All language subtitles for Django 2 Il Grande Ritorno

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Original subtitles

Joatex Software

Legendas: Jo�o Ahrens Teixeira

Senhor!

Senhor!

O gringo chegou!

Faz 20 anos que o espero.

Vinte longos anos.

Vai enfrentar um duelo com ele, Sr?

Pode estar certo.

At� � morte?

At� � morte!

Est�o velhos, homem!

Tequila de merda!

N�o devo beber quando me convidam.

Olha como me deixou.

Mas, sempre foste o rev�lver mais r�pido do oeste.

Porque querias que te matasse?

Para me liberar dos homens.

Detesto a agonia.

E tu...

Tamb�m vieste aqui para deixares a pele.

Noutra altura n�o falhavas.

� melhor morrer,

nas m�os de um rival

que pelo valor de um imbecil que te atira pelas costas.

� nosso a n�o ser, sempre vigiando as costas.

Sinto-me como um velho b�falo.

Assustado, suado e cercado de chacais.

acabaram-se os velhos tempos de duelos.

O velho Oeste n�o voltar�.

Wyatt Earp.

Butch Cassidy.

Onde est�o?

S�o s� p�, como o resto de outros.

O que aconteceu com o rapaz da metralhadora?

Ah, j�...

dix-me como...

se chamava... Como se chamava?

Era o melhor de todos n�s.

Espera... Como se chamava?

N�o me lembro!

Um nome ind�gena, curioso.

Quase ningu�m tem um como ele.

Granada explosiva!

Testando... 30 graus sobre 30.

Altura dois.

Fogo!

Quinto teste.

Django!

O homem da metralhadora era...

Django!

DJANGO ATACA DE NOVO

Lembra-se de mim?

Como me encontraste?

Disseram-me que tinha entrado no mosteiro.

Mas agora estou muito doente.

E tenho uma filha.

Marisol. Ainda � uma menina.

O mundo a� fora � pior que quando o deixou.

Queria que cuidasse dela quando eu j� c� n�o estiver.

N�o posso deixar o mosteiro.

tomaste os votos?

N�o. Mas n�o quero que voltem a obrigar-me a atirar.

Django morreu.

Agora s� sou o padre Ign�cio.

E se Marisol...

fosse sua filha.

Pense.

Mas n�o resta muito tempo.

Adeus.

� muito tarde.

Onde est� a senhora?

Morreu faz tr�s dias.

Melhor que fosse assim.

E sua filha? Marisol.

Onde est�?

O navio a levou, rio acima.

Quem a levou?

Aonde?

Que navio?

O Diabo! O navio do diabo, padre!

�gua!

Revistou-o?

Sim alteza.

N�o estava armado.

A que convento pertence?

A S�o Domingo.

N�o sabe que me chamam...

O Diabo.

O que fazia por aqui? porque me espionava?

Levaste umas mo�as de S�o Vicente.

Quero que me as devolva.

� arrogante. E insolente, frade.

E porque as quer?

Interessa-te alguma em particular?

Talvez...

Um amor secreto?

Inconfess�vel.

As encontro muito atrativas. Vejamos.

Qual � a sua amiga?

Esta?

� esta, verdade?

Esta � a sua amiga.

Como se chama?

Sabe quanto me pagam por algu�m assim no bordel da Villahermosa?

Quanto me oferece?

Frade!

calma, padre.

Tranq�ilo.

Aonde nos levam?

Ningu�m sabe.

O Diabo leva os homens fortes. E �s mulheres mais belas.

Mas ningu�m volta.

Vamos!

Venham, levantem-se!

Movam-se!

Esse a�!

E esse outro!

Este tamb�m!

Ainda est� vivo! Covardes!

Esse homem est� vivo!

Voc� matou-o!

Maldito seja para sempre!

Essa!

Detesto as maldi��es.

Se voltar a falar,

tocar� �s outras.

Bom lugar para expiar os pecados, irm�o.

N�o � o inferno.

Mas se parece.

Se parece muito!

Est� quebrado.

aben�oe-me pai!

Por favor, deixa-o. Um morto basta por hoje.

Ei voc�!

Atirem-no ao rio!

E o que faz aqui sendo Ingl�s?

Escoc�s! Se n�o se importar.

Escoc�s!

Era entom�logo na Universidade do Edimburgo.

Vim para o M�xico com uma expedi��o cient�fica

e fui raptado pelo Orlowsky.

Durante dois anos teve-me no seu navio.

Esse louco queria que lhe encontrasse a borboleta negra.

Imagine uma maldita borboleta que n�o existe!

Como procurar um unic�rnio.

Naturalmente n�o consegui encontr�-la,

e condenou-me a trabalhos for�ados neste sujo lugar pestilento.

Faz quase um ano.

Alguma vez fugiu algu�m?

O �nico modo de sair...

deste lugar...

� morto.

Orlowsky � h�ngaro.

Veio aqui para M�xico com Maximiliano da �ustria.

Mas quando Juarez se libertou daquele grotesco imperador,

Orlowsky e os seus mercen�rios encontraram-se sem trabalho.

Sem outra coisa em seu poder e como posse de sua expedi��o mexicana de um canh�o.

Durante um tempo viveram da pirataria.

N�o fale Ingl�s!

Se quer viver economiza o f�lego!

Ent�o um dia,

Orlowsky ouviu falar desta mina abandonada.

Abandonada porque ningu�m queria trabalhar aqui.

E ele que � um homem muito inteligente,

resolveu o problema capturando os camponeses,

e fazendo-os seus escravos.

Agora j� sabe tudo.

Eu tenho a certeza...

de que agora Orlowsky est� bebendo champagne,

e trespassando suas pobres borboletas. Maldito!

imaginei cem maneiras distintas de fazer esse bastardo pagar.

Inclusive sonhei em poder fabricar eu a sua idolatrada borboleta negra

usando os pigmentos negros de outras borboletas.

Podia faz�-lo!

Depois a colocava nas areias movedi�as para que ao tentar ca��-la

se afundasse nos infernos!

Estou sonhando de novo.

Este lugar torna-me louco.

Mas n�o me est� a escutar!

O que pensa, amigo?

Naquela panela.

Pergunto-me se est� coberta.

N�o te parece um pouco cedo para tentar escapar?

Tenho fome. N�o ficou nada?

O que est� procurando?

A panela.

Desapareceu!

Acredito que isto bastar�.

Empurre-me com for�a e corra para o seu barrac�o.

Aconte�a o que acontecer n�o pare!

Continue correndo. Entendido?

Sim, claro. Est� decidido a seguir com isto?

Ou tem alguma recomenda��o ali em cima ou est� completamente louco.

Voltarei. Por si e pelos outros. Prometo isso.

Voltar aqui? Deve estar louco.

Vou libert�-los!

Conta com isso.

Como se chama?

J� saber�!

O alarme!

D�-me aqui uma ajuda.

Paco!

Fique aqui! N�o se mova!

Venha aqui, pequena!

Dar-lhe-ei o que gosta!

Por favor! deixem-me em paz!

N�o basta terem matado o meu marido?

Porcos!

� uma pobre vi�va!

J� basta!

Voc�! Voc� a�!

Disse algo?

Disse que j� basta!

Pronunciou as suas �ltimas palavras!

E escolheste o lugar certo para faz�-lo.

Um pobre homem n�o pode ficar quieto nem sequer cinco minutos.

Precisa de um pouco de �leo.

H� muito trabalho a fazer.

Fant�stico! � realmente muito bom.

O �ltimo modelo da Winchester.

Compro.

Quantas me pode vender?

Duas caixas. N�o posso tirar mais. dariam conta.

Eu fico com elas.

Um carro f�nebre

Com uma metralhadora.

Como � poss�vel? Que diabos est� ele a dizer?

Viu aquela cabe�a no navio?

� a de meu pai.

Mataram-no como a um c�o porque queria defender a minha irm�.

Dolores.

Durante sete luas segui o navio.

Esperando uma oportunidade para matar o Diabo.

Finalmente consegui v�-lo.

Tinha-o.

Mas o meu fuzil falhou.

perdi inclusive a canoa.

Como disse que se chama a arma?

Metralhadora.

Metralhadora.

Um dia conseguirei matar o diabo e sepultarei a cabe�a de meu pai.

E voc�?

porque o segue?

levou algu�m que queria?

A quem?

aonde?

Algumas mo�as, de S�o Vicente.

Escuta, essas mo�as desembarcaram-nas.

dirigem-se a Villahermosa.

Tenho a certeza, Eu vi com meus pr�prios olhos.

- Est�vamos esperando. - Sim, eu sei, e gostava de...

Ol�, um prazer v�-la.

O prazer � meu, senador.

- Espero ter outra aula de prazer. - Tenho algo especial para si.

A s�rio?

- Novas senhoritas. - Bem!

Uma brincadeira de p�ssimo gosto.

Tirem toda essa porcaria!

Ei, cara de porco!

N�o foi boa ideia trazer aqui este caix�o!

Eu n�o os trago.

Fa�o-os!

Onde est�o as mo�as de S�o Vicente?

Que mo�as? Quem �?

Esta � uma casa respeit�vel! Aqui n�o h� mo�as!

- Sim, h� sim! - Cale se, venha c�!

Est�o la em cima!

� a minha irm�!

V� para � metralhadora!

E se algu�m fizer um s� gesto...

Atira sem pensar duas vezes.

sigam-me, voltam para casa.

Onde est� a Marisol?

Excel�ncia!

Excel�ncia!

Olhe!

Tenho um presente para si!

� uma aut�ntica condessa!

N�o tem que recear, querida!

Agora est�o sob minha prote��o.

N�o me toque porco!

Bem-vinda a bordo.

� raro encontrar sangue azul por estes lugares.

Eu n�o bebo com bandidos.

Pecado, quieta.

Temo que �... algo primitiva.

Perdoe-me excel�ncia.

Quis dizer as mo�as de S�o Vicente?

S�o as mesmas que o frade queria.

Se n�o estivesse absolutamente certo de que est� prisioneiro na mina,

deveria levar � conclus�o l�gica de que o frade e esse coveiro

s�o a mesma pessoa, alteza.

Voc� conhecia aquele frade!

Quem o enviou?

Fala!

Bem. Quem �?

Eu nunca o tinha visto.

Minha m�e antes de morrer disse que um frade devia cuidar de mim.

Seu pai!

Quem � seu pai?

N�o cheguei a conhec�-lo.

Minha m�e dizia que era um gringo muito importante.

Seu nome.

Diga-me o nome!

Django.

Django!

Django, sim. Era o nome escrito na coroa do caix�o que explodiu.

Django morreu h� muitos anos!

Vi o seu t�mulo. Com meus pr�prios olhos!

Basta!

Seja quem for, quero que o encontre e o mate.

Quero esse maldito carro f�nebre e os que est�o nele ou perto dele!

V�-se embora com as mo�as!

Destr�i o carro.

Ou melhor... destr�i todos.

Quero ver fodos os carros funer�rios deste pa�s destru�dos!

Oh Deus!

Parem!

Tomem cuidado! Voltem venham de onde venham!

Algu�m jurou matar-nos!

Deve ser um louco que a tomou com nossa honrosa profiss�o!

Olhe o que t�m feito! Eu tive sorte!

No outro dia justamente aqui, mataram 6 de nossos colegas e destru�ram 10 carros.

Meu deus! Dev�amos fazer algo! E depressa!

Oh, � muito bonito! De luxo este seu carro!

J� n�o os constroem assim! J� n�o!

Muito bonito!

Vejo que veio preparado, ent�o j� sabia.

Imaginava.

- Por onde andam? - Por ali.

V�o para S�o Pedro Perulapan.

V� la amanh�, haver� trabalho para si.

Quem te disse que pusesse esse vestido?

Tire isso.

Agora! Entendeu cabra branca?

Ou lhe tirarei a chicotadas!

Fascinante! Simplesmente fascinante.

Sabia que sesse vestido lhe serviria.

Quere-me acompanhar a terra?

Queria mostrar-lhe a minha cole��o.

De borboletas.

Pelo menos Poupem-me de sua ironia.

Ironia?

N�o podia... N�o podia imaginar...

N�o sou um est�pido...

Que inventa cole��es de borboletas para seduzir uma mulher.

N�o s�o magn�ficas?

Que sucede com este?

Esta esperando...

o dia em que...

chegar� a melhor de minha cole��o.

A borboleta negra.

Imagine... uma borboleta diurna, totalmente negra.

� como...

uma miragem, na selva tropical.

Muitos a viram.

Ningu�m a conseguiu.

S� vi outra cole��o parecida.

Em Madrid, em casa do Marqu�s de �vila.

Ram�n de �vila?

Tive o prazer de o conhecer.

Estava relacionado com a embaixada, em Viena.

Sim.

Estava.

Ent�o devemos brindar juntos.

Pela Europa.

Um continente t�o long�nquo, t�o belo.

O que se passa, querida?

O que te repugna?

Olhe um pouco mais � frente.

O que v�?

Escravos!

Escravos que transportam pedras!

Excelente!

Excelente.

Sabe o que sai dessas pedras?

Mont�es de prata.

24 horas por dia, 7 dias por semana. Cont�nuamente!

Mas s�o seres humanos!

Olha de novo!

Acha de verdade que s�o como n�s como voc� ou como eu?

O que fazem al�m de nascer?

Comer.

Reproduzir-se e morrer.

Entre essas mulas e eles, n�o h� diferen�a.

N�o seja hip�crita!

Est� na minha mesma condi��o. Amas as coisas belas como eu.

Sem elas n�o podia viver.

Isabel!

Quero confiar-lhe um segredo.

Em breve... muito em breve... Assaltarei o Banco Tropical.

Oh n�o! N�o � pelo dinheiro.

Na caixa forte t�m o seguro.

O Tesouro de Montezuma.

Acredito que � maravilhoso.

J�ias de um valor incalcul�vel.

Dignas de uma rainha.

E do rei. Eu as desejo!

Darei procura��o delas.

E juntos...

Desfrutaremos.

Perdoe alteza, mas � muito importante. Aquele prisioneiro, o frade, fugiu.

Fugiu? Quando?

Pouco depois de chegar.

� o mesmo homem. N�o tenho nenhuma d�vida.

� o Django.

De onde diz que vinha esse frade?

Do mosteiro do S�o Domingo.

Fale-me do coveiro! O da metralhadora!

Fala!

Jamais se viu que um carro funer�rio desapare�a!

Juro! N�o sei nada! Juro!

Bastardo!

Tenho comigo dois meninos e uma velha!

se se aproxima corto-lhes o pesco�o!

E agora o qu�?

D�-me as balas.

Fique quieto! Ou mato-te!

O frade!

Gosta de fumar charutos, verdade?

Espera, amigo, espera! O que quer fazer?

Podemos chegar a um acordo.

Quer a rapariga, verdade?

A mo�a est� no navio.

Direi onde vai o navio!

Ir�o de noite! A Villahermosa!

Eu juro-lhe!

Depois assaltar�o o Banco Tropical!

Obrigado, fume este charuto.

N�o! na realidade n�o quer faz�-lo!

me matar! N�o quer, n�o!

Vamos pequenos!

O fumo � mau para v�s.

Onde est�o?

O que lhe fez?

N�o h� nada aqui para v�s.

Sim, estou certo de que h�.

Esse tal Django, onde est�?

Quer assaltar o navio?

Algu�m o ajuda?

Voc�!

V� ao confession�rio!

Eu nunca repito uma ordem!

Confessa o pai. Porque pecou.

N�o � verdade? Vamos!

diga ao reverendo pai o que te tenho feito!

Est� envergonhado?

Ent�o falarei por ti.

Tirei lhe o vestido.

despi suas belas costas.

Assim.

E a apertei assim! Forte!

At� faz�-la gritar. E logo...

Muito sens�vel.

diga-me velho frade, que penit�ncia me imp�e?

- Matou o tenente! - Tem que estar por aqui!

J� aconteceu tudo. Calma.

Nunca mais te poder�o magoar.

Irm�o Ign�cio.

Agora s� sou Django, padre.

N�o, Deus n�o esquece aos indefesos.

� Ele quem te devolveu aqui para nos salvar.

Encontrou a mo�a que procurava?

Est� no navio.

E agora j� sabem o qu�o importante � para mim.

Preciso sua ajuda, padre.

Sua ci�ncia, sua paci�ncia.

O que podemos fazer por si?

Uma armadilha para o Diabo.

E agora?

Agora a meteremos no banco.

S�o 2 horas Ele n�o vem.

Aquele bandido mentiu-te.

Al�m disso o Diabo com tanta prata para que ia assaltar o Banco Tropical.

Oh, olhe, Django!

E agora vamos esperar que morda a isca.

Esta � uma faca para sacrif�cios humanos.

Os astecas o usavam para abrir o peito das v�timas.

E poder assim

extrair-lhes o cora��o.

Que refinamento!

Imaginem... poss�velmente foi de uma das mulheres do imperador.

� muito belo!

Quero esse anel!

N�o me toque negra asquerosa!

Rogo-te que a perdoe.

Isto � algo frequente entre as mulheres de sua ra�a.

Quando um escravo satisfaz os desejos de seu amo...

acha que por isso a converteu numa senhora.

Est� destru�da!

Maldito escaravelho!

Minha adorada esposa.

Eu jazo aqui nas Correntes da lagoa,

consumido pela mal�ria.

Justamente quando realizei o sonho mais ambicioso de minha vida.

A borboleta negra existe.

Dedico-te este descobrimento em prova do profundo amor que sempre te confessei.

Assinado, Manuel do Soto.

Quando entrei no convento,

no fundo estava s�.

Mas agora � diferente.

Agora penso que o homem deve-se preocupar do mundo em que deixar� os seus filhos.

Porque tem a Marisol?

N�o � s� por causa dela.

N�o acha que o mundo seria melhor

se cada homem protegesse os meninos como se fossem deles?

Inclusive a um mo�o encontrado por casualidade com um fuzil maior que ele.

O que sucede?

O Diabo! fisgou a isca!

O que est� vendo?

Deixa-me que veja?

Oh, � muito bonita!

Por fim dormir� em paz, papai.

Sua cabe�a repousar� em baixo da �rvore que canta.

Qual � a �rvore que canta?

Se vier � minha vila mostrar-lhe-ei.

Se queremos salvar a Marisol devemos apanh�-lo vivo.

Cuide do barco.

dele e dos soldados cuidarei eu.

Procura n�o ficar enjoado.

Faz anos que fumo.

Solte-a! M�os para cima!

N�o se mova!

M�os para cima, devagar!

Apanh�mo-lo!

Aqui a minha borboleta negra.

Sua armadilha...

era genial.

E a borboleta...

bem imitada.

Mas como podia saber...

que o famoso professor Do Soto...

n�o morreu de mal�ria, como dizem alguns livros.

N�o.

Porque eu o matei com as minhas m�os.

Como v�, frade...

n�o deve jogar com o Diabo.

Como sabia que queria assaltar o banco?

Quem lhe disse isso?

Alonso?

Sabo?

A quem viu?

Vi os dois.

Deixe-o comigo, alteza.

Arrepender-se-� de ter nascido.

N�o.

Morrer� na mina.

Assim todos ver�o...

que uma fuga � imposs�vel.

Morrer� lentamente.

De fome e de sede.

O sol...

queimar� a sua pele.

E as moscas ir�o devor�-lo.

Ver� os vermes...

sair de sua pr�pria carne.

N�o se assusta nem sequer um pouco?

Claro que n�o!

� o Django!

Se isto o torna feliz...

quero que saiba...

de que sua agonia

ser� a mesma que sofrer� sua filha!

Cuidado, podia abrir-te o peito.

e arrancar-te o cora��o.

N�o sente um pouco de medo?

N�o.

N�o podias viver sem mim.

Realmente � o diabo.

Amor, livra-te desta negra.

N�o goato dela, mesmo como escrava.

Ser� o meu presente de casamento.

Estarei no escrit�rio da mina!

Acompanha a condessa quando despertar.

Certo, alteza.

Mandarei umas mulas pelos corpos!

Como est� Django?

Come�a a divertir-se com as moscas?

Obrigado!

N�o se importa, verdade?

Que conte que mataste a cabra branca.

No inferno ajustar�o as contas.

A� do navio!

Venho pelos cad�veres!

Venha!

deixem entrar!

Hein voc�, ingl�s! siga-me!

porque Orlowsky matou o Manuel Do Soto?

Porque estava convencido de que tinha escondido a borboleta negra.

porque n�o me disse antes?

Porque est� surpreso?

N�o te disse que voltava?

Caminha, ou descobrir-nos-�o.

E agora...

que diabos pensa fazer?

Vou lev�-los a todos para casa..

Como?

Utilizando o navio.

De verdade?

E se te sobrar um pouco de tempo podes-me endireitar as costas.

Espera!

Siga-me!

Se este veio se esgotar, o ano que vem aumentaremos a produ��o, excel�ncia.

Precisa de mais homens?

De momento acredito que podemos espremer os que temos.

Talvez numas semanas.

Depois do trabalho re�na todos em frente da plataforma.

Quero que vejam os cad�veres.

Direi umas palavras.

Django!

Procurem-no!

Descubram-no!

Filhos da m�e! Bastardos! Apanhem-no! � s� um homem!

Um homem... e meio!

Cuidado est� ali! Veja? O bastardo!

Ainda estamos juntos, querida!

V� em frente, atire!

porque est� esperando?

Est� decidida?

Sim.

Gostava de ficar aqui com eles.

� um bonito lugar.

Aqui o ouro serve para fazer cantar o vento.

Porque n�o fica tamb�m?

N�o posso!

N�o enquanto haja algu�m que precise de mim.

Mas voltarei!

Voltarei!

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