso me chamou muita atenção.
Uma das pessoas que o viu foi Mary Lambert.
Ela queria me conhecer e conversamos sobre o papel
e estávamos na mesma página até
Pascow sendo mais um anjo do que um fantasma.
A capa do meu roteiro, antes de começarmos a trabalhar nele,
Coloquei todas essas fotos de anjos na capa
do meu script, para me lembrar constantemente que,
Não sou um fantasma, não sou um personagem assustador e assustador.
- Ele é como o garoto-propaganda de Cemitério Maldito.
Esse foi o trabalho de Dave, Dave Anderson, meu filho.
- Geralmente em um set de filmagem, espero que haja muitas risadas.
Rimos muito no trailer
naquela noite quando Charlie estava lá,
e também, meu Deus, durante todas aquelas horas de maquiagem.
David e John foram ótimos.
As horas passaram muito rápido porque era muito divertido,
conversas animadas e muitas brincadeiras.
- Recebemos nossos cartões SAG muito jovens.
Acho que começamos a modelar bebês
quando tínhamos seis meses de idade,
e acho que fizemos nosso primeiro comercial de rede nacional
aos três anos. - Sim.
- Fizemos muitas coisas de gêmeas.
- Normalmente, quando você contrata gêmeos,
um dos gêmeos será um atleta muito bom
e bom nas acrobacias,
e o outro é melhor com o diálogo.
Eles nunca, nunca é uma coisa igual, no entanto.
Eles nunca são intercambiáveis.
- Blaze fez uma audição primeiro.
Ela fez a primeira audição e acho que gostaram dela
e ouvi que ela tinha uma irmã gêmea, então entrei
no retorno de chamada com ela.
Eles gostaram muito de nós dois juntos,
e por causa das leis de trabalho infantil da época,
Acho que provavelmente ajudou, porque eles perceberam
eles poderiam conseguir mais trabalho de nós.
- Há uma certa quantidade de horas
um menor tem permissão para trabalhar,
e isso pode ser prejudicial para sua programação de filmagem,
porque você tem um professor falando, "Fora do set".
Então, quando você tiver a sorte de encontrar gêmeos idênticos,
um está fora do set, o próximo entra
e assume a função.
- Amo trabalhar com crianças, na verdade.
Eles estão sempre no momento,
eles estão sempre presentes, eles sempre se conectam com você,
e eles nunca realmente têm uma agenda.
Então, para mim, quando ouço que vou trabalhar com uma criança,
é uma coisa boa.
- É engraçado, de todos os filmes que fiz,
Acho que gosto mais de assistir Cemitério Maldito,
porque é mais fácil me desconectar dele.
Porque eu era tão jovem e parecia tão diferente,
Posso apreciá-lo objetivamente.
- Miko Hughes teve uma parte muito importante deste filme,
e ele não tinha nem três anos,
e ele fez a performance de um ator.
Foi outra peça do elenco que eu realmente
gostei.
- A Paramount não ficou feliz.
Eles queriam gêmeos.
Atire, atire, agendando.
Não importava, e Mary venceu essa luta,
porque este é um menino único, para dizer o mínimo.
- Mary fez algo que foi, eu acho crítico
para o sucesso do filme, que foi,
ela entrou o máximo que pôde em sequência
para conseguir a confiança de Miko, que ele se sentiria seguro,
que ele conheceria a todos,
sinta-se seguro comigo como sua mãe, sua mãe de cinema,
e seria capaz de ser livre, capaz de fazer
o que seria pedido a ele mais tarde no filme,
à medida que ficava cada vez mais difícil.
- Considerando que eu era tão jovem que minhas memórias
são muito irregulares, são como memórias fotográficas.
Não são tanto um dia inteiro ou um evento específico.
- Quando meu marido, David Anderson,
estava fazendo a maquiagem de Miko Hughes em Cemitério Maldito,
ele realmente me ligava do Maine e dizia:
"Estou tendo um momento difícil aqui com Miko,
"porque ele é tão jovem, e eu tenho que colocar
"essas maquiagens terríveis nele."
Acho que foi a parte mais difícil para ele
de todo o filme, na verdade, estava tentando
para fornecer uma atmosfera para esta criança muito jovem
para que ele não tivesse cicatrizes para o resto da vida.
- Os pais estavam lá,
e eles o trouxeram, eu disse,
"Existe alguma maneira que possamos, bem, não sedá-lo,
"mas para ele tirar uma soneca?"
Eles fizeram, eles o trouxeram quando era sua hora de cochilar,
e então eu tiraria um molde vital de sua mão,
então eu tentaria tirar um pouco do molde de vida de seu rosto
e ele acordaria e isso seria destruído.
Nós realmente nunca tivemos um molde vital de seu rosto,
então isso teve que ser esculpido.
- Eles foram realmente fabulosos em fazer
um monte de coisas por jogo, para que ele, psicologicamente
não seria muito danificado.
- É engraçado, cerca de quatro anos depois,
Eu encontrei com ele em um evento,
e ele literalmente correu pelo gramado,
pulou em meus braços e me deu um grande abraço.
- Então, mais tarde, estou falando sozinha com Wes Craven
Em o Novo Pesadele, e eles escalaram Miko Hughes como meu filho,
e isso realmente tornou muito fácil
para começar de um lugar onde realmente já nos conhecíamos.
- As pessoas dizem que é difícil trabalhar com crianças e animais.
Eu trabalhei com ambos no Cemitério Maldito,
e não achei, na verdade, que trabalhar com uma criança
seria muito difícil mesmo.
Os gatos eram outra história.
- Houve realmente um treinamento que aconteceu
antes do filme, onde tínhamos que ficar confortáveis
com os gatos, e acho que eram sete ou nove deles.
Havia alguns gatos.
- Sim, havia um monte.
- Para criar o efeito nos olhos do gato,
ouvimos que os olhos dos gatos são muito sensíveis à luz,
e então viramos o vidro
que estava refletindo a luz, de modo que ao invés
de direcioná-lo para o filme, era direcioná-lo para fora.
É uma quantidade tão minúscula de luz
que não tem efeito na cena, você nunca veria.
Mas para os olhos de um gato, os olhos do gato pegaram.
- Todos eles tinham nomes diferentes, e acho que
foram todos treinados para diferentes habilidades.
- Eles estavam em uma carroça chamada Prowla.
Eles tinham seus nomes e suas pequenas camas
onde eles dormiam, e na noite em que estive lá,
eles tiveram uma cena em que ele teve que subir na árvore.
O gato teve que correr pela estrada
e subiu na árvore, e o gatinho,
ele era ótimo, ele era um gato sério.
Foi divertido ouvir o diretor dizer:
"Quieto no set, o gato está agindo."
O rapaz saiu da caixa,
e ele passou direto por cima dele com o rabo mexendo,
e subiu na árvore e disse: "Haaah!" como isso.
Eles pegaram em uma tomada.
TERROR E ESPERNÇA
- Houve várias chamadas de elenco para a população local
para vir, para obter aquele visual.
Eles pediram que muitas fotos fossem enviadas com antecedência,
e eles foram colocados em uma base local.
- Estudei teatro na Universidade do Maine.
Eu era originalmente de Lexington, Massachusetts,
e fUi para a Universidade do Maine estudar teatro,
e acabei ficando lá depois que me formei.
- Eu me lembro quando eles tinham os anúncios no jornal
e vi um sobre a chamada de elenco,
para ir ao Grande Teatro.
- Assim que vi o anúncio, parecia que estava focado em laser
nesta audição, e eu me lembro do primeiro,
houve várias audições diferentes,
um após o outro, mas o primeiro
foi esta chamada aberta gigantesca.
- Todos os tipos de pessoas estavam falando sobre isso,
e muitas pessoas foram.
Eu diria que várias centenas, provavelmente, de todo o condado.
- Demorou horas para passar pelas portas
para aquele teatro, e então estavamos no auditório,
e você se senta e meio que sobe,
e, finalmente, você está lá com um dos diretores de elenco.
- Basicamente, todo mundo está chegando para ser um figurante
naquele ponto, ou pensei que estava chegando para ser um figurante.
Porque para mim, crescendo no Maine,
a ideia de estar em um filme de Stephen King,
mesmo que eu apenas desse uma caminhada, era um grande negócio.
- Eu apareci nesta sala grande e havia
muitas crianças da minha idade.
Eles estavam nos trazendo um por um,
nos colocando na frente de uma câmera,
e nos deu este cenário sobre fingir que seu cachorro acabou de morrer.
- Então ela olha para mim e diz:
"Agora, quero que faça de novo,
"mas eu quero que você finja que está possuída por um alienígena."
Eu sou como, bem, sendo a atriz do meio que sou,
Eu apenas usei experiências anteriores, certo?
Não, estou só brincando.
- Bem, estive envolvido em caminhões minha vida inteira.
Comecei a trabalhar com caminhões quando tinha 14 anos,
e eu entreguei produtos em Montreal, Quebec,
e voltei para casa e foi para a parada de caminhões de Dysart
em Harmon, Maine, e Mary Lambert e Stephen King
e alguns produtores estavam lá almoçando.
Eles se sentaram, conversaram comigo,
e eles queriam que eu fingisse que estava dirigindo um caminhão.
- Neste ponto, quando digo às pessoas,
as pessoas ficam incrivelmente impressionadas,
tipo, "Você estava em Cemitério Maldito?"
Então eles dizem: "Em que parte você estava?"
E eu digo: "Eu interpretei a irmã de Zelda."
As pessoas têm uma reação muito visceral a isso.
- Eles ainda estão ensaiando,
e eles estão prestes a trazer Zelda, eu acho,
assim que Zelda estiver pronta.
- Nosso irmão fez o teste para ser Zelda
porque eles estavam procurando por meninos.
- Eu sabia que Zelda devia ser assustadora,
porque é isso que leva Rachel ao limite.
- Zelda era a coisa mais estranha de todas.
- Eu queria que ela morresse, queria que ela morresse.
Eu sabia que Zelda tinha que ser alguém
que todos queriam morrer, para vender
aquela cena depois com Denise.
- Eu diria que ainda hoje, quando digo às pessoas
que o papel de Zelda foi interpretado por um ator masculino,
isso é a coisa mais interessante
Eu poderia contar a eles sobre o filme.
- Bem, começamos com as mulheres,
e muitas das mulheres não queriam ir tão longe.
Alguém tinha que vir e trazer para nós
algo que nunca tínhamos visto,
então, quando não estava dando certo com mulheres,
por que não dar uma chance?
- Só pensei que seria estranho,
que se tivéssemos um menino muito magro,
que seria mais assustador.
- Eu fiz o teste por um diretor de elenco,
então alguns dias depois,
Eu fiz o teste para Mary Lambert.
Foi em uma sala de conferências em um escritório,
então eu fiquei debaixo da mesa
e meio que rastejei sobre a mesa
e comecei a engatinhar em direção a Mary enquanto eu fazia as falas.
- Lembro-me de encontrar Andrew e sentir que
ele tinha o físico que eu procurava,
mas ele queria fazer isso.
Ele estava interessado.
- Quando cheguei ao Maine, sabia o que queria fazer,
que foi basicamente o que fiz por Mary na audição.
Eu realmente não sabia, naquele momento,
o que eles iriam colocar em mim em termos de maquiagem.
Isso só ajudou, mas eu já tinha uma voz,
e achei que iria rolar com
tudo o que eles me deram para fazer fisicamente.
- Eu li a parte sobre Zelda e como ela tem meningite,
e eu pesquisei um pouco e descobri
que meningite, o que é e como parece,
e meu objetivo era recriar aquela espinha deformando assim
e as etapas pelas quais passam,
e então eles começam a perder peso,
ficando doente, à beira da morte.
- Eles colaram cerca de um oitavo de polegada
a meia polegada de espuma em todo o rosto e cabeça,
ao redor do pescoço, as mãos e, claro,
nas costas, que é onde você começa
aquela coisa legal de volta.
- Transforme esse cara em uma mulher e adicione borracha nele,
foi um grande desafio fazer isso.
- Eu pensei que seriam cinco horas, seis horas.
Simplesmente continuou, porque depois que eles colocaram,
então eles tiveram que fazer os detalhes.
Depois disso, nunca mais saí da maquiagem
pelas próximas 24 horas, pelo menos.
Nós apenas filmamos até terminar,
e naquele momento eu realmente queria tirar isso,
porque era muito claustrofóbico,
e eu realmente fiz, e a pele começou a vir com isso,
então parei com isso imediatamente
porque eles tiveram que colocar um solvente para dissolver a cola,
que eles colaram, e então precisou de mais
oito horas para tirarem.
Então, naquela época, eu estava cozido.
- Fiquei maravilhado com a sua atuação.
Ele acabou de entrar naquele personagem, e tão bem.
- Ele era assustador, e entre as tomadas,
ele voltaria a ser um garoto normal de 18 anos,
mas então ele começava a mexer comigo
e ser tipo, "Rachel".
- A cena Zelda é definitivamente minha favorita,
porque isso me assustou pra caralho.
Esse foi legitimamente um daqueles momentos em que eu era criança,
e eu vi isso, me assustou muito.
- Você pode colocar sua maquiagem em alguém,
mas se eles não atuam e acreditam nesta maquiagem
e acreditam que eles são
esta pobre mulher angustiada, não funciona,
e ele trabalhou aquela maquiagem e ele trabalhou naquele personagem.
- Quando li o roteiro, minha primeira reação a ele
era que era como o desenho de uma criança.
É sobre a morte de uma criança.
O cerne deste filme é a morte de uma criança,
e que o filme em si é como o desenho de uma criança.
Há uma mamãe e um papai, e uma casa e uma árvore,
e um irmão e uma irmã e um gato.
Estava na minha cabeça assim, mas a pessoa
quem não está naquele desenho, é Jud Crandall,
e ele é crítico para a narrativa.
- Ele é quem coloca toda a história em movimento.
Ele não deveria ter feito o que fez.
- Seu conselho é o que leva Louis a fazer a coisa
isso o destrói.
- Jud Crandall.
Eu moro do outro lado da estrada.
Você quer tomar cuidado com essa estrada.
Esses malditos caminhões vão e voltam
o dia todo e quase toda a noite.
- Eu sinto que a maioria das pessoas se lembra mais do personagem de Jud.
Quase toda vez que você menciona Cemitério Maldito,
alguem faz aquele fala forte,
aquele sotaque forte do Maine. - Seu ótimo sotaque do Maine.
Sim, é ótimo. - "Lá embaixo naquela estrada."
Todo mundo tem uma impressão
de Fred Gwynne naquele filme.
- Sempre amei Fred Gwynne.
Adorei o carro 54, adorei os Munsters,
Eu o vi na Broadway.
Ele era um ator incrível, e não totalmente apreciado,
Acho que não, pela indústria.
Nunca pensei em ninguém além de Fred,
e no início, a Paramount sentiu que por causa dos Monstros,
que as pessoas pensariam que era engraçado,
e que isso tiraria as pessoas do filme.
Eu disse: "Bem, deixe-me ir encontrá-lo."
Isso não fez nada para me dissuadir.
Eu me apaixonei imediatamente por ele.
Eu não mudei de ideia.
Eu voltei e disse à Paramount que
era isso que eu queria.
- Você não procura mais.
Você não precisa mais procurar.
"O que, ele gostaria de fazer isso?
"Reserve, próximo."
Foi Fred Gwynne!
- A primeira vez que conheci Fred, imediatamente tivemos uma química.
Ele é apenas um grande urso velho, um grande garoto velho,
e acabei passando muito tempo com Fred.
Eu acabei indo, ele tinha uma cabana em um lago,
e eu fui jantar na casa dele
com sua esposa, Debra, muitas e muitas noites.
- Ele foi incrível no papel.
Ele era exatamente aquele cara.
Ele era exatamente Jud Crandall,
quando você lê o livro com seu sotaque.
- E era um papel que ele não tinha desempenhado.
É isso que você busca nos atores,
aqueles que não atuaram um milhão de vezes,
de modo que quando ele atua algo diferente,
o público apenas diz: "Uau!"
- Ok, sim.
- Eu amei esse homem, amei mesmo.
Foi a melhor parte da experiência de Cemitério Maldito
para mim, foi estar com Fred Gwynne, conhecer Fred Gwynne
e se tornar um bom amigo dele.
- Conheci Fred Gwynne, felizmente.
Foi só um momento.
Foi um momento de olhar para cima e depois para cima,
neste homem muito, muito alto
cuja voz era como um órgão de tubos.
Foi bonito.
- Tenho alguns livros infantis que ele me deu.
Ele era um ilustrador e escritor.
Ele escreveu alguns livros infantis, e eles são realmente,
muito interessante, você sabe, para crianças,
ideias interessantes e arte muito legal.
Eu ainda tenho aqueles, assinados com ele e embalados.
- Eu meio que me apaixonei por ele.
Acho que é difícil não se apaixonar por ele.
Sempre amei seu trabalho, então conhecê-lo foi emocionante.
Conversamos um pouco sobre fazer um sotaque do Maine,
ele e eu, porque éramos duas das pessoas
que estavam fazendo um sotaque do Maine,
e ele simplesmente era ...
Você só queria abraçá-lo.
Ou você queria que ele te abraçasse, na verdade.
- É interessante por causa do,
Eu acho que por causa do assunto do filme,
passaríamos muito tempo falando sobre a morte,
e no futuro, o que você acha que vai acontecer depois,
e Fred teve uma visão muito clara
do que ele pensava que viria após sua morte,
qual foi o conceito mais bonito,
a imagem mais bonita, o lugar mais lindo
ele poderia imaginar, ele disse: "É onde eu vou estar.
"Isso é o que vai acontecer."
Ele foi muito específico sobre isso,
e tenho a sensação de que ele está lá.
- Eu acho que todo mundo estava realmente interessado em fazer esse filme.
Acho que todos sentimos que tivemos sorte de estar lá,
e se divertindo fazendo isso.
Eu queria fazer funcionar.
- Trabalhar com Susan Blommaert foi maravilhoso.
Eu a contratei porque ela tem um trabalho sólido
e ela é uma atriz muito boa.
- Eu estava lá, na verdade, quando eles a enforcaram,
e isso realmente me assustou.
Parecia tão real.
- Sempre que você enforca alguém em um filme,
você tem que construir um arnês, e então o arnês
tem que ser de uma forma que você não sinta
que eles estão pendurados em seus braços,
e o ator tem que te dar algo,
caso contrário, parece que eles estão pendurados em seus braços.
- Na verdade, perguntei à produtora
para ver se eu poderia falar com um psiquiatra.
Eu queria falar com alguém sobre qual discernimento
eles podem ser capazes de me dar
do estado de uma pessoa que é realmente
capaz de tirar a própria vida.
Porque meu sentimento, meu instinto foi que,
quando você estiver realmente pronta
sair da mesa,
Eu acho que você provavelmente passou por toda a gama de emoções,
e acho que você está apenas em uma missão.
Eu tinha decidido que minha mãe morreu de câncer,
e que eu cuidei dela,
e eu sabia exatamente o que estava acontecendo, com câncer.
Então, quando desci as escadas e subi na mesa,
e coloque a corda em volta do meu pescoço,
Lembro-me de pensar: "Vou encontrar a mamãe".
E eu me lembro de dizer: "Mamãe, mamãe,"
enquanto eu caminhava até a beira da mesa.
Quando o filme estava passando em Nova York,
Eu recebi uma ligação de uma amiga.
Ela disse: "Você tem que ir para Midtown
"para ver o Cemitério de animais."
Times Square tem, muitas vezes os cinemas
são muito participativos, dependendo do gênero do filme,
e então quando eu subi na mesa
e comecei a caminhar até a beira da mesa,
ela disse que havia uma multidão de crianças
que foi, "Pule, vadia!"
OS PERSONAGENS DE MAINE
- Fiquei completamente extasiada com a natureza
e a paisagem do Maine.
Eu fui para a escola na Nova Inglaterra e amo a Nova Inglaterra,
e eu nunca tinha passado tanto tempo no Maine.
Já estive no Maine antes, mas principalmente ao longo da costa marítima.
- Eu amo a Nova Inglaterra, e Maine é uma espécie de
o epítome de tudo o que há de bom na Nova Inglaterra.
- Estar no Maine foi tremendo.
Era tão lindo, e nós, claro, frequentávamos
todos os restaurantes locais e pequenas lojas.
- Nossos pais alugaram uma casa no Maine
durante as filmagens do filme.
Tínhamos festas de aniversário, onde praticamente
convidamos todos que conhecemos durante as filmagens
que tinha menos de 10 anos e vivia nas nossas ruas.
- Os moradores de Ellsworth foram todos muito legais, muito gentis.
Eu conheci vários deles
porque eu iria sair no restaurante local.
É onde eu iria tomar o café da manhã.
Eu ouvia o que as pessoas diziam
sobre esta empresa de cinema invadindo sua pequena cidade.
Muitos deles não gostavam dos bloqueios de tráfego.
- Todo mundo foi avisado, a produtora de filmes
foi muito bom em nos contar.
Eles até forneceram horários para que saibamos que a estrada
ia ser bloqueada em certos dias e horas,
mas ainda assim, e era verdade para mim também,
uma vez porque eu estava com pressa,
e aumentávamos o zoom na estrada e dizíamos: "Droga, o filme",
e tem que se virar e voltar novamente.
Algumas pessoas ficavam incomodadas com as luzes à noite.
Eles eram muito gritantes aqui,
e você poderia vê-las a quilômetros de distância.
Foi como se uma nave espacial tivesse pousado em Hancock, Maine.
- Meu namorado na época era David Anderson,
e ele era o maquiador de efeitos especiais no set,
e ele me convidou para ir ao Maine para um longo fim de semana.
- Dave conheceu Heather em uma festa, onde ela estava,
mas ele estava trabalhando em um filme de Wes Craven na época.
- Acabamos passando a noite em uma pequena cidade,
Acho que foi Bar Harbor,
e ele me pediu em casamento naquela noite.
Fiquei totalmente surpresa, e ele realmente não
tinha um anel para mim, mas ele comprou um diamante
na joalheria Ellsworth, eu acho,
e então ele deu para mim.
Devo dizer que fiquei completamente pasma!
Mas, acabei dizendo sim.
- Eu acho que realmente não há
nenhum lugar no mundo como o Maine.
É como se Maine fosse um personagem da história.
- Um dos personagens principais, eu acho,
a cidade, a área, a aparência,
as pessoas, as casas.
É uma grande parte do filme.
- Todo o clima do lugar se emprestou
para esse tipo de imagem, esse tipo de,
o que poderia acontecer, e tudo poderia acontecer.
- Não consigo imaginar não filmar aquele filme no Maine.
Você sai da sua realidade e investe completamente
neste conto imaginário.
- Para nós, atores, foi ótimo,
porque poderíamos apenas absorver a cultura local
e tentar o nosso melhor para reproduzi-lo.
E não é muito parecido com as pessoas,
que você pode aprender um sotaque em qualquer lugar,
como o sotaque de Fred ou o sotaque da governanta.
- Mas é difícil não torná-lo muito clichê.
Você não quer muito clichê.
Eu me lembro de uma pessoa, no entanto.
Acho que ele me perguntou como estou me sentindo ou algo assim.
"Estou melhor, nem pior."
- A terra faz parte da história.
Os personagens referem-se à terra ser sagrada,
a terra sendo perigosa,
a terra sendo um personagem do filme.
Você precisava estar naquele lugar,
e fomos abençoados por estarmos lá
e não em algum palco de som de Hollywood.
- Quer dizer, fica a 20 minutos da casa de Stephen King,
e Stephen King estava obviamente por perto,
ele estava por perto para os ensaios, as leituras.
Quando chegamos lá, ele estava no primeiro dia de filmagem.
- Foi divertido tê-lo no set,
e vê-lo colaborar com Maria em coisas diferentes.
Mas ele não estava tentando empurrar suas idéias.
Na verdade, havia algumas coisas que,
como o final e coisas diferentes,
que ele realmente gostou das mudanças feitas no livro.
Ele os endossou.
- Lembro-me de Fred o seguindo,
"Você sabe, cara, eu realmente quero pegar o seu cérebro."
Fred continuou dizendo isso para Stephen,
e acho que assustou Stephen, o que é difícil
acreditar que qualquer coisa poderia assustar Stephen King,
mas acho que o assustou um pouco.
- Como escritor de romances e filmes de terror,
é só que você acha que ele vai ser realmente assustador,
e ele é um cara grande, mas ele era realmente um cara gentil e legal.
Lembro-me dele nos pegando na cabeça,
e lendo nossos quadrinhos Archie conosco.
- Pronto.
- Pronto e vamos.
LOCAIS DE FILMAGEM
Isso, corta.
- Os locais no Maine, a paisagem física no Maine
é como uma paisagem de conto de fadas, as rochas
e o musgo e o oceano e as falésias
e as montanhas e a névoa.
- Bill Dunn, o gerente de localização, tirou uma folga no trabalho
para encontrar algo remoto, mais próximo,
apenas uma hora de nossos estúdios localizados centralmente
aqui em Ellsworth.
- Maria e os outros diretores se apaixonaram
com a casa que seria a casa dos Creed.
- Era a casa perfeita para este filme.
Simplesmente estava fora do livro.
- Tinha tantos elementos que queríamos para aquela casa,
mas faltava uma árvore com o balanço do pneu.
Eles decidiram o melhor cenário
era ir com a casa que eles amam,
e mova uma árvore madura para plantar neste quintal
e colocar o balanço do pneu lá.
- Ainda há uma mancha no gramado lá embaixo.
Era cerca de cinco da manhã eles colocaram aquela árvore,
mas não funcionou.
Nós tentamos salvá-la, regamos e regamos,
mas não deu certo.
- Betty e Charlie Lewis eram dois
das melhores pessoas que conheci.
Eles são boas pessoas do Maine,
e preocupados com sua propriedade,
mas totalmente receptivo a, contanto que você coloque de volta
do jeito que estava, ficaremos bem com isso.
- Na época estávamos pintando
e loja de papel de parede em Ellsworth, mas amigos estavam visitando,
e eles se aproximaram dele na varanda,
e ele os enviou a Ellsworth para falar conosco.
Eles teriam nos levado para fora da cidade para algum lugar.
Atravessamos a rua.
Estávamos morando aqui, e dissemos,
"Não, vamos apenas mudar para lá
"e morar na casinha."
- Ela ainda lavava roupa no rancho,
porque ela poderia fazer isso, então a veríamos,
e a qualquer momento ela diria: "Estou saindo.
"É melhor vocês pararem de rodar!"
E ela estaria saindo com sua roupa lavada nos fundos.
- Eles reconstruíram, você sabe que eles alugaram aquele lugar em Ellsworth
e eles reconstruíram a cozinha.
Eles tinham todos os detalhes, até mesmo aquela marca
fora de uma porta ou algo assim.
- Construímos todos os interiores até cerca de um metro,
e a razão para isso é porque tínhamos escadas
que parecia que eles iam descer,
então nós o construímos acima do chão
para acomodar isso.
Quando não estávamos trabalhando na casa grande,
estávamos neste estúdio, reconstruindo
o que estava combinando, o que estava dentro da casa da família,
tentando combiná-lo com cada detalhe.
Os designers tinham planos extremamente detalhados
exatamente como deveria ser, para que se parecesse exatamente com isso.
- Eu me lembro de achar que era tão legal
como a casa de Jud era falsa, na verdade era um cenário
construída em outra casa, para que pudesse ser
do outro lado da rua da casa dos Creed.
- Não encontramos duas casas que eu gostei
que estavam naquela proximidade, então construímos
uma fachada em frente a esta pequena casa de fazenda moderna
que ficava do outro lado da rua da casa dos Creed.
- Temos esta casinha que precisamos construir
este adorável vitoriano ao redor, então a primeira coisa é
nós definimos a fachada dela,
e então trouxemos um caminhão utilitário
que plantou postes de telefone em uma linha ao longo da frente,
que faria parte da estrutura
isso estabilizaria tudo o que construímos em torno dele.
Então nós também, no topo da pequena casa,
nós construímos essa estrutura, eles eram como grandes plataformas
que foram levantados para o telhado,
e essa foi a estrutura para manter os lados juntos,
porque não era nem mesmo uma casa de quatro lados.
Na verdade, eram algumas fachadas que pareciam uma casa.
Uma vez que os postes de telefone estavam no lugar,
então começamos a construir a casa, enquadrando-a
muito parecido com uma casa real,
exceto sem necessariamente o fundamento.
Então, nós construiríamos com os pregos,
e obter toda a estrutura com dois por quatro,
como qualquer outra casa, mas uma das grandes diferenças que tínhamos
estavamos pegando a fiação,
que normalmente fica dentro de uma casa,
e o colocamos do lado de fora da estrutura
de modo que começamos a criar uma barreira de fogo entre
aquela estrutura e a casinha que havia dentro.
Então, uma vez que essa fiação estava ligada,
então terminamos a casa para que pareça
em uma casa de verdade.
Fizemos telhas e aparas reais e terminamos
então do lado de fora parecia bastante real.
- Se você leu o livro Cemitério Maldito,
Stephen descreve a casa como tendo sofrido
uma transformação, como se os espíritos malignos
do Cemitério de animais de estimação vieram pela terra,
e eu realmente queria que me sentisse assim,
porque quando eu não conseguia pegar todo aquele musgo
e todas aquelas coisas que estavam na floresta no Maine,
e eu percebi o que isso nos custaria
em termos de tempo e dinheiro para trazer uma equipe inteira
e suba esta colina, para atirar em um pequeno pedaço de musgo.
Eu fico tipo, "Bem, vamos colocá-lo na casa do Jud."
- A ideia era que nesta cena meio de pesadelo,
tudo deveria parecer que estava afundando
no chão e escorrendo pelas paredes.
Havia um belo órgão vitoriano antigo
esse foi um dos adereços nele,
e eles me fizeram pegar uma serra e cortar a parte inferior dela,
coloque-o de volta no chão
então parecia que estava afundando no chão,
que partiu meu coração porque era uma bela antiguidade
Acabei de serrar ao meio.
- Esse foi um dos lugares onde fiquei muito feliz
com o que os designers criaram.
- Pegamos uma espuma expansível entre a ripa
das paredes, e borrifou lá
e ele cresce e goteja
então parece que esse lodo está realmente invadindo a casa.
- Eles tiveram a cena de flashback da casa de Jud
quando está tudo imaculado, lindo e novo em folha.
Bem, já tínhamos estragado a casa
e levou três semanas para chegar lá,
e estávamos prontos para filmar e Mary disse:
"Oh não, esquecemos de arrumar a casa antes de fazer isso",
porque tem a cena do Jud,
esquecemos do jovem flashback, e ela disse,
"Bem, vamos fazer isso amanhã de manhã."
Então, tivemos uma rotatividade de 12 horas
para trazer a casa de volta ao estado original,
então o que acaba na cena
é apenas aquele canto da casa,
e nós pensamos, "Oh meu Deus."
- Havia um pequeno trailer, e no trailer
era eu e o cachorro, nos preparando
ao mesmo tempo.
O cachorro parece que voltou dos mortos,
e não parecia ótimo, então toda vez que ele saía,
eles continuaram mandando-o de volta porque
ele não parecia horrível o suficiente.
- Eles armaram para mim um trailer
onde eles me deram uma fantasia e meu café da manhã,
e então eles me levaram para outro trailer
para fazer cabelo e maquiagem, então eles me colocaram no set.
- Matt Ferrell interpretou o jovem Jud no filme,
e pouco eu sabia então que conexão
Eu teria com ele mais tarde.
Mais tarde, ele se tornou um aluno meu na Bangor High School.
- Ela, antes mesmo de eu conhecê-la, antes de conhecê-la,
sabia que estava frequentando aquela escola
e me lembrou daquele conjunto,
e não tive nenhum problema em dizer a toda a classe de teatro
sobre eu ter gritado meu próprio nome em vez do nome do meu cachorro.
- Maria foi muito paciente com ele.
Ela dizia: "Agora saia, saia pela porta.
"Estamos rodando, mas não deixe isso te incomodar."
Ele iria sair, e ele imediatamente disse,
"Jud, qual é o problema, garoto?"
Corta.
Fizemos nove tomadas dele chamando Spot, Jud.
- Quando finalmente o diretor estava um pouco nervoso
comigo e ela disse: "Não, seu nome é Jud, e este é Spot!"
- O que a maioria das pessoas não percebe é que havia
na verdade, dois cachorros que foram usados para Spot,
e na cena você notará a sombra
do cachorro original na folha
que estava pendurado no varal.
A razão pela qual aquele cachorro nunca foi realmente visto no filme
foi porque ele simplesmente não podia
agir de forma convincente e assustadora.
- Eles não usaram cachorro vivo durante a cena.
Eu estava olhando para um bicho de pelúcia
enquanto eu estava treinando minhas falas.
- O espaço onde construímos o interior
do quarto de Fred, agora é o Rec Center em Bangor.
Tínhamos alugado o espaço e o estávamos compartilhando
com a Guarda Nacional estadual.
Também tivemos os efeitos especiais que estavam fazendo os corpos,
John Blake e David Anderson,
criou esses manequins incríveis.
Eles tinham dois de Fred, um onde ele estava
apenas cortando sua boca, e um
com sua mandíbula toda devorada pela criatura maligna de Gage.
O boneco de Denise era na verdade um manequim de corpo
que eles fizeram dela, pesava 70 kilos.
Então, quando Dale está carregando, é pesado, é muito pesado.
O manequim Miko, o corpo de Miko na verdade é maior
do que o pequeno manequim.
- Usamos isso em todo o lugar.
Foi usado voando para fora do teto.
Quando Denise Crosby cai, seu corpo cai,
então a marionete desceu voando em um cabo.
Aqui você pode ver que este é o fantoche,
e desce, então ela está pendurada lá
e a marionete desce e ataca.
- Quando estou atuando com uma marionete, eu chamo de atuação de Star Trek,
e eu sei como eles vão cortar e editar.
Contanto que eu me comprometa verdadeiramente com,
que isso esta acontecendo, este é ele,
no final, quando toda a edição estiver concluída,
vai sair e parecer real.
- Ele também acabou se queimando.
Tínhamos dois deles, ele foi colocado no canto
e o fogo veio até ele e ele foi queimado.
- Um dos policiais estaduais que veio apenas para render,
um policial estadual parou para ver o que estava acontecendo,
enfiou a cabeça e viu Fred coberto,
ele pensou que era uma pessoa real,
com o rosto meio comido.
Ele foi correndo para o banheiro, vomitando como um louco.
Foi muito realista.
- Estávamos filmando durante a noite,
e fizemos duas noites de filmagem,
uma noite em um palco de som e outra noite
na casa, Bellview, acho que foi chamado.
- Bellview foi escolhido porque é mais perto
Chicago procurando uma casa em Hancock.
Quando Bellview foi construído, era muito controverso
porque era uma casa de estilo inglês da Inglaterra
de repente em Hancock Point,
e esse estilo Tudor não é,
não há nenhuma outra casa em Hancock assim.
Suponho que seja por isso, tenho certeza de que é por isso que eles o escolheram,
porque tanto o interior como o exterior
poderia ser um subúrbio de Chicago.
- Cena enquanto Denise Crosby está correndo pelo aeroporto
e chega até mim e me sacode como uma boneca de pano,
é o que eu lembro de qualquer maneira, e me diz para parar o avião,
e minha fala brilhante era: "Não consigo".
Foi filmado no Aeroporto Internacional de Bangor,
e, de fato, todas as cenas do aeroporto
foram filmados naquele aeroporto,
e eu voo para lá e para cá o tempo todo hoje.
Eu vejo o próprio canto onde aquela cena foi filmada.
Costumo viajar pelo mesmo portão.
- Um dos locais que filmamos, em um sábado,
estava na Prefeitura de Ellsworth, nos fundos dela,
e tivemos que filmar lá porque
não tínhamos permissão para entrar no campus de Orono,
que é onde o personagem, Louis Creed,
deveria ser o médico
do Cutler Health Center no campus Orono,
mas não tínhamos permissão para filmar lá, então,
Ellsworth graciosamente nos deu sua Prefeitura
e tivemos que mudar dois de seus escritórios em salas de emergência.
- Os locais reais de filmagem em filmes
são frequentemente muito mais complexos geograficamente
do que aparecem no filme,
e Cemitério Maldito certamente não é exceção.
Considere, por exemplo, a jornada da casa dos Creeds
para o cemitério Micmac.
O caminho atrás da casa já se foi,
mas se você fosse seguir onde estava na floresta,
você não encontraria o local
onde o verdadeiro Cemitério Maldito estava.
Você teria que caminhar uma cidade até Ellsworth para ver.
Além da queda morta havia uma trilha de raízes retorcidas de árvores
que Fred e Dale escalaram, e que de fato
é uma trilha de caminhada real no Parque Nacional Arcádia,
quase 20 milhas de distância.
E, claro, um dos locais mais impressionantes
no filme era uma antiga pedreira de granito,
um dos poucos que podem ser encontrados em Mount Desert Island.
- Você verá, como você fez no filme,
o que são chamados de marcas de cerquilha.
Eles são as marcas de onde a máquina de corte
escava uma laje de granito, mas, surpreendentemente,
Fred era tão ágil e capaz de se levantar,
então, quando você vê Fred caminhando pela pedreira,
ele está realmente andando e pulando nessas pedras.
Não há rede de segurança.
- Bem-vindo ao Micmac.
- O que você sabe sobre este local, Shaw?
- Bem, alguém está enterrado aqui.
Não sei quem é, ninguém vai me dizer.
Venho perguntando há muito tempo.
- Vamos verificar a lista da tripulação
e veja quem não está aqui.
- No momento estamos parados no local
do Cemitério Micmac, é na verdade um muito antigo
campo de mirtilo em Sedgwick, Maine.
Esta foi uma filmagem ótima e realmente interessante.
Foram algumas noites de filmagem noturna.
Na verdade, provavelmente uma semana de filmagens noturnas.
Foi ótimo estar aqui à noite.
Eu estava, uma noite, em espera, então basicamente
Vim aqui e passei a maior parte da noite sentado.
Lembro-me dos caminhões estacionados nesta área
atrás de onde o trabalho de câmera real foi feito.
- Em primeiro lugar, apenas para sentir o que
o lugar parece, você não pode dizer a menos que esteja lá em cima,
então eu sabia que precisávamos de um guindaste para isso,
para obter o ângulo alto olhando para baixo.
Em seguida, deslizar pelas rochas e descobrir essas coisas
então não é chato e mantém o interesse dos espectadores
para fazer coisas interessantes visualmente.
- Estávamos aqui antes de escurecer, preparando
e se preparando para as coisas,
e havia um grande anel de pedras aqui.
Eram as pedras Micmac, eram pintadas de branco.
Eles se destacaram muito bem, havia um ótimo padrão ali.
A equipe de jardineiros tinha chegado lá
e tinha passado muito tempo pintando as pedras de branco
e colocá-los para fora.
- Ao fazer pesquisas sobre o Micmac e descobrir
que eles tinham o tripé fetiches de animais
passando por onde se você tem o espírito animal
da pessoa que acabou de morrer
e queimou os restos desse animal,
leva sua alma para o céu.
- Quando eu vou lá pela primeira vez ao cemitério,
Eu não deveria ser afetado por isso,
mas à noite, aquele filme tinha uma sensação totalmente diferente,
e filmamos muito à noite.
Quando está frio e escuro e tudo fica quieto,
e eles dizem: "Silêncio no set",
fica um pouco estranho.
- Os Cemitérios de Animais se espelhavam,
que é, eu acho, um dispositivo muito eficaz em si,
ter um cemitério sendo este lugar
onde as crianças vêm para enterrar seus animais de estimação,
e esse é um lugar exuberante e verde.
Jud Crandall disse: "Este é um bom lugar,
"este é um lugar seguro.
"É um lugar onde as crianças choram."
- Como você pode dizer que é uma coisa boa?
Um cemitério para animais de estimação mortos na estrada,
construído e mantido por crianças de coração partido.
- Eu acho que é bastante extraordinário.
- Extraordinariamente mórbido.
- Depois tem o outro terreno que azedou,
e reflete o que está embaixo dele
na medida em que, como o próprio Cemitério Maldito,
ele gira em torno de círculos e em espirais.
Mas esses círculos e espirais não são sobre o fechamento
como eles estão, eu acho, no Cemitério de animais de estimação inferior.
Eles estão prestes a se abrir e, claro,
eles se abrem como um convite ao mal,
para se juntar a este lugar e participar da magia negra
que está no trabalho lá.
Já no Cemitério de Animais de Estimação, onde as crianças vêm,
a guia fica aí, fecha-se.
O círculo se fecha nesse ponto.
- Tivemos que replicar um pedaço do cemitério Micmac.
Tivemos que construir uma escora de seis pés para que pudessem caber
o cameraman por baixo, e então tivemos que esculpir
de isopor algumas pedras grandes,
e a mãozinha de Miko era para empurrar para cima
e então acenar para a câmera.
E ele fez exatamente isso, mas ficou com muita sujeira na boca
quando ele fez isso, ele está acenando e sufocando ao mesmo tempo.
- Lembro-me de ter ficado muito impressionado
com o conjunto Cemitério Maldito real,
porque eles fizeram um bom trabalho em fazer
todos os diferentes túmulos de todos os diferentes animais
parece que são de épocas diferentes.
- Quando eles me mostraram a localização, eles disseram,
"É aqui que você vai construir o Cemitério de Animais."
A primeira coisa que fiz, contratei meu irmão que é paisagista,
para realmente escavar a terra.
Trouxemos caminhões de terra e jogamos no centro.
Nós vasculhamos e fizemos um mapa topográfico, basicamente,
de onde iríamos mapear os três círculos.
Eu trouxe os caminhões das pedras
e os joguei em dois pontos onde então
Eu ia construir a queda morta.
- Eles foram capazes de fazer parecer
algo que havia acontecido naturalmente.
- Trouxemos toneladas e toneladas
de grama de Surry Gardens,
e então fomos para o lixão e pegamos um monte
de esgrima, temos alguns postes de newel que estavam lá,
qualquer tipo de lixo que pudéssemos encontrar.
Tentamos pensar como crianças,
e como eles construiriam algo.
- Era como este pequeno círculo,
e você poderia andar por aí por cerca de uma hora e meia
olhando todos os pequenos detalhes falsos.
- O que resta aqui são as pilhas esquerda e direita
de pedras de granito que trouxemos
para marcar a queda morta, porque a queda morta
acabei usando pelo menos seis caminhões,
e isso são caminhões de celulose de madeira morta
que havíamos reunido.
O interessante é que, mesmo depois de mais de 25 anos,
um dos tocos, tivemos 18 tocos trazidos,
um dos tocos que restou foi
um dos nossos principais pontos de apoio para Fred Gywnne.
- Mamãe, papai, este é um peixinho dourado.
- Eles não foram todos mortos na estrada,
especialmente os da minha época, quando eu era uma criança.
A estrada ainda não estava pavimentada.
- Estou de pé atualmente no centro morto
do Cemitério Maldito.
Tinha uma circunferência de cerca de 36 metros de
diâmetro se realmente medíssemos,
mas há muito crescimento excessivo agora.
Mas bem aqui é onde o pequeno Spot foi enterrado, o cachorro de Jud.
- Filmando!
Eu apenas peidei.
- O portão, o portão de ferro, estava certo sobre
entre aquelas duas árvores, de modo que se você varrer,
sera capazes de ver aquela queda morta massiva.
Quando você entra pela primeira vez por aquele portão,
ele se canalizou por todo o caminho até a queda morta.
Esses dois postes telefônicos foram colocados como apoio para as costas
pois havia um fundo muito grande aqui de madeira compensada
que eles construíram em buracos para que pudessem passar luz.
É aí que você obtém aquela luz azul realmente fantástica
vindo através do Cemitério de Animais.
- Um dos elementos mais poderosos, porém sutis
do filme é a música.
Acho que Elliot Goldenthal fez um trabalho brilhante
de utilizar coro infantil para acentuar
um pouco do horror que estava acontecendo no filme.
- Esta foi a primeira grande trilha sonora de Elliot,
e eu senti que ele tinha aquele senso de conto de fadas
que eu estava procurando.
- O foco de uma criança no filme
é o foco central de tudo,
e eu acho que ela queria trazer uma sensação de ...
inocência e horror colidindo.
- Ele é um gênio louco.
Ele é como Mozart ou, você sabe.
- Havia um piano de brinquedo, havia várias amostras caseiras
que fizemos, raspando instrumentos diferentes
contra as cordas do piano e etc, etc,
mas o principal, principal efeito de som
foi como orquestrei as cordas.
Havia tantas semelhanças com Psicose,
então tomei a decisão de pontuar principalmente
para orquestra de cordas, como Psicose era
sem emprestar nenhuma melodia particular
ou sendo influenciado por Bernard Herrmann's ...
abordagem melódica ou abordagem harmônica.
- Eu recebo um telefonema como, eu não sei,
são três ou quatro da manhã.
Ele estava trabalhando nessa partitura, e ele está,
"Mary, tem o piano de cauda muito incrível aqui,
"e eu estou neste palazzo, e você tem que ouvir."
Ele encosta o telefone e começa a tocar piano,
e ele apenas tocou por cerca de uma hora.
Acho que voltei a dormir.
Eu acordei de volta, foi realmente fabuloso,
e eu disse, "Elliot, volte para o telefone!
"É ótimo!"
- Eu amo o fato de que os Ramones
puderam fazer parte do filme.
Não foi possível escolher uma banda melhor para fazer parte disso.
Eu fui um fã minha vida inteira.
- Stephen King é um grande fã e queria as músicas dos Ramones
no filme, então ele escolheu Sheena
e então ele deu o livro para Dee Dee Ramone ler
e ele escreveu em 40 minutos,
Pet Sematary, a música principal da trilha sonora
no próprio filme, então, é muito simples.
Conhecemos Stephen em sua casa no Maine,
jantamos com ele em sua casa,
e uma coisa levou a outra e foi isso.
- O céu estava interessante.
Era tão azul e cristalino quando era,
se você se lembra da cena de empinar pipa e do piquenique,
e logo antes de Gage correr para a estrada,
antes do terrível acidente com o caminhão.
Esse foi o dia mais perfeito que eu já vi.
- Lembro-me de perseguir a linha da pipa
através do campo, muito vagamente.
Só me lembro porque não estava preso a uma pipa.
Eles estavam apenas correndo, tentando me fazer persegui-lo.
- A pipa teve que ser presa a um balão
porque não tinha vento
no dia em que eles estavam tentando filmar.
- Bem, a cena com o caminhão é interessante porque,
da minha perspectiva, eu realmente não vi muito disso.
Não tenho certeza de como o efeito foi feito.
Eu sei que havia um espelho gigante que eles tinham na estrada.
- Eu realmente queria que o público sentisse
que ele estava naquela estrada.
Eu queria rasgar as pessoas com isso,
mas ao mesmo tempo, eu não queria colocar,
nunca colocar Miko em qualquer tipo de perigo.
Não havia como ter um dublê na estrada,
então, a única cena em que o caminhão estava realmente se movendo
em direção a ele, e ele estava realmente na cena,
usamos um espelho.
- Eles filmaram no espelho, e o colocaram
na frente do espelho, de frente,
você sabe, o caminhão está vindo para cá,
e então você apenas o coloca onde quiser.
Pode estar longe, você pode aumentar o zoom no espelho
e traga o caminhão bem mais perto.
- A área industrial de onde você me vê saindo
com os grandes tanques de gás, a fazenda de tanques,
isso aconteceu em Hampden, Maine, na Cold Brook Energy.
Saindo da fábrica de papel em Bucksport, Maine,
então nós meio que viajamos pelo condado de Penobscot
um pouco, e o condado de Hancock.
Eu tive que fazer muitos retornos porque havia
um trator muito pequeno, uma cabine, e eles realmente tinham
três pessoas sentadas ao meu lado.
Havia uma pessoa na traseira do caminhão.
- Essa é uma das cenas mais assustadoras,
é o caminhão e o personagem que o caminhão
realmente se joga naquele filme.
Eu pensei que era simplesmente brilhante.
- Minha esposa havia mencionado que parecia
que eu estava dirigindo a 90 milhas por hora.
Presumo que tenha sido um truque de fotografia.
Eu não estava indo a mais de 16 quilômetros por hora.
- Não conseguiram virar o caminhão,
então eles tiveram que voltar para Hancock
até a Rota Um praticamente, e voltaram.
E todos queriam saber o que diabos está acontecendo
com aquele caminhão de óleo, porque ele continuou passando
pelas casas das pessoas, como se elas tivessem se perdido.
- Eles realmente colocaram um tampão de ouvido em mim
então eu poderia cantar junto com a música,
então isso foi uma grande ajuda.
Eu simplesmente não conseguia cantar essa música sem ouvir a música.
- Assistindo agora, tem um impacto forte ...
para o filme e claro que é triste,
mas acho que é diferente, e tive algumas pessoas,
mais do que algumas pessoas me contando chegam e me dizem,
a mesma coisa, que eles estavam bem com isso
assistindo antes, mas depois de terem filhos,
assistir aquela cena faz com que
a cena mais difícil do filme.
- É a inocência perdida em seu sentido mais puro,
e você vê este precioso menino,
então não foi difícil encontrar a emoção para isso.
- Seria algo do qual você quase não poderia se recuperar.
O pensamento de perder um dos meus filhos,
Tenho tres filhos lindos ...
Isso é apenas um, desculpe,
isso é impensável.
- Eles precisavam de cinco caixões de bebê,
e nós os pegamos, fomos para a Igreja de São José,
e era lá que seria o funeral de Gage.
Entramos e arrumamos o set.
Eles filmaram a cena, todos nós voltamos para despir a cena.
Max, que era o homem principal, ele disse,
"Ok, todos peguem um caixão, vamos
"carregue-os no caminhão."
Então eu peguei um caixão, e Max pegou um caixão,
Bem, quando ele agarrou, ele meio que perdeu o controle,
e quando o fez, a tampa se abriu,
e havia um pequeno corpo no caixão.
Larguei meu caixão e corri,
e havia um poste bem aqui, e bang.
Eu bati meu rosto direto no poste.
Fiquei apavorada!
- O dia mais difícil de filmar para mim,
com certeza, foi o funeral do meu filho, Gage.
Eu sabia que estava no roteiro, eu sabia que estava chegando.
Eu não estava ansiosa por isso.
Eu sabia que seria extremamente, fisicamente difícil,
porque você tem que criar um estado
que você precisa permanecer,
pelo resto do dia.
- Você tem que trazer todas essas emoções,
e na época eu não tinha filhos,
então eu tive que associar sua morte
com alguém que eu amava,
alguém que estava perto de mim.
Foi muito, muito difícil porque continuou,
e assim por diante, de mim correndo para o caixão e tudo mais.
Foi cansativo, foi um dia cansativo,
foi muito emocionante.
- Eu só queria que fosse grande e feio.
A ideia de que as pessoas iriam entrar em uma briga
no enterro de um bebe assim,
e que eles derrubariam o caixão
e o corpo, você sabe, você teria um vislumbre do corpo.
Havia algo nisso que era tão poderoso para mim
quando li a cena e quando pensei sobre a cena.
Eu só sabia que tínhamos que ter aquele momento
onde a mãozinha sai do caixão,
porque é como se ele ...
Está prenunciando o fato
que ele vai voltar dos mortos.
O caixão se abre, e ele ressuscita dos mortos,
brevemente, em seu funeral.
- Eu tenho uma grande lembrança dessa cena.
Meu neto estava em um caixão, e porque eu estava com tanta raiva
com seu pai e fui confrontá-lo,
Eu perdi meu sentido,
e acabo derrubando
o caixão com meu neto nele,
e eu fiquei tão cheio de tristeza,
e comecei a chorar.
Não sei o que ainda está na tela,
se fizemos de novo e eu mudei de atitude,
Não me lembro.
Eu não vejo isso há muito tempo.
Mas fiquei tão comovido com o acontecimento que chorei.
- Não há muita ação no luto.
Quer dizer, o luto é uma coisa muito solitária,
e é uma paisagem desolada.
Eu simplesmente amo o fato de Stephen ter escrito essa cena
no funeral, onde Louis tem uma briga
com o sogro.
Eu sei que muita gente achou que aquela cena era de mau gosto.
Eu tive que recortar aquela cena uma e outra vez
antes que todos estivessem felizes com isso.
Eu só sabia que era muito importante,
e precisava ficar no filme.
- É parte da razão pela qual as pessoas
foram tão afetados pelo filme.
A perda do filho, e apenas o desejo de trazê-lo de volta
aquela criança, não importa o quê.
Olhar fotos não é suficiente.
Tem que haver outra coisa,
porque você só quer aguentar.
Teve aquela cena com Fred e eu,
e ele falando comigo em volta da mesa,
e ele diz: "Estou te dizendo, eu sei o que você está pensando,
"não faça isso, não faça isso", mas minha mente está definida.
- No momento, estamos no cemitério Mount Hope em Bangor, Maine,
onde eles filmaram certas cenas
para o Cemitério de animais de estimação de Stephen King.
Um deles foi, o funeral de Missy Dandridge,
que estava lá embaixo, e lá também
onde Stephen King oficiou em seu funeral.
Você pode até ver esta pequena colina na escada
que sobe a partir dele.
Eu dirigia uma loja no centro de Waterville,
que fica a cerca de uma hora ao sul daqui,
e um cliente chegou um dia e disse:
"Rod, você sabia que eles estão filmando
"um filme de Stephen King aqui no Maine?"
E eu disse: "Não, que filme?"
Ele disse: "Cemitério Maldito, acabamos de voltar
"de assistir algumas das filmagens."
Então, instantaneamente, a palavra Fangoria surgiu na minha cabeça.
Eu tinha escrito para eles duas vezes, mas nada muito grande,
e pensei: "Uau, esta é a minha grande chance.
"Eu posso realmente conseguir uma visita ao set."
E foi isso.
Eu apenas vim aqui e subi até aqui.
Eles estavam filmando, então eu estava muito quieto.
Havia cerca de 150 pessoas ao lado desta colina,
observando este homem que estava fazendo seus movimentos de,
e eu dificilmente poderia dizer o que estava acontecendo,
mas era Dale Midkiff, e ele estava dando
um discurso sobre seu filho morto e como era tão injusto
que ele morreu tão jovem.
De repente, vindo da esquerda para a direita
era Brad Greenquist, exatamente como no filme.
Fangoria foi a única, pelo que eu sei,
a única revista a ter algum correspondente
no conjunto real.
Na época, havia muitas revistas de gênero,
como Cinefantastic e Film Facts,
e outras revistas variadas, mas,
Sou Maine, sou local, então não custou muito para me mandar para eu ir.
Estou a uma hora de distância e estava ansioso para fazê-lo.
- Houve um período, foi tipo 21 dias seguidos,
e eu juro, se tivéssemos conseguido três horas nesses 21 dias
de sono, tivemos sorte.
Então saímos para ver se conseguiríamos pegar
algumas horas de sono.
Nós nos deitamos, já que mal começamos a dormir
quando ouvimos esta alta voz estrondosa,
e foi, não lembro as palavras exatas,
mas era como, "Louvado seja pai",
e abriu a porta e lá estava Stephen King
praticando para sua cena do cemitério.
- Realmente não havia papel melhor para ele desempenhar
mas para ser o ministro.
Acho simplesmente brilhante e divertido,
e eu acho que é divertido
para todos os atores no set.
- Minha primeira cena que tive que fazer foi
para assustar essa senhora que está pendurando suas roupas
em um varal à moda antiga.
- Isso foi tipo uma coisa rápida e suja,
onde eles queriam que ele fizesse algo.
Ele era como um zumbi, e eles o queriam
para fazer algo dramático que mostrasse
que ele estava simplesmente fora de si.
- Mary descreveu o que ela queria de mim,
e todo o resto, para entrar e levantar minhas mãos
e dê uma risada maluca e macabra.
A próxima cena foi trabalhar com Chuck Courtney na casa.
Foi aí que basicamente tentei falar com ele
em estar morto comigo,
e a cidade está lá basicamente para queimar a casa
porque sou uma monstruosidade para a comunidade.
- Queimar a casa de Baterman foi muito divertido,
porque nós apenas queimamos a casa inteira,
nós queimamos tudo.
- Já trabalhei com o Chuck no passado,
e eu sabia que ele estava um pouco nervoso, então,
Eu o mantive calmo e o coloquei a roupa de fogo
e armou-o, e começou a queimar
nas pernas e na área do sofá
até chegarmos à cozinha,
e o queimou muito bem.
- O departamento de efeitos especiais bombeou
oito botijões de gás propano,
e alguns ventiladores para bombeá-lo até o teto.
O vento mudou apenas no momento em que o gás pegou,
e que tudo se levantou e foi trazido
para onde todos os espectadores estavam, todos os escombros,
então foi uma cena um pouco angustiante.
- Minha parte favorita do filme está no final
quando Rachel Creed volta, e Gage volta
no pequeno terno azul que imita a pintura
que estava na parede da casa da família de Rachel,
quando Gage mata o gigante Fred Gwynne.
- Gage está debaixo da cama, e ele ataca
com um bisturi e corta a perna de Fred,
essa era a cena do roteiro.
Eu pensei: "Bem, isso parece meio estranho.
"Ele ataca, corta ele na perna,
"e Fred está vulnerável nesse ponto?"
Não parecia prático, então eu disse,
"E se Fred estiver se curvando e seu pé estiver em um ângulo
"onde o tendão de Aquiles é alongado,
"e então quando Gage estende a mão, corta o tendão de Aquiles,
"Fred está fora de combate e Gage pode atacá-lo."
Eles adoraram a ideia.
Eu estava com Fred lá, e foi quando eu peguei
um gesso de pé nessa posição,
e aquele era o pé de Fred, engessado.
Ele foi projetado para que quando você pegasse uma alavanca
e puxado para baixo assim, o corte se abriria.
Normalmente estava fechado assim,
então você simplesmente vai assim, e isso se abrirá.
- Eu pensei que era realmente assustador quando Gage estava,
Acho que, comendo ... - Seu pescoço.
- Do Jud ... - Pescoço do Jud.
- Tínhamos esse aparelho no pescoço do Fred.
Era um aparelho que parecia normal,
e então você morde e arranca,
e estamos tentando dizer a Miko,
"É tudo um jogo, não é real.
"Você vai morder Fred, é apenas um eletrodoméstico,
"veja, é um eletrodoméstico, é de borracha."
Então eles rolam as câmeras, ele entra e ataca
e ele agarra a borracha, morde e puxa.
Foi uma cena linda, e então Fred foi
em balística, como "Ahh !, você sabe,
Fred está falando, "Ahhhghh!"
Dando gargalhadas de morte e tudo mais,
e Miko surtou, quero dizer, ele literalmente surtou.
Ele pensou que tinha arrancado o pescoço de Fred.
A todos trabalhadores, todo mundo congelou,
e os pais correram para mim.
Todos estavam se sentindo muito mal por terem feito isso
para o garoto, nós o traumatizamos.
- Certamente foi o destaque do filme,
tendo aquele fogo.
- Havia um espaço entre a fachada da casa de Jud
e a casa atrás dela, e nós a projetamos
com a ideia de que íamos queimar a fachada.
- Eu vim para queimar a casa.
Eu não estava trabalhando naquele dia, mas vim porque
Mary e todos estavam falando sobre isso no set,
para que possamos incendiar todo o estado do Maine.
- Eles tinham todos esses tanques de gás por trás dele,
todas as cores diferentes.
- Eles me garantiram que nada iria dar errado.
- Estávamos tentando ser o mais cuidadosos que podíamos.
A segurança era um problema.
É difícil planejar algo que
você realmente não faz isso regularmente.
- Os designers de produção e as pessoas de efeitos
colaborou nisso, e eles disseram,
"Não se preocupe, não vamos queimar a outra casa,"
e essa não é minha área de especialização.
- Nunca nem chegou perto de casa,
mas sim, queimou.
- Eu me lembro de muita gente lá, da cidade.
Havia muitos espectadores.
- Do outro lado da rua, bem longe,
e parecia que o fogo estava bem na minha cara.
Foi tão intenso.
- Essa coisa subiu como o inferno.
O inferno saiu do solo.
- Nós ensaiamos muitas vezes onde eu deveria andar,
onde eu tenho que andar, onde eu devo andar,
então certamente sou visto pela câmera e pela casa.
É como, "Esteja no personagem,
"mas não estrague a cena, Dale,
"porque essas pessoas vão ficar muito bravas
"com você se você fizer."
- Você o vê passando pela casa,
depois que ele colocou fogo na casa, e ele virou o manequim,
você o vê ir assim.
Dale realmente tem uma queimadura de segundo grau no rosto
enquanto ele carregava o manequim,
porque ele não poderia colocá-la
alto o suficiente para cobrir seu rosto.
- No final, quando todos disseram corta, blá blá blá,
e todo mundo estava se afastando, eu assisti queimar.
Foi um pouco estranho.
Parecia um final para mim, de certa forma.
- Em termos de finalização do filme,
houve três versões que foram lançadas
como possibilidades.
O primeiro foi que Stephen King escreveu
em seu roteiro original, que era
Rachel Creed volta para casa,
encontra Louis jogando cartas no chão, o telefone toca.
É Ellie de Chicago.
Ela está ligando para ver se seu pai está bem,
e Rachel atende o telefone.
Claro, ela é morta-viva e parece nojenta,
e em uma voz normal diz: "Sim, claro, estamos bem,
"papai está bem, e nós seremos uma família feliz."
Enquanto ela está dizendo isso, ela se vira para a câmera e sorri.
A maneira como King escreveu, quando ela sorriu,
seus dentes estavam distorcidos, nojentos e podres.
Há um quadro congelado e esse é o fim do filme.
O segundo final, que foi filmado em locações no Maine,
Rachel Creed está voltando para casa, encontrando Louis,
e quando ela entra na cozinha, ela estende a mão,
a mão suja dela em seu ombro.
Ele se vira e a câmera fica preta
e você ouve Louis gritar.
- Foi sentido, em geral, pelos executivos do estúdio
que precisávamos de mais um hit no final do filme,
mais um pequeno momento escuro, assustador e ultrajante.
- Precisávamos de algo gráfico
que venderia o final do filme,
que ela estava decomposta, que ela havia sido atacada.
- Então eu fico tipo, bem, vamos trazer Denise de volta
com um inseto rastejando para fora de sua orelha.
- Recebo uma ligação: "Você precisa entrar na Paramount.
"Nós vamos refazer o final.
"Nós vamos deixar mais sangrento."
Eu acho que posso ter visto esboços
de como seria,
mas até eu sentar lá e ter Lance Anderson
comece a construir isso, essa coisa,
Eu só me lembro de colocar as roupas,
as meias rasgadas e as meias ensanguentadas,
e começou a se encaixar.
- Bem, este é o tipo de dano que Gage fez, para ela,
de modo que revelar, e a gosma saindo dela.
- Parecia um pequeno arame passando por ele
que alguém estava trabalhando e vazando gosma.
Foi nojento.
- Foi a grande noite de estreia
para o filme em Nova York, e gostei da primeira parte
do filme, mas eu sabia todas as partes assustadoras
estavam chegando no segundo semestre,
e então eu pedi licença educadamente para ir ao banheiro feminino,
e eu provavelmente fiquei no banheiro feminino
por uns bons 20 minutos, só porque eu queria
para ter certeza de que perdi todas as cenas assustadoras.
Lembro-me da minha mãe entrando e pirando comigo
e dizendo: "Você está perdendo o filme inteiro!
"Esta é a sua grande noite!"
- Então a estréia de Bangor, fui convidado para isso.
Foi uma exibição precoce, e novamente, como um aluno da quinta série
foi uma grande coisa.
Foi a primeira vez que coloquei um smoking
e na verdade eu aluguei uma limusine, e meu pai e eu fomos.
- Stephen King estava lá, e ele se levantou
e ele falou no começo
Quer dizer, tão legal.
Então o filme começou, e tenho em mente,
tudo que eu sabia sobre o filme eram as cinco páginas em que estava.
E o filme é horrível.
- Acho que o que me tirou do teatro
foi depois que a mulher cometeu suicídio
depois de descobrir que ela tinha câncer,
e foi um momento tão realista,
não é um filme de terror louco com facas balançando,
mas quase isso pode se tornar realidade.
- Lisa Stathoplos, que foi para a faculdade comigo na UMO,
estamos sentados lá assistindo sua cena,
ela diz, "Oh oh oh, aí vem!"
- Eu vejo a primeira parte da cena,
e eu sei que não filmei.
É uma cena do varal
e há esta mulher curvada sobre uma cesta de roupas
ou algo assim, e Carly e ela estão sentadas ao meu lado,
se inclina e diz: "Essa não é a sua bunda."
- Definitivamente não era a voz dela,
e ela ficou um pouco chateada com isso, eu acho,
que eles expressaram sobre a voz dela,
porque ela tem uma voz linda.
- Eles nunca me pediram para fazer nada diferente.
Acho que originalmente fui contratada por causa da minha voz,
então foi muito estranho.
- Meu pai saiu do filme, era tipo, verde,
Bebeu uma garrafa de Pepto Bismol e bebeu algumas cervejas.
Ele ficou muito traumatizado com isso.
- Sim, foi um filme de terror,
e demorou mais um ano ou mais antes que eu fosse capaz
para assistir do início ao fim.
- Cemitério Maldito é realmente, é realmente uma história atemporal,
e todas as razões pelas quais as pessoas pensaram que não funcionaria
como filme, é o que o tornou uma peça atemporal.
É sobre algo que realmente nunca muda,
que é a dinâmica dentro de uma família,
e o amor que os pais têm por seus filhos pequenos,
e o medo que as pessoas têm da morte,
e o desejo através dos tempos
para confundir a morte, para contorná-la,
e trazer seus entes queridos de volta de alguma forma
para preservar sua memória.
Eu só acho que esses sentimentos e desejos,
mesmo que eles sejam, em muitos casos, prejudiciais à saúde,
são muito relacionáveis.
CEMITÉRIO MALDITO SEU LANÇAMENTO NOS CINEMAS FOI EM 21 DE ABRIL DE 1989
ARRECADOU $12,046,179 NO FIM DE SEMANA DE ABERTURA
ARRECADOU $57,469,197 TOTAL EM CINEMAS DOS EUA
ARRECADOU $26,400,000 NO ALUGUEL DE VÍDEOS
O FILME E AINDA E MUITO AMADO PELOS FÃS
- Dale e Fred estavam indo para o cemitério Micmac,
nessa jornada, e eu estava pendurado em uma árvore
e não me lembro quais eram as falas.
"Não vá lá", ou algo assim,
apenas avisando-os para não irem.
Isso foi cortado, por qualquer motivo,
mas eu tive que me pendurar naquela árvore,
ah, talvez uma ou duas horas, com toda aquela maquiagem.
- Eu não estava no set para o enforcamento de Missy
quando eles realmente filmaram.
Eu estava lá para, é claro, derrubá-lo.
Eles tinham o laço de corda e os grampos nele
era onde ela seria suspensa,
e, obviamente, eu não esqueci.
Isso foi algo que guardei como lembrança, apenas por diversão.
- Vamos dar uma entrevista no Maine
em algumas semanas com Donnie Green,
o cara que realmente estava dirigindo o caminhão.
- Oh uau, então vocês acharam todo mundo.
Tradução: Fabiano M. Machado (AFT Ash J. Williams)
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