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Voc� matou o meu irm�o.
- N�o matei. - Eu vi-a a levar aquele corpo.
Pensou que era o Hassan dentro do t�xi, por isso, matou-o.
� mentira.
N�o lhe vou fazer mal, se confessar.
Ele disse que a Pol�cia aqui era diferente.
Podemos confiar na maioria. Por isso, farei as coisas � maneira dele.
Fale!
Eu n�o matei o seu irm�o.
Muito bem.
Muito bem.
N�o.
N�o!
Eu disse-lhe que n�o lhe faria mal se confessasse.
Confesse!
N�o matei ningu�m. Eu movi...
Eu movi o corpo. Movi o corpo da Grace.
Mas n�o matei ningu�m.
Mentirosa! Matou o Hassan.
Matou o Hassan.
UMA S�RIE ORIGINAL NETFLIX
- Est�s atrasada. - Tive uma noite m�.
- Daquelas das quais se quer falar? - Laura, estou bem.
Nesse caso, vai ter com o Rav � sala de interrogat�rios.
- O Yann? - Sim.
Carol Fincher.
Desculpa.
A Carol era do seu grupo dos AA.
Sim, � verdade.
Voc� tinha vest�gios de �lcool no sangue quando o prendemos.
Sim, tive uma pequena reca�da.
- Porqu�? - Porque odeio Londres.
Ent�o, n�o bebeu para esquecer que matou uma menina inocente?
N�o fui eu!
Eu n�o fiz nada.
O que posso dizer para que acreditem em mim?
Walter Davies.
- Quem � ele? - � o pai do homem
a quem voc� e o Matthew arrendaram um apartamento em Norwich.
Deixou cair um cart�o magn�tico em casa dele, n�o foi?
N�o?
Liz Harper. Benjamin Williams.
Grace Gibson. Beth Bacan.
May.
Acho que n�o foi ele.
Bem, temos o ADN dele, h� provas em casa dele
e n�o tem quaisquer �libis.
O nosso suspeito � um assassino met�dico e insens�vel.
O Yann n�o se enquadra no perfil.
- Ele pode ter fingido o ataque de p�nico. - N�o fingiu.
Se fores bom a fingir, � dif�cil saber.
- N�o � verdade, Mark? - O que disseste?
N�o foi nada.
O ADN do cabelo dele estava na m�o de uma v�tima de homic�dio.
Eu sei.
Tens a� o relat�rio forense?
Tenho.
Obrigada.
Est� a dizer que o Andrew Barnes foi assassinado?
Parece que sim.
Isso � horr�vel. Mas o que temos a ver com a situa��o?
Os senhores tinham neg�cios com ele?
Ele era o chefe da equipa de planeamento de Lambeth.
E ele ia cancelar um dos vossos projectos, n�o ia?
- O que est� a insinuar? - Nada.
Se fiz�ssemos uma lista das empresas que beneficiariam da morte do Barnes,
a DTG Construction estaria em primeiro lugar, na minha opini�o.
T�nhamos uma nova proposta para Lambeth.
O Henry e o Jason elaboraram um plano que t�-lo-ia salvado.
- Jason...? - Backland.
- O chefe do Departamento Jur�dico. - Ele n�o tinha sido despedido?
- Se n�o precisar de mais nada... - Por agora, n�o.
Se houver, para a pr�xima fale com o nosso Departamento Jur�dico.
- O que � isto? - Diga-me voc�.
"Quinze mil. Eu entrarei em contacto."
Acha que eu lhe enviei isto? Que estou a chantage�-lo?
Porqu�? N�o posso usar isto sem me incriminar a mim pr�prio.
Ent�o, quem foi?
N�o interessa. � s� voc� a dar-me um envelope.
O que v�o fazer com isto?
- O que fazemos? - Nada.
N�o tem qualquer valor, esque�a.
� in�til a n�o ser que saibam o que voc� fez.
Ningu�m sabe.
O que foi?
Nada.
Esperem a�.
O que se passa? O que fazem aqui?
- Aconteceu alguma coisa ao Yann? - Ele est� bem.
Esta � a nossa casa. O que fazem aqui? Onde � que ele est�?
Sr. Neil, podemos falar consigo na esquadra, por favor?
Sim.
Matthew, queria perguntar-lhe uma coisa.
Notou alguma coisa estranha no Yann ultimamente?
- Como por exemplo? - Qualquer coisa.
- Ele tem agido de forma diferente? - N�o. Porque � que o t�m preso?
O que � que o Yann sabe sobre o seu trabalho?
Ele sabe o que eu fa�o e falamos como qualquer casal. Porqu�?
Ele sabe como aceder a um computador? Como o da Sra. Shaw?
Foi para uma investiga��o de homic�dio. Por isso � que me perguntam sobre ele?
J� alguma vez viu isto antes? Fita de isolamento, cintas pl�sticas.
Ele est� aqui? Tenho de v�-lo.
Sabe como isto foi parar a vossa casa?
N�o, n�o sei.
Os nomes Liz Harper, Benjamin Williams,
Grace Gibson e Beth Bacan dizem-lhe alguma coisa?
N�o. Obviamente conhecia a Grace. Era irm� do meu melhor amigo.
Mas n�o conhece nenhum dos outros?
E nunca ouviu o Yann a falar sobre eles?
- Posso v�-lo? - Infelizmente n�o pode.
Mas pode ajudar-nos com a nossa investiga��o.
Se puder dizer-nos onde esteve nessas datas.
- Mark? - Sim?
- Fazes-me um favor? - Claro. O que quiseres.
Espera a�.
- O que est�s a fazer? - Obrigada. Disseste o que eu quisesse.
- Ol�, filhote. - Ol�, m�e.
- Onde � que tu e o pai se querem sentar? - Sentar onde, filho?
Hoje � noite, no concurso de talentos.
N�o me digas que te esqueceste.
N�o, claro que n�o. � �s 20 horas, n�o �?
�s 19. Onde se querem sentar?
Tanto faz. Onde tu preferires.
- Est� bem. - Adoro-te. Estou ansiosa.
- At� logo. - At� logo.
Estou a investigar a morte do Andrew Barnes.
A Sylvie Gibson disse que ajudaste a recuperar algo chamado...
... Projecto Lambeth, � verdade?
O comit� achou que t�nhamos quebrado o nosso acordo.
Eu e o Henry Gibson encontr�mos uma solu��o.
Ser� aprovado desta vez, sem o Barnes?
N�o sei.
Se for aprovado,
podemos dizer que voc�s realmente beneficiaram da morte do Andrew Barnes.
Pode-se dizer isso, sim.
Mas ele n�o estava deprimido e matou-se?
- N�o tinhas sido despedido da DTG? - Quem te contou isso?
A Marcella.
- Isto � tudo por causa dela, n�o �? - O qu�?
A DTG tem mais de 800 funcion�rios.
Vais falar com todos eles desta forma?
N�o.
Ainda bem que chegaste.
Decidimos enviar o teu plano para Lambeth
ao comit� de planeamento. Podes tratar disso?
Claro. Ainda bem que entendeu que esta � a melhor op��o para o futuro.
N�o �, mas fomos obrigados a faz�-lo.
O Andrew Barnes foi assassinado. Ele era contra o plano inicial.
Assassinado?
Se fosse aprovado agora, podia levantar quest�es desnecess�rias junto do p�blico.
- Claro, eu envio a nova proposta. - Muito bem.
- Qual foi a reac��o do Jason � not�cia? - Henry, trata disso.
N�o acha que ele teve algo a ver com isso, pois n�o?
Com o qu�?
O homic�dio?
N�o sejas tolo.
Ele estava desesperado por recuperar o emprego.
Ele disse que trabalhar comigo era o Plano B. Talvez este fosse o Plano A.
Credo, n�o queres mesmo que ele esteja aqui, pois n�o?
Esque�a.
O Jason � um alpinista social.
Tu mesma disseste que ele faria qualquer coisa pela empresa.
- Estou? - Eles sabem que ele foi morto.
- Quem � que sabe? - A Pol�cia.
- Agora � uma investiga��o criminal. - Muito bem, tenha calma.
- Eu acho que devia pagar. - N�o entre em p�nico.
Isto tem de desaparecer.
Se � isso que quer, deixe-me tratar disto.
- Podemos encontrar-nos? - Sim.
Hoje � noite?
Est� bem.
Bendek.
- Temos de falar de neg�cios. - Claro.
Se demorar mais de um minuto, ter�s de esperar.
Tenho um caso que envolve a DTG Construction.
- Dev�amos partilhar informa��es. - Que tipo de caso?
- Um suic�dio falso. - Devia investigar o teu caso?
Creio que n�o h� liga��o entre eles.
- Envolvem apenas a mesma fam�lia. - Os Gibson?
E provavelmente o Jason Backland.
Creio que o superintendente ter� de esperar.
- E ent�o? - H� uma grande diferen�a.
- Preciso de imagens de todos eles. - Claro.
Obrigada, Mark. Bem, este � o cabelo que encontr�mos na m�o da Beth
e estes s�o os cabelos que arranquei hoje da cabe�a do Mark.
� verdade. Doeu-me.
Como podem ver, s� h� duas ra�zes no cabelo que estava na m�o da Beth,
por�m, quase todos os cabelos que arranquei ao Mark t�m uma raiz.
Estes s�o cabelos da minha escova. V�em as semelhan�as?
N�o acredito que o cabelo que encontr�mos na m�o da Beth
seja do assassino.
Pode t�-lo agarrado pelo capuz e ficado assim com o cabelo.
Eu acho que foram l� colocados.
Quando encontramos ADN numa cena de crime significa que essa pessoa l� esteve.
E se foi forjado? E se...?
Quem tem acesso ao cabelo do Yann?
- O cabeleireiro dele. - O Matthew Neil.
Sim, a op��o dela � melhor.
Porque iria querer incriminar o pr�prio namorado?
N�o acredito que tenha sido o Yann.
- Porqu�? - O que n�o entendes nisto?
Eu entendo tudo o que se passa. Esta investiga��o � minha.
- Eu acho que dev�amos interrog�-lo. - Podemos e talvez o fa�amos.
Mas j� fal�mos com ele hoje.
- E deixaram-no ir? - Ele n�o � um suspeito.
Ol�.
- A Pol�cia prendeu o Yann. - O qu�? Porqu�? Para qu�?
Acham que ele teve algo a ver com os homic�dios.
Com o da Grace?
Mas est�o errados.
M�e.
Ol�, meu lindo.
Deixa-me olhar para ti.
Est�s nervoso?
Nem por isso. S� com o truque dos an�is.
Ol�.
- N�o vais participar? - Est�s a brincar?
- Tem a certeza acerca disto? - Sim, tenho.
N�o posso arriscar que a Pol�cia encontre a foto.
- Eu fa�o isto e termina, certo? - Vou certificar-me disso.
Boa noite. Pedimos aos espectadores que tomem os vossos lugares, por favor.
- Onde est� o pai? - Anda, vamos entrar.
- Voc� colocou-me nesta situa��o. - E vou tir�-lo dela.
A� est�.
Eu j� tirei a minha metade, conforme combinado.
Est� a� todo. N�o confia em mim?
Termina aqui, Bendek. Est� a ouvir-me?
Acabou-se a chantagem.
- Ele pagou, n�o pagou? - Estou a falar a s�rio.
Da pr�xima vez que ele quiser ajuda, pode n�o recorrer a mim.
- O que aconteceu? Porque n�o est�s aqui? - O qu�? Onde � "aqui"?
O concurso de talentos.
Merda. Esqueci-me completamente. Eu depois explico ao Edward.
Eu tenho de voltar. O que queres?
Ouve, contaste ao Tim que eu fui despedido?
- N�o sei. Talvez. Porqu�? - Costumas falar muito com ele?
- Foi por isso que me ligaste? - Bem, e ent�o? Ele estava em nossa casa.
N�o sabia que eram t�o �ntimos.
Adeus, Jason.
Ouve, Mar...
Foste �ptimo. Estou t�o orgulhosa.
Perdeste o in�cio. Porque � que o pai n�o veio?
- Vais ter de lhe perguntar. - Porque n�o nos respondes tu?
Ele adora-nos, por isso, n�o deve ter vindo para n�o estar contigo.
- N�o foi por isso. - Conta-nos porqu�.
Porque j� n�o est�o juntos? O que fizeste?
- N�o fiz nada. - Excepto estragar tudo.
Emma, porque achas sempre que sou a culpada de tudo?
- Porque agiste sempre de forma estranha. - O qu�?
Querem saber porque � que o vosso pai n�o est� aqui? Querem que vos conte?
Sim.
O vosso pai n�o est� aqui porque teve um caso
durante tr�s anos com outra mulher e depois deixou-me.
Eu agi de forma estranha porque estava deprimida por ter perdido a minha beb�.
N�o foi por op��o minha.
Desculpa.
Desculpem, eu...
- Desculpem. - M�e.
- Desculpa. - Meu Deus.
Ol�. Escuta...
Desculpa n�o ter ido.
O Edward ficou muito decepcionado. O que fazes aqui?
Estava no meu carro, a caminho de casa e eu ainda...
Eu ainda considero esta a minha casa.
E o que queres?
N�o sei. Eu s� sei que preciso de algo bom na minha vida.
N�s t�nhamos algo de bom e tu desperdi�aste-o.
- H� tr�s noites, vieste ter comigo... - For�a do h�bito. N�o volta a acontecer.
Contei aos mi�dos sobre a Grace.
Porque fizeste isso?
Estava farta que me culpassem por tudo, foi isso.
- Ent�o viraste-os contra mim? - Eu nunca o faria. Eles adoram-te.
Quando estivermos com os mi�dos, seremos uma fam�lia, quando formos n�s...
... n�o seremos nada.
Quero que me d�s a chave.
- N�o, eu ainda sou dono da casa. - D�-me a chave.
- Para que possas d�-la ao Tim? - D�-me a merda da chave!
� muito tarde.
N�o se preocupe. Isto n�o vai demorar muito.
Pode explicar-me
porque roubou um cart�o magn�tico da recep��o de um hotel?
N�o, n�o posso.
N�o consigo explicar o ADN, as coisas que encontraram no apartamento.
Nada, est� bem?
Posso voltar para a minha cela, por favor? Estou muito cansado.
Muito bem, Yann, veja isto.
Isto � uma fotografia do hotel Premier Lodge de que eu lhe falei.
E isto aqui � uma pe�a de roupa que trouxemos de sua casa.
Agora, se olhar para esta costura, este arranjo, est� a ver?
Isto n�o � meu. N�o.
E isto �...
N�o � meu. � do Matthew.
Voc�s est�o � procura do Matthew.
- � o Matthew Neil? - Sim.
A camisola nas imagens de videovigil�ncia do Premier Lodge era dele.
N�o conseguimos contact�-lo.
O telem�vel est� desligado. N�o conseguimos encontrar o carro.
Certo. Muito obrigado.
A unidade que envi�mos a casa dele n�o o encontrou.
No emprego?
Ele tem a sua pr�pria empresa, mas tem um part-time na DTG Construction.
Eu pedi-lhes que nos ligassem se ele aparecer.
Ele tamb�m esteve envolvido na investiga��o de 2005.
- O qu�? - S� podes estar a brincar comigo.
N�o, olha.
Ele n�o era suspeito. Era vizinho de uma das v�timas.
De que forma esteve envolvido?
Ele ajudou a Pol�cia a investigar se faltava algo que era da v�tima.
Ent�o, est� a par dos trof�us.
Desculpa, n�o estou a entender.
Porque n�o nos contaste antes? H� dias que falamos dele.
O rosto era familiar, mas n�o reconheci o nome.
Ele consta do caso, para quem queira ver.
- Temos de falar com ele. - O emprego na DTG
foi-lhe oferecido pelo melhor amigo, o Henry Gibson.
Eles passam muito tempo juntos, o Yann parecia ter ci�mes.
Ele pode saber onde est� o Matthew.
Sabemos o paradeiro do Gibson?
N�o? Vamos descobrir, por favor.
- Est�o � minha procura? - A porta estava aberta.
N�o � por isso que podem entrar � vontade, pois n�o?
Quando viu o Matthew pela �ltima vez?
O Matthew? Ele esteve aqui ontem.
- O que � que ele queria? - Estava muito nervoso.
Voc�s prenderam o namorado dele.
Acham que o Yann teve algo a ver com isto?
- N�o podemos falar sobre isso. - N�o, claro que n�o.
- � voc� e o Matthew? - Sim. No est�gio de futebol aos 9 anos.
Crescemos juntos. Ele � como um irm�o.
- Passam muito tempo juntos? - Sim, desde que ele voltou para Londres.
Eu ajudei-o a estabelecer o neg�cio dele aqui.
- Quando foi isso? - H� cerca de quatro meses.
Onde ele costuma ir, quando n�o vai trabalhar ou fica em casa?
Desculpem, mas o que se passa?
Ele disse para onde ia, quando se foi embora?
N�o o deixaram ver o Yann e ele n�o queria voltar para casa.
Por isso, ele disse que se ia embora por um tempo.
"Embora"?
Sim, ia ficar sozinho, para tentar assimilar isto tudo, creio eu.
Se ele o contactar, avise-me logo. Seja irm�o ou n�o.
Claro.
O que quer que pensem que ele fez, est�o errados.
Obrigada.
Encontr�mos o carro A476GGW.
- Qual � o estado do ve�culo? - Est� abandonado.
Stuart?
Ol�.
Como foi a aula?
- Queres ch�? - S�, por favor.
Como � que ele consegue ouvir isso?
- Podes pedir-lhe que baixe o volume? - Sim.
Bendek.
Bendek. Abra.
Linda.
- Meu Deus. - Desliga essa merda.
Chama uma ambul�ncia.
Queria uma ambul�ncia, por favor.
N�o vale a pena. Ele est� morto.
Sim, desculpe. O nosso inquilino...
Podem enviar uma ambul�ncia, por favor?
Encontr�mos o carro do Matthew Neil. Est� em Dover. Inform�mos a Europol.
Os franceses est�o a investigar se ele foi para Calais.
- Quando saberemos? - N�o sei.
Ent�o, continuamos como se ele estivesse no pa�s.
O carro est� a ser rebocado para Londres para uma an�lise forense,
mas a Pol�cia local encontrou isto no porta-luvas.
- Era da Beth? - A May deve t�-la feita para ela.
Encontrei duas novas liga��es entre as v�timas e o Matthew Neil.
A Beth era uma cliente e ele disse que nunca tinha ouvido falar dela.
Pois.
O Benjamin Williams era o fisioterapeuta dele.
- Porque estava a fazer fisioterapia? - Tenho aqui o ficheiro cl�nico.
Ele tem h�rnias discais.
H�rnia discal lombar. Est� aqui uma e outra.
Um homem com problemas destes
mal pode levantar algo sem um grande desconforto.
E se ele levantasse algo pesado, como um cad�ver?
- Diria que est� fora de quest�o. - Mas o que acontece se o fizer?
Teria imensas dores, ficaria de cama ou, no m�nimo,
teria grandes dificuldades de locomo��o.
Obrigada.
Isto tamb�m exclui o Matthew Neil.
Estou farto deste caso de merda!
N�o significa que n�o tenha matado a Grace Gibson.
E depois? Veio outra pessoa e levou o corpo?
Talvez.
Ele est� ligado �s v�timas, o carro, a pulseira.
Ele tinha a oportunidade.
N�o podemos exclu�-lo s� porque tem um problema de costas.
Eu n�o matei ningu�m.
Voc� matou o Hassan.
Eu n�o matei ningu�m.
- O que aconteceu ali? - N�o sei.
- Apenas um ato sexual que correu mal. - N�o.
Eu quero dizer contigo.
Stuart, passa-se alguma coisa?
Tens de me contar.
Tenho esclerose m�ltipla.
Est� numa fase inicial, mas...
N�o nos posso sustentar mais.
Porque n�o me contaste?
Porque eu devia cuidar de ti.
N�s dev�amos cuidar um do outro.
Eu poupei algum dinheiro, mas n�o � o suficiente.
N�o te preocupes com o dinheiro. N�s safamo-nos.
E eu fiz coisas muito m�s para consegui-lo.
Que coisas m�s?
Desculpa, Linda.
Mas eu amo-te.
Onde est�?
Merda.
- Boa noite. - Laura, desculpa.
Lembras-te do Bendek Krol? O tipo do cart�o magn�tico?
- Claro. - Ele est� morto.
Asfixia auto-er�tica.
Ele atou um cinto a uma ma�aneta ou algo assim.
� assim t�o melhor sem ar?
Porque consta da nossa investiga��o, deram-nos os pertences dele.
- H� algo de interessante? - Sim, bastante.
Este � o telem�vel dele.
Encontraram 7500 libras, mas parece que ele chantageou algu�m.
Toma.
Se olhares para essa foto,
esses dois tipos estiveram no funeral da Grace Gibson.
Queres que investigue?
N�o, eu trato disto. Obrigada.
- J� o encontraste? - Desculpa.
- O Mo? - N�o.
J� est�s a par do Matthew Neil?
Que ele n�o podia ter movido o corpo da Grace? Sim.
- Ainda acho que pode ter sido ele. - Eu sei. O Rav disse-mo.
Quero continuar a investig�-lo.
Est� bem.
Eu s� vim desejar boa noite.
Boa noite.
- Ol�, Tim. - Ol�. Ainda c� est�s?
Tenho algo para ti. O telem�vel do Bendek Krol.
Encontraram bem a casa?
- Sim. - Sim.
- � uma bela casa. - Obrigado.
� a primeira vez que c� vem, n�o �?
- Sim, �. - Espero que n�o seja a �ltima.
- Obrigada. - Sa�de.
- Sa�de. - Ainda bem que puderam vir.
Disseste que tinhas algo para nos mostrar.
Sim, � verdade.
- Est�o a par de Battersea? - O que � que tem?
� um terreno muito especial que o munic�pio pretende desenvolver.
Sabem que mais? Vou mostrar-vos.
- Est�s a trabalhar at� tarde. - H� um novo suspeito.
Ai sim?
Porque andas a falar com o Jason?
A DTG surgiu numa investiga��o. Ele lidera o Departamento Jur�dico... outra vez.
- N�o � nada sobre a Grace? - N�o.
Sabes porque � que ele ter� recuperado o emprego?
Devem ter percebido que n�o conseguiam passar sem ele.
E tu?
Eu percebi que consigo.
Obviamente, � sustent�vel.
Mas, o mais importante � que � uma homenagem � Grace.
� arrojado, elegante e vanguardista.
E est� em frente ao rio, como o pai sempre gostou.
Eu acho que � lindo.
Sylvie?
- Eu adoro-o. - A s�rio?
Anda c�.
Obrigada.
Bem, isto � motivo de festa.
Eu tenho um �ptimo champanhe no andar de baixo.
Deixem-me... Eu j� volto.
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