All language subtitles for The Torture Chamber of Dr Sadism (1967)

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Original subtitles

Conde Frederic Regula foi declarado culpado

de torturar e assassinar pessoas em seu castelo Andomai.

A corte afirma que deve pagar com sua vida.

Aqui est� a prova incontest�vel de que 12 pessoas morreram por suas m�os.

Em vista da enormidade de seus crimes

a corte decidiu alterar a puni��o por decapita��o

j� que s� uma execu��o n�o pode reparar seu delito abomin�vel.

Ele est� sentenciado a ser esquartejado!

Reinhold von Marienberg, eu destruirei voc� e toda sua fam�lia.

Gra�as a Deus voc� escapou deste louco.

Sem sua ajuda jamais o capturar�amos.

Tenho medo que isso seja apenas o come�o.

Queria que nada disso tivesse acontecido.

Sim. Aproximem-se, cidad�os de Bergenstadt.

O criminoso foi arrastado e esquartejado 35 anos atr�s.

A senten�a - dizem - foi justa. Os ventos da justi�a sopraram.

Uma vez confrontado com seus pactos malignos,

ele confessou sem demora.

Preso com pesadas correntes de ferro ele foi torturado.

Sua s�plica por miseric�rdia foi ignorada,

a decis�o da corte foi firme.

Todos os assassinos devem pagar por seus crimes

e o inferno � onde eles queimam.

Suas m�os e bra�os foram arrancados por uma parelha de quatro cavalos.

Um estalo, um grito e uma vida se esvaiu do monstro

chamado Conde Reg...

- Qual � o nome? - Sim, diga-nos o nome!

- Siga em frente. - Diga-nos quem ele era!

Voc�s n�o precisam esperar muito, boa gente de Bergenstadt.

Eu lhes direi:

Ele se chamava Regula, Conde Frederic Regula.

- Regula? - Regula...

- Boa noite. - Boa noite.

Boa noite.

Mont Elise,

Roger Mont Elise, o advogado. Estou certo?

O que quer de mim?

Caro senhor. Sei que est� tentando

encontrar algo de seu passado. Posso ajud�-lo.

Me encontrar� no castelo Andomai nas montanhas do Vale Sander.

Estarei esperando-o nesta sexta-feira. Conde Frederic Regula.

Quem � ele?

Eu estava pronto para fechar pela noite.

Ainda n�o, tenho trabalho para voc�.

Teremos que cancelar todos os nossos procedimentos.

Estou partindo para o interior do pa�s por um tempo breve.

E quanto aos casos inacabados?

Um caso muito mais importante vem vindo...

o meu.

Cheguem perto, cidad�os de Lindenheim

e deixem-me contar uma horr�vel hist�ria.

Tem rela��o de sangue com um perverso conde,

que massacrava suas v�timas em um castelo nas montanhas.

� uma hist�ria sobre a qual n�o ouviram nada antes.

E, ao final dela n�o dormir�o mais com facilidade.

Diz-se que ele fez um pacto com o dem�nio

e ent�o causou grande sofrimento al�m da ponte levadi�a

e as torres centrais de seu castelo.

N�o quer vir, Baronesa? Tem algu�m contando a hist�ria de sua m�e.

O nobre e bravo viveu e morreu dentro do castelo

coberto de sangue, desonra e vergonha.

Estamos no cora��o das terras centrais.

Bata outra vez!

Perdoe-nos. Gostaria que voc� tivesse a gentileza

de dar para nossos cavalos um pouco de feno. - Clementine!

Senhor, suas roupas est�o cobertas de poeira. Se quiser, posso limp�-las.

Sim, se voc� quiser.

Pode me dizer onde fica o castelo Andomai?

Andomai? N�o, eu lamento.

Oh, deve por aqui em algum lugar. Dizem que � no Vale Sander.

Vov�! H� algu�m procurando um castelo. � chamado Andomai.

Pode dizer-lhe onde fica?

Perdoe-me. O castelo Andomai � perto daqui?

Andomai? Deus do c�u...

Deus tenha piedade de suas almas e livre-nos do mal.

Que prociss�o � essa?

Uma prociss�o para levar o monstro comedor de homens

no vale.

Quem � o homem de barba?

Ele � um santo. Se algu�m sabe onde Andomai fica, � ele.

Obrigado.

Desculpe-me. N�o queria atrapalhar sua medita��o,

mas eu venho de longe.

Pode me dizer onde fica o castelo Andomai?

Deve ser em algum lugar no vale Sander.

O castelo Andomai.

Os mais velhos esqueceram e os mais jovens nunca ouviram falar.

Por qu�?

Conde Regula foi o �ltimo a viver l�.

Foi onde ele matou 12 virgens.

E ent�o?

Conde Regula foi arrastado e esquartejado.

Mas, e os filhos e os netos?

Seu nome n�o foi passado para outras gera��es.

Suas terras est�o devastadas e seu castelo jaz em ru�nas.

Nas noites de lua cheia, ouvi dizer que o pr�prio dem�nio foi visto ali.

Fui convidado pelo Conde Regula para vir ao seu castelo.

Ele me mandou esta mensagem.

Tem uma data, m�s e ano. E pode ver: l� h� um Conde Regula.

O conde morreu h� 35 anos na pra�a.

Eu lhe aviso! Grande perigo o espera.

Tenha cuidado meu jovem.

Bom dia, senhor. Pergunto se est� procurando o castelo Andomai.

- Sim. Sabe onde fica? - Oh, mas claro que sei.

Embora nunca tenha ido l� antes.

� verdade o que as pessoas falam por aqui?

N�o d� aten��o a eles. N�o pode acreditar no que dizem.

S�o todos uns mentirosos.

- Se importa se eu for junto? - Voc�?

Sim. Veja, tenho que batizar uma crian�a l� perto.

Parece que aquela bela jovem

est� indo na mesma dire��o.

- Entre. - Obrigado.

Voc� n�o acreditaria

do que o povo daqui chama o castelo Andomai...

o castelo sangrento.

Em toda a minha vida eu nunca vi um covard�o

maior que ele.

Desculpe. Temos que brindar nossos copos no covarde.

Como essas pessoas s�o est�pidas. Est�o deixando essa parte do pa�s se arruinar.

Alguns dizem sempre que t�m visto o dem�nio em pessoa

montado nas costas de um homem. Dizem que ele o agarra

como um tigre e ele n�o o larga at� que o homem esteja morto.

Se tivessem visto com cautela teriam ficado chocados em saber

que o diabo era um ladr�o comum.

Qual � o problema?

Quem eram eles?

O povo diz que s�o os sete pecados mortais.

Siga em frente!

Mas se resolverem nos emboscar l� na frente? -Siga!

� extremamente corajoso, senhor.

Nem tanto.

Estou fazendo este percurso para descobrir quem sou realmente.

E n�o deixarei que ladr�es e nem mulheres me parem.

Mas voc� tem que saber quem �.

Nem mesmo sei quem meu pai e nem minha m�e eram

ou onde nasci.

H� outro coche � frente.

Oh, a carruagem daquela bela jovem.

Ai, ai, nossa viagem est� ficando interessante.

N�o! N�o!

Socorro! Socorro! Por favor, n�o!

Temos que fazer algo.

Aqui.

Est�o machucadas?

Nein, Gott sei Dank. Mas se voc�s n�o chegam...

Estou certa de que nos teriam capturado.

Quero me apresentar, sou Roger Mont Elise.

Sou Lillian von Brabant e esta � minha acompanhante Babette.

Espero que saiba o qu�o gratas a voc� n�s somos.

Eram ladr�es. Algo foi roubado?

N�o, nada mas...

- Ent�o n�o se aborre�a com isso. - Eles levaram nosso cocheiro.

Tem alguma id�ia do motivo de serem atacadas?

N�o, nem a menor no��o.

N�s est�vamos em nosso caminho Andomai onde o Conde Regula vive.

Conhece o Conde Regula?

N�o, mas parece que estamos indo na mesma dire��o.

Posso lhes oferecer meu coche?

Obrigada.

Cocheiro, as damas ir�o conosco.

Peculiar, mas exatamente parecido.

Voc� tem que saber sobre seu passado e sua identidade

enquanto eu tomo posse da propriedade de minha m�e.

Ela era daqui?

- Sim, nasceu perto daqui. - Estamos lidando com dinheiro?

N�o sei, mas se for, pode certamente ser-lhe oferecido.

Isto � a �nica coisa de valor que ela me deixou antes de morrer.

Herdei tamb�m sua habilidade musical.

Dou li��es de piano que � como posso garantir minha subsist�ncia.

Tudo que tenho de minha fam�lia � este medalh�o.

Nem mesmo sei meu pr�prio nome.

Quando era garoto me deixaram uma carta de cr�dito,

uma bolsa de ouro e este medalh�o.

Tem nele uma montanha e a figura de um santo.

Posso?

E por esta imagem peguei meu nome.

Mont Elise, Mont de montanha e Elise de Elisabeth.

Voc� herdou um nome real.

Ela est� certa. S� membros da aristocracia

est�o aptos a ter um bras�o de armas.

Mas desde quando a aristocracia negligencia suas crian�as assim?

� o que espero saber no castelo Andomai.

Voc� pode vir conosco como convidado.

Est� longe ainda?

Estaremos l� dentro em pouco. O zelador tem um bom vinho,

� o para�so de um gourmet o que ele tem ali. Pe�a a ele sua especialidade

o rosbife.

- Bem, aqui estamos. - Claro, voc�s s�o meus convidados.

� muito am�vel de sua parte.

Quando foi a �ltima vez que esteve aqui?

Bem, h� um m�s, eu acho.

H� quanto tempo voc� foi chamado para um batismo?

Deixe-me ver. Foi por volta de...

N�o confio nele. Acho que devemos voltar

enquanto � dia. O que haveria se algo...

Ali, na entrada.

N�o queria assust�-lo.

Poderia me dizer quanto falta para chegar ao castelo Andomai?

O castelo sangrento.

Ele � definitivamente est�pido. Tentarei a linguagem de sinais.

Isto n�o tem sentido, deixe-o.

Agora o que vai fazer padre? Sem beb� para batizar.

Obviamente nada. Se voc� n�o se importar.

Irei com voc�s. Poderemos encontrar algu�m

que esteja voltando ao povoado.

Em muitos pa�ses a linguagem de sinais para surdos e mudos

� tamb�m linguagem de ladr�es.

Onde aprendeu isso?

Temos muitos surdos-mudos na par�quia com os quais eu lido, filho.

N�o nos deixe, padre.

Eu sabia que diabos isso significava!

N�o, n�o, n�o!

J� fui longe demais. N�o vou arriscar minha vida por causa de voc�s.

Tenho esposa e filhos.

Este lugar � o mal. Eu... meu cora��o n�o aceita.

N�o h� o que temer. Seja s�bio.

Aqui, pegue isto e guie-nos.

N�o, n�o. N�o posso ir mais al�m!

Nenhum dano lhe ser� causado meu filho. Conduza-nos seu tolo!

Meus nervos, meu cora��o!

Suba ali! Ouviu-me? Mova-se!

Um padre tem que ter muitos argumentos ao seu dispor.

Desde quando padres carregam uma pistola?

Desde que s�o mandados por Deus para lugares desolados como este.

Sabem o que � estranho?

Nada mudou naquela casa

mas o velho desapareceu.

Sim, isso � o mais curioso.

Nem tanto. O cocheiro o assustou. � simples assim.

Est� ficando nebuloso. Teremos um tempo duro pela frente.

Em frente! Com ou sem n�voa.

Se voc� diz assim, Se voc� diz assim.

O que � agora, idiota?

N�o ouviu? N�o posso ficar aqui.

A floresta est� cheia de vozes. Vozes e criaturas estranhas.

Senhor, vi tr�s corvos negros l� atr�s. � um press�gio do dem�nio.

- Poupe-nos de sua supersti��o est�pida! - N�s temos que voltar.

Acalme-se. Conduza isto!

N�o � certo prosseguir, especialmente numa sexta.

Estar� escuro em breve. Nunca voltaremos vivos.

J� basta! Vamos em frente! Em frente, eu disse.

� que eu ganho por roncar. Devo ter cochilado.

Eu deveria saber que estava roncando.

Isto me surpreende mais que a voc�s.

Nunca fui pego tirando uma soneca antes.

Onde estamos?

Na floresta, n�o?

Estamos perdidos em uma floresta deserta.

Passamos sobre a raiz de uma �rvore.

Temos sorte pelo cocheiro n�o ter parado.

Os cavaleiros vieram pela floresta.

O que o fez pensar t�o subitamente sobre os cavaleiros?

Nada demais. O Senhor nos protege.

Ei, o que � aquilo? Que diabo est� fazendo? N�o est� conduzindo animais.

Algo est� errado.

- Prefiro que fique aqui. - N�o se preocupe.

O que aconteceu?

Senhora, � melhor ficar aqui.

Vamos, padre.

- Ele disse que tinha um cora��o fraco. - Est� morto.

As �rvores. Veja!

V� aquilo? Ainda se move.

N�o deve estar morto ainda. Talvez possamos salv�-lo.

O que faremos sem luz?

Lilian!

N�o, n�o, n�o!

Padre.

Padre Fabian, onde est� voc�?

Espere, sou o padre Fabian. Algu�m me atingiu.

Eles roubaram o coche.

Iremos peg�-lo t�o logo possamos ouvi-lo.

Uma vez que o som desapare�a n�o ser� t�o simples.

N�o podem estar t�o longe.

Regula. Conde de Andomai.

O castelo Andomai.

O castelo sangrento. Nada mais que ru�nas.

Eu temia isso. Ca�mos numa armadilha.

� muito pesado. Nunca sairemos daqui.

� melhor come�armos a rezar. N�o vejo outro caminho aqui.

Bem-vindos, amigos, � casa do conde Regula.

O que est� havendo aqui? Eu sei quem est� tocando o piano.

Onde est� ela?

Onde est� Lilian von Brabant?

Eu perguntei, onde ela est�?

Suas amigas s�o afortunadas.

Com sorte eu pude evitar um acidente ou elas teriam sido mortas.

E agora cavalheiros. Venham por aqui, por favor.

Madame, dois convidados vieram ver o conde.

Roger Mont Elise e um padre sem d�vida, amigo dele.

� sem d�vida uma honra receb�-los.

Por favor considere minha casa como sua.

Bem-vindo monsenhor. Deve estar exausto por sua jornada.

Anatol, diga aos criados para preparar o rosbife. O melhor.

� sexta-feira, madame!

Sei. Bem, ent�o sirva o que quiser, Anatol.

Mas enquanto esperam a sopa, sirva-lhes um drinque antes que morram de sede.

O que fez com ela?

Parecia perturbada. Pensei que seria melhor eu dar-lhe um calmante.

A po��o � muito moderada. O efeito passar� antes que o conde esteja aqui.

Isso � rid�culo!

O conde est� morto h� 35 anos.

Por voc� ele se erguer� dos mortos.

Um minuto, onde est� Babette?

N�o h� o que se preocupar.

Anatol, est� aborrecendo os convidados.

Venha aqui, e veja minhas pinturas.

Voc� pode ofend�-la.

Esta � uma pintura expressiva.

Realmente.

Parece-me que j� nos conhecemos.

Viaja por aqui frequentemente?

Lilian, contenha-se.

� como se voc� fosse algu�m da fam�lia.

Oh, perdoe-me por n�o observar.

Voc� n�o precisava trazer um presente.

Que ador�vel.

Mostra que voc� tem um gosto incomum.

Muito obrigada.

Lilian.

Sirva nossos convidados primeiro!

Deve ter cuidado. Estou me controlando para ele n�o perceber.

Depressa! Nossos convidados t�m sede.

�gua.

Conhe�o o trabalho do dem�nio quando o vejo.

De tr�s ta�as de vinho qual estava cheia de �cido?

Minha ta�a!

Voc� tem que ser recompensado por isso. Farei o pagamento agora.

Oh, mas monsenhor.

E pare de me chamar assim. N�o sou um monsenhor.

Fa�o minha vida com roubo nas estradas. Entendeu?

Eu contava fazer um belo saque na estalagem.

Se ela n�o tivesse desaparecido.

Ei! Se me tirar daqui, serei brando com voc�.

Cada um de voc�s estar� fora daqui a seu pr�prio tempo.

Um bom vinho vai bem se ele � velho o bastante.

Venha!

Babette, Babette, Babette!

O que est� havendo? Onde estou? Oh, meu Deus! A floresta...

ent�o fomos atacadas. Trazidas para uma casa deserta.

Como sairei? Eu tenho que sair!

Deixe-me sair daqui! Por favor deixe-me sair!

A po��o que ele deu est� perdendo o efeito.

Assim parece.

Deixe-me sair! Deixe-me sair!

Lilian, Lilian. Est� tudo bem agora. Voc� n�o est� mais sozinha.

Roger.

Eu estou com voc�.

Roger, oh, Roger! Estou assustada. Esta casa, � horr�vel.

� t�o assustador e estas pinturas parecem t�o malignas.

N�o sei como, mas temos que sair daqui

ou seremos mortos. N�o temos um minuto a perder, Roger.

N�s temos que sair!

Olhe ali. Aquelas cortinas escondem o caminho para fora.

Oh, n�o. N�o pode ser verdade, Roger.

Sou eu, n�o �? � incr�vel a semelhan�a.

Parece quase como se eu e voc� tiv�ssemos sido pintados juntos.

N�o sei, mas irei descobrir.

Um homem sendo partido. Este deve ser o Conde Regula.

Mas voc� � o que est� junto a mim. Como pode ser poss�vel?

N�o � o seu bras�o?

Agora sei que as pessoas que o trouxeram a mim explicaram o bras�o incorretamente.

Marienberg significa monte de Maria.

Mas disseram-me que o nome era Mont Elise.

Berg � montanha. Mas a santa n�o � Elisabeth.

� a virgem Maria.

De algum modo estranho

voc� e eu estamos conectados com a pintura.

N�o posso imaginar como estamos envolvidos. Ambos somos estranhos na regi�o.

Sua m�e contou-lhe algo das experi�ncias

que ela pode ter tido quando viveu aqui?

N�o. De fato, eu era proibida de mencionar o passado.

Que foi o assunto que ela sempre evitou.

Lilian, tenho que descobrir o segredo deste castelo.

E tenho que encontrar esse Conde Regula.

Temos que ir ao fundo disso. Lilian, vai me ajudar? - Sim!

Assassinos! Criminosos! S�o uns dem�nios! � desumano

o que aqueles monstros est�o fazendo a ela!

Qual � o problema? O que est� havendo?

Eu lhe mostrarei, venha comigo.

N�o � para mulheres verem. � melhor que ela fique aqui.

N�o. N�o posso deix�-la sozinha de novo. Vamos!

Veja!

Vamos.

Babette, Babette - Babette, Babette!

Voc� est� bem?

Ele me atacou. O criado tentou me estrangular.

Pode caminhar?

Sim.

N�o a deixe s�.

Babette!

V� atr�s dela.

Feche os olhos, eu a guiarei.

N�o, obrigada. Estou bem.

Tem que aprender que a obedi�ncia � a mais importante qualidade

que um criado deve ter.

N�o t�o depressa! N�o ir� longe com isso seu monstro.

Estive morto durante anos. Enforcaram-me.

Morto? - Sim! O que quer dizer?

Se um homem � tirado da forca antes de seu �ltimo f�lego

seu corpo pode se tornar invulner�vel.

Devo estar vendo coisas. Est� dizendo que isso n�o lhe fez nada?

Nada.

Sinto, mas voc� n�o deixou o menor arranh�o.

Agora, onde est� a garota, Babette?

Por favor Roger, vamos sair deste lugar!

E sobre sua heran�a?

N�o me importo com isso.

O criado est� morto!

Onde est� Babette?

Desapareceu.

O mordomo. Morto como uma porta. Ele � um morto andante.

Suponho que acham que estou louco,

mas � verdade!

Conde Regula espera por voc�s. Por aqui!

N�o!

A garota est� certa. Voltemos �s escadas.

� mais seguro.

Aviso-os para fazer o que foi dito.

Do contr�rio, meu mestre perder� a paci�ncia com voc�s. Agora venham!

Parem, a passagem � direita.

Espere aqui.

Roger! O que est� havendo?

Voltem!

Fique onde est�!

N�o precisa ir mais al�m.

Ent�o, achou algo para sua divers�o?

Ent�o estas s�o as 12 garotas assassinadas.

Sim, mas isso n�o � motivo para que voc�s n�o se sintam a vontade.

Venha � frente, Lilian von Barbant.

Meu mestre Conde Regula foi arrastado e esquartejado.

N�o importa como eles o tenham separado,

seu esp�rito permanece intacto.

Antes de morrer, meu mestre encarregou-me de uma dif�cil miss�o.

Tenho procurado cumprir suas ordens, desde ent�o.

Tudo tem sido feito como ele desejou.

S� o seu desejo final n�o foi cumprido,

o desejo que ele tinha de ser revivido na Sexta-feira Santa.

E nessa sexta em particular, ele reviver�.

H� uma for�a aqui que n�o pode permanecer. Uma cruz!

Minha cruz, eu n�o a tenho mais!

Eu n�o a peguei.

Ent�o voc� tem uma cruz!

No coche. Eu ia pegar para voc� quando eu...

N�o posso permitir a presen�a de uma cruz!

Saia daqui neste minuto! Saia!

Para o outro lado! N�o s�o um testemunho puro o bastante para um ato t�o solene.

Frederik, Graf Regula ergue-se dos mortos.

Roger von Marienberg, o filho daquele homem,

Lilian von Barbant, a filha daquela mulher.

Bem-vindos � minha casa.

Tudo foi como planejamos?

Como voc� desejava. Houveram muitos obst�culos.

Tive que super�-los.

Minha devo��o a voc�, mestre deu ao seu humilde servo os poderes

necess�rios para cumprir cada detalhe desta miss�o.

Este � um grande momento para mim. N�o os deterei por muito tempo,

mas sinto que lhes devo uma explica��o.

Por muitos anos eu procurei o segredo da vida eterna...

e finalmente o encontrei.

O sangue � vida. Uma vez que eu desvendei o segredo da vida

a imortalidade estava ao meu alcance.

E para o procedimento eu precisava do sangue de 13 mulheres.

Encontrei 12. Elas resistiram � morte.

Foi aquele desejo de viver que eu requeria.

A 13� escapou-me... Lilian von Barbant.

Sua m�e levou-me �s autoridades.

Roger von Marienberg, seu pai sentenciou-me � morte.

Mas antes de ser preso, eu consumi

um pouco do sangue concentrado

e assim eu retornei ap�s 35 anos, para minha vingan�a.

Tudo que preciso � de algumas horas. Tempo n�o faz diferen�a para os mortos.

Minhas outras ordens, Anatol?

Exterminar toda a fam�lia do juiz, � o que eu tenho feito.

Cada alma simples, inclusive o filho.

Ele escapou. Levaram-no para outra cidade longe daqui.

Ap�s isso, fui preso e enforcado.

Mas por causa de sua grande bondade, eles foram enganados por uma v�tima,

voc� deixou-me o elixir da vida. Vida, eterna.

Antes de minha execu��o, eu bebi metade do frasco

foi o que salvou meu corpo da deteriora��o.

Ent�o eu vivi para cuidar de seus desejos.

Para atrair o �ltimo membro da fam�lia von Marienberg, antes de voc� voltar.

Lilian von Brabant, tomar� o lugar de sua m�e.

Tenho sangue de 12 virgens. Voc� ser� a 13�...

que me trar� a vida eterna.

Voc� nunca ter� essa chance.

Roger!

N�o! N�o � o bastante.

Roger, Roger!

Roger von Marienberg morrer�. E ser� uma morte agonizante.

N�o!

Ele significa algo para voc�? Isso � bom!

Tudo est� em ordem. Ela est� pronta?

Ainda dif�cil. Seu sangue me dar�

o elixir que eu preciso para vida eterna,

mas ela n�o tem medo o bastante.

Se ela ver a execu��o, acha que ajudar�?

Desamarre-a!

Vamos, aqui! Venha!

V� ao pedestal e veja atrav�s da m�scara.

Ningu�m pode ajud�-lo... exceto voc�.

Sim, eu o farei.

Atr�s daquelas mulheres h� uma porta

que leva a uma passagem dali at� a c�mara do p�ndulo.

Ela tentar� peg�-lo

e assim seu medo crescer� imensamente.

Dever�amos ter come�ado.

Isto passar� logo.

Roger! Roger, Roger!

Roger

Roger! Roger!

N�o, n�o!

� a hora.

Alguns segundos mais e minha vingan�a estar� completa.

Fabian, voc�? Gra�as a Deus est� vivo.

Quanto tempo temos?

Em torno de 1000 batidas de cora��o, senhor.

O �cido!

Onde est� Lilian?

Estava trancado numa cela. N�o vi ningu�m.

Ela deve estar em perigo.

Mas n�s temos uma chance contra o dem�nio.

Por que o mordomo n�o trouxe o conde...

� vida no in�cio?

O mais importante � salv�-la.

Ela deve estar na c�mara de torturas.

O concentrador funciona bem.

A hora est� chegando para apanhar o sangue da 13�.

Ponha o tubo na art�ria do pesco�o.

Lilian!

Ent�o escapou do p�ndulo. Congratula��es!

Deixe-a ir!

Ela est� se preparando para seu grande momento.

Mestre, o concentrador n�o est� funcionando.

Voc� est� carregando algo que est� quebrando o c�rculo m�gico.

Talvez seja isto.

Jogue isso longe!

Deixe-a ir!

Destrua a cruz e ela estar� livre.

Livre como aquelas 12?

Destrua isto! Se voc� n�o...

Eu sei assim como voc�, que se eu n�o o fizer

voc� virar� p�.

Destrua a cruz!

Esta ampulheta � sua vida.

Quantos segundos mais voc� tem sem aquele elixir?

Destrua a cruz!

Eu tamb�m tenho um p�ndulo. O p�ndulo que ir� destru�-lo.

Jogue isto longe!

Jogue isto longe!

Jogue isto longe!

Minha satisfa��o.

Vida eterna!

Ei, estamos aqui!

Eu finalmente os encontrei!

Baronesa!

Oh, Babette, Babette!

Entrem! Eu os levarei a qualquer lugar que queiram.

Para onde iremos?

Aonde voc� disser.

Vamos Babette, tudo est� bem quando acaba bem.

Rostinho engra�adinho.

Roger, as coisas horr�veis passadas na �ltima noite

foram somente um sonho, n�o foram?

Pode ter sido tudo um sonho mau. Mas isto � real.

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