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Original subtitles

Anteriormente...

- Ele te ca�ar�, se voc� fugir. - Ent�o, fa�amos disso um jogo.

Ele tem mais terra do que pode segurar.

� para uma "filha do rei".

Ele quer encher a Doma com filhos.

Eu terei uma esposa!

Por favor, n�o quero fazer mal.

N�o! Piedade!

Thom! O que voc� quer?

� o Francis. Ele est� morto.

V�. Pegue a garota.

- O padre? - Vieram peg�-lo.

Eu o fiz desmaiar.

Onde ele est�? Vigie o padre. Encontrarei Lafarge.

Tome isto. Serei mais r�pido sem ele.

BARKSKINS | S01E03 "AMEIXA A�UCARADA" (01.06.20)

Andrebavila EX�RCITO DE UM LEGENDER S�

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Eu vim para ouvir sua explica��o sobre o que aconteceu.

Gus Lafarge e o filho dele. A cidade toda sabe disso.

O que eles queriam? A garota e o padre?

N�o.

Foi uma disputa de neg�cios.

Gus fez isso com Francis. Ele veio aqui amea�ar n�s dois.

- Uma disputa de neg�cio? - � minha explica��o, capit�o.

Eu gostaria de saber dos detalhes dessa disputa.

Mesa torta. Esse � o trabalho ruim de Lafarge.

Esse caos � por causa de uma mesa torta?

Isso irritou o Francis.

E Gus se recusou a honrar o trabalho dele.

E foi isso que houve noite passada?

Sim.

A coisa com a garota e o padre do massacre dos Iroqueses l�...

Um n�o est� relacionado ao outro.

O que o homem da Hudson Bay, Goames, diria sobre isso

se eu perguntar a ele?

Voc� duvida das palavras de uma vi�va.

Mathilde...

minhas desculpas.

Francis era...

um homem singular. A cidade ficar� pior sem ele.

E voc� trar� Gus Lafarge para responder pelo que me fez?

Claro.

Primeiro, devo avisar Quebec sobre esses acontecimentos.

O Intendente Lafer n�o ficar� feliz

com o que aconteceu em Wobik nessas semanas.

Est� bem torta.

Gus devia continuar dobrando madeira de barril.

Se h� mais coisa que gostaria de dizer, Mathilde, eu ou�o.

N�o. Eu j� disse tudo que gostaria.

Vamos querer saber o que voc� viu l�, Padre.

Padre.

Viemos buscar o Irm�o Clape.

A Companhia na qual trabalho precisa saber o que o padre viu.

Padre Clape vir� conosco.

Agora, afaste-se.

Voc� esfaquearia um padre?

Depende do padre, suponho.

Esta � minha faca para ma��. Por enquanto.

Irm�o Clape receber� cuidados.

E quando ele achar a l�ngua, ouviremos a hist�ria dele

e banh�-lo na sabedoria do Senhor

para que ele fique por inteiro novamente.

Excelente trabalho, Sr. Sel.

Acompanhe-me. H� mais que precisa ser puxado do c�u.

Por aqui.

Posso ajudar se me disser o que estamos procurando.

Um v�o de �rvores.

Que tipo de �rvore?

Aquelas que resistem e reinam sobre o resto.

Aqui n�o � bem assim, concorda?

Depende.

Sim.

Depende muito.

Sim.

Sim, este � o lugar. Tenho certeza.

Est� vendo como elas...

criam a forma perfeita?

Sim.

Deixe estas. Derrube o resto.

- O que estamos construindo? - Uma mesa do c�u.

Estas ser�o as pernas.

- Mesa do c�u? - Sim.

Eu gostaria de andar sobre as �rvores e estudar as nuvens

e a fuma�a de Wobik.

Nenhum homem na Nova Fran�a ter� uma vista dessa.

- Nunca ouvi sobre isso. - Eu que inventei.

Eu fiz um esbo�o.

O precedente original disso.

Come�arei agora mesmo.

Recebi permiss�o de ter esposa, pelo decreto do rei

e gostaria de terminar a mesa antes que estejamos casados.

E a Mari?

Mari n�o � minha esposa.

Senhor.

N�o se preocupe. S�o os Hur�es.

Bom dia!

Diga-me, Sel.

O que um homem como voc� pensa o dia todo?

Al�m da pancada do machado.

- N�o penso em nada. - Bobagem.

O p�ssaro da ideia entra em todos n�s.

Quais vapores enchem sua mente?

�s vezes, eu penso...

- em meu irm�o. - Aquele que est� morto.

- Sim. - Isso que � fam�lia.

Aqueles que veem e saem deste mundo

nos impulsionam a achar novos campos.

Isso � o medo de partir deste reino sem deixar uma marca.

Voc� deve fazer melhor do que seu irm�o morto.

Precisa tra�ar um norte para si mesmo.

Vou come�ar com isso.

E Mari n�o deve saber de nada disso.

Eu preciso poder confiar em voc�.

Voc� tem minha palavra.

�timo.

A� est� voc�.

N�o gosto delas, mas, por enquanto, v�o servir.

Sr. Goames.

Gus Lafarge est� morto.

Pelas suas m�os?

N�o. Ele me pegou de surpresa. Eu estava nas �ltimas.

A� um homem saiu da mata e enfiou uma estaca nele.

Que homem?

Estava escuro.

Ele tinha a carne podre. Foi tudo que eu vi.

Espera que eu acredite nesse conto?

� a verdade.

- Lafarge est� morto. - Os mission�rios levaram o padre.

O filho de Lafarge levou a garota.

N�o h� necessidade de resumo.

Minha cabe�a d�i com isso.

Meus homens est�o procurando-a. Ela ser� encontrada

e cuidaremos do filho de Gus.

Igual como cuidaram do que aconteceu l� no rio?

Ele fala por voc�?

Eu falo por mim.

Sr. Goames, voc� � um convidado do Rei Lu�s de Fran�a.

A Companhia Hudson Bay n�o tem poder nesse territ�rio.

Fui enviado para achar Sr. Cross e terminarei o servi�o

at� conseguir uma explica��o convincente.

- Como? - Talvez a garota

- viu algo durante o massacre. - Sim. Os malditos Iroqueses!

Os mesmos que est�o alimentando os corvos nas docas!

Eles voltar�o para recolher os mortos deles.

Agora gostaria de lembrar voc� e seu selvagem

que a penalidade de pisar fora do seu limite � a morte.

Fa�a suas perguntas, ache ou n�o o Cross

e v�o embora!

Eu...

sei pr�ticas francesas e inglesas. Sei os modos e costumes deles.

Posso ajud�-la com seu neg�cio na Nova Fran�a.

Nossa vila est� lotada. Adeus, franc�s.

N�o.

N�o!

N�o, por favor!

N�o!

Sabe como julgamos um verdadeiro guerreiro?

Se puder escapar de minha flecha, saberemos seu valor.

Corra, franc�s.

Aperte mais.

Qual o problema, crian�a?

Estou aterrorizada em escolher errado.

Eu, n�o.

Escolherei aquele que tenha mais terra.

H� mais em homens do que terra que eles t�m no nome deles.

Eles s�o devotos? S�o gentis?

Homens n�o s�o gentis. A menos que queiram alguma coisa.

Esconde-se isso e os deixa loucos.

Creio que h� bondade em todos os homens.

E a tarefa da mulher � fazer com que isso apare�a.

Estimul�-la.

O que voc� conhece de homens, Madre?

Conto-lhes que fui casada antes de fazer meus votos.

Estava apaixonada pelo filho do dono de uma loja

mas meu pai me casou com um vi�vo.

Um criador de ovelha com m�os gordas

que fedia � merda de ovelha e conhaque.

Na minha noite de n�pcias, fui dormir chorando.

Ele n�o falou nada por tr�s dias. S� apontava as m�os gordas.

"Comida, cama, conhaque".

Ent�o, certa noite, houve uma terr�vel tempestade.

Raios caindo no campo das ovelhas, claros como o dia.

Fomos levar o rebanho para o celeiro

e um raio atingiu um carvalho no centro do rebanho

onde meu marido estava.

Eu estava em piso de pedra e fui poupada.

Mas a �ltima coisa que me lembro de ver

foi ele apontando para mim na chuva.

A li��o disso � n�o se casar com um criador de ovelha?

Vistam-se.

Precisamos arrumar o sal�o para a dan�a desta noite.

Vamos come�ar o trabalho!

R�pido!

� nojento!

Poderia ser pior.

Delphine, aqueles sacos.

P�.

Com certeza, sabe o que fazer com ela.

- Nunca usei uma na vida. - N�o tente mentir para mim

sobre uma coisinha como p�. Agora, trabalhe.

Delphine, pegue algumas rosas no jardim.

Vamos retocar este lugar e deix�-lo em perfeito estado!

Eu vou ajud�-la.

Depressa, ent�o.

Em breve ficaremos livres da Madre Sabrine

e faremos nossa sorte.

N�o � por isso que voc� veio para c�?

Minha vila era pequena.

N�o havia nada l� para mim.

E n�o haver� nada aqui

a menos que voc� fa�a algo.

Sen�o, jamais devia ter feito a viagem.

Voc� n�o teme o que nos espera?

Eu n�o quero esperar por nada, Delphine.

Vi minha m�e esperar a vida toda. Ela ainda est� l�.

Na cadeira da cozinha olhando para o quintal sujo,

vendo galinhas ca�ar pulgas.

- Voc� viu a vida da Claudette. - � a vida da Claudette!

N�o ser� a minha.

Se voc� se esfor�ar, poder� se refazer aqui.

Mostre-me, claramente, aquela que voc� escolheu para mim

ou fale o nome dela, que poderei reconhec�-la � primeira vista.

Uma mulher modesta, livre de vaidade

cujo maior prazer � agradar.

Uma com quem eu possa ascender

nos raios da luz.

Muito bem.

O que far� na cidade?

Neg�cios, Mari.

Eu vou te esperar.

N�o espere. Passarei a noite na pens�o.

E, quando voltar, dormirei aqui, de agora em diante.

N�o na sua cabana.

� nossa cabana. Seu filho dorme l�.

Ent�o ela ser� melhorada para o espa�o.

Vem c�.

E um...

E um...

N�o, n�o. Esqueceu tudo que lhe ensinei?

De novo.

N�o quero dan�ar.

Mari, vamos.

Solte-me.

Mari.

O que voc� fez?

Limpe-me.

Eu...

n�o posso voltar para nossa casa.

N�o posso entrar nela...

sem pensar que voc� estar� l�

em vez de ao redor dessas �rvores.

Senhor?

Venho em respeito aos mortos e em necessidade de ajuda, senhor.

Voc� � propriedade de quem?

Sr. Trepagny comprou meu contrato e depois me libertou.

Voc� fugiu.

Diga.

- Sim, fugi. - E agora me importuna.

A cidade fica l�.

V�o te prender por deser��o ou coisa pior.

Se assim o tolo Trepagny ordenar.

S� preciso chegar nas docas para voltar para Fran�a.

Passagem para Fran�a requer moeda.

Claramente, voc� n�o tem nenhuma.

Com licen�a, senhor.

Meus p�sames. Tome isto para o t�mulo.

N�o h� um canto nessa terra esquecida por Deus

onde posso me encontrar com o sil�ncio?

Voc� ergue ervas daninhas, gagueja palavras vazias

e macula o t�mulo de minha falecida com sua estupidez.

Senhor, o que precisar, eu farei. Aprendi muito no meu tempo na mata.

Estou vendo.

Quantos voc� conhece que persuadem um �ndio com roupas?

Houve banquete em minha homenagem. Conheci os modos deles.

Diga o que quer.

Posso ser �til para voc�.

Mas como, exatamente?

Eu gostaria de conversar com voc�, Sr. Cooke.

- Claro. - Seu homem, Gus Lafarge.

Sim. O que tem ele?

Gus e o filho mataram o dono da pens�o.

O filho, Thom, levou a garota que achamos no assentamento.

O que aconteceu na pens�o foi uma trag�dia

e Capt. Bouchard resolver� bem isso.

- Tenho certeza. - O capit�o n�o passa

de um bebedor de conhaque, e n�o algu�m que resolve coisas.

Gus Lafarge est� morto.

Eu mesmo vi o fim dele.

Entre. Vamos beber ch� e conversar.

- Obrigado. - Posso?

Minha esposa fazia isso para mim toda manh�.

Ela dizia que mel � para garganta

e lavanda...

para os olhos.

Acho que voc� achar� bem tranquilizante.

- Bastante quente. - N�o minta, Sr. Goames.

- Estou vendo que te agradou. - Respostas me agradar�o mais.

Gus Lafarge est� morto. Bom resultado para voc�, suponho.

Ele deixa esposa e filho. Dif�cil eu chamar isso de bom.

- Se estiver morto mesmo, como diz. - Est�.

- Onde est� o garoto? - Como vou saber?

O ocorrido na pens�o n�o veio de mim.

Isso � sobre o massacre do rio e seu dedo nele.

Dedo dos Iroqueses. Eles foram mortos.

Os Iroqueses s�o, facilmente, levados � selvageria.

Sr. Goames...

n�o me confunda com um franc�s que esconde segredos.

Voc� veio aqui para procurar Cross.

- Sim. - E a Companhia te enviou.

- Sim. - Diga-me:

Quem foi que lhe deu essa miss�o?

O nome n�o importa.

Apesar de eu, recentemente, ter me separado da Companhia

ainda tenho muitos amigos nos altos escal�es.

O nome importa.

Onde quer chegar, Cooke?

N�o foi a Companhia que te mandou. Se fosse...

voc� saberia que o ocorrido no rio foi...

ideia do Cross.

Isso mesmo.

O massacre, o encontro e convencimento dos Iroqueses.

- N�o acredito em voc�. - Perdoe-me, senhor

mas eu que n�o acredito em voc�.

N�o foi a Companhia que te mandou. Voc� veio para outros prop�sitos.

E da�?

Cross � casado com minha irm�.

Pai do filho dela.

N�o houve mais cartas dele.

Ent�o, vim para saber onde ele est�, para minha irm�.

Essa � a verdade.

E, ainda, Cross � da Companhia.

- Inteiramente. - Como voc� � da Companhia

deveria saber que � objetivo deles...

pegar terra...

onde podem criar instabilidade

e eles se mudam para ela

e tomam vantagem dessa instabilidade.

Cross foi enviado para c� para fazer isso.

- Voc� est� mentindo. - Receio que n�o.

Ele me contatou e me pediu para ser parceiro dele nisso

e, agora, receio que terei de pagar a conta.

Ent�o, veja, Sr. Goames, somos meio que aliados.

N�o somos isso.

- Onde est� Cross? - N�o sei, mas deve estar morto.

Se estiver, voc� ser� responsabilizado.

E como, exatamente, serei responsabilizado?

Aqui � Nova Fran�a. Onde voc� acha que est�?

E o que os franceses far�o ao saberem que ingleses

planejaram isso? Ainda mais com la�os

com a Companhia.

Isso, para mim, parece um ato de guerra.

E eles sair�o pegando e enforcando

cada civil brit�nico que encontrarem.

Inclusive, voc�.

Ent�o, vamos terminar nosso ch� como bons brit�nicos

e saia pela porta dos fundos e n�o dar ao bebum Bouchard

muitas pe�as para ele juntar.

- O que est� fazendo? - Meu trabalho.

Trepagny disse que este peda�o tem de ser limpado e eu o farei.

Para qu�?

Uma mesa...

no c�u.

Pergunte a ele sobre isso.

Ele lhe disse o que foi fazer na cidade?

- N�o. - � aquela mulher.

- Ele lhe disse. Eu sei. - N�o me disse

exceto trabalhar e limpar essa �rea

- para ele construir a mesa. - E voc� faz tudo que ele diz.

� meu trabalho.

O que mais?

Nada.

Ele est� louco.

Sim.

Sim. Talvez.

Ele trar� coisas n�o naturais para ficarem aqui.

Eu vi o que ele faz com homens como voc�.

Voc� morrer� nesta floresta, Sr. Sel.

Agora, diga-me.

Dei minha palavra ao Sr. Trepagny

e cumprirei.

Honoravelmente.

E eu?

Por favor.

Mari...

deixe-me terminar meu trabalho em paz.

Sr. Cooke.

A� est� voc�, meu garoto.

Venha.

Sente-se.

Voc� est� bem?

Algu�m te viu?

N�o, senhor.

- Meu pai est� aqui? - N�o.

Ele n�o voltou.

Algum problema?

Eu machuquei a esposa do dono da pens�o.

- Eu a esfaqueei. - Onde est� aquela garotinha?

Sr. Trepagny apareceu e a garotinha fugiu.

Lamento muito, Sr. Cooke.

Acho que meu pai s� estava trabalhando para voc�.

N�o.

Voc� est� enganado.

- Entendeu? - Sim, senhor.

- �timo. - Pode me ajudar a achar meu pai?

- Ele n�o foi ao local combinado. - Claro.

Claro, Thom. Mas, primeiro, devemos te esconder.

N�o pode voltar para casa depois do que houve na pens�o.

Eu cuidarei disso. Agora, venha comigo.

Fique aqui at� eu cuidar disso.

N�o d� um pio.

Voltarei com seu pai em breve.

Sim, senhor.

Eu deveria denunciar seu paradeiro ao Capt. Bouchard.

- Mas n�o ir�. - N�o d� uma de esperto comigo.

Esperteza seria perguntar sobre o garoto no barraco.

Sou esperto o bastante para saber que isso seria uma coisa ruim.

Mas se vigiar o barraco garantisse emprego

isso provaria o valor da pessoa para voc�?

Poderia.

Ent�o, irei vigiar como um falc�o.

N�o me traia.

- Voc� esperava um pr�ncipe? - Eles s�o velhos.

Por onde uma dama come�a?

O que devemos fazer?

� nossa chance de avaliar que eles oferecem.

Aquele no fundo gostou de voc�.

Ele tem rosto agrad�vel e n�o � t�o velho, eu acho.

V� falar com ele.

Lembre-se do que perguntar:

A terra, a casa que ele tem.

O homem quem deve tomar iniciativa, n�o?

Madre Sabrine disse que � para ser nossa escolha.

V�.

Seja ousada.

Homens de Wobik.

Estou observando todos voc�s!

Ent�o, tomem cuidado! Estas mulheres s�o propriedade

do bom Rei Lu�s

e � pela gra�a dele

que elas est�o perante voc�s

prontas para matrim�nio em nome da Nova Fran�a.

Apresentem-se!

Creio que um pouco de vinho ir� ajudar.

- Ol�. - Oi.

Est� melhor.

Deseje-me sorte.

Para mim tamb�m.

Que o torneio...

do amor...

comece!

Damas...

eu sou Claude Trepagny.

Nenhum homem nesta sala possui o tanto de terra que eu

nem uma casa t�o boa.

E minha Doma � sem igual.

Em breve, ela ir� ofuscar...

Wobik.

Agora, deixe-me ver.

Sim.

- Qual seu nome? - Isabelle.

- Isabelle, encantado. - Encantada.

Voc� � muito bonita.

- E voc�? - Charlotte.

Era o nome de minha m�e.

Perfume magn�fico.

Vamos ver.

Trepagny.

D� espa�o para as damas. Elas devem ter tido o bastante

- do seu desfile. - Darei a elas mais do que ar.

Aqui est�.

Agora...

especiarias e torr�es de a��car dos �ndios o bastante...

para toda ador�vel dama apreciar.

Aqui est�. Por favor, fiquem � vontade.

Isabelle, de onde voc� �?

- Minha m�e � de Paris, senhor. - E seu pai? Quais as posses dele?

Entendo.

Charlotte, voc� veio de onde para esta nova terra?

Gascony. Meu pai tem um pomar.

S�rio? P�ssego? Pera? Ma��?

- Marmelo. - Marmelo.

Sim.

E quem � esta divina criatura?

- Ang�lique. - Ang�lique, encantado.

Encantada.

Voc� tem um cabelo t�o bonito.

- Ele brilha como o sol. - Obrigada.

- Fa�a alguma coisa. - Trepagny tem uma carta.

Est� autorizado a ser considerado pela "filha".

Falarei com ele, se voc� n�o falar.

Madre, voc� bloqueou minha maravilhosa vis�o

com seu rosto piedoso.

Voc� j� fez sua entrada rid�cula. Agora, fa�a sua sa�da.

Se me der licen�a

eu vi minha esposa.

Foram necess�rios tr�s anos

e meses para tirar os tocos.

Mas agora, em cada dire��o, eu tenho uma vista.

E, do po�o at� a porta dos fundos

s�o 17 passos.

E, na primavera...

um monte de borboletas amarelas ficam no jardim

e deixam tudo dourado.

D� para v�-las enquanto lava a roupa ou...

faz a refei��o.

Os animais da floresta s�o mansos ou bravos?

Mansos de dia e menos � noite. Mas n�o se preocupe.

Meus homens e eu somos muito vigilantes.

Seus homens?

Quantos?

Capit�o.

A dama aqui solicita reafirma��o.

Voc� que j� foi � minha Doma...

jantou em meu ch�teau.

Alguma vez houve algum tipo de problema?

� um lugar �nico. Isso � certeza.

Est� vendo? At� o bom capit�o concorda.

� como o �den, querida.

Sua casa n�o � cabana nem casa,

e sim um ch�teau de verdade?

Receio que n�o fui bem claro.

Eu n�o tenho ch�teau, pois n�o tenho esposa.

E � a mulher quem faz a casa.

Deixamos sua amiga com ci�mes. Devemos falar mais suavemente.

Como voc�, Claude Trepagny tem muitos rivais por aqui.

Alguns deles juraram...

arruin�-lo com mentiras.

Talvez por que voc� se vangloria.

Isso os provoca.

Com certeza, Delphine.

�s vezes, receio que seja meu chap�u.

Responda-me.

Voc� falou de Azazel.

O que aconteceu l�, Padre Clape?

Iroqueses.

E outros.

Eles comeram a carne dos homens?

Responda-me.

Por favor.

Quem iniciou o inc�ndio?

Quem queimou nossos mortos?

Foi voc�!

Voc� viu o dem�nio!

Senhor Trepagny...

meu nome � Melissande de Saint-Remy

filha do Conde de Saint Remy, bar�o de Fontette.

descendente da 4� senhora do �ltimo rei Valois.

Eu tamb�m tenho linhagem antiga.

Encantado.

Como v�, n�o sou das ruas de Paris nem do interior enlameado.

Sim.

Eu gostaria de mais.

Se est� acima de encher o copo de uma dama

n�o � o homem para mim, Sr. Trepagny.

N�o estou acima.

Aqui est�.

Voc�, Sr. Trepagny,

� tudo, menos comum.

Voc� deveria aproveitar algo melhor.

Um que o gosto muda, do momento que prova

at� o momento que engole.

Voc� precisa de uma boa esposa.

Uma adequada a um homem com sua vis�o.

Uma que compartilhe essa vis�o e ascenda � grandeza.

Sim.

Outras garotas t�m atributos que prendem os olhos

mas eles ir�o embora com o tempo.

Sangue...

terra.

O que fazemos e germinamos disso...

� o que restar� quando morrermos.

A reino do para�so est� logo acima das �rvores.

Eu vi p�ssaros al�ando voo e n�o voltando mais.

Abelhas sendo transformadas em bolas de luz.

Gostaria de ver um lugar assim?

Veremos.

Encha outro copo de mulher

e retorne a mim com seu relato.

Mas...

Sr. Cooke, venha...

pegar seu homem!

Abram o port�o!

Des�am-no da�!

Pegue uma escada!

Depressa!

Vamos.

Tenho outro servi�o para voc�, Sr. Duquet.

Um pelo qual lhe pagarei muito bem.

- Qual �? - Leve o garoto para a mata.

Ele n�o deve voltar.

Deix�-lo perdido?

N�o.

Voc� quer um emprego.

- Quero. - Esse...

� o emprego dispon�vel.

- Temos um acordo? - Sim.

Thom, voc� est� bem?

Voc� encontrou meu pai?

Sim, Thom. Ele est� muito bem.

Ele est� bem.

Este � meu amigo, Sr. Duquet.

Ele te levar� at� ele.

Voc� precisa ir.

Pelo port�o dos fundos. Seja r�pido.

V�.

PENS�O LE GRAND

Minha raposinha.

Voc� voltou para mim.

R�pido, garoto. Seu pai est� logo adiante.

Ele ficar� feliz ao v�-lo voltar em seguran�a.

S� um pouco mais adiante. Vamos.

- Como est� meu pai? - Ele est� bem.

Assim como voc� estar� em breve.

Por que n�o vai na frente para que seja o primeiro a v�-lo?

- Ele ficar� bravo comigo. - N�o.

J� falei com ele sobre o assunto.

- Falou? - Sim.

Tudo ficar� bem.

Agora, depressa.

Andrebavila EX�RCITO DE UM LEGENDER S�

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