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Ela � um dem�nio Cora��o de pedra
� um dem�nio Deixa-me s�
� um dem�nio Queres ser minha?
� um dem�nio
� um dem�nio
Devagar com o carrinho.
� um dem�nio Queres ser minha?
� t�o jovem Mas eu gosto
Podes ir para a cadeia por isso
Rapazes, para o guarda-roupa. Raparigas, j� est�.
- Lori, tira 20 minutos. - Est� bem.
Foste incr�vel.
Obrigada.
Sai da linha.
- Cenoura e aipo? - Quero uma sandes de carne!
A menina Madison quer carne.
- N�o me sa� bem? - Posso adaptar-me a isso.
Tens a certeza da sandes? Tens anal amanh� cedo.
Fa�o um clister. Tenho um sistema, Kiki.
Entendo a posse ilegal, mas v� l�. Quatro tentativas de homic�dio?
Alvejou um puto pelas costas, h� testemunhas.
Isso. S� n�s alvejamos um puto em frente a testemunhas.
Obrigado, agente, por me deixar ver esta revista t�o gira.
- Capit�o! - Vai-te lixar, Tony.
- Este senhor � do Minnesota. - Michigan.
Tem um problema e pensei que um aviso
do grupo de Moral P�blica pode ajudar.
� o supervisor, Tenente.
Detetive Nardi, tem um queixoso na sala 124.
- Senhor... - Rouse. Matthew Rouse.
O que o traz a Nova Iorque? Sente-se.
Obrigado.
Estou a tentar encontrar algu�m.
Uma rapariga.
Isso � bom. Mas devia ver a cassete, e n�o apaixonar-se.
� minha filha.
Pessoal. V� l�.
Na caixa, diz produ��o de Nova Iorque, mas sem endere�o.
Liguei � telefonista, mas n�o est� na lista.
A sua filha � menor?
N�o. Est� na casa dos 30. Tem 33.
Sendo maior e n�o havendo indica��o
de que atuou sem consentimento, n�o � assunto da pol�cia.
Sei disso. Mas queria ajuda.
Queria encontr�-la.
Quando a viu pela �ltima vez?
Em abril de 1966. Tinha ela 14 anos.
Percebo. Tenho filhos.
Sr. Rouse, posso dar-lhe nomes e n�meros.
Mas ningu�m lhe vai dizer nada.
Acredite. H� quem n�o queira ser encontrado, e nunca �.
As coisas s�o mesmo assim.
Trabalho nos narc�ticos h� mais de duas d�cadas e...
Se quiser encontrar algu�m e pagar � pessoa certa,
ou bater na pessoa errada, ir aonde voc� n�o vai?
Posso descobrir a sua filha.
Mas n�o durante o dia.
E se o contratar? Como investigador privado?
- Diga-me o que precisa. - 200 por dia.
- M�nimo de cinco dias. E despesas. - Sim.
- Ergue o polegar. - Desculpe, n�o queria...
- N�o. Tocas? - N�o.
Podemos consertar isso.
- Agora? - Sim, v� l�.
Uma m�o no bra�o, outra na guitarra,
segura os dois dedos para baixo.
E com os dedos da outra m�o, dedilha as seis cordas.
Fixe, n�o �?
A Kit est� doente. Sou a Betsey. A maquilhadora.
Tenho de lavar-te a cara.
- Tenho base. - Tenho de come�ar do zero.
S� posso usar esta base, tenho alergias.
- � tudo hipoalerg�nico. - Por favor, entende.
Eu fico com ele. Fica com a Jessica.
- Fico sempre com os atores da Kit. - Mudan�a de planos.
Desculpa o atraso, os comboios est�o uma merda.
O Kit falou-me das alergias. Eu entendo.
- O meu amigo tem o mesmo. - Obrigado.
Vais precisar de um saco maior.
Ol�. Ol�.
Mooney.
Diverte-te.
Mooney, v� l�, como se chama? Onde vive?
Eu, n�o. Mas isso � do Martino. Liga-lhe.
- O Frankie? Liga tu. - Porque eu?
Porque tens um telefone a�! Tempo � dinheiro, v� l�.
Tempo � dinheiro e pago eu a chamada.
Eu ligo as luzes.
Ent�o? Precisa de trabalho. Mas ele quer vender.
- � enorme. - Espera at� veres l� em cima.
A pista � do tamanho desta.
Um pouco de tinta, um sistema de som melhor.
Porque est� a vender?
N�o sabe gerir um clube.
N�o conseguia manter os lobos longe.
Ent�o...
...aceitamos.
Estava a pensar...
Dev�amos chamar-lhe Mike's.
A s�rio. Est�s pronto.
N�o tens de chamar-lhe Mike's. N�o doures a p�lula.
- Eu protejo-te, apesar de tudo. - D�-lhe o nome que quiseres.
Mas ficava com uma parte, o Rudy com outra...
� teu, se quiseres.
Pensa nisso.
Isto n�o � f�cil para mim.
O melhor para novos pacientes � uma sess�o para falares de ti.
Sou pol�cia. Em Midtown.
H� quanto tempo?
- H� demasiado tempo. Muito stress. - Imagino.
Conhe�o muitos cretinos.
Por exemplo, h� um gajo,
ele tem um hotel em Midtown, um daqueles velhos,
aquelas pens�es de Times Square. Conhece?
Midtown? Evito-a.
Agente Alston. Diga-me o que tem em mente.
Est� bem. Eu ando... Qual � a palavra que voc�s usam?
Ando agitado com o que se passa nesse pr�dio.
Chulos, pegas, galerias de chuto, o degredo todo.
E h� um grupo de investidores que querem limpar aquilo
e come�ar um projeto que pode transformar a zona.
Mas h� um palerma de merda, perdoe a linguagem, que n�o vende.
Ofereceram-lhe um valor acima do mercado.
Talvez esse palerma de merda
saiba que a zona est� prestes a mudar.
Quer segurar a propriedade e esperar pela oportunidade certa.
Mas ele n�o est� a ajudar.
Est� sentado no problema � espera que fa�am o trabalho.
E quando tudo acabar, quer receber mais do que merece.
- E isso incomoda-o. - Sim.
Mas n�o tanto quanto ele ser� incomodado.
Est� c� na esquina do Park e 74, no consult�rio de psiquiatria,
e a casa de pedra na 85 e a casa de praia em Amagansett,
a sua vida perfeitinha.
E seria uma pena se lhe arrastassem o coiro
nos jornais at� ele implorar para vender.
Doutor, isso seria b�blico.
Agente Alston, quer a minha opini�o profissional?
- Foi para isso que vim. - Pela conversa,
diria que a sua condi��o � cr�nica.
- Na verdade, diria que � incur�vel. - Pois.
Ol�.
N�o queres saber o lixo que tive de vasculhar.
- H� um tipo... - Encontrou-a?
- Tenho uma morada, mas... - Mas qu�?
Ela n�o quer ser encontrada. Tive de pagar a pessoas.
- Quanto? - 400.
Eu...
Terei de ir a um multibanco.
- Claro. Fam�lia acima de dinheiro. - Sim.
- Quer uma bebida? - N�o, obrigado. J� volto.
S� mais tr�s bocados. � uma uvinha e uma uvona.
Lembras-te dos jogos que fazias para eu comer ervilhas?
Isto � a minha vingan�a. Olha.
O avi�o n�o tem para onde ir, est� triste.
Abre. Abre. M�e, come!
Aqui vai.
Est� tudo bem.
Deves ser a pior paciente do mundo.
E da�?
- De que adianta isto? - N�o digas isso.
� verdade.
- J� vivi o bastante. - M�e.
E o Adam? Soubeste alguma coisa?
- Onde est� ele? - Tem de resolver sozinho.
Vai ligar-nos quando estiver pronto.
- O teu pai est� em casa. - Sim.
Ainda bem que j� se falam.
Sim, fazemos o melhor poss�vel.
� correto perdoar.
� necess�rio.
- Sim? - S� tens uma fam�lia, Eileen.
Fazes o melhor com isso ou est�s sozinha na porra deste mundo.
Abby. Maeve.
H� quanto tempo.
- Esta � a Pilar. - Ol�.
H� quantos anos, 17? Desde o fim do liceu?
Foste do acampamento?
Era monitora num clube de campo. Basicamente, era babysitter.
Conta-me tudo, Abby. Ainda � Abby Parker?
Sim.
- Onde deixamos as doa��es? - H� uma caixa na mesa.
� simp�tico doares. Estou com o caso do Michael Stewart.
O teu pai era advogado empresarial.
Eu quase sigo os seus passos.
Sou advogada de direitos civis, quando n�o corro atr�s do meu filho.
- O que tens feito? - Sou gerente de um bar.
- Onde? - Midtown.
- Boa. - Espera. � o Hi-Hat.
- Sim, sou a gerente. - J� te vi l�.
Vi a exposi��o "Mulheres da Noite". � bom mostrares artistas locais.
Mostras arte no bar? A Pilar � artista.
Artista de rua.
Preciso de intera��o do p�blico, n�o de uma galeria.
S� tu podes dizer isso sem parecer snob. Leva-a � Avenue A.
- O que h� l�? - Tens de ver.
Vai agora, antes de o discurso come�ar.
Tenho de ir trabalhar. Noutra altura?
Sim, dou-te o meu n�mero. Mas tens de o usar.
Ele ligou.
- Quando? - Ontem � noite.
�s duas.
Ainda bem que a m�e estava a analg�sicos e n�o o ouviu.
- O que disse? - Que queria 800 d�lares.
Se voltar a ligar, que venha ter comigo.
Margaret?
Ol�. Sou eu, o pai.
Margaret, quero falar.
Podemos? Por favor?
N�o bebo h� quase dois anos.
- Ol�. - O que faz o secret�rio?
Junto informa��o da fita.
Assim, os corretores fazem neg�cios informados.
Dwyer. Boa pesca hoje.
Obrigado. Jimmy, � o meu pai.
Bem-vindo ao escrit�rio, Sr. Dwyer.
- Tamb�m � secret�rio? - N�o, sou corretor.
Quanto tempo te falta?
Tenho de passar pela revis�o da Bolsa de Nova Iorque.
E depois compro ou alugo um lugar na bolsa. � assim que somos membros.
- A que custo? - Quase 200 mil.
200 mil por um lugar?
- Vem com regalias. - Casas de banho.
Os membros t�m casas de banho pr�prias.
- Sen�o mijas na rua? - Pai.
S� estou a perguntar.
N�o-membros t�m casas de banho no piso inferior.
Como faziam com os tipos de cor?
O pai do Jimmy � meu chefe.
Preciso de falar com o meu pai...
Eu vou contigo. Sim. Espera aqui.
- Foi um prazer, Sr. Dwyer. - Sim.
Sou eu.
- Viste algu�m? - N�o, e vi na rece��o.
Est� bem.
Se est�s assim t�o assustada, liga � pol�cia.
N�o, � s� um tipo ao calhas. N�o volta.
Disseste que ele sabia o teu nome.
Disse? N�o sei.
Talvez seja impress�o. Tenho fome, n�o comi todo o dia.
- Vamos comer porcarias. - � dia de salada!
Quero perder peso. Acredites ou n�o, isto d� trabalho.
Aonde vais buscar?
O que est�s a fazer? N�o � o meu gabinete.
- A ver a vista. - A vista.
Que se passa com a tua voz? Parecias estranho com aquele tipo.
Nada. O Jimmy � fixe. A festa � para o primo dele.
Porque n�o disse nada?
- Gosta de ser discreto. - Discreto.
- Sim. Cuidadoso. - Eu sei o que significa "discreto".
Pai, os tipos aqui n�o s�o como os teus clientes.
Os meus clientes pagam a casa em que cresceste.
Tu percebeste.
Vais ser secret�rio dele para sempre?
N�o. Quero poupar para alugar um lugar do pai dele.
Um lugar vem com um convite para a casa dele?
De que est�s a falar?
Joey, de ti, eles s� querem mi�das e coca.
Estou a tentar ajudar-te.
Isto est� cheio de clientela futura. � como matar peixes num barril.
Tenho um barril de peixe e pesco, n�o o mato.
- � uma met�fora. - Desculpe, professor.
N�o te precipites.
Quando eras casado, pensavam ter filhos?
Sim, mas ela n�o podia.
- E ado��o? - Fal�mos disso.
Mais uma rodada?
Mas come��mos a ter problemas e par�mos de falar.
O que bebes?
- Tenho um filho. - Sim?
Sim, o Adam. Tem 20 anos. � um bom menino a passar por uma m� fase.
Percebi, Carly.
Ele � rebelde, consome drogas. Percebes? N�o sabe o que quer.
- Vive contigo? - N�o, vivia com os meus pais.
At� deixar de viver.
Neste momento, n�o sei onde ele est�.
Ele cortou rela��es comigo.
Porqu�?
N�o me importo com o que dizem ou pensam.
Eles que falem.
N�o me orgulho de tudo por que passei,
mas da forma como passei, sim.
E n�o me importo com o que outros julgam ser moral.
H� demasiadas pessoas rebaixadas por...
Como os outros os veem. Como parecem a outras pessoas.
- Tu n�o. - N�o. Ouve.
Sou marada de v�rias formas. N�o dessa.
N�o vivo de acordo com o que outros acham normal.
N�o h� normal, � o que digo. O normal que se lixe.
A normalidade � uma mentira.
E posso viver assim. Vivo assim.
Mas, acho...
Forcei o Adam a fazer o mesmo, e ele n�o estava disposto.
N�o teve escolha.
Vamos dar uma volta.
Onde?
GARRAFEIRA
- Frankie? - Sim.
Pasquale. Entra.
Vejam os n�meros, 57 batidas.
61 entradas em oito jogos.
Tr�s jogos. Os n�meros n�o mentem.
Tamb�m estou empolgado. Ele est� �timo.
Mas tem 20 anos e est� na segunda �poca.
N�o te preocupes, est� certo. Pesei-a eu.
O Tommy disse que querias 1/8 de chave.
Sim, um Grande Oito. Testo todos os fornecedores antes de comprar.
Bem...
Os teus clientes v�o gostar. O meu produto � manteiga.
Manteiga?
- N�o gosto de italianos de polos. - Tu sabes.
Avisa o Tommy quando quiseres ir outra vez.
Logo vemos.
Margaret, sou eu.
Margaret...
Por favor.
Est� bem, volto amanh�.
Candy.
Lembras-te do Mark?
Sim, o da crista. Voltou.
- Merda. - Pois. Kojak! Tens lume?
Obrigado.
- Vamos. - Diz-lhe que est�s na lista.
O advogado est� na linha um.
Achas uma boa manchete?
Vou ver o dinheiro, ver se est� bem impresso.
Fiz uma doa��o ao fundo legal da fam�lia do artista.
O que os pol�cias mataram.
Eu li sobre isso.
O que se passa contigo, Vince?
S� estou calado, n�o h� nada de errado.
Se pudesses fazer uma coisa, o que seria?
Se estivesses a viver sozinho.
N�o quero viver sozinho. Tenho-te a ti.
Mas se n�o estivesse presente? Se nada disto existisse.
N�o sei porque me ocorreu isto, mas...
O meu pai tinha uma foto de uma casa pregada � parede da barraca
onde guardava as ferragens. �rvores, mi�dos, bicicletas.
Coisas normais, � Rockwell.
A minha m�e chamava-lhe segunda casa.
Onde ele ia quando n�o estava connosco.
N�o me lembro quando soube que aquilo n�o existia.
Ele rasgou-a de uma revista.
Lamento. N�o respondi � quest�o, certo?
Mais ou menos.
- Subiu. - Qu�?
O pre�o subiu. Em quase 60 por cento. Ele subiu o que pedia.
Filho da m�e. Quem diria que um psiquiatra tinha tomates assim?
Estamos a ficar sem tempo.
Avan�a com a metade da quarteir�o que tens.
As especifica��es exigem mais terreno.
Mas se a C�mara n�o os tem,
talvez este n�o seja o melhor projeto.
Percebo-te. Mas d�-nos uns dias para recalibrar.
Depois respondemos com um plano.
Estamos todos em busca do bem maior.
- Estou pronto. - Lou, larga.
Corta.
Siga, mi�dos. Cena seguinte.
- J� acab�mos? - Tenho o que preciso.
Como v�o reconhecer-me se n�o me filmarem?
Sabem que �s tu. Tenho a tua cara noutra imagem.
Vamos falar da pr�xima cena. Sou professora.
Como n�o sei quem foi primeiro presidente?
Porque est�s com tes�o, tonta, n�o pensas.
A minha cliente quer mudar a fala.
Ela pode saber quem era o presidente e foder na mesma.
E tamb�m quero que ele use preservativo.
Nem pensar. N�o se usam preservativos no meu cen�rio.
� f�cil fazer essa regra quando n�o �s tu a ser comido.
- Aquele tipo faz filmes gay. - Tal como metade dos gajos.
O corpo � meu, eu decido o que fazer com ele.
N�o contes com isso. N�o contes com isso!
� a minha marca. O meu filme.
Vou ver o que posso fazer.
- Que se lixe, vai ao Chez Nu! - Em Toluka?
- Vai demorar. - N�o me importa!
Por amor de Deus, � um almo�o, n�o � um lan�amento espacial!
Que se passa?
Perdemos o controlo numa filmagem, espero que n�o fa�a n�doa negra.
N�o digas ao Arthur. N�o quero que me ache mole.
Est� bem. N�o digo nada.
- Como correu? - Acho que lix�mos tudo.
- Ent�o? - Estamos a trabalhar para aquecer.
O tipo n�o vai vender.
Tentaste a cenoura e o pau. O que se segue?
Um pau maior.
Vai buscar-me um.
Quero que saibas que...
Estou aliviado por estares viva.
N�o achava...
Quero dizer, eu...
N�o tinha como saber.
Ent�o...
...not�cias de casa...
O teu irm�o teve o segundo filho h� uns anos.
Casou com a Cherise, do liceu...
Trabalha na empresa de carv�o. Sim, �s tia.
Eles t�m...
T�m a Sharon, de seis anos, e a Sandy, de dois.
S�o lindas, as duas.
Ias ador�-las.
As crian�as...
As crian�as perdoam.
Acreditam em n�s.
Precisam de acreditar em n�s, suponho.
Sei que n�o est�s apenas zangada. Est�s triste.
Sabes como sei? Porque sinto o mesmo.
Lamento.
N�o posso sair daqui.
Tentei ontem.
Cheguei at� ao t�nel.
Preciso mesmo...
...mesmo de te ver.
Preciso de ajuda.
Temos de refor�ar seletivamente a zona da 45.
- Como assim, seletivamente? - H� um cretino.
Quero fazer-lhe a vida negra.
�s tu que queres tirar o m�dico do pr�dio.
Achas que n�o leio o jornal?
A �nica raz�o para quereres isso � dinheiro.
N�o � por preocupa��o.
- Espera, eu... - C�us!
Porque se ofendem as pessoas ao ouvir a verdade?
Estava a pensar...
...a pol�cia � paisana que vi no teu carro.
Ela pode servir para o que tenho em mente.
A agente Preston?
- � o nome dela? - Sim.
A mesma que levaste a pequeno-almo�o noturno.
A minha malta conta-me tudo.
- N�o foi assim, Jack, eu estava... - Estou a meter-me contigo.
- N�o admira que a queiras, � �tima. - Isso � um sim?
Est�s a voltar, n�o podes desaparecer outra vez na desintoxica��o.
Tenho tudo sob controlo agora. O Greg tem-me ajudado.
Arthur disse que o tipo vai usar preservativo no anal.
Mas ainda tens de dizer a fala.
Est� bem. Mas viste a Brandy hoje?
N�o falo com quem n�o represento.
H� um ator que lhe entalou a pila pela garganta abaixo
e deu-lhe uma bofetada que at� fez pisadura.
Lori, isso � da tua conta? Ou da minha?
J� tenho trabalho suficiente contigo.
N�o recebo pela Brandy, pois n�o?
Agora vamos trabalhar para o Arthur, sim?
- Est� bem? - Sim.
Obrigada.
Os resultados preliminares...
- Indicaram... - Os resultados preliminares...
Isso.
- Merda. Estou morto. - Est�s a sair-te bem.
Vamos fazer uma pausa. Estamos nisto h� uma hora.
A filmar estas p�ginas. J� era duro quando estava a 100 por cento.
Estou orgulhoso de ti, est�s a sair-te bem.
Estou sempre tonto.
Vou fazer ch�.
- Quase desmaio durante uma cena. - Camomila ou preto?
N�o me ouviste?
Sim.
Querias esta exposi��o h� muito.
Esta novela � uma grande oportunidade.
- Acho que terei de desistir. - Tod...
O importante j� n�o � a exposi��o.
O tempo n�o para. Estou a morrer, Paul.
Ningu�m se vai lembrar do meu papel numa novela.
Tenho de me concentrar no que importa.
O que precisas de mim?
Do teu apoio.
- E uma ch�vena de ch�. - Camomila ou preto?
Que cretino.
Tommy.
- Pasquale. - Tens um minuto?
Nem por isso.
N�o me mintas. Sei que podes.
- De que precisas? - Andam a reclamar da coca.
- N�o presta? - N�o � isso o que importa.
Snifei umas linhas e quase me cago.
Sei que a cortaram com laxante infantil.
Vou falar com o Frankie, ver o que se passa.
- Isto fica entre n�s. - Est� bem.
O Rudy recebe a mesma percentagem nas sa�das?
Sim. P�e num envelope separado.
Com licen�a.
Diz �s mi�das que 555 � para ligar ao sal�o.
- Quanto vai custar-me? - Tens tr�s raparigas novas.
Tens de gastar para ganhar.
Fala o gajo que mora numa carrinha.
- Tenho casa. - Nunca l� estive.
- Estamos h� 15 minutos � espera. - J� vou.
Fecha a porta. Isto � s� para a ger�ncia.
Si, mi general.
Qual � o problema dela?
Pr�ximo.
Desculpa.
- Muito perto, amigo. Muito perto. - Filho da m�e.
- O que posso dizer? - Tens uma ferradura no rabo.
- D�o-me licen�a. - Que se lixe.
Tenho de ir mijar. Vou-me embora.
Estou a arrasar!
N�o ligues.
Frankie, depois de comprar o produto quantas vezes o cortaste?
- Uma vez. Porqu�? - H� reclama��es.
- De quem? - Do Pasquale.
O italiano com mau feitio? Ele que se foda.
Os clientes est�o com caganeira.
Pus um bocado de laxante, como toda a gente. E da�?
Ouve.
J� estamos a dobrar o dinheiro.
N�o h� necessidade de brincarmos.
Como te disse, a que lhe vendi estava boa.
Acreditas no cabr�o ou em mim?
O pai dele � importante.
O puto � arraia mi�da, mas � dos meus.
N�o o quero chateado.
Est� bem, est� bem.
O pr�ximo lote ser� melhor.
Mas diz que mais ningu�m reclamou.
Vou para casa, foi um dia longo.
Mais uns anos e estar�s a beber champanhe em Boca Raton.
Quem se sente com sorte?
O que fazemos amanh�?
Tenho de escrever.
Tenho de escolher uma hist�ria.
Para vender aos investidores.
N�o consigo financiamento sem gui�o.
Quanto?
Depende. Que raio?
Depende de qu�?
Depende de...
Se conseguir 50 mil, � 50 mil.
Se conseguir cem mil, � cem mil.
O que conseguir ser� o custo do filme.
Mas de quanto precisas?
450 mil.
Dava-me jeito ter boa ilumina��o.
Uma carrinha para transport�-la.
- Pagar uma boa equipa. - Estou dentro.
- Qu�? - 150 n�o me vai falir, Eileen.
N�o estou a pedir-te e tu n�o vais dar-me.
- Porque n�o? - N�o.
N�o posso aceitar.
N�o achas que j� arrisquei mais por menos?
Vais fazer um grande filme. Sei-o. Acredito nisso.
N�o est�s a ouvir. N�o posso aceitar.
� s� dinheiro.
Pois, � s� dinheiro.
O que �s tu para mim?
O que �s para mim?
Sou o teu homem.
Pois.
Por isso, n�o posso aceitar o teu dinheiro.
N�o importa se levarei o dobro do tempo para consegui-lo.
N�o importa se nunca o conseguirei. N�o posso aceitar.
- S� te digo que estou aqui. - Pois.
Prometes que n�o voltas a oferecer-me dinheiro?
Se � a tua vontade, sim.
Sim, � o que quero.
A� est�. A� est�. O Vince devia estar c�.
Baixa a m�sica.
Entrem.
Isto parece uma orgia.
Estamos a ser pagas pelas pessoas a mais?
Sim, est� tudo tratado.
- Estou l� fora caso precisem. - N�o nos lixes.
Ent�o, meninas?
O que est�o a� a fazer parados? N�o gostam de curtir?
Metam m�sica!
- Ent�o? - Olha.
N�o sabia que o Jimmy ia trazer dez tipos. Eram cinco.
"N�o saber" n�o paga contas. Ganhavam mais na rua.
O Jimmy deu mais mil.
Vou dividir em tr�s.
Eu, o pai e tu.
E elas?
- Ganham o que lhes derem. - Vais lix�-las?
Isto existe por minha causa.
E mere�o ser compensado. E elas ganham gorjetas.
Achas que partilham connosco?
Vou voltar.
Chamaram-me dif�cil? Que se lixem!
T�m de aprender a dizer n�o.
Quando dizem n�o, � sim.
Estou a gozar.
Falei com os tipos da Vibrance sobre alugar um espa�o.
Para quando o contrato acabar.
A s�rio?
Vamos ter a nossa empresa a seguir.
Decidimos que filmes fazer, e decides quem queres foder.
- Gosto disso. - Preciso de 15 mil para come�ar.
- Dois mil por m�s. - Temos dinheiro?
Continua a fazer o que fazes. Eu cuido do dinheiro.
O que achas?
Querem natas?
Estamos bem. A minha amiga bebe sem leite, com a��car.
- A comida j� vem. - Obrigado.
- Lembraste-te. - Tenho olho para o detalhe.
O Jack diz-me que o que fazes vale a pena ver.
- Queres que a 45 fique pior. - Se for poss�vel.
E pagar jornais n�o chega l�.
- Se alinharmos, ter�s o melhor. - Sem d�vida.
Um hamb�rguer sem salada com cebola e batatas.
BT Express. "Ganda" malha.
"Ganda" malha? O meu pai dizia isso.
Eu sei. Sou velho.
N�o �s assim t�o velho.
- Se for um dia ou dois, posso ver. - N�o vai melhorar.
- Terei de escolher outro ator. - Eu sei.
- Como correu? - Que tal jantar e ir dan�ar?
- A s�rio? Apetece-te? - Sim.
Est� bem.
Queres isso?
AUDI��ES ABERTAS
Com a tua m�e foi pior.
Jesus. Quase mato a mulher.
Na verdade, matei-a. Matei a for�a dela.
E se n�o tivesses fugido, teria matado a tua tamb�m. E eu...
- Raio de roupas. - Tamb�m �s uma cabra.
�s t�o mau.
Se pudesse ver o teu rosto uma vez...
Se pudesse...
...ver-te como �s...
Teria a for�a de ir.
Queria poder fazer o que fazes.
O lugar da arte � onde possa ser vista.
Vou encontrar-me com uns amigos na Paradise Garage.
- Sabes dan�ar? - Claro que sim.
Vem comigo.
Achava que ias dar para tr�s.
� o custo por cabe�a.
- Isto � tudo de ontem � noite? - N�o te disse?
Tu tamb�m. Tem um bom dia.
Talvez tenhamos aqui qualquer coisa.
Outro tipo a pedir que mande mi�das para a ilha.
- Precisamos de condutores. - N�o pago a gasolina.
N�o quero contar-te hist�rias
N�o quero mentir-te
Vi o teu homem h� uma hora
- Com a Nellie Bly... - Como se chama?
Sei l�. S�o audi��es abertas. Queres p�r o teu nome?
- Eu? N�o. - Mas ele est� a enganar-te
Frankie foi ao hotel dela
Tirou a sua .44
Deu tr�s tiros no seu homem
Atrav�s da porta de madeira Era o homem dela
Isto � incr�vel.
- Dan�amos? - Primeira vez aqui?
- Nunca estive num clube assim. - N�o � s� um clube.
- Ol�! - Ol�.
Ol�!
- Ainda bem que vieste. - Trouxe uma amiga.
- Ol�, amiga. - Ol�, amiga.
- Ol�. Pilar. - Paul.
- Michael. Como est�s? - Ol�, Sr. Pipilo. H� quanto tempo.
- O Frankie ainda est� c�? - Nos VIPs.
- E o Vincent? - L� atr�s. Queres que o chame?
N�o, tudo bem.
Boa noite, Michael.
Tiveste uma boa noite?
- Ouve, Rudy... - "Ouve, Rudy"?
- N�o � o que parece. - O que parece, Frankie?
- Estou s� a dizer... - Est�s sempre a dizer.
� assim que relaxo. Tenho esse direito.
Ai, tens?
- V� l�. Bebe um copo. - N�o, Frankie.
Senta-te.
- Est�pido de merda. - J� basta.
Sabes l� tu o que basta.
O que sabes de psicologia?
Est� bem. Pronto.
Sabes que mais? Fica com o dinheiro. Cinco mil.
- N�o. - V� l�.
- � para ti. - N�o.
V� l�, Rudy.
Faz-me dizer n�o mais uma vez.
- Pai. O que queres de mim? - Nada.
Como me encontraste?
Os filmes.
Um dos tipos viu um filme e n�o se calou.
Ele que se lixe!
N�o me importo com os filmes. Com nada disso.
S� sabia que estavas viva e queria ver-te.
Mais nada.
J� me viste.
Sim.
Liss, abre a porta, querida. V� l�.
- Mais uma dan�a. - N�o, esta passo.
- V� l�. - Abby, v�o voc�s. N�s vemos.
Paul. Gostas desta can��o. Vai.
- Uma dan�a e vamos para casa. - Sim.
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