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Zulu
Sigam o protocolo.
N�o quero desvios, est� bem? N�o assustem as pessoas. Com calma.
Qualquer d�vida, estou na Unidade de Combate ao Crime. Vamos a isto.
Ol�. O corpo est� l� dentro. N�o h� sinais da menina.
- O m�todo? - Foi ele, sem d�vida.
Aquele tipo ali � o pai. A menina chama-se May.
Boa noite. Sou o Inspector Rav Sangha.
Esta � a Sargento Marcella Backland.
Encontraram-na? T�m alguma novidade?
Infelizmente ainda n�o.
- Quando viu a May pela �ltima vez? - Quando fui trabalhar.
Recebi uma SMS para fazer uma entrega, uma coisa de �ltima hora.
- Quem � que ficou com ela? - A Beth.
� minha vizinha. Ela toma conta de crian�as.
Se recebo uma chamada mais tarde, levo a May at� l�,
coloco-a na cama da Beth. Ela adora acordar em casa dela.
- A Beth mima-a. - E a que horas foi isso?
O Jackpot247 estava a terminar. Por volta das 3 horas.
- E a que horas voltou? - Alguns minutos ap�s as 4 horas.
Foi uma breve ida ao aeroporto.
Depois fui at� � casa da Beth e encontrei-a.
Entendo que � um momento dif�cil para si...
- Espere a�. Porque foi at� l�? - Desculpe. O que disse?
Disse que a May gosta de acordar l�. Porque foi at� l�?
A porta estava aberta, mas estava escuro no apartamento.
Por isso fui ver se estavam bem.
Aonde vais?
- Ele fala muito, com muitos pormenores. - Marcella, ele est� em choque.
Sim, ou ensaiou bem.
Marcella.
Valha-me Deus.
Encontraram algo?
Encontraram fios de cabelo na m�o direita. N�o eram dela.
- E ADN? - Parece que sim.
Pobre mi�da.
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O que � que lhe fez?
N�o a deitou na cama da Beth.
- Eu costumo fazer isso, mas... - N�o me minta!
O que fez �quela menina? � o pai dela.
- Quero saber o que fez. - Nada.
- Diga-me o que fez � sua filha. - Nada!
- O que � que lhe fez? - Eu deixei-a a dormir!
- Onde? - No quarto dela. Sozinha.
Deixou-a a dormir sozinha num quarto, � noite?
Uma menina de 6 anos? Est� doido?
Avisou a sua vizinha?
Pensei que, se vos dissesse, ia perder a cust�dia.
Que me tirariam a May.
Temos de encontr�-la antes de podermos fazer isso, n�o �?
UMA S�RIE ORIGINAL NETFLIX
Uma testemunha viu um homem de capuz a levar uma menina ao colo.
Sargento Backland. Tenho as imagens do exterior do apartamento.
- Meu Deus, a May. - Porque � que ele a levou?
E o outro �ngulo...
Para a�. Aproxima a imagem.
A May estava viva quando ele a raptou.
- N�o tens problemas em trabalhar nisto? - Porque havia de ter?
Atende.
A mochila. Encontraram-na?
Porque pergunta?
Se ela a tiver, ent�o tem o telem�vel.
- Dentro da mochila? - Sim.
- Est� ligado. Podem localiz�-lo. - Como sabe que est� ligado?
- N�o lhe ligou, pois n�o? - Liguei, mas ela n�o atendeu.
- Podem localiz�-lo, certo? - Se ainda estiver ligado.
Quem raptou a sua filha tamb�m pode t�-lo ouvido.
Localiz�mos o sinal do telem�vel. Est�o a dirigir-se depressa para leste.
Enviem imediatamente viaturas para l� e encontrem aquele carro.
Aqui!
- Vamos! - Abandonou o telem�vel e n�o o corpo?
Porque ela ainda est� viva, Alex.
Mas n�o sabemos se vai mant�-la assim.
Foi roubado um carro nas traseiras da casa da May Weir.
A matr�cula foi detectada h� dois minutos. Vou enviar.
Digam-me que vai aparecer aqui. Vamos.
Ele est� junto ao rio!
Marcella!
Marcella!
Por favor, meu Deus, que n�o seja ela.
Vamos!
Solicito refor�os urgentes imediatamente!
May?
N�o!
N�o!
May? Meu Deus.
Um, dois, tr�s, quatro, cinco, seis, sete.
Fala o Inspector Sangha. Quero uma ambul�ncia e uma unidade forense
no terreno baldio junto ao London City Airport.
Preciso disso j�!
- Quatro, cinco, seis, sete. - Alex, traz um desfibrilador.
Um, dois, tr�s, quatro, cinco, seis, sete, oito.
Vamos.
Anda, Juliet. Tr�s, quatro, cinco.
Um, dois.
- Por favor, filhota. Vamos, Juliet. - Marcella.
- Anda, filhota. - Marcella.
- Vamos. - Marcella, ela morreu.
Vamos.
N�o.
MARIDO DE DEPUTADA ENCONTRADO MORTO
- Onde andavas a esta hora? - Fui dar um passeio de carro.
- N�o conseguia dormir. - Tentaste?
N�o.
- Onde foste? - A lado nenhum.
Andei apenas �s voltas.
A partir de hoje, podes ir ao cemit�rio.
Eu vou tomar um duche.
Quero que v�o para casa, ponham o sono em dia.
Saiam daqui e fa�am algo normal.
O funeral da Grace Gibson � �s 15 horas.
- Queres que marquemos presen�a? - Um de voc�s, com um fot�grafo.
Ol�. Desculpem. Ser� que posso...?
- Claro. O que se passa, Mark? - Falei com o Departamento Forense.
Os resultados do ADN do cabelo encontrado na m�o da ama
s� ser�o conhecidos amanh�.
Obrigada, Mark.
Onde est� a Marcella?
Ela queimou a m�o. Est� a ser vista pelo m�dico.
- Ela vai ficar bem. - �ptimo.
Tenho muito que fazer, por isso...
Sim, tamb�m eu.
Quem � a Juliet?
Ouviste aquilo?
Era a filha dela. Nesta altura, teria 6 anos.
Ol�.
- Ol�. - Est�s bem?
Queres uma actualiza��o?
Tivemos de libertar o Bendek Krol.
N�o t�nhamos o suficiente para mant�-lo preso.
E n�o h� sinais do Mohammed El-Sayed.
Tanto quanto sabemos, n�o saiu do pa�s.
Emitimos um mandado de busca em nome dele.
E h� outra coisa.
Ol�. Fala a m�e.
M�e? O que queres?
Nada. Eu...
M�e?
Eu s� queria ouvir a tua voz.
- O que est�s a fazer? - A falar contigo.
N�o, antes de eu ligar, tolinha.
Tenho um jogo de netball. Tenho de ir. Adoro-te, m�e.
Tim!
Jason? O que fazes aqui?
Vim deixar a Marcella.
Est�s com melhor aspecto do que quando te vi pela �ltima vez.
- Porque foste a minha casa? - Deixaste-a, meu.
Mas ainda estamos casados. Por isso, afasta-te dela.
Vais dizer um "ou ent�o"?
Mant�m-te afastado dela.
- Bendek. - Sim?
Preciso de falar consigo.
Lamento, mas n�o pode continuar a viver aqui.
Est� a expulsar-me?
N�o nos sentimos bem com a sua presen�a aqui.
Tem at� ao fim da semana.
- � por causa da Pol�cia? - Sim.
� por causa disso e por andar a lutar.
Espere.
Eu paguei at� ao fim do m�s.
Quero que saia daqui.
N�o consigo ir.
Qual � o problema agora?
Nada. � s� que eu n�o consigo pensar em mortes agora.
S�o demasiadas coisas, sabes?
N�o consigo. N�o posso ir.
Est� bem. Eu...
Eu vou directamente para casa ap�s a missa.
Ent�o, tu vais?
Sim, � a Grace.
Vim at� c� para prestar a minha homenagem. Por isso, vou.
Mas volta depressa para casa.
A Grace salvou-me, salvou-me a vida.
Quando o nosso pai faleceu, eu fugi.
Durante todos os anos em que viajei,
a Grace nunca deixou de telefonar, de escrever...
... para que eu soubesse que eu era importante para ela.
Acho que ela fez o mesmo por muitas pessoas.
Talvez tenha sido esse o dom dela.
Porque � isso que faz a vida valer a pena.
Quando as pessoas...
... nos dizem que somos importantes para elas.
Desculpem.
- Ol�. - Ol�.
N�o estiveste na reuni�o.
Tamb�m n�o perdeste nada.
Hoje de manh� comunicaram o roubo do carro que ele usou
e n�o h� imagens faciais das c�maras por onde ele passou.
O paradeiro do Mohammed El-Sayed ainda � desconhecido.
Eu sei. O Mark disse-me.
Ent�o e o ADN do cabelo que encontr�mos?
Ainda n�o h� correspond�ncias.
E n�o h� videovigil�ncia � sa�da do Premier Lodge
que nos possa ajudar a identificar quem levou a chave.
Marcella, a Laura...
A Laura contou-me sobre a Juliet.
Lamento muito.
Eu tenho uma filha de 7 anos, a Sally. � a mais velha...
N�o sabia.
Est�s bem?
Tenho de perguntar. Ainda consegues participar nisto?
Sim, consigo.
Tenho de encontr�-lo.
Ouve, a May obrigou-o a improvisar.
Ele deve ter cometido erros.
Vamos apanh�-lo.
Desculpe-me. Muito obrigada.
Dev�amos enviar flores � vi�va do Andrew Barnes?
N�o o conhec�amos bem e nem sequer a conhecemos a ela.
T�nhamos neg�cios em conjunto. Ela � deputada.
Dev�amos enviar, n�o dev�amos?
Sabes quem ser� o substituto dele?
H� algumas op��es.
Sabemos alguma coisa sobre eles?
A Daughton tem informa��es sobre todos os membros da comiss�o.
O substituto do Barnes? Assim que soubermos quem �,
envio-lhe logo os novos planos.
Esse projecto era bom quando o Andrew Barnes estava vivo,
mas talvez possamos convencer o substituto dele
a voltar ao original.
Arranja informa��es sobre os outros.
Obrigada, Jason.
O novo projecto � sustent�vel e tem uma �rea verde.
Inclui todos os itens do acordo de planeamento
e fazemos um lucro razo�vel. - Mas n�o � t�o grande.
Foi uma solu��o de compromisso.
� assim que temos de fazer neg�cios no futuro.
� tua maneira?
Bem, sim, dando-me ouvidos.
Mas ainda n�o estamos no futuro, pois n�o?
Voc� est� bem?
Andrew Barnes, overdose de antidepressivos.
Um presum�vel suic�dio.
V� l�. Sabes que eu n�o gosto de aqui estar. Despacha-te.
Tem uma les�o na traqueia, devida a um objecto s�lido
empurrado pelo es�fago dele. - Em termos para leigos?
Obrigaram-no a engolir alguma coisa.
Certo. Porque n�o disseste logo?
Eu fiz um curso de Medicina.
- Enfiaram-lhe o qu�? - N�o sei bem ao certo.
Era suficientemente fino para entrar na garganta e grosso para feri-la.
Deram-lhe uma overdose de antidepressivos?
Provavelmente.
A les�o ocorreu menos de uma hora antes da morte dele.
Est�s a dizer-me que o Andrew Barnes foi assassinado?
Estou a dizer-te que n�o podes exclu�-lo.
Porque est� t�o escuro aqui dentro?
Meu Deus!
- Ol�, m�e. - Ol�!
Ol�, meus queridos.
- Que bela surpresa! - Pronto, j� chega.
- Est�s bem? - Sim.
- � este o teu trabalho, m�e? - Eddy, n�o olhes para isso.
- � o teu trabalho? - Sim.
E n�o � para tu veres, abelhudo. Vamos embora.
Tens de tapar isso.
- Certo, ajuda-me. - Est� bem.
- O que fazes aqui? - O que queres dizer?
� um jantar de fam�lia.
Concord�mos que precis�vamos disto.
- A s�rio? - Quando fui buscar-te hoje de manh�.
Ao hospital?
Desculpa, n�o tinha prestado aten��o. N�o percebi que seria hoje.
- Ent�o, o jantar ainda...? - Est� por fazer.
Certo, mudan�a de planos!
Quem quer comida tailandesa?
- Boa! - Eu!
Devias comer alguma coisa.
Isto ser� suficiente?
Agora que ela morreu. Eu serei suficiente?
Nunca aconteceu nada.
Eu via a tua felicidade sempre que ela estava na sala.
Tu amava-la.
Como uma filha, sim.
- N�o da forma que tu pensas. - N�o sei se acredito nisso.
Eu sinto a falta dela.
Irei sentir a falta dela para sempre.
Mas sim, isto ser� suficiente.
- A moeda est� aqui. - �ptimo. Muito bem.
Vou fazer mais oito truques no espect�culo de talentos.
- Vens? - Claro.
N�o o ia perder por nada.
- V�m os dois? - Claro que vou.
Estou ansiosa por ver-te em palco.
Pestinha.
Certo. Ent�o, o que mais aconteceu?
Tive Bom no �ltimo teste de Qu�mica.
Que treta. Eu tenho Muito Bons.
- Ent�o? - A s�rio.
- Eddy. - Eu bato-te.
- Parem com isso. Basta! - N�o brinquem com as h�stias de camar�o.
Nunca jogar�s na NBA, m�e.
- Porqu�? - Porque tens de...
- A noite correu bem. - � verdade.
Parecias um pouco distante.
Eu estava a pensar.
Apercebi-me que todos se v�o embora.
Ou s�o levados.
Culpas-me por os mi�dos terem ido para o col�gio interno?
Eu culpo-te por tudo.
Excepto pela Juliet, tu sabes.
- Eles precisam de se afastar. - Est�s a dizer que a culpa � minha?
Est�s a dizer que eu afasto as pessoas?
At� os meus pr�prios filhos?
- Durante seis anos, eu tentei... - Esfor�aste-te por tr�s pessoas.
Eu estou a par da Grace. O Tim contou-me.
Foram tr�s anos, Jason.
Durante tr�s anos, eu quis que segu�ssemos em frente.
- Que recuper�ssemos as nossas vidas. - Recuper�ssemos o qu�?
O que t�nhamos perdido?
A nossa rela��o.
- Como n�s �ramos. - Tivemos dez anos magn�ficos.
� mais do que a maioria das pessoas tem.
As coisas mudaram, claro que sim, mas n�s lid�mos com isso.
� o que se faz. As coisas eram diferentes, mas n�o eram m�s.
N�o era mau, mas tamb�m n�o era suficientemente bom.
Perdemos quem �ramos.
E esse foi sempre o nosso ponto forte. A liga��o que t�nhamos.
E n�o conseguia falar contigo.
- Como j� disse, senti-me sozinho. - O qu�? E agora n�o est�s sozinho?
Sim, estou.
Bem, se tivesses falado comigo acerca disso,
n�o estar�amos nesta situa��o.
Eu voltei pela Grace. Para amadurecer.
Para envolver-me no neg�cio da fam�lia.
Mas a Grace morreu.
A Sylvie n�o quer saber do que eu fa�o.
A Sylvie est� a passar um momento dif�cil.
Ela fez-me sentir um falhado toda a minha vida.
- Preciso de ter �xito numa coisa. - Resolveste a situa��o em Lambeth.
Mas agora ela voltou a mudar de ideias sobre isso.
- N�o me interessa. N�o podes ir. - Para qu� ficar?
- � o Yann? - Sim.
Merda.
- Devia ir ter com ele. - Ele enterrou a irm� hoje?
N�o posso atender agora. Deixe mensagem a seguir ao sinal.
Muito bem, filhota.
Cuida bem de ti, est� bem? Adoro-te.
- At� � pr�xima. - At� � pr�xima.
- Cuida da tua irm�. - Est� bem.
- Adoro-te. - At� breve. Eu tamb�m te adoro.
Adeus, meninos.
- Adeus. - Adeus.
Vamos embora. Eu vou � frente.
Quero que eles voltem para casa.
- Devias perguntar-lhes a opini�o. - Eles n�o pediram para ir.
Est�o l� porque era o melhor para ti e agora quero que seja o melhor para mim.
Certo. N�o vou discutir contigo. Mas acho que deves perguntar-lhes.
- Muito bem. - Eles gostam de l� estar, Marcella.
Est� bem.
Adeus.
Cuida da tua m�o.
Aten��o. O Departamento Forense ligou.
Temos uma correspond�ncia do cabelo na m�o da Beth.
Consumo de �lcool e conduta desordeira h� uns anos. Vamos terminar isto.
Abra a porta! � a Pol�cia!
Vamos, mandem-na abaixo.
- Pol�cia! - Deite-se no ch�o!
Yann Hall, est� preso pela suspeita
de homic�dio da Beth Bacan e o rapto e homic�dio da May Weir.
N�o � obrigado a falar, mas tudo o que diga
pode ser usado em tribunal ou como prova contra si.
Est� algu�m?
Muito bem.
Yann Hall. � o namorado do Matthew Neil.
O tipo dos computadores com quem fal�mos sobre a sala de sexo.
Esperem at� o advogado chegar. Vejam o que encontram na casa.
- Mantenham-me informada. - Est� bem.
Bom trabalho.
N�o devia estar aqui.
Ningu�m diz nada.
Linda?
Stuart?
- N�o atende as minhas chamadas. - Porque devia faz�-lo?
Para falarmos sobre o nosso acordo financeiro.
Isso � a informa��o da Daughton que preparei para si?
Sim, e depois?
Ver� que eu sou bom no que fa�o.
Muito bom.
Tem at� ao meio-dia.
Caso contr�rio, conto isto � Sylvie, � Marcella e � Pol�cia.
Tem o meu n�mero de telefone, n�o tem?
Fala o Inspector Tim Williamson.
Estou a analisar as circunst�ncias da morte do Andrew Barnes.
N�o, temos de investigar todos os suic�dios.
Sim, foi uma grande trag�dia.
Ou�a, ele transtornou algu�m?
H� algu�m que esteja zangado com ele?
Pois.
Talvez n�o gostassem de algo que ele estava a fazer.
O que disse?
Sim.
E qual era a construtora?
Sim, eu conhe�o. Obrigado.
ANDREW BARNES DEPARTAMENTO DE PLANEAMENTO - DTG
Onde esteve ontem entre as 3 e as 6h30 da manh�?
- Ontem? Estava em casa. - A fazer o qu�?
A ver televis�o. A dormir.
- Estava com algu�m? - N�o.
O meu namorado trabalha muito fora, por isso...
- Estava na cama, a dormir sozinho? - Sim.
O que aconteceu?
Queimei-me. Estava a cozinhar.
Porqu�?
- Porque me fazem estas perguntas? - Uma menina de 6 anos foi afogada.
Encontr�mos isto em sua casa. As m�os da menina estavam atadas.
Com algo igual a isso.
E as m�os dela e as dela.
E as dele.
E est� a ver a�?
Est� a ver aquilo � volta do pesco�o? Yann, olhe. O que � aquilo?
� verdade.
- Onde acha que encontr�mos isso? - N�o sei.
- Onde encontr�mos isso, Yann? - N�o fa�o ideia.
Quer que eu lhe diga? Estava num arm�rio da sua cozinha.
- � apenas circunstancial. - Temos o ADN.
O seu ADN. Estava na ama.
Estava com pressa?
A May surpreendeu-o? Ela gritou ou chorou?
Ela sabia que ia morrer?
N�o conseguiu mat�-la, pois n�o?
Por isso, livrou-se dela como se fosse lixo.
Se ela n�o morresse de frio, morria afogada.
Desde que voc� n�o tivesse de ver.
- N�o. - Sim.
Porque � um cobarde de merda.
- � um cobarde de merda. - N�o!
Cale-se!
Largue-me!
Mulheres e crian�as?
Foste tu, n�o foste?
N�o sei do que est� a falar!
Eu quero ficar.
Lamento, Bendek. Est� fora de quest�o.
A Linda n�o sabe, pois n�o?
Que se vai embora? Sim, sabe.
Sobre a sua doen�a.
A esclerose m�ltipla.
Acha que � isso que vai mant�-lo aqui?
O facto de ter descoberto?
Basta-me contar-lhe.
Seja como for, ela tem de saber mais cedo ou mais tarde.
Tamb�m lhe vai falar sobre isto?
Diz aqui que ele foi encontrado pouco depois das 2 da manh�.
- H� duas noites. - No final da semana, Bendek.
Segundo o hist�rico no seu computador,
pesquisou "Suic�dio de Andrew Barnes",
"Barnes encontrado morto"
e "Marido da Deputada Barnes morto", depois da meia-noite.
S�o duas horas antes de ele ter sido encontrado.
Eu tirei uma imagem de ecr�...
... e descarreguei-a.
Por isso, vou ficar.
Qualquer outro s�tio seria muito caro,
porque vou ficar a morar aqui de gra�a.
Eu n�o fiz nada. N�o devia estar aqui!
Eu n�o devia...
N�o devia estar aqui. Por favor, venha c�.
Venha c�, eu...
Sente-se bem?
N�o lhe pedi que fizesse nada.
E isto n�o � estar a assumi-lo.
Isto � para nunca mais voltar a ver nem ouvir falar de si.
Claro.
Fique.
Fique.
Por favor, v�. V� chamar algu�m, por favor.
Chame algu�m.
Respire. Acalme-se.
Estou?
N�MERO N�O IDENTIFICADO US$ 15 mil. Entrarei em contacto
Ajude-nos e torne-se membro VIP para remover todos os an�ncios do % url%
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