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Obrigada, John.
Lamento decepcion�-la.
- Como � que me decepcionaste? - Voc� falhou.
Novamente.
Eu serei condenado por tentativa de homic�dio.
E os homic�dios de Grove Park continuam por resolver.
- Achas que sim? - Tenho a certeza.
N�o me insulte com coisas como novas provas ou merdas dessas.
Conhecemo-nos h� muito para mentiras.
H� 11 anos.
O que � que ela fez? A tua mulher?
Quer saber a profiss�o dela?
Porque � que a mataste?
Ela ia deixar-me.
Ia trocar-me por outro.
J� foi trocada, Marcella?
Deu tudo a uma pessoa...
... mas ficou a saber que outro f�-lo melhor
e depois foi abandonada?
� desolador.
H� muitas pessoas que se separam.
Ele deixou-a.
Por outra.
- N�o � motivo para matar. - Para alguns �.
Como festejou hoje de manh�, j� agora?
- Quando te apanh�mos? - N�o.
A Juliet.
Hoje � o anivers�rio dela, n�o �?
UMA S�RIE ORIGINAL NETFLIX
- A Marcella tinha raz�o. - As v�timas originais de 2005.
Se olharem com aten��o,
a fita est� no sentido dos ponteiros do rel�gio.
Quando comparamos com as v�timas mais recentes, todas elas...
Est� no sentido oposto. Para ser franco, dev�amos ter reparado.
Chefe? Acho que j� descobri.
A cena do v�deo de sexo, da Cara Thomas?
- A amea�a com a faca. - N�s sabemos a que te referes.
�ptimo.
Extra� o c�digo ghost do programa da c�mara.
Usaram um algoritmo de oculta��o
que altera os endere�os IP de duas em duas horas.
Por isso levei tanto tempo.
Eu voltei atr�s e usei um rastreador para localiz�-lo.
- E sempre... - Parab�ns, Mark.
At� onde te levou?
� Sra. Claire Shaw.
Em Camberwell.
Sexo perverso?
Lamento, mas n�o sei a que se referem.
Eu n�o gosto dessas cenas estranhas das c�maras de sexo.
O endere�o IP indicou a sua casa.
Eu n�o sei o que � um endere�o IP.
Significa "endere�o de protocolo de Internet".
- � o n�mero usado para localizar... - Mark.
Sra. Shaw, mais algu�m tem acesso ao seu computador?
N�o, ningu�m. S� eu.
Porqu�? O que fizeram?
Algu�m tem andado a ter sexo no meu computador?
Nenhum dos funcion�rios?
- Mais ningu�m tem acesso a ele? - N�o.
Somos uma empresa muito pequena. N�o tenho nada a ver com isto.
Eu mal sei ligar um computador sem o estragar.
Por�m, consegue gerir um neg�cio atrav�s da Net?
Bem, n�o sou eu. � o meu t�cnico inform�tico.
O Matthew Neil. Eu torno a vida dele num inferno.
Como conheceu a Sra. Claire Shaw?
Claire Shaw? � minha cliente.
Que servi�os � que lhe fornece?
O site, servidor, criei-lhe o e-mail.
E atendo chamadas, v�rias vezes por m�s.
Porque querem saber? Ela fez algo?
- � um assunto da Pol�cia. - J� tinha entendido.
Mas o que � que ela fez?
V�rias vezes por m�s? O qu�? Tem tido problemas?
O que h� mais � problemas.
V�rus, malware. Cavalos de Tr�ia, spyware. � s� escolher.
Foi a "Destruidora"?
Pois �. � uma verdadeira idiota.
Se a liga��o for vulner�vel a ataques externos,
podem facilmente passar-se por ela.
Sobretudo quem queira esconder as actividades.
Seria muito f�cil usar o IP dela.
- � algo que podia fazer? - Sim.
Tamb�m eu.
Mas n�o seria bom para o neg�cio.
Pois n�o.
Obrigada.
Excita-te?
O aroma? Deixa-te de pau feito?
Ou precisas de amarrar pessoas e v�-las a morrer para isso?
A Maddy associa este perfume ao Adrian.
Mesmo que lho tenhas oferecido, s� fez com que pensasse nele.
- Quem � o Adrian? - � o jovem que tentaste substituir.
Peter. N�o �s muito bom com as mulheres, pois n�o?
� por isso que te abandonam?
E usam, como a Maddy?
- Olha quem fala. - Eu estive casada 15 anos com o Jason.
S� estiveste dois anos com a tua mulher.
Qual � o problema? �...
Tens problemas de "desempenho"?
� isso que acontece? N�o consegues levant�-lo?
Encontr�mos o local onde mataste o Adrian.
Encontr�mos o telem�vel dele procurando o local onde atendeu a �ltima chamada.
E o teu ADN estava no sangue dele.
Devias ter mantido o mesmo m�todo. Era muito menos desleixado.
Salsicha tradicional polaca.
Espero que gostem.
Andou � luta, Bendek?
- Os n�s dos dedos e... - E a toalha ensanguentada para lavar.
Sim, � verdade.
- Pe�o desculpa. - Porqu�?
Um tipo racista.
Roubou-me o dinheiro e depois ficou zangado.
Porque eu demiti-me.
Lamento.
Certo.
Est�s bem?
Sim. Levantei-me muito depressa.
Pronto. Tenho de ir para uma reuni�o.
A Joanne, o Dennis, a Jennifer.
Todas estas v�timas. H� tanto tempo.
Sabes que vais apanhar pris�o perp�tua pela morte do Adrian, n�o sabes?
E depois ser�s esquecido.
- A Maddy n�o me vai esquecer. - Vai, pois.
Ela s� estava interessada em quem pensava que tu eras.
- N�o num assassino imitador med�ocre. - Eu sou mais do que isso.
- Ai sim? - Sim.
Eu pensei que ias entrar para a hist�ria.
Eu errei em estar obcecada por ti?
Sabes, eu mantive o teu ficheiro.
De vez em quando, sentia-me fascinada e voltava a consult�-lo.
- Foi c� um desperd�cio de tempo. - Sim.
Tinha raz�o em estar obcecada.
A s�rio?
Sabe, eu entendo-a.
O que sente por ter sido tra�da.
Eu n�o sou assim.
- Nunca a trairia. - Os homens s�o todos iguais.
Uma enorme desilus�o.
Pode admirar e respeitar-me.
Respeitaria algu�m que escapou a um crime durante 11 anos.
Eu respeitaria isso.
Mas n�o foste tu.
Tu �s fraco.
�s um falhado.
Essa � que � a desilus�o.
A Joanne.
O Dennis.
A Jennifer.
Fui eu.
Eu fui o culpado.
Eu � que os matei.
D�o-me a vossa aten��o? Os homic�dios de 2005 est�o resolvidos.
Ele confessou.
Pronto. Acabou-se a festa. Ainda temos de apanhar um assassino.
Rav.
Ent�o, foi apenas em 2005.
Sim. Diz-me que temos boas not�cias.
Sem a pista do computador, o cart�o que encontr�mos n�o serve para nada.
- O trof�u da Grace. - Se existiu, ainda n�o o encontr�mos.
- Ainda temos um doido � solta. - Eu sei. Volt�mos ao in�cio.
Esta investiga��o � tua, Rav, mas isso n�o � op��o.
S� preciso do que t�m sobre o Departamento de Planeamento de Lambeth.
Andrew Barnes. Sim.
Quero que pare com os entraves �s propostas de planeamento da DTG.
Sr. Backland.
- Victoria. - Vamos entrar?
Ol�. Creio que conhece o Stuart Callaghan.
Fiz o projecto Blackthorn para a Gibson no ano passado.
� verdade.
O Stuart tem sido o nosso agente em campo.
Vamos andando?
Informa��es sobre o Departamento de Planeamento de Lambeth.
Pago-vos para me darem vantagens.
Preciso de algo sobre Andrew Barnes.
N�o h� nada contra ele. Talvez porque a mulher foi deputada.
Os outros membros do departamento s�o mais vulner�veis.
N�o quero saber dos outros.
Preciso de saber mais sobre o Barnes para al�m de que toma antidepressivos.
O senhor paga-nos para reunirmos informa��es estrat�gicas.
N�o podemos encontrar o que n�o existe.
- Isto correu bem. - Achas que sim?
Sr. Backland.
Jason.
Ou�a. Lamento sinceramente que esteja desiludido.
Esse tal Andrew Barnes. � um problema para si?
N�o apenas para a DTG, mas para mim tamb�m.
Certo.
Queria ajudar, mas � a SIA.
O que podemos ou n�o fazer tem muitas restri��es.
N�o quero saber disso. Eu pago-vos para me livrarem de problemas.
Bem, talvez possa ajud�-lo com isso.
Mas n�o oficialmente. N�o atrav�s da empresa.
Tudo bem. Fa�a-o.
Ligue-me quando o trabalho estiver feito.
Est� bem.
Creio que entendi.
Ou�a!
Ei, voc�. A senhora lembra-se de mim?
Sim.
Estive a pensar na noite sobre a qual me fez perguntas.
Certo.
Lembro-me de ter visto algu�m.
A sair de casa. Uma mulher.
- O qu�? - Ela saiu,
fez marcha-atr�s, p�s algo na mala antes de arrancar.
- Pensei que estava a dormir. - E estava.
Mas acordei.
E vi-a.
Estava a usar um casaco comprido e escuro, com o capuz para cima.
- O carro era um Audi preto. - O que quer?
Desculpe?
- O que quer? - Quero ajud�-la.
Contar-lhe o que vi.
Obrigada, Hassan.
Porque � que te atrasaste?
Contei � Pol�cia o que viste.
- Porqu�? - Para ajudar.
- Mataram l� uma mulher. - Est�s doido?
- Este � o aspecto da ajuda deles. -Mohammed, n�o fazem isso aqui.
Eu s� lhes dei a informa��o. Vamos embora.
- E se te chamarem para testemunhar? - Se quiserem, tudo bem.
� assim?
Eles vir�o atr�s de ti, de n�s os dois.
Estragaste o esquema todo.
- Vou-me embora. - Est�s a trabalhar em part-time agora?
O Yann ligou. Disse que tem uma surpresa.
Manda-lhe os meus cumprimentos.
Se for uma m� surpresa, podemos encontrar-nos mais logo.
- Lambeth. - Tu foste despedido.
Como entraste?
Posso ajudar-te a voltar a p�r o projecto em andamento.
Porque queres ajudar-me?
Isto � o Plano B, n�o duvides.
N�o consegues ficar longe, pois n�o?
Tens de estar envolvido.
Precisas de quem trate do aspecto legal. Tens at� segunda.
E como sabes disso?
A Sylvie pagava-me para estar ao corrente das coisas.
E posso ajudar-te a lidar com o Andrew Barnes.
Tiveste alguma novidade sobre a Grace?
N�o.
Achas que foi o Cullen?
Tenho a certeza que sim.
A Marcella contou-mo.
A tua mulher est� a investigar o homic�dio da minha irm�?
Posso falar com ela?
Deixa-me participar em Lambeth. Quero cr�dito pelo meu trabalho.
Tudo bem.
Vamos embora.
- Desculpa o atraso, filhota. - N�o faz mal, pai.
A m�e diz que andas sempre atrasado. Mas eu sei que tens de trabalhar.
Por�m, ainda tenho coisas para fazer.
Mas... quem quer fazer entregas?
- Eu. - E a Sra. Sniffles?
Sim. Se eu puder comer uma cenoura a seguir.
Parece-me justo. Aperta o cinto.
Jason?
- Conheces o Henry Gibson. - Ol�.
Ol�. Podemos conversar, por favor? L� em cima.
O que se passa aqui?
Ele s� quer saber o ponto de situa��o do caso.
Diz-lhe o que me contaste. Que foi o Cullen.
N�o foi.
N�o fa�o ideia quem foi.
Quando me ias contar isso?
Ligar-te a dizer quem n�o matou a tua namorada n�o � uma prioridade.
Bem, diz-lhe alguma coisa. Estou a tentar recuperar o meu emprego.
E eu quero manter o meu.
Ol�. Lamento, mas n�o sei o que ele lhe prometeu.
- � totalmente incorrecto. - Eu entendo. S� uma coisa.
Porque � que ele tirou a minha irm� de onde ela estava?
- N�o sei. - Ele n�o fez isso a nenhum dos outros.
Desculpe. Isto �... Pois.
- Obrigado. Boa sorte. - Desculpe n�o ter ajudado mais.
Vais-te embora assim?
Vou.
N�o posso voltar �quilo.
Querida Juliet. Feliz anivers�rio, filhota.
A Pol�cia voltou a falar contigo?
Deviam t�-lo feito?
Os crimes inform�ticos s�o t�o aborrecidos...
O que foi? N�o entendi.
O nosso primeiro jantar em Londres foi aqui.
E pedi-lhes que reproduzissem tudo.
A comida, o vinho para ti, a mesma mesa.
Tudo.
Lembras-te do que comemos?
Claro que sim.
- �s doido. - Anda.
Entra.
Ol�.
WATER FRONT COZINHA MEDITERR�NICA
Sete e tr�s.
O que � isso?
� o n�mero de vezes que falaste sobre o Henry
e o n�mero de vezes que falaste sobre mim ou n�s durante o jantar.
Porque estiveste a contar?
Eu empenhei-me muito nesta noite.
Sim, � verdade.
Para qu� destru�-la?
Tu est�s sempre a falar nele.
� verdade. Ele � o meu melhor amigo e est� a atravessar uma fase dif�cil.
Tal como n�s.
Eu abandonei tudo.
A minha filha,
o meu trabalho, tudo, para estar aqui contigo.
N�o para estar contigo e com o Henry.
O que est�s a fazer?
- Vou divertir-me. - N�o fa�as isto. Matthew.
Ei! Hassan! Est�s a dormir?
Marcella!
Pensei que vinhas de carro.
- Estive num Premier Lodge. - A mulher expulsou-te de casa?
Que gracinha.
O amigo hacker do Mark extraiu informa��o
do cart�o que encontr�mos no jardim do velhote.
- � de um Premier Lodge? - Sim.
E ret�m informa��o at� voltar a ser reprogramado.
Tenho o nome da �ltima pessoa que o usou.
Sente-se direito.
Bendek Krol?
Sim.
Tamanho 44?
- Desculpe? - Cal�a o n�mero 44?
- Cal�o o n�mero 43. - � quanto? Nove no Reino Unido?
Trinta e sete... Por isso, sim, nove.
O que estou a fazer aqui?
Antes de morar com os Callaghans, onde esteve a viver?
Com amigos.
E depois num hotel barato.
O que fez � chave do seu quarto de hotel?
Acho que a deixei dentro de uma ta�a em cima do balc�o.
- Porqu�? - N�o a levou consigo?
Foi o que eu acabei de dizer.
- Deixei dentro de uma ta�a no balc�o. - N�o.
Disse que achava ter deixado dentro de uma ta�a no balc�o.
Bem... deixei.
Pode dizer-me o que fez nestes dias?
N�o posso.
Eu n�o tenho um di�rio.
E estas fotografias?
Reconhece alguma...? Alguma destas pessoas?
Eles est�o mortos.
Eu reconhe�o-os dos jornais.
A senhoria n�o lhe deu um �libi
para a tentativa de homic�dio do Walter Davies.
- E esteve envolvido numa luta. - Com quem?
Com um patr�o, mas ela n�o sabe quem nem quando.
Descobre. V� se pelo menos conseguimos acus�-lo de danos corporais.
- Muito bem. - Porque acha que est� aqui?
Foram encontradas pegadas tamanho 43 numa tentativa de homic�dio,
al�m da sua chave de hotel.
A sua chegada ao Reino Unido coincide com cinco homic�dios distintos.
N�o quer fazer um esfor�o maior para se lembrar?
Est�s atrasado.
Entra. Ela est� a dormir a sesta. Queres um ch�?
Foi a tua filha que as fez.
A May estava um pouco preocupada hoje.
Deve ter ouvido algo em casa da m�e.
O que foi que ela disse?
Que a m�e ia proibi-la de ver o pai.
Ouve, Ronnie. Posso emprestar-te dinheiro para fazeres os pagamentos.
Obrigado, mas tu j� est�s a tomar conta dela de gra�a.
Isso seria outra d�vida.
Mas eu n�o vou afastar a May de ti, se n�o me pagares.
Tenho de ser eu a tratar disto.
Mas obrigado.
O que aconteceu?
Uma testemunha viu-o estacionado aqui na noite passada.
Ainda aqui estava de manh�, por isso ele veio ver. O condutor foi alvejado.
- O Hassan El-Sayed? - Sim.
- Por isso � que nos chamaram. - Disseste que ele n�o viu nada.
E n�o viu.
Ele estava � porta da Gibson na noite em que ela morreu e agora est� morto?
N�o achas que � uma coincid�ncia?
N�o, n�o acho.
Ele est� morto.
Encontrei-o morto.
N�o sei.
Ele foi falar com a Pol�cia e agora est� morto.
Vou descobrir quem fez isto.
Estou a escolher uma fotografia para o funeral.
Tens uma favorita?
N�o.
Acho que devias ser tu a escolh�-la.
Stephen.
Resolvemos a situa��o em Lambeth.
O espa�o verde, a sustentabilidade e a acessibilidade.
E ainda vamos conseguir um bom lucro.
- Tu e o Jason? - Eu e o Jason.
N�o teria conseguido sem ele.
Continua dentro do prazo e n�o h� motivos para o Andrew Barnes nem outros
exclu�rem-nos de projectos futuros.
Isto � maravilhoso.
Suficientemente maravilhoso?
Ent�o, vou-me embora.
Obrigado.
At� amanh�.
Voltaste a trazer o Jason Backland.
- Quem diria? - Ele ofereceu os seus servi�os.
Mas eu usei-o.
Voc� � que o reintegrou.
Falem-me sobre o Krol.
N�o se lembra do paradeiro durante nenhum dos homic�dios.
O Premier Lodge vai enviar as imagens de videovigil�ncia da recep��o
de quando o cart�o foi usado pela �ltima vez.
Eu investiguei o taxista assassinado.
N�o �s bom com nomes, pois n�o, Mark?
Sou pois, mas quando digo um nome como Hassan El-Sayed,
perguntam-me: "Quem � esse?"
E depois tenho de explicar que � o taxista morto.
- S� estou a poupar tempo. - Ent�o e o taxista?
Certo. O Hassan El-Sayed.
Nasceu em Marrocos em 1986.
Veio para o Reino Unido em 2004.
Obteve a cidadania brit�nica em 2009.
Trabalha nos T�xis Canalside, como sabemos.
Tamb�m foi contratado por outra empresa, os T�xis da Esta��o de Camden.
- Ent�o, ele era ambicioso. - Foi o que eu pensei.
E depois investiguei a fam�lia dele. O irm�o, Mohammed El-Sayed,
veio para o Reino Unido h� um ano com um visto tur�stico,
que expirou h� quatro meses.
E n�o h� registo de ele ter abandonado o pa�s.
Por volta da mesma altura
que o Hassan aceita o emprego na segunda empresa de t�xis.
Por isso, verifiquei a noite em que sab�amos que ele estava a trabalhar,
a noite em que ele esteve � porta da Grace Gibson.
Levou um t�xi de ambas as empresas.
Ent�o, temos dois condutores. Um deles tinha carta.
O irm�o dele estava a conduzir o outro.
O que explica porque n�o viu nada em casa da Grace Gibson.
- N�o estava l�. - H� uma potencial testemunha.
Ele est� aqui ilegalmente, por isso n�o vir� de livre vontade.
Vamos encontr�-lo. Pode ter visto o nosso assassino.
- Est� muito frio, n�o est�? - � verdade.
�s t�o linda.
Boa. Eu quero um pouco disto.
O que queres dizer?
Obrigado, amor.
Obrigado. Eu vou voltar a entrar, est� bem?
Tem cuidado com isso.
Desculpe. O que tem a�?
Venha. � melhor acompanhar-me.
- Deixe-me em paz. - Vamos.
Quando a conta est� paga, n�o � necess�rio esperar na fila.
S� temos de deixar o cart�o na ta�a.
Certo... agora.
Confirma o que ele disse, o Bendek Krol deixa l� a chave.
Mas, olha, segundos depois...
- Este tipo tira a chave da ta�a. - H� outro �ngulo?
Ali.
Olha para cima.
- Olha para cima. Tenho de ver a cara. - Ele sabe onde est�o as c�maras.
Ele � o nosso suspeito, que deixou cair o cart�o em casa do Walter Davies.
- Pois. - Merda!
Lembras-te da Lea Coombes?
A colega de casa da Cara.
A colega de casa da Cara. Ela est� aqui.
A Cara ofereceu-lhe isto?
N�o percebi que era roubado. Pensei que era um presente normal.
Que ela tinha escolhido e pagado, como uma pessoa comum.
Sabe se ela roubou algo a algu�m por volta dessa altura?
Sim. Um rel�gio, uns brincos...
... e creio que uma pulseira.
Disse que a pessoa a quem ela roubou era perigosa.
Muito obrigada, Lea. Pode ir-se embora.
Obrigada. E tenha cuidado consigo.
Os trof�us da loja de penhores.
Sim. Ent�o...
A Cara dorme com um assassino, rouba um colar e � morta por causa disso.
Isto se o colar era da Grace.
Ela tinha coca�na no sangue quando morreu.
Se provarmos que era da Grace, ela deve ter sido morta pelo nosso assassino.
Achas que era dela?
Se eu tiver sorte.
IMAGENS DE GRACE GIBSON
Por favor.
Por favor, meu Deus.
N�o fui eu.
Meu Deus.
Meu Deus. N�o fui eu.
TRABALHO? 1 HORA MAX ���
Dorme bem, filhota.
JASON BACKLAND ASSUNTOS JUR�DICOS
Fala Jason Backland.
- Jason. - Ol�, Stuart. O que se passa?
Eu livrei-me do seu problema de Lambeth.
O Andrew Barnes.
Eu falei com a DTG hoje. Est� resolvido.
O que quis dizer com "livrei-me"?
- Aquilo que me pediu que fizesse. - Stuart, o que...?
Foda-se.
May?
May! Filhota?
May.
May!
May!
May!
May?
May!
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