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Em frente!
N�o parem!
Tragam mais lenha. Coloquem aqui.
Malditos! V�o morrer, bruxos do Diabo.
Agora pagar�o por todos os seus crimes. Assassinos!
Miser�veis!
Acham que podem nos destruir, mas somos imortais.
Vamos voltar das tumbas para nos vingar.
Ent�o n�o restar� pedra sobre pedra desse vilarejo.
Vamos queimar seus olhos, s� por precau��o.
Assassino!
Se conseguirem voltar, nunca encontrar�o esse vilarejo.
Queimem os olhos deles!
Queimem-nos!
Vamos voltar! Juro que voltaremos!
Que todos queimem! Assassinos!
"O RETORNO DOS MORTOS-VIVOS"
Vamos ver se conseguem voltar.
Vamos, arrume esse boneco. V� pegar lenha.
- R�pido. - Sim.
- Ei, olhe! - � o Murdo.
Parem com isso! Saiam daqui!
Deixem-no em paz!
Parem com isso! J� chega!
Saiam daqui seus baderneiros!
- Por que defende esse idiota. - � um pobre coitado.
- Vou te encontrar durante a festa. - N�o, n�o vai.
- Me espere na pra�a. - Quero ficar sozinho com voc�.
- J� disse que n�o. - � nossa �nica chance.
N�o venha! N�o vou abrir a porta.
Pessoal, venham aqui!
Jack Marlowe?
Voc� me contratou?
Exatamente. Sou o Duncan, o prefeito de Bouzano.
- Trouxe o material? - Sim. O caminh�o est� a caminho.
Dacosta, meu bra�o direito.
Vivian, minha noiva.
- Como vai, Capit�o? - Voc� o conhece?
Voc� me disse para eu pedir recomenda��es.
Eu era capit�o. Agora trabalho com fogos de artif�cio.
- Certo. Vamos beber alguma coisa. - Obrigado.
O que v�o beber?
- Um u�sque com soda para mim. - U�sque para todos.
Eu prefiro cerveja.
- O que est�o celebrando? - A Festa da Fogueira.
Estamos comemorando nossa vit�ria sobre os cavaleiros orientais...
no s�culo XIV.
At� hoje? Voc�s t�m boa mem�ria.
Foi a vit�ria contra os feiticeiros medievais.
Segundo a tradi��o...
na noite de hoje, os Cavaleiros Orientais devem sair de suas tumbas...
para destruir o vilarejo.
- Temos que celebrar com muito orgulho. - Vivian?
Disse que queria cerveja.
O Sr. Duncan disse u�sque para todos.
Precisamos que se apresse, Marlowe.
- N�o se preocupe. N�o me atrasarei. - Espero que sim.
Ouvi dizer que voc� � um bom profissional.
E esse contrato � importante para sua empresa.
N�o se preocupe. Ser� uma linda apresenta��o e ainda terei tempo...
para ver a festa.
A senhorita pediu cerveja.
Tudo que tem a fazer � se limitar a cumprir seu trabalho.
N�o esperava encontr�-la em um vilarejo como esse.
Tenho que pensar no meu futuro.
Est� economizando ou pensa em se casar com o prefeito?
Os dois.
Vejo que se tornou uma mulher pr�tica.
Pensei em algumas coisas, s� isso.
Uma nova Vivian? Burguesa? Respeit�vel?
Dona de muitas fazendas.
Algo assim.
Muito edificante.
Obrigada por n�o me entregar.
�s vezes coincid�ncias s�o ir�nicas. Como nos encontrar nesse vilarejo.
N�o foi coincid�ncia.
O que quer dizer?
- Eu inventei suas recomenda��es. - Por qu�?
Acho que tenho um pouco de culpa na sua situa��o atual.
N�s tivemos algo juntos. O resto � puro sentimentalismo.
Jack, est� dizendo que me esqueceu?
De tudo?
- N�o, s� tentei n�o pensar nisso. - Entendo.
Bebendo e fugindo da realidade.
Mas voc� conseguiu?
N�o importa mais.
Est� em um mundo diferente agora.
Um mundo burgu�s, completamente diferente do meu.
- E n�o precisou de ajuda. - Eu tinha que ver voc�.
Quero saber se fiz a escolha certa.
Certo. Existem duas possibilidades. Uma pior que a outra.
Dois imbecis esperando a dama decidir se fica ou vai.
- Vivian, acha que posso jogar esse jogo? - Voc� mudou muito.
Em outros tempos teria lutado.
Defenderia o que � seu.
- N�o � meu. - Ainda �.
E saberia disso se sentisse por mim o que sinto por voc�.
N�o se assustem, sou o guarda.
Viemos conhecer as ru�nas e decidimos descansar um pouco.
Entendo.
S�o jovens.
N�o sabem onde est�o.
S� veem a superf�cie das coisas.
- Tem algo mais profundo para ver aqui? - Sim.
Os mortos.
Eles est�o tranquilos. N�o incomodam ningu�m.
Tranquilos? Voc� acha? Tranquilos.
Perderam os olhos em torturas terr�veis, mas esta noite...
- O que vai acontecer esta noite? - Eles v�o voltar.
Eles prometeram.
N�o se lembra da lenda?
Claro que lembramos. � uma est�ria para assustar crian�as.
Voc� n�o acredita. Ningu�m acredita na est�ria.
Mas esta noite, eles v�o voltar.
Esse homem � louco.
Esta era a Abadia de Bouzano.
Os Templ�rios trouxeram o segredo da vida eterna do Oriente...
e faziam sacrif�cios para �s for�as supremas do Inferno.
Isso � horr�vel.
- Hoje o destino se cumprir�. - Estamos atrasados. Vamos.
- Por que n�o vem dan�ar um pouco? - Sim.
Eu vou. Com os vencedores.
Os que v�o mandar em Bouzano.
Esque�a essa est�ria e arrume uma namorada.
J� tenho uma.
Acenda aqueles do fundo.
Tem que ser sacrificada...
assim como as mulheres sacrificadas pelos Templ�rios...
assim eles podem viver de novo.
� necess�rio.
- Est� tudo tranquilo. - Aonde est� indo?
Vou dan�ar com minha esposa.
Suba e me diga se algo acontecer.
Certo, se � o que deseja.
Ora, ora, Capit�o. Achei que j� tinha ido.
N�o queria perder a festa.
Pegue uma bebida e divirta-se. Voc� merece. Toma.
N�o, obrigado. Prefiro dan�ar.
- Se me permite. - � um prazer.
O que faremos, Duncan?
Deixe-o dan�ar hoje, mas � melhor que ele esteja longe amanh�.
Voc� vai voltar para o seu trabalho?
Pode vir comigo.
Quer que eu deixe o Duncan?
N�o posso te pedir nada.
Sabe que n�o tem garantias comigo. Ser� quase uma aventura.
Eu gosto de riscos e aventuras.
Bravo!
Sou o Murdo.
Lembram de mim?
Sou amigo de voc�s.
Malditos! Me tra�ram.
Quem �?
N�o disse para n�o vir?
- Ainda est� aqui? - Tive que trazer �gua para amanh�.
- Certo. - Tamb�m tinha coisas para fazer.
- Muitas. - N�o entre.
Vamos, n�o fique nervosa.
- Me deixe em paz. - Por que, meu amor?
Se meu pai descobrir...
- Se algu�m nos ver... - Seu pai est� se divertindo na festa.
- � o que voc� acha. - Vamos, querida. Vamos.
- N�o. No meu quarto n�o. - N�o seja boba. Vamos.
Esque�a seu pai.
A n�s!
Ao nosso futuro!
- � o seu pai? - N�o, ele tem chave.
- Um vizinho? - Todos est�o na festa.
� outro cara?
- Se esconda. Ningu�m pode ver voc�. - Vamos, vamos!
Quem �?
Quem �?
- O que foi? - A janela.
N�o! N�o abra!
N�o!
- � melhor sairmos logo. - Por qu�? Est� com medo?
Teremos problemas.
Eu j� te disse, vamos partir assim que terminarmos de beber este u�sque.
Assim n�o, por favor. Beba com calma.
Temos todo o tempo do mundo.
Bilheteiro!
Sr. bilheteiro!
O que vestiu naquele cavalo, Moncha?
Que maluquice.
� um cavalo morto.
- Os Templ�rios ressuscitaram! - Volte para casa e durma.
Beber al�m da conta na festa n�o � grave.
N�o acredita? Bom, voc� vai ver.
Vamos, linda. Vamos!
Santo Deus!
Al�?
Al�!
- Poder�amos estar dan�ando agora. - Mas ordens s�o ordens.
Atenda, pelo amor de Deus!
- Espere. - O qu�?
- O telefone est� tocando. - Deixa tocar.
- Pode ser uma emerg�ncia. - Deixe que liguem depois.
Acabe com ele de uma vez por todas.
N�o se preocupe. Vou dar uma li��o nele.
Quero ir agora. N�o quero ficar nem mais um minuto aqui.
Como quiser.
Espere aqui.
Capit�o.
Me espere ali.
Eu te avisei.
Voc� queria ir com ele, n�o �?
- Por favor, larguem ele. - Cale a boca.
Sr. Prefeito, o Sr. Prades est� no telefone. O bilheteiro.
Ele disse que tem algo terr�vel acontecendo.
O Expresso? Deve ter acontecido algo nos trilhos.
Ei, voc�s! Larguem ele. Venham aqui. Vamos!
J� chega.
Jack, vamos imediatamente.
- Houve um acidente na esta��o. - N�o pode ser.
O Expresso chega em uma hora.
Ele quer que o senhor v� imediatamente. � caso de vida ou morte.
Me acompanhem.
Al�. N�o entendo nada que ele diz. Parece que est� b�bado.
Ele est� falando besteira. Toma. Tente entender o que ele fala.
Que diabos est� acontecendo?
N�o perca mais tempo. Ligue para a cidade e chame o ex�rcito.
Socorro!
Ele quer que mandemos o ex�rcito. Ouvi barulho de vidro quebrando.
Est� b�bado como um gamb�.
V� at� a esta��o e tome conta at� o Expresso chegar l�.
- Leve Beirao com voc�. - Certo.
Anda.
Al�, Prades. � o Prefeito. Est� me ouvindo?
N�o fa�a nada e fique calmo. Estou mandando um substituto. Est� ouvindo?
Por favor. Por favor, socorro!
Qual o problema?
- O que vamos fazer agora? - Lev�-la para o vilarejo.
N�o podemos deix�-la aqui.
- Vamos voltar l�? - Sim, ela precisa de um m�dico.
Tem certeza que � o caminho certo para a esta��o?
Sim. � um pouco esburacado, mas vamos chegar mais r�pido.
- Ouviu isso? - Parece uma tempestade.
- Est�o indo em dire��o ao vilarejo. - Precisamos avis�-los.
Vamos, beba um pouco.
- Temos que descobrir o que aconteceu. - D�-lhe um tempo. Est� muito assustada.
Acha que aconteceu algo com meu esposo?
N�o seja boba.
- Fale algo. Precisamos peg�-los! - Deixe a garota em paz!
N�o v� que ela n�o consegue falar?
J� disse para n�o ser intrometido.
Acha que me assusta sem seguran�as?
- Vou te mostrar... - Quietos.
V�o assust�-la com essa briga.
Est�o chegando.
- Quem? - Sr. Dacosta e meu marido.
Est� brincando comigo?
Acha que vou acreditar nessa hist�ria de Templ�rios?
Sr. Duncan, juro que os vi. Pergunte ao Dacosta. Est�o vindo aqui.
- Acredite nele. Temos que sair daqui. - Est�o malucos?
� verdade. Acredite.
Temos que fugir logo. Est�o muito perto. Temos um atalho pela floresta.
Amalia. Pegue sua filha.
- Ela est� dormindo. - N�o importa. Vista ela.
Partimos daqui a pouco!
Toma. Vista isso.
Al�.
Al�.
O que vai acontecer, Jack?
N�o sei.
Cuidado.
- Quem �? - Sou eu, senhor.
- O que foi? - O prefeito de Bouzano est� chamando.
- N�o quero liga��es a essa hora. - Ele disse que � grave.
Tifo de novo.
Al�?
Al�?
- N�o tem ningu�m na linha. - Ah, desculpe.
Estou tentando falar com o Comiss�rio de Soutarme.
Espero que ele atenda.
Al�? Sim, sou eu. O que foi, Duncan?
Claro. Acha que n�o sei quem foram os Templ�rios?
Mortos a cavalo?
Est� me ligando a uma da manh� para me dizer isso?
� verdade, Comiss�rio. Meus homens os viram.
Querem atacar o vilarejo como prometeram.
N�o vou tolerar brincadeiras a essa hora ou qualquer outra.
- Que diabos est� fazendo? - Nada, Comiss�rio. Aguardo instru��es.
- N�o, voc� n�o. - Me desculpe.
- O que disse? - Tem uma festa em Bouzano.
Est�o comemorando a queima. E est�o bebendo.
Est� b�bado, Prefeito Duncan? � isso que est� acontecendo.
Durma e aproveite as comemora��es.
Fico feliz em saber que as pessoas est�o se divertindo...
como recompensa pelos dias longos...
de trabalho duro...
para a prosperidade de nossa economia nacional.
Sem mais.
Al� ! Al�!
Ele acha que estamos brincando.
- Ningu�m vai nos ouvir hoje. - Temos que fugir o mais r�pido poss�vel.
A igreja.
Tem que ver isso.
O que est� pensando? Quer lutar contra eles?
Quer que nos matem sem que nos defendamos?
Estou com voc�, Capit�o. Mas s� dessa vez.
Deixe que a matan�a continue. Vou ficar aqui.
- Vamos. - Vou com voc�s.
- N�o vamos morrer sem lutar. - Para onde vamos fugir?
Est�o destruindo as casas. Nenhum lugar � seguro.
- Abandonem o vilarejo. - Estamos cercados. N�o podemos fugir.
O port�o. Precisamos liberar a passagem.
� o �nico jeito de escaparmos.
Juntem todos os paus, foices e rastelos que encontrarem.
Me sigam.
Estamos aqui.
Est�o loucos, completamente loucos.
N�o tem nenhuma chance.
Veja se sobraram alguns fogos de artif�cio.
R�pido!
Os fogos!
Sobraram esses. Podem ser �teis.
Juntem seu povo. Depressa!
Vamos.
Obrigado por tudo. Vamos mandar ajuda.
- Boa sorte. - Vamos.
- Espere! - Vamos, Duncan. Suba.
Depressa. Vamos.
Cuidado.
Aqui, Sr. Duncan. Corram!
- R�pido! - Moncha, depressa.
Para a igreja. A igreja. Vamos, r�pido.
- Qual o problema? Est� machucado? - S� um arranh�o.
As mulheres v�o para a sacristia e peguem toda a comida que encontrarem.
E os homens, peguem algo para quebrar os bancos e refor�ar as janelas.
Est� claro?
Sim, General. Me ajude.
Sr. Duncan. Est� machucado. Precisa de ajuda?
Me deixe em paz.
Venha.
Estamos cercados.
At� quando conseguimos continuar com isso?
Espero que um morador fuja e nos mande ajuda.
- Tem um kit de primeiros socorros aqui. - Guarde. Pode ser �til.
Tamb�m podemos usar essa garrafa de gasolina.
Temos que guardar para um caso grave.
Continuem procurando, por favor.
Al�m de vinho da missa, n�o sei o que mais podemos encontrar.
O que foi?
N�o me machuque.
- O que est� fazendo aqui? - Eles me tra�ram tamb�m.
- Deixem. � o guarda da abadia. - Me d� isso.
- Por que estava escondido? - D� para mim.
- � meu. - � por causa disso?
- N�o queria dividir. - Vamos racionar a comida.
N�o sabemos quando teremos ajuda.
- Cuidado! Est�o tentando entrar. - D� para a Moncha.
Pegue alguns pregos.
Depressa. N�o fique parado a�.
- Murdo, depressa. - Sim, j� vou.
Coloque aqui. Fique pronto.
Agora!
Feche!
Pregos.
As mulheres podem descansar. Vamos ficar cuidando.
Voc� e Duncan, subam ao campan�rio e vejam se est�o tentando entrar por l�.
Porque tenho que obedecer voc�?
Algu�m tem que liderar e acho que sou o mais qualificado.
Estou com voc�, Capit�o.
Tudo bem. N�o vou me opor. Boa sorte nos tirando dessa.
- Farei o poss�vel. - Vamos, Dacosta.
Veja daquele lado. Me fale se ver algo estranho.
Pode deixar.
Me espere l� em cima. Vou insistir. Vou ligar para o Comiss�rio de novo.
Excel�ncia?
� o Duncan. Me desculpe incomod�-lo novamente.
Tivemos que nos refugiar na igreja.
Que bom que foi para a igreja.
Um vilarejo que reza � um vilarejo que busca a salva��o.
- O qu�? - Nos mantenha em suas ora��es.
Por n�s que temos a responsabilidade e a press�o do poder.
- � isso. - Como quiser, Excel�ncia.
Chocolate quente �s 10:30, como sempre.
- Venha comigo. - Para onde?
Venha e feche a porta.
- O que voc� quer? - Quero te ajudar.
Foi a �nica que me defendeu.
Est� vendo? Tem um t�nel ali.
Mas a sa�da � fechada. Preciso da sua ajuda para tirar o entulho.
- E os outros? - Se formos todos, vamos chamar aten��o.
Sozinhos temos mais chances de nos salvar.
Vai deix�-los aqui?
Se quiser ir, tudo bem. Se quer morrer com eles, tudo bem.
- N�o estou ajudando ficando aqui. - Voc� vai ver. Vamos nos salvar.
Me ajude.
Pegue essa gaveta. N�o acorde ela.
Leve para o arm�rio.
Entre.
Pegue.
Charuto?
Obrigado.
At� quando vamos ouvir aquele idiota?
- At� que algu�m venha nos salvar. - Voc� acha?
- Voc� n�o? - Confio nas minhas pr�prias for�as.
Tem algum plano especial?
Venha.
Tenho que ficar vigiando daqui. O que est� tentando fazer?
Certo. Olha isso.
Sim. � o carro do Marlowe. Esqueceu que n�o podemos us�-lo?
Somos muitos.
Quer entrar com os Templ�rios nos rodeando?
Sabemos que eles t�m medo de fogo.
Se arrumarmos uma tocha, conseguimos chegar na estrada.
Talvez um ou dois, mas todos?
Exatamente. Ser� s� eu e voc�.
N�o est� dizendo para abandonarmos todos aqui.
- N�o temos escolha. - Vivian tamb�m?
Uma mulher seria um problema para nossa fuga.
- Al�m disso, ela j� me deixou. - V� sozinho, se conseguir.
N�o sou �gil. Est� doendo muito meu machucado.
N�o chegaria ao carro. Preciso que voc� leve a tocha.
N�o vou deixar a Vivian.
Voc� a deseja, n�o �?
Voc� acha que n�o sei. Um ano inteiro cuidando dela.
Amando em sil�ncio. Satisfazendo cada desejo dela.
O que ela te deu em troca?
Nunca vai te tratar como um ser humano.
Ela se apaixonou pelo primeiro cara que apareceu.
Fez bem em defend�-la. Sacrificar sua vida por ela.
Voc� s� quer v�-la dormindo com outro.
- Gosta de ser humilhado! - Desgra�ado.
V�! N�o vou te matar porque espero que fa�am isso l� embaixo.
Beirao, estava pensando como tudo isso � horr�vel.
Sim, Sr. Duncan.
Parece um pesadelo.
Mais para sua esposa e sua filha do que para n�s.
- Obrigado, Sr. Duncan. - Mas acho que h� uma possibilidade.
- Como? Me diga... - Quieto, Beirao.
Nossas vidas dependem desse segredo e a da sua filha tamb�m.
N�o se preocupe. Ningu�m vai descobrir.
Preciso da ajuda de um homem �gil disposto a correr riscos. Como voc�.
Faria tudo pela minha fam�lia.
- O que tenho que fazer? - Pegue o carro. Vamos usar na fuga.
- E os Templ�rios? - Precisamos assust�-los com fogo.
- Vou tentar... - Espere um pouco.
Primeiro vou entregar isso.
- Por que n�o est� no seu posto? - Estava dormindo.
Pode fazer um pouco de caf� para n�s?
Sim.
Como est�o as coisas l� em cima?
Tem barulhos estranhos vindo do telhado.
- Dacosta queria que voc� fosse ver. - Tudo bem. Fique aqui, vou l� ver.
Certo.
Acenda.
Isso vai mant�-los longe.
Vamos.
� por sua esposa e por sua filha!
Saia da frente.
- O que este louco est� fazendo? - Foi o Duncan quem o mandou.
- Ol�! - N�o acorde sua m�e.
Seu pai est� esperando.
Ele est� do outro lado da rua. Tem dois doces para te dar.
Quer ir?
Sim.
- Chame seu pai. - Papai!
Papai!
Papai!
N�o!
Sim.
Olhe aqui.
Deixaram a porta sem ningu�m. Vou l� ver.
O que vai fazer se isso tudo terminar bem?
Voc� me tratava melhor antes.
Est� planejando partir com seu capit�o?
N�o te importa.
Amalia.
Amalia.
Onde est� a menina?
N�o sei. Deve estar com meu marido.
Voc� viu a menina?
N�o, n�o vi.
- O que est� acontecendo l� fora? - Nada. � melhor n�o saber.
Papai!
Filha!
Mam�e.
- Estou aqui. Est� vendo? - N�o me deixe aqui.
Ela tem medo de atravessar a rua. Vou peg�-la.
Cuidado. Pode ser uma armadilha.
Mam�e, venha aqui.
- Me solta! - Se acalme!
Me solta! N�o vou deixar que matem minha filha!
Se acalme! Eu vou.
Jack, por favor.
Se acalme, Amalia.
- Est� com medo? - N�o.
- Por que n�o vem comigo? - N�o posso.
Quieta.
Deixem minha filha em paz. Venham me pegar!
Covardes.
Eu estou chamando voc�s.
Malditos! Assassinos!
Assassinos!
Mam�e!
Mam�e!
Corre!
Conseguimos.
Me ajude.
N�o tem ningu�m.
Podemos sair?
Podemos sair?
O que est� acontecendo?
Onde est� o guarda e a Moncha?
N�o est�o em lugar nenhum. Devem ter fugido.
O que significa que s� sobrou n�s tr�s.
E a menina.
Isso. E a menina.
- Ningu�m veio nos ajudar ainda. - Ainda est� esperando por isso?
Voc� n�o?
Logo vai amanhecer. Quanto tempo acha que demora para chegarem, Ferreira?
Ca�ar�o todos n�s. N�o adianta fazer nada.
- Voc� diz com tanta calma. - Estou conformado.
Estou acostumado a aceitar as coisas como s�o. Mas tudo tem uma recompensa.
N�o sei o que poderia ser a recompensa desse pesadelo.
Voc� n�o sabe? Bom, eu sei.
Quero realizar um dos meus maiores desejos.
O que pensa que est� fazendo?
Voc� sabe, meu bem. Voc� descobriu h� muito tempo.
Eu te dizia com meus olhos.
- Cale a boca! Eu te pro�bo... - Pro�be o qu�?
Daqui a pouco vamos morrer.
Pare com essa bobagem e vamos aproveitar os momentos finais.
- Me larga ou vou gritar. - � in�til.
Seu amigo n�o vai ouvir daqui.
Me larga.
Temos uma vantagem com a luz do dia.
S�o cegos, ent�o podemos tirar vantagem disso.
Tem coragem?
Tudo � melhor do que continuar esperando at� que nos matem.
Temos que andar com muito cuidado...
e evitar que nos vejam.
Mataram minha m�e.
Foram as caveiras.
- N�o, voc� estava sonhando. - N�o, eu vi.
Quer saber? Seus pais est�o te esperando ali.
- Quer ir v�-los? - Quero ver minha m�e.
Tudo bem. Vamos juntos. Eu, voc� e a Vivian.
� uma brincadeira muito legal.
Primeiro te coloco a venda. Tudo bem?
Quer brincar comigo? Mas n�o pode fazer barulho.
- Tem que andar bem devagar, pode ser? - Sim.
Certo.
Pronto.
Vamos.
- O que est� fazendo? - Sil�ncio.
Legenda ripada do DVD By. Kaufman
Sincronia da vers�o BRRip By. Tatuador
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