All language subtitles for Law.and.Order.Special.Victims.Unit.S19E20.The.Book.of.Esther.1080p.AMZN.WEB-DL.DDP5.1.H.264-NTb

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Original subtitles

A HIST�RIA A SEGUIR � FICT�CIA

E N�O RETRATA EVENTO, ENTIDADE OU PESSOA REAL.

No sistema de justi�a criminal, crimes sexuais

s�o considerados especialmente hediondos.

Na cidade de Nova Iorque os dedicados detetives

que investigam esses delitos b�rbaros

s�o membros do esquadr�o de elite

chamado Unidade de V�timas Especiais.

Estas s�o suas hist�rias.

Estamos vivendo na era do retorno do Senhor, amigos.

Mateus 24 nos alerta que ningu�m,

nem os anjos no c�u, ou mesmo o pr�prio Jesus,

sabem a hora ou o dia que o filho de Deus retornar�.

Dois homens estar�o na lavoura.

Um ser� arrebatado, mas o outro deixado.

Duas mulheres estar�o trabalhando num moinho.

Acalme-se.

Fim da linha. �ltima parada.

Est� tudo bem a� dentro?

Consegue me ouvir?

Precisa sair do trem agora.

Muito bem, estou entrando.

-Do que se trata? -Uma adolescente desacompanhada.

Ela se trancou no banheiro.

Parece que algu�m a machucou.

-Dentro do trem? -Ainda n�o sabemos.

-Ela disse quem fez isso? -Ela n�o fala muito.

Ainda n�o quer sair do banheiro.

Fique calma.

Qual o seu nome?

Est� tudo bem. Vamos cuidar de voc�.

Ela disse algo para algum de voc�s?

-Nem uma palavra. -Certo.

Est� tudo bem, querida.

Parece que algo te machucou aqui.

Por que n�o sai do banheiro

para te darmos assist�ncia m�dica?

Tudo bem.

LAW AND ORDER: SVU 19x20 The Book Of Esther

Equipe Queens Of The Lab -Diabolicamente Majestosas-

Twitter: @Queens_OfTheLab

Kings: Salom�o | TatuW | caio213

Queens: Carrolpatty | Julie | I.kath

Queens: Lu Colorada | Nay | LaryCarvalho

Bom em ingl�s? Quer legendar conosco?

Inscreva-se no site www.queensofthelab.tk

Meu nome � Amanda.

H� quanto tempo voc� n�o come?

Olhe, eu troco o doce pelo seu nome.

Esther.

�timo. Estamos fazendo progresso.

Isso � bom.

Voc� tem um sobrenome, Esther?

"As na��es ver�o a Tua justi�a e todos os reis a Tua gl�ria,

chamar-te-�o por um novo nome, que a boca do Senhor designar�."

Certo. Muito bem.

Aqui est�. Venha aqui, est� tudo bem.

Que tal se n�s duas sairmos deste banheiro, deste trem,

e a� podemos conversar um pouco mais?

Muito bem, calma, calma. � seu.

Funciona com a Frannie.

Mas a Frannie � um cachorro.

Certo, agora n�s vamos at� um hospital,

para que um m�dico garanta que voc� est� bem.

-M�dico? -N�o, n�o.

Vai ficar tudo bem.

Eu vou, vou ficar com voc� o tempo todo, certo?

Iremos ligar para os seus pais

e avis�-los para onde estamos indo.

Eles n�o tem telefone.

N�o!

Calma, calma. Afaste-se. Saia.

-Tire a maca daqui. -� contra as normas.

Assumirei a responsabilidade.

Vou com ela atr�s.

Est� tudo bem, Esther. Est� tudo bem.

Esther, como est�?

Em algum momento

voc� ter� que falar onde seus pais vivem.

Eu serei castigada.

Por que voc� seria castigada?

N�o tenho permiss�o para usar o trem.

N�o parece algo que mere�a castigo.

"O Senhor me disciplinou severamente.

Mas ele n�o me entregou � morte."

� dos Salmos, certo?

Voc� estudou o bom livro, tamb�m?

Sim, eu ia muito � igreja quando era crian�a.

Minha vov� tocava o �rg�o todo domingo.

Quem falou que seria castigada por usar o trem?

"Pais, n�o provoqueis � ira a vossos filhos,

mas criai-os na doutrina e admoesta��o do Senhor."

HOSPITAL MERCY QUARTA, 18 DE ABRIL

Ela est� absurdamente desnutrida,

mal chegando aos 40kg.

Ela continua pedindo mais comida,

-mas preciso limitar. -Como ela est�?

Deve ter notado as escoria��es na testa.

H� marcas nos cotovelos e nos pulsos.

-Talvez estivesse presa. -Fez o exame toxicol�gico?

Tentamos. Ela olhou para a agulha e surtou.

N�o fala sobre seu hist�rico m�dico.

Duvido que tenha tomado banho em semanas.

E o exame de corpo delito?

Ela falou que foi abusada?

N�o, mas est� traumatizada, n�o ficaria surpresa.

Ela mal permitiu pegar saliva de sua boca.

N�o imagino como realizar um exame p�lvico agora.

Precisa que ela durma aqui?

N�o acho. Fale com ela pelas pr�ximas horas.

J� avisamos o servi�o social.

Tenente, dos quatro passageiros

que falei no trem, ningu�m se lembra dela.

Suas digitais n�o est�o no sistema.

Alguma coisa do laborat�rio?

Tinha s�men na sua calcinha.

Envie ao laborat�rio para identificar o DNA.

Talvez seja um crime sexual, al�m do abuso.

Vou falar com ela e tentar descobrir algo.

Sabe de uma coisa, T�?

Rollins meio que j� fez

-uma conex�o com ela. -Ent�o acha

que uma estranha n�o seria a melhor ideia?

Dr. Hale disse que n�o teria problema

voc� pegar uma fatia, mas acho que duas

n�o dar�o muito problema.

Obrigada.

Sei que deve estar assustada, Esther,

mas s� estou tentando ajud�-la.

Sabe disso, n�o �?

Tem alguma raz�o para n�o querer ir para casa?

Voc� mora em uma casa ou num apartamento?

Uma casa... com janelas brancas.

Voc� tem irm�os ou irm�s?

Sim.

Deve sentir falta deles.

H� algum motivo para fugir de casa?

Eu estava assustada.

Com seu pai?

Mas o Senhor diz: "N�o temas, porque Eu sou contigo;

n�o te assombres, porque Eu lhe sustento

com a destra da minha justi�a."

Foi seu pai quem...

machucou sua cabe�a?

Eu ca�.

Esther, seu pai te for�ou a fazer sexo com ele?

N�o.

Mas transou com algu�m.

Est� tudo bem.

Posso dizer que ela � esperta pelas conex�es b�blicas

-que faz. -Como se fosse fincado nela.

Sim, isso vai muito al�m

da doutrina��o dominical que minha m�e me obrigou.

� uma forma de controle. Um jeito de desencorajar

-pensamentos. -Ou um lugar

quando est� perdida ou com dor.

Ou te assustar, fazendo pensar que vai arder no inferno

se voc� usar saia acima do joelho.

Algu�m est� tentando mant�-la na linha

-e ela ainda est� protegendo-o. -DNA saiu.

Nada no banco de dados.

Mas � um par familiar.

-Qu�o pr�ximo? -O perpetuador tem

combina��es parciais com Ester em dez alelos.

Ent�o o pai est� fora.

Ent�o � um irm�o, ou um tio, talvez.

Nossa menina est� � salvo sob cust�dia do Servi�o Social.

-Algum progresso? -N�o, quando tento falar de sexo

ela se fecha ou recita aquelas escrituras

usadas na lavagem cerebral.

Tudo bem. Vamos ter que fazer o trabalho pesado aqui.

Seria bom saber quem ela realmente �.

N�o h� muito com o que come�ar.

N�o h� nenhum desaparecido que se pare�a com ela.

Ela deve morar perto da linha de trem em Port Washington.

Certo, Rollins, divulgue a foto dela para a imprensa.

-Algu�m deve reconhec�-la. -Agora mesmo.

N�s checaremos as c�meras de trem em Long Island.

SALA DA SEGURAN�A DA LIRR TER�A, 19 DE ABRIL

O que acontece � que tudo � gravado hoje em dia.

N�o existe essa de 4� Emenda nos distritos de NY.

Por isso que os policias que conhe�o n�o moram aqui.

Ela estava no trem de 8h17 que saiu de Port Washington.

Ela embarcou depois da esta��o de Little Neck.

Vamos come�ar por Douglaston.

Aqui foi quando o trem de 8h17 estava parando.

A� est� ela.

Congele.

Aqueles 2 caras est�o com a jaqueta igual � dela.

Sabe quantas lojas de artigos militares

existem em Douglaston?

ARTIGOS MILITARES TER�A, 19 DE ABRIL

Estou vendo que vende parkas.

Parkas com capuz, com certeza. � do ramo?

Na verdade estou procurando pelo nome

de quem comprou uma nos �ltimos 5 anos.

Eu devo ter vendido centenas dessas coisas.

Certo, vou limitar as coisas.

Qualquer cliente que comprou pelo menos 3 ao mesmo tempo.

Isso eu posso checar.

Vendemos 3 dessas o ano passado para um...

-David Johnson. -Certo.

David Johnson � algum desses caras?

N�o saberia dizer. N�o fiz a venda. Sinto muito.

Ent�o, o que sabemos?

-Procuramos em toda Douglaston? -Se for necess�rio, sim.

Esther est� chegando e queria outra chance.

Esta abordagem terap�utica n�o est� funcionando com ela.

Vamos usar um pouco da Ira de Deus desta vez.

Como acharemos o suspeito se ela n�o diz onde mora?

Certo, que tal darmos � Amanda

-mais tempo sozinha com ela? -Obrigada.

Com licen�a...

Estou procurando a minha filha, Esther.

Esther Labott.

Minha esposa viu a foto dela no notici�rio.

Isso, est�vamos esperando por voc�, sr. Labott.

Eu sou... Sou a Tenente Benson.

Minha filha est� bem?

Sim, a Esther est� bem.

Certo, ajude-nos a entender.

Se estava preocupado com a sua filha,

por que n�o reportou o desaparecimento dela?

Ligamos para a pol�cia em Toms River.

Disseram que t�nhamos que esperar 24 horas.

Eles n�o ajudaram em nada.

Voc� mora em New Jersey?

Aqui.

Quando ela desapareceu?

Ontem.

N�s acordamos e ela tinha sumido.

Esses 2 caras. J� os viu antes?

-N�o. -Ent�o foi apenas coincid�ncia

que eles usavam casacos iguais ao da sua filha?

Minha filha n�o tem um casaco desses.

Agrade�o por encontrar a minha filha,

mas agora s� quero lev�-la para casa.

Em casos em que pode ter acontecido abuso,

n�o podemos apenas entregar a crian�a para os pais.

Esther n�o � uma crian�a.

Ela tem 27 anos.

Meu Deus.

Jesus seja louvado, Esther. Esther. Esther.

O que houve? Algu�m sequestrou voc�?

N�o, n�o, n�o. Eu fugi.

Por que voc� faria isso?

Desculpe-me, papai.

Esther, sua m�e estava inconsol�vel.

Voc� sabe muito bem, Esther.

Crian�as, obede�am seus pais em tudo:

-pois isso agrada ao Senhor. -Sr. Labott...

Isto pode ser dif�cil de ouvir,

mas quando achamos a Esther

ela tinha s�men...

na calcinha, n�s testamos

e bateu com algu�m da fam�lia.

N�o estou surpreso.

Minha esposa...

Ela encontrou Esther e o irm�o dela...

deitados juntos.

Vou admitir, eu usei a palmat�ria,

mas garanto que n�o abusei da minha filha.

Deixou ela passar fome tamb�m?

Esther faz jejum para obter entendimento espiritual.

Isso � verdade, Esther?

Quando ela decide jejuar, ofere�o companhia.

Mesmo? Ent�o voc� fica 3 semanas sem comer tamb�m?

Vivemos em um estilo de vida n�o-convencional,

fora do radar, as crian�as estudam em casa...

mas somos uma fam�lia amorosa que cumpre as leis.

-� hora de irmos embora. -Ningu�m sai daqui.

Afaste-se, senhor. Para tr�s.

Tudo bem? N�s temos...

muitas perguntas.

As quais voc� pode fazer para o meu advogado.

Se me impedir de ir embora ou minha filha,

prometo que haver� consequ�ncias legais.

D� ao sr. Labott o telefonema dele.

Voc� n�o precisa ir embora com o seu pai.

N�o vou contra os desejos do papai.

Podemos proteg�-la se estiver com medo de ir para casa.

Por que n�o fica? Talvez...

Talvez mais uma noite para pensar, certo?

Ele me ama.

Ele n�o fez nada de errado.

Foi...

outra pessoa da sua fam�lia?

Ningu�m fez nada comigo.

Eu quero ir para casa, Amanda.

E a�?

Ela insiste em ir embora com aquele nojento presun�oso.

-Labott � uma figura. -N�o h� nada pior

-do que um religioso hip�crita. -Certo, foco.

Carisi, o que j� sabemos de New Jersey?

Labott era professor de geologia na Trenton Tech.

A patente rendeu algum dinheiro, algo com filtra��o de �gua.

Certid�o de nascimento e carteira de motorista

-s�o leg�timas. -Falei com o Stone.

Acontece que, acredite ou n�o,

incesto n�o � ilegal no Estado Jardim.

N�o h� estupro, n�o h� agress�o.

E a garota tem mais de 18 anos.

Neglig�ncia ou abuso infantil est�o descartados.

-Solte-o. -N�o, n�o podemos deix�-la

-ir com aquele homem. -Amanda, se ela escolher ir,

� escolha dela e n�o h� nada

-que possamos fazer... -A hist�ria n�o faz sentido.

Os Labott n�o reportaram o sumi�o dela.

-Eu sei e concordo... -Ela estava longe de casa

com 2 caras de jaquetas iguais

-atr�s dela. -Eu sei, mas...

Mas ela � uma adulta competente.

Labott conhece os direitos dele e n�o podemos fazer nada.

Ela n�o � competente, foi lavagem cerebral.

Ela... ela estava amarrada, Liv. Ela passou fome.

Eu entendo isso,

mas, no estado de Nova Iorque, n�o h� crime

do qual possamos acus�-lo.

N�o acredito que isto est� acontecendo.

Est� livre para ir embora.

Obrigado por encontrar a minha filha.

-N�o por isso. -Vamos, querida.

Adeus, Amanda.

-Liv. -Isto pode esperar?

Ainda chego a tempo de ler para o Noah.

Quero me desculpar por me exaltar com voc� hoje.

Amanda, n�s duas sabemos como � dif�cil

abandonar algo quando seu instinto

est� gritando que... que tem coisa errada.

Eu exagerei. E...

Estava pensando que eu poderia tirar uns dias para descansar.

S�rio, Amanda?

Quer investigar o Labott?

Se importa se eu fizer isso?

Fin e Carisi disseram que seguram as pontas.

N�o deixe ningu�m irritado em New Jersey.

-N�o vou. -E me mantenha informada.

Irei.

Obrigada.

RUA REDWOOD, NEW JERSEY SEXTA, 20 DE ABRIL

-Labott est� 3 meses atrasado. -H� quanto tempo ele mora aqui?

Eu aluguei para ele h� uns 4 anos.

Labott!

Eu n�o acredito nisso.

Olhe o que esses animais fizeram na casa.

-Quantas pessoas moram aqui? -N�o tenho ideia.

Ele disse que tinha muitas crian�as, mas...

Tem um coelho morto l� dentro.

O que est� fazendo?

Mexendo nas cartas dos Labott.

� um crime federal, sabia?

N�o ser� um problema.

-Desculpe. -N�o, tudo bem.

Quando foi a �ltima vez que viu a fam�lia?

Eles se mudaram h� uns dois meses.

Notou alguma coisa anormal neles?

Talvez as crian�as?

Eles ficavam mais dentro de casa.

Debbie disse que eles tinham licen�a para lecionar em casa.

-Debbie? -A mo�a da casa.

Ela me pagou para encaminhar as cartas.

Vou precisar desse endere�o.

-Eu tenho l� dentro. -�timo.

� um lugar no Queens...

Douglaston.

Crian�as, vamos tirar uma foto antes de come�ar.

Alinhem-se aqui.

-Poderia tirar nossa foto? -Claro.

Obrigado.

Certo, n�o esque�am de sorrir.

Muito obrigado. Obrigado.

Vamos jogar boliche.

Boliche, vamos l�.

S�o 9 crian�as?

Cada crian�a joga uma vez.

Eles parecem um reality show.

Apesar das roupas, parece um passeio familiar normal.

William comprou 5 cachorros-quentes

e deu metade para cada crian�a.

Deve ter pouco dinheiro.

Olhem, essas crian�as est�o abaixo do peso.

E o que houve na casa em Nova Jersey,

n�o foi quest�o de pobreza ou roupas estranhas.

A fam�lia Labott tem sua pr�pria cultura patriarcal.

O chamado "pai" deles faz endogamia

e os procurar por comida como ratos.

Como a fam�lia Turpin, na Calif�rnia.

Ent�o, qual � o crime?

Se incesto aconteceu no Queens, � um crime.

Ent�o quer prestar queixas contra ela agora?

Quem sabe se aquilo foi volunt�rio?

Esther pode n�o ser menor, mas a maioria deles �.

Queixaram-se ao Conselho Tutelar no Queens ou Nova Jersey?

N�o, mas os vizinhos t�m que ser cegos

se n�o veem o que est� acontecendo.

Est� levando um pouco para o pessoal, Amanda.

Se eu n�o levar, o que fa�o aqui?

AVENIDA THORNHILL, 5036 S�BADO, 21 DE ABRIL

Eles se mudaram h� uns dois meses.

Vi o cara capinando a entrada uma vez.

N�s acenamos um para o outro e foi isso.

-E as crian�as? -Tinha crian�as?

Vi um monte deles se apertando dentro uma mini-van.

-Eles pareciam estranhos. -Como assim?

Eram todos p�lidos, magricelos.

Usam jaquetas verdes e os mesmo t�nis,

como um tipo de uniforme.

Voc� j� os viu sair de casa,

ir para a escola ou brincar na rua?

N�o v�o no �nibus escolar.

As luzes ficam acesas de noite. Olho e est�o marchando

-de um lado para o outro. -Toda noite?

Nunca pensou em ligar para o Conselho Tutelar, talvez?

Eu cuido da minha vida.

At� onde sei, n�o est�o fazendo nada errado.

M�e.

M�e, estou com fome

M�e.

N�o, n�o, n�o. Tudo bem, est� tudo bem.

Tudo bem? Estou aqui para te ajudar, certo?

-M�e. -N�o, querida. Est� tudo bem.

-Certo? Est� tudo bem. -Rachel.

-Rachel, n�o pode mais chorar. -Esther...

-N�o deveria estar aqui. -N�o, n�o.

� bom que n�o esteja brincando com esses jogos de dem�nio.

-Est� tudo bem. -Voc� precisa ir.

-Vou buscar ajuda, certo? -O que est� fazendo aqui?

D� o fora da minha propriedade.

Est� cometendo um grande erro.

Melhor ir agora.

Certo. Certo.

-Quantos l� dentro? -Labott, a esposa,

mais outros 9 familiares, metade s�o crian�as.

-Armas? -Sim, pelo menos duas grandes,

-escopeta .12 e metralhadora. -Alguma exig�ncia?

-Amea�ou as crian�as? -At� agora n�o.

A USE e os negociadores est�o a caminho.

N�o classificaria os adultos como ref�ns.

Est�o sob controle do pai e creio que preferem ficar

ao inv�s de serem libertados.

-Tenente. -Todos na casa est�o bem?

Depende do que chama de "bem".

Agora que chegou, diga por que a detetive Rollins

est� dando ordens as pessoas do meu distrito

-sem nenhum aviso? -N�o vamos...

-transformar isso em disputa. -N�o respondeu � pergunta.

Que tal esclarecermos uma coisa?

Eu fa�o as perguntas aqui.

Fa�o parte de uma investiga��o sobre abuso nessa fam�lia.

-N�o houve reclama��es. -Quer ouvir uma?

Tem uma garotinha l�

acorrentada a um radiador como se fosse um cachorro.

-Esteve dentro da casa? -Sim.

Vou descobrir onde diabos est� a USE.

Quando chegarem, mantenha-os fora de vista,

n�o quero que isso se intensifique.

Precisamos abrir uma linha de comunica��o.

A pol�cia local jogou um telefone l�.

-Labott n�o atendeu. -Certo, preciso de um megafone.

Sr. Labott, � a Olivia Benson da UVE.

Gostaria de falar com voc�.

Por favor, sr. Labott,

estou preocupada com seus filhos.

Pode ao menos me dizer se est�o bem?

Por favor, sr. Labott, vamos apenas conversar.

-Liv, posso tentar? -N�o sei se � uma boa.

Se n�o conseguimos chegar no William,

talvez possamos conseguir atrav�s da Esther.

Certo.

Sr. Labott.

� a Amanda Rollins.

Ajudei sua filha Esther, quando a encontramos no trem.

Escuta, gostaria de v�-la. Importo-me com sua filha

e preciso saber se ela est� bem.

Sa�a.

Tudo bem.

Bom. Certo

Viu? Ela est� bem.

Obrigada, sr. Labott.

Agora, quer saber?

Tudo bem se a Esther simplesmente andar e sair?

Para onde ela iria?

Para um mundo onde a gan�ncia e a ignor�ncia

est�o destruindo a M�e Terra?

Onde a tecnologia corrompeu nossa sociedade

com narcisismo e aliena��o?

A Esther entende que o cataclismo,

previsto na b�blia, est� acontecendo.

A fome, o aumento das mar�s.

-Deixa disso... -Ela precisa se abrigar aqui

para o fim dos dias. E ponto final.

William,

ela pode tomar essa decis�o sozinha?

Como voc� fez.

Esther,

Voc� quer ficar?

Voc� fala comigo, n�o com a minha filha. Vamos.

-William. -Vamos.

N�o, n�o, n�o.

N�o.

Ainda acha que pode debater com ele?

Enquanto ele continuar falando.

Quer dialogar? Mande-o soltar as crian�as

-como prova de boa-f�. -O sr. Labott foi muito longe

para se isolar e isolar a fam�lia dele.

Ningu�m sair� daquela casa a menos que ele queira.

Vamos.

-Espere. -Que que vejam por l�...

Isso n�o � um bom sinal.

Capit�o.

O que est� acontecendo?

H� um ponto cego no lado nordeste daquela casa.

Colocaremos dois caras no telhado com uma polecam.

-N�o pode fazer isso. -Isso destruir�

qualquer confian�a que constru�mos.

-Preciso ver l� dentro. -Capit�o...

Se ele come�ar a perder o controle,

eu agirei antes que seja tarde.

-D�-me 1h antes de agir. -Tenente,

afaste-se.

Ou terei que chamar o Comandante aqui?

ESU 5, est� na escuta?

Sim.

Executar o est�gio 1.

Entendido.

Est�o saindo.

-Movam-se, movam-se. -Vamos, vamos, vamos.

Est� tudo bem, v�o, v�o.

Abram fogo agora.

Cessar fogo.

-Cessar fogo. -Cessar fogo, cessar fogo.

N�o. N�o. N�o.

M�os para cima. M�os onde eu possa ver.

Vamos.

Deite-se no ch�o.

No ch�o, no ch�o.

Senhora, no ch�o.

Parece morto...

O banheiro est� limpo.

Voc� est� a salvo.

Limpo.

Uma crian�a.

N�o.

Esther.

N�o, n�o.

Voc� matou os meus filhos.

E pelo qu�?

Onde est�o meus filhos?

Aqueles que voc� n�o matou.

Foram levados ao hospital e ir�o para lares adotivos.

Porque voc� n�o sair� daqui.

Pelo menos eu tenho a certeza

de que minha fam�lia continuar� abra�ando tudo que os ensinei.

Voc� � louco.

Voc� diz isso agora.

Mas lembrar� do nome William Labott

quando a ira do fogo do apocalipse te cercar.

Quando voc� perceber que,

assim como, voc� e o seu tipo, viraram as costas a Ele,

Ele tamb�m virar� as costas a voc�s.

Na segunda vinda Dele.

Se aquela mulher n�o intervisse, nada disso teria acontecido.

Meus filhos ainda estariam vivos.

N�o se atreva a nos culpar pelo que aconteceu.

Sente-se.

Sinto muito pela sua perda,

mas n�o nos culpe.

Explique para mim como p�de fazer aquilo com seus filhos.

Abra seus olhos.

O governo � controlado pelo Vale do Sil�cio.

Tecnologia � a porta de entrada para o v�cio

e para tudo que h� de mal no mundo.

Temos que confiar e respeitar o Senhor

e criar nossos filhos para que possam florescer

em um mundo frio e corrupto.

Foi quando disciplinar ficou dif�cil?

N�o aconteceu do dia para a noite.

No decorrer do tempo, a...

abstin�ncia,

as puni��es...

William disse que precis�vamos ser r�gidos para ensin�-los

a serem corretos. Precis�vamos ser severos.

Voc� era muito severa com eles?

N�o sempre.

�s vezes.

Sabia que isso era errado?

N�o sabia?

-N�o. -N�o acredito, sr.� Labott.

Sei que saiu daquela casa carregando os pequenos.

Sei que ainda h� algo de decente em voc�.

Por que n�o disse alguma coisa?

Por que n�o foi embora quando as coisas pioraram?

Porque eu tinha medo.

Se eu ficasse, poderia pelo menos

fazer alguma coisa para proteger meus beb�s.

Vou ser presa?

Voc� tamb�m n�o merece?

O que acontecera com o Jacob?

Meu beb�.

Deus te mandou torturar seus filhos?

Eu era um bom pai.

Admito, eu era severo.

Seus filhos...

eram torturados.

Submissos como animais.

As correntes ensinavam disciplina,

o jejum os aproximavam de Deus.

N�o, fez sua filha de 27 anos passar fome a vida toda.

Ela era do tamanho de uma garotinha.

Sabe? � realmente...

-� um saco n�o poder -Amanda.

-Amanda. -torturar voc� biblicamente.

-Realmente... -Amanda!

Amanda!

No meu escrit�rio, agora!

Amanda.

Sei que � dif�cil.

Dif�cil?

Imagine apenas qu�o dif�cil foi a vida dessas crian�as.

E ent�o ter que sentar l� e ouvir aquele zelote

-usar Deus como justificativa. -Eu entendo.

Amanda, mas preciso que use a raz�o.

-Tudo bem, estou bem. -Certo.

-Acha que consegue? -Sim.

Porque quando esse caso finalmente acabar...

J� acabou.

Queria que fosse verdade.

A bal�stica preliminar chegou

sobre a opera��o na casa dos Labott.

Foi r�pido.

Voc� deu o tiro que matou

Esther Labott.

-Deus! -Amanda.

Meu..

Voc� conhece o processo.

Falar� com...

os investigadores da corpora��o

e com a corregedoria.

Tenho confian�a que...

voc� voltar� ao trabalho nos pr�ximos dias.

Sinto muito.

Sinto muito.

Meu Deus...

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