Afrikaans
Akan
Albanian
Amharic
Arabic
Armenian
Azerbaijani
Basque
Belarusian
Bemba
Bengali
Bihari
Bosnian
Breton
Bulgarian
Cambodian
Catalan
Cebuano
Cherokee
Chichewa
Chinese (Simplified)
Chinese (Traditional)
Corsican
Croatian
Czech
Danish
Esperanto
Estonian
Ewe
Faroese
Filipino
Finnish
Frisian
Ga
Galician
Georgian
German
Greek
Guarani
Gujarati
Haitian Creole
Hausa
Hawaiian
Hebrew
Hindi
Hmong
Hungarian
Icelandic
Igbo
Indonesian
Interlingua
Irish
Italian
Japanese
Javanese
Kannada
Kazakh
Kinyarwanda
Kirundi
Kongo
Korean
Krio (Sierra Leone)
Kurdish
Kurdish (Soranî)
Kyrgyz
Laothian
Latin
Latvian
Lingala
Lithuanian
Lozi
Luganda
Luo
Luxembourgish
Macedonian
Malagasy
Malay
Malayalam
Maltese
Maori
Marathi
Mauritian Creole
Moldavian
Mongolian
Myanmar (Burmese)
Montenegrin
Nepali
Nigerian Pidgin
Northern Sotho
Norwegian
Norwegian (Nynorsk)
Occitan
Oriya
Oromo
Pashto
Persian
Polish
Portuguese (Brazil)
Portuguese (Portugal)
Punjabi
Quechua
Romansh
Runyakitara
Russian
Samoan
Scots Gaelic
Serbian
Serbo-Croatian
Sesotho
Setswana
Seychellois Creole
Shona
Sindhi
Sinhalese
Slovak
Slovenian
Somali
Spanish (Latin American)
Sundanese
Swahili
Swedish
Tajik
Tamil
Tatar
Telugu
Thai
Tigrinya
Tonga
Tshiluba
Tumbuka
Turkish
Turkmen
Twi
Uighur
Ukrainian
Urdu
Uzbek
Vietnamese
Welsh
Wolof
Xhosa
Yiddish
Yoruba
Zulu
N�o fa�as isso.
- Tem calma. - Vai-te lixar.
Tem calma.
Vai-te lixar.
Parece que o p�ra-quedas dele n�o abriu.
� s� um atirador.
Como � que sabes?
P�ra com isso.
Est�s a disparar contra as pessoas erradas.
Como posso ter a certeza?
Se n�o fosse assim, n�o estar�amos a ter esta conversa.
Est� bem.
Queres mostrar-me as pessoas certas?
Nikolai.
Quer dizer, chamo-me Nikolai.
Qual � a �ltima coisa de que te lembras, Nikolai?
Da guerra.
Estava com o ex�rcito checheno.
Depois vi uma luz.
E depois eu... Depois acordei e estava...
Em queda livre.
Pois, aconteceu-me o mesmo. Eu estava em Baja.
Depois vi uma luz.
E depois chingao.
Onde estamos?
Talvez ela saiba.
Merda.
Importas-te de baixar a arma?
N�o conhe�o esta selva.
E conhe�o a maioria delas.
Achas que estamos na �sia?
Talvez �frica?
Quente demais para esta altura do ano.
E a topografia � diferente.
Talvez seja a Amaz�nia.
Vi mais p�ra-quedas.
Aonde?
Porqu�?
Para tentar perceber quem me atirou de um avi�o.
Porra. Aonde � que ele vai?
Vamos continuar a andar.
Porra.
Lembras-te de um avi�o?
Acordei em queda livre.
Tu?
A mesma coisa.
�s FDI?
Sim.
Est�s no ex�rcito?
N�o exactamente.
Cabr�o.
V�, cabr�o.
Est�s com ele?
N�o.
Ent�o, porque n�o te metes na tua vida?
Temos problemas mais graves neste momento.
Est� bem, chefe. Como queiras.
Vou acabar o que come�aste.
Unidos venceremos, � isso?
Algo parecido.
Sim?
Talvez dev�ssemos tirar aquele tipo da �rvore?
Socorro!
Porra!
Socorro! Algu�m me ajude!
Porra. Socorro!
Est� a� algu�m?
Estou preso num p�ra-quedas numa �rvore.
Porque n�o te calas?
Gra�as a Deus.
Acho que consigo...
Fica quieto. Vais partir o ramo.
Tens alguma coisa para cortar as cordas?
Porque teria... N�o, n�o tenho.
Se tirarmos cordas de um dos p�ra-quedas...
Fa�am qualquer coisa.
- Socorro! - Estava a demorar muito.
Socorro!
Quem �s tu?
Sou m�dico.
Ia a caminho do trabalho.
Algu�m me pode dizer
que raio se passa aqui?
Tens um traseiro fant�stico.
Vejam.
Raios. Quem � este tipo?
Que raio � aquilo?
Quem faria algo assim?
Quem quer que seja, est�o a recolher trof�us.
Na minha cultura,
o guerreiro com mais trof�us � o mais respeitado.
Como queiras.
� um teste.
Para ver como reagimos sob press�o.
Se isto fosse um teste, voc�s seriam todos militares.
Somos todos desconhecidos.
As muni��es s�o verdadeiras.
Isto � algo diferente.
Talvez queiram um regaste.
Em Tijuana, raptamos uma pessoa
e metemo-la num barril de petr�leo.
Se o resgate n�o for pago,
incendiamos o barril.
Ouvi falar de experi�ncias que fazem com prisioneiros.
Metem drogas na comida e ficam � espera de ver o que acontece.
N�o s�o drogas.
Se fossem subst�ncias psicotr�picas,
sentir�amos os efeitos residuais.
Perda de fun��es motoras, vis�o turva.
Se fosse uma experi�ncia comportamental... Teria...
Teria um objectivo.
E se estivermos mortos?
Eu ia ser executado daqui a dois dias.
Eu estava em combate.
Eu tamb�m.
Isto � o inferno.
Acho que n�o precisar�amos de p�ra-quedas para chegar l�.
N�o importa o que aconteceu ou porqu�.
Estamos aqui.
A �nica d�vida �, como sa�mos daqui?
Aonde vais?
Para terreno mais elevado.
Temos de ficar juntos.
Ent�o, � melhor seguirem-me.
Eu n�o faria isso.
Pois �.
Archaefructus liaoningensis.
� muito venenosa.
Bastava apenas um arranh�o para causar paralisia total.
Obrigado. Vou proteger-te aqui.
Fizeste um amigo.
Ouve.
Temos de descansar.
Ent�o, descansem.
Tens ar de quem tamb�m precisa.
Tens nome?
Ouve.
Desculpa. Se quiseres ser l�der de patrulha, �ptimo.
Se me quiseres seguir, por mim tudo bem.
Mas eu n�o vou entrar nisto.
Fico melhor sozinho.
Queres ver algo marado?
Entre isto e o sol,
eu diria que temos um grande problema.
O que tem o sol?
N�o se mexeu desde que aqui cheg�mos.
O que achas mesmo que est� a acontecer?
O que acho?
A Spetsnaz.
Grupo Alfa.
Los Zetas, capanga de um cartel.
FUR.
� um esquadr�o da morte da Serra Leoa.
Yakuza, Inagawa-kai.
O mais procurado pelo FBI.
E ele.
� tudo pessoal da pesada. Ele n�o encaixa.
Encaixa no qu�?
Eu diria que fomos escolhidos.
E tu?
Eu o qu�?
Conheces a selva. Conheces as pessoas.
Deves ser ex-militar. For�as Especiais.
Provavelmente um mercen�rio.
Tens algum problema com isso?
Por agora n�o.
�ptimo.
Largaram aqui qualquer coisa.
Da mesma forma que n�s.
Mas n�o igual a n�s.
Disseste que fomos escolhidos.
Escolhidos para qu�?
Merda.
Belo servi�o, chefe.
- Cuidado! - Baixem-se!
Merda!
Socorro!
Merda.
Raios.
�s 12:00 horas. A 110 metros.
Abate-o.
N�o preciso de o fazer.
N�o preciso.
Activ�mos a armadilha de um homem morto.
Tem duas semanas, a ver pelo ritmo de decomposi��o.
Ele posicionou-se aqui.
Disparou para todo o lado.
Esta foi a �ltima posi��o dele.
For�as Especiais dos Estados Unidos.
Que estranho.
Ele devia ter sido colocado no Afeganist�o.
Porque est� aqui a p�r armadilhas para n�s?
N�o eram para n�s.
Ele queria ca�ar outra coisa.
Algo maior.
Maior?
O tronco servia para matar.
O princ�pio b�sico de algo assim
� que o peso tem de ser cinco vezes superior ao peso do alvo.
O que quer que fosse conseguiu evitar a armadilha.
E fez isto.
Vamos continuar a andar.
O que foi?
Nada.
O que foi? Nada.
Nada.
Vamos precisar de uma nova estrat�gia.
Aonde vamos?
Algu�m nos largou neste planeta.
Tem de haver uma forma de sair daqui.
Que raio?
Sabem que mais? Que se lixe isto.
Isto � uma treta.
Quero uma arma.
Tu tens duas armas.
Algu�m me d� uma arma.
V� l�, Russo. Tens uma arma enorme.
V� l�.
D�-me uma arma.
D�-me a tua arma. J�.
D�-me a tua arma.
Estou preparado para morrer.
Tu tamb�m est�s?
Socorro!
Merda!
Merda! Porra!
Socorro!
Vai-te lixar!
Belo servi�o, chefe.
Corre!
Vamos.
Merda!
V� l�!
N�o!
Por muito mau que sejas,
aquelas coisas s�o piores.
Ent�o, eles... Eles foram-se embora?
N�o.
O apito.
Algu�m os chamou.
Certo, ou�am.
Contem as vossas muni��es.
Temos de poup�-las.
Recarreguem. Fa�am-no agora.
Desculpa. O que se passa aqui?
Estamos a ser ca�ados.
As jaulas. O soldado. Todos n�s.
Fomos todos trazidos para c� pelo mesmo motivo.
Este planeta � uma reserva de ca�a.
E n�s somos as presas.
Caso n�o tenhas reparado,
acab�mos de ser tirados da toca.
Eles enviam c�es,
como se faz quando ca�amos porcos selvagens ou codornizes.
Separaram-nos e ficaram a observar. A testar-nos.
Como sabes isso?
Porque
era o que eu faria.
Fant�stico.
Espera.
S� aqui estamos sete.
Ajudem-me!
Socorro!
Socorro.
- Espera. - O que foi?
� uma armadilha.
Ajudem-me.
Grande porra.
Socorro.
Ferem um homem.
Fazem-no sofrer.
Fazem-no sangrar.
Fazem-no pedir ajuda,
preparam uma armadilha e matam quem o vem ajudar.
Eu sei porque j� o fiz.
Ent�o, vamos deix�-lo aqui, certo?
V� l�, olhem para ele. Est� perdido.
N�o podemos fazer mais nada, certo?
Certo?
Deixamo-lo aqui.
N�o posso fazer isso.
Ent�o, a responsabilidade � tua.
Ajudem-me.
� uma armadilha.
O que vamos fazer?
Dev�amos ir para terreno mais elevado.
A s�rio?
Estamos presos num planeta de ca�a.
Achas mesmo que a solu��o � andar mais?
O que quer que seja, quer que n�s corramos.
� assim que ca�a.
Esta � a sua selva.
O seu jogo.
As suas regras.
Se corremos,
morremos.
Qual � a alternativa?
Temos de saber com o que lidamos.
Os rastos dos c�es v�o por ali.
Vamos segui-los.
O que v�s?
N�o h� movimento.
Parece que n�o somos os �nicos a ser ca�ados.
Grande merda!
Que raio?
Que raio � aquela coisa?
Isto � um erro. Temos de sair j� daqui.
Onde est� o dur�o?
Ele deixou-nos aqui.
Ele est� aqui.
Corram!
Armaste-nos uma cilada.
Ele levou-nos para aquele campo da morte,
depois escondeu-se e esperou at� que aquilo atacasse.
N�s servimos de isco.
Tinha de saber o que enfrent�vamos.
Agora j� sei.
Um homem morreu por causa disso.
Esta manh� estavas disposto a mat�-lo.
J� n�o � de manh�, pois n�o?
Pelo menos n�o morreu em v�o.
Porqu�? Para ficarmos a saber
como � tratarem-nos da sa�de ao p�lo?
N�o. Descobrimos que � mais do que um.
Que eles usam proj�cteis e armas com energia.
Que t�m uma esp�cie de sistema de camuflagem.
Que s�o maiores do que n�s,
mais fortes, mas tamb�m mais pesados.
Puseste-nos em risco por ti pr�prio.
Queres ficar sozinho,
j� o conseguiste.
Porque n�o lhes contas a verdade?
- N�o sei do que falas. - Sabes do que falo.
A forma como olhaste para aquela coisa pendurada, como reagiste.
Ela sabe o que �. N�o sabes?
N�o temos um nome para eles.
Em 1987, na Guatemala.
Uma equipa das for�as especiais entrou na selva.
Os melhores.
Seis homens e um agente da CIA.
S� um sobreviveu.
No relat�rio dele,
ele disse que teve contacto com algo.
Fez uma descri��o detalhada.
Era aquela coisa no totem.
Usava um tipo de camuflagem que se ajustava � luz ambiente.
Tornava-o quase invis�vel no nosso espectro.
Conseguia ver em infravermelhos.
Detectar fontes de calor.
Ele usou lama para bloquear a dele.
Foi assim que o derrotou.
Ca�ou e matou a equipa dele,
um a um.
O que quer que sejam,
de onde quer que tenham vindo,
vamos mat�-los a todos.
Estabelecemos um per�metro defensivo.
Damos a entender que nos estamos a refugiar.
Isso vai traz�-los at� n�s.
Obrigamo-los a ir at� uma passagem estreita.
Disparamos de v�rias posi��es.
Pode ser feito.
N�o consigo faz�-lo sozinho.
Se alguma vez conseguirmos voltar para casa,
vou snifar imensa coca�na.
Vou violar imensas gajas.
Vou dizer: "Que horas s�o? 17:00?
"Raios.
"Est� na hora de ir violar umas gajas."
Entendes?
Sim. Completamente.
Que �s 17:00
� hora de violar gajas.
Isso mesmo.
- Devias manter-te longe dele. - Sim.
Ainda est�s irritada?
Vai-te lixar.
Sabes qual � a diferen�a entre n�s os dois?
Ambos fazemos o mesmo.
Mas tu fazes isso por um pa�s,
portanto, n�o tens de admitir que gostas.
O que te aconteceu?
O que te deixou assim?
"N�o h� ca�a como a ca�a ao homem.
"E aqueles que j� ca�aram homens armados tempo suficiente,
"e gostaram,
"desde ent�o, n�o se preocuparam com mais nada."
Isso � muito po�tico.
Foste tu que inventaste isso?
Na verdade, n�o.
Foi o Hemingway.
Porra.
Porque � que n�o v�m?
Conseguem ver as nossas armadilhas.
Ol�, Doutor.
Ol�.
Acho que acabei de perceber em que podes ser �til.
Merda.
Odeio isto.
V� l�.
Merda!
V� l�.
Disparem!
V�o se lixar
todos!
Est� morto? Porque n�o est�s a sorrir? Grande merda.
A coisa das jaulas.
Talvez tenha pensado que fomos n�s que a trouxemos para c�.
Boa pontaria.
Falhei.
Aqui.
Vira-te.
Que porra �s tu?
Estou vivo.
Falas muito alto.
Senti o vosso cheiro desde que chegaram.
Se vos consigo cheirar,
se vos consigo ouvir,
eles tamb�m conseguem.
Vem a� uma tempestade. Venham por aqui.
Espera.
Quem �s tu?
Noland,
foge,
vive para lutar mais um dia.
Sou aquele que conseguiu fugir.
Aquele com quem n�o se devem meter.
Venham.
Sintam a vibra��o deste s�tio.
Onde estamos?
� uma m�quina perfuradora que algu�m deixou para tr�s.
A m�quina est� avariada, mas a fonte de energia n�o.
Que pardieiro.
Vives aqui?
N�o. Esta � a minha casa de Ver�o.
Passo o Inverno na Riviera. As escolas s�o melhores l�.
E os homens...
A prop�sito, n�o t�m de qu�.
Como conseguiste sobreviver?
Aproveitando o que posso, quando posso,
daquilo que posso.
Noland, Ronald.
Cavalaria Aerotransportada.
Eles...
Eles largaram-vos a todos aqui tamb�m?
Sim.
Que experi�ncia alucinante.
Ent�o.
Sim, eu digo-lhe.
Agente Laranja, importas-te de pousar isso?
Certas pessoas aqui
n�o gostam que mexam nas coisas delas.
Mas isso � muito �til.
Camufla a fonte de calor.
Cabr�es.
Ent�o, mataste um?
Eu matei dois.
Talvez tr�s.
N�o me lembro. Seja como for,
h� dois tipos deles l� fora.
Eles s�o parecidos, mas t�m diferen�as.
� como a diferen�a entre os c�es e os lobos.
Os que mandam nisto tudo,
os maiores, ca�am os mais pequenos.
Acho que deve ser uma esp�cie de disputa de sangue.
Dura h� bastante tempo.
S� fazem isto por desporto?
Sim, trazem carne fresca �poca ap�s �poca.
Coisas que voc�s nunca imaginariam.
Trazem-nas para c�,
ca�am-nas e matam-nas. Por esta ordem.
H� quanto tempo est�s aqui?
H� sete �pocas, acho eu.
O qu�? Dez?
Raios.
Seja como for, de vez em quando, um de n�s mata um deles.
E � nessa altura que eles ficam mesmo interessados.
Eles aprendem depressa. Adaptam-se.
Desenvolveram imensas habilidades novas.
Voltam sempre tr�s na �poca seguinte, s�o sempre tr�s.
A armadura deles pode ter mudado,
as armas deles
ou as t�cticas.
� impressionante.
Portanto, � como uma evolu��o.
Eles tentam tornar-se melhores assassinos.
Disseste que eles voltam.
Como?
T�m uma nave.
- Uma nave? - Sim.
Est� a 25 metros do acampamento deles.
Eu disse-te que eles n�o a viam.
Eu disse-te.
Voc� esteve l�.
Podia ter-nos ajudado.
Como os matamos?
Como puderem.
Eles devem ter um ponto fraco.
Poucos.
Querem sobreviver? Continuem escondidos.
Vamos escolher o pr�mio por detr�s da porta dois.
Como sa�mos deste vale?
Dez �pocas.
Nas primeiras duas... N�o, foi na terceira �poca,
eu andava sempre na mesma direc��o,
a tentar chegar aos limites da reserva.
Vou dizer-vos uma coisa, a reserva n�o tem limites.
Talvez tu e o teu amigo me queiram falar sobre a nave?
Vejamos.
Isso � uma ideia excelente.
Durante todo o tempo que estive aqui, nunca me ocorreu
tentar fugir na nave espacial.
Mas n�o saberia como a pilotar.
Ele sim.
Obviamente, tu sabes pilotar.
Posso tentar.
Bem...
Vou dormir um pouco.
N�o fa�am barulho. Eles andam por a�.
Andam sempre por a�.
Ali h� �gua.
Serve-te. Sirvam-se todos.
Quem s�o?
Os meus filhos.
O maior � o Ilya. E esta � a Sascha.
Esta � a Candy Lee.
Mamas grandes como canh�es.
� a tua namorada?
N�o. � a minha irm�.
Isto � antigo.
Muito antigo.
Eles fazem isto h� imenso tempo.
Falas Ingl�s?
Sim.
Porque n�o falas mais?
Porque falo de mais.
Obrigada.
Sabes o que eu estava a fazer quando fui raptada?
O Isaac, o meu observador.
Foi apanhado.
Eu podia ter feito algo,
mas a� seria morta juntamente com ele.
Ent�o, escondi-me.
Vi-o a ser morto.
Quem me dera ter puxado o gatilho.
Fazes o que tens a fazer, para sobreviver.
Disseste que fomos escolhidos.
Eu perguntei: "Para qu�?"
Devia ter perguntado porqu�.
Porque n�s somos predadores.
Como eles.
Somos os monstros do nosso pr�prio mundo.
� melhor que nunca mais voltemos.
Eu vou voltar.
Vou atr�s daquela nave.
Aprendeste a pilotar na �ltima hora e n�o me disseste?
N�o.
Aquela coisa pendurada no campo pode saber.
Acho que faria qualquer coisa para ser libertada.
O inimigo do meu inimigo.
Isso n�o o torna num amigo.
Ent�o, o que te chamo?
Fumo.
Porra.
Onde est� o Noland?
Ele � um saqueador.
Ele quer as nossas coisas.
Vamos! Tem de haver uma sa�da!
- Raios. - F�-lo!
V�s o sarilho em que nos meteste?
Eu avisei-te. Mas nunca me ouves.
Mais seis. Mais seis bocas para alimentar.
Mal consigo viver s� contigo.
Como vou conseguir viver com eles?
Raios!
O que foi?
Despede-te do teu amiguinho.
Est�s na minha casa, cabr�o!
Baixem-se.
Isso n�o serviu de grande coisa.
N�o era esse o objectivo, idiota.
Estou a chamar a cavalaria.
Como raio sa�mos daqui?
Abre isto, panasca de merda.
V� l�!
Finalmente encontraste-me, chefe?
Porque demoraste tanto tempo?
N�o vai abrir!
Raios!
Est� a brincar connosco.
Pessoal?
Merda.
Est� a� algu�m?
Por aqui.
Algu�m?
Perdi-vos!
Tens de me tirar daqui.
V� l�.
Vamos continuar.
N�s mat�mo-lo.
N�s mat�mo-lo. N�s...
N�s mat�mo-lo.
Quem � o maior agora, cabr�o?
Ca�a a minha pila, cabr�o!
Morre, larilas do espa�o!
Com quem pensas que est�s a lidar? S� tens isso?
V�o!
V� l�.
For�a!
Vamos para a nave.
Estamos perto. Vamos.
Merda!
Merda.
Porra!
Mais um mil�metro e atingia a art�ria tibial.
Acho que hoje � o meu dia de sorte.
N�o �. Aquela armadilha n�o servia para matar.
Servia para mutilar.
Ele � um peso morto.
Vamos.
N�o, ainda consigo andar.
Merda. Meu Deus.
N�o, n�o consegue. Ouve.
Ele est� perdido.
Vais implorar-nos para ir mais devagar.
- N�o. - Para te carregarmos.
N�o me podem deixar aqui.
N�o podem. Eu tenho fam�lia.
Tenho filhos.
Lamento.
Temos de ir.
N�o!
Levem-me com voc�s!
N�s ainda podemos conseguir.
Usamo-lo.
Armadilhamo-lo.
N�o.
Eles v�o fazer trof�us com ele.
� a nossa �ltima oportunidade.
N�o � correcto. Ele � um de n�s!
Pois �.
� com isso que eles est�o a contar.
Querem que sintas algo por este homem.
Que sejas humana.
E tu o que �s?
Estou vivo.
O que vale isso?
N�o podem fazer isso. Por favor.
Por favor, imploro-vos.
Por favor.
� melhor ires.
Merda.
- Devias ter ido com ele. - Eu sei.
Ouve.
Eu quero sair deste planeta.
Entendes?
Vou tirar-te da�.
Leva-me � nave.
A nave.
Entendes-me, n�o �?
Desculpa.
Ainda n�o morremos.
Merda.
Acho que ele conseguiu.
Se pudesses voltar atr�s,
farias a mesma escolha?
Sim.
Obrigado.
Quando chegar o momento,
mato-nos aos dois.
Prometo ser r�pida.
N�o.
N�o vai ser.
Fixe.
� isso mesmo.
� uma neurotoxina.
H� tantas por onde escolher aqui.
Mas n�o te preocupes, n�o � fatal.
Vais poder sentir tudo.
Acho que j� percebeste porque me escolheram.
Voc�s nunca suspeitaram de mim.
Observei-vos.
Ganhei a vossa confian�a.
N�o imaginavam o que eu era.
No s�tio de onde venho,
sou um assassino.
Uma aberra��o.
Mas aqui,
entre os monstros,
sou normal.
Gosto deste s�tio.
Quero ficar aqui.
Voltaste.
Perdi a boleia.
Gra�as a Deus.
Ajuda-nos a sair daqui.
Ela est� paralisada.
Deram-lhe qualquer coisa. N�o sei o que foi,
mas paralisou-a.
Anda.
Est�s t�o ocupada a cuidar dos outros
que te esqueces de cuidar de ti mesma.
Vamos sair daqui.
Tem calma, est� bem?
Nunca pensei que voltasses.
Mas ela,
ela nunca perdeu a esperan�a em ti.
Acho que te devo um pedido de desculpas.
Afinal �s um homem bom.
N�o.
N�o sou.
Mas sou r�pido.
Anda c�.
Por favor, n�o me mates.
N�o vou faz�-lo.
Ajuda-me.
Sou um de voc�s.
Isso mesmo.
Vamos a isto.
Vamos. For�a.
Estou aqui. Mata-me.
Vamos.
F�-lo agora. Mata-me!
Merda.
Conseguiste?
Sim.
Chamo-me Royce.
Muito prazer, Royce.
Sou a Isabelle.
Agora,
vamos arranjar forma de sair desta porra de planeta.
Ripadas por: PT-Subs Rips
Sincroniza��o e correc��o de caracteres por: Mr.Scudester
Can't find what you're looking for?
Get subtitles in any language from opensubtitles.com, and translate them here.