All language subtitles for El ataque de los muertos sin ojos(1973).BRRip.1080p

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Original subtitles

Em frente!

N�o parem!

Tragam mais lenha. Coloquem aqui.

Malditos! V�o morrer, bruxos do Diabo.

Agora pagar�o por todos os seus crimes. Assassinos!

Miser�veis!

Acham que podem nos destruir, mas somos imortais.

Vamos voltar das tumbas para nos vingar.

Ent�o n�o restar� pedra sobre pedra desse vilarejo.

Vamos queimar seus olhos, s� por precau��o.

Assassino!

Se conseguirem voltar, nunca encontrar�o esse vilarejo.

Queimem os olhos deles!

Queimem-nos!

Vamos voltar! Juro que voltaremos!

Que todos queimem! Assassinos!

"O RETORNO DOS MORTOS-VIVOS"

Vamos ver se conseguem voltar.

Vamos, arrume esse boneco. V� pegar lenha.

- R�pido. - Sim.

- Ei, olhe! - � o Murdo.

Parem com isso! Saiam daqui!

Deixem-no em paz!

Parem com isso! J� chega!

Saiam daqui seus baderneiros!

- Por que defende esse idiota. - � um pobre coitado.

- Vou te encontrar durante a festa. - N�o, n�o vai.

- Me espere na pra�a. - Quero ficar sozinho com voc�.

- J� disse que n�o. - � nossa �nica chance.

N�o venha! N�o vou abrir a porta.

Pessoal, venham aqui!

Jack Marlowe?

Voc� me contratou?

Exatamente. Sou o Duncan, o prefeito de Bouzano.

- Trouxe o material? - Sim. O caminh�o est� a caminho.

Dacosta, meu bra�o direito.

Vivian, minha noiva.

- Como vai, Capit�o? - Voc� o conhece?

Voc� me disse para eu pedir recomenda��es.

Eu era capit�o. Agora trabalho com fogos de artif�cio.

- Certo. Vamos beber alguma coisa. - Obrigado.

O que v�o beber?

- Um u�sque com soda para mim. - U�sque para todos.

Eu prefiro cerveja.

- O que est�o celebrando? - A Festa da Fogueira.

Estamos comemorando nossa vit�ria sobre os cavaleiros orientais...

no s�culo XIV.

At� hoje? Voc�s t�m boa mem�ria.

Foi a vit�ria contra os feiticeiros medievais.

Segundo a tradi��o...

na noite de hoje, os Cavaleiros Orientais devem sair de suas tumbas...

para destruir o vilarejo.

- Temos que celebrar com muito orgulho. - Vivian?

Disse que queria cerveja.

O Sr. Duncan disse u�sque para todos.

Precisamos que se apresse, Marlowe.

- N�o se preocupe. N�o me atrasarei. - Espero que sim.

Ouvi dizer que voc� � um bom profissional.

E esse contrato � importante para sua empresa.

N�o se preocupe. Ser� uma linda apresenta��o e ainda terei tempo...

para ver a festa.

A senhorita pediu cerveja.

Tudo que tem a fazer � se limitar a cumprir seu trabalho.

N�o esperava encontr�-la em um vilarejo como esse.

Tenho que pensar no meu futuro.

Est� economizando ou pensa em se casar com o prefeito?

Os dois.

Vejo que se tornou uma mulher pr�tica.

Pensei em algumas coisas, s� isso.

Uma nova Vivian? Burguesa? Respeit�vel?

Dona de muitas fazendas.

Algo assim.

Muito edificante.

Obrigada por n�o me entregar.

�s vezes coincid�ncias s�o ir�nicas. Como nos encontrar nesse vilarejo.

N�o foi coincid�ncia.

O que quer dizer?

- Eu inventei suas recomenda��es. - Por qu�?

Acho que tenho um pouco de culpa na sua situa��o atual.

N�s tivemos algo juntos. O resto � puro sentimentalismo.

Jack, est� dizendo que me esqueceu?

De tudo?

- N�o, s� tentei n�o pensar nisso. - Entendo.

Bebendo e fugindo da realidade.

Mas voc� conseguiu?

N�o importa mais.

Est� em um mundo diferente agora.

Um mundo burgu�s, completamente diferente do meu.

- E n�o precisou de ajuda. - Eu tinha que ver voc�.

Quero saber se fiz a escolha certa.

Certo. Existem duas possibilidades. Uma pior que a outra.

Dois imbecis esperando a dama decidir se fica ou vai.

- Vivian, acha que posso jogar esse jogo? - Voc� mudou muito.

Em outros tempos teria lutado.

Defenderia o que � seu.

- N�o � meu. - Ainda �.

E saberia disso se sentisse por mim o que sinto por voc�.

N�o se assustem, sou o guarda.

Viemos conhecer as ru�nas e decidimos descansar um pouco.

Entendo.

S�o jovens.

N�o sabem onde est�o.

S� veem a superf�cie das coisas.

- Tem algo mais profundo para ver aqui? - Sim.

Os mortos.

Eles est�o tranquilos. N�o incomodam ningu�m.

Tranquilos? Voc� acha? Tranquilos.

Perderam os olhos em torturas terr�veis, mas esta noite...

- O que vai acontecer esta noite? - Eles v�o voltar.

Eles prometeram.

N�o se lembra da lenda?

Claro que lembramos. � uma est�ria para assustar crian�as.

Voc� n�o acredita. Ningu�m acredita na est�ria.

Mas esta noite, eles v�o voltar.

Esse homem � louco.

Esta era a Abadia de Bouzano.

Os Templ�rios trouxeram o segredo da vida eterna do Oriente...

e faziam sacrif�cios para �s for�as supremas do Inferno.

Isso � horr�vel.

- Hoje o destino se cumprir�. - Estamos atrasados. Vamos.

- Por que n�o vem dan�ar um pouco? - Sim.

Eu vou. Com os vencedores.

Os que v�o mandar em Bouzano.

Esque�a essa est�ria e arrume uma namorada.

J� tenho uma.

Acenda aqueles do fundo.

Tem que ser sacrificada...

assim como as mulheres sacrificadas pelos Templ�rios...

assim eles podem viver de novo.

� necess�rio.

- Est� tudo tranquilo. - Aonde est� indo?

Vou dan�ar com minha esposa.

Suba e me diga se algo acontecer.

Certo, se � o que deseja.

Ora, ora, Capit�o. Achei que j� tinha ido.

N�o queria perder a festa.

Pegue uma bebida e divirta-se. Voc� merece. Toma.

N�o, obrigado. Prefiro dan�ar.

- Se me permite. - � um prazer.

O que faremos, Duncan?

Deixe-o dan�ar hoje, mas � melhor que ele esteja longe amanh�.

Voc� vai voltar para o seu trabalho?

Pode vir comigo.

Quer que eu deixe o Duncan?

N�o posso te pedir nada.

Sabe que n�o tem garantias comigo. Ser� quase uma aventura.

Eu gosto de riscos e aventuras.

Bravo!

Sou o Murdo.

Lembram de mim?

Sou amigo de voc�s.

Malditos! Me tra�ram.

Quem �?

N�o disse para n�o vir?

- Ainda est� aqui? - Tive que trazer �gua para amanh�.

- Certo. - Tamb�m tinha coisas para fazer.

- Muitas. - N�o entre.

Vamos, n�o fique nervosa.

- Me deixe em paz. - Por que, meu amor?

Se meu pai descobrir...

- Se algu�m nos ver... - Seu pai est� se divertindo na festa.

- � o que voc� acha. - Vamos, querida. Vamos.

- N�o. No meu quarto n�o. - N�o seja boba. Vamos.

Esque�a seu pai.

A n�s!

Ao nosso futuro!

- � o seu pai? - N�o, ele tem chave.

- Um vizinho? - Todos est�o na festa.

� outro cara?

- Se esconda. Ningu�m pode ver voc�. - Vamos, vamos!

Quem �?

Quem �?

- O que foi? - A janela.

N�o! N�o abra!

N�o!

- � melhor sairmos logo. - Por qu�? Est� com medo?

Teremos problemas.

Eu j� te disse, vamos partir assim que terminarmos de beber este u�sque.

Assim n�o, por favor. Beba com calma.

Temos todo o tempo do mundo.

Bilheteiro!

Sr. bilheteiro!

O que vestiu naquele cavalo, Moncha?

Que maluquice.

� um cavalo morto.

- Os Templ�rios ressuscitaram! - Volte para casa e durma.

Beber al�m da conta na festa n�o � grave.

N�o acredita? Bom, voc� vai ver.

Vamos, linda. Vamos!

Santo Deus!

Al�?

Al�!

- Poder�amos estar dan�ando agora. - Mas ordens s�o ordens.

Atenda, pelo amor de Deus!

- Espere. - O qu�?

- O telefone est� tocando. - Deixa tocar.

- Pode ser uma emerg�ncia. - Deixe que liguem depois.

Acabe com ele de uma vez por todas.

N�o se preocupe. Vou dar uma li��o nele.

Quero ir agora. N�o quero ficar nem mais um minuto aqui.

Como quiser.

Espere aqui.

Capit�o.

Me espere ali.

Eu te avisei.

Voc� queria ir com ele, n�o �?

- Por favor, larguem ele. - Cale a boca.

Sr. Prefeito, o Sr. Prades est� no telefone. O bilheteiro.

Ele disse que tem algo terr�vel acontecendo.

O Expresso? Deve ter acontecido algo nos trilhos.

Ei, voc�s! Larguem ele. Venham aqui. Vamos!

J� chega.

Jack, vamos imediatamente.

- Houve um acidente na esta��o. - N�o pode ser.

O Expresso chega em uma hora.

Ele quer que o senhor v� imediatamente. � caso de vida ou morte.

Me acompanhem.

Al�. N�o entendo nada que ele diz. Parece que est� b�bado.

Ele est� falando besteira. Toma. Tente entender o que ele fala.

Que diabos est� acontecendo?

N�o perca mais tempo. Ligue para a cidade e chame o ex�rcito.

Socorro!

Ele quer que mandemos o ex�rcito. Ouvi barulho de vidro quebrando.

Est� b�bado como um gamb�.

V� at� a esta��o e tome conta at� o Expresso chegar l�.

- Leve Beirao com voc�. - Certo.

Anda.

Al�, Prades. � o Prefeito. Est� me ouvindo?

N�o fa�a nada e fique calmo. Estou mandando um substituto. Est� ouvindo?

Por favor. Por favor, socorro!

Qual o problema?

- O que vamos fazer agora? - Lev�-la para o vilarejo.

N�o podemos deix�-la aqui.

- Vamos voltar l�? - Sim, ela precisa de um m�dico.

Tem certeza que � o caminho certo para a esta��o?

Sim. � um pouco esburacado, mas vamos chegar mais r�pido.

- Ouviu isso? - Parece uma tempestade.

- Est�o indo em dire��o ao vilarejo. - Precisamos avis�-los.

Vamos, beba um pouco.

- Temos que descobrir o que aconteceu. - D�-lhe um tempo. Est� muito assustada.

Acha que aconteceu algo com meu esposo?

N�o seja boba.

- Fale algo. Precisamos peg�-los! - Deixe a garota em paz!

N�o v� que ela n�o consegue falar?

J� disse para n�o ser intrometido.

Acha que me assusta sem seguran�as?

- Vou te mostrar... - Quietos.

V�o assust�-la com essa briga.

Est�o chegando.

- Quem? - Sr. Dacosta e meu marido.

Est� brincando comigo?

Acha que vou acreditar nessa hist�ria de Templ�rios?

Sr. Duncan, juro que os vi. Pergunte ao Dacosta. Est�o vindo aqui.

- Acredite nele. Temos que sair daqui. - Est�o malucos?

� verdade. Acredite.

Temos que fugir logo. Est�o muito perto. Temos um atalho pela floresta.

Amalia. Pegue sua filha.

- Ela est� dormindo. - N�o importa. Vista ela.

Partimos daqui a pouco!

Toma. Vista isso.

Al�.

Al�.

O que vai acontecer, Jack?

N�o sei.

Cuidado.

- Quem �? - Sou eu, senhor.

- O que foi? - O prefeito de Bouzano est� chamando.

- N�o quero liga��es a essa hora. - Ele disse que � grave.

Tifo de novo.

Al�?

Al�?

- N�o tem ningu�m na linha. - Ah, desculpe.

Estou tentando falar com o Comiss�rio de Soutarme.

Espero que ele atenda.

Al�? Sim, sou eu. O que foi, Duncan?

Claro. Acha que n�o sei quem foram os Templ�rios?

Mortos a cavalo?

Est� me ligando a uma da manh� para me dizer isso?

� verdade, Comiss�rio. Meus homens os viram.

Querem atacar o vilarejo como prometeram.

N�o vou tolerar brincadeiras a essa hora ou qualquer outra.

- Que diabos est� fazendo? - Nada, Comiss�rio. Aguardo instru��es.

- N�o, voc� n�o. - Me desculpe.

- O que disse? - Tem uma festa em Bouzano.

Est�o comemorando a queima. E est�o bebendo.

Est� b�bado, Prefeito Duncan? � isso que est� acontecendo.

Durma e aproveite as comemora��es.

Fico feliz em saber que as pessoas est�o se divertindo...

como recompensa pelos dias longos...

de trabalho duro...

para a prosperidade de nossa economia nacional.

Sem mais.

Al� ! Al�!

Ele acha que estamos brincando.

- Ningu�m vai nos ouvir hoje. - Temos que fugir o mais r�pido poss�vel.

A igreja.

Tem que ver isso.

O que est� pensando? Quer lutar contra eles?

Quer que nos matem sem que nos defendamos?

Estou com voc�, Capit�o. Mas s� dessa vez.

Deixe que a matan�a continue. Vou ficar aqui.

- Vamos. - Vou com voc�s.

- N�o vamos morrer sem lutar. - Para onde vamos fugir?

Est�o destruindo as casas. Nenhum lugar � seguro.

- Abandonem o vilarejo. - Estamos cercados. N�o podemos fugir.

O port�o. Precisamos liberar a passagem.

� o �nico jeito de escaparmos.

Juntem todos os paus, foices e rastelos que encontrarem.

Me sigam.

Estamos aqui.

Est�o loucos, completamente loucos.

N�o tem nenhuma chance.

Veja se sobraram alguns fogos de artif�cio.

R�pido!

Os fogos!

Sobraram esses. Podem ser �teis.

Juntem seu povo. Depressa!

Vamos.

Obrigado por tudo. Vamos mandar ajuda.

- Boa sorte. - Vamos.

- Espere! - Vamos, Duncan. Suba.

Depressa. Vamos.

Cuidado.

Aqui, Sr. Duncan. Corram!

- R�pido! - Moncha, depressa.

Para a igreja. A igreja. Vamos, r�pido.

- Qual o problema? Est� machucado? - S� um arranh�o.

As mulheres v�o para a sacristia e peguem toda a comida que encontrarem.

E os homens, peguem algo para quebrar os bancos e refor�ar as janelas.

Est� claro?

Sim, General. Me ajude.

Sr. Duncan. Est� machucado. Precisa de ajuda?

Me deixe em paz.

Venha.

Estamos cercados.

At� quando conseguimos continuar com isso?

Espero que um morador fuja e nos mande ajuda.

- Tem um kit de primeiros socorros aqui. - Guarde. Pode ser �til.

Tamb�m podemos usar essa garrafa de gasolina.

Temos que guardar para um caso grave.

Continuem procurando, por favor.

Al�m de vinho da missa, n�o sei o que mais podemos encontrar.

O que foi?

N�o me machuque.

- O que est� fazendo aqui? - Eles me tra�ram tamb�m.

- Deixem. � o guarda da abadia. - Me d� isso.

- Por que estava escondido? - D� para mim.

- � meu. - � por causa disso?

- N�o queria dividir. - Vamos racionar a comida.

N�o sabemos quando teremos ajuda.

- Cuidado! Est�o tentando entrar. - D� para a Moncha.

Pegue alguns pregos.

Depressa. N�o fique parado a�.

- Murdo, depressa. - Sim, j� vou.

Coloque aqui. Fique pronto.

Agora!

Feche!

Pregos.

As mulheres podem descansar. Vamos ficar cuidando.

Voc� e Duncan, subam ao campan�rio e vejam se est�o tentando entrar por l�.

Porque tenho que obedecer voc�?

Algu�m tem que liderar e acho que sou o mais qualificado.

Estou com voc�, Capit�o.

Tudo bem. N�o vou me opor. Boa sorte nos tirando dessa.

- Farei o poss�vel. - Vamos, Dacosta.

Veja daquele lado. Me fale se ver algo estranho.

Pode deixar.

Me espere l� em cima. Vou insistir. Vou ligar para o Comiss�rio de novo.

Excel�ncia?

� o Duncan. Me desculpe incomod�-lo novamente.

Tivemos que nos refugiar na igreja.

Que bom que foi para a igreja.

Um vilarejo que reza � um vilarejo que busca a salva��o.

- O qu�? - Nos mantenha em suas ora��es.

Por n�s que temos a responsabilidade e a press�o do poder.

- � isso. - Como quiser, Excel�ncia.

Chocolate quente �s 10:30, como sempre.

- Venha comigo. - Para onde?

Venha e feche a porta.

- O que voc� quer? - Quero te ajudar.

Foi a �nica que me defendeu.

Est� vendo? Tem um t�nel ali.

Mas a sa�da � fechada. Preciso da sua ajuda para tirar o entulho.

- E os outros? - Se formos todos, vamos chamar aten��o.

Sozinhos temos mais chances de nos salvar.

Vai deix�-los aqui?

Se quiser ir, tudo bem. Se quer morrer com eles, tudo bem.

- N�o estou ajudando ficando aqui. - Voc� vai ver. Vamos nos salvar.

Me ajude.

Pegue essa gaveta. N�o acorde ela.

Leve para o arm�rio.

Entre.

Pegue.

Charuto?

Obrigado.

At� quando vamos ouvir aquele idiota?

- At� que algu�m venha nos salvar. - Voc� acha?

- Voc� n�o? - Confio nas minhas pr�prias for�as.

Tem algum plano especial?

Venha.

Tenho que ficar vigiando daqui. O que est� tentando fazer?

Certo. Olha isso.

Sim. � o carro do Marlowe. Esqueceu que n�o podemos us�-lo?

Somos muitos.

Quer entrar com os Templ�rios nos rodeando?

Sabemos que eles t�m medo de fogo.

Se arrumarmos uma tocha, conseguimos chegar na estrada.

Talvez um ou dois, mas todos?

Exatamente. Ser� s� eu e voc�.

N�o est� dizendo para abandonarmos todos aqui.

- N�o temos escolha. - Vivian tamb�m?

Uma mulher seria um problema para nossa fuga.

- Al�m disso, ela j� me deixou. - V� sozinho, se conseguir.

N�o sou �gil. Est� doendo muito meu machucado.

N�o chegaria ao carro. Preciso que voc� leve a tocha.

N�o vou deixar a Vivian.

Voc� a deseja, n�o �?

Voc� acha que n�o sei. Um ano inteiro cuidando dela.

Amando em sil�ncio. Satisfazendo cada desejo dela.

O que ela te deu em troca?

Nunca vai te tratar como um ser humano.

Ela se apaixonou pelo primeiro cara que apareceu.

Fez bem em defend�-la. Sacrificar sua vida por ela.

Voc� s� quer v�-la dormindo com outro.

- Gosta de ser humilhado! - Desgra�ado.

V�! N�o vou te matar porque espero que fa�am isso l� embaixo.

Beirao, estava pensando como tudo isso � horr�vel.

Sim, Sr. Duncan.

Parece um pesadelo.

Mais para sua esposa e sua filha do que para n�s.

- Obrigado, Sr. Duncan. - Mas acho que h� uma possibilidade.

- Como? Me diga... - Quieto, Beirao.

Nossas vidas dependem desse segredo e a da sua filha tamb�m.

N�o se preocupe. Ningu�m vai descobrir.

Preciso da ajuda de um homem �gil disposto a correr riscos. Como voc�.

Faria tudo pela minha fam�lia.

- O que tenho que fazer? - Pegue o carro. Vamos usar na fuga.

- E os Templ�rios? - Precisamos assust�-los com fogo.

- Vou tentar... - Espere um pouco.

Primeiro vou entregar isso.

- Por que n�o est� no seu posto? - Estava dormindo.

Pode fazer um pouco de caf� para n�s?

Sim.

Como est�o as coisas l� em cima?

Tem barulhos estranhos vindo do telhado.

- Dacosta queria que voc� fosse ver. - Tudo bem. Fique aqui, vou l� ver.

Certo.

Acenda.

Isso vai mant�-los longe.

Vamos.

� por sua esposa e por sua filha!

Saia da frente.

- O que este louco est� fazendo? - Foi o Duncan quem o mandou.

- Ol�! - N�o acorde sua m�e.

Seu pai est� esperando.

Ele est� do outro lado da rua. Tem dois doces para te dar.

Quer ir?

Sim.

- Chame seu pai. - Papai!

Papai!

Papai!

N�o!

Sim.

Olhe aqui.

Deixaram a porta sem ningu�m. Vou l� ver.

O que vai fazer se isso tudo terminar bem?

Voc� me tratava melhor antes.

Est� planejando partir com seu capit�o?

N�o te importa.

Amalia.

Amalia.

Onde est� a menina?

N�o sei. Deve estar com meu marido.

Voc� viu a menina?

N�o, n�o vi.

- O que est� acontecendo l� fora? - Nada. � melhor n�o saber.

Papai!

Filha!

Mam�e.

- Estou aqui. Est� vendo? - N�o me deixe aqui.

Ela tem medo de atravessar a rua. Vou peg�-la.

Cuidado. Pode ser uma armadilha.

Mam�e, venha aqui.

- Me solta! - Se acalme!

Me solta! N�o vou deixar que matem minha filha!

Se acalme! Eu vou.

Jack, por favor.

Se acalme, Amalia.

- Est� com medo? - N�o.

- Por que n�o vem comigo? - N�o posso.

Quieta.

Deixem minha filha em paz. Venham me pegar!

Covardes.

Eu estou chamando voc�s.

Malditos! Assassinos!

Assassinos!

Mam�e!

Mam�e!

Corre!

Conseguimos.

Me ajude.

N�o tem ningu�m.

Podemos sair?

Podemos sair?

O que est� acontecendo?

Onde est� o guarda e a Moncha?

N�o est�o em lugar nenhum. Devem ter fugido.

O que significa que s� sobrou n�s tr�s.

E a menina.

Isso. E a menina.

- Ningu�m veio nos ajudar ainda. - Ainda est� esperando por isso?

Voc� n�o?

Logo vai amanhecer. Quanto tempo acha que demora para chegarem, Ferreira?

Ca�ar�o todos n�s. N�o adianta fazer nada.

- Voc� diz com tanta calma. - Estou conformado.

Estou acostumado a aceitar as coisas como s�o. Mas tudo tem uma recompensa.

N�o sei o que poderia ser a recompensa desse pesadelo.

Voc� n�o sabe? Bom, eu sei.

Quero realizar um dos meus maiores desejos.

O que pensa que est� fazendo?

Voc� sabe, meu bem. Voc� descobriu h� muito tempo.

Eu te dizia com meus olhos.

- Cale a boca! Eu te pro�bo... - Pro�be o qu�?

Daqui a pouco vamos morrer.

Pare com essa bobagem e vamos aproveitar os momentos finais.

- Me larga ou vou gritar. - � in�til.

Seu amigo n�o vai ouvir daqui.

Me larga.

Temos uma vantagem com a luz do dia.

S�o cegos, ent�o podemos tirar vantagem disso.

Tem coragem?

Tudo � melhor do que continuar esperando at� que nos matem.

Temos que andar com muito cuidado...

e evitar que nos vejam.

Mataram minha m�e.

Foram as caveiras.

- N�o, voc� estava sonhando. - N�o, eu vi.

Quer saber? Seus pais est�o te esperando ali.

- Quer ir v�-los? - Quero ver minha m�e.

Tudo bem. Vamos juntos. Eu, voc� e a Vivian.

� uma brincadeira muito legal.

Primeiro te coloco a venda. Tudo bem?

Quer brincar comigo? Mas n�o pode fazer barulho.

- Tem que andar bem devagar, pode ser? - Sim.

Certo.

Pronto.

Vamos.

- O que est� fazendo? - Sil�ncio.

Legenda ripada do DVD By. Kaufman

Sincronia da vers�o BRRip By. Tatuador

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