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Original subtitles

UMA S�RIE ORIGINAL NETFLIX

Preciso dela na minha vida.

O que vou fazer sem ela? �...

Seja um homem.

� o universo a dizer que n�o deve ser comprometido.

Uma vez, vivi com uma mi�da.

Ela queria casar.

E achei que era obrigado a isso, porque vivia em casa dela, o que era bom.

Um dia, ao entrar em casa, apanhou-me a tra�-la com a prima,

decide terminar tudo e mudar de casa, porque aquele s�tio dava azar.

Quem foi o sortudo que ficou com um apartamento brutal?

Com gin�sio no edif�cio e uma panela de press�o program�vel?

Tem de ver o lado positivo da coisa.

Mas ela �...

Bom dia.

Taystee? Podes ajudar-me?

LIBERDADE ANTECIPADA

- Taystee? - Merda.

N�o me ouviste a chamar por ti?

O qu�?

H� mensagens para mim?

- Anotaste as... - Ligaram do gabinete da Linda.

�timo. Liga-lhe de volta.

Ela quer reunir contigo.

Uma reuni�o?

Presencial? Deve ser s�rio. Disse qual era o assunto?

N�o.

Estou a fazer tudo o que mandaram.

J� assinei tanta coisa que o meu nome at� fica mal escrito.

O Hopper falou-lhe dos programas. Nem me conseguiu encarar.

Quando � a reuni�o? Preciso de me preparar.

Taystee? Est�s bem?

Sim, desculpa, tenho muito em que pensar.

Pois.

� na quinta-feira.

Obrigada.

Porque p�s corretor na assinatura?

Esqueceu-se do nome dela?

GESTOR DE PROCESSO

Tenho camisas mais velhas do que esta diretora.

A parte burocr�tica est� resolvida,

mas precisamos da morada de onde vai ficar quando sair.

Tem uma morada?

N�o.

J� falou com a sua fam�lia, pelo menos?

N�o, ainda n�o tive tempo.

Olhe para mim.

Tem de ter onde ficar. O alojamento transit�rio est� lotado.

Desculpe.

N�o me pe�a desculpa. D�-me uma morada.

Est� bem.

- Puseste gotas oculares no mijo? - Eu sei.

Sabes mesmo?

Sabes a tua sorte por teres ido para os NA?

Podias ter voltado para aqui.

E se for o meu desejo subconsciente?

N�o.

Acho que precisava de sentir algo. Foi est�pido e pe�o desculpa.

Porque n�o passas tempo com algu�m que n�o seja o teu irm�o?

E a Neri?

Ela est� zangada comigo.

O Cal teve de prometer que ser�amos escravos dela,

ou ser�amos postos na rua.

E as mi�das no trabalho?

Acho que sabem que comi o bolo delas.

E eu a pensar que era inconsequente.

Somos id�nticas como duas gotas de �gua num lago.

- Quero estar no teu lago. - Eu sei. Eu tamb�m.

Nem sequer estamos no mesmo jardim.

Pipes, precisas do consolo de outras gotas de �gua?

O qu�?

N�o.

�s a minha gota de �gua e o meu lago. Porque perguntas isso?

Escuta.

� �bvio que precisas de algo mais na tua vida.

Algu�m que n�o esteja atr�s deste vidro.

Algu�m que te possa tocar. Isso � legal e faz-nos sentir bem.

N�o quero saber os pormenores, mas...

- N�o achas que podia ajudar? - � perigoso.

Muito perigoso.

E o que est�s a fazer n�o �?

Nada vai substituir esta cona de ouro. Sei disso.

Mas tamb�m sei que te sentes restringida por estas regras

e n�o quero que fiques ressentida com a nossa rela��o por te prender.

A nossa rela��o n�o me deixa ressentida.

Piper, daqui, � tudo o que posso fazer por ti.

Deixa-me faz�-lo.

Isto � rid�culo.

Al�m disso, nem tenho tido apetite sexual.

Faltam tr�s anos para ser libertada. Pensa nisso.

Desejo muito estar contigo, mas n�o quero que voltes a ser presa.

Meu Deus, ela j� sabe subir escadas?

Est� a passar t�o depressa.

- Esta semana, j� aprendeu palavras novas? - Sim.

Disse-te que ela era sobredotada.

- Dizes-me quais s�o as palavras? - "Sim".

A nova palavra � "sim".

- E "pato". - "Sim" e "pato"?

Ela refere-se a pato como "qu�-qu�".

E imita o pato a grasnar.

Mas diz algo parecido a "c�-c�".

� um g�nio.

Tenho algo para te contar.

Ando a sair com algu�m.

Combin�mos n�o falar sobre isto.

Mas, desta vez, � diferente.

- H� quanto tempo? - Um m�s. Foi o Sergio que nos apresentou.

- N�o quero saber. - Tenho de ser sincero contigo.

Deixa a Pepa fora da tua vida amorosa. Um m�s � pouco tempo.

E n�o quero que ela se afei�oe a uma tipa qualquer

que vais largar daqui a um m�s.

Mas porque anda o Sergio a apresentar-te a outras? Ele � meu primo.

Eu e a Pepa vamos viver com ela.

Nem pensar!

N�o deixas a Pepa vir, porque n�o queres que veja a m�e na pris�o,

mas pode ver-te a foder com uma paixoneta?

- N�o permito que o fa�as. - N�o � uma paixoneta.

� uma rela��o s�ria e tu n�o mandas em n�s.

- Claro que mando. Sou a m�e da Pepa. - Mas est�s na pris�o.

Deixa a Pepa fora disto.

Posso estar na pris�o, mas eu conhe�o-te.

E sei que essa paixoneta n�o vai durar.

J� te vi apaixonado. Por mim.

E essa rela��o n�o tem nada de semelhante. Resume-se a sexo.

Adoro a Guess.

Adoro usar artigos da Guess. Fazem-me sentir sensual e rica.

Para.

Princesa, devias andar sempre vestida com o melhor.

Tenho de tirar isto. C�us.

O Orlando borrava-se todo se soubesse que fiz sexo neste vestido.

Merda.

Ele est� na Europa, sei l� onde.

Agora, a patroa �s tu.

- Meu Deus. - Agora, � teu.

Ainda bem que tenho uma pistola de etiquetas.

N�o tenho dinheiro. Nem um evento elegante onde o usar.

Talvez haja solu��o para isso.

Temos imensos artigos da True Religion. Tens de inovar.

S�o um ter�o do pre�o.

- T�m a ferradura ao contr�rio? - N�o te preocupes.

Dizes que � um novo design.

T�m uma etiqueta com a marca.

N�o v�o sentir a diferen�a quando as vestirem.

A �nica diferen�a ser� o dinheiro a encher-te os bolsos,

quando as venderes pelo pre�o total.

Poder�s ir a discotecas

e restaurantes finos.

Dar nas vistas com esse corpo.

O que achas?

Merda.

� o teu namorado?

- Volto daqui a 20 minutos. - Eu espero.

Por ti, Princesa, espero sempre.

- Queres ir almo�ar fora amanh�? - Estamos a fazer isso.

N�o, gostava de ir a um restaurante com servi�o de mesa.

Gosto de almo�ar aqui.

Para de enfardar. Queres parecer um balofo no ringue?

Vou fazer uma pausa.

Quando ias contar-me?

Ainda tenho dores de cabe�a. E estou a ter sucesso no trabalho.

Recrutei 30 novos membros para o Pro Access.

Mais 30 e promovem-me a gerente-adjunto.

O Sergio ligou. Ontem � noite, o Luis foi preso por vender hero�na.

A s�rio? Como � que isso aconteceu?

T�m prendido toda a gente. O Big Leo, o George e o Chickie Jr.

V�o ser condenados.

Ainda bem que sa�mos disso.

Nunca sentes saudades?

Estamos juntos. Em seguran�a e n�o passamos fome. Estou grato.

Estou t�o grata por estar mais um dia

neste centro comercial de merda a comer sandes de queijo e fiambre.

D� tempo ao tempo.

Com o sal�rio de adjunto e o que ganhas como gerente, ganharemos bem

e poderemos almo�ar no Panda Express.

Mal posso esperar.

Pronto.

Tens raz�o. Este gabinete � mais tristonho do que a DGV.

Contrata m�o-de-obra barata e derruba aquela parede

para teres espa�o para respirar. Afinal, �s a diretora.

O SEF manda em tudo por aqui. Sou s� a testa de ferro que preenche pap�is.

Trouxe-te algo para te animar.

Podes ser boa

e podes recompensar-te por seres boa.

O que queres?

Podemos falar sem uma secret�ria a separar-nos?

Dou-te o tempo que me levar a comer este chocolate.

Tenho de implorar a burocratas mesquinhos que autorizem a visita de im�s.

Deviam ter um carimbo especial a dizer "que se fodam os bate-testas",

para poderem carimbar tudo o que contenha a palavra "mu�ulmano".

- Esta manh�, fui ao m�dico. - E?

Disse-me que os meus "nadadores" s�o poucos e andam adormecidos.

Nunca te tinha ouvido a rir.

� angustiante.

O que v�o fazer para acordar esses tipos?

V�o deitar-me caf� em cima da pila.

- A s�rio? - N�o!

Tenho de fazer uma opera��o aos tomates.

Desde que a seiva continue a jorrar pelo pau, for�a nisso.

N�o, � que...

...fiquei a pensar nisso.

Os teus �vulos est�o velhos e os meus espermatozoides est�o cansados.

Talvez dev�ssemos apenas apreciar a companhia um do outro.

Nem pensar, raios.

H� meses que ando a espetar agulhas no cu.

Vais fazer a opera��o aos tomates.

Que tipo de heran�a vou deixar � crian�a?

Mais cabelo nas orelhas do que na cabe�a?

O nosso filho ser� 100 % como eu. Os meus genes n�o s�o recessivos.

Acho que a ci�ncia n�o funciona assim.

Est� bem. Pode ser um por cento como tu. H� certas partes de ti que me agradam.

Sim?

- Quais? - Os teus olhos de cachorrinho.

Est� bem, Fig. Convenceste-me.

Vais fazer a opera��o.

Ningu�m me vai estra�alhar os tomates.

Todos os dias, me cortam os tomates. V�s-me a baixar os bra�os?

N�o se fala mais em cortar tomates.

A s�rio?

Onde est� o resto do chocolate?

Entre, por favor. Pe�o desculpa por estar a comer durante a reuni�o.

O professor de Gyrotonic atrasou-se esta manh�.

Arruinou a minha agenda. Sente-se, por favor.

Suponho que j� saiba dos programas.

Quais programas?

Os programas de forma��o e motivacionais para as reclusas.

Nem vale a pena falar nisso.

Quanto � que me v�o custar?

Nada. Os facilitadores s�o volunt�rios.

- �timo! - Sim.

Mencione-os na sua entrevista no Notici�rio do Channel 3.

Mas, � frente da c�mara, diga que s�o excelentes.

Diga algo do g�nero:

"Temos cursos interessantes e motivadores para todas as nossas reclusas."

Qual entrevista?

N�o leu o comunicado de imprensa desta manh�?

Vamos converter a Psiquiatria

em alojamento para mais reclusas.

Eu sei. � entusiasmante, n�o �?

E como vamos lidar

com reclusas psicologicamente inst�veis na Ala Geral?

Estavam na Psiquiatria por um motivo.

Falei com hospitais federais

e t�m lugar para as nossas pacientes mais exigentes.

As restantes podem ser medicadas.

H� muita procura por l�tio. Dev�amos fazer provis�es.

Os medicamentos devem ser adequados ao paciente.

Tamb�m podem tomar clorpromazina ou flufenazina.

Devia ler o manual de aprova��o da PolyCon.

Tem a lista dos medicamentos em que temos desconto.

S� os imbecis pagam os medicamentos na totalidade, n�o acha?

Ainda bem que temos desconto. Aqui tem os pontos de discuss�o.

N�o sei se sou a pessoa certa para isto.

Nunca dei uma entrevista antes.

Vai ser fant�stica! � o novo rosto �tnico da Seguran�a M�xima de Litchfield.

A c�mara vai ador�-la.

Use esse penteado. � maravilhoso.

Esta ser� uma semana importante.

Vamos escrever cartas �s pessoas que...

Vou escrever ao Raleigh Peck, do liceu. Jogava como quarterback.

Quero o Eckhart Tolle.

Vou escrever ao Tolle.

O calend�rio dele, O Poder do Agora, � o que me anima nos momentos tristes,

por isso, n�o o podes escolher.

Senhoras. Deixem-me clarificar isto.

V�o redigir um pedido de desculpas

a algu�m que tenha sido v�tima de algo que fizeram no passado.

E se n�o houver v�timas?

Sim. Tamb�m estou inocente.

N�o tem de ser a v�tima dos crimes pelos quais foram condenadas.

Refere-se aos crimes em que n�o fomos apanhadas?

Deixem o crime fora disto.

E pensem no trauma que podem ter causado a algu�m,

intencionalmente ou n�o.

Vamos fazer um exerc�cio de visualiza��o.

Fechem os olhos.

Vamos l�. Fechem os olhos. Sim?

Imaginem que est�o num elevador com outra pessoa,

mas que n�o lhe conseguem ver a cara,

porque ela est� a olhar para o telem�vel.

Que falta de educa��o.

Mal-educada �s tu por interromperes.

O elevador vai subir.

S�timo andar. Oitavo andar.

Nono andar.

De repente, o elevador treme e fica bloqueado.

Viram-se para a outra pessoa para pedir ajuda

e percebem que � algu�m a quem fizeram algo horr�vel.

Quem � essa pessoa

com quem n�o gostariam de ficar presas num elevador?

Vou escrever � namorada do Raleigh Peck.

Eu vou pelas escadas.

A v�tima sou eu. Onde est� a minha carta?

A minha m�e fugiu e n�o me escreveu. O meu pai tamb�m n�o e � um idiota.

Fui condenada pelo motim. O meu namorado vai viver com uma cabra.

Devia escrever uma carta a mim pr�pria.

"Querida eu pr�pria, lamento que todos na tua vida sejam uma merda."

Procurem no vosso interior.

Muito bem, vamos. Podem come�ar.

Tentem.

Hayes, qual � o problema? Vamos conversar.

Est�s no meu elevador imagin�rio.

A minha carta � dirigida a ti.

N�o mataste os teus filhos?

Sim, mas eles... n�o sabem ler.

Princesa, quando vais deixar aquele tipo?

Quando vais deixar a tua mulher?

Quando deixares o teu, deixo a minha.

� complicado.

Pass�mos por muito juntos. Ele tirou-me de casa do meu pai.

Ama-lo?

Amo-te a ti.

�s divertido.

E sabes conversar.

Ele n�o � assim.

Tens de me dar tempo para agir corretamente.

Devo-lhe isso.

Maria?

H� uma senhora a agir de forma estranha. N�o sei o que fazer.

O qu�?

�s alguma tarada? Sai daqui.

Preciso de falar com o gerente.

Sou a gerente. Saia antes que chame a Pol�cia.

Sou pol�cia.

Est� presa por contrabandear produtos contrafeitos.

Voc�s? Os jeans que vos vendi no outro dia ficavam-vos t�o bem.

Porque eram jeans originais da True Religion.

Vieram diretamente da f�brica de Los Angeles.

Acho que vieram da China. Os produtos contrafeitos cheiram a bolor,

porque os fabricantes os ensacam antes de secarem por completo.

Voc�s tornam o meu trabalho demasiado f�cil. Mexe-te.

Quem � que vai fechar a loja?

- Obrigado por me deixar entrar. - Em situa��es normais, n�o faria isto,

mas o chefe da guarda fechou-se na sala de pausa a chorar,

por isso, posso fazer o que quiser.

N�o entre aqui a n�o ser que queira morrer.

Credo! Morreu algo aqui dentro.

- Outra ratazana na parede? - N�o, � a minha alma.

Sentes-te bem? Sa�ste a meio da aula.

N�o vale a pena ir, se n�o tenciono terminar o programa.

Para a semana, saio daqui.

Parab�ns! Fant�stico, Hayes.

Volta para a aula.

Faremos um plano que possas continuar no exterior.

Vou ser libertada, porque tra� a minha melhor amiga.

Carta nenhuma pode remediar isso.

N�o acreditas nisso.

Inscreveste-te em justi�a restaurativa.

Foi uma escolha tua.

N�o me quero tornar numa...

...velhota maluca e malcheirosa que adora baratas e que guarda lixo.

Mas, agora, entendo. Este � o meu castigo.

N�o sei o que � isto, mas cumpriste a tua pena.

Podes deixar isto para tr�s.

Podes construir a vida que quiseres l� fora.

N�o mere�o ser libertada.

Volta para a aula.

Esfor�a-te por ser a pessoa que o merece.

H� coisas que n�o t�m solu��o.

Mas deves focar-te nas que t�m.

Por falar em solu��es, veja se arranja a sanita.

N�o funciona h� v�rios dias.

Sai desta cela.

O ar fresco d�-te uma nova vis�o das coisas e alguma sanidade.

Vemo-nos na aula.

Um dia, um benfeitor vai iniciar um programa de reciclagem

e eu estarei preparada.

Vou enriquecer.

Ol�. Tens informa��o importante?

Nada de jeito at� agora.

Ent�o, o que fazes no p�tio?

Tenho de resolver um assunto primeiro.

Sim? Isso � mais importante do que o nosso projeto?

A Cindy vai ser libertada antecipadamente.

Mentiu no testemunho, traiu-me e vai sair em liberdade.

- Foda-se. - Pois.

Ela est� ali a comer Cheetos e a esfregar a sua alegria na tua cara.

- Que desrespeito brutal. - Eu sei.

Como vamos castig�-la?

"Vamos"? Sabes que n�o tenho dinheiro.

N�o. Eu assumo os custos.

As delatoras espalham doen�as. Ao menor descuido, temos uma epidemia.

Estamos juntas em pris�o perp�tua, at� me pagares para morrer.

Sabes que mais?

Posso pedir � Adeola para lhe ensinar sobre gravidade.

N�o quero que a atirem de uma varanda.

Vamos tram�-la com uma faca artesanal?

Aumentamos-lhe a pena.

N�o quero continuar ver a cara dela por aqui.

Isso incomoda-te? Est�s a planear suicidar-te em breve.

Merda.

Pod�amos esquartej�-la e dar-lhe um rosto � Picasso.

Devia tratar deste assunto sozinha.

Ol�, sou o Jason. Sou toxicodependente.

Ol�, Jason.

Faz hoje dez anos que tomei as �ltimas 15 doses de oxicodona.

Consegui-o, porque voc�s repetiram

uma afirma��o at� acreditar nela.

"Volta, porque tu mereces."

No in�cio, achava-o t�o lamechas.

Mas voltei, uma e outra vez,

porque me disseram repetidamente para voltar.

J� tens apetite sexual?

Um dia, assimilei o sentido da afirma��o. Eu mere�o.

N�O ME PRESSIONES

Nunca me permiti pensar isso,

porque os meus pais n�o me autorizavam.

Ser um excelente nadador n�o chegava. Tinha de ser perfeito.

N�o podia estar com os meus amigos nem namorar.

N�o podia ver televis�o nem jogar videojogos.

Havia tantas regras.

At� as pausas para ir � casa de banho eram cronometradas.

Quando o meu pai chegou a casa, ap�s uma opera��o ao joelho,

tomei um dos comprimidos dele. Foi uma forma de me rebelar.

Coloquei o pedido para um im� na sua secret�ria.

Est� � sua frente.

Espero que o devolva assinado amanh� de manh�!

- � uma m� altura? - Sim!

Trouxe-lhe isto.

Nunca consegui resistir a um presente.

Porque achas que gosto de plantas?

As plantas s�o mais felizes se tiverem a companhia de outra planta.

Mesmo que se odeiem, o �dio f�-las viver mais tempo.

Estiveste a falar com o Joe.

Adora atribuir sentimentos humanos a montes de folhas e galhos.

De que precisam os dois alegres cavaleiros andantes?

Ele disse que voc� tinha mais jeito para lidar com a Linda do que ele.

E sei que soube lidar com ela no passado.

Fui t�o bem-sucedida que agora estou aqui.

O que anda essa merdosa calculista a tramar?

Vai encerrar a Psiquiatria.

Claro que vai. C�us.

Para valorizar as a��es da PolyCon.

� perigoso p�r reclusas da Psiquiatria na Ala Geral.

Precisam de cuidados especiais.

Estive a pesquisar. Tenho aqui os c�lculos...

Poupa a tua energia. � tarde demais para isso.

Tens de decidir se vais aceitar isso ou fingir que sim, pelo menos.

At� podia fingir com a Linda, mas ela quer que eu fale com a imprensa.

Escolheu-te como escudo humano.

Tenho de lhe dar m�rito. Ela conseguiu superar-se.

N�o tenho jeito para mentir. A imprensa vai comer-me viva.

N�o vai, n�o.

Porque vou ensinar-te algo. Chama-se dar a volta e desviar.

Parece um movimento de dan�a.

Sim, � uma dan�a.

Quando avan�am com uma pergunta, tu desvias-te

e respondes � pergunta que gostavas que tivessem feito. Percebeste?

Gostava de dizer que sim, para n�o a desapontar,

mas n�o percebi.

Finge que �s o entrevistador e pergunta-me se gostei do teu presente.

Gosta da planta que lhe dei?

Excelente pergunta.

Mas se gosto ou n�o de suculentas � irrelevante.

O que interessa � se as suculentas trazem alegria a toda a gente.

Preciso que se certifique de que as plantas

trazem alegria ao maior n�mero de pessoas poss�vel.

Tome.

Fico t�o feliz por voc� estar a fazer isto.

Tem muito jeito para isto.

"Pe�o desculpa, pl�tanos de Vermont...

...por desperdi�ar a vossa do�ura pegajosa...

...e a vossa vida...

...para afogar um homem.

Lamento muito...

...e estou-vos grata."

Algumas pessoas merecem morrer.

Certo.

N�o sei se o pedido de desculpas devia ser dirigido aos pl�tanos,

mas foste sincera.

Como penit�ncia, como panquecas n�o ado�adas.

Muito bem.

Ruiz, � a tua vez.

"Vai-te foder, Yadriel.

N�o permito que v�s viver com uma gald�ria e que leves a minha beb�."

Espera.

� "gald�ria", n�o �? Hesitei em usar essa palavra.

N�o devemos insultar as outras.

Tens de retirar isso, gald�ria.

Usa "puta". � mais forte e d�-lhe um tom �tnico.

N�o foi por isso que te interrompi.

A tua carta n�o � dirigida a uma v�tima.

N�o fiz nenhuma v�tima, lembra-se?

Vendi roupa contrafeita a algumas cabras.

Queriam roupa com o nome da marca e foi o que tiveram.

Quem � a v�tima neste caso?

- A Gucci? - A Gucci que se foda.

A v�tima sou eu e dirigi a carta a algu�m que me fez mal.

O trabalho n�o era esse.

Ela pediu desculpa �s �rvores.

Pelo menos, pediu desculpa.

Aconselho-te a tentar de novo.

Ningu�m lhe perguntou nada, revista cor de rosa.

Lamento o atraso.

A carta demorou mais tempo a escrever do que previa.

Ainda bem que voltaste.

Queres partilhar?

Posso contar com a vossa discri��o?

Claro. N�o �, meninas?

O que acontece em Vegas, fica em Vegas.

Isso acaba sempre por ir parar ao Instagram.

Vou guardar os teus segredos como no Clube de Combate.

Fiz muitas v�timas,

mas, neste momento, n�o posso compensar algumas delas,

por isso, decidi come�ar por algu�m que desejo ver assim que sair.

"Querida m�e, lamento muito.

Acho que nunca te pedi desculpa,

mas se ganhasses um d�lar por cada vez que o devia ter feito,

agora, terias uma fortuna como os tipos da Amazon e do Facebook.

Antes de mais,

desculpa por teres de criar a minha filha como se fosse tua.

Lamento especialmente se ela for parecida comigo.

Tamb�m pe�o desculpa por ter tentado afast�-la de ti.

Geneticamente falando, sou m�e dela,

mas tu �s a sua m�e verdadeira.

�s tu que a tens acompanhado

todos os dias, quer ela goste ou n�o.

Preparas-lhe ovos com bacon,

d�s-lhe abra�os que a sufocam entre os teus seios quando est� doente

e sabes escolher o sabor de sumo gelado que a far� sorrir.

Tu e a Monica iriam sofrer muito se a verdade viesse ao de cima,

por isso, � a �ltima vez

que menciono que sou a m�e biol�gica dela.

Ser� o meu primeiro passo para me tornar a pessoa

que terias orgulho em chamar filha.

Espero que possamos viver juntas quando sair...

...para vos poder compensar.

Com amor, a tua filha Cindy."

Fant�stico.

Tens de posicionar a garra por cima do corpo e n�o da cabe�a.

Como vais apanhar um peluche dessa forma? Usa o teu senso comum.

- Sim? - Atendeste!

Para de me ligar.

Quero pedir-te desculpa.

Deixa-me tentar faz�-lo.

Fiquei gananciosa e fiz escolhas erradas. Sei disso.

- T�nhamos deixado essa vida. - Eu sei.

Eu estraguei a nossa vida.

Desejava muito estar agora contigo na �rea de restaura��o

a comer uma sandes, entendes?

N�o consigo fazer isto. N�o me voltes a ligar.

Yadriel, espera. Estou gr�vida.

Yadriel, est�s a�?

Quando � que isso aconteceu?

N�o sei...

...mas foste o �nico com quem tive sexo.

Yadriel? Est�s a�?

Yadriel.

Vou ser pai.

Sim.

Sim, vais.

� de folha dupla.

Sim, vais.

Sente-se.

Excelente.

Como correu o teu dia?

O Niall est� a impedir o Adam de ir para a cama com a Kendall.

Porque est�s a ver "bifes" em biqu�ni que votaram a favor do Brexit?

- Eles n�o votaram. - Foi por isso que o Brexit ganhou.

Mas t�m abdominais definidos.

Tens de parar.

Est�s a ficar com o c�rebro em papa. Conta-me como foi o teu dia.

N�o, os corpos sensuais e reluzentes fazem-me esquecer essa mis�ria.

- ...tens de guardar os trunfos... - N�o consigo.

Estou um pouco fora de mim.

Hoje, houve grandes avan�os na aula de Justi�a Restaurativa.

N�o quero ouvir tretas sobre as tuas Mentes Perigosas,

enquanto eu fa�o do mundo um lugar pior,

numa vers�o de terror de Um Pr�ncipe em Nova Iorque.

Pelo menos, um equilibra o outro.

N�o queres ser bonzinho e ir fazer o jantar?

Comprei-te um presente no mercado.

Espero que n�o seja outra suculenta.

"Apesar de se odiarem, podem viver para sempre."

Ver Love Island ensinou-me algo:

dois � harmonia, tr�s � orgia.

ERVILHAS

Espero que planeies us�-las

para fazer uma carbonara aparentemente pobre em gl�cidos.

N�o s�o para comer.

S�o para os meus tomates.

Joe, n�o fico excitada com inova��es perversas.

Tamb�m n�o s�o para isso.

O m�dico disse que tenho de p�r gelo nos tomates depois da opera��o.

N�o tencionavas manter os teus tomates longe disso?

Durante a aula sobre a qual n�o queres ouvir falar...

...percebi que talvez tenha algo positivo

a oferecer � pr�xima gera��o.

Fico feliz, mas n�o quero ouvir falar do teu dia.

A consulta � para a semana.

O m�dico disse que logo estaria curado e a praticar ioga, se fosse o caso.

- Sim. - Mas preciso de boleia.

Espera.

C�us. Porque � que aquelas mulheres n�o precisam de ir ao m�dico?

...o Alex sofreu ferimentos muito graves.

Mas os m�dicos sabem que nada d�i como...

� importante frisar

que as reclusas com problemas mentais complexos

ficar�o nas m�os competentes de bons hospitais psiqui�tricos federais

e as reclusas com problemas mentais sem gravidade

ter�o oportunidade de ser integradas na Ala Geral e, futuramente, na sociedade.

Est� a defender os direitos delas.

Sim, � o que tento fazer.

Tento ajudar estas mulheres a recuperar o seu sentido de dignidade.

� muito importante que n�o se vejam apenas como reclusas.

S�o m�es, filhas, irm�s e amigas de algu�m.

E as pessoas t�m interesse em saber o que lhes vai acontecer.

Como ser� o seu plano de integra��o?

Muito bem.

Ainda bem que fala nisso.

Porque n�o se trata de planos hipot�ticos para o futuro,

mas de planos que est�o a ser executados neste momento.

E gostaria de lhe falar

dos programas de reabilita��o que pusemos em pr�tica.

Est� comprovado que estes programas d�o �s reclusas

melhores hip�teses de sucesso no exterior.

V�o integrar as reclusas da Psiquiatria nesses programas?

Devia haver programas concebidos para as suas necessidades espec�ficas.

Que tipo de programas?

Ainda estamos a analisar essa quest�o

e a discutir quais s�o as possibilidades.

Estou certa de que arranjar� uma solu��o fant�stica.

J� que ter� 2,5 milh�es de d�lares para gastar por ano.

� um n�mero muito espec�fico.

Sim, � o que a PolyCon vai poupar por fechar a Ala Psiqui�trica.

Certo. Claro.

N�o � o que a PolyCon tem feito com o dinheiro?

Sim.

Vamos investi-lo na pris�o

e vai servir para instaurar

uma pan�plia de cursos motivacionais de que todas as reclusas podem usufruir.

Vamos desenvolver novos programas

e contratar mais guardas aptos para lidar com afe��es neurol�gicas.

Uma reclusa da Pris�o Federal de Litchfield est� a tentar contact�-la.

Aceito. Tudo bem?

Ol�, mi�da! Esperava que fosses tu a atender.

Como vai a escola?

- Tens feito os trabalhos de casa? - Claro, amiga.

J� me tratas por "amiga"?

Est� bem, amiga...

- Quem �? - � ela.

- O Sr. Viktora ainda d� aulas? - D�-me isso.

Casou com uma princesa de �frica quando esteve no CES, sabias?

O Sr. Viktora morreu no ano passado. Com E. coli ou algo assim.

- Ou de velhice. N�o sei. - D�-me o telefone.

Um segundo.

Est� bem. Ainda gostas de matem�tica?

Desde quando te interessas por isso?

Desde agora. A escola � importante.

Que seca. Tenho v�deos da GloZell para ver. Adeus, amiga.

Espera. E Hotel Doce Hotel: As Aventuras de Zack e Cody?

Ela deixou de ver isso h� algum tempo.

Ol�, m�e.

Tens tempo para me ouvir ler uma coisa?

Estava de sa�da. Podes l�-lo para a semana?

Estarei menos ocupada.

Para a semana, saio em liberdade.

Lamento tudo o que te fiz passar, m�e.

Sei que tenho de melhorar muito para voltares a confiar em mim...

...mas posso ficar a morar com voc�s?

Se quiseres morar aqui, tens de cumprir algumas regras.

A Monica est� numa fase sens�vel da vida

e n�o quero que sejas o Furac�o Cindy, como � habitual.

Claro, m�e.

Vou seguir todas as regras que quiseres.

- Desta vez, n�o vou ser compreensiva. - Entendido.

Estou a tentar mudar, m�e.

Quero que tenhas orgulho de mim.

Vamos ver como correm as coisas.

Como fazemos para te ir buscar?

Vamos! Isso!

N�o me fa�as rir!

� lenta como um caracol.

� um milagre n�o termos sido apanhadas.

Hoje, tentei algo novo.

Isso � meu? Quer ser como eu, mas de forma doentia?

N�o. V� s�. Toca...

Tem abdominais. Parab�ns. Ponha isso onde o encontrou.

Quem me dera ter abdominais.

Entrava numa competi��o em biqu�ni e ganhava o dinheiro do pr�mio.

S�o carregadores. Assim, consigo transportar mais.

Impressionante.

Ajudas-me a tir�-lo?

N�o consigo...

Vem de que parte do Texas?

Isso? N�o...

Em mi�da, quando estudei os Povos Nativos Americanos,

aprendi que "texas", usada pelos Hasinai, significa "Ol�, amigo".

Fiquei a gostar da palavra.

E que tal "aloha"?

� a tua vez.

Consigo vestir o meu pr�prio corpete.

Os carregadores dificultam bastante. Ser� mais r�pido se te ajudar.

Pelo menos, a minha tatuagem n�o � um chav�o.

V�-se foder. � a minha estrela da sorte.

Claro que sim.

J� est�.

Como um bombista suicida.

Tenho de ir.

Adeus.

O que � t�o importante para teres de dizer cara a cara?

Quero ler-te uma carta.

Sabes como � dif�cil encontrar algu�m sem pr�-aviso

para cuidar da Pepa?

Da pr�xima vez, envia um e-mail.

Isto n�o � f�cil para mim, entendes? Deixa-me l�-la antes que mude de ideias.

"Quero pedir desculpa por muitas coisas.

Lamento n�o ter confiado na tua forma de criar a Pepa.

�s tu que est�s com ela todos os dias.

Foste a nossa t�bua de salva��o, quando deitei tudo a perder.

Fiz muitas escolhas erradas nos �ltimos anos,

mas fiz a escolha certa ao escolher-te para pai da Pepa.

Entendo que tenhas de continuar com a tua vida.

Tenho estado a impedir-te.

O que quero dizer � que

quero o teu bem, porque isso beneficia a Pepa."

Obrigado.

Ainda n�o acabei.

Confio em ti para cuidares dela no exterior.

Confia em mim para cuidar dela enquanto estou aqui.

Quero que a tragas. Ela devia saber onde est� a m�e.

N�o quero que ela pense que estar na pris�o � aceit�vel.

Acredita em mim, se a trouxeres,

posso mostrar-lhe que n�o � aceit�vel.

Ela vai perguntar por mim.

� melhor estarmos preparados.

Est� bem.

Mas se ela come�ar a ir por maus caminhos, deixamos de vir.

Tomamos essas decis�es juntos.

Posso fazer isso.

E mais uma coisa.

Quero conhecer a mulher com quem a Pepa passa o tempo.

Qual � o nome dela?

Chama-se Maria.

Est�s a gozar comigo?

Vai-te foder, covarde de merda.

Quem � que foi expulso da ilha?

O Litvack recusou o meu pedido para um Im� e f�-lo por e-mail.

Covarde de merda.

Ele diz e passo a citar: "N�o quero que as mulheres se re�nam

e falem em l�nguas estrangeiras."

Tornam aquilo o maior pesadelo poss�vel

para que elas pe�am para ser deportadas.

Sou s� uma roda dentada numa m�quina de merda.

Talvez esteja na altura de dares um passo atr�s.

Podes reavaliar o que queres.

Sou muito mais feliz desde que algu�m muito s�bio

me disse que podia ter mais impacto a trabalhar fora do sistema.

Refere-te a mim como sensual e n�o como s�bia.

Ao contr�rio de ti, n�o quero ter impacto.

Agora, cala-te para poder ver o epis�dio 38.

Est� na hora!

Muito bem. Vamos acordar os soldados!

Publicaste algo sobre a minha cirurgia no Facebook?

Ainda continuo a ser casada no Facebook, por isso, n�o.

E n�o acedo ao site desde que os russos assumiram o poder.

Estou a receber mensagens de apoio.

Com licen�a.

� estranho.

FODA-SE. S�O S� MENTIRAS.

Eis o que se passou.

H� uns anos, quando trabalhava numa pris�o,

fui assediada pelo meu superior, o diretor,

e depois, fui despedida.

SMITH - LAMENTO. BROWN - FARTA DISTO.

LUSCHEK - ELE MASTURBA-SE NO GABINETE. VALORIZO AS MULHERES.

Sra. Caputo, tem de ficar aqui.

Nunca usaria o teu nome.

- Um segundo. Espera. - N�o estejas a empatar! Vamos!

Quanto mais depressa fizeres isto, mais depressa voltamos � a��o.

Trata bem a enfermeira simp�tica.

Hayes, est�s pronta?

Foi interessante viver contigo.

Vais deixar aqui as tuas coisas?

Sim. N�o quero levar nada que me recorde este lugar.

E o que vou fazer com essa tralha?

Boa sorte. Espero n�o te voltar a ver.

Espere. Pode dar-me um minuto?

Queres passar mais tempo na pris�o? Est�s � vontade.

"Atira o corpo ao ch�o."

� segredo, como os presentes de Natal, jogos de escondidas,

receitas de souffl�s e as latrinas. N�o podes ver.

Vou sentir a tua falta, Suzanne.

Tamb�m vou sentir a tua falta.

Espera.

- Porque vou sentir a tua falta? - Vou-me embora. Vou sair em liberdade.

N�o.

N�o.

N�o podes ir.

Ainda n�o acabei.

"Cancelar" escreve-se com "c" ou com "s"? Diz-se "afetar" ou "afectar"?

S�o muitas perguntas e tu e a Taystee t�m de fazer as pazes!

N�o podes...

Obrigada.

Obrigada por tentares sempre melhorar as coisas.

Tenho muito para aprender contigo.

Vou escrever-te cartas.

E vou ligar-te para ver como andas.

"Ver"?

Mas n�o vou conseguir ver o que andas a fazer.

Porque se trata de um telefone.

Envias-me fotos de ti a divertires-te?

A andar de bicicleta ou... Costumas andar de bicicleta?

Sim.

A patinar quando est� frio.

A andar de patins quando est� calor. Atividades sobre rodas.

Excluindo andar de trotineta.

O meu pai diz que os adultos a andar de trotineta parecem idiotas.

Eu acho-os engra�ados, mas isso � segredo.

- Soube que a Cindy saiu hoje. - Eu sei.

N�o te incomoda que ela saia daqui depois do que fez?

Devias ter-me deixado partir-lhe a cara quando havia hip�tese.

Pensei nisso.

Mas estou certa de que a vida dela

ser� exatamente o que ela merece l� fora.

LILLIAN HAYES - M�E MONICA HAYES - IRM�

Porque a vida faz-nos este tipo de testes.

QUERIDA MONICA,

DEVIAS SABER A VERDADE SOBRE

Podemos tomar a atitude certa

ou tomar a atitude que sabemos estar errada.

A TUA M�E VERDADEIRA.

E quando fazemos escolhas erradas,

viver com os nossos erros pode tornar-se o nosso castigo.

Porque � certo e sabido

que os segredos do passado voltam para nos assombrar.

Cindy!

OL�, AMIGA!

Sayonara, cabr�es!

Agora, vejo-vos pelas costas.

� isso mesmo!

A s�rio, Cindy? Tens de usar essa linguagem?

Minha querida.

Ol�, amiga.

D�-me um abra�o, Monica. Olha para ti, amiga.

Cresceste tanto.

� o que estou a pensar?

Cola com sumo de laranja.

Cola com sumo de laranja! Obrigada, m�e!

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