All language subtitles for Edison, The Man 1940 BRA

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Original subtitles

Sr.Parks.

Sr.Edison ainda n�o saiu de casa, senhor.

- Alguma id�ia do que est� acontecendo? - N�o senhor, n�o tenho.

- Melhor ficar de olho e me diga. - Sim senhor. Vamos esperar?

- V� busc�-lo, r�pido - Sim senhor.

Obrigada.

Sabe que a fonte da juventude tem sido um mist�rio para mim?

Posso colocar isso no jornal da escola Sr.Edison?

Nancy, por favor, que pergunta boba.

- Agora, senhor Edison! - Nancy, � seu nome?

Sim, Nancy Gray.

Nancy.

Lindo nome.

- Sempre gostei deste nome. - Era o nome de sua m�e, n�o era?

Por isso gosto dele.

Agora senhor Edison, qual a sua f�rmula para o sucesso?

N�s sabemos a sua f�rmula para o sucesso, n�o se lembra?

Sucesso � 1% inspira��o e 99% transpira��o, n�o � Sr. Edison?

Claro que 1% de inspira��o � muito importante, sabe?

Tem que ter, n�o d� pra inventar.

- N�o se aprende na escola tamb�m! - Como �?

- N�o se aprende na escola tamb�m. - N�o.

N�o, acho que n�o d�.

Se bem que nunca estive tanto tempo na escola para descobrir.

N�o? Quem o ensinou ent�o?

- Uma professora. - Mas disse que n�o foi � escola.

Nancy, minha m�e.

Qual o senhor acha que � a maior inven��o? Imprensa, luz el�trica, r�dio?

- A maior inven��o? - Sim senhor.

- A cor da grama. - Mas isso n�o � inven��o Sr. Edison.

Oh sim �, � uma inven��o da natureza.

J� parou para pensar porque brilha, porque � verde?

N�o senhor.

Sr.Edison, o que seria a coisa mais valiosa no mundo?

Isso � f�cil.

- O tempo. - Tempo. - Tempo?

Porque todo o dinheiro do mundo n�o pode comprar um minuto dele.

Est� pronto para ir � reuni�o?

Oh, a reuni�o, me esqueci do tempo, nunca uso rel�gio.

- Nunca usa rel�gio, isso � importante. - Sim, interessante isso.

- Tchau Nancy, boa sorte. - Tchau!

- Tchau Sr.Edison, obrigado. - De nada, de nada.

N�o lembrava da reuni�o.

Aqui celebramos o Jubileu de Ouro da Luz.

Nesta r�plica da independ�ncia.

Aqui com Sr. Henry Ford, que construiu o carro,

Thomas Edison, que atrav�s do seu trabalho,

marcou um novo tipo de declara��o de independ�ncia.

Ele a declarou com seu trabalho e com uma for�a maior que qualquer homem.

A libera��o da mente humana.

As pessoas deste mundo que ele serviu s�o testemunhas, e estamos aqui para

honr�-lo em nome de todos.

Mas, houve um tempo que n�o havia testemunhas.

E ele teve que caminhar lentamente, contra tudo,

ignor�ncia, d�vidas, inveja e gan�ncia.

Anos atr�s em Port Ioran, Sr.Edison trabalhou com o tel�grafo.

Quieto, estudava o uso de uma nova for�a.

A eletricidade.

Em 1869, deixou o oeste e foi para Boston.

Onde sua primeira inven��o, um gravador, foi rejeitada.

Ent�o veio para cidade de Nova York.

Obrigado.

- Quem � ele? - N�o sei.

Hei voc�.

Voc� a�.

O que est� fazendo a�?

Saia da�.

- Porque n�o parou? - Parou o que?

Voc� me ouviu, chamei tr�s vezes.

- Desculpe, tenho problema de audi��o. - O que tem a�?

Vamos abra.

Oh, livros.

- O que est� acontecendo aqui? - Acho que fui muito rude.

- Boa noite. - Boa noite.

Procuro por um operador de tel�grafo chamado Kevin, Bant Kevin.

Disse que o encontraria aqui neste pr�dio.

- Seu nome � Thomas Edison? - Sim senhor.

Sou o tio de Bant Kevin.

- Els � meu nome! - Oh, como vai Sr.Els?

Venha comigo.

- Veio de Boston? - Sim, sim senhor.

- J� esteve em Nova York antes? - N�o.

Planeja ficar?

Penso que sim, Bant prometeu me arrumar um trabalho.

- Bant! - Sim! - Aqui est� Thomas Edison.

- Oh, como voc� est� filho? - Como est� meu velho amigo?

Levando a vida.

Bem , o que est� fazendo? Indo ou vindo?

Estou indo.

N�o pode fazer isso, acabei de chegar.

Isso foi sugest�o do tio Ben, disse que eu poderia ficar se trabalhasse, mas

olhe com o que ele quer que eu trabalhe.

Mexo com tel�grafos. Um homem tem que tra�ar uma linha em algum lugar.

- E aquele trabalho que me prometeu? - Voc� n�o quer trabalhar em Nova York.

Esta cidade n�o � boa pra voc�,

Os pr�dios gigantes oprimem o esp�rito e atormentam a alma.

Como v�o atormentar minha alma?

Eu sempre quis vir para Nova York. Agora estou aqui e vou ficar.

- H� algo ali? Que cheiro � este? - Oh, isso, isso �...

- � o seu gravador. - N�o sabia que era ruim assim.

No todo n�o � ruim. N�o aceitaram o projeto, mas usei-o com muito sucesso.

- � maravilhoso para envelhecer whisky. - Envelhecer whisky?

Parece que est� fritando ovos.

� s� passar um pouco de eletricidade nele e em 10 minutos tem whisky de 10 anos.

� o fim. Foi minha primeira e �ltima inven��o.

Voc� n�o est� falando s�rio, Tom.

Isso me ensina uma li��o, n�o inventar coisas que as pessoas n�o querem.

- N�o se preocupe, vamos embora daqui. - N�o, eu quero ficar em Nova York.

Voc� ainda n�o est� pronto para ficar nesse lugar.

Voc� � o melhor telegrafista do pa�s.

- Quase. - Pode arrumar trabalho em qualquer lugar.

- Al�m disso, olhe o seu estilo. - Sem essa, j� mexi com tel�grafo por

muito tempo e voc� tamb�m, ent�o siga meu conselho e fique aqui tamb�m.

- �, talvez. - Ei, o lugar pra voc�s � S�o Francisco.

S�o Francisco precisa de voc�s.

- Aqui tem um bilhete. - Obrigado pela ajuda. Cruze o rio.

Bem, se n�o forem para l� se arrepender�o.

Bem, tem alguma grana?

Pegue a�.

- Vou pegar 5. - Tem certeza que n�o precisa de mais?

N�o, isso vai bastar. Bem, adeus Tom.

Deixo-o com o tio Ben. Voc� pode seguir meus passos, vai se dar bem.

Tio Ben, se conseguir beber aquele whisky, pode ficar com ele.

Adeus cavalheiros, o mundo � lindo e

vamos nos encontrar de novo para aproveit�-lo.

- � meu amigo, e correu de mim. - N�o, n�o de voc�, daquela vassoura.

E ent�o Sr.Els.

- E se eu continuar de onde o Bant parou? - Voc� pode me ajudar se quiser.

Um trabalho, tempor�rio, entende? At� arrumar um emprego.

Tudo bem, muito obrigado.

N�o h� problema se eu fizer algumas experi�ncias aqui, n�o �?

- Nas horas de folga. - Sim, se tiver cuidado.

Vamos, temos muito trabalho aqui. Voc� sabe usar isso?

- Sim, eu a inventei. - Ent�o desligue isso. Vamos l�.

- Este � o escrit�rio do Sr. Taggart. - � aqui que as coisas acontecem,n�o �?

Oh, estou cansado, vamos descansar um pouco.

Tudo bem.

- O que � isso aqui? - O que?

- O que � isso? - Oh, isso � um transmissor.

Pegamos as cota��es do ouro e enviamos,

por esta m�quina a�, para o escrit�rio central de a��es.

- Alguma d�vida? - Estou curioso se realmente funciona.

Quero conhecer o Sr. Taggart.

- Sr. Taggart? conhec�-lo? Falar com ele? - Sim, porque n�o?

Essa � boa, conhecer o Sr. Taggart.

Vamos, vamos embora.

Como vai Sr. Taggart?

Olhe o que me fez fazer?

Sr. Taggart, prazer em conhec�-lo! Um verdadeiro prazer.

Sr. Taggart, vou ser bem r�pido, sei que n�o tem muito tempo e eu tamb�m n�o.

Pegue um charuto Sr. Taggart.

- N�o se importe se eu fumar. - Sente-se por favor.

Ent�o Sr.Taggart o senhor tem dinheiro e eu id�ias.

Juntos podemos formar um belo time.

Parece uma boa id�ia garoto, de quanto voc� precisa?

Bem, n�o de muito Sr. Taggart.

Bem, estou sem grana no momento, que acha de 2 milh�es de d�lares?

- Tirou as palavras da minha boca. - Embrulho ou envio?

Chega de bobagens, chega de bobagens.

Acho que vou me deitar um pouco, n�o estou me sentindo muito bem.

Quanto chega a idade, chega.

Porque n�o dorme um pouco? Eu limpo o escrit�rio.

- Pode lanchar um pouco. - Ah, � seu.

N�o estou com fome. Estou preocupado com Bant.

Acho que n�o vou dormir esta noite.

Sr. Els, n�o pode fazer duas coisas ao mesmo tempo.

Se vai dormir, durma. N�o se preocupe, fico acordado e farei um bom trabalho aqui.

Escute isso Sr. Els, sobre meus dias de experi�ncia com eletricidade.

O objetivo da minha pesquisa era de transformar magnetismo em eletricidade.

Quando acionei a corrente, surgiram fa�scas entre os carv�es.

Agora tenho o embri�o da luz el�trica.

Mas preferiria descobrir novos fatos a respeito da indu��o eletro-magn�tica,

do que saber sobre for�as j� conquistadas,

com a certeza de obter novas descobertas em seguida.

Em seguida.

� agora.

- Viu a fa�sca? - Porque acha que saltei?

Funciona, como eu disse no livro.

Vai queimar o pr�dio todo, e quando vir...

N�o Sr. Els, isso � um experimento com eletricidade.

Eletricidade? Isso � perigoso, pare de mexer com isso aqui.

Vou descobrir isso como falei. Disse que poderia fazer experi�ncias aqui.

Vou perder meu emprego. Quer que eu seja despedido?

N�o Sr.Els, prefiro andar pelas ruas, sem casa e com fome do que ver isso acontecer.

Tem sido muito bom para mim, acho melhor ir.

Espere um pouco, n�o disse nada sobre voc� ter que ir.

Prefiro ir embora do que v�-lo preocupado o tempo todo.

Ficarei bem, � s� voc� ir devagar, s� isso.

Obrigado, obrigado. Olhe Sr. Els se isso funcionar todos ir�o usar por

toda parte do mundo.

O que � isso?

Uma nova forma de luz, algo que nunca foi visto antes.

Vai me deixar louco de novo?

N�o senhor. Claro que preciso de dinheiro para experi�ncias.

- Porque n�o inventa o dinheiro? - Quero pegar o dinheiro com o Sr.Taggart.

Vou vender a id�ia de um novo transmissor de cota��es.

Isso vai me dar dinheiro para continuar minhas pesquisas sobre a luz.

Voc� j� sabe que n�o pode ver o Sr.Taggart.

Pode-se ver qualquer um, s� n�o se tentou o bastante.

- Sim, o que �? - Voc� sabe o que �.

A mesma coisa de ontem, anteontem e antes de anteontem, quero ver o Sr.Taggart.

Deve saber que ele � muito ocupado para v�-lo.

Vai e diga a Sr.Taggart que quero v�-lo.

Tranque a porta, n�o quero ser perturbado.

Perd�o senhor, mas uma pessoa chamada Edison est� louco pra v�-lo.

N�o posso ver ningu�m chamado Edison hoje.

� muito importante Sr.Taggart.

Vejo o senhor no pr�ximo Natal. Feche esta porta.

Pr�ximo Natal Sr. Edison.

Se importa se eu esperar aqui?

O d�lar caiu mais, mais uma queda e fecho as portas. O mercado est� terr�vel.

Caiu mais 0,5 pontos.

- Que horas ele vai jantar? - Ele n�o vai, trazem pra ele.

O que est� havendo?

- D�-nos a cota��o. - Parou.

Estamos acabados.

O que est� dizendo?

- Quebrou. - Fa�a alguma coisa! Conserte!

- Saia da�.

- Estamos sem conex�o. - Eu posso arrumar.

- Saia da frente. - � muito simples, muito f�cil.

Ok, arrume, arrume, mas cuidado.

Quanto tempo vai levar?

- Foi s� a mola que soltou do pino. - Qual seu nome?

- Edison. - Pode manter isso funcionando?

- Sim. - O emprego � seu, pago US$300 por m�s.

- Quanto? - N�o � o bastante?

Se ganhasse este dinheiro n�o teria coragem de me demitir.

O que voc� quer?

S� quero 5 minutos do seu tempo.

- Estou no meu escrit�rio. - Sim senhor.

Seu novo homem.

- Boa tarde. - Spider fluori.

O que consertou o indicador... - General Powell..., Sr.......

Edison.

General Powell, presidente da Western Union?

- O senhor � outro que eu gostaria de ver. - N�o tenho obje��es.

Como pode ver, somos os donos daquele indicador.

Feliz Natal.

Obrigado.

Que tipo de transa��o tem em mente?

Um indicador que dar� cota��es, n�o s� do ouro, mas de todo o mercado.

Voc� acha que pode fazer isso?

Sim senhor, eu acho que posso, � s� me dar uma oportunidade.

- Podemos nos ajudar, sabe? - Que tipo de oportunidade quer?

- Oportunidade de fazer experimentos. - Meu rapaz n�o temos tempo para testes.

N�o com eletricistas, n�o temos garantia que suas id�ias funcionam.

Por enquanto s� tenho teorias.

Esse � o problema, al�m do mais o que h� de bom na eletricidade?

O que h� de bom em um rec�m-nascido?

- Sr. Edison, est� gastando o meu tempo. - Sendo assim n�o vou gastar o meu.

Sente-se, espere um pouco.

N�o vai adiantar nada ficarmos nervosos e come�armos a brigar.

Sente-se.

Voc� deve ter mais imagina��o, Taggart.

- E voc� deve ter mais paci�ncia. - Concordo.

Sr. Edison, estou interessado nas suas id�ias sobre o indicador.

Darei ao senhor uma oportunidade por uma semana na f�brica.

- O que me trouxer de novo eu compro. - �timo senhor.

S� o que eu quero � um lugar para trabalhar, ferramentas e um ajudante.

Voc� ter� tudo isso, nosso secret�rio lhe dar� o que precisar.

- Obrigado senhor. - Por nada.

Me perdoe, n�o o vi.

Tudo bem, n�o se machucou?

Porque estas coisas n�o s�o mais f�ceis de fechar?

Desculpe.

Porque estas coisas n�o s�o mais f�ceis de fechar?

- Talvez eu possa ajudar. - Obrigada.

- Trabalha aqui? - Sim, l� em cima.

- Estou come�ando em baixo hoje. - O que voc� faz?

Sou inventor.

Me ajude ent�o.

- N�o invento guarda-chuvas. - Qualquer um pode dizer isso.

Olhe s�.

- Sr. Johnson? - Sim.

Sou Tom Edison.

- General Powell disse para... - O amante dos experimentos?

Por aqui.

Vai trabalhar aqui, tudo que precisar pode usar.

Obrigado Sr. Johnson.

Gostamos de ter o endere�o de todo o pessoal.

Onde est� ficando?

Aqui mesmo.

Quero dizer onde est� dormindo.

Bem, por enquanto vou dormir aqui.

Tudo bem.

O General Powell disse que receber� algum dinheiro no dia do pagamento.

Oh, que bom, quando � o pagamento?

S�bado que vem.

- Sou Michael Simon. - Sou Edison.

- Aquele � o Sr. Ashton. - Como est�?

Como vai?

Que trabalho far� aqui Sr.Edison?

A primeira coisa que farei � consertar um guarda-chuva.

Com licen�a senhorita.

Aqui est� seu guarda-chuva.

Oh, � voc�.

Voc� consertou, parece �timo.

Obrigada.

- Muito obrigada. - Por nada.

Voc� tecla muito bem.

- � o meu trabalho Sr... - Edison...Tom Edison.

O meu � Mary Stillwell.

- Hora do almo�o, estou com fome. - Desculpe?

Estou com fome.

- N�o consigo trabalhar sem comer. - Nem eu.

Tenho muito trabalho a fazer antes de comer.

- Tchau Srta. Stillwell. - Tchau Sr. Edison.

- Sim. - Quanto � uma torta de ma�� e um copo de sopa?

- 10 Centavos. - Me d� um ent�o.

- Bem, acho que vamos lanchar juntos. - Tudo bem.

Quando voltei l� pra cima notei que...

- N�o quer se sentar? - Obrigada.

Quero o lanche regular por favor.

Come pouco para um homem grande.

Sim, sim, n�o �?

- N�o, por favor. - � um prazer senhorita.

Este cheque � de 45 centavos, posso pagar o resto em 1 ou 2 dias?

- N�o.

Talvez possa voltar mais tarde e pagar?

N�o.

Sr. Edison.

- Deixou cair algo. - Oh! Obrigado.

Muito engra�ado, n�o?

- N�o ouvi o dinheiro caindo. - Ouvi algo, olhei e vi.

� bom ter algu�m como voc� pegando as coisas para mim.

- Quer sair da chuva? - Sim, senhorita.

Voc� merece compartilhar este guarda-chuva.

- Aqui tem uma grana para voc�. - Obrigado.

Simon, o dinheiro que lhe devo, muito obrigado.

Foi um prazer.

- Obrigado Bob. - Disponha.

- Estou pronto para os desenhos agora. - Quantas destas m�quinas vai fazer?

- S� uma. - Tem partes aqui para uma d�zia.

Se uma funcionar estou com sorte.

Vou distribuir os desenhos.

Sr. Johnson, se n�o se importar gostaria de distribuir eu mesmo.

Claro.

Acho que Sr. Simon n�o � muito criativo.

Acho que ele est� certo.

Tudo bem.

Isso � muito forte.

Talvez possa fazer um melhor.

Se eu n�o tiver uma ressaca poderia fazer um.

Acho que est� certo.

Grahan, Launcher, Bigelow. Venham falar com o Sr. Edison.

Quero fazer modelos destes rascunhos Gostaria de tentar esse?

Claro.

Gosta desse?

- Aqui h� um que o ocupar� a noite toda. - Quanto mais, melhor.

E voc�s rapazes?

Gostaria de tentar este?

Obrigado, prefiro trabalhar para a companhia.

Tudo bem, acho que vou tentar eu mesmo.

Simon, desculpe mas acho que terei que te dar folga.

Voc� j� fez isso?

N�o.

Tenho certeza que pode fazer isso.

Claro que sim.

Se importa de trabalhar at� mais tarde, at� eu voltar.

Tenho uma coisa muito importante para fazer.

- N�o, n�o me importo. - Obrigado.

O que est� fazendo?

Estou convidando uma senhorita para jantar comigo.

- O que ela disse? - Disse que adoraria. Quer tentar?

Foi uma noite linda, o jantar, o concerto.

- N�o sabia que gostava de m�sica. - Gosto, mas n�o tanto.

Oh, que sof� lindo.

Poderia dizer melhor se o visse melhor. Espere at� poderem limpar as janelas

com limpadores el�tricos. A� voc� vai ver alguma coisa.

O que � eletricidade? Falam tanto mas at� agora n�o sei o que �.

Ningu�m sabe.

Um amigo me disse que era como um rabo de cachorro, enorme.

Longo o suficiente para ligar Edimburgo a Londres,

Se puxar a cauda Londres vem junto.

Ningu�m sabe o que passa pelo cachorro ou pelo fio.

Sabe, h� eletricidade nas pessoas tamb�m.

Eu sei, �s vezes me sinto assim.

Verdade? Podemos ver isso agora.

Talvez voc� seja uma bateria humana, Vamos fazer uns testes.

- � isso que voc� �, uma bateria humana. - Te dei um choque?

N�o exatamente, me d� sua m�o, oh, tem muita eletricidade aqui, posso sentir.

Melhor irmos.

Espere, isso � uma experi�ncia cient�fica, a teoria da eletricidade �

que viaja na mesma dire��o, do positivo ao negativo.

Positivo, negativo.

Estamos errados em algo.

- Voc� seria o positivo. - Muito positivo.

- Isso me faz ser o negativo? - N�o sei, voc� �?

Sempre algu�m interfere com a ci�ncia.

A m�quina funciona mesmo?

Sim, funciona, as 4 da manha, fui embora e deixei funcionando, continua funcionando.

- Depois de 10 semanas n�o sei. - Com certeza funcionar�.

Oi, e a�, como est�?

Olhe agora.

Espere, espere.

Sr. Edison.

Sr. Edison.

- N�o sei, n�o funciona. - N�o funciona?

Estranho, deveria funcionar.

- Congratula��es Thomas, bom trabalho. - Muito bom Tom.

- N�o acredit�vamos que conseguiria. - O que quer dizer com n�s?

Sr. Edison, foi um �timo trabalho.

Obrigado. Que horas s�o?

7:00 h.

Meus Deus, devo estar em Nova York �s 9:00 h.

- N�o sei n�o. - Algu�m olha isso para mim , ok?

Claro.

Vamos l� rapazes.

Tom.

- Acha que gostar�o? - Claro que gostar�o.

- Quanto acha que devo pedir? - O que voc� achar que vale.

Gostaria de uns dois mil d�lares por isso.

Deixe eles fazerem a oferta antes de falar.

Boa id�ia.

Voc� pensa que � nada al�m de trabalho, metal e vidro.

Mas n�o �, seus sonhos e trabalho duro contam.

- Melhor n�o nos desapontar. - Fico feliz em dizer n�s, Mary.

Boa sorte Tom.

Tom.

- Ent�o cavalheiros, o que acham? - Voc� conseguiu.

Ent�o � isso?

Parece que sim.

Estaria interessado em fazer algo para manufaturar estes bilhetes?

N�o senhor, prefiro vend�-los.

- H� outras coisas que quero fazer. - Que coisas s�o essas?

Bem, mostrarei ao General quando achar que est�o prontas.

- Gosto de segredos sobre isso. - Estou associado com o General

- Ent�o vamos falar de neg�cios. - Estou pronto.

Quanto quer pela m�quina da bolsa?

Me fa�a uma oferta General, o que acha que seja justo.

Que acha de 20.000 d�lares?

- Quanto? - Disse 20.000 d�lares.

20.000 d�lares...

Bem, eu, 20.000, eu...

Talvez o pre�o seja... pra ser justo, 30.000 d�lares.

- 30.000? - Sim, 30.000.

- Bem, eu. - Fechamos em 40.000.

Direitos e tudo, acho que � justo.

Sim, General, acho que � justo.

General, antes fazer o chegue, pode descontar um valor?

215 d�lares em dinheiro.

106,23 em materiais, d� 321 d�lares e 23 centavos.

Tem certeza que d� isso?

Sim senho, estou certo.

Tudo bem.

Vamos esquecer isso.

Obrigado senhor.

- Que vai fazer com todo esse dinheiro? - H� uma coisa que n�o vou fazer.

- N�o vou comprar nenhuma a��o. - Talvez valha a pena.

Duvido Sr. Taggart.

Aqui est�o os pap�is da patente, s�o seus agora.

- Obrigado senhor. - Por nada, tchau.

Espere, n�o se parabenize tanto,

� bom que saiba que est�vamos dispostos a oferecer US$60.000 pela sua inven��o.

- Estavam? - Sim.

Talvez lhe interesse saber que eu estava disposto a vender por US$2000.

- Sr. Edison, o que houve? - Esperem rapazes mais tarde conto tudo.

Vendemos.

40.000 d�lares.

Ele disse: Quer se casar comigo?

Ela disse: Sim Tom.

Ele disse: Venha aqui embaixo.

Ela disse: Agora mesmo.

- Parab�ns! - Quando vai ser o casamento?

Sr. Edison, gostaria de trabalhar com o senhor, onde o senhor for.

Claro, claro.

Congratula��es...

Bem, o que est� esperando?

Bem, o que eu esperaria?

- Congratula��es Sr. Edison. - Um garoto.

Muito bem Tom.

- Primeiro uma menina, agora um menino. - Bem, tem que ser um dos dois n�o �?

- Parab�ns. - Obrigado.

Obrigado.

- Charutos? - Sim, mas vou guardar para domingo.

- Tome, um para segunda tamb�m. - Mais um aqui.

- Obrigado de novo. - Obrigado Tom.

Digo que n�o vai acontecer de novo.

Pelo menos at� daqui um ano. Vamos, vamos l�.

- Mais? Voc� come demais. - Tom, ele est� muito arteiro.

- Est�? - Voc� est� estragando essa crian�a.

Um homem tem direito de criar seu filho.

Voc� se atrasou 3 vezes nesta semana para o trabalho, o que est� esperando?

Eles podem se virar sozinhos, n�o �? O que eles querem? Eles se viram.

Melhor comer sozinho, Tom. Papai tem que ir trabalhar para comprar mais sopinha.

N�o me fa�a te botar para fora.

Fa�a melhor quando tiver nova oportunidade.

Vamos l�, assim.

- Tchau para voc�s. - Tchau.

Tchau Tom, Diga tchau! Diga tchau. Assim.

Oi, Sr.Els, Bant, como est�?

- S�o 7:00 h? - Bem, era �s 7:00 h.

Sim, h� duas horas atr�s. Que tipo de empres�rio � voc�?

- O que estava fazendo? - Estava dando comida para o beb�.

O tio Ben rodava a empresa enquanto voc� dava comida para o beb�.

- � assim que s�o as coisas, escute-os. - Ele pensa nisso como se fosse dele.

N�o � Bob?

- N�o estou muito bem, estou quebrado. - Voc� pode dizer, est� bem.

Quebrado?

- Verdade? - Praticamente.

N�o pode estar, voc� � um empres�rio importante.

Tem um laborat�rio, esposa e crian�as, tudo isso.

Al�m disso s� trabalha 5 horas.

Para que 10 horas se precisa s� de 5 horas? Vamos l�.

Bant parece estar no Oriente M�dio, deixa as coisas inacabadas se acumularem.

Deve manter o escrit�rio limpo, tem algo errado com sua estante.

Aqui est�o os livros de amanh�.

- Livros, n�o vejo nenhum. - Aqui est�o eles, os dois.

Contas que devo e que recebo, talvez ao contr�rio, n�o sei.

- Mas � o que tem na minha estante. - Esta estante n�o est� certa.

Vamos l� em cima e vejam.

- Agora sei porque est� perdido! - Perdido? S� estou quebrado.

Significa a mesma coisa, n�o �?

Voc� tem um belo lugar aqui Tom.

S� queria mostrar onde invisto o dinheiro.

- Bom dia Michael. - Bom dia.

Jack, algum progresso?

Consegui, consegui com certeza.

S� preciso de mais alguns dias.

Tudo bem, tudo bem, sabia que conseguiria, continue assim.

Maravilha, nunca pensei que conseguiria.

- Ser� que conseguiu? - Claro, foi o que disse.

Ele n�o conseguiu nada, mas gosto de ouvi-lo falando assim.

Ei tom, a� vem o Xerife.

- O Xerife em pessoa. - Melhor eu sumir.

Procuro por Thomas Edison.

- Quem de voc�s � Tomas Edison? - Posso ajud�-lo?

Pode sim Sr. Edison, vamos replanejar Sr. Edison.

O que quer dizer?

Vamos entrar com uma a��o de posse ilegal de propriedade.

- Como o que? - Como este maquin�rio que n�o foi pago.

N�o me preocuparia com isso se fosse voc� xerife.

Tomo conta de todas as minhas coisas.

N�o est� tomando conta de nada, a� � que est� o problema.

Talvez me esque�a de alguma coisa.

- H� outra coisa Sr.Edison. - Oh, isso � outra hist�ria.

N�o, praticamente � a mesma coisa. Tem uma semana para pagar as contas.

Ou este maquin�rio vai embora.

Ok, mais alguma coisa?

Sim, aqui est� uma carta para ir ao j�ri se quiser apelar.

N�o vale de nada agora, voc� j� deu o ultimato.

Oh n�o, o anexo explica tudo isso.

- Ok, e isso � bom? - Sim, oh, como vou saber?

Talvez precise de um habeas-corpus. Voc� j� tem todo o resto.

- Voc� bebe? - Sim, mas estou l�cido agora.

Oh, eu tamb�m, vamos a algum lugar onde possa me pagar uma bebida.

- Oh, sim, essa � uma boa id�ia. - Nunca discuta algo sem uma dosezinha.

Disse bem, isso ajuda.

Sr.Edison, eu tamb�m tenho uma inven��o.

- Isso � �timo, menino ou menina? - Menino, menina , n�o sei ainda.

Galileu disse que a Terra girava em torno do Sol.

Tom, Tom, o xerife j� foi.

Sou uma avestruz.

Toda vez que estou com problemas enfio a cabe�a no buraco e me escondo.

Porque estou rindo?

Estou com problemas.

� verdade, ele disse que tem uma semana para pagar o maquin�rio.

Uma semana.

Uma semana.

Imposs�vel destruir em uma semana tudo que se construiu em 5 anos.

Isso � triste, deve ter muito dinheiro investido no laborat�rio.

N�o � o dinheiro que est� no laborat�rio, mas as vidas que est�o no laborat�rio.

Tudo que jurei fazer, pagar o meu pessoal.

Significa, casa, abrigo, roupa, comida para muitas fam�lias.

Deixar uma semana destruir tudo isso?

Tio Ben, tenho que fazer algo. e aceito sugest�es.

- Est� brincando Tom? - Gostaria que estivesse.

- Ningu�m nunca me pediu conselho antes. - Ent�o tem muitos acumulados.

Bem, para mim, se estivesse no seu lugar, sendo um inventor e tudo.

Inventaria alguma coisa.

Inventar algo assim, r�pido, nesse momento?

- Isso mesmo, quanto mais r�pido melhor. - � isso que sugere?

E sobre aquela luz que voc� sempre fala?

A que voc� sup�e funcionar com eletricidade, se lembra?

Sim, me lembro.

Para mim, esta � a hora certa de inventar isso.

Bant sempre fala bobagens, mas quando fala daquela luz, parece confiante.

N�o pense muito, invente isso.

Sim, eu poderia inventar isso.

- Tio Ben, faria algo por mim? - Claro que sim, Tom.

Pode dizer a minha esposa que n�o jantarei em casa?

E talvez n�o esteja em casa para o caf� da manh�.

Ficarei aqui e trabalharei naquela luz.

Tom!

- Oh, meu... - Tom, olhe para voc�.

- Seria bom se fosse diferente n�o �? - N�o acha que deve parar um pouco?

- N�o posso parar agora. - Mas 4 dias, Tom?

As crian�as perguntam por voc�.

Tem que descansar e comer.

Comi uma torta de ma�� ainda h� pouco.

- Isso foi ontem. - Tenho que trabalhar.

Isso n�o pode ser mais importante que tudo.

Agora � mais importante para mim que tudo no mundo.

Nada � mais importante que a sa�de, voc� est� se destruindo.

Venha comigo para casa.

- Por favor. - Me deixe em paz!

- Tom.

Me deixe sozinho, estou trabalhando, voc� est� me interrompendo!

Preciso da sua permiss�o para fazer meu trabalho?

N�o est� trabalhando, est� dormindo.

Tudo bem!

- Por favor, me deixe sozinho! - Certo, Tom.

Entre.

- Tom! - Sim, sim.

N�o entendo estas especifica��es.

Esse tubo, que tipo de tubo �?

Cano, cano normal, enrole o fio nele.

- Ok, entendi. - Michael.

Passar este im�vel para outra pessoa, faria diferen�a?

N�o para n�s, desde que voc� esteja aqui conosco!

Se eu pegar General Powell como parceiro?

E, � claro, o Sr. Taggart!

Bem.

Se tiver que fazer isso...

ent�o est� tudo bem.

Pode ir.

- S� 1 minuto ou 2 por favor. - N�o sabia que ele estava assim.

Est� muito, muito doente.

- Oi Tom! - Ol� General.

- Estou feliz que tenha vindo. - Vim antes mas n�o tinha ningu�m.

Porque guarda segredo? Porque n�o deixa seus amigos saberem?

- Est� tudo bem? - �timo.

- Com certeza? - Com certeza. Tudo as mil maravilhas.

H� dinheiro como milho no milharal.

Vi Taggart outro dia.

Falou algo sobre ajud�-lo.

Me ajudar? N�o preciso de ajuda.

N�o confie demais em Taggart.

N�o se preocupe com isso General, apenas melhore depressa.

Estou fazendo o que posso Tom.

Quero estar por aqui quando inventar aquela luz.

- Luz! - Voc� estar� General.

Parece que o General Powell n�o vai estar aqui por um bom tempo.

A verdade �, n�o posso esperar muito tempo, preciso de dinheiro rapidamente.

Tudo bem Sr. Edison, quanto quer?

- Bem, a� que est�, � uma bela soma. - N�o importa, n�o importa mesmo.

O General Powell acha que voc� � um homem de futuro.

E qualquer homem em que ele acredite � bom para mim.

S� me diga a quantia.

O que me diz de 50.000 dolares?

50.000 d�lares.

Suponhamos que lhe d� 100.000 d�lares!

- 100.000 dolares? - Isso mesmo.

- N�o preciso de tudo isso Sr. Taggart. - Talvez ache que n�o, mas � o futuro.

No momento estou na posi��o de lhe dar um cheque de US$100.000 imediatamente.

Ah, isso � �timo, maravilhoso.

Gostaria de lhe dizer o qu�o feliz estou.

Sem problema, sem problema.

Assim poderei fazer experimentos por 3 anos, sem me preocupar.

Claro que se eu lhe der este dinheiro, espero que assuma um compromisso de

me deixar decidir que tipo de trabalho voc� far� l�.

Isso n�o.

N�o me entenda mal, s� quero o direito de

ter certeza de que o que voc� fizer l� ser� lucrativo.

Para aumentar meu capital, se n�o se importa.

Mas me importo.

Sou um inventor, n�o pode me dizer o que fazer, quero fazer as coisas que

quero fazer, trabalho com id�ias, coisas imagin�rias!

Ningu�m, nem eu sei o qu�o lucrativo ou �til

ser� at� que fa�a os testes a minha maneira.

Est� numa posi��o ruim de pedir para fazer as coisas a sua maneira Sr. Edison.

Sim, estou!

E voc� quer tirar vantagem disso, quer me colocar numa corrente.

Ok, agora, pense com calma.

N�o, n�o ser� necess�rio, n�o quero seu dinheiro a este pre�o.

Prefiro me aguentar de alguma forma at� que o General Powell possa falar comigo!

Tudo bem.

Sr. Edison, o General Powell est� morto.

Talvez essa seja uma boa hora para sentar e conversar.

Mas n�o farei isso porque n�o vai nos levar a lugar nenhum.

Sei que j� estivemos em m� situa��o antes, mas

sempre conseguimos algo no �ltimo minuto, algo que nos levantasse.

Lembram do telegrafo qu�mico? Foi uma sa�da.

Ebulidor, panela el�trica.

Estas coisas apareceram quando precis�vamos de algo!

Mas desta vez nada est� acontecendo!

N�o sei, talvez esteja esperando um milagre, mas, n�o aconteceu.

E n�o tenho mais tempo.

Estamos no fim da linha.

E...

Rapazes, me perdoem por ser desta maneira.

Est�o dispensados.

Espere mais alguns dias Tom, sei que vou conseguir este telegrafo novo.

Obrigado Jack, n�o podemos esperar.

Voc�s precisam de dinheiro pra viver, eu tamb�m.

E n�o temos nenhum dinheiro, consegui arrumar algum para pagar voc�s.

- Tom, posso dizer s� uma palavra? - N�o.

Quanto menos falar melhor.

Rapazes, quero agradecer-lhes por tudo que fizeram por mim.

Pague a eles, isso � tudo.

Papai chegou.

Oi Tom.

Oi Tom.

Oi Mary.

Acho que n�o preciso dizer que sinto muito, n�o �?

Eu sei.

Pode tentar.

Tem problema se tentar amanh�?

Estou cansado pra cachorro.

- Tom, temos algo para falar. - Agora n�o, querida.

Sim, agora mesmo, Tom.

Quero saber o quanto esta luz importa para voc�.

Quero a verdade, h� algo de real nisso ou est� sendo s� teimoso em n�o desistir?

- � muito real para mim Mary. - Mas est� certo disso?

Todo mundo est� errado?

H� alguma chance, mesmo que pequena, de descobri-la?

Podemos falar sobre isso de manh�, Mary?

Est� certo, Tom.

De manh�.

Tom.

Nossa, devo ter apagado.

Dormi aqui a noite toda?

Voc� me cobriu, n�o �?

N�o podia deixar voc� pegar um resfriado, Tom.

- Agora vamos conversar. - Porque? Acabei de ter um lindo sonho.

Estava sonhando com o clima.

Estava t�o frio que as �rvores n�o podiam se mexer.

E quebraram rapidamente tentando dobrar.

Sim, toda a cria��o congelou.

A pergunta era se ficaria na cama ou levantaria e iria ver o que aconteceu.

Eu levantei, e a terra havia congelado rapidamente.

N�o podia se mover.

Ficou tudo escuro tamb�m. O Sol ficou preso em duas bolas de gelo.

Trabalhou t�o duro para se livrar que congelou em seu pr�prio suor.

A�, sai pelo pa�s pra ver o que poderia ser feito e conheci um urso.

Contei a a ele o que aconteceu e ele saiu pulando

t�o forte que �leo quente jorrou sobre ele.

Ent�o peguei o urso e o segurei sobre o eixo da Terra.

E deixei o �leo escorrer.

E dei chutes na Terra at� que o Sol se soltou.

O movimento da Terra abriu uma brecha, e o Sol surgiu lindo.

Acendi meu cachimbo nele, e se partiu em peda�os para mim.

Sim senhora, vim embora com a luz do Sol no meu bolso.

Oh, Tom, isso � lindo.

Continue com seu trabalho, v� em frente com sua luz.

N�o d� ouvidos a quem tente fazer voc� parar.

At� mesmo eu, se falar algo contra.

Nada acontecer� conosco enquanto voc� puder sonhar assim.

Sabe Mary, talvez n�o tenha sonhado exatamente isso.

Talvez tenha me confundido com as hist�rias que minha m�e me contava.

Se voc� teve um sonho, por favor deixe ser um sonho.

Ok, se... se sente melhor assim!

Obrigada.

Acho que voc� sempre est� algumas voltas na minha frente.

Falei que precisa de uma mola mais forte, quantas vezes preciso dizer

para que voc� entenda?

Nenhuma noticia do tel�grafo ainda?

Ainda n�o, mas vamos conseguir.

Tom!

Ei, n�o brinque com isso.

- Desculpe, Tom. - Tudo bem.

Com certeza faz bastante barulho.

Nunca fez este barulho antes.

E este barulho? Parece que vem da mesa.

Muito estranho.

Tom.

Michael, estarei no escrit�rio, tenho uns desenhos para fazer.

Fa�a o mais r�pido que puder, sim?

Serio? � algo sobre a luz?

N�o, espero que seja algo que nos mantenha ocupados.

Al�, al�, al�.

Mary tinha uma carneirinha!

Sua pele.

Al�, al�, al�.

Mary tinha uma carneirinha.

Sua pele era branca como a neve.

E por onde Mary ia, a carneirinha ia tamb�m.

Ha, ha, ha.

- O que disse. - Eu disse que � uma �tima inven��o.

N�o � uma inven��o Cod, estava esperando por n�s o tempo todo.

- Quer dizer que foi por acidente? - N�o, n�o, nada � acidente.

Inven��o da m�quina falante, leia tudo sobre a m�quina que fala.

Leia tudo a respeito.

Contas a pagar e contas a receber.

Nos colocou de volta no caminho. Essa m�quina falante � uma mina de ouro.

Olhe Dash.

Quero que fa�a isso! Quero ouvir seu tom mais alto.

Vamos l�, antes que sua m�e chegue, seja um bom menino e chore bem alto Dash.

S� vai chorar se fizer ele chorar.

- Vamos l� Dash, chore. - Olhe Dash, Dash, o bicho.

Dash, Dash.

Olhe, olhe Dash.

Dash, por favor, chore. Dash, olhe.

Bem, o que eu posso dizer...

Quero que ele chore um pouco, mas ele s� ri.

Porque choraria, o que o faria chorar. Venha c� querido.

- Tom, o cara do jornal quer v�-lo. - Sobre o que? Estou ocupado agora.

Querem saber em que ponto est� com a luz el�trica.

Gostaria de saber eu mesmo, porque n�o fala com eles?

Gostaria de fazer uma entrevista quando tivesse algo de concreto.

Falar no escuro sobre a luz el�trica.

Falar no escuro?

- N�o, n�o, um de cada vez. - Nos fale sobre a luz el�trica.

Ouvimos dizer que est� trabalhando na luz el�trica.

O Sr. Edison n�o pode ver ningu�m agora.

- H� algo mais que eu possa fazer por voc�s? - Quem � voc�?

Tenho sendo seu s�cio e amigo por muitos anos.

Talvez voc� tenha inventado o Edison?

Isso n�o tem gra�a rapaz.

Nos trabalh�vamos juntos como telegrafistas, e posso dizer

que tudo que ele sabe sobre tel�grafo eu o ensinei.

Sempre fui um bom instrutor, entende?

Trabalhei na esta��o telegr�fica do oeste t�o s�,

que peguei uma grande cobra do deserto no meu escrit�rio,

e a chamei de Pet.

E durante aquelas noites longas,ensinei Pet a enviar C�digo Morse com seu chocalho.

Ent�o a serpente fugiu.

Um dia estava ca�ando sozinho.

E dei de cara com uma serpente no arbusto. Apontei

minha arma para ela e voc�s acreditam?

Come�ou a codificar, n�o atire, sou eu Pet.

- S� um minuto, Sr... - Kevin.

- James J. Kevin, conhecido por Bunt. - Como est�?

Sr. Kevin, n�o viemos aqui

para ouvir suas est�rias de serpente, viemos aqui para entrevistar o Sr. Edison.

O Sr. Edison est� trancado no seu laborat�rio.

Na verdade est� prestes a descobrir algo. O que �? Por isso estamos aqui.

- Cavalheiros n�o posso dizer. - � sobre a luz el�trica?

- Isso ter�o que saber dele mesmo. - Porque ele n�o nos diz?

Primeiro acho que n�o tem a luz el�trica e n�o acho que ter�.

- Ah, voc� n�o acha n�o? - N�o, n�o acho, e al�m do mais acho que

ao inv�s de vir aqui falar conosco, est� se escondendo l� dentro atr�s de voc�.

Seu atrevido, ele est� l� dentro porque tem a l�mpada.

- Quer dizer que realmente descobriu? - Sim.

- Ele j� tem a l�mpada? - Sim.

Porque n�o se pronunciou?

Uma coisa de cada vez, acabou de fazer a m�quina falante.

N�o pode deixar grandes inven��es cairem na boca do povo assim.

- Obrigado Sr.Kevin. - Muito obrigado.

Teimosos.

Acho que dei a eles sobre o que falar.

Com certeza.

Normalmente sou um cara calmo.

Mas me deixaram com tanta raiva.

Sabe que n�o tenho a l�mpada, estou longe disso.

- N�o imaginei que acreditariam. - Quem ler jornal acredita.

Exceto algum cientista, que quer ver para crer.

Bem, acho melhor sumir por um tempo.

Se tivesse dinheiro desaparecia.

Pode me dar 20 d�lares, Tom?

Aqui est�o os 10 que te devo.

Gosta de uns drinques, n�o �?

Bem, se cuide.

Claro.

Me desculpe pela confus�o que arrumei. Fale que menti, pode me culpar.

N�o, tudo bem, Bunt.

Na verdade estou ansioso para acontecer.

Tenho que conseguir fazer a l�mpada.

- Cota��o. - Kess caiu mais um ponto.

Cavalheiros por favor, acalmem-se, n�o existe nenhuma l�mpada.

- Como sabe? - � meu dever saber.

N�o h� l�mpada el�trica e nunca haver�. � imposs�vel como o moto-cont�nuo.

- Ent�o temos que sujar o nome dele. - N�o direi uma palavra contra ele.

N�o precisa, ele vai se enforcar sozinho.

Fez um an�ncio que n�o � verdade e nunca ser�.

Brincar com a ci�ncia � o mesmo que se suicidar.

Certo, deixe ele se acabar sozinho.

A l�mpada el�trica � um an�ncio falso, dizem que � conto de fadas.

Ele sabe ou deveria saber que � imposs�vel como o moto-cont�nuo.

Toda essa insanidade sobre a l�mpada el�trica,

n�o existe nenhuma l�gica cientifica, senhoras e senhores.

O Sr. Edison se recusa a demonstrar sua l�mpada misteriosa.

Podemos assumir que sua recusa, � porque n�o existe esta l�mpada.

Queimamos todo o g�s.

Bem, n�o vai funcionar.

- Temos que tentar outra coisa. - Como o qu�?

J� testamos dezenas de metais, chumbo, cobre, ferro, alum�nio, estanho...

Temos que testar centenas, talvez milhares,

mas sei que em algum lugar deste universo

existe uma subst�ncia que funciona e vamos encontrar.

Temos que ter uma luz mais brilhante, ou n�o vai adiantar nada.

Se isso n�o funcionar, n�o sei o que dar� certo.

- Conectado? - Sim.

Bem, parecia que ia funcionar, mas n�o � isso.

Deve haver algo em que n�o pensamos.

Talvez n�o tenhamos o material certo.

Testamos tudo, menos isso.

Agora chore filho, chore.

Chore, chore filho, chore.

- Ele n�o chora. - J� chorou muito.

Nunca quando estou aqui, tento fazer ele chorar desde que tinha 9 meses.

Vamos filho, chore, por favor. Chore filho, chore.

- Tom, isso � terr�vel. - O que � terr�vel?

Escute isso, quando perguntado sobre Sr. Edison,

disse que n�o h� lugar para charlat�o na ci�ncia.

- Tom. - Ei, ouviu isso?

Seu pai � um falso, Todo mundo diz isso, n�o acha?

Ele n�o quer saber, estou acabado e ele est� aqui calmo e em paz.

Leia pra ele de novo , devagar, talvez ele entenda.

Espero nunca mais ver aquele Bunt Kevin de novo.

N�o, n�o pegue pesado com ele, tivemos bons momentos juntos.

Gostaria de sacudir sua cabe�a ate que seu c�rebro se desfa�a.

Olhe, filho chore, por favor.

N�o acho que Bunt tenha um c�rebro que preste.

N�o, eu acho que tem a cabe�a oca.

Bem, ate aspirador pode ter utilidade �s vezes.

Me lembro uma vez quando tinha um c�o velho...

Oca...

V�cuo.

Nossa.

Tom, o que...

Simon, precisamos de uma bomba de v�cuo, � isso que est�vamos procurando.

O fio arrebenta porque fica em contato com o ar.

Muito oxig�nio, vamos colocar o arame num globo de vidro, tirar o ar,

ligar a corrente e ver o que acontece.

N�o, hoje � noite.

- E ai? - Olhe o presente.

- Hum, obrigado. - Ligue a corrente.

Clareia mais forte agora.

N�o � o suficiente, temos que melhorar o v�cuo.

Mas Tom, j� atingi 100.000 Pa de press�o.

- Tem que ser melhor que isso. - N�o podemos com essa bomba.

Uma de merc�rio, ou um pressurizador que far�

- o trabalho. - Onde podemos pegar emprestado?

Temos v�cuo, Mike?

Melhor imposs�vel.

Certo, ligue a corrente.

Vamos l�.

Bem, falhamos de novo.

Este � o experimento de n�mero 9.000.

Terr�vel, Tom.

Sabemos o quanto trabalhou, estamos t�o tristes como voc� e n�o temos resultados.

Resultados? Eu tenho muitos resultados, 9.000 coisas que n�o funcionam.

Triste.

Gostaria de falar com Sr. Edison por favor.

Sobre o que?

Gostaria de estudar para ser um inventor.

Quer �?

Porque?

Porque um inventor inventa coisas, e eu gosto de inventar coisas.

Olhe.

V� isso?

- Viu como funciona f�cil? - Deixe-me ver de novo.

Muito bom.

Eu mesmo fiz. Estava sempre quebrando as unhas.

Pode me fazer um?

N�o sei.

Talvez.

- � como uma faca n�o �? - N�o ser� depois que arrumar.

- Tom, n�o se sinta t�o mal. - Sr. Els.

Este jovem gostaria de ser um inventor, qual o seu nome?

Jimmy Price

Certo Jimmy, este � Sr. Els, Jimmy vai trabalhar conosco.

Onde est� ficando, quero dizer, onde est� dormindo?

Bem, por enquanto acho que terei que dormir aqui.

Leve ele pra casa dos rapazes, d� a ele um quarto e boa comida.

O que h�?

Deus...

Voc� � Thomas Edison?

Acho que sou Jimmy, �s vezes fico meio confuso a respeito.

Venha �s 8 da manh� para trabalhar.

Bom dia, Tom.

Bom dia, rapazes, ao trabalho.

- A l�mpada? - Hum hum.

Vamos usar filamento de carbono ao inv�s de metal.

- Filamento? Nunca ouvi este nome antes. - Nem eu, acabei de inventar.

� uma linha de costura comum, quero que coloque no forno e asse por 1 hora

Vamos impregn�-la com carbono primeiro, sabe o que � isso?

Depois vamos colocar num tubo de ensaio.

Esta linha � muito delicada Tom, vai quebrar.

Vamos tentar assim mesmo.

- J� testamos carbono antes. - N�o linha carbonizada.

Isso n�o � muito cientifico Tom.

J� disse que temos que deixar a ci�ncia um pouco de lado, vamos.

Cuidado, n�o v� quebrar este filamento.

� o n�mero 65.

- Pode partir, est� bem? - Vai estar bem.

Olha, est� aguentando.

Jimmy, leve para o Sr. Edison, mas cuidado.

Vou j�, j�.

Pelo amor de DEUS Jimmy, n�o consegue ficar de p�?

A� foi todo um dia de trabalho.

Jimmy.

JIMMY!

Sim!

Cuidado com esta, ainda est� quente.

Vamos, vamos Jimmy, estamos perdendo tempo.

Vamos.

A boa coisa sobre os erros, � que eles n�o tem que ser permanentes.

Aprendi quando era garoto.

Filamento Orchu.

Ou primo da linha de costura.

Impregnado de carbono.

E selado em v�cuo.

Tudo bem, faremos o teste da l�mpada.

Estou com medo de ligar a chave.

Vamos l�!

Uau!

Parece que esse vai durar.

Continua queimando.

- Bem, devem ser 7:00 h. - Sim, talvez mais.

Que tal um caf�?

N�o, n�o, quero um copo de leite.

- Traga um copo para mim e um para o Jimmy. - � para j�.

Um peda�o de torta?

� bom comer e dormir um pouco.

Ficamos aqui a noite toda.

N�o estou com sono, mam�e!

Vamos l�.

Posso amarrar meus sapatos? N�o estou linda com meu vestido rosa?

Sim, est�.

Ponha mais corrente.

Ponha no m�ximo.

Mais g�s.

- 40 horas. - Veja s�...

Bem, se queimou 40 horas queimar� 400.

Ponha este filamento no microsc�pio.

- Que dia � hoje? - 21 de outubro.

Est� chamando os jornais.

Ele vai iluminar a cidade de Nova York.

Bom, eu vou para cama.

Relaxe Jim, toda a preocupa��o que tive me deu indigest�o!

Olhe amigo, se Edison conseguir autoriza��o para iluminar esta cidade.

Eu tamb�m poderei fazer uma fogueira com meus buj�es de g�s.

Deixe ele conseguir, a l�mpada provavelmente n�o vai funcionar.

Este � o problema, funcionar�.

Tudo que ele inventa funciona e funciona bem, sei disso por testemunha.

E o que quer que eu fa�a?

Impe�a-o de conseguir esta autoriza��o.

N�o vejo porque cavalheiros, o Sr. Edison n�o possa ter autoriza��o para

iluminar eletricamente este distrito em quest�o.

Sr. German, seu entusiasmo n�o � compartilhado por n�s, nem de longe.

Nos foi pedido para deixar este homem usar Nova York como teste para seus...

A l�mpada j� foi testada com justi�a, foi demonstrado

aos senhores que sua luz usa muito menos g�s...

Espere um pouco.

O g�s n�o est� em julgamento aqui.

N�o, mas posso ver que a luz el�trica est�.

Cavalheiros eu lhes disse que vamos por os fios debaixo da terra de modo

que n�o v�o queimar seus cabos telef�nicos.

Garanto a voc�s que tomarei todas as precau��es necess�rias.

Continuo dizendo que o risco � t�o grande, que � imposs�vel ter certeza.

Mas n�o � imposs�vel.

Mesmo que fosse, eu e meus associados � que correremos o risco.

N�o estamos pedindo ajuda monet�ria � cidade de Nova York.

S� estamos pedindo permiss�o para instalar nossos equipamentos, com nosso

pr�prio risco, nossos pr�prios gastos, e se falharmos, s� n�s perderemos.

- Isso parece bem justo. Podemos votar? - Sim. - Sim. - Sim. - Sr. Edison!

Mais uma coisa se me permite, voc� sabe que nenhum d�namo existente � capaz

de produzir a corrente necess�ria para alimentar o seu sistema de ilumina��o.

- Sim senhor, isso � verdade. - E como pensa em fazer esse milagre?

Vou construir um d�namo. Vou construir um d�namo grande o bastante para

fazer o trabalho.

Uma palavra por favor, insisto em ser ouvido.

Sr. Taggart.

Isso � extremamente novo para n�s.

Deixe ele falar, ele tamb�m paga impostos.

- Seja breve Sr. Taggart. - Obrigado.

Quero com respeito pedir a aten��o deste j�ri para a lei que especifica tempo e

limite para todos os requisitos.

O projeto do Sr. Edison deve ser completado num dia determinado.

Esta � a lei.

Sr. Edison, quanto tempo esse seu experimento levar�?

- N�o ser� um experimento Sr. Taggart. - Por favor n�o vamos argumentar.

Quanto tempo levar�?

Levar� um ano, talvez dois.

A� est� cavalheiros, um ano, talvez dois.

Isso quer dizer que por dois anos as ruas

da cidade de Nova York ser�o uma bagun�a.

O tr�fico paralisado, como um pagador de impostos eu protesto contra essa loucura.

Protesto com todas as for�as que possuo.

Ent�o, o que o senhor sugere?

Sugiro que Sr.Edison seja limitado em tr�s meses.

Pode fazer em tr�s meses Sr. Edison?

N�o senhor.

E duvido que o Sr. Taggart coloque canos na mesma �rea em tr�s meses.

O g�s j� est� l� Sr. Edison, funcionando para o beneficio

de milhares de agradecidos contribuintes.

Digo que os contribuintes tem direitos. direitos que este j�ri deve proteger.

Sr. Cham?

Sr. Edison.

N�o vim aqui nesta manh� para privar os contribuintes de nenhum direito.

Convido o corpo deste j�ri para deix�-los fazer uso de uma descoberta que n�o

oferece perigo, n�o aleijar� ningu�m.

A n�o ser os competidores empresariais.

Sua pr�pria sabedoria est� mostrando que a l�mpada el�trica � pr�tica.

A concorr�ncia sabe que ser� uma forma mais barata de ilumina��o do que o g�s.

E este � o motivo de serem contra.

Mas este n�o � o motivo porque estou lutando aqui.

N�o insisti por todos estes anos porque

sabia que teria dinheiro no fim da busca!

Mas, porque sempre soube que se pudesse encontrar a luz sem a chama

poderia coloc�-la nas casas, onde homem e...

mulher acabam com sua vis�o debaixo de lombeiros e bicos de g�s.

Onde cirurgi�es fazendo opera��es, onde m�dicos trabalham em microsc�pios,

homens em coma, pessoas por toda parte

poderiam ter uma luz segura e mais clara.

Estou fazendo uma coisa que todos me agradecer�o tendo me pago ou n�o.

Agora a l�mpada foi descoberta!

O que v�o fazer a respeito?

Poderia instalar os canos de g�s em 6 meses, Sr.Taggart?

Facilmente.

Certo, ent�o, o que diz de 6 meses? O que acha?

- Podemos votar cavalheiros? - Sim.

Todos a favor da autoriza��o em discuss�o?

Contra?

- Nenhum. - Sendo assim, autoriza��o concedida.

- Eu o parabenizo Sr. Edison. - 6 meses!

Por volta de 4 de setembro? Tenho que correr.

Obrigado senhor.

- Tom. - Oh, obrigado.

- Par de colunas rapazes. - � o maior do mundo.

- Ok, vamos cham�-lo de Jumbo. - Eu te nomeio Jumbo.

Pena desperdi�ar.

2:00 h, 5 horas para gastar.

Hora de testar.

Todos atentos, atentos.

N�mero 1.

Ok, n�mero 2.

Coloque-os em paralelo.

Mais velocidade.

Mais r�pido, r�pido.

Mais velocidade.

Mais agora, mais, mais.

Pare, pare.

N�o vai funcionar.

Tem algo errado.

Os motores n�o est�o rodando na mesma velocidade, um d�namo est� empurrando

o outro para frente.

Pode ser algo com os reguladores.

Temos que conectar estes reguladores juntos, com um eixo.

N�o podemos fazer agora Tom, � muito trabalho.

Sam mande algu�m ir buscar um eixo de ferro de 4,5 m por 2,5 cm de di�metro.

Cinco horas � pouco, Tom, n�o temos tempo.

N�o temos tempo para falar, v� e fa�a.

Ok.

Vamos rapazes , vamos ver o que quebrou.

Ok, vamos l� com isso.

Porque n�o tocam m�sica boa?

- Sr. Taggart. - V� embora Roe, v� embora.

Sr. Taggart, ou�a.

- Muito interessante, muito interessante. - Imaginei que gostaria de saber senhor.

Muito bom Roe, obrigado, cavalheiros acabei de receber �timas noticias.

O que �?

Nosso amigo Edison est� com problemas, No �ltimo minuto ele teve problemas.

Seus d�namos quebraram.

Que m�sica linda.

Agora junte.

Do outro lado.

Tempo!

29 para as 4.

Ok, ligue a campainha.

- Tom, o que houve? - O jumbo deu um problema de �ltima hora.

Olhe sua cal�a, Tom, sua roupa boa.

Como aconteceu isso?

Nunca vou conseguir arrumar isso.

O que h� com voc�?

- Estou preocupado. - Com os d�namos?

E se n�o funcionarem?

- Eles v�o. - Deveria estar aqui antes.

Gostaria de ter sua confian�a.

Gostaria de ter a sua.

- Tom, 1 minuto para 7:00 h. - Bem a tempo.

Me lembre de te dar um grande beijo e abra�o depois.

Vamos, saia do caminho.

- Pronto rapazes? - Sim, prontos.

V� em frente Mick.

Se preparem, ok? N�mero 1.

Calma, devagar agora.

N�mero 2.

Ok, coloque-os em paralelo.

V� em frente.

Ligue os interruptores.

E ainda, teria sido um grande homem,

mesmo se n�o tivesse inventado nada.

Senhoras e senhores, eu lhes darei um nome que permanecer� para sempre

com vida e coragem,

vibrante de inspira��o.

Thomas Alva Edison.

Sr. Toastmaster.

Sr. Toastmaster.

Senhoras e senhores.

Para ser dito por todas os homens e mulheres da sua �poca.

Que o senhor contribuiu com muito para o benef�cio da humanidade neste momento.

Neste exato momento.

Estou muit�ssimo honrado, de cora��o, por este enorme cumprimento,

mas de alguma maneira ainda n�o consegui o sucesso que queria.

Mais cedo falei com dois jovens estudantes.

Amanh� o mundo ser� deles.

� um mundo problem�tico. cheio de d�vidas e incertezas.

Voc�s dizem que os homens da ci�ncia est�o ajudando o mundo.

Estas crian�as e as crian�as delas v�o aprovar o que fizemos?

Ou v�o descobrir muito tarde que a ci�ncia foi muito atrevida.

Que se transformou em um monstro.

Que seu triunfo final foi a destrui��o do homem.

Alguns de n�s j� come�amos a sentir esse perigo.

Mas pode ser evitado.

Antes eu tinha dois d�namos.

Precisavam ser regulados.

Foi problema de balanceamento e ajustamento.

E sinto que a confus�o do mundo de hoje.

Apresenta quase o mesmo problema.

Os d�namos da ingenuidade do homem de DEUS.

Est�o se afastando do d�namo da humanidade divina.

Estou muito velho agora para fazer mais do que dizer.

Balanceiem estes d�namos.

Fa�am-nos trabalhar em harmonia.

Como os projetistas imaginaram que deveriam.

Pode ser feito, o que a mente humana pode ver.

O car�ter humano pode controlar.

O homem tem que aprender isso.

E o homem n�o pode ter medo do amanh�.

E o homem ir� sempre avante.

Em busca de mais luz.

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