Afrikaans
Akan
Albanian
Amharic
Arabic
Armenian
Azerbaijani
Basque
Belarusian
Bemba
Bengali
Bihari
Bosnian
Breton
Bulgarian
Cambodian
Catalan
Cebuano
Cherokee
Chichewa
Chinese (Simplified)
Chinese (Traditional)
Corsican
Croatian
Czech
Danish
English
Esperanto
Estonian
Ewe
Faroese
Filipino
Finnish
French
Frisian
Ga
Galician
Georgian
German
Greek
Guarani
Gujarati
Haitian Creole
Hausa
Hawaiian
Hebrew
Hindi
Hmong
Hungarian
Icelandic
Igbo
Indonesian
Interlingua
Irish
Italian
Japanese
Javanese
Kannada
Kazakh
Kinyarwanda
Kirundi
Kongo
Korean
Krio (Sierra Leone)
Kurdish
Kurdish (Soranî)
Kyrgyz
Laothian
Latin
Latvian
Lingala
Lithuanian
Lozi
Luganda
Luo
Luxembourgish
Macedonian
Malagasy
Malay
Malayalam
Maltese
Maori
Marathi
Mauritian Creole
Moldavian
Mongolian
Myanmar (Burmese)
Montenegrin
Nepali
Nigerian Pidgin
Northern Sotho
Norwegian
Norwegian (Nynorsk)
Occitan
Oriya
Oromo
Pashto
Persian
Polish
Portuguese (Brazil)
Portuguese (Portugal)
Punjabi
Quechua
Romansh
Runyakitara
Russian
Samoan
Scots Gaelic
Serbian
Serbo-Croatian
Sesotho
Setswana
Seychellois Creole
Shona
Sindhi
Sinhalese
Slovak
Slovenian
Somali
Spanish
Spanish (Latin American)
Sundanese
Swahili
Swedish
Tajik
Tamil
Tatar
Telugu
Thai
Tigrinya
Tonga
Tshiluba
Tumbuka
Turkish
Turkmen
Twi
Uighur
Ukrainian
Urdu
Uzbek
Vietnamese
Welsh
Wolof
Xhosa
Yiddish
Yoruba
Zulu
No sistema de justi�a criminal, crimes sexuais
s�o considerados especialmente hediondos.
Na cidade de Nova Iorque os dedicados detetives
que investigam delitos b�rbaros s�o membros
do esquadr�o de elite chamado Unidade de V�timas Especiais.
Estas s�o suas hist�rias.
Est� um pouco mais fresco esta noite.
Finalmente o tempo parece normal.
Sim, isso � loucura. Fazia 21�C em fevereiro, lembra?
Definitivamente, n�o h� aquecimento global.
�, diga isso a SEMAM.
N�o, espera. N�o h� SEMAM.
"Samra." Isso n�o est� na nossa lista para tentar?
Sim, Bill e Tony adoraram. Cozinha s�ria moderna.
-Parece que o quibe � incr�vel. -Del�cia.
Mais uma volta no quarteir�o?
Perderemos o jornal.
Talvez seja melhor.
Vamos l�. Est� uma noite linda.
Socorro! Socorro!
Ajude-nos! Pare! Pegue o dinheiro!
Onde est�o os seus deuses mu�ulmanos agora?
Vem c�. Vem c�, "cabe�a de toalha".
Cale a boca.
-Calma! -Sai de cima de mim!
Vamos dar o fora daqui.
-Pare! -Ainda n�o.
-Levante-se! -N�o!
Puta mul�umana imunda.
-Deixe-a em paz! -Socorro, m�e!
-M�e! -Isso vai ser bom!
-Deixe-a em paz! -Vamos l�, vamos. Bem aqui.
N�o vale a pena, cara.
-Vamos! Vamos. -Deixe-a em paz.
-Vamos. Vamos. -N�o, n�o!
N�o, n�o, n�o!
Quer se divertir um pouco, querida?
-N�o foi para isso que viemos. -Cale a boca!
N�o se preocupe, querida.
Vou ser gentil.
N�o, n�o. N�o!
Pol�cia de Nova Iorque, passando.
Vim o mais r�pido que pude. Qu�o ruim �?
T�o ruim quanto pode ser. Uma morte, Shala Samra.
Foi estuprada, tem uma fratura no cr�nio.
A irm� mais velha, Lela, foi estuprada, mas vai viver.
Est� indo ao Bellevue com a m�e.
-E o pai? -Kanann Samra.
Estado cr�tico, trauma contundente na cabe�a,
duas facadas. Tamb�m est� indo ao Bellevue.
Tenente Benson? Detetive Lopez.
Sim, com certeza, Ray. Como vai?
J� estive melhor. Deixe-me acompanh�-los.
De acordo com a m�e,
3 criminosos for�aram a entrada e os amarrou.
Depois que estupraram e mataram,
fugiram pela porta da frente.
Dez minutos depois, a m�e escapou.
E acenou para um carro de pol�cia.
Ela disse alguma coisa?
Na verdade, n�o. A pobre mulher est� uma bagun�a.
Acabaram com a garota.
A caixa registradora, o cofre de parede, ambos vazios.
Est�o testando para digitais,
mas n�o h� nada no sistema ainda.
Parece mais que um assalto que deu errado.
-Sim. -Tenente.
D� uma olhada.
MU�ULMANOS DEVEM MORRER
� um crime de �dio.
Law & Order: Special Victims Unit
Season Finale - Parte 1 18x20 American Dream
Equipe Queens Of The Lab - Diabolicamente Majestosas -
Siga-nos no Twitter: @Queens_OfTheLab
Lynne | TatuW | Lu Colorada Liih | GabiCM | LaryCarvalho
Bom em ingl�s? Quer legendar conosco?
Inscreva-se no site www.queensofthelab.tk
Isto � da noite passada
em frente ao restaurante Samra �s 22h10.
3 homens com m�scaras de esqui. � isso? Nada mais?
TARU est� passando a filmagem quadro a quadro.
Estamos investigando os arredores,
falando com vizinhos, procurando v�deo, testemunhas.
A per�cia est� na cena?
Eles ainda est�o analisando. O lugar estava uma bagun�a.
Meu Deus.
Esse tipo de racismo e �dio.
� 2017!
Est� em todo lugar, Comandante.
N�o deveria acontecer aqui. N�o em Nova Iorque.
Vamos trabalhar sem folga. Todos empenhados.
Todos os arredores, todos os bairros.
Vejo que a Crimes de �dio j� est� envolvida.
-O que achou, Ray? -Estamos falando com informantes
nas ruas, pris�es e gangues.
J� contatou o FBI?
Falei com a Unidade de Direitos Civis.
Eles querem o caso, disse que era nosso.
-A menos que diga que n�o �. -N�o, � do NYPD.
Duplo estupro e um homic�dio.
Chamaremos eles se precisarmos.
Ent�o, o que sabemos sobre a fam�lia?
Kanann e Maya Samra
imigraram legalmente de Damasco h� 25 anos.
As filhas, Lela e Shala, nasceram aqui em Nova Iorque.
Restaurante familiar, est�o no neg�cio h� 15 anos.
-Sem problemas financeiros. -S�o como cidad�os modelo.
Pagam os impostos, sem problemas legais no passado,
nem mesmo uma multa.
-Algo mais? -S�o mu�ulmanos praticantes.
Frequentam a mesquita local. Sem conex�o com grupos radicais.
-Uma fam�lia americana perfeita. -Sim. Boas not�cias.
Maya e Lela est�o est�veis.
-Est�o dispostas a falar. -Rollins, vem comigo.
Fin e Carisi, voltem para a cena do crime.
Falem com todos:
vizinhos, donos de loja, concorrentes,
clientes do restaurante...
H� centenas de restaurantes mu�ulmanos.
Escolheram o Samra. Quero saber porqu�.
Pode deixar, Liv.
3� AVENIDA, N� 2284 SEGUNDA, 1� DE MAIO
Deixe-me adivinhar: quer ver meus documentos.
Eu nasci aqui, cara. Rua 135.
Somos da NYPD, isso n�o importa.
-Voc� � dono deste lugar? -H� 10 anos.
S� queremos saber o que pode dizer sobre o Samra.
Gente boa e trabalhadora. Duas meninas bonitas.
O que aconteceu me enoja.
A n�s tamb�m, acredite.
Tanto quanto voc� sabe, n�o havia nada...
incomum acontecendo l�?
"Incomum"? Voc� quer dizer que eles s�o terroristas?
Ou�a, certo? Tenho dois estupros e uma jovem morta.
Temos que descartar certas coisas.
Estavam envolvidos em atividades criminosas?
Drogas, jogatina,
n�o disse nada sobre terrorista.
Estou farto de todo o ass�dio e discuss�o.
Todos, at� mesmo os hisp�nicos nos odeiam agora.
Culpam-nos pelos ataques, deporta��es:
"Se n�o fosse o�EIIS ou o 11 de setembro,
nada disso aconteceria".
Como se fosse culpa nossa n�o terem documentos.
Os Samra j� disseram algo sobre serem assediados
porque eram mu�ulmanos?
H� um m�s, quebraram as janelas da frente.
Algu�m pichou na porta:
"V� para casa, mu�ulmanos".
Eles sabem quem eram?
Talvez chamaram a pol�cia?
N�o ligaram para ningu�m. Muito medo.
Trocaram as janelas, limparam a picha��o.
Maya disse, "Quero focar no lado bom das pessoas."
Agora olhe onde ela est�.
Obrigado, senhor.
HOSPITAL BELLEVUE SEGUNDA, 1� DE MAIO
Era depois das 22h.
Eu estava fechando.
Houve um batida muito alta.
Achei que um cliente tivesse esquecido algo, ent�o eu...
N�o.
Eu abri a porta.
N�o sei porque abri a porta.
Sr.� Samra, voc� n�o poderia saber.
3 homens com m�scaras de esqui invadiram.
Estavam armados.
Estavam gritando: "Onde est�o seus documentos?
Exigimos ver os seus documentos."
Em seguida, arrancaram nossos hijabs.
E a voz deles?
Tinham algum sotaque?
N�o.
Pareciam nova-iorquinos,
jovens, brancos, eu acho.
O que aconteceu depois?
For�aram Kanann, as garotas e eu
para dentro da cozinha.
Eles nos amarraram e come�aram a quebrar coisas.
Kanann estava tentando se libertar.
Come�aram a chut�-lo.
Em seguida, o esfaquearam.
Certo. Eles disseram algo,
especificamente, que voc� se lembra?
Eles queriam dinheiro.
Um disse:
"A menina � bonitinha."
Estavam falando da Shala.
E depois, Lela.
Fechei os olhos, mas...
eu podia ouvir os sons.
E depois, o sil�ncio.
Eu lamento muito, eu...
N�o posso imaginar.
Eu estava impotente
no meu pr�prio restaurante
enquanto minhas duas filhas...
Quando eles sa�ram, eu me soltei.
Vi que Shala estava morta.
Tudo bem. Por que n�o fazemos uma pausa?
-Posso pegar uma �gua... -Um deles n�o gritou.
Ele sussurrou.
Certo. Isso � �til.
Voc� se lembra o que ele sussurrou?
Desculpe, preciso falar com a sr.� Samra.
� a Lela? Ela est� bem?
Ela est� bem. �...
� seu marido.
Eles mataram minha irm�
e meu pai?
Eu sinto muito.
O que eu fa�o agora?
Conte-me do que se lembra.
O rosto dos homens voc� se lembra?
Aquele que...
me estuprou...
senti o cheiro de tequila e cerveja no h�lito dele.
Eu queria vomitar.
Sei que � dif�cil.
Estou tentando processar tudo isso.
Meu noivo, Sayid,
voltou para casa em Damasco, em dezembro.
O pai dele est� doente.
Est� tentando voltar, mas n�o pode,
mesmo com o green card.
J� falou com ele? Posso ajud�-la com isso.
Ele � mais conservador do que eu.
Preciso falar com meu �m�...
Descobrir como explicar ao Sayid o que aconteceu.
Tudo bem.
-O que temos? -Talvez algo, talvez nada.
A per�cia encontrou 3 pegadas indo para a porta da frente.
-Condiz com a hist�ria da m�e. -Mas tem mais.
Os policiais encontraram
a porta dos fundos destrancada e entreaberta,
mas os bandidos entraram pela frente.
-Certo. -Veja isso.
A per�cia encontrou uma quarta pegada,
de ontem � noite, indo para a porta dos fundos.
� meio estranho, n�o �?
Talvez os bandidos procuravam uma sa�da.
N�o. Essa pegada n�o combina
com as outras ou com a do sr.� Samra.
Outra pessoa esteve aqui durante o crime?
Parece que sim.
E desapareceu na noite?
-Procuramos um fantasma. -Com o sapato 42.
Um homem cal�ando 42 n�o � muita coisa.
N�o com a cidade implodindo. E o corpo de delito?
-Sem tecido, DNA, s�men. -Nada na cena do crime?
A per�cia est� trabalhando, mas era movimentado.
Tem saliva e digitais por todos os lados.
E a Supremacia Ariana que vi nos jornais?
Estamos trabalhando nisso. � s� falar em viol�ncia,
e as gangues aparecem tomando cr�dito pelo crime.
� o procedimento padr�o.
Temos um dica do disk-den�ncia.
Outro louco querendo cr�dito?
Um casal da vizinhan�a passeando com o cachorro.
Acham que viram algo que pode ser �til.
�timo. Traga-os.
Oi, obrigado por virem. Disseram que viram algo.
And�vamos com nosso cachorro, Feliz,
e vimos esse homem correndo no beco atr�s do restaurante.
Eram perto de 22h45.
-Tem certeza disso? -Sim.
O cara que correu como era?
Era branco. Cabelo preto.
Poderia ser �rabe. N�o �? Ou hisp�nico.
Ou um europeu de cabelos pretos.
-N�o fa�o ideia. -Era alto?
Altura mediana. Cerca de 1,75m ou 1,80m.
-Magro. -Novo, velho?
Novo. Cerca de 20 anos. Mas estava escuro.
Lembram-se de mais alguma coisa?
Roupa? Passada? Sangue?
-Alguma coisa? -Ele corria muito.
Foi o que eu notei.
E, para ser honesto, n�o ligamos na hora, mas...
Quando soubemos o que aconteceu,
sab�amos que precis�vamos vir aqui.
Muito obrigada.
� uma loucura. Isso � a Am�rica, n�o �?
Obrigado por virem. Obrigado.
Tr�s homens entram pela frente.
E um quarto, que ningu�m o viu,
corre pela porta dos fundos e deixa uma pegada no sangue.
A pergunta �: ele veio com os bandidos?
Ou era um inocente, como um gar�om
que esqueceu o telefone e voltou?
Maya disse que iam para casa,
os funcion�rios j� tinham ido quando os bandidos chegaram.
A porta dos fundos deveria estar trancada.
Vamos assumir, por um momento,
que o homem misterioso n�o veio com os bandidos,
e � um inocente.
Ent�o ele n�o s� saiu pelos fundos,
como tamb�m entrou por l�.
Significando que ele tem a chave.
-Exato. -O que est� esperando?
Ligue para a fam�lia veja quem tem a chave do lugar.
CASA DE LELA E MAYA SAMRA TER�A, 2 DE MAIO
Tinha mais algu�m l�?
Sim, encontramos uma pegada, tamanho 42.
N�o combina com as pegadas
dos outros homens que estavam l�.
-Talvez seja velho. -Acho que n�o,
porque as marcas foram feitas com sangue.
Ent�o � recente.
E temos testemunhas que viram um homem correndo pelos fundos.
A porta estava destrancada e entreaberta,
sabemos que n�o foi invas�o.
Quem tem a chave da porta dos fundos?
Eu, Kanann, as meninas.
E Yusef.
Quem � Yusef?
Yusef � meu irm�o, mas...
Lela est� enganada. Ele n�o tem a chave.
N�o mais. Ele tinha quando trabalhou para n�s
-mas m�s... -Precisamos saber quem foi.
Eu falo por essa fam�lia, entendeu?
Maya, Lela. Estamos do mesmo lado.
Precisamos que falem conosco e digam a verdade.
Yusef tem a chave para a porta dos fundos?
Yusef n�o est� envolvido.
Tudo bem.
Yusef tem 20 e poucos anos, magro, cabelo escuro?
Sim.
Sinto muito, mas preciso saber o que aconteceu.
Preciso do endere�o dele.
-Por favor, n�o o prendam. -O endere�o, agora.
NYPD! Yusef Massad, precisamos conversar.
O que foi? Por que a gritaria?
Queremos falar com Yusef Massad.
-Ele n�o est�. -Podemos olhar?
-N�o podem entrar... -Podemos sim.
-Isso � ass�dio. -Onde est� o Yusef?
Pare�o com a m�e dele?
Duas pessoas est�o mortas. Onde ele est�?
Fin.
Ele saiu. Est� fugindo.
Suspeito em movimento, indo para a Avenida Jerome.
Parado! De joelhos!
M�os atr�s da cabe�a.
Fala ingl�s? M�os atr�s da cabe�a.
-Seu nome � Yusef Massad? -Sim.
Precisamos conversar
sobre o que aconteceu no restaurante.
N�o sei nada sobre isso.
-Por que fugiu? -Por medo.
-Do qu�? -De ser deportado.
N�o tenho os documentos.
Estou aqui ilegalmente, e eu...
Voc� � o qu�?
Sou gay.
Se eu voltar para o campo de refugiados,
ir�o me matar.
Yusef, s� queremos entender o que aconteceu
no restaurante da sua irm�.
Nada.
Shala foi estuprada e morta.
Seu cunhado apanhou at� a morte,
-e a Lela... -Eu sei o que aconteceu.
Eu estava l�. Vi com meus olhos.
Queria ter feito algo.
Eu juro.
Eu estava com medo.
Eu amava Shala e Kanann.
Eles s�o minha fam�lia e os desapontei.
Tentei ligar para a emerg�ncia, mas nada aconteceu.
Escutei as sirenes, ent�o corri.
Conhecia os outros homens?
Acha que eu estava com eles?
Que eu queria que isso acontece?
N�s temos que perguntar.
-Claro que n�o estava com eles. -�timo.
Yusef, porque estava l�?
Para fazer meu trabalho.
Tirar o lixo, limpar a cozinha.
Eu n�o deveria estar l�.
Normalmente fa�o pela manh�, mas eu tinha planos.
Que horas chegou no restaurante?
Perto das 22h30.
E entrou pela porta dos fundos?
Sim. Escutei a gritaria.
Achei que tivessem invadido, e ent�o...
Eu vi os homens com as m�scaras.
E eu...
me escondi.
Deveria ter pego a faca.
Yusef, o que voc� viu?
Tr�s homens.
E eles faziam coisas horr�veis com minhas sobrinhas.
Todos os tr�s?
N�o.
S� dois.
O outro s� estava l�.
Eu vi o rosto dele.
Ele tirou a m�scara por alguns segundos.
-Viu o rosto dele? -Sim.
Acho que ele trabalhava no restaurante.
-Finalmente, uma pista. -Se acreditar nele.
-N�o acredita? -O cara escondido no arm�rio
e v� a fam�lia toda sendo aterrorizada,
-e n�o liga para a irm�? -Estava assustado.
E porque n�o dizer algo quando tudo acabou?
Primeiro, ele est� envergonhado.
Segundo, ele � um mu�ulmano gay e ilegal.
Pensou que se reportasse o crime,
estaria no pr�ximo voo para S�ria.
Yusef. Soube que prenderam o Yusef.
Maya, ele est� aqui, mas n�o preso.
Por favor,
-n�o chame a Imigra��o. -N�o, claro. Escute-me.
S� queremos achar o homem que machucou sua fam�lia.
-Ele n�o est� encrencado? -N�o.
O que ele disse? Ele ao menos estava l�?
Sim, estava. E viu tudo que aconteceu.
E reconheceu um dos homens.
Ele acha que trabalhava no restaurante.
Por que n�o me ligou para contar que estava l�?
Sinto muito. Eu apenas...
N�o conseguia admitir que...
n�o fiz nada. Que...
-sou muito fraco. -N�o.
Por favor... por favor, me perdoe.
Voc� � meu irm�o. Eu amo voc�.
E preciso de voc�...
mais do que nunca.
Yusef, voc� disse que o homem
que tirou a m�scara pode ter trabalhado no restaurante.
Sim. Ele parecia familiar.
Eu j� o vi antes, em algum lugar.
Teve problemas, Maya, com funcion�rios
ou antigos funcion�rios?
Ningu�m em particular.
Mas tem sido dif�cil. Tivemos que demitir v�rios...
por n�o terem documenta��o.
Se nos denunciassem, ser�amos multados.
Ter�amos que fechar. N�o t�nhamos escolha.
Pode dar-nos uma lista de quem demitiu?
-Sim, claro. -E, tamb�m,
h� uma possibilidade de ter uma foto do grupo?
Talvez uma festa no restaurante?
Algo que Yusef possa identificar o homem que viu?
Sim.
Alguns meses atr�s,
tivemos uma festa para Shala,
quando ela foi aceita em Columbia.
Todos estavam l�.
Amigos, fam�lia, funcion�rios.
Foi maravilhoso.
Certo. Reconhece algu�m?
Sim. � ele.
Bem ali.
Hector? N�o, isso n�o � imposs�vel.
� um dos funcion�rios que demitiu?
3 semanas atr�s, mas...
trat�vamos ele como da fam�lia. Ele...
Como ele pode fazer isso?
Sabe onde ele mora?
APARTAMENTO DE HECTOR RAMIREZ TER�A, 2 DE MAIO
-Hector Ramirez, Pol�cia de NY. -Abra!
Sim?
Vai.
-Espere, n�o me toque. -Vai, v� por ali.
-Meus filhos... -Senhora? Senhora!
Para tr�s! Para tr�s!
-N�o toque nos meus... -Venha. Venha para a cozinha.
Tudo bem.
-Seu pai est� aqui? -N�o toque nos meus filhos!
Tudo bem, fique com eles.
-O que ele est� fazendo? -Acalme-se.
Acalme-se. Onde est� seu marido?
-Onde est� Hector? -Eu n�o sei.
Qual a �ltima vez que falou com ele?
Quando?
-Noite passada? Hoje? -Eu n�o... eu n�o sei.
Onde ele est� ficando?
Est� vazio.
� como ele disse, ele n�o est� aqui.
Achamos que ele est� envolvido em algo s�rio, est� entendendo?
Onde ele est�, Soledad?
Ele n�o fez nada errado. � um engano.
Diga-nos onde ele est� e decidiremos.
-Falei, eu n�o sei. -Pode ser aqui ou na delegacia.
N�o posso deixar meus filhos.
N�o se preocupe. Chamaremos o Conselho Tutelar.
Eles cuidar�o bem deles.
Conselho Tutelar?
Estou dizendo como vai ser.
Ele trabalha em um restaurante.
Na rua 125�. Leo's.
Voc� fica com ela. N�o deixe-a contat�-lo.
Pol�cia de NY, procuramos Hector Ramirez.
N�o, n�o v� a lugar algum. Hector Ramirez.
-N�o somos a Imigra��o. -Todos parados.
O que �, est�o assustando
-meus clientes. -Hector Ramirez?
-Hector? Disse ser legalizado. -N�o � sobre isso.
Onde ele est�? Precisamos ach�-lo agora.
-Onde ele est�? -Vamos.
Na cozinha.
Hector Ramirez. Hector Ramirez?
Precisamos falar com voc�, tudo bem?
Qu�?
No! Mira, qu� es esto?
-Qu� est� pasando aqu��? -� sobre o que fez no Samra.
No! no comprendo, no comprendo.
No, no soy el hombre! No hice nada!
No hice nada. No soy el hombre.
Sente-se.
Onde estava sexta � noite, Hector?
No comprende.
Sim, compreende, Hector. Sim, compreende.
Hector, olhe para mim. Olhe para mim.
Quer um copo de �gua?
-Ent�o entende. -Claro que sim.
N�o fui eu. Eu juro.
Certo. Pronto para responder umas perguntas?
Sim.
Vou simplificar para voc�. S� responda sim ou n�o.
Trabalhou no Restaurante Samra?
-Sim. -Eles te demitiram?
-Sim. -Ficou bravo?
Sim ou n�o, Hector.
Sim. Eles ainda deviam-me dinheiro.
Ent�o voltou l� sexta � noite,
com seus dois amigos e se vingou, n�o foi?
Escute bem, Hector.
Temos uma testemunha que o viu tirar a m�scara.
Eles o viram, Hector. Fim do jogo.
Sim, �. Mas escute. Vou te dizer o seguinte.
Achamos que um dos caras, apenas assistiu,
n�o estuprou ou matou ningu�m.
Agora, talvez esse cara era voc�.
O que estou dizendo �, se falar a verdade
e nos contar quem eram os outros caras,
pode ser que consiga um acordo para voc�.
Eu nunca machucaria os Samra.
Eu gosto deles.
� uma baita maneira de demonstrar.
Eles s�o boas pessoas.
Boas pessoas que voc� estuprou e matou.
N�o matei ningu�m. Ou estuprei.
Juro por Deus, pelos meus filhos.
Escute. Acredito em voc�.
Parece ser uma boa pessoa.
Talvez voltou l� porque te deviam dinheiro.
Ent�o, vamos recome�ar. V� devagar.
Conte-me tudo que aconteceu na sexta � noite,
nas suas palavras.
-O interrogat�rio acabou. -O qu�?
A advogada dele est� aqui.
N�o tenho uma advogada.
Agora tem.
Naomi Ziegler. Projeto de Defesa da imigra��o.
Representarei Hector Ramirez.
Chegou r�pido aqui, srt.� Ziegler.
Situa��o excepcional.
Posso saber por que prenderam meu cliente?
Ele foi identificado por estar no duplo homic�dio no Samra.
-Leram os direitos dele? -Claro.
-Voc�s o prenderam? -Ainda n�o.
Mas temos causa prov�vel para crer que o sr. Ramirez
est� envolvido em um crime de �dio.
Acabou a conversa. Sem mais perguntas
e quero falar com ele agora.
Por aqui.
Algu�m na batida deve t�-la avisado.
Advogados de imigra��o est�o saindo das moitas.
Com todos esses ataques ou rumores deles acontecendo
-n�o pode culp�-los. -At� � bom.
Protege-nos no tribunal mais � frente.
Pe�a que Yusef fa�a uma identifica��o formal.
Claro.
Oi, muito obrigada por virem.
Como eu disse ao telefone, precisamos que Yusef
identifique oficialmente Hector Ramirez
-no reconhecimento. -Certo. Mas precisamos disso:
uma garantia que Yusef fique aqui nos Estados Unidos
e que ningu�m descubra sua situa��o ilegal
-durante o processo. -N�o v�o. N�o de n�s.
Porque se ele for deportado,
nunca mais o veremos e eu n�o suportaria isso.
Lela ficaria devastada. Yusef e ela s�o pr�ximos.
Como est� Lela? O noivo dela conseguiu voltar da S�ria?
Pegou um voo para Nova Iorque ontem � noite.
-Finalmente. -� bom saber.
Ela nem fala com ele. N�o � ela mesma.
� normal. Depois do que ela passou...
Vai levar um tempo.
Viu, por isso precisamos de Yusef perto de n�s.
Entendemos seu nervosismo, mas ficar�o bem.
Yusef tamb�m, certo? Nova Iorque � uma cidade santu�rio.
Ent�o, ningu�m saber� que n�o sou legalizado?
Correto.
Estamos do seu lado. Eu prometo.
Obrigada.
Pode vir por aqui?
Leve o tempo que precisar.
N�o preciso. � o n�mero 4.
Sinto muito o que aconteceu com sua fam�lia,
-mas tem certeza... -Pare.
-N�o � o lugar ou a hora. -Claro. �timo.
Ent�o, acabamos aqui.
Deixe-me falar com Hector de novo.
-Vamos indici�-lo. -Talvez haja um acordo.
A menos que ele aponte os outros n�o h� nada a discutir.
-Bom trabalho, Yusef. -O que acontece agora?
Prendemos Hector e o indiciamos.
Digo, comigo. O que preciso fazer?
Testemunhar no grande j�ri para o indiciarmos formalmente.
Certo.
Podemos coloc�-lo sob guarda protetora.
-N�o, ficarei bem. -S� n�o saia da cidade.
Vamos por uma seguran�a 24 horas.
Ia me sentir melhor se fosse um detetive.
Carisi.
Vai levar o sr. Massad para casa e ficar� com ele
-at� o levarmos ao j�ri amanh�? -Sem problemas.
-N�o preciso de bab�. -� melhor assim.
Vamos.
Fale com a advogada do Hector novamente.
Veja se ela o convenceu a fazer um acordo.
Como venho dizendo, eu n�o estava l�.
Temos uma testemunha o reconhecendo, jura que o viu.
O reconheceu em dois segundos.
E vamos achar suas pegadas,
suas digitais, seu DNA em toda aquela cozinha.
Ele trabalhava l�.
Hector...
n�o achamos que quis machucar os Samra.
Todos com quem conversamos diz que � um cara leal.
Bom marido. Bom pai.
Ent�o seja esperto. Fa�a a coisa Certa.
Apenas diga.
Quem estuprou Lela?
Quem estuprou e matou Shala?
Quem chutou Kanann na cabe�a e ent�o esfaqueou-o no est�mago?
Se n�o falar, vai cair por tudo isso, mano.
Isso � vida na pris�o, sem liberdade condicional.
Eu n�o estava... l�.
-Onde estava? -Em casa.
-Com minha esposa. -Com sua esposa?
� o que meu cliente afirma e sua esposa confirmar�.
Claro que vai.
Sem mais perguntas.
� o seu direito.
Est� preso por estupro e homic�dio,
-com agravante de crime de �dio. -Levante-se.
Vamos.
Os advogados da imigra��o est�o num jogo de mentiras.
Ela � muito boa tamb�m.
Fora Yusef pondo Hector na cena, quais provas temos?
Nenhum forense, ainda.
Disse que estava em casa com a esposa.
E ela confirmar�.
Mas, estamos � procura de um v�deo
perto do apartamento do Hector,
registros telef�nicos m�dias sociais
algo que acabe com sua hist�ria.
-E os outros dois suspeitos? -Falamos com todos que conhece,
tentando achar uma pe�a solta.
Pra mim, � s� uma quest�o de tempo.
Quero dizer, n�o s�o criminosos sofisticados.
N�o parece ser uma conspira��o anti-mu�ulmana.
Ao mesmo tempo, precisamos entregar o Hector,
mostrar � comunidade mu�ulmana que fizemos algum progresso.
Obrigado. Parece bom.
Gosto da sua saia, mas...
Mas o que?
Nada.
Est� muito na moda.
Preciso de cigarros.
N�o deveria fumar.
Eu n�o deveria sentir atra��o por homens.
De qualquer jeito, estou indo ao mercadinho.
Vou com voc�.
Se n�o se importar que pergunte,
qual era o neg�cio com a saia da Lela?
Os mu�ulmanos acreditam que a mod�stia,
escondendo a pele e a forma do corpo � importante.
Protege as mulheres de atos sexuais indesejados.
-Todos est�o com tanta raiva. -Percebi.
N�o, n�o percebeu.
As pessoas pensam que somos terroristas.
-Como se fossemos iguais. -A maioria conhece melhor.
Acho que n�o.
Mas esse protesto...
o que acham que vai acontecer?
Que as coisas mudaram? N�o.
O mundo n�o muda, as pessoas n�o mudam.
N�o acho. Pessoas unindo-se, sendo ouvidas,
negando serem oprimidas, � isso que este pa�s �.
Por isso veio aqui, certo?
Vim aqui porque gosto de estar vivo.
N�o. N�o!
Yusef, o que est� fazendo...
Preciso ver alguma identidade.
-N�o fiz nada. -Escuta,
Detetive Carisi. Manhattan, UVE.
Ele � uma testemunha importante da NYPD.
Preciso ver seus documentos.
-Entendo, s� me d� um segundo. -Algum documento? Identifica��o?
D�-me um segundo para ter nosso chefe na linha.
�ltima chance. Sim ou n�o?
-N�o diga nada. - � isso.
-Vem conosco. -O que est� fazendo?
Acabei de dizer, sou do NYPD.
Ele � uma testemunha importante de um homic�dio duplo!
-Yusef! -Para tr�s.
Yusef, n�o diga nada. Pe�a por um advogado, certo?
Voc� me prometeu!
Estarei l� assim que puder.
Onde diabos est�o levando ele?
Um dos suspeitos do duplo assassinato Samra
e estupro duplo foi indiciado
e est� sendo mantido sem fian�a.
N�o h� mais nada a dizer neste momento.
Sem coment�rios.
Sem coment�rios.
-Sem coment�rios? -Acusar um mexicano ilegal
n�o � o neg�cio que queremos estar agora.
Parece que ele � o bode expiat�rio
ao apoiarmos essa conversa louca em DC.
Se fosse um cara branco com tatuagens medonhas?
Hist�ria melhor.
Tem sido ruim desde a elei��o,
mas esses ataques do ICE est�o apenas piorando.
Oi, Carisi.
O que?
Quando?
Certo, te encontro l�.
Yusef acabou de ser pego em um protesto.
O ICE levou-o h� 15 minutos.
Onde o levaram?
N�o sei. Verei Carisi no escrit�rio.
-Certo, arrumarei um mandado. -E diga-me se ouvir algo.
Aqui est� ele.
Com o que posso ajudar?
Procuramos Yusef Massad. � uma testemunha importante
numa investiga��o pendente de homic�dio duplo.
-Tem um mandado? -Est� saindo.
-Volte quando tiver. -Precisamos acha-lo agora.
Ele deve testemunhar ao grande j�ri amanh� de manh�.
-N�o � nossa preocupa��o. -Onde est� o seu chefe?
Desculpe?
V� buscar o seu chefe. Agora.
Sei que � jovem e est� tentando fazer seu trabalho,
mas estou avisando:
Tenho feito meu trabalho h� muito tempo,
-e tenho muitos amigos. -Est� me amea�ando?
Sim. Est� bem, obrigado.
Certo, deixa conosco. Logo ter�o not�cias.
-Tomara. -N�o entendo.
Por que � t�o complicado? O nome dele � Yusef Massad,
E foi pego uma hora atr�s.
� uma bagun�a. � por isso.
N�o temos celas suficientes para todos.
Estamos colocando-os em cadeias, pris�es,
quart�is do ex�rcito, todo lugar que acharmos.
N�o � exatamente um sistema perfeito.
� um absurdo. Nova Iorque � uma cidade santu�rio.
N�o deveriam prender imigrantes.
Dever�amos. � nosso trabalho prender os imigrantes ilegais.
N�o me culpe pela NYPD achar que supera a lei federal.
O caso � estupro e homic�dio duplos,
tenho bastante certeza que Yusef vale mais aqui,
depondo, do que em um campo de refugiados na S�ria.
� por isso que estou tentando ajudar.
Quando apanha algu�m, o que vem a seguir?
Qual � o procedimento?
Depende de quem apanha e de quem processa.
Como disse, agora est� uma bagun�a.
Certo, temos boas not�cias.
Achamos seu homem, est� seguro em Paterson, Nova Jersey.
Temos m�s not�cias. Parece que ele j� havia
sido deportado por ficar demais com visto de estudante.
O que isso quer dizer?
Cheguem a Paterson o mais r�pido poss�vel
com um mandado de testemunho nas m�os.
PRIS�O DE PASSAIC QUINTA, 4 DE MAIO
Isso � um mandado da corte estadual.
-� um caso da corte estadual. -Entendo, mas n�o lhe d�
-jurisdi��o sobre o sr. Massad. -Sr. Massad � testemunha
em um caso de estupro e homic�dio duplo que est�
nas manchetes de cada jornal desse pa�s na semana passada.
-Irrelevante. -Est� aqui ou n�o?
-N�o. -Onde est�?
Sr. Massad � uma amea�a � seguran�a nacional.
-Est� brincando. -E ser� deportado para a S�ria.
Ser� deportado. Ainda est� aqui.
-Em qual aeroporto est�? -N�o posso informar.
Duas pessoas morreram e deportar�
a �nica pessoa que pode identificar o culpado?
N�o quero entrar na pol�tica, ent�o acho que � hora de irem
-antes que fique desagrad�vel. -N�o, j� est� desagrad�vel.
Concordo. Agora d� o fora.
Ou o que? Vai me deportar para Cuba? Mand�-lo para It�lia?
Acredite ou n�o, estamos do mesmo lado.
Tenham todos um bom dia.
Certo, colocaremos pessoal no JFK e no Newark,
e mandar verificarem cada voo partindo para a S�ria.
O voo saiu h� 10 minutos.
-O qu�? -Sinto muito.
-Sente? -Tenho chefes, como voc�.
Deportaram mesmo?
Sobrevoando o Atl�ntico.
O que �, vingan�a por n�o darmos o caso ao FBI?
Quem sabe? Com tudo isso deport�-lo-iam mesmo.
-Diga que temos mais evid�ncias. -A per�cia achou fios
do cabelo de Hector na cena.
Trabalhou meses l�, foi demitido h� 3 semanas.
Ser� f�cil explicar.
3 semanas � muito, o local foi limpo. S�o classe A.
Sim, Carisi, mas nenhum j�ri condena por 2 fios de cabelo.
E a identifica��o de Yusef? Ela foi oficial.
A advogada de defesa estava l�.
Sem Yusef, n�o vale nada.
-Temos que indiciar logo. -Sei, entendi.
O que vai fazer?
Nos termos do artigo 180.0 do c�digo criminal,
o povo liberou Hector Ramirez.
Ele ainda � o primeiro suspeito neste caso,
e esperamos acus�-lo formalmente num futuro pr�ximo.
Dois estupros, dois assassinatos...
E saiu como se nada tivesse acontecido.
N�o ficar� livre por muito tempo.
Por aqui.
Est� piorando.
A libera��o do suspeito do duplo homic�dio no Samra
Hector Ramirez deflagrou um ato civil
em frente ao tribunal.
Membros das comunidades mu�ulmana e latina
-protestam com vigor... -Voc�s est�o bem?
-Na maioria. -N�o foi bonito.
Infelizmente, seu dia n�o ficar� mais f�cil.
-O que agora? -Maya e Lela Samra est�o aqui.
N�o, n�o entendo.
Voc� prometeu que Yusef ficaria a salvo,
que Nova Iorque � uma cidade santu�rio...
-E sinto muito. -N�o, a culpa � minha.
N�o devia deix�-lo sair.
N�o. Yusef � teimoso. Queria cigarros.
Ele precisa depor. � nossa principal testemunha.
Disse que o promotor daria um mandado.
Quando descobrimos onde Yusef estava sendo mantido,
era tarde demais.
Ele j� estava em um avi�o para a S�ria.
Ent�o traga-o de volta.
Tenho que ser honesta,
n�o sei se � poss�vel.
Ent�o ele se foi?
E Hector conseguiu se livrar.
Como se os estupros e assassinatos n�o aconteceram.
Escute, vamos encontr�-los. E iremos process�-los.
N�o estamos desistindo deste caso.
Liv, temos um problema.
Com licen�a.
O qu�?
Mexam-se! Mexam-se! Mexam-se!
Tenente Benson, UVE. Hector Ramirez est� dentro?
-Mantido � m�o armada. -Por quem?
Dois homens, 20 anos, Oriente M�dio.
-Sabe o que querem? -N�o. Equipe de ref�ns ligou
para o bar, n�o atendem.
-Algu�m mais l�? -N�o, deixaram
os empregados e clientes sa�rem.
S� os 3. Estamos ajustando as c�meras de poste agora.
Tentaremos isolar o ref�m.
N�o posso arriscar que esta testemunha morra.
Estamos juntos. A �ltima coisa que queremos
-� perder um ref�m. -Entendo isso
-esse caso � diferente. -Tentaremos negociar.
Mas se conseguirmos mira, usaremos.
Vamos.
Aakif, est� cheio de policiais l�.
�timo! Devem saber que � s�rio.
Quem matou Kanann e Shala Samra?
N�o fui eu. N�o os feri.
Ent�o quem foi?
-Devo atender? -N�o!
Eles te deram emprego, olharam por voc�.
� assim que agradece?
Tem vis�o da janela de tr�s.
Est� vendo?
Entendido. Tenho mira limpa.
-Atire agora. -Espere.
Vamos, vamos, vamos!
-N�o! Aakif, n�o! -Pol�cia! Mostre as m�os!
Os Samra s�o boas pessoas.
-S� quer�amos justi�a... -Certo, tire-o daqui.
-Hector. -Eles iam me matar!
-Sim, mas n�o mataram. -Tire-o daqui.
Continua...
Can't find what you're looking for?
Get subtitles in any language from opensubtitles.com, and translate them here.