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OS BRAVOS FORA-DA-LEI
Oito Anos.
Oito anos e nenhum de voc�s escreveu.
Voc� n�o sabe ler.
- Onde eles est�o, Tobey? - N�o sei.
N�o percorri toda esta dist�ncia...
nem esperei todos estes anos para ouvir isso.
N�o os vejo desde a guerra. E agora sou s� um fazendeiro.
Suspendam o fogo!
Isto � um desperd�cio de chumbo.
N�o adianta. Ent�o, por que n�o sai?
- Por que me matar�, se sair. - At� hoje, n�o me conhece.
N�o quero mat�-lo. Quero conversar.
Desculpe, Holden, mas n�o acredito.
Acredite.
Pois se eu for busc�-lo, morrer� na certa.
Estou saindo.
V� para a luz.
Voc� est� horr�vel, Tobey.
Parece que foi voc� a passar oito anos na pris�o, n�o eu.
Vou perguntar outra vez, onde est�o eles?
- Voc� estava certo sobre mim. - Por que eu?
N�o se vanglorie. Eles ter�o o deles.
Voc� foi o mais f�cil de achar. S� isso.
Acabe com isso.
N�o est� em condi��es de pedir favores.
Pela �ltima vez, onde eles est�o?
Vamos.
- Chegou para voc�, xerife. - Obrigado.
Droga.
Cedo ou tarde, aconteceria.
Ei, voc�!
Eu vi isso. Pare.
Esque�a.
- Quem � voc�? - Lee Walker.
- O que quer? - Voc� � Bryce?
Vim enterrar seu pai.
Bela arma. Mais poderosa que essa p�.
- Esperando uma epidemia? - Estavam aqui quando cheguei.
- Ele andava com voc�, certo? - Ele lhe disse isso?
Por alto. N�o era seu assunto preferido.
�ramos s�cios. Cavalg�vamos juntos bem antes da guerra.
N�o o imagino querendo ser enterrado aqui.
Isso foi pelo modo como morreu...
e viveu.
- Monte na carro�a. - Para qu�?
Vamos enterr�-lo na cidade.
- N�o quero problemas. - � o seu pai.
Na carro�a.
Garoto, pare onde est�. Pare a carro�a!
Aonde est� indo?
Dar a meu amigo um enterro crist�o.
Seu amigo n�o era crist�o. J� disse isso ao menino.
Agora d� meia-volta.
Esse caix�o pode estragar o dia de muita gente.
N�o tanto quanto estragarei o seu, se n�o sair do caminho.
O homem viveu como pag�o e morreu como pag�o.
Como prefeito, estou mandando voltar por onde vieram.
Vejo que n�o quer parecer ignorante perante os amigos.
Como crist�o, eu o perd�o. Mas n�o sei se ele perdoar�.
Se n�o der o fora, este rifle pag�o apagar� sua vela.
Vamos, garoto.
Droga, Conklin! Voc� ficou parado!
- Voc� � bem pago. - N�o para morrer.
V�o deix�-los amea�ar nossa cidade?
Enterrar�o um assassino entre nossos entes queridos.
US$10 para cada homem que for at� l�, impedi-los.
� mais um dos s�cios de meu pai?
Pode-se dizer que sim.
Temos algumas perguntas.
ARMAS DEVEM SER DEIXADAS COM O XERIFE DURANTE VISITAS
Achei que os havia reconhecido.
E n�o � para menos.
Voc� envelheceu.
Isto tem dez anos. J� fomos perdoados.
V� com que tipo de gente seu pai andava?
- Quem o matou? - Se fosse dar um palpite...
teriam uma longa lista de suspeitos.
- N�o d� palpite. - Quer minha ajuda?
Fazem-me de idiota e agora querem minha ajuda?
N�o vejo nenhum motivo para ajudar.
Podemos fazer de voc� mais que um idiota.
Talvez possam me fazer um pequeno favor.
Qual?
H� um bando de b�bados no Nugget.
A coisa est� ficando s�ria.
O prefeito n�o os quer l�, nem eu.
Meus soldados pegaram febre amarela.
Resolvam meu problema e responderei suas perguntas.
- Que tipo de lei � essa? - Mais generosa do que merecem.
Voc�s s�o t�o dur�es...
que seria injusto devolver-lhes as armas.
Cavalheiros.
O prefeito e o xerife est�o preocupados com a desordem.
E admito que estou preocupado com suas maneiras.
A pedido deles, pe�o que deixem a cidade agora...
tranq�ilamente.
Obrigado.
- Voc� n�o � Lee Walker? - Sim, senhor.
Achei que estivesse morto. Trancado em Amarillo.
- N�o que eu saiba. - Mas parece morto.
- At� agora, estamos bem. - Esse � Jessie Ray Torrance?
- Ele mesmo. - Onde est�o as armas, velhos?
N�o precisamos delas s� para pedir um favor.
Podiam ter sumido com elas h� dez anos...
mas pelo que vejo, s�o apenas dois velhos.
- Poder� n�o ver mais. - N�o pela m�o de voc�s.
Isso n�o foi inteligente. Meu amigo pediu gentilmente.
E agora?
- A esquerda � sua. - Direita?
- Esquerda. - Direita.
Eu disse esquerda.
- Parece ser pior do que �. - Poderia ser seu epit�fio.
J� fizemos seu trabalho sujo.
- Ele � amigo de voc�s, n�o? - � voc� quem diz.
Deixou-lhes um recado. Vai esperar em Almeria.
Soube do que ele fez no rancho e n�o tomou provid�ncias?
Voc�s sempre agiram contra a lei.
N�o contem com ajuda.
O fato de terem sido perdoados na guerra n�o me convence.
Ao menos sabemos a posi��o dele.
Pode acender para mim, se n�o for pedir muito da lei?
Precisa de um cavalo.
Este cavalo � seu?
Pode pegar.
Parece que ser� um bom dia, afinal.
- Por que fugiu, garoto? - J� vi o bastante.
Perdeu a melhor parte.
- Aonde est� indo? - Achar quem matou meu pai.
N�s sabemos quem foi e para onde ele foi.
Ele est� nos esperando para nos matar.
Que tal irmos juntos?
J� vi quem voc�s s�o. E n�o quero fazer parte disso.
N�o se preocupe se nos ofender, todos pensam assim.
� o casaco de seu pai?
Guardei uma coisa para voc�. S�o escritos de Tobey.
- N�o � de todo ruim. - Voc� leu?
S� as partes sobre mim.
Vou sozinho.
Veja se consegue acertar naquele galho.
- N�o preciso provar nada. - Precisar�, para Holden.
Tente a �rvore.
N�o acertaria na �gua se ca�sse de um barco.
Posso lutar! J� fui campe�o como peso pesado.
E sei cavalgar.
� mesmo filho de Tobey?
N�o sei por que ele se envolveu com voc�s.
Ele tinha vergonha de falar sobre isso.
E foi isso que o matou.
Morreu aqui, tentando viver uma vida diferente.
Tobey foi morto por um homem chamado Holden Bonny.
Andava conosco. Cansamos de roubar trens e bancos...
e soubemos que poder�amos ser perdoados ao lutar pelo Sul.
Ent�o fizemos isso, mas Holden n�o.
Ele foi preso e quis que o tir�ssemos de l�.
Est�vamos no ex�rcito. Ser�amos enforcados por isso.
Quando fomos perdoados e ele preso...
ele achou que �ramos os culpados.
Ele n�o era muito bom com conclus�es.
N�o entendo gente como voc�s.
N�o h� problema em n�o nos entender ou n�o gostar de n�s.
Mas ir sozinho atr�s de Holden � burrice.
E se acha que vamos esquecer o que ele fez ao nosso amigo...
est� muito enganado.
Torrance, Lee e eu deixamos o rancho em Harden.
Foi a coisa mais dif�cil que j� precisei fazer.
Sarah estava t�o linda segurando Bryce.
O beb� acenava para mim como se eu fosse voltar logo.
� estranho como a vida n�o segue o planejado.
Espero um dia ficar com Sarah e virar fazendeiro.
Ao inv�s disso, estou andando com estes caras novamente...
pensando em todas as coisas das quais tenho que abrir m�o.
Algo a� sobre mim?
Fa�a o primeiro turno e acorde-me em duas horas.
- O que pode aparecer? - Homens como n�s.
A guerra libertou muitos, que roubam o que podem.
Meu pai matou algu�m quando andava com voc�s?
Ningu�m que n�o o provocasse. E nunca pelas costas.
O qu�?
Garoto, melhor esperar que ele me mate.
M�os para cima.
- Isto n�o � inteligente. - Estou em vantagem.
Se vai me roubar, ao menos fique a favor do vento.
Hector, pegue os cavalos.
N�o pode nos deixar sem cavalos e armas.
Espere para ver.
Durmam bem.
- Estava cansado. - Claro.
Levantar � admir�vel, mas burrice.
Estou ficando enjoado. N�o levante mais.
Isso me torna campe�o dos peso pesado.
Problema.
Todos para fora, onde eu possa ver.
D�-me meu rifle.
Covarde.
Mais algum her�i?
Quero o dinheiro, j�ias e prata onde eu possa ver.
N�o deixe as damas esconderem nada.
N�o s�o muito inteligentes.
Que diabos...
Queremos nossas coisas de volta.
Abaixem as armas.
Ser� que nos acompanhariam at� Santa Mesa?
Pagaremos, � claro. O modo como agiram hoje...
faz parecer que conhecem este tipo de coisa.
Apreciamos seu convite, mas vamos para Almeria.
Temos um compromisso inadi�vel.
Podemos lev�-los at� Hard Edge. Sem b�nus.
Obrigado. Onde est� o mo�o?
Onde est� sua filha?
- Para que foi � faculdade? - Estudar agricultura.
- Foi s� por um ano. - Estudar agricultura?
Meu pai � fazendeiro, mas n�o aprendeu na escola.
Acordou uma manh� e come�ou a trabalhar.
� o melhor modo.
Seus amigos n�o parecem fazendeiros.
N�o s�o meus amigos.
Somos s�cios.
Em que tipo de neg�cio?
Somos n�mades. Ajudamos gente com problemas.
- Claire! - Boa noite, senhor.
Vejo-a amanh�.
- Obrigada. - Fique com a jaqueta.
Boa noite.
Talvez possamos cavalgar juntos amanh�.
- Claro! - Ok.
- Esta cidade � horr�vel. - Parece que temos var�ola.
Foi um prazer.
- Aproveitem a viagem. - Obrigada.
CAMA E BANHO US$1,00
BANCO DE HARD EDGE
Pode ajud�-la a descer.
- Obrigada. - De nada.
Ficaremos aqui duas noites antes de ir a Santa Mesa.
Se n�o for logo embora...
Tchau.
Se atirasse como beija, seria um homem perigoso.
Dalton?
N�o devia fazer isso. Poderia ter matado voc�.
N�o acho que terminaria assim.
- � o xerife da cidade? - O terceiro, este ano.
Depois que aposentamos, n�o h� a quem perseguir.
Sabia que essa aposentadoria n�o duraria.
- Isto � como uma reuni�o. - Torrance tamb�m veio?
E o filho de Tobey. Enterramos Tobey.
D�-me uma cigarrilha seca de minha bota.
- N�o perguntou sobre Holden. - N�o preciso.
Deixou sua marca em San Carlos.
Queimou uma casa de fazenda e deixou um bilhete.
Algo sobre voc� e Torrance serem covardes chor�es.
Ele matou Tobey. Vamos atr�s dele.
Ele odeia mesmo voc�s.
Comportem-se, certo?
N�o precisamos come�ar nenhuma confus�o.
N�o precisa nem pedir.
� um h�bito. Encontrem-me l� embaixo.
Pago-lhes uma cerveja.
Esta guerra que vir�, pode mudar as coisas para mim.
Podemos ser perdoados se formos para a luta.
Isso, mais o tempo, podem me dar uma nova chance.
O garoto tem crescido sem aprender modos de homem.
Eu n�o chego a lugar algum. Meu cora��o anda triste.
Vi um garoto hoje. Fez-me pensar em Bryce.
Era do mesmo tamanho que meu garoto deve estar.
Estava aprendendo a montar, levando alguns tombos...
tendo as primeiras bolhas.
Que tipo de homem ir� se tornar?
Espero que ache um modo melhor de viver...
do que ter sempre uma arma na m�o.
Talvez seja o pior atirador que j� conheci.
Est� empatado entre voc� e o Juiz Kramer.
Kramer tinha a vantagem de ser cego.
Tente isto.
Andar e enfiar na lata?
� preciso chegar perto demais, n�o?
Saque.
- O qu�? - Saque contra mim.
Finja que levei a jovem Claire para o mato.
Saque a arma.
Quando quiser.
A vantagem de uma faca � que jamais atirar� no pr�prio p�.
Guarde. Tenho outra.
Pois n�o?
Belo banco.
O que est� fazendo? Est� com a coceira novamente?
Como sempre.
Este banco � t�o f�cil que merece ser roubado.
Garoto, pegue outra cerveja.
Est� meio zangado.
- Garoto. - Voc� tamb�m?
A cada cinco minutos ele me manda fazer algo.
N�o se incomode. Ele me chamava de J�nior.
- Por que ele � mais velho? - N�o lembra de nosso nome.
- Vai dar as cartas de luva? - Sempre fa�o isso.
Conhe�o aqueles homens h� muito tempo.
N�o h� ningu�m melhor para ter ao seu lado.
� o xerife. Deveria ser o �ltimo a defend�-los.
N�o os estou defendendo.
S� andei com eles o bastante para saber quem s�o.
- Andou com eles? - Com certeza.
Devo estar em algum cartaz, juntando poeira.
Aprontei durante algum tempo. Depois me expulsaram.
Achavam que era jovem demais para ser fora-da-lei.
Alguns anos depois, vi-me usando um distintivo...
e os perseguindo por a�.
Ent�o, entendo-os um pouco mais que voc�.
- Conheceu bem o seu pai? - N�o muito, pelo que percebo.
Era um bom homem.
Aqueles homens com voc� s�o famosos, certo?
- Pergunte a eles. - Aquele � Torrance, certo?
- E o magrelo �... - Lee.
Eu falei. Acha que podemos cumpriment�-los?
N�o queremos incomodar.
Acho que v�o adorar. Pode dar a cerveja ao Sr. Torrance.
Obrigado.
Meus dedos s�o sens�veis.
O que est� pensando, Dalton? � o xerife!
N�o � bom se associar com gentalha.
Tem raz�o.
� melhor voltar aos meus amigos.
Creio que de algum modo contribu�mos para o mito...
do Oeste.
Com licen�a. Preciso vomitar.
� esse tipo de atitude que nos d� a fama de maus.
Tem f�sforo, garoto?
V� buscar l� dentro.
V� voc�.
Ladr�o!
- Foi atingido! - Eu tamb�m!
Est� morto.
Deixem-me passar!
Estavam saindo do banco. Atiraram em Loomis.
Os amigos fugiram, mas pegamos estes dois.
- N�o fizemos nada. - Tudo bem.
Vamos averiguar isto.
- Leve-o para o Doutor Boyle. - M�dico n�o vai adiantar.
N�o vamos deix�-lo aqui.
- Vamos atr�s dos ladr�es. - Comecemos come estes dois.
- N�o tivemos nada com isto. - E deveria tranc�-lo tamb�m.
Sabe que estava bebendo no bar comigo.
Mantendo-o ocupado.
Como pode se misturar com estes tipos?
Nosso xerife esteve bebendo com criminosos conhecidos...
enquanto seus amigos roubavam o banco e matavam o guarda.
E enquanto fica tagarelando, eles fogem com o dinheiro.
Vai prender este homem ou eu precisarei faz�-lo?
Guarde isto antes que ele machuque algu�m.
Como ser�, Dalton?
Teremos que agir por conta pr�pria?
Vamos. Vamos.
Prenda-os! Prenda-os, xerife.
Os soldados est�o vindo!
V�o para dentro.
V�o para casa!
- O que disse? - Tem neg�cios com um homem.
- O que disse agora? - Mandou procurarem em tudo.
Diga-lhes que aqui � territ�rio americano.
Quer que diga isso a ele?
Aquele homem falou que voc�s n�o tem o direito de estarem aqui.
Mate-o.
Eu n�o deveria esperar.
Deviam estar aqui. O acordo n�o foi este.
Est�o mais velhos. Viajam mais devagar.
Devagar demais.
- Fizemos um trato. - Deveriam estar aqui.
Voc� quer seu dinheiro. Traga-os para mim.
Vou lev�-los at� Cordoba. � s� at� onde vou.
Metade do dinheiro quando eu chegar.
Metade quando voc� os pegar. Eles vir�o. Querem-me morto.
- Odeiam voc� tanto assim? - Se n�o odeiam, odiar�o.
Vamos.
- Tragam eles aqui! - N�o poder�o escapar!
Eu n�o fiz nada! Est� me ouvindo?
- Foi superficial. - Mataria um homem normal.
- O que faremos? - N�o tenho id�ia.
- � s� o que tem a dizer? - � uma boa resposta.
Soube que Sarah est� com tuberculose.
Gostaria de voltar para ela, mas n�o posso.
A verdade � que Sarah e Bryce s�o minha fam�lia.
Foi a coisa certa a fazer.
Nem sei em quantas encrencas me meti...
com Torrance, Lee e Holden.
Mas sei que se estiver em apuros, eles me ajudar�o.
Tamb�m estarei l� para eles.
Todos os que cruzamos parecem querer nos matar.
Vai chegar o dia em que algu�m o far�.
Afinal, � o nosso dinheiro.
Desiste muito facilmente.
O que quer dizer?
Dev�amos perguntar a seus amigos onde est�o os parceiros deles.
Dev�amos vigi�-los, e vigiar voc�.
- Estamos livres? - Mais ou menos.
Conseguiu?
- O que est� fazendo? - Estou me aposentando.
- N�o creio que sou um fugitivo! - N�o � emocionante?
COTTONWOOD FUNDADA EM 1861
Vamos parar? Podem vir atr�s de n�s.
Se ainda est�o nos seguindo, podem me levar.
Uma garrafa de u�sque e o prato do dia.
- Que est� fazendo? - � o homem que me baleou.
No banco?
- Nem pense. - Pedi o prato do dia.
- � algu�m que roubamos? - Ele que atirou em Torrance.
Guarde. Deixe-me cuidar disso.
- Eles atiraram em mim. - E roubaram minha cidade.
Verei se acho o xerife.
Ningu�m vai atirar.
Espere eu comer!
Estou procurando o xerife.
Eu era... ainda sou, creio, o xerife de Hard Edge.
Preciso de cortesia profissional. Ele est� aqui?
Acho que ele n�o vai poder ajudar.
Dalton mandou esperar por ele.
Prefiro cuidar disto sozinho. Devo uma a eles.
Essa � nossa diferen�a. N�o levo pelo lado pessoal.
Al�m disso, parecem mais jovens e r�pidos.
- O que voc� quer? - O dinheiro do banco.
Precisava ser o her�i.
Apague o fogo.
Lee, Torrance.
Tenho uma id�ia.
Eu tamb�m. Cale-se.
Lloyd, d� o dinheiro a eles.
Largue a arma.
Pegue o dinheiro, garoto.
Vamos, campe�o. A luta acabou.
O pessoal de Hard Edge vir� procurar por isto.
Entregue a eles.
Diga-lhes...
que o recuperamos para eles.
N�o quero estragar minha reputa��o.
N�o diga que tive algo a ver com isto.
Tamb�m n�o quero estragar minha reputa��o.
Finalmente estou voltando.
Queriam me dar uma medalha pelo conflito em Paxton Mill.
Prefiro ir para casa.
Lee e Torrance concordaram.
Agora vejo Sarah e Bryce como minha fam�lia.
Quando conheci Sarah, ela estava gr�vida.
Eu a amava, e aquilo n�o importou.
Estou voltando agora porque amo os dois.
Fiz o certo em casar com ela e assumir o filho de outro.
Farei a vigia esta noite.
N�o confiam em mim?
N�o.
Fique � vontade.
Vai olhar a noite toda ou vai perguntar algo?
Estava...
pensando sobre meu pai.
Sei a verdade. Ele escreveu no di�rio.
Quer saber sobre seu verdadeiro pai?
N�o. Tobey era meu pai. Sempre ser�.
Quero saber como ele entrou para esta vida.
Pelo que me lembro, n�o eram bem o que queria.
Certo dia, ele estava admirando um banco.
N�o sabia que o banco estava sendo roubado.
Meio como o que houve em Hard Edge.
Torrance discutiu com algu�m que estava fazendo o saque.
Aquele dinheiro nos pertencia. S� chegamos um pouco tarde.
N�o gostaram da atitude de Torrance...
e teriam nos matado se Tobey n�o tivesse sido t�o r�pido.
Mas tiveram o deles. N�o acho que gostasse disso.
- Certo, Torrance? - Foi a primeira vez dele.
O que faremos se pegarmos Holden?
N�o h� "se". Ele enviou um convite. Estar� l�.
Mas o que faremos?
N�o � hora para pensar em um plano.
O que acha que devemos fazer?
� um assassino.
Devemos traz�-lo de volta. Deve ser julgado.
N�o acredito nesta conversa.
Vamos at� l�, acabamos com ele e o trazemos.
- � como voc� v�? - � o que �. Ele matou seu pai.
Est� esperando para nos matar.
Armou-nos uma cilada.
Talvez ele nos mate, talvez o matemos primeiro.
Mas n�o haver� julgamento e n�o o traremos de volta.
Seremos n�s, ele e muito �dio.
Se isso n�o lhe serve, � melhor ir embora.
N�o sou como voc�s.
N�o consigo esquecer que h� regras.
- Gostemos delas ou n�o. - Esquecerei por n�s dois.
Estamos indo.
Dois homens vir�o me procurar.
Lee e Torrance.
Digam e eles que eu cruzei o rio.
Fui para Cordoba.
E estarei esperando.
Entenderam?
Vou ajud�-los a lembrar!
Pegue a tocha.
Diga para virem ao M�xico.
Se n�o vierem, voltarei para ver voc�s.
Da pr�xima vez, n�o serei t�o bonzinho.
Bom dia.
Ser� que fizemos alguma vileza por aqui?
Procuramos um homem chamado Holden.
- Conhece? - Voc� � Lee ou Torrance?
S�o eles. Sou Bryce.
Seu amigo fez isto por sua causa.
- N�o � amigo. - N�o os queremos aqui.
Queimaram nossa igreja para deixar-lhes um recado.
- Que recado? - Vai esperar em Cordoba.
Se n�o o encontrarem, ele voltar�.
Queimar� a cidade toda. Mas estaremos preparados.
Agora saiam e v�o fazer seu neg�cio sujo.
Gosto dela.
Sentimos sobre a Igreja. Vamos atr�s de quem fez isto.
S� queremos descansar um pouco. Talvez comer algo.
� s� o que pedimos.
Talvez tenha queimado a cantina tamb�m.
- Por que eles fazem isto? - Porque s�o maus.
- O que houve com seus ajudantes? - O que tem a ver com isso?
Nada.
De certa forma, sou respons�vel.
- Sentimos muito sobre isto. - � melhor irem logo.
- N�o quero que eles voltem. - Se ele j� esperou tanto...
esperar� um pouco mais.
- Pelo que ele est� esperando? - Para nos matar.
Mas antes disso...
Ei, garoto.
Agora lembro porque roub�vamos bancos.
Voc�s roubavam. Eu os perseguia.
Estava pensando sobre o homem que quer matar voc�s.
Que bom. Estou cansado de pensar nele.
- Armou uma cilada. - Provavelmente.
- N�o apenas ele. - Como?
Um coronel mexicano esteve aqui.
Cruzou o rio, como se aqui fosse parte do M�xico.
Eles conversaram e ent�o o coronel partiu.
� uma armadilha, certo?
Sim.
Mesmo assim, ir�.
Ap�s todo esse trabalho...
n�o quero que ele volte e queime tudo.
Aqui estamos. O ponto sem volta.
Ali � o M�xico. Lugar ruim para voc�s dois.
- N�o foram perdoados por l�. - Roubaram bancos no M�xico?
- N�o sab�amos geografia. - Ali�s, foi um trem.
N�o importa.
Ainda h� um pre�o por suas cabe�as.
Voc� n�o precisa cruzar. Apenas n�s.
- Fa�amos esta por Tobey. - Por Tobey!
- N�o parece ser muita coisa. - E n�o � mesmo...
mas gostaria de dar uma olhada no que Holden tem para n�s.
Eu irei.
Voc� n�o pode ir. Ele n�o me conhece.
Mesmo assim, � arriscado.
Teremos que correr esse risco.
Oi, garoto.
Eu o conhe�o?
O que faz aqui?
Estou s� passando.
Continue fazendo isso.
O trato � metade agora e metade quando os pegar.
Esse trato foi feito em outro pa�s.
Voc� e seus homens fiquem fora de nosso caminho. Entendeu?
Quando isto acabar, lembrem-me de matar o idiota.
Quando acabarmos isto, lembre-me de matar o porco.
- Que est� fazendo? - D� o fora.
Precisaremos deles.
- Para qu�? - Para sair daqui.
Acha mesmo que sairemos cavalgando daqui?
Digamos que os ventos n�o sopram a nosso favor.
E por que entraremos, se n�o podemos pegar Holden?
N�o disse isso. S� disse que talvez n�o saiamos.
- Por isso voc� n�o vai. - Voc�s s�o loucos.
- Provavelmente. - Entrar�o l� e ser�o mortos.
Para que servir� isso?
Holden n�o sair�. N�o temos muita escolha.
Holden os conhece bem.
Sabia que cruzariam o rio e viriam atr�s dele.
Sempre se pode contar com que fa�am a coisa certa.
Mesmo que seja estranho.
� o que os manteve vivos e agora ir� mat�-los.
- N�o pode impedi-los? - Quem, eu?
O que espera que fa�am?
Eles n�o morrer�o em alguma fazenda.
Na verdade, eles preferem que seja assim.
Isso tamb�m vale para mim.
Voc� tamb�m � louco.
Est�o fazendo isso por seu pai.
Ele teria feito o mesmo por eles.
N�s negociamos, mas n�o tenho que comer com voc�.
- Boa sorte. - Para voc� tamb�m.
Tomaremos algo mais tarde.
Onde est�o os americanos?
Lembre-se, ou vai respirar pela garganta.
- Ele se chama Holden. - Na cantina.
Sozinho?
Mais quatro, e o coronel.
- Obrigado. - De nada.
Amigo!
Ol�.
Cubra-me!
Est� muito ferido.
Belo tiro.
Vou atr�s de Dalton.
Holden!
Covarde miser�vel!
Por que n�o trava sua pr�pria luta?
O que est� olhando?
Holden.
Voc�.
Quem � voc�?
Olhe em volta.
N�o sair� disto.
Diga ao menos seu nome.
N�o gosto de matar algu�m sem saber o nome.
Bryce Naylor.
Voc� matou meu pai.
Vou levar voc�. Acabou.
Acho que n�o.
Vejamos se geme como seu pai, quando morreu.
Bryce.
Lee?
Lee?
- Pensei que estivesse morto. - Eu tamb�m.
Vamos.
Vou lev�-lo a um m�dico ap�s cruzar a fronteira.
Dalton?
- Torrance est� vivo. - Coisa ruim n�o morre f�cil.
Agora entendo por que meu pai andava com voc�s.
Espero que entendam por que eu n�o posso.
Acho que a ma�� n�o caiu muito longe da �rvore.
Seu pai teria muito orgulho de voc�.
Sou mais parecido com ele que pensava.
Voltarei para a fazenda.
Talvez para em Santa Mesa...
para ver uma garota.
Deixe-me em Ameria.
� a �ltima vez que escrevo neste livro.
Amanh� voltarei para a fazenda.
Estou atrasado para Sarah, mas um dia sei que a verei.
Cometi meus erros, mas fiz o melhor que pude.
Mas Bryce, voc� pode fazer melhor.
Orgulha-me saber que tomou um caminho diferente.
Isso me traz um pouco de felicidade.
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