All language subtitles for 2. Homens Indom_ةveis ( Silver Lode ), 1954.DVDRip.XViD - Western

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Original subtitles

HOMENS INDOMAVEIS

BEM-VINDO A SILVER LODE. FESTA DE 4 DE JULHO

FESTEJOS E DESFILE. VENHAM TODOS!

Cuidado, que vai estourar!

Estou procurando Dan Ballard.

Me perdoe, senhora. Onde poderia encontrar Dan Ballard?

- Sou um amigo dele. - Veja em casa de...

Gostaria de um copo de cerveja fresca?

Esse homem tem um olhar... que aterroriza.

- Voc� conhece Dan Ballard? - Sim, talvez. por que pergunta?

Onde est�?

Em um lugar tranq�ilo e ocupado em algo agrad�vel.

Fale claro! Onde posso encontr�-lo?

Se acalme, amigo. V� ao bar do Taggart e tome um trago.

Se quiser me encontrar� l�.

Toca "Yankee Doodle".

Estava ensaiando para o desfile.

Ei, forasteiro, Veio para a festa?

Agradecemos que celebrem conosco o 4 de julho.

- Onde posso encontrar Dan Ballard? - D�o?

- D�o est� muito ocupado agora. - Onde est�?

- Em casa do Zachary Evans. - Onde fica isso?

Vire � esquerda naquele cruzamento, n�o tem como errar,

� a maior casa que h� por aqui.

- N�o devia ter dito. - Por que n�o?

Esses tipos t�m aspecto de pistoleiros.

Disseram que eram amigos dele.

Tenho a sensa��o de que vamos estragar uma festa.

N�o deixem suspeitar de voc�s e lembrem que � r�pido como um raio.

Sejam bem-vindos, forasteiros, a Silver Lode.

- Procuro Dan Ballard. - Podem me dizer para que?

- Quem � voc�? - Wooley, o xerife deste condado.

- Porque procura por ele? - Para enforc�-lo.

J� basta, Mitch.

Dan Ballard, o conhecemos recentemente,

mas voc� tem feito credor a todo nosso afeto.

Conhe�o a Rose desde que era menina,

e poder casar voc�s hoje � a maior satisfa��o de meu minist�rio.

Se aproximem, vamos come�ar. Ocupem seus lugares, por favor!

Examine isto, xerife.

Pegue a m�o da noiva entre as suas.

Daniel Ballard, aceita como sua esposa Rose Evans,

promete amar fielmente na sa�de e na enfermidade,

at� que a morte...

Ol�, Ballard. Se lembra de mim?

- Claro que me lembro, McCarthy. - Dois anos se passaram.

Bem, xerife, acho que encontrei o homem que procurava.

Ou�a, forasteiro, se o que pretende � fazer uma brincadeira com o noivo...

N�o � uma brincadeira, Mitch.

Sinto muito, Rose. Zachary, o...

Senhor � o delegado federal McCarthy.

- Traz um mandado de pris�o contra Dan. - Vivo ou morto.

S� estou cumprindo meu dever.

A �ltima vez que ouvi falar de voc� andavam-lhe procurando por roubar gado.

Um ladr�o n�o teria chegado nunca a ser delegado federal.

E um homem inocente n�o est� acostumado a fugir.

Jurei que encontraria voc�. Mas achei que estaria armado.

- Do que me acusa? - De assassinato.

- Dan, n�o acredito nesse homem. - Se for delegado, mostre seus documentos.

Thad, confira.

Claro que sim, Dan.

Como advogado e como amigo, te aconselho

que n�o diga nada que possa ser usado contra voc�.

- Estes pap�is parecem aut�nticos. - � meu prisioneiro, Ballard.

Pode escapar, se quiser.

Assim poderei te matar como matou meu irm�o.

Pelas costas!

Est� mentindo.

D� seu castigo, McCarthy. Acabemos de uma vez.

- Matar um homem indefeso � um crime. - Avisei que sua vida n�o tem valor.

Vejo que fez aqui muitos amigos.

� prov�vel que esteja bem situado com o que roubou de meu irm�o.

Conhe�o Dan faz dois anos.

E estou orgulhoso de ser seu amigo, � um excelente homem.

Meu irm�o tamb�m era um excelente homem e tamb�m deixou uma vi�va.

Continue com seu casamento, Ballard, assim ter� quem chore por voc�.

- Ou ela mudou de id�ia? - Absolutamente n�o.

Pode prosseguir, reverendo Field.

Ser� melhor que posterguemos a cerim�nia, Rose.

N�o se preocupe com isso. Estamos contigo, Dan.

Te da conta? Nada mudou.

- At� que a morte... - Reverendo...

Ser� melhor esperar.

Este � seu casamento, Ballard. Ou melhor devo dizer seu funeral?

Daqui a Discovery � uma longa dist�ncia. Que vamos percorrer!

N�o podem levar ele assim. Voc� n�o pode impedir?

N�o tenha tanta pressa, delegado. Dan tem o direito de ser ouvido.

Falarei com o juiz Cranston e nos vamos recorrer ao habeas corpus.

- Voc� n�o se meta nisto. - N�o est� se excedendo em sua autoridade?

J� disse que n�o se meta.

Papai, voc� deve apoiar Dan.

Anda, Thad. V� falar com o juiz Cranston.

J� perdi muito tempo contigo e com seus amigos.

- Em frente! - Vamos!

Para voc� n�o significa nada a vida de um homem?

Olho por olho e dente por dente. Lembre-se da B�blia, reverendo.

Posso recordar tamb�m que se lhe bater em um lado da face lhe ofere�a a outra.

� da B�blia tamb�m.

Andando, Ballard!

N�o podem acreditar que Dan seja culpado!

Parece conhecer bem

o passado do Ballard.

- depois de tudo, s� lhe conhecemos a 2 anos.

- Estou certa que Dan poder� explicar. - E por que n�o disse nada?

J� sabe por que estou aqui. Fala ou levarei voc� para a forca.

N�o h� raz�o alguma para ter tanta pressa.

Respeito sua autoridade mas devo insistir em que espere a resposta do juiz.

Quando o juiz decidir,

envie a algu�m a nossa

procura. Estaremos caminho de Discovery.

Se n�o quer caminhar ou rastejar, pe�a a seus amigos um cavalo. Vamos.

Espere um momento.

Calma, Kirk.

Voc� vai limpar o caminho, xerife, ou terei que faz�-lo eu?

Dan, apesar do que achamos,

� justo pensar que o delegado representa � lei.

Se conseguir que esses guardi�es da paz

n�o atirem contra as pessoas, irei buscar meu cavalo.

Isso � agir com sabedoria.

- Pegue. - Guarda isso e deixa que aja com justi�a.

O que quer que fa�a, Dan? Me diga.

Quando se mata um homem, n�o � dif�cil matar o segundo.

O terceiro � bem mais f�cil.

� o casamento mais triste que j� vi.

Sim. O passado do Ballard chegou � cidade.

Voltem para suas casas!

Parem de procurar barulho, achem o que fazer!

Em nossa cidade, a gente est� acostumado a ir onde queremos.

Toca o sino e re�na as pessoas.

- Papai, levam Dan! - Tentarei impedir.

Ele � acusado de um crime.

Tendo em conta que o rapaz chegou � cidade faz 2 anos sendo um vagabundo,

sua carreira foi muito brilhante.

Comprou um rancho,

se casa com a garota mais rica da cidade...

Ha rumores que matou o irm�o do delegado pelas costas.

Acho que sua lua de mel n�o vai acontecer.

Dolly, ou � muito ciumenta ou � cruel ao extremo.

Aconte�a o que acontecer,

estamos contigo, Dan.

Conseguiremos um julgamento justo.

- Dever�amos ter casado. - � melhor assim.

Mas seria sua esposa agora.

Ou minha vi�va.

- Achei que Dan Ballard se casasse hoje. - Mais parece um enterro.

- Poderia ser de um forasteiro. - Ou de quatro.

Nem que fosse um her�i!

vamos ter mais barulho do que pens�vamos.

Pago para que cumpram ordens. Lembre-se que somos a lei. Se resistirem

atirem sem hesitar.

Talvez seja dif�cil levar o prisioneiro com vida, verdade, delegado?

Por isso formei uma escolta, para ter certeza de que n�o escape.

Estamos prontos. Iremos at� Discovery.

O que esta acontecendo aqui, Dan?

- Pegue o cavalo do Ballard. - Voc� n�o tem pernas?

Anda, Tom. Sela meu cavalo.

- Depressa! - � um dia muito quente, senhor.

Vamos, rapazes!

Daniel, as irm�s Williams e eu

vamos formar uma delega��o em sua defesa.

Se n�o se importar, iremos contigo e intercederemos junto a Justi�a.

Escutem, Dan Ballard pode ser um her�i para voc�s,

mas para mim e a justi�a n�o � mais que um assassino. Pegue seu cavalo, Ballard!

Obrigado, Tommy.

Dan, alguns parecem duvidar...

por que n�o lhes d� uma explica��o?

Seria in�til, � verdade que matei o seu irm�o.

- Mas voc� negou! - Neguei que tivesse matado pelas costas.

Tente acreditar em mim.

Claro. Tenho que tentar, Dan?

Muito comovente.

D� um beijo de despedida e nos poremos em caminho.

Quando um homem assiste um casamento deve se barbear.

Eu e os rapazes gostar�amos de fazer a vez de barbeiro, Dan. O que acha?

- N�o se pode atirar contra um delegado. - Dependendo de como.

Esse homem me acusa de assassinato.

N�o!

Agrade�o sua amizade mas n�o quero que ningu�m seja prejudicado.

Thad Taylor foi falar com o juiz para que se fa�a justi�a.

O cavalheiro ser� atendido se seus documentos s�o legais.

Dan tem raz�o. Fa�amos com que o delegado aguarde.

Xerife Wooley, este homem matou meu irm�o pelas costas,

roubou 20.000 $ dele e depois fugiu.

Por que n�o me chama de mentiroso agora?

- Diga a ele. - Estamos com voc�!

Dan depositou essa soma em meu banco o dia em que chegou � cidade.

Me pergunto se n�o ser�...

� meu prisioneiro.

Deixem o caminho livre.

Dan, quando voc� quiser, liquidamos ele.

Voc� decide, McCarthy.

Este cidad�o reclama seus direitos.

Est� bem. Nenhum delegado deve se deixar levar pelo rancor.

Se me excedi no cumprimento de meu dever, por favor me perdoem.

Xerife, onde mora o juiz? Eu gostaria de falar com ele.

No final desta rua. Eu lhe acompanharei.

Dan, estava t�o preocupada...

Eu tamb�m estava. N�o s� por Dan, temia que houvesse uma matan�a.

Ainda pode ter.

Dan, voc� n�o matou ningu�m pelas costas, n�o �?

N�o, Tommy.

Se fosse verdade n�o ia acreditar em mais ningu�m.

Sem hav�-lo desmentido, o que espera do juiz Grant?

Tempo, senhor.

Apelo a voc�, Sr. Juiz, tanto como

advogado

como amigo do acusado.

Admitamos que Dan Ballard p�de ter cometido

algum erro grave no passado.

Quem de n�s n�o tem alguma culpa sobre sua consci�ncia?

Mas o crime em quest�o foi cometido em outro Estado.

E tudo o que eu pe�o � que negue a ordem de extradi��o

para poder contatar com as autoridades de Sacramento

e verificar as acusa��es

apresentados pelo McCarthy

contra ele.

� muito esperto mesmo.

Cada vez que defende um cliente

ante meu tribunal tenho que me sentar e escutar

como voc� engana o juri com muita sens�vel eloq��ncia.

Mas eu n�o sou o Juri.

Isto tem uma linguagem ainda mais eloq�ente

do que a que voc� usa.

Temo n�o poder conceder a voc� uma ordem de habeas corpus. Entre.

Juiz Cranston, lhe apresento o delegado McCarthy, da Calif�rnia.

- Como voc� est�? - Muito bem.

Mas est� me custando bastante convencer a seus patr�cios de que

a lei prev� todos os casos exceto o linchamento.

Acho que aqui poderemos discutir meu problema com calma

e sem a interven��o de nenhum advogado.

Se importaria, Thad?

- Absolutamente. Tenho plena confian�a em voc�.

Sentem-se, senhores.

- Delegado? - N�o, obrigado.

- Xerife? - Obrigado.

Bem, delegado, qual � o problema?

Entrei nesta cidade com uma ordem de pris�o contra Dan Ballard.

- Meu problema est� em faz�-la cumprir. - Teve algum problema?

Ver� voc�, ao parecer os amigos de Dan...

est�o um pouco ressentidos com o proceder do delegado,

al�m disso sendo hoje 4 de julho e o dia do casamento de Dan...

� f�cil compreender que tenham sido um pouco desaforados.

Em ocasi�es meu trabalho � desagrad�vel,

n�o acha que eu gosto de

interromper um casamento

nem a festa de 4 de julho,

como eu n�o gostaria que fizessem comigo,

mas depois de cavalgar 200 milhas depois desse homem...

n�o vou sacrificar tudo s� porque coincide com este dia.

200 milhas a cavalo � algo in�dito.

Voc� poderia ter viajado de trem.

Minha miss�o me levou por muitas trilhas da ferrovia.

Ballard seguiu uma trilha de gado para vir de Discovery at� aqui.

Esta ordem � por um homic�dio cometido na Calif�rnia.

- E tamb�m pelo roubo de US $ 20.000. - Voc� mostra um interesse pouco comum.

Existe algum fator pessoal nisso?

- O homem assassinado era meu irm�o. - Sinto muito.

A possibilidade de ving�-lo agora esta a seu alcance.

- Como pensa levar o prisioneiro? - Igual como viemos, a cavalo.

Mas um acidente poderia frustrar a a��o da justi�a.

N�o haver� nenhum acidente no caminho. Eu irei com eles.

N�o, � assunto do tribunal.

Talvez seja melhor que recuse conceder a extradi��o.

Voc� vai fazer isso?

- N�o sei. - Tenho um mandato federal!

Uma acusa��o de assassinato cometido na Calif�rnia n�o � federal.

Mas o roubo e transporte de US $ 20.000 � sim.

Sim... isso � verdade.

A coisa ta feia, Dan, n�o pude obter do juiz o que me propunha.

Basta j�! Abrimos caminho a bala!

N�o toque nesse arma.

Guarde.

Ballard, j� conhece juiz Cranston. Tem algo para dizer a voc�.

Dan, sinto porque sempre acreditei em voc�.

Nos levou tempo para implantar a lei

e a ordem nesta cidade e ter� que respeit�-la.

A documenta��o est� em ordem.

- Deve ir com ele. - Me de duas horas.

- nos sairemos j�! - Voc� o que diz, Dan?

Dan, n�o quero ver sangue derramado em nossas ruas.

Quando uma vida est� em jogo, 2 horas � bem pouco tempo.

De nada vai lhe servir.

Juiz, apelo a voc� em nome dos vizinhos desta cidade. N�o pode orden�-lo?

N�o posso orden�-lo. Mas sim sugerir que voc� o fa�a.

Em nome da dignidade humana.

De acordo. Te dou duas horas.

Mas ao menor movimento suspeito, mato voc�.

Enquanto, estes bons cidad�os se ocupar�o de seus assuntos,

como n�s do nosso.

Xerife, se ainda acha que preciso de sua ajuda,

Informo que partiremos dentro de duas horas.

N�o tem muito tempo, aproveita o tanto como possa.

Bem, senhores, parece que a lei e a ordem tornaram a se impor.

A lei e a ordem!

- N�o penso voltar para Discovery. - Esperam como abutres famintos.

Se tentarem levar voc�, eu irei contigo.

Mitch, chame o Paul Herbert. Diga que abra seu escrit�rio.

- R�pido. - Certo.

Gostamos tanto de Dan que nos esfor�amos em esquecer que desconhecemos seu passado.

Seria mais f�cil ter

d�vidas, verdade, Prescott?

Assim n�o ter�amos que fazer nada por ele.

Cuide dos cavalos, eu cuidarei disso.

Little, voc� quer comprar meu rancho?

Mas o que est� dizendo? vai ser nosso lar.

Dan precisa do dinheiro para o advogado. US $ 10.000 $ em dinheiro.

Deixa de se aproveitar e volta para a festa.

Dan n�o vai ser processado.

Bem, Dan, no que posso te ajudar?

Tenho que enviar dois

telegramas a Discovery,

na Calif�rnia.

Um � para o xerife Tom Harper,

o segundo para o Willy King,

da Gazeta do Discovery. O mesmo texto para ambos.

me diga.

"McCarthy esta aqui em Silver Lode. Diz ser delegado federal

"e traz uma ordem para me prender...

"Telegrafe para confirmar ou desmentir o que antecede.

"Assinado: Dan Ballard. "

Telegrafe a S�o Francisco, l� est�o inscritos os delegados federais.

voc� escolheu um bom dia, feriado nacional.

Todos os escrit�rios

federais est�o fechados.

Que pena!

Envie o mesmo ao delegado de S�o Francisco.

- Eu tamb�m enviarei uma mensagem. - Quando terminar.

N�o tenho pressa.

- O que aconteceu? - N�o d� nenhum sinal.

Cortou os cabos, certo?

Calma, Dan!

Nesta cidade os cabos nunca sofreram avaria?

- Devido ao vento ou ao gado? - Sim, mas...

- Ent�o saber� consert�-lo. - S�o muitos quil�metros.

- E n�o poderei ir � festa. - N�o quer que levem Dan, certo?

Claro que n�o. irei procurar as

ferramentas.

Eles est�o esperando na escola, prometeste que iria.

Seria melhor que nos acompanhasse Rose.

Dan, algumas das m�es... isso �, tendo em conta as circunst�ncias...

- J� temos ju�zes suficientes. - Compreendo.

- Nem todos pensamos como ela. - N�o irei se n�o vir junto, Dan.

N�o tem import�ncia,

vou resolver uns assuntos.

Mas...

N�o se preocupe, Mitch estar� comigo e o xerife... e o delegado McCarthy.

Vamos, querida.

- Quer tomar uma bebida, xerife? - Jamais bebo estando de servi�o.

- O que vai tomar? - Um u�sque.

Ol�, Mitch. bom dia, Dan.

Ei! voc� parece que engoliu um espinho,

amigo?

- Chame a Dolly, por favor? - Dolly!

- N�o v�o. Contarei outra. - Bem, Dolly. At� mais tarde.

Ol�, delegado. se obrigou a vir a esta...?

O que quer?

Olha! Se n�o � o noivo em pessoa,

com seu traje de casamento muito lustroso.

N�o tem medo de ser visto comigo?

Poderiam murmurar que nossa amizade continua como antes.

Obrigado.

Preciso de sua ajuda.

Sim, isso deve ser, para que venha a mim no dia de seu casamento...

Quando se afoga se agarra a um prego ardendo.

Um prego?

Os homens que estavam com voc� fingem ser agentes federais.

fingem-se?

J� entendi. E voc� quer que eu os entretenha, certo?

Quero que me ajude a subornar um.

Escuta, amigo. J� fez sua escolha.

N�o � novidade porque vai se casar com a mais rica da cidade.

Mas � ela quem deve ajudar voc�.

Ainda assim te aviso, que dos tr�s Johnson � o ponto fraco.

E, se conhecer os homens, o qual n�o pode ficar em d�vida,

esse ia querer estar em qualquer parte menos aqui.

- leve-o para fora. - Fa�a voc� mesmo.

Lembro que antes era muito persuasivo.

Pensei que tinha terminado com ela. O que � que pretende?

Jogar a isca para ver o que pesco.

O que possa pagar McCarthy, eu pago o dobro.

Tenta subornar um delegado federal?

US $ 1.000 para o homem que falar.

- Aonde vai agora, amigo Ballard? - Ao festival.

Tamb�m irei.

Johnson, voc� tem me preocupado.

Como Williams tamb�m me preocupava.

Preciso tomar outro gole.

Vigia o Johnson.

- Que direito tem para lhe perseguir? - Tem a lei de seu lado.

Vejo que tamb�m convenceram voc�.

Ningu�m me convenceu de nada e ningu�m se atrever� a armar esc�ndalo.

TRIBUNAL

Johnson!

Joe, voltarei logo.

- Aonde vai? - Ao festival, para ouvir os discursos.

Quando no curso dos acontecimentos surge a necessidade

de uma cidade de dissolver

os partidos pol�ticos

que causaram a situa��o

e se assumem plenos poderes para separar...

- Este � sem precedentes. - Interromper o orador!

Certamente que o senhor Ballard n�o teve inten��o de nos incomodar.

Continue, Clarisse.

Quando no curso de... Quando no curso dos acontecimentos...

Quando o curso dos sucessos... Quando no curso...

Quando no curso dos acontecimentos surge a necessidade de uma cidade de...

Estou certa que a Srta. Dolly n�o teve inten��o de incomodar!

N�o se preocupe, Clarisse.

me ocorreria o mesmo se tivesse

que falar diante de uma plat�ia de assassinos,

proscritos, pistoleiros...

N�o quero que fale. Vamos para casa!

- Isto n�o � lugar para crian�as! - No que se transformou?

Meu filho tem um grande discurso e tem que pronunci�-lo.

N�o fa�amos acusa��es que n�o podemos provar.

Onde est� Ballard?

- Voc� sabe. Onde est�? - N�o me diga que perdeu seu prisioneiro?

Xerife, eu advirto que est�o auxiliando um criminoso.

Johnson!

Que diabos est� fazendo!

Baixe a arma. Tem algo a dizer?

Para enforcar o McCarthy.

- Mas vai te custar US $ 5.000. - Trato feito.

Em dinheiro. Quando? Onde?

No est�bulo, dentro de meia hora.

Chegou atrasado, McCarthy. Seu c�o j� me achou.

Quem est� chamando de c�o?

Est� bem, Ballard. Vamos sair daqui.

N�o v�o pensar mal, pessoal.

Ballard n�o tentava fugir. Como ele diz, � inocente...

S� procurava um lugar tranq�ilo para pensar,

certo?

- N�o agia como se fosse inocente. - Talvez tentava inventar uma mentira

para enganar o juiz Cranston.

Devemos deixar que Ballard tente provar sua inoc�ncia,

eu n�o gostaria que obrigasse a ningu�m a menor suspeita.

- Aonde nos vamos agora? - Vou acompanhar � senhorita a sua casa.

Voc�s continuem, amigos. Lamento a interrup��o.

Ouviu alguma vez a f�bula da gata entremetida?

Sim, e sei que odiava os ratos.

Quanto foi que te ofereceu? N�o tem valor nem para...

Rapazes, temos um her�i entre n�s.

Ballard tentou escapar e Johnson o impediu sem nenhuma ajuda.

Quem me dera!

Wicker, leve o ao bar e lhe pague uma bebida.

Essas proezas deixam um homem sedento.

E nervoso. Igual como

aconteceu com Williams,

lembra?

Kirk, venha comigo. A casa do Evans tem duas

portas e ter� que guardar.

Eu gostaria de saber o que h� entre Dan e essa mulher.

Atreve se a se apresentar aqui ante as pessoas respeit�veis!

- Voc� � respeit�vel? - Ningu�m pode duvidar.

Quanto me alegro ent�o de n�o ser!

- Sr. Ellwood, um pouco de piedade seria... - � piedade ou � estupidez, reverendo?

Esquecer que Dan envolveu toda gente desta cidade?

Se fosse inocente ele teria partido voluntariamente

no lugar de promover esta situa��o embara�osa.

Reverendo, acho que deve desinfetar estas "ovelhas".

N�o vou permitir que meu filho se exponha nem que sofra dano algum.

se comporta como uma crian�a.

Se Dan sai para Discovery, eu lhe acompanharei.

Ocuparei o posto do Mitch.

Nos anos que tenho de profiss�o, jamais ouvi dizer

que um delegado fosse escoltado por amigos do prisioneiro.

E em todos os que estou aqui, jamais conheci um

delegado como McCarthy.

� um perturbado, um assassino obcecado por uma id�ia, assassinar Dan.

O �nico obcecado � voc�.

Sua determina��o de separar o Mitch e a Rose da realidade...

Papai!

- N�o precisar� dessa arma, nem voc� nem ningu�m. - N�o ter� que abandonar a cidade.

- pode se saber o que tramam agora? - Diga-lhe Dan.

Falei com o Johnson, um dos ajudantes do delegado.

- Pelo visto existem raz�es para lhe enforcar.

J� haviam dito isso.

- Custar� muito dinheiro para fazer ele falar.

N�o importa. Quanto precisa?

- Pediu US $ 5.000. - Vale a pena se essa prova te inocenta.

Ser� melhor que me solte o bra�o se quer que Dan receba esse dinheiro.

Se o que for tentar agora n�o surtir efeito, ter-te enforcado a ti mesmo.

Surtir� efeito. McCarthy me p�s a corda no pesco�o.

- Ou digamos do meu. - por que do seu?

Por obstruir o trabalho de um delegado federal.

- N�o � um delegado! - Mas seus documentos o creditam.

Abandona esse plano ou terei que te

prender.

Meia hora atr�s poderia ter causado um alvoro�o

e alguns tinham morrido.

Wooley, me deve alguns favores.

Quero que Dan leve em frente seu plano. Entendido?

Mas se algo n�o sair bem, eu serei o respons�vel.

Se Johnson n�o falar...

- Falar�, se conseguir separar ele dos outros.

Entretenha o McCarthy.

Nos reuniremos com o juiz Cranston assim que tenha a prova.

Vamos, Mitch.

Espera.

N�o pode sair ele estando ai. irei distra�-lo.

Pegue meu rev�lver.

N�o. guarde isso Quando eu fizer um sinal, abre a porta depressa.

Vamos!

A� vem McCarthy.

- Onde est� meu prisioneiro? - Est� com meu irm�o.

Quero dizer...

N�o o encontraram?

Imbecil! O que aconteceu?

Ballard pulou em cima de mim!

Pensavam que faziam um favor a seu amigo?

Agora, ao escapar, poderei mat�-lo onde o encontrar.

A menos que ele atire primeiro. Tem meu rev�lver e j� sabe como ele atira.

Johnson...

O que sabem voc�s do Ballard? Quem sabe alguma coisa dele nesta cidade?

S� que chegou aqui faz dois anos. Mas o que era antes de chegar?

Defendem tanto ele como queiram. J� sei que n�o usou um rev�lver desde que chegou.

- Mas como saber o que fazia antes? - Perguntou-lhe se foi um pistoleiro?

- Claro que n�o. N�o quero que me mate. - Pois fecha o bico.

Beba, Johnson. � 4 de julho. Uma raz�o poderosa.

- Irei ver os cavalos. - Os cavalos est�o bem. Sente-se.

O meu tem uma ferradura frouxa e devo arrum�-la.

Em pouco tempo nos partiremos daqui.

Est� bem, irei com voc�.

- Poderia me fazer um favor? - Pois claro, querida.

Este dem�nio de homem nos tem

colocado muitas duvidas a respeito do Ballard.

Poderia nos tirar as d�vidas?

Hein, amigos, o delegado vai nos contar toda

a verdade a respeito do Ballard.

Ouvi que discutiam sobre se Ballard era ou n�o um pistoleiro.

Pois bem, se n�o fosse perigoso n�o estar�amos aqui quatro para prend�-lo.

- O que ele fez? - Matou um homem em um jogo de p�quer.

- Talvez lhe fizeram uma armadilha. - O inverso. Ballard fez a armadilha.

Continue, bonit�o, est� fazendo muito bem.

Havia 5 jogadores na partida e a aposta era de US $ 20.000.

Ballard ganhou a partida. O outro disse que ele estava roubando.

E se virou para chamar o xerife.

Mas Dan lhe furou as costas.

Os 5.000?

Conta.

- Fale o que sabe! - McCarthy n�o � um delegado.

Precisarei de provas.

- Te indicarei onde cortamos a linha. - Continue.

O xerife e Ballard eram amigos,

alegou que tinha sido em defesa pr�pria e ficou em liberdade.

- Como se tornou delegado? - Delegado? Ah, sim.

Pois foi em Discovery, na Calif�rnia.

McCarthy soube do incidente. J� sabem que a v�tima era seu irm�o.

Se tornou delegado do governo e se dedicou � busca por Ballard.

Mas o dinheiro tinha desaparecido como que por magia.

McCarthy precisou dois anos para localizar o Ballard.

Mas em todo esse tempo localizou as provas, testemunhas, uma ordem de pris�o,

- ... � tudo o que eu sei, e aqui estamos. - � o discurso de 4 de julho, Wicker?

- N�o... - Viram o Ballard?

N�o me diga que voc� tornou a perd�-lo?

- Onde est� Johnson? - Estava ali...

Talvez foi ao est�bulo, tinha que ferrar seu cavalo.

Um homem chamado Williams jaz em uma sarjeta na Calif�rnia.

- Sim. - McCarthy lhe assassinou.

Williams foi quem falsificou a ordem e os documentos.

McCarthy j� n�o precisava dele. Eu serei o pr�ximo, eu sei!

Tem que me proteger. Tenho mulher e dois filhos

e quero voltar a v�-los.

Se esconda.

Ballard! Abre ou farei voc� sair a tiros!

Se abrir essa porta...

- O xerife est� ai? - Estou aqui, Dan. E vim para te prender.

Xerife, deixe que o delegado cuide disso.

Acho que � uma boa id�ia.

Tragam para aqui o juiz Cranston. Johnson falou.

Irei busc�-lo.

Temos 5 minutos, ser� suficiente.

Wicker, vigia a porta de atr�s. Se tenta sair, atire.

Isto � assunto meu, xerife.

Sei que est� armado, Ballard. Largue o rev�lver e se renda.

Resistiu a pris�o!

Ballard matou o Johnson.

Vou entrar e pega-lo.

Veio aqui para falar, Ballard. Pronuncia seu discurso.

Seu pre�o ser� US $ 20.000.

Vamos, fala.

- J� sabe que essa soma ganhei de seu irm�o - Sim.

- E que ele sacou primeiro o rev�lver. - Sim.

Mas n�o est� falando com um juiz agora.

- � um assassino, dever�amos linch�-lo! - Cale a boca!

Esta � minha cidade.

Seja delegado ou n�o, tomarei medidas no assunto.

Vim para chegar a um acordo ou matar voc�.

- Ou ambas as coisas? - N�o confia em mim?

- Qual � o acordo? - N�o se fa�a de bobo.

Quero o dinheiro!

N�o pode colocar 5.000 cabe�as de gado no bolso.

Voc� tem toda raz�o.

Troco sua liberdade por sua posi��o.

Eu gosto da vida que leva e tamb�m

gostaria de me casar com uma mulher bonita...

talvez com sua noiva.

N�o cometa nenhuma loucura, Dan. Deixa o por minha conta.

N�o se mova, McCarthy. Acho que j� ouvi o suficiente.

Saia da� ou darei a Ballard o castigo que merece.

Esperem! Dan, abre a porta!

O juiz Cranston est� aqui.

Largue a arma, Ballard!

Alto, forasteiro! Baixe a sua.

Chame o m�dico.

Voc�... Dan Ballard... matou meu marido!

Precisava de duas horas para fazer isto?

N�o, juiz... n�o s�o minhas armas.

Esta � do Johnson e esta � do McCarthy!

Est� mentindo. Matou o xerife e me feriu.

- Pergunte ao Johnson. - morreu.

Eu ia matar meu subordinado?

por que eu ia matar o xerife? Era meu amigo.

Me escutem, convivi com voc�s. Eu me comportei bem com todos.

- Tudo isso n�o vale nada? - Aqui h� dois corpos, Dan.

- A gente s� pode acreditar no que v�. - ouvimos os tiros.

O que tem a dizer em seu favor?

- Vamos, fale! - por que matou o xerife?

Se for culpado ser� melhor para todos que se entregue.

S�o uma bando de covardes hip�critas, Dan jamais fez mal a nenhum de voc�s!

E alguns inclusive lhe devem gratid�o.

Preferem acreditar no McCarthy?

Sentimos por voc�, Rose, mas devemos encarar os fatos.

Acho que j� rondamos o bastante por aqui. Verdade, juiz?

Agora nos levaremos o Ballard antes que mais algu�m sofra dano.

Se renda de uma vez, Ballard. Estes senhores come�am a se cansar de voc�.

Um homem que mata seu amigo n�o merece ser julgado.

- Ajude Dan! - chega, Rose.

N�o pode lhe fazer nenhum bem e sim muito dano a si mesmo.

Tentei te ajudar.

Por seu bem e pelo da Rose, n�o cause mais problemas.

Se entregue, amigo. Ainda tem tempo de faz�-lo.

N�o se mova, McCarthy!

Levantem as m�os.

vou sair.

Para traz!

Fora!

- Matarei pelo que fez contigo. - O que me d�i � o que fez com ele!

Ser� melhor que o m�dico veja esse ferimento na cabe�a.

- Eu cuidarei disto. - Obrigado, juiz.

Tragam com vida se for poss�vel, mas prendam.

- Arrumou esses cabos? - O que aconteceu?

- Claro, est�o arrumados. - Enviou os telegramas?

- Mas eu acabei de chegar! - Envia-os!

Vou procurar uma arma!

Dan escapou e est� matando a quem encontrar

no seu caminho. matou o Mitch e aos agentes.

- Quem te convidou para entrar? - Cale a boca.

- � incorrig�vel. Quer que me matem? - N�o, quem procuram � por mim.

Ent�o � um pistoleiro!

Toda a cidade est� contra voc�. Inclusive seus amigos.

- � um homem importante. - Sim, com grandes amigos.

Como Mitch Evans?

Acho que suas rela��es com a Rose est�o em perigo.

Eu sou diferente.

N�o me importaria que tivesse roubado ou matado.

De que adianta me preocupar!

Fica comigo at� que anoite�a.

Eu cuidarei de voc�, querido. N�o tenha medo.

Dolly? Abra a porta!

Ballard est� escondido por aqui?

Pode procur�-lo. Estou ocupada.

- Estou procurando o Ballard. - Fora daqui, idiota!

- Quem est� contigo? - Ningu�m j�, acaba de sair.

- Quem era? - N�o me pergunte o nome, mas n�o era Dan.

Est� escondido por ai?

Diremos a McCarthy o que aconteceu. Vamos!

Oh, Dan, me deixe que te ajude neste apuro.

- E como? - Esta noite conseguirei cavalos.

Trarei alguns mantimentos e deixaremos esta odiosa

cidade para sempre.

Os dois? N�o, eu n�o vou a nenhuma parte.

Se n�o o fizer, acabar�o sem d�vida contigo.

Escuta, querido. N�o compreende que

nesta cidade lhe procuram para te ver enforcado!

Inclusive Rose desde que matou seu irm�o.

� poss�vel, Dolly. Lamento que tenha acontecido assim.

Quanto tempo acha que duraria na rua?

Nem sequer o suficiente para rezar uma prece.

- E para que? - � uma mulher. Deveria saber.

Pela Rose?

Uma garota com seu orgulho n�o � aconselh�vel

para um pistoleiro.

As mulheres de sua classe t�m em mente outras coisas antes que um homem.

Sinto muito, Dolly.

Est� certo, cabe�udo. Se tiver que partir, n�o o impedirei.

- Abra! - Quem �?

O delegado McCarthy.

V� embora, estou ocupada.

Abra a porta ou entrarei a for�a!

Espere um momento vou me vestir.

N�o posso esperar tanto!

Como se estivesse em sua casa!

� muito impaciente. Para empunhar um rev�lver

tem muita pressa.

- Onde est�? - Quem?

Ballard.

Olhe debaixo do tapete, talvez eu coloquei ali.

Pregamos para que n�o entrassem os ratos.

Mas vejo que foi in�til.

O que voc� esta representado? Um vaudeville?

Se n�o est� aqui, voc� sabe onde est�.

Me diga.

Voc� � muito valente. Vamos, bata outra vez!

Embora soubesse algo n�o o diria. portanto, me deixe em paz seu rato.

Tem car�ter, hein? Eu adoro as garotas como voc�.

Se tivesse mais tempo, talvez...

J� se foi!

Est�o todos a� fora se embebedando,

por isso a parte de baixo deve estar deserta.

- McCarthy n�o se foi. - Irei na frente e darei uma olhada.

Vou procurar meu rev�lver, n�o uso faz anos.

Em certa ocasi�o presenciei um enforcamento,

o ladr�o dan�ava como um boneco.

Viu os buracos das balas nos dois

agentes? Precisamente entre as sobrancelhas.

A isso eu chamo de atirar!

- Mitch deve ter se abaixado, o tiro s� pegou em uma m�o.

N�o h� castigo bastante para o homem que mata seu melhor amigo...

Vamos precisar de mais copos. Vamos, Paul, me ajude.

- N�o vai se unir � festa, Dolly? - Sim, mas o que comemoram agora?

A coisa come�ou pelo casamento do Ballard e agora seu funeral.

- N�o me digam que morreu? - Ainda n�o, mas tudo indica que logo.

Quem gosta muito dele poder� acrescentar a seu rev�lver

as vit�rias de Dan. Certamente, � um malvado.

E eu que assei meu c�rebro sob o sol arrumando um cabo por esse louco criminoso!

Seu c�rebro j� estava assado antes.

- Sabe o que penso? - O que pensa?

Que quem cortou aqueles cabos foi o mesmo Ballard.

Porque estavam cortados, sim senhora, vi quando os arrumava.

- Embora, eu disse, que n�o os enviei. - Enviou o que?

- Os telegramas a Discovery. - Envia-os e prova sua culpabilidade.

N�o h� necessidade, sei muito bem quando algu�m me engana.

- Serio? - Paul, me ajude a tirar os copos.

A sua companhia n�o agradar� saber que se negou a envi�-los.

N�o tenho obriga��o em dias de festa. S� em casos de urg�ncia.

Mas por que ri?

Queria ver a cara que faria sua mulher

se soubesse que estava aqui a s�s comigo.

Eu s� entrei para tomar um gole.

Obrigado, Dolly.

Adeus, idiota.

- Kirk e Wicker morreram. - J� sei.

Me escutem, amigos!

Ballard n�o pode escapar. As estradas est�o vigiadas...

Eu confiro autoridade a todos os homens desta cidade, peguem suas armas!

Delegado, cidad�os! Ou�am todos!

A viol�ncia � a morte de qualquer cidade. Deixem que Ballard se renda!

N�o!

J� viram o que Ballard fez.

S� h� um meio de lutar contra ele e quanto antes melhor!

Revistaremos casa por casa.

Que as mulheres e as crian�as se escondam e n�o bebam mais que o habitual.

Ca�ar um homem como Ballard � sempre arriscado.

E agora, em marcha!

� s� superficial. N�o se mova nem saia. Amanh� voltarei de novo.

Vamos, n�o deve estar longe!

Revistaremos o celeiro.

- Matarei ele por isso. - chega, Mitch, a culpa foi sua.

Rose...

- Como est� Mitch? - Est� bem.

O ferimento � s� superficial.

- Vim te dizer o quanto sinto. - Imagino que poderia lhe matar.

Deveria estar agradecida.

por que n�o se entrega de uma vez? Atirar e causar v�timas foi in�til.

- E n�o deu uma explica��o. - Como vou me entregar!

Que oportunidade me deram? E quem acreditaria em mim agora?

J� ouviu o que disse o juiz. Que seus documentos estavam em ordem.

- Inclusive voc� duvidou... - Tentei acreditar em voc�.

Rose, tenta confiar em mim.

N�o devo sair daqui at� que possa me justificar.

irei procurar o Paul Herbert para que envie esses telegramas.

E n�o sairei de la ate que tenha as

respostas.

Sou inocente, eu juro,

mas n�o esque�o que tenho que provar.

Estou convencida, querido. Por favor, tome cuidado.

Eu imaginava.

� que ainda n�o tem feito dano suficiente?

Fiz o que tive que fazer.

enganou a minha filha,

tentou matar meu filho e alterou a paz desta cidade.

Agora, te entregarei � justi�a.

Estou saindo.

Se abrir essa porta, mato voc�.

Papai!

N�o mova seu rev�lver, senhor Evans, ou lhe custar� a vida.

Vire-se.

Passe para o quarto. Se ver o McCarthy diga que n�o estou aqui.

Entretenha-o at� que eu v�.

O que foi esse tiro?

Limpava meu rev�lver e disparou.

Ballard est� aqui, certo?

E ele est� lhe obrigando a mentir.

Se esconda no celeiro, te enviarei o m�dico.

Tenho que ir ao escrit�rio de tel�grafos. Minha vida depende desses cabos.

Parece cansada, Rose. V� se deitar um pouco.

Est� bem, agora eu vou, enquanto matam

o Dan.

Talvez dormirei quando lhe matarem,

ou enquanto ele mate o Mitch ou meu pai.

Voc�s n�o t�m sentimentos?

Paul! Abre!

Eles tem a inten��o de te matar, Dan. Ser� melhor que se entregue a mim.

Cessar fogo.

Te quero com vida, Ballard! Mas voc� tem que escolher!

Fique a�!

Daremos um passeio, juiz. Vamos.

Reverendo, vou entrar em sua igreja.

- Para cometer um crime? - Isso Ballard decidira.

- Est� desarmado. - Ent�o, lhe diga que se renda.

- Eu n�o devo julg�-lo. - Disso eu cuidarei.

Tenho f� que esse homem s� quer justi�a.

N�o entre a�, Mitch.

H� quatro horas o xerife estava com vida.

E tamb�m os agentes Wicker, Kirk e Johnson.

Quatro homens bons, pais de fam�lia.

Agora, est�o mortos.

Mas o causador de vi�vas e �rf�os continua com vida e a salvo,

est� a� dentro.

Onde est� Paul Herbert?

Va para casa, Rose. Aqui n�o � lugar para uma mulher.

Nem acredito que para um homem seja.

- Saia da frente, reverendo. - Dan Ballard procurou amparo nesta igreja.

Que tipo de amparo houve para os que Ballard assassinou?

Vamos! nos deixe passar!

Por favor, mantenham a ordem!

- Em seus rostos s� h� desejo de vingan�a.

- N�o queremos discursos, a n�o ser o Ballard!

Olhem ali.

N�s ficamos aqui de guarda assim, se tentar escapar, poderemos agarr�-lo.

- Paul, enviou os telegramas? - Nem sonhe, n�o ajudarei um assassino.

- N�o � um assassino. - Fa�a o que te diz, Paul.

Como se atreve a me falar assim?

O que quer dizer? Falarei contigo quando eu quiser.

Envia-os agora mesmo ou sua mulher vai

descobrir muito mais do que realmente aconteceu.

- Isso � tudo mentira! - Mas quem ia acreditar em voc�?

- Quem acreditou no Ballard? Vamos! - Depressa!

- N�o est� ali. - E a porta de atr�s?

- Fechada por dentro. - Delegado!

H� um rastro de sangue na escada.

- Eu irei busc�-lo. - N�o, n�o eu vou.

Esperei dois anos para isto.

Voc� lembra o mandamento: "N�o matar�. "

- � in�til, n�o conseguiremos nada. - Insiste outra vez, Paul! Vamos!

Por favor, depressa.

Ali est�, olhem!

Diga que parem de atirar!

Depressa paul!

N�o posso faz�-lo, n�o � legal.

- Escreve ou se arrependera... - Continua.

Espera! S� um momento...

Seus amigos est�o determinados em te matar.

Se quer viver,

ainda podemos chegar a um acordo. Ainda posso tirar voc� disto.

Est� bem.

- O que pretende? - Tudo o que tem. Suas terras, seu gado

- e seu dinheiro. - Tudo isso.

Como me far� passar entre essa gente?

Terei que fazer a transfer�ncia em um

cart�rio.

Conseguirei que passemos. Ainda sou delegado federal.

Deixa por minha conta e se aproxime.

Juiz Cranston!

isto leia.

"McCarthy n�o � o suposto delegado federal.

"Condenado por assassinato e roubo.

"Dan Ballard � inocente. "

Um novo truque, hein? Mas n�o vai te servir de nada.

- McCarthy mentiu desde o come�o! - Subimos para lhe buscar!

Que ningu�m se mova, fiquem a� embaixo!

� in�til que te exp�e!

Parem de atirar! Tem que descer por aqui.

Parece que agora querem matar voc�, McCarthy.

Aconte�a o que acontecer, primeiro acabarei contigo.

N�o poder� acabar com outros! Quantas balas restam? Duas? Tr�s?

McCarthy morreu!

Tem uma bala no cora��o.

Ballard n�o tinha arma.

Sua bala ricocheteou no sino...

e o matou.

Justi�a divina!

Dan, queria te dizer muitas coisas, mas s� direi algo em nome de todos.

- Lamentamos. - lamentam?

Ha um minuto atr�s queriam acabar comigo.

Me fizeram matar,

para me defender, para salvar minha vida.

N�o queriam acreditar no que eu dizia.

A vida de um homem pode depender de um fio,

de um peda�o de papel.

Lamentam?

E como saber que o telegrama � aut�ntico?

Nos colocar�o a todos na pris�o por isso.

N�o se pode brincar com os assuntos oficiais.

Se acalme, Paul. A menos que queira que sua esposa saiba o safado que �.

Sim, at� � prov�vel que ela acredite em voc�.

Oh, como se pode chegar a comprometer �s pessoas?

Com div�rcio ou sem ele, irei contar lhe toda a verdade.

Que aqueles telegramas eram falsos e que voc� me obrigou a escrev�-los!

� uma mensagem para Dan.

"Do... xerife... Harper...

"de... Discovery. "

O que diz?

"McCarthy...

"Condenado...

"por assassinato... e roubo de gado.

"Delegado federal...

"Ha caminho para... Silver Lode"!

Aleluia!

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