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O SEGREDO DE CHARLIE CHAN
SS NESTOR NAUFRAGA EM UMA TEMPESTADE NA COSTA DO HAWAI!
EMBARCA��ES BUSCAM CORPOS NO BARCO QUE AFUNDOU
MUITAS PERSONALIDADES EST�O ENTRE OS DESAPARECIDOS
Temo que esteja perdendo tempo, Sr. Chan.
�s vezes, pescar algo.
Para mim, h� algo suspeito aqui.
Um homem renuncia a uma fortuna h� 7 anos.
E, de repente, aparece do nada para reclam�-la.
Que decep��o ter�o os herdeiros da fortuna de Colby se ele est� vivo.
Que decep��o ter� Allen Colby se ele est� morto.
Eles est�o trazendo ele agora.
Para tr�s.
Subam-no com o guincho!
Tragam-no a bordo!
Certo, baixe ele.
N�o � o corpo de Allen Colby.
- Bem, aqui termina isso. - N�o tenha tanta certeza.
Listas de passageiros indicam que havia 30 pessoas a bordo.
27 resgatados por salva-vidas.
Dois corpos recuperados hoje.
27 mais dois s�o 29.
Falta um corpo.
Talvez Allen Colby escapasse agarrando-se aos destro�os.
Se foi assim, os tubar�es j� o teriam comido.
Voc� n�o pode flutuar � deriva por duas semanas.
Talvez tenha sido pego por barco sem r�dio.
N�o devemos descartar nenhuma possibilidade.
Sr. Chan.
- Achei isso em um dos beliches. - Obrigado.
Iniciais AC.
Allen Colby.
A bordo do navio... Hoje atentaram contra minha vida novamente...
Pela segunda vez desde que telegrafei a minha fam�lia dizendo que voltava para casa.
Parece que eles n�o querem que regresse o filho pr�digo.
Vamos voltar assim que Duke subir a bordo!
Quanto tempo demorar� para chegar ao porto?
Algumas horas.
Eu posso enviar um telegrama, por favor?
Claro. Podem transmiti-lo de terra.
O que quer dizer?
Para a Sra. Henrietta Lowell, San Francisco.
Sorte de Colby Allen ainda incerta.
Parto de Honolulu imediatamente em novo hidroavi�o...
para prosseguir investiga��o no continente.
Assinado Charlie Chan, por favor.
Resid�ncia dos Lowell em San Francisco
M...
O...
R...
T...
Morto.
N�o h� d�vida, Baxter.
Allen est� morto.
Era uma mensagem de seu pai.
Digo honestamente, senhora, essas coisas me aterrorizam.
Tolices.
Um telegrama, Srta. Lowell.
Ainda n�o terminamos. Sente-se.
D�-me o telefone.
Desligue, Alice. Voc� pode conversar com Dick mais tarde.
Ok, m�e. Um instante.
Dick, eu tenho que desligar.
Certo. Lembre-se, querida.
Temos um encontro hoje � noite se o patr�o n�o me enviar para cobrir uma hist�ria.
Amor! Acho que seu Jornal � mais importante do que eu.
Eu tenho que ir, realmente. Mam�e quer usar o telefone.
Claro. Adeus.
- Ligue para o escrit�rio do Sr. Phelps. - Sim, senhora.
- O que diz o telegrama? - � outro telegrama de Charlie Chan.
- Chegar� hoje a qualquer momento. - A linha est� ocupada, senhora.
Tente novamente. E lembre-me de chamar o Professor Bowan.
Eu quero que diga que hoje � noite vai ter uma sess�o �s 8h30.
Se voc� n�o tiver nada para fazer, leve algumas flores para a resid�ncia de Colby...
E diga a Ulrich que tenha tudo pronto.
- Est� bem, mam�e. - Gostaria de ajuda Baxter?
N�o, obrigado. Vou dizer a Dick.
Ol�? Sr. Phelps? Um momento. A Srta. Lowell.
Oi, Warren.
� a sua m�e. Sim, Srta. Lowell.
Chegar� hoje?
Sim, tudo relacionado � heran�a est� em ordem.
Eu estava repassando com seu genro. Ele e Sra. Gage est�o aqui agora.
Claro, vou dizer-lhes para estar l�. �s 8:30.
Sim, eu vou tamb�m. Tchau.
Ela estava falando de Allen?
N�o, Charlie Chan. Vem esta tarde.
Ele deve ter not�cias importantes sobre Allen.
Ou n�o viria at� aqui de Honolulu.
N�o sei por que a m�e o meteu nisso.
� l�gico que esteja preocupada.
Se Allen estiver vivo, � uma grande responsabilidade para ela.
Mas pelo que ela disse: � uma grande responsabilidade para todos.
Teremos que devolver toda a heran�a e justificar tudo o que gastamos.
Afinal, era dinheiro de seu pai.
Mas a m�e era a irm� do tio Bernard.
Tem direito a algo, Independentemente de Allen.
N�o se Allen ainda estiver vivo, infelizmente.
RESID�NCIA COLBY
Ulrich!
Ulrich!
- Ol�, Alice. - Onde estava quando liguei para o escrit�rio?
Um momento. Eu tive que cobrir uma hist�ria.
Liguei para sua m�e e me disse que estava vindo para c�.
- Eu queria que voc� me ajudasse com estas flores. - Mais coisas assustadoras hoje � noite?
N�o fa�a piadas, Dick. N�o na frente da minha m�e, pelo menos.
Essa velha casa sempre me deixa nervosa.
N�o se preocupe.
N�o vou deixar que te pegue o bicho-pap�o. Eu te quero para mim sozinho.
Mesmo que Allen retorne para reivindicar todo o dinheiro e eu fique pobre?
Ei, quando nos casarmos, eu n�o quero ganhar a vida trabalhando.
Viu! Voc� � um mercen�rio.
Como voc� adivinhou?
- Dick, o que foi isso? - N�o foi um fantasma!
� L�cifer. Algo o assustou.
L� vem voc�. Tem solu��o para todas as suas hist�rias de fantasmas.
N�o para tudo o que acontece nesta casa.
N�o sei por que sua m�e n�o manda demolir este velho barraco.
Ela � muito defensora da pesquisa parapsicol�gica.
Esta casa � t�o importante para ela como era para o tio Bernard.
Sim, e ele era um pouco louco.
N�o diga isso, Dick. Ele acreditava nisso.
Por isso mandou reconstruir a casa com estes quartos t�o estranhos.
Para que os pobres esp�ritos tivessem uma casa.
Venha. Vamos sair daqui e ir para um lugar mais alegre.
Ainda n�o. Eu tenho que arranjar flores para a sess�o de hoje � noite.
E voc� vai me ajudar.
Raramente visitei a antiga casa desde a morte do Sr. Colby.
A Srta. Lowell me disse para traz�-lo aqui s� porque chegou tarde.
- Obrigado. - Com todo o prazer, senhor.
Eu n�o me importo de admitir que eu n�o me sinto nada bem neste ambiente.
- N�o? - N�o, senhor.
Tem um ar de cemit�rio que me deixa completamente envolvido.
Sim. Misteriosas sombras da noite apegam-se a uma casa antiga...
como musgo em uma l�pide.
� verdade.
� verdade, senhor.
Esta, senhor, � a porta da frente.
A porta traseira est�... atr�s.
Que interessante.
Entramos pela porta da frente?
Sim. Sim.
Por aqui, senhor.
A fam�lia o est� esperando aqui, senhor.
Estas s�o as contas de que falei.
Agora n�o.
- Sr. Chan. - Como � bom te ver, Charlie.
Eu sabia que podia contar com voc�. Voc� j� conhece todo mundo aqui.
- Boa noite, Sr. Chan. - Sr. Chan.
Cumprimentos ao fim de uma viagem s�o como chuva depois de um longo per�odo de seca.
Sim, sim, Sr. Chan. Vamos ouvir seu relat�rio.
Sim, Charlie. O que voc� sabe sobre Allen?
Ent�o voc� acha que Allen ainda est� vivo.
Eu n�o posso ter certeza, mas se assim for, Eu suspeito que a sua vida esteja em perigo.
- Por que voc� diz isso? - Observe.
Atentaram contra a vida de Allen Colby mais do que uma vez.
� apenas um truque para causar impacto. Poderia ser um impostor.
Corre��o, por favor.
Passaporte com vistos Franceses e brit�nicos...
indicam que � o verdadeiro Allen Colby.
Por que esperar todos esses anos para se comunicar com a sua fam�lia?
A investiga��o mostrou que Allen Colby alistou-se na Legi�o Estrangeira.
Ele foi capturado pelos Rifenhos.
Ele fugiu recentemente.
Incapaz de se comunicar antes.
Ent�o, a menos que ele tenha se afogado, vir� reivindicar sua heran�a.
Ele tem mais direito do que n�s por esse dinheiro.
O que houve, Ulrich?
O Professor Bowan e Carlotta est�o prontos para come�ar a sess�o.
Diga-lhes que iremos j�. E tome cuidado para que n�o nos interrompam.
Eu odeio esse homem! Ele sempre est� me observando.
- Por que n�o nos livramos dele? - N�s j� conversamos sobre isso, Janice.
- Vamos para o outro quarto? - Sr. Chan pode preferir esperar aqui.
- Voc� pode n�o estar interessado em uma sess�o esp�rita. - Tenho certeza que vai se interessar.
Hoje � noite, o professor Bowan prometeu uma mensagem relacionada com Allen.
- Eu gostaria que voc� estivesse presente. - Muito obrigado.
Aos chineses interessa tudo relacionado a parapsicol�gica.
Sim.
- J� come�aram a sess�o? - Eles est�o prestes a come�ar.
Obrigado.
Sempre me est� causando problemas.
Se tiv�ssemos chegado tarde, Mam�e teria ficado furiosa.
- Est� tudo pronto, Baxter? - Sim, senhora.
- Desculpe o atraso, m�e. - A culpa � minha, Sra. Lowell.
Voc� � o Sr. Chan, certo?
- Eu reconhe�o humildemente o nome. - Encantado.
Eu ouvi muito sobre voc� Eu sou Dick Williams, do "Globo".
- Eu posso publicar algo sobre o caso Colby? - N�o h� nada para publicar.
Eu j� disse que nossos assuntos familiares s�o confidenciais.
- Sim, mas... - O Sr. Gage � muito s�bio.
Segredos mais vergonhosos de todos s�o os segredos de fam�lia.
Obrigado. Nada a dizer.
Vamos, Charlie.
Ele � o Professor Bowan, nosso consultor em parapsicologia.
E ela � a nossa m�dium, Carlotta.
Encantado.
Que dom mais afortunado poder atravessar a ponte...
do mundo dos honor�veis ancestrais antes de se juntar a eles.
Vamos come�ar?
Sim. Sentem-se em seus lugares habituais, e come�aremos.
Sente-se nesta cadeira, Charlie.
- Est� tudo bem, Professor? - Perfeitamente.
Hoje � noite...
Gostaria de pedir que se concentrem de uma maneira especial.
Tentarei ter not�cias de Allen Colby do al�m.
Talvez seja dif�cil.
Vamos perguntar ao seu pai, Bernard Colby...
o qual tem sido o nosso guia antes, que nos ajude.
Vamos parar um momento para meditar.
Sr. Gage, voc� quer apagar as luzes?
H� uma presen�a aqui.
Ele tem uma mensagem para Sra. Lowell.
� seu irm�o, Bernard.
Disse que Allen est� l� com ele.
Ele est� feliz.
Quer ir at� voc�.
- Pare! - Acenda as luzes!
Allen Colby... assassinado.
Chame a pol�cia imediatamente.
N�o toque em nada...
at� a pol�cia chegar.
- Obrigado pela informa��o, Sr. Chan. - De nada.
Eu n�o entendo � como Allen Colby chegou a terra firme, mas n�o descobrimos.
Algu�m sabia. E capturou Colby e o matou aqui.
Ele foi preso, sem d�vida.
Allen era o tipo de homem que sabia se defender.
Uma facada nas costas.
Se somente importasse a for�a, o tigre n�o temeria o escorpi�o.
- N�o h� impress�es digitais em qualquer lugar. - Usou luvas ou um len�o.
Esse cara era inteligente o suficiente.
Voc� notou antigo local de repouso da arma do crime?
J� o comprovei. Tamb�m n�o existem impress�es digitais.
- O que averiguou, doutor? - A faca penetrou no ventr�culo direito.
- Est� morto h� cerca de quatro horas. - Voc� vai fazer uma aut�psia?
N�o ser� necess�rio. Vejo voc� pela manh�.
Harris, os outros est�o no outro quarto?
Sim, senhor.
Venha, Sr. Chan. Voc� tamb�m Williams.
Eu quero falar a todos os presentes esta noite.
Bowan, devia estar muito certo de que Colby estava morto ao come�ar a sess�o.
N�o � verdade. N�s s� quer�amos receber uma mensagem sobre ele.
Pouco antes de acontecer essa trag�dia, Eu senti uma nova presen�a perto de mim.
Eu sabia que est�vamos em contato com o esp�rito de Allen Colby.
E com o seu corpo escondido atr�s do painel...
para seu esp�rito foi f�cil chegar at� aqui, n�o �?
Desculpe a interrup��o, por favor.
Eu posso perguntar a causa do distanciamento entre Allen Colby e sua fam�lia?
Claro, Charlie.
Houve uma briga ou melhor, um mal-entendido...
entre Allen e seu pai.
Veja, Allen n�o compartilhava nossa cren�a na parapsicologia.
- Isso � realmente necess�rio? - Sim, se queremos descobrir a verdade.
Eu n�o teria que ir mais longe do que a fam�lia Lowell.
O que quer dizer com isso?
� muito simples, certo?
com Allen Colby vivo, todos voc�s iriam perder uma fortuna.
Quanto lamento de interromper novamente.
O dinheiro da heran�a de Colby era usado para pesquisa parapsicol�gica?
Como executor do testamento, Eu posso responder isso.
Somente as somas que a Sra. Lowell pareceu-lhe apropriado para doar.
E o retorno de Colby tamb�m colocaria um fim a isso.
Sim, acho que sim.
Esteve aqui antes de hoje?
Bem, sim. Eu fui para a casa de Ulrich cerca de 6:00...
para lembr�-lo que deixasse tudo pronto para a sess�o.
- Esteve aqui, na casa? - N�o.
N�o. Eu tive um ligeiro resfriado e sai imediatamente para trat�-lo.
- Isso � verdade? - Que eu saiba, sim.
Perdoe minha curiosidade excessiva.
- Esteve aqui o dia todo? - Para isso me pagam.
Que estranho que n�o soubesse que Allen Colby tinha chegado.
Eu te disse, n�o sabia.
Quem mais al�m do Professor Bowan veio aqui hoje?
Eu estive aqui.
- Voc� tamb�m? - Para qu�?
Veio aqui para me encontrar quando eu trouxe as flores para a sess�o.
- A que horas foi isso? - Eu cheguei primeiro.
Alice chegou �s 5:30. Tenho certeza da hora porque eu vi que o rel�gio estava adiantado...
e ia ajust�-lo.
Que estranho.
Rel�gio antigo marca a hora correta agora.
Algu�m deve ter corrigido!
Bem? Quem ajustou o rel�gio?
Voc� n�o acha que eu estou mentindo, certo?
- A que hora chegou, por favor? - �s 5:15.
E o assassinato ocorreu por volta das 05:00.
Eu lhe asseguro, Morton, que estava tudo bem quando eu estive aqui.
Voc� e a senhorita Lowell tinham pensado de se casar em breve, certo?
Bem, sim.
- Ent�o o qu�? - Parab�ns.
- Podemos terminar este interrogat�rio? - Por esta noite, sim.
Mas at� que este problema esteja resolvido todos ajudar�o as autoridades.
Isso � tudo.
Desculpe-me, por favor.
- Dor de cabe�a para a pol�cia. - Sim.
Voc� tem alguma ideia, Sr. Chan?
Resolver mist�rio cura dor de cabe�a.
Ok, n�s dividiremos uma caixa de aspirina.
Harris. Vemos-nos pela manh�?
Obrigado. Levarei a aspirina.
- A ambul�ncia est� aqui? - Acabam de chegar. Eles est�o entrando agora.
- Voc� est� quase terminando? - Sim, � a �ltima chapa.
Vai ter que bastar. � dif�cil apanhar os assassinos de hoje.
Especialmente se n�o deixam a sua assinatura.
Assim chamamos as impress�es digitais: Rubricas.
Mas quando as deixam, � como uma confiss�o assinada.
Sim, impress�es digitais muito valiosas...
Se detetive pega o dono dos dedos.
Certo. Voc� encontrou alguma coisa interessante?
Como diria meu filho Lee... um palpite.
- Charlie! - Desculpe-me, por favor.
A� est�. Venha com a gente.
- Vamos hosped�-lo em casa. - Obrigado.
Mas, com a sua permiss�o, Eu posso passar a noite aqui?
- Aqui? - Sim.
Eu quero fazer uma investiga��o mais aprofundada.
Muito bem. Como desejar.
Baxter, prepare um dos quartos.
E ser� melhor voc� passe a noite aqui com o Sr. Chan.
- Durante toda a noite, minha senhora? - Claro.
Vou enviar-lhe um pequeno caf� da manh�, Charlie.
Mas, e seu caf� da manh�, senhora? S� eu sei como gosta de suas torradas.
Eu sei como eu gosto das minhas torradas. Boa noite, Charlie.
Que lugar mais calmo, n�o �?
Sim, muito tranquilo.
Sim, senhor.
Silencioso como um cemit�rio.
Sim, senhor. Como um... cemit�rio.
Por aqui, senhor.
- Voc� primeiro, senhor. - Obrigado.
�GUA COM CLORO
O que di...? Ol�, senhor.
Observe.
Que interessante, senhor. Muito, muito interessante.
Eu posso perguntar o que �?
Comprova��o de dedu��es.
Ent�o podemos sair imediatamente. Eu arrumo suas malas?
Muito obrigado, mas em primeiro lugar pe�o sua h�bil ajuda...
para subjugar esp�ritos malignos na antiga casa.
- O que quer dizer, senhor? - Investigaremos l� embaixo.
- Agora, senhor? - Sim.
Voc� acha que poderiam ser os esp�ritos, senhor?
Esp�rito muito pr�tico entrando pela porta. Vamos.
� isso. E n�o se esque�a de fechar a porta.
Bem, aqui estou eu.
Por que voltou?
Voc� disse que estava hospedado aqui para investigar.
Eu quero saber o que acontece.
Os outros sabem que voltou?
N�o digo a eles tudo o que fa�o.
Parece aconselh�vel que Baxter a leve para casa imediatamente.
Muito bem, senhora. Eu penso que...
Voc� n�o pensa. Acha que pensa.
Eu sim penso.
Por onde come�amos? Aqui dentro?
Muito bem.
Talvez intui��o feminina seja como uma pena em uma seta:
guia at� o alvo.
Ent�o n�o fale mais nada. Baxter, a porta.
E ent�o, Charlie?
- Eu posso fazer pergunta, por favor? - O que voc� quiser.
Fen�meno de m�sica sempre acompanha uma sess�o esp�rita?
Isso n�o � nada incomum.
S� era uma manifesta��o do mundo al�m-t�mulo.
L�mpadas el�tricas foram reparadas recentemente?
N�o. N�s n�o tocamos nelas h� anos.
- Eu posso subir na mesa, por favor? - Claro, Charlie.
Estranho.
Lat�o desgastado pelos anos...
mas a cabe�a do parafuso est� muito jovem.
Faca de escoteiro � como grampo de senhoras. Tem muitos usos.
Alto-falante.
Solu��o simples para a m�sica do mais al�m.
Eu n�o acho que o Professor Bowan e Carlotta...
propositalmente nos enganam.
A necessidade � m�e da cria��o...
mas �s vezes � madrasta da decep��o.
O distinguido Professor estava de p� aqui esta noite.
Interruptor conecta ao equipamento de r�dio l� em cima.
Se Bowan fez isso...
ent�o todas as nossas sess�es era uma farsa.
Quando o piloto n�o � confi�vel, nave n�o mant�m o rumo verdadeiro.
- Permiss�o para tentar experimento. - Claro.
Desligue as luzes, por favor.
N�s n�o poderemos ver nada, senhor.
Fa�a o que disse o Sr. Chan.
- J� est�o apagadas, senhor. - Obrigado.
Acenda luz fraca, como sess�o de espiritismo.
Apari��o de Allen Colby em painel secreto muito conveniente.
Talvez encontre pista.
Por favor.
Tenha a bondade de ocupar posi��o do corpo, por favor?
Posso me retirar, Por favor, senhor?
Eu n�o posso fazer esse tipo de coisa.
Papel de homem morto n�o requer nenhuma a��o.
- Mas realmente, senhor... - Vamos, Baxter. Vamos.
Eu posso pedir?...
para manter len�o no rosto quando estiver na posi��o?
Charlie, olhe! A�, no len�o!
Antes dessa noite, usou o mesmo len�o para limpar o rosto Allen Colby.
- Realmente, senhor... - Sil�ncio, Baxter!
O que aconteceu com o len�o?
A an�lise qu�mica do mesmo demonstrou que o rosto do homem assassinado...
foi tratada com uma solu��o de sulfato de quinina.
Por qu�?
Sulfato de quinina, quando exposto a l�mpada de raios ultravioleta...
produz luz misteriosa que acompanhou a apari��o.
De onde poderia se originar?
Resposta bem escondida, mas espero encontr�-la.
Por favor! N�o mova len�o.
L�mpada de raios ultravioleta.
Filtro por tr�s do espelho...
permite que apenas entrem na sala raios ultravioletas invis�veis.
- Resolve o mist�rio da luz do espirito. - Resolve mais do que isso.
Prova que Bowan sabia que Allen estava morto.
Ele pode at� mesmo t�-lo matado.
Encontrar teia de aranha n�o demonstra Que aranha teceu a teia.
Eu dei a Bowan todo o dinheiro que me pediu.
Tamb�m eu os inclui, e ele e Carlotta no meu testamento.
Eles sabiam que se Allen voltasse, n�o receberiam um �nico centavo a mais.
Dada a evid�ncia atual...
pode ser prudente mudar os planos futuros.
Me assegurarei disso.
O Sr. Phelps tem preparado uma avalia��o da heran�a.
Vou analis�-la.
E ao mesmo tempo vou escrever um novo testamento.
Excelente precau��o.
- Voc� est� bem? - Exceto por seu soco nas costelas.
- Me jogou no ch�o! - Que bom.
Soco nas costas � prefer�vel que tiro nas costas.
Isso n�o posso negar.
Onde est� Baxter? Baxter?
- Estou aqui, senhora. - Como n�o.
O que fazemos ent�o?
Sugiro sair daqui imediatamente.
Que boa ideia, senhor.
Estamos trancados, senhor.
Trancados? Tolices.
Voc� ouviu isso, senhor?
- Ah, Fred, � voc�. - O que aconteceu?
Algu�m tentou matar Charlie.
O qu�?
Parece uma loucura vir aqui a esta hora da noite.
� a seguran�a da Srta. Lowell motivo de sua visita?
Exatamente. Janice e eu fomos para seu quarto para dizer boa noite.
Quando eu vi que n�o estava l�, Eu suspeitei que estivesse aqui com voc�
Eu vi o seu carro do lado de fora e entrei.
Obrigado.
Eu sugiro que voc� v� para casa agora...
com Baxter.
Devo fazer algo muito importante. Gostaria de sua h�bil ajuda.
Claro. Eu ajudarei como puder.
- Olha, Charlie. Eu quero saber... - Amanh�, por favor.
- V� para casa agora. - Muito bem.
- Vamos, Baxter. - Obrigado.
Voc� notou algu�m saindo da casa ao entrar na propriedade?
Ningu�m.
- Ulrich o deixou entrar? - N�o. O port�o estava aberto.
Estranho.
Algu�m muito familiarizado com casa antiga disparou arma de fogo dali.
Eu conhe�o esta casa como a palma da minha m�o.
� como um favo-de-mel de passagens que n�o levam a lugar algum.
- Voc� quer que eu te mostre? - N�o.
Investigarei mais tarde. Talvez encontre abelha.
Vamos?
Agora mesmo, me preocupa muito a Srta. Lowell.
O que quer dizer?
N�o tenho tanta certeza de que o tiro foi dirigido ao seu humilde servo.
Voc� acha que atentaram contra a sua vida?
Talvez. Sugiro que voc� v� para a pol�cia imediatamente.
Solicite um guarda para a Sra. Lowell, dia e noite.
Eu irei imediatamente.
Vigilante deitar-se muito tarde.
Ulrich � um tipo raro.
Notei que Ulrich n�o � simp�tico com a fam�lia.
Posso perguntar por qu�?
Allen estava comprometido com a filha de Ulrich.
Quando ele se foi, rompeu o noivado e ela cometeu suic�dio.
Ulrich culpou Allen.
Casa estranha oculta mais do que um esqueleto no arm�rio.
- Bom dia. - Bom dia.
Eu posso fazer pergunta, por favor?
Esteve aqui ontem, na casa as 5:00?
Sim.
Se Allen Colby houvesse tocado a campainha, ser� que teria escutado?
Bem... Eu n�o ouvi.
� estranho que algu�m escale a parede sem tocar campainha primeiro.
Se algu�m entrasse aqui secretamente para cometer um assassinato...
Voc� acha que tocaria a campainha para que eu soubesse?
Corre��o, por favor.
Assassino n�o subiria parede pr�ximo ao port�o.
Procuraria lugar mais escondido.
Muito obrigado.
O que voc� quer?
Desculpe a intrus�o, por favor.
Observei antena de r�dio no telhado.
E qu�?
Talvez fones de ouvido seja a raz�o pela qual n�o ouviu a campainha ontem...
quando chegou Allen Colby.
Digo que eu n�o ouvi a campainha.
Eu n�o sei onde eu estava ou o que estava fazendo.
Transmissor de r�dio...
usado ontem � noite para transmitir m�sica para sess�o esp�rita?
Voc� pegou o homem errado.
N�o sei nada sobre r�dios.
Tudo isso � do meu filho. Eu vou lhe enviar.
N�o me agarrou com as m�os na massa.
A �nica coisa que Charlie Chan pegou foi um resfriado.
Tem quinina, por favor?
Eu n�o tenho.
Talvez desse ao professor Bowan que sofria de um resfriado...
ao visit�-lo aqui ontem.
Por que voc� n�o pergunta a ele?
Muito boa ideia. Muito obrigado.
Como eu lamento que o professor n�o esteja em casa.
Esperava obter informa��o valiosa sobre a sess�o da �ltima noite.
- Eu posso ajud�-lo? - Obrigado.
Pequeno detalhe de informa��o.
Quando est� contatado com o mundo dos esp�ritos...
Ser� que a luz ultravioleta � �til?
- Eu n�o entendo. - Circunst�ncia muito peculiar.
Rosto de Allen Colby foi lavado com uma solu��o de quinina.
Quando exposto � luz ultravioleta...
produziu brilho, mas n�o do mundo espiritual.
Se o que voc� diz � verdade, Sr. Chan, n�o tem nada a ver conosco.
Meu trabalho nunca foi fraudulento.
Eu nunca abusei do poder que eu tenho para se comunicar com o al�m.
Sinto o maior respeito por quem acredita realmente em parapsicologia.
Mas voc� pode explicar, por favor...
a origem da m�sica que acompanhava a sess�o ontem � noite?
Sim, eu vou te mostrar.
Foi transmitida a partir deste equipamento transmissor.
Sempre usamos m�sica de fundo em nosso trabalho.
Que interessante.
Aparelho ligado a interruptor na resid�ncia de Colby...
para poder ouvir m�sica em qualquer momento?
Bobina de ondas curtas.
Ficar� inconsciente o tempo suficiente para a nossa fuga.
Ent�o, � verdade. Sabia sobre Allen Colby.
Agora eu n�o tenho tempo para explicar. A pol�cia n�o demorar� em vir. Vamos!
- N�o. Eu n�o tive nada a ver com isso. - Mas voc� n�o pode prov�-lo � pol�cia.
- Onde est� Bowan? - Entrem a� rapidamente.
- Charlie. - O que aconteceu?
Traga uma cadeira.
Est� bem?
Quando parar os fogos de artif�cio na minha cabe�a, eu vou ficar bem.
� voc� quem precisa de uma aspirina agora.
Onde est� Bowan?
Foi-se pouco antes de voc�s entrarem.
Por isso nos fez entrar aqui. Para nos distrair e permitir-lhe escapar.
- Voc� est� presa. Pegue-a, Harris. - Vamos, irm�.
Chame por telefone e emita um alerta geral.
Sim, senhor.
Eu quero ser o primeiro a felicit�-lo, Charlie.
Voc� deixou o assassino de Allen Colby escapar diante de seus olhos.
Sinto muito. Como uma crian�a brincando com f�sforos, me queimei.
- A cada dia voc� aprende algo novo. - Sim, se aprende algo novo.
Quando prendermos Bowan, vou lhe mandar um convite para execu��o.
Muito obrigado.
O palpite de Morton estava certo.
Bowan deve ter matado Colby e tentou matar a Sra. Lowell noite passada.
A roda do destino tem muitas radiais.
Isto significa que voc� est� preocupado. De que se trata?
Minha mente agora est� como uma ressaca ap�s uma noite desperdi�ada.
Devo manter compromisso importante com a Sra. Lowell.
Chap�u, por favor.
"E a soma de 100.000 d�lares...
para financiar a Funda��o Colby de Pesquisa parapsicologia.
A funda��o ser� administrada por Warren T. Phelps...
em nome dos meus queridos amigos Alfred e Carlotta Bowan".
Essa � a cl�usula que voc� quer eliminar do testamento?
- Certamente. - Ent�o vou escrever um novo documento.
Eu vou t�-lo pronto para que o assine esta noite.
Voc� tem alguma ideia de quanto essas pessoas me custaram at� agora?
Eu vou ter que verificar as suas contas para saber a quantia exata.
Vamos rever todas as contas hoje quando o Sr. Phelps trouxer novo testamento.
- Ulrich quer v�-la, senhora. - O que houve, Ulrich?
- Eu vim para apresentar a minha demiss�o. - Que al�vio.
E para mim tamb�m.
Eu n�o vou ficar aqui para ser espionado pela pol�cia.
Eu n�o sei nada sobre Allen Colby!
Ele � culpado que minha filha esteja em seu t�mulo e teve o que mereceu.
J� chega!
Espere no corredor e eu vou pag�-lo.
Em minha opini�o, seria prefer�vel Monitorar Ulrich do que Bowan.
Odiava Allen o suficiente para mat�-lo.
Ningu�m est� acima de qualquer suspeita.
Ao tecer teia, todos os fios contam.
- Voltarei com o novo testamento. - Que seja �s 8:30.
Eu terei os n�meros pronto at� l�.
N�o se preocupe. Haver� um guarda aqui at� que capturem Bowan.
Adeus.
- Adeus, m�e. - Adeus, minha querida.
Bem, Charlie, quais s�o seus planos?
- A que horas � o jantar, por favor? - �s 7:30.
O que voc� costuma fazer depois do jantar?
Normalmente, passar uma hora aqui com a Ouija.
SIM - N�O
Repito, Sra...
que esse tipo de coisa me d� arrepios.
- 08:25. - � improv�vel que alguma coisa v� acontecer.
Nem mesmo um dos fantasmas de Bowan atravessaria esse cord�o policial.
Perigo desconhecido � como um rel�mpago no ver�o: Aparece onde voc� menos espera.
Vou dar mais uma olhada.
Um momento.
- Est� bem. O Sr. Gage � da fam�lia. - Obrigado.
- Bowan j� foi preso? - N�o, mas o pegaremos.
� imposs�vel sair da cidade.
Desculpe-me, senhora.
- Boa noite, senhor. - J� chegou o Sr. Phelps?
Ainda n�o, senhor.
Procurem em volta!
O que aconteceu aqui?
Eles atiraram na Sra. Lowell do lado de fora.
- O qu�? - Ningu�m deve entrar, exceto a pol�cia.
- Sim, mas eles n�o podem me impedir. - Fique aqui. N�o vai gostar de v�-lo.
- Encontraram alguma coisa? - Ainda n�o. Acaba de chegar este senhor.
Dick me disse. N�o parece poss�vel.
Quem quer que fosse, foi mais esperto do que n�s.
Eu n�o vejo como. A casa est� cercada pela pol�cia.
Estranho tamb�m que o assassinato ocorreu no exato momento do encontro.
Ol�? Aqui Morton, da resid�ncia dos Lowell.
Enviem a equipe de homic�dios e o m�dico legista.
Voc� vai querer manter o corpo at� depois da investiga��o.
O que aconteceu?
Foi mam�e?
- Deixe-me v�-la! - Voc� n�o pode fazer nada agora.
Por que deixou isso acontecer? Sabia que estava em perigo.
� tudo culpa sua!
Alice, por favor.
� melhor lev�-la para a casa.
Temos muito trabalho aqui. Vamos, Harris.
Sr. Chan, n�o posso deixar de concordar com Alice ao responsabiliz�-lo.
Demonstrou que Bowan era o culpado do assassinato de Allen Colby.
Sabia que atentou contra a vida da Sra. Lowell ontem � noite...
mas n�o o entregou para a pol�cia.
Lamento humildemente por erro t�o fatal...
que tirou a vida de minha querida amiga.
Sr. Chan.
Desculpe por perder a paci�ncia.
Eu sei que fez tudo que pude.
Minhas condol�ncias.
Apesar de entes queridos parecerem ir...
permanecem sempre perto.
- Sr. Baxter. - Sim, senhor?
Sinto muito, mas eu preciso de sua ajuda.
Que tal isso?
Algu�m estava fumando aqui, senhor.
O vil�o devia estar parado aqui quando ele disparou o tiro fatal.
Dedu��o precipitada � como ovo antigo: Parece boa do lado de fora.
Tiro veio de rifle de alto calibre, disparado de lugar distante.
De verdade, senhor?
Eu posso pedir, por favor, que suba na �rvore?
Eu, Senhor?
Generosas propor��es limitam minha capacidade atl�tica.
Sim, senhor.
Voc� pode me dar um empurr�o, senhor?
Quando jovem, era muito �gil, senhor.
N�o vejo muito daqui de cima, senhor.
Voc� v� o pequeno ramo perto da m�o direita?
Sim, senhor.
Ruptura � um corte limpo?
Talvez com uma serra, senhor.
Muito obrigado.
Coloque o seu dedo no ramo, por favor.
Afaste corpo, por favor, da linha visual.
Mas... Mas, �...
Senhor Chan!
Ei! Oh!
- Bom dia. - Come�ou cedo. Encontrou alguma coisa?
- Espero estabelecer fato importante. - Diga-me.
- Primeiro promete guardar sil�ncio. - Eu prometo.
Como diria o meu filho Lee: "Ok". Vamos.
O que o trouxe at� aqui, Sr. Chan?
Enfim, encontrar uso para a geometria simples.
Bala de alto calibre realizar caminho mais curto entre tr�s pontos.
Criminoso muito esperto.
Colocou aparato de modo que, quando martelo el�trico bate a campainha...
tamb�m aperta o gatilho da espingarda.
E depois de disparar o primeiro tiro, continuou a pressionar o gatilho.
- Sim. - Cuidado! Voc� recarregou a c�mara.
Como sabia que o carregador estava cheio?
Bem, eu imaginei que estava.
- Tem certeza. - Mas isso � perigoso.
- Quando a campainha tocar de novo... - N�o toque!
09:20.
Sugiro retornar a resid�ncia dos Lowell imediatamente.
Ela estava sentada ali quando foi baleada pela janela.
- Desculpem a interrup��o, por favor. - V� em frente.
- Se meteu em mais problemas? - Lamento decepcionar.
Eu posso oferecer uma pequena demonstra��o, por favor?
Adiante.
O que � isso? Uma decora��o de interiores?
Por que n�o tentar com um par de girass�is?
Difama��o atroz de arte chinesa j� � o suficiente.
Basta esperar pouco tempo. Para tr�s, por favor!
Para tr�s!
- Est� bem, Baxter? - Eu n�o sei, senhor.
Voc� ganhou, Charlie. Qual � a solu��o?
Se badalo do sino da torre pudesse falar, ter�amos a solu��o.
- O que isso significa em nossa l�ngua? - Sugiro que demos um pequeno passeio.
Al�? Al�?
� o seu escrit�rio, senhor.
Ol�. Morton falando.
Estarei a� logo.
Pegaram Bowan.
Em vez de uma pequena caminhada a p�. Que tal um passeio de carro at� a delegacia?
A voz do professor pode nos dizer mais que badalo de campainha silenciosa.
N�o fui eu, eu lhe garanto. O assassino de Allen Colby quis me incriminar.
E n�o colocou a luz e nem lavou com quinina o rosto de Allen Colby...
para simular um fantasma na sess�o de espiritismo.
- Voc� tem algo a dizer? - Deixe-a em paz. N�o tem nada a ver com isso.
Bem? O que voc� acha?
Voc� pode evitar muitos problemas se oferecer uma confiss�o.
N�o tenho nada para confessar. Sempre agi de boa f�.
Isso � tudo por agora. Leve-os daqui.
Quatro horas desperdi�adas...
mas eu vou obter uma confiss�o nem que seja a �ltima coisa que eu fa�a.
- Eu tenho uma ideia. - Mais uma?
Com a alavanca adequada, Dedos do beb� podem mover montanhas.
O que quer dizer?
Acho que tenho um plano...
para obter a confiss�o t�o desejada.
N�o sei por que me fazem vir a este absurdo m�rbido.
N�o adianta reclamar.
N�o t�m o direito de meter-me nisso.
Sim? Bem, voc� est� aqui, irm�o.
Ok, Harris. Vamos para dentro.
- Estamos prontos, Charlie. - Obrigado.
Por favor.
Pe�o a todos que adotem as mesmas posi��es da noite de sess�o.
Harris! Cuidado com a porta e coloque os homens no corredor.
- Certifique-se a casa est� cercada. - Sim, senhor.
Desculpe-me, por favor, inc�modo de trazer todos aqui esta noite.
Motivo de mortes recentes � como emaranhado de muitos fios...
cujas extremidades est�o nas m�os de pessoas nesta sala.
Primeiro fio nas m�os de m�diuns ps�quicos.
Professor Bowan e Carlotta...
perderiam 100 mil d�lares da heran�a se mudassem o testamento.
A mesma altera��o privaria o Sr. Phelps, como executor testament�rio...
da administra��o de grande fortuna.
O qual recentemente perdeu grandes quantias no mercado de a��es.
Vigilante Ulrich guardar rancor antigo...
contra Allen Colby pela tr�gica morte de sua filha.
Outros fios em m�os da fam�lia Lowell...
que perderiam tudo se Allen Colby voltasse para reivindicar a heran�a.
Hoje � noite, tentarei experimento muito sincero...
a fim de desenrolar os motivos.
Apelando para o mundo espiritual...
procurando mensagens do al�m.
Prossiga, por favor.
Sr. Gage, voc� poderia apagar as luzes?
Vamos parar um momento para meditar.
Sinto...
uma presen�a...
pr�xima.
� uma mulher.
Tenta vir at� n�s.
Sua imagem... est� se tornando mais clara.
Mais clara.
Tenta falar.
Tem uma mensagem. Uma mensagem para...
M�e!
Eu voltei...
para dizer a verdade.
Agora eu sei... quem teme ser descoberto...
quem matou...
- Acendam as luzes! - N�o deixe ningu�m sair da sala.
Algu�m cometeu erro est�pido.
Jogando faca contra reflexo do esp�rito.
Voc� pode sair.
- Sra. Lowell! - M�e, querida!
- Como estou feliz! - Sim, querida.
Temos que morrer para descobrir como as pessoas realmente sentem nossa falta.
- Mas por que voc� fez isso? - Quem vai explicar isso para voc� � Charlie.
Espero sinceramente que a explica��o justifique causa de tanta ang�stia.
A pessoa que jogou a faca...
tamb�m matou Allen Colby quando ele voltou para reivindicar a heran�a...
e colocou o corpo atr�s do painel secreto.
Em seguida, utilizou o aparelho de luz ultravioleta...
para fazer o corpo aparecer em sess�o.
Mesmo assassino tamb�m tentou assassinar a Sra. Lowell...
na noite da reuni�o de neg�cios...
mas cometeu erro de disparar contra um boneco...
que humilde servo e o Sr. Morton colocaram em frente da janela.
Mesmo assassino agora nesta sala.
Usou faca g�mea da que matou Allen Colby.
Olhe. Agora faltam duas facas.
Quando eu estava aqui, algu�m passou � minha frente no escuro.
Ouvi algu�m tamb�m. Foi voc�, Ulrich.
N�o! Eu estava ao lado do Sr. Morton.
- Voc� pegou aquela faca. - N�o peguei, eu estou dizendo!
- Mentiroso! Eu vi voc�! - N�o!
Um momento, por favor!
- Voc� � um homem culpado. - Eu? Est� louco.
Contradi��o, por favor.
Tomei precau��o, antes de hoje � noite, de cobrir l�mina de faca com grafite.
Dedos indicam sinal de confiss�o.
Para tr�s! Todo mundo!
Fiquem onde est�o!
Cometeu assassinato para ocultar provas de falsifica��o de contas dos Lowell.
- Seus atos o condenam esta noite. - Ok, Harris.
Vamos.
Vamos, vamos, minha querida.
Eu sei que voc� n�o teve nada a ver com isso.
Muito grato pela ajuda valiosa.
Eu acredito que hoje � noite realizou sua primeira fraude.
Gostaria de poder dizer o mesmo de voc�, Bowan.
Afinal, sou eu quem foi enganada...
e retiro todas as acusa��es contra eles.
- Considere o caso encerrado, Sra. Lowell. - Obrigado.
H� um trem para o leste �s 11:45.
- Adeus. - Adeus.
Pode lev�-la agora.
Charlie, eu acho que voc� ganhou um bom descanso.
Agora podemos desfrutar de uma visita agrad�vel.
Sinto muito, mas...
Volto com a fam�lia feliz em Honolulu.
Voc� fez um �timo trabalho, Charlie.
Eu gostaria de poder dar-lhe a Prefeitura.
Se a fam�lia continuar a crescer, talvez considere oferta generosa.
Muito obrigado.
FIM
Tradu��o - Kilo
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