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Eu j� n�o te amo.
Eu n�o matei ningu�m. Eu movi o corpo.
� isso que tem estado a afectar-me.
- O pai anda ocupado no emprego. - Ele conheceu outra pessoa?
- N�o. - Ent�o, ele fartou-se?
J� alguma vez foi substitu�da?
A v�tima estava a ter um caso com o teu marido.
Damos tudo a algu�m e descobrimos que outro consegue faz�-lo melhor.
Somos simplesmente abandonados.
N�o!
Vamos, Juliet.
Eu movi o corpo. Eu n�o...
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Bom dia.
Porque est�s a fazer isto?
Eu sou teu amigo.
Sou o teu melhor amigo.
O que quer que tenhas feito, podemos solucion�-lo. Eu posso ajudar-te.
Lembras-te quando eu disse que tinha de ter �xito em algo?
Mostrei a Torre Grace � Sylvie ontem � noite.
Ela adorou.
- Ol�. - Podemos conversar?
Claro. Entre.
Teve not�cias do Matthew?
N�o. Eu ter-lhe-ia ligado se tivesse.
Sabe se ele tem amigos ou familiares em Fran�a?
Esta � a segunda vez que veio falar comigo sobre o Matthew.
- Pois. Ele conhece algu�m em Fran�a? - Que eu saiba, n�o.
Estamos a falar do meu melhor amigo.
Pode dizer-me o que acha que se passa?
Eu penso que ele matou a sua irm�.
- E os restantes. - N�o.
O Matthew? Est� a...? � imposs�vel.
Ent�o e o Yann? Voc�s prenderam-no?
Sim, encontr�mos provas na v�tima mais recente.
O Yann pode estar envolvido. N�o sabemos.
Desculpe, n�o se importa...?
Liz Harper.
O Matthew alguma vez falou nela?
- N�o. - O Sinnr.
- O Matthew estava no Sinnr? - O que � isso?
� uma aplica��o para encontros sexuais ocasionais.
N�o. O Matthew nunca seria infiel.
O que � que eu sei? Talvez.
Afinal parece que n�o o conhe�o.
Ele tinha rela��es com mulheres?
N�o, o Matthew foi sempre homossexual.
Por outro lado, o Yann...
O Matthew disse que o Yann sugeriu que fizessem sexo a tr�s
com uma mulher que ele conheceu,
mas o Matthew recusou. - O Yann, o Matthew e outra mulher?
N�o chegou a acontecer.
�ptimo. Obrigada.
- Marcella. - Sim?
Sabe porque � que ele tirou o corpo da Grace de onde estava?
N�o, ainda n�o.
Encontre-o.
Prometa-me que v�o encontr�-lo.
Eu prometo.
Obrigada.
Isto � para me ajudar? Melhor amigo?
N�o deviam ter prendido o Yann.
Havia um plano, Matthew.
Um plano perfeito, onde tu n�o te magoavas.
Mas voc�s partilham o raio da mesma escova, n�o �?
Agora, finalmente acreditam que foste tu.
Acham que est�s em Fran�a.
Mas n�o v�o encontrar-te.
O plano era incriminar-me...
... ser um amigo fiel, ir visitar-me � pris�o...
... e n�o matar-me.
N�o podes matar-me.
A mim, n�o.
- O ADN do Yann. - Podia ser das roupas do Matthew.
O Matthew tem liga��es a todas as v�timas, excepto a Liz Harper.
A liga��o a uma das v�timas � parcial. A Carol era do grupo dos AA do Yann.
- Mas ele pode t�-la conhecido. - Creio que sim.
Temos um corpo que foi movido. N�o foi o Matthew.
Ent�o, volt�mos � teoria de que podem ter feito isto juntos?
Porqu� mover a Grace? Porqu� mover apenas uma das v�timas?
Foi a �ltima coisa que o Henry Gibson perguntou.
Porque � que o Matthew moveu o corpo da Grace?
- Ele n�o podia t�-lo feito. - Exacto.
Se fossem t�o unidos como o Henry disse,
ele saberia do problema de costas.
A quest�o � que ele perguntou porque � que o Matthew moveu o corpo e n�o como.
Se ele quisesse realmente ajud�-lo,
decerto essa teria sido a primeira coisa em que ele pensaria.
Laura?
Ouve, n�s temos isto tudo, certo?
Tu est�s a pensar em algu�m que pergunta "porqu�" em vez de "como".
Vamos focar-nos apenas nestes dois. Estamos entendidos?
Obrigado.
Muito obrigado. Sim. At� logo.
- Ol�. - Ol�.
Falaste com o Henry Gibson na noite em que a Grace desapareceu.
- Sim, � verdade. - Lembras-te do que ele disse?
- Bem, eu entreguei-vos tudo. - Eu sei.
Lembras-te do que ele disse?
Certo.
Est� por aqui algures.
- Como est�s? - Estou bem.
Ainda bem. Sim, eu tamb�m.
Aqui est�. Esteve num bar em Queen's Park,
o Four of Spades. Esteve l� at� tarde.
- O senhorio confirmou. - At� que horas?
O bar fechou �s 23 horas.
�ptimo. Obrigada.
- Queres ir jantar mais logo? - Depois falamos.
O Four of Spades fechou �s 23 horas.
Se o Henry conduzisse depressa, chegaria a casa da Grace em 20 minutos,
e o homic�dio pode ter acontecido em qualquer altura at� �s 23h30.
Preciso que descubras onde estava o telem�vel do Henry naquela noite.
Ouve, sabes que eu consigo, mas n�o sei se devo faz�-lo.
O Rav disse-me para n�o o fazer.
Eu n�o digo nada se tu tamb�m n�o disseres.
Verei o que posso fazer.
- Falou com o Matthew? - N�o.
Est� no Sinnr?
O que � isso?
Alguma vez sugeriu ao Matthew que deviam fazer sexo com uma mulher?
Somos ambos homossexuais. Voc� sabe disso, certo?
Porque � que o Matthew roubaria um cart�o magn�tico de um hotel?
- Pergunte-lhe a ele. - Imposs�vel. N�o o conseguimos encontrar.
N�o conseguem encontr�-lo? Porqu�?
- O que aconteceu? Onde est� ele? - O cart�o magn�tico.
Ele s� est� a poupar dinheiro.
Sabe, quando ele...
Em vez de dormir num hotel barato quando est� a trabalhar fora,
ele dorme no carro
e depois entra de manh� � socapa para usar a casa de banho deles.
Porqu�?
- Obrigada. - Porqu�? O que aconteceu?
Por favor. Onde est� o Matthew?
Sra. Gibson.
Obrigada, Jessica.
O senhor devia falar com os advogados.
Eles n�o podem ajudar-me com isto. Quem � este?
- N�o sei. - Ele esteve no funeral da sua filha.
- T�nhamos l� um fot�grafo. - Ele foi encontrar-se com o Jason.
� uma esp�cie de informador.
- Acho que trabalha na Doughton's. - Doughton's? O que � isso?
� a empresa que nos d� informa��es
sobre os nossos rivais.
- � totalmente legal. - A Doughton's. Obrigado.
Soube que a Pol�cia esteve c� novamente.
Quem era aquele homem com quem falaste no funeral?
Eu disse-lhe. � um informador.
- E trabalha para a Doughton's? - Sim.
Chama-se Stuart Callaghan.
Ele foi o respons�vel pelas informa��es sobre o Andrew Barnes.
Se houver algo que me queiras dizer,
di-lo agora.
O que quer que lhe diga?
- H� algo que n�o bate certo. - O qu�?
H� algo que n�o bate certo.
Porque est�s de costas para mim?
Disseste que o Four of Spades fechou �s 23 horas.
Sim.
O telem�vel do Henry Gibson esteve l� at� �s 23h50.
- 23h50? - Eu sei. � estranho.
N�o tens de qu�.
- Tem a certeza que ele esteve aqui? - Tenho.
- � um cliente frequente. - A que horas fecharam naquela noite?
�s 23 horas. Foi a primeira semana com o novo hor�rio.
De certeza que n�o se enganou na data?
Eu lembro-me porque houve um assalto nessa noite. Vandalismo, para ser exacto.
- Quando? - Partiram a janela. N�o levaram nada.
Mas o alarme disparou um pouco antes da meia-noite.
- �s dez para a meia-noite? - Sim, mais ou menos isso.
Obrigada.
Est�s a dizer que ele for�ou a entrada e levou o telem�vel?
Sim. Foi a casa da Grace,
voltou, � espera que o bar estivesse aberto como sempre at� � 1 hora,
mas tinha fechado �s 23 horas.
Laura, ele deixou o telem�vel no bar para ter um �libi se o rastre�ssemos.
- Podemos aprofundar isto agora? - Esta investiga��o � do Rav.
Se ele n�o quer seguir isto,
n�o posso obrig�-lo. - Podes, pois.
Mas n�o vou faz�-lo.
N�o chega.
Preciso da tua ajuda.
Porque devia ajudar-te? N�o somos nada.
Porque ainda estou a investigar o homic�dio da tua namorada.
Est�s livre?
A Sylvie queria falar connosco sobre algo. Um novo projecto.
A Torre Grace?
- H� uma Torre Grace? - Daqui a um ano ou dois, talvez.
�...
Estamos muito entusiasmados.
Temos de ir ter com ela ao restaurante.
Est� bem.
Queres ver isto?
N�o.
- A Sylvie adorou. - Claro que sim. Ela adora a Grace.
O que queres dizer com isso?
Muda o nome do empreendimento e j� vais ficar a saber.
Onde est� a Sylvie?
- Eu vou ligar-lhe. - For�a.
- N�o atende. - Ela sabe onde encontrar-me.
JASON ELE VAI A CAMINHO
Merda.
Vamos.
- Queria falar comigo? - Sim.
Temos estado a pensar nesta situa��o do Andrew Barnes.
- Sim. - Dado todo o interesse da Pol�cia...
... precisamos de nos afastar de ti durante algum tempo.
� o mesmo que dizer que pensam que sou culpado.
N�s convers�mos sobre isto. � o melhor para a empresa.
- "N�s"? - N�o leves isto a mal.
Sabe como eu descobri os problemas de Lambeth?
- Jason... - Eu encontrei-o a ele a chorar
na cama da Grace, abra�ado a um dos vestidos dela.
Por isso, chantageei-o.
Talvez n�o seja s� de mim que se deve distanciar.
- Tens um minuto? - Agora n�o � uma boa altura.
Bem, eu tenho uma teoria.
Foste � Doughton's para saber os segredos do Barnes,
mas n�o descobriste nada. Por isso pagaste a este tipo, Stuart Callaghan,
ex-militar, de car�cter duvidoso, para mat�-lo.
O inquilino do Callaghan, Bendek Krol, acaba por saber de alguma forma.
Ele tenta extorquir dinheiro a ti ou a ambos.
Mas depois morre num acidente auto-er�tico,
ou o que aparenta ser um acidente.
Est�s doido?
Estou apenas a dizer-te o que indicam as provas.
� mentira. Se indicassem algo, n�o estar�amos aqui.
Isto � especula��o e est� quase a tornar-se ass�dio.
Lembras-te de dizer que isto era por causa da Marcella?
- Se foi, j� n�o � mais. - O que est�s a dizer?
Apenas digo que, se algum dia houve uma competi��o...
... eu acho que venci ontem � noite.
Est�o a olhar para onde?
O que est�s a fazer?
Encontraste alguma coisa?
- Tinha de l� estar algo. - Nada que v�s gostar.
Comecei pela agenda que transferiste.
Podes ver, mas se ele esteve nos locais enumerados,
isso acaba por exclu�-lo.
Isto n�o � dele, � a agenda do Matthew.
Ent�o, o Henry sabia exactamente quando ele ia estar para fora.
Ele est� a incriminar o Matthew.
- Desculpa, tenho de atender isto. - Sim.
Obrigada.
- Estou? - Dormiste com ele?
- Desculpa? - O Tim. Dormiste com ele?
O qu�? N�o tens nada a ver com isso.
- Merda. Dormiste, n�o foi? - Importas-te de ter calma?
E o Henry. Porque est�s a investig�-lo? N�o me mintas.
- Sabes que n�o posso contar-te. - Achas que foi ele?
- Jason... - Marcella, foi ele?
- Ele matou a Grace? - Podes parar de gritar?
Se acham que matou a Grace, porque � que ainda n�o o prenderam?
Porque ainda n�o temos o suficiente para isso.
Eu arranjo-te o suficiente. Arranjo-te o raio de uma confiss�o.
Merda.
Jason, assustaste-me. O que est�s aqui a fazer?
Mataste-a.
Meu Deus! Jason?
Jason!
Jason?
Est� tudo bem.
Jason, olha para mim. Vai correr tudo bem.
- Meu Deus. - Foi em autodefesa.
Pouse a faca.
- Pouse a faca. - Pensei que ele era um ladr�o.
Ent�o, o que vai fazer comigo?
Nada.
Porque n�o larga a faca?
N�o fa�a isso.
Est� bem.
N�o � muito bom a improvisar. N�o � o seu ponto forte.
- Do que est� a falar? - Estou a falar da May.
O que vai fazer?
Vai matar-me e tentar p�r as culpas no Matthew?
- Quem � a May? - Era um bom plano.
Era um �ptimo plano at� que algu�m moveu o corpo e lixou tudo.
Eu sei quem � que o fez.
Eu sei quem moveu o corpo da Grace.
Era um plano perfeito.
N�o.
Est� t�o tramada.
Est� t�o tramada.
Jason?
Jason?
Jason. Amor, est� tudo bem.
Jason?
Est� tudo bem, amor.
Fala Marcella Backland, solicito refor�os imediatos e uma ambul�ncia.
... uma agente da Pol�cia. Fui atacado em minha casa.
Sr. Gibson, falamos melhor na esquadra.
Tenha calma.
Bater-lhe? Algem�-lo?
- Tapar-lhe a cabe�a com um saco? - Ele est� a mentir.
- Comprometeste a investiga��o. - Ele confessou.
S� tinhas provas circunstanciais e continuam a ser.
- N�o podemos acus�-lo de nada. - Ele esfaqueou o Jason.
- Falamos sobre isto amanh�. - N�o.
Vai para casa.
Tens de lhe perguntar sobre o bar. N�o faz sentido.
Eu sei que foi ele.
Sabe que eles for�aram a entrada em minha casa, certo?
- Os dois. Isto foi em autodefesa. - Muito bem. Conte-nos o que aconteceu.
Eu estava a limpar a minha adega. Uma das prateleiras tinha ca�do.
- Sim, n�s repar�mos. - E eu ouvi vidros a partirem-se.
- Fui buscar uma faca. - Porqu�?
Porque eu estava sozinho e assustado.
E levou a faca. O que aconteceu a seguir?
Subi ao andar de cima.
Ele atacou-me por tr�s, eu virei-me.
E, quer dizer, eu n�o fazia ideia de que era o Jason.
- O que raio estava ele a fazer ali? - Alex.
Henry, voc� esfaqueou-o duas vezes no est�mago.
Custa-me a crer que n�o o tenha reconhecido.
Foi por instinto. Aconteceu t�o depressa.
Na noite do homic�dio da sua meia-irm�, esteve num bar?
O que se passa com a Marcella Backland?
N�s entendemos a gravidade das acusa��es.
- Estamos a investig�-las. - A s�rio? Ela arrombou a minha casa.
Agrediu-me em minha pr�pria casa.
Ela tapou-me a cabe�a com um saco, da mesma forma...
Como eu j� disse, estamos a investigar.
- Quanto ao bar? - Sim, estive no Four of Spades.
Fechou �s 23 horas, mas o seu telem�vel aparece l� at� �s 23h50.
- Porque pergunta isto ao meu cliente? - N�o, n�o faz mal.
O telem�vel estava no meu carro que estava estacionado ao lado do bar.
Creio que o vosso equipamento n�o d� a localiza��o com precis�o milim�trica.
Voltando � sua casa.
Certo, eu ia chamar uma ambul�ncia e, entretanto, ela entra
e ataca-me.
Ela...? Ela trabalha aqui?
- Neste caso, n�o. - Mas ainda pertence � Pol�cia.
- Pois perten�o. - Sim.
- Depois de tentar matar-me? - Ainda n�o sabemos o que aconteceu.
O Jason Backland e a Marcella Backland atacaram-me.
Foi isso que aconteceu em minha casa. Ela est� claramente louca.
Importa-se de me dizer onde esteve nestas datas?
Ele certificou-se que teria �libis.
- Temos de encontrar novas provas. - N�o podes estar aqui.
Achas que se conseguem safar melhor sem mim?
- N�o � isso, Marcella. - Ainda bem.
- Est� t�o tramada. - Eu sei quem � que fez isso.
- Era um plano perfeito. - Jason?
Ol�.
- Soube o que aconteceu ao Jason. Tu...? - Eu estou bem.
- E o Jason? - �ptimo. Est� prestes a sair da cirurgia.
Tu contaste-lhe sobre n�s?
N�o, claro que n�o.
Ele ligou a perguntar se dormimos juntos.
- Porque faria ele isso? - N�o sei.
Ele ficou com muitos ci�mes desde a noite em que me viu em tua casa.
- Sempre que nos vemos, fala nisso. - Foi ele que fez isso?
N�o. Um mis�gino tentou a sorte com algu�m do tamanho dele.
Falaste sobre o qu� com o Jason?
V� isto quando tiveres tempo.
Marcella...
Tinha a agenda do Matthew Neil no seu computador.
Como obteve o conte�do do computador do meu cliente?
A Marcella Backland entrou ilegalmente no meu escrit�rio e roubou-o.
Sim, eu arranjei um emprego para o Matthew na DTG.
Por isso, � bom saber quando ele est� para fora.
Onde est� o Matthew?
Se a mem�ria n�o me falha, voc�s disseram Fran�a.
Vamos fazer um intervalo.
Marcella, fizeste uma grande asneira.
- Est� tudo estragado. Ele ser� libertado. - O que queres dizer com isso?
Ele esfaqueou o Jason.
E quando consultarmos os registos telef�nicos, veremos que falaste com ele
mesmo antes do Jason l� chegar.
H� provas de dois arrombamentos em casa do Henry e ele foi agredido.
- N�o acredito nisto. - Roubaste informa��es do escrit�rio dele.
- � ele! Ele confessou! - N�o interessa.
Ele parece a v�tima de uma vingan�a pessoal.
- Vai ser libertado sob fian�a. - N�o. D�-me 24 horas.
- Nem sequer fazes parte do caso. - D�-me 12 horas, Laura. Por favor.
Laura.
Tens at� amanh� de manh�. Depois, temos de libert�-lo.
- Toma um caf�. - Obrigada.
Olha, tinhas raz�o. Foram confirmados todos os �libis dele.
Claro que sim.
MAY WEIR CASO DE RAPTO
Obrigado.
- Eu quero ver o seu ombro. - Marcella?
- Ela n�o pode estar aqui. - Mostre-me o raio do seu ombro!
- Quero ver o ombro dele! - Tenho de insistir que a retirem.
- Acalma-te. - Obriguem-no a mostrar-me!
Tem calma, Marcella. Calma.
- N�s estamos de sa�da. - Voc� sabe.
- Ainda acha que ela deve ser da Pol�cia? - N�o, Sr. Gibson.
- Espere a�. - N�o. Rav.
- Est� a brincar comigo. Isto � rid�culo. - Henry.
- Que ombro � que devo ver? - Largue-me.
- Mostre-me o omb... - Toda esta investiga��o...
A uma louca. Um monstro perverso.
Emma, fa�a alguma coisa, pelo amor...
A May mordeu-o.
Faltava-lhe um dente da frente e tinha um molar torto.
Ela mordeu-o.
A May mordeu-o, n�o foi?
A Grace era a �nica com liga��o a si.
Ent�o, ela era o verdadeiro alvo.
Mas teve de matar sete inocentes para esconder esse facto.
Onde est� ele? Onde est� o Matthew?
Ele est� no meu barco na Marina South Dock.
Ele est� vivo?
Claro que sim.
Ele � o meu melhor amigo.
Porqu� ele?
Ele � o �nico que conhe�o suficientemente bem para incriminar.
E n�o podia mat�-lo, pois n�o?
Mas conseguiu matar uma crian�a de 6 anos, n�o foi?
- Matou uma menina de 6 anos. - N�o tinha planeado faz�-lo.
Na verdade, tentei encontrar uma forma de evit�-lo.
Mas depois ela mordeu-me e...
E perdi a cabe�a.
Eu realmente lamento que aquilo tenha acontecido.
N�o acredito em si.
Acho que os matou a todos com facilidade.
N�o � f�cil.
A primeira, a Carol Fincher...
Eu quase n�o fui capaz.
� tudo uma quest�o de ultrapassar aquele limite.
Bem, voc� sabe.
Encontr�mos o Matthew.
E libert�mos o Yann.
Apanh�mo-lo, Marcella.
Mas a que custo?
Eu n�o sei em quem me tornei.
Eu era uma mulher casada, m�e e dom�stica, e agora...
Algum dia irei saber o que aconteceu em casa do Henry Gibson?
Em nenhuma das casas.
Esta � a �ltima vez que nos ir�s ver.
A Grace n�o teve culpa, sabe...
... que voc� n�o tivesse olhos para mais ningu�m.
Sabe porque voltei?
Eu queria fazer parte de algo.
Uma fam�lia, um neg�cio...
Algo.
N�o foi capaz, pois n�o?
N�o conseguiu arranjar espa�o para mim.
N�o conseguiu deixar-me entrar...
... at� eu a matar.
Cala-te, Henry.
N�o queremos saber a quem atribuis a culpa.
Estamos aqui para te dizer que, um dia,
amanh�, para a semana, para o ano,
vais morrer.
E vai acontecer t�o lentamente
que ter�s tempo para perceber
que fomos n�s os respons�veis.
Ol�.
Leste os documentos que te dei?
Sim.
- Estava � espera de not�cias tuas. - Eu pensei que era uma brincadeira.
Achas mesmo que o Jason matou algu�m?
Pagou para que algu�m fosse morto, sim.
E esperava que me ajudasses a prov�-lo.
N�o. Isso n�o vai acontecer.
Estavas � espera de qu�? N�s quase o perdemos.
Eu li as transcri��es do interrogat�rio do Henry Gibson.
Ele confessou tudo, n�o foi?
Mas n�o chegou a confessar que moveu o corpo da irm�.
Depois lembrei-me que a Laura disse que viste as imagens de CCTV
do exterior da casa da Grace antes do corpo dela ser encontrado.
�s tu,
a abandonar a casa da Grace Gibson na noite da morte dela.
Foi bem retirado da c�pia da esquadra,
mas isto pertence � original.
Eu posso... apagar isto tudo.
Ou n�o.
Faz o que achares que � correto.
Marcella.
Marcella.
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