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- Art Subs - 11 anos fazendo Arte para voc�!
Legenda - gustavohdh -
Legenda - Frederic -
Revis�o - Frederic -
ANTES DA GEADA
Pronto...
Ficamos com ela por 20 Coroas.
- Kr.35. - Kr.20.
E prometemos ser discretos quanto a suas condi��es.
O nome dela � Marie.
Boa sorte com a colheita, companheiro Jens.
Para voc�s tamb�m.
Em nome de Jesus sentamos � mesa,
para comer e beber conforme Sua palavra.
Deus, em sua gl�ria, aben�oa-nos
com esta comida, em nome de Jesus.
- Am�m. - Am�m.
N�o d� para se satisfazer com isto.
S�o s� cascas.
Foi o que consegui com o dinheiro.
As galinhas n�o est�o pondo.
E temos que economizar para o leite.
Por que vendemos a Marie?
N�o temos comida para tr�s vacas.
Foi melhor vend�-la,
para ela n�o morrer de fome.
Compraremos uma nova vaca quando vendermos a colheita.
Vamos abrir. Peder! Vamos abrir!
Vamos l�!
Ent�o n�o deve chover!
N�o vai...
Mads, ali.
Venha...
Vizinho... a paz de Cristo.
A paz de Cristo...
Precisa ficar no fundo alguma vez.
Estes s�o nossos lugares.
Kristiansen sentou na frente, deve ir para o fundo tamb�m.
N�s temos mais terras do que eles.
Mas eles t�m mais cabe�as que voc�.
Voc� agora s� tem duas.
Vamos, Jens. S� temos esse lugar.
Venha, Jens. Damos espa�o para voc�s aqui.
- Vamos, Jens. - Estamos indo para tr�s.
Por favor...
� a Dorte Kristiansen, filha do ferreiro.
Ela est� noiva do Vesterg�rd, ent�o melhorou de vida.
Imagine como as crian�as parecer�o.
Sejam todos bem-vindos.
Espero que tenham feno no celeiro.
Pedimos por telhados secos e boa farinha. Oremos.
Pai Nosso que estais no c�u,
santificado seja o Vosso nome, venha a n�s o Vosso reino
seja feita a Vossa vontade, assim na terra como no c�u.
O p�o nosso de cada dia nos dai hoje,
perdoai as nossas ofensas,
assim como n�s perdoamos a quem nos tem ofendido,
e n�o nos deixeis cair em tenta��o,
mas livrai-nos do mal.
Pois Teu � o reino, o poder e a gl�ria para sempre,
am�m.
Agora gostaria de pedir a todas as fam�lias
que contribu�ssem para ajudar os necessitados.
Obrigado.
A paz de Cristo.
A paz de Cristo.
A paz de Cristo.
Levantem-se, Todas as criaturas de Deus,
E em Sua gl�ria Cantai louvores
Sua menor cria��o � grandiosa
E d� testemunho De seu poder
Algu�m aqui se chama Jens Moseg�rd?
- Os feixes est�o saindo, Jens? - Sim.
Meu cereal precisa ouvir tr�s badaladas do sino.
O meu est� no telhado h� tr�s semanas.
Voc� � Jens Moseg�rd?
Sou eu.
Precisamos conversar.
Me chamo Holger. Este � Gustav Wollter.
Gustav quer comprar suas terras.
Tudo?
N�o. Apenas este pequeno peda�o entre N�rremosen e Nyholm.
� o pasto para as vacas.
Tem mais lama do que pasto.
Quanto custaria esse lamaceiro?
Ele n�o est� a venda.
Poder� comprar cal�as novas para o Domingo.
Ou um bom chap�u.
Pense nisso.
- Ele vai te comprar? - N�o!
Malditos suecos. S� v�m � igreja para fazer neg�cios.
Ele aconselhou Nyholm a queimar o mercado
e receber um �timo seguro.
Vou pegar esse!
Mads, pegue os menores!
Aqui, tio.
R�pido.
Peder, temos que ir.
Temos que ir agora!
Vamos!
Teremos sementes para o ano que vem?
J� deve ter secado.
Ou teremos que vender o pasto.
N�o vamos vender nada.
Estava t�o bom se cutucada no pesco�o,
que n�o prestou aten��o no que aconteceu na igreja?
Acabamos na fila em frente aos beberr�es e serventes.
Se vendermos mais, aonde vamos parar?
N�s somos propriet�rios!
Lembre-se disso.
- Boa noite. - Boa noite, Signe.
O que foi?
Estou com frio.
Venha.
V� fazer a ordenha.
V� fazer a ordenha!
- Bom dia, vizinho. - Bom dia.
Ole trouxe um presente.
Aqui est�. � queijo.
N�o foi feito com sobras de leite.
Ordenhei um balde s� para isso.
E tamb�m trouxemos uma de nossas vacas,
da qual podem fazer bom proveito.
Ole nunca ficou doente. E tem todos os dentes.
Signe pediu para voc� vir?
Ole veio por conta pr�pria.
Ele pode falar por si.
Voc� fica com alguma parte da fazenda?
Laurits � o mais velho, ent�o...
- Signe s� recebe este queijo? - Voc�s ficam com a Karen.
Mas sem dote?
Ole tem m�os muito h�beis.
Sim, mas enfim...
se trata de dinheiro. Voc� sabe disso.
Dinheiro n�o � o �nico caminho para a felicidade conjugal.
Ele provavelmente tem direito a parte da fazenda.
N�o vai ajudar seu irm�o?
S� posso manter o pelo do meu nariz.
Ent�o Signe n�o ter� a Ole.
Eles s�o felizes juntos.
Isso n�o ser� suficiente.
Vamos dividir um pouco o trabalho.
Duas fam�lias juntas, Jens.
Da� pode poupar um pouco os meninos.
Os filhos da minha irm� n�o v�o a lugar algum.
Voc� n�o tem comida nem trabalho para eles.
O que voc� tem com isso?
Jens,
a colheita de todos foi encharcada.
O inverno ser� duro para todos n�s.
E quanto ao ano que vem?
Ano que vem minha fam�lia estar� aqui.
Minha fam�lia inteira.
Signe n�o ficar� com o Ole s� por conta da colheita molhada.
E demos espa�o para voc�s na igreja.
Essa � a resposta...
Ole.
- Ole! - Fique com o queijo.
Cumprimente Ingolf.
Signe!
Voc� quer se casar?
O que eu fa�o com isto?
Vamos encontrar algu�m melhor. N�o fique com Ole na igreja.
Est� apaixonada por ele?
- Est�? - N�o.
- Brotou? - Sim.
Quanto?
Pelo menos metade.
Ficaremos sem comida antes do ano novo.
Em nome de Jesus sentamos � mesa,
para comer e beber conforme Sua palavra.
Deus, em sua gl�ria, aben�oa-nos
com esta comida, em nome de Jesus.
- Am�m. - Am�m.
Precisa ser antes do natal.
E se n�o tiver Peder, algu�m deve ajudar a debulhar.
Ano que vem serei pensionista.
Todo m�s 30 ovos, tr�s canecas de cerveja,
condu��o para a igreja, lugar quente para cagar...
Os mesmos termos do seu pai.
N�o podemos dar isso.
� o �nico jeito. Ou ent�o Signe ser� de outro.
- H� outros interessados. - N�o sobreviveremos separados.
Posso concordar com metade.
N�o.
Sei porque voc� mudou de ideia.
- Sua colheita fracassou. - Besteira.
Vou conseguir um bom acordo, Jens.
Ningu�m vai passar fome.
Voc� fica com metade da pens�o do pai.
Tr�s quartos.
Dois ter�os.
Pela boa vizinhan�a.
Chegaram a um acordo?
� a vaca do Ole. Voc�s chegaram em um acordo!
- Qual � o nome dela? - � Karen.
- V� para dentro com as outras. - Tem comida para ela?
Sim! Com a ajuda de Laurits e Ole.
Eu vou casar.
Voc� e Peder ser�o minhas madrinhas.
- Est� brincando! - N�o estou, n�o!
- N�o! - Sim, vais usar vestido, Mads!
Perguntei a Kristine se posso pegar seu vestido emprestado.
Ela j� emprestou para a Ester Karlsen.
Faremos logo depois do abate,
para que todos tenham carne de porco para presentear.
E ap�s o casamento?
Ter� espa�o para todos n�s?
Os dois ter�o que sair e trabalhar a partir do ano novo.
Est� nos mandando embora?
N�o posso fazer mais nada.
"Em nome de Jesus sentamos � mesa..."
Temos que ajud�-los.
Eles acabar�o nas fazendas assistenciais.
Podemos dar boas recomenda��es e algum dinheiro.
Eles podem se ajeitar.
Vou encontrar uma boa solu��o.
Concentre-se no casamento.
Tenho algo para voc�.
- � da mam�e? - Sim.
- Posso experimentar? - Sim.
Passo, passo...
Passo, passo, e agora...
Passo, passo... Agora de novo.
Minha nossa! Isso foi muito bom.
E um, e dois e tr�s.
E um... Sou eu quem comanda. Vou ajeitar a fita.
� um pouco dif�cil para mim.
A m�e te amava de verdade?
Eu era mais apaixonado por ela.
Eu tinha a fazenda, afinal.
Pronto...
Jens. Precisam de voc� no Nyholm.
O celeiro � aqui.
Est� quente.
- Ela est� de quanto tempo? - Nove meses.
Ent�o o bezerro pode sobreviver, se agirmos r�pido.
O cora��o est� fraco.
16 Coroas. 20, se ambos sobreviverem.
S� conseguir� 12.
Signe, venha. Vamos embora.
Tudo bem.
Pode ficar com 20.
- Vamos come�ar? - Segurem pessoal!
Segurem-na!
- Qual o nome dela? - Nenhum. � uma vaca.
- Vou ficar aqui. - Mantenha ela de p�.
- Segurem, diabos! - Est� indo para o lado errado.
Signe, fique de olho no cora��o.
- Segure, Karl-Oskar! - Saia!
Est� virado.
- Precisamos que ele saia agora. - Mantenha ela calma.
Fa�a o que ele disser.
- Isso... - Segurem firme!
Mantenha-a calma!
O cora��o est� falhando. Temos que tirar agora!
- Peguei uma pata. - Tire agora, Jens!
Segurem-na!
- Mal consigo sentir o cora��o. - Segurem!
Est� saindo.
Est� vivo?
Est� vivo?
- Preciso de ajuda. - Pegue.
Coloque aqui em cima.
Isso. Deixe-o aqui.
Por que n�o diz alguma coisa?
Sim, vamos.
S�o 20 Coroas.
- Ele sobreviveu? - Sim.
- E quanto a vaca? - Est� bem.
Pegue o dinheiro l� dentro com o Gustav.
Venha.
Fique com o bezerro. Levante-o.
- Muito obrigado, senhora. - Ela n�o � senhora.
- Pensei que... - Sou vi�vo.
- Desculpe. - J� faz muito tempo.
Agora sou s� eu e minha velha m�e. Obrigado pela ajuda.
O acordo eram 20 Coroas.
� suficiente.
Pensou na proposta, Jens?
Sim. Obrigado, mas a resposta ainda � a mesma.
- N�o � um homem de neg�cios. - Como?
Disse que n�o � um homem de neg�cios.
- Prove o caf�. - Sim.
Tem a��car nele.
- Delicioso, n�o? - Sim.
A��car de beterraba.
O "ouro branco", como os alem�es a chamam.
Voc� viveu em bons tempos, Jens.
Os pre�os dos gr�os eram bons,
mas os americanos est�o operando mais por aqui agora.
Os pre�os cair�o, muitos fazendeiros ir�o sucumbir.
Essa porcaria � o futuro.
A beterraba � o futuro.
Ent�o s� preciso investir em beterraba e enriquecer.
Nunca conseguir� tantos homens, Jens.
Seria s�bio aceitar a proposta do Gustav.
Ele pode conseguir as terras.
S� precisa assumir tudo.
O que quer dizer?
Ele s� precisa tomar conta de tudo.
A fazenda, toda a terra, vacas, o garoto do celeiro, serventes,
eu como pensionista, e minha filha.
Quer que eu case com a sua filha?
Ela � a herdeira e cuidou da fazenda nos dois �ltimos anos.
N�o encontrar� uma governanta melhor.
Afinal, voc� � um homem de neg�cios.
Mas eu n�o compro nenhuma terra sem ver.
Ele deve se apressar,
se quiser arar antes que a geada caia.
Estaremos l� amanh�.
Ent�o deixarei os documentos prontos.
Leve isto com voc�.
� a��car.
- Aqui. Mads. - Sim.
O que est� acontecendo?
V� se lavar e vista sua roupa de Domingo.
- Agora? - Sim, agora!
Signe, posso ver suas m�os?
Esfregue-as direito. E d� aten��o ao pesco�o.
N�o amarre muito apertado. Vai parecer muito magra.
Tio, eles est�o chegando.
- Bom dia. - Vamos come�ar com as terras.
Sim, ela est� como �.
Molhada e argilosa.
Mas um dos maiores terrenos por aqui.
Pelo menos � um dos maiores p�ntanos.
Sim...
O que tem, al�m do p�ntano?
Tenho quatro barris de gr�os aqui.
Tamb�m tenho centeio e aveia, cinco barris e meio.
Al�m do p�ntano e do pasto.
N�o � muito.
� o suficiente para sobreviver.
Com muita dificulade.
- Holger. - Vamos entrar.
Cuidado com a cabe�a.
- S� tem uma lareira? - Sim...
Mas � seca e aquece bem o inverno inteiro.
Todos os documentos est�o em ordem.
Sem d�vidas, e o seguro est� pago.
Obrigado. J� vimos o suficiente.
Voc�s ainda n�o a viram.
Signe, venha r�pido! Venha.
Meu senhor.
Ela n�o pode muito com esses bra�os finos.
Os dentes, mostre.
Obrigado, j� basta.
Desculpe.
- Obrigado pela hospitalidade. - O que ele disse?
Obrigado pela hospitalidade.
N�o aceitaremos a sua proposta. Fique com Deus.
Esperem...
Sua fazenda est� podre.
O seguro...
O seguro � de 1.200 Coroas.
Ele pode ter o dinheiro, se aceitar Signe.
Tudo deve sumir.
Podemos resolver isso.
Que acordo foi esse?
- Voc� ter� que se casar. - O qu�?
- E quanto ao Ole? - Esque�a o Ole.
Gustav pode manter Mads e Peder. O Ole n�o.
Voc� fez um acordo com o Laurits.
Sim, n�o se preocupe com isso.
Pense nos seus primos.
Voc� mesmo disse que dev�amos ajud�-los.
Vai ser melhor agora. Para todos n�s.
Sabe o que precisam fazer? Provar isso aqui.
Vamos, Mads. � s� enfiar o seu dedo.
- O que �? - Enfie o dedo.
Prove.
� a��car?
Posso provar mais um pouco?
Jens, livre-se dessa touca.
Agora � um homem de chap�u.
Fa�a-os acreditarem.
Venha. Vamos cumprimentar os grandes fazendeiros.
Deixe-me apresentar Jens Moseg�rd.
Jens!
Jens! Que diabos est� fazendo?
Apertamos as m�os. Ent�o fez meu irm�o virar piada.
Ele fez isso sozinho.
Um acordo � um acordo, seu porco!
Parem! Em nome de Deus, o que est� acontecendo aqui?
- Ele est� me atacando. - Diga a eles o porqu�.
De qualquer forma, viol�ncia na casa de Deus � inaceit�vel.
Laurits, ser� bem-vindo Domingo que vem. N�o neste.
- Mas... - Domingo que vem!
At� mais.
Ole, fique com o pai.
- V� para o inferno, Jens! - Desculpe, Jens!
Ele n�o participar� hoje.
Deixe as portas abertas. Dentro est� quente e aconchegante.
E a palavra de Deus ecoa docemente nos ouvidos. Venham!
Existem mais pretendentes com quem deva me preocupar?
N�o. N�o mesmo. Foi s� uma briga de vizinhos.
Bem-vindo, Jens.
Bem-vindo, Jens.
Bem-vindo.
Sejam todos bem-vindos.
Cantemos agora o Salmo 19.
Levantem-se, Todas as criaturas de Deus,
E em Sua gl�ria Cantai louvores
Sua menor cria��o � grandiosa
E d� testemunho De seu poder
Todos os reis Avan�am em fila
Em seu poder e grandeza
N�o alcan�am em assentar A menor folha
Em uma urtiga
Hald! Mantenha o var�o longe do corpo.
D� uma olhada.
O importante � fazer uma queda tripla ao longo de 180 metros.
Cada marca � 0,6 metros. Consegue ver?
V�o drenar todo o p�ntano?
Vamos nadar em beterrabas.
O solo � cheio de nutrientes.
Est�o arando a estrada...
Aramos de ponta a ponta. E um pouco mais.
Sempre existiu uma estrada ali.
Ei! Tem que ir mais r�pido!
Entendeu? Precisa ser mais forte!
Suecos de merda! Me d� isso aqui!
- Vamos l�! Saia da�! - Ele fica no turno da noite.
Quando vir algu�m devagar, atire a p� longe.
- Eu? - Voc� ainda n�o � pensionista.
Voc�s est�o loucos? Est�o arando a estrada!
Est�o na minha terra!
Precisamos da estrada.
Fa�a uma na sua terra.
N�o pode fazer isso.
Vendeu a alma para aquele maldito sueco?
V� para a casa, Lau.
O sacrist�o saber� disso.
Que o diabo te carregue!
Que carregue voc�, Laurits!
- Veja seu olho castanho! - Ter�o not�cias nossas!
Sabe qual � a melhor parte disso tudo?
A �gua vai para o Laurits.
Ter� uma surpresa molhada e a terra dele ser� barata.
Ter�o toda a par�quia no pesco�o.
Jens, voc� entende de vacas, e n�s de terras.
Precisa deixar 20 m� de palha seca aqui.
20 em cima e 20 no celeiro.
Nada daquela merda molhada. Tenho que voltar para a festa.
E quanto ao Mads?
Ele costuma cuidar dos animais quando vamos a alguma festa.
Ele precisa ir tamb�m.
N�o pode perder o noivado da prima.
Amarre as vacas de leve, para que possam se soltar.
Passa!
- Vamos, saiam! - Mads, leve-as para l�.
Quando voc� tira toda a �gua de um p�ntano,
a terra que est� embaixo d'�gua � o melhor solo que existe.
� o que o Gustav quer.
Ent�o n�s quatro jamais passaremos fome outra vez.
- Vou ter uma cama? - Ter� seu pr�prio quarto.
- N�o conhe�o ningu�m que tenha. - Tem no Nyholm.
Mas s� se comer direito. Deve ter garfo e faca. Veja.
Voc� pega o garfo. Aqui tem a faca...
Aqui temos uma deliciosa borda de gordura.
Ent�o voc� finca o garfo na carne, perto da borda.
- E corta a borda fora. - Assim?
- Isso! Est� muito bom. - N�o vou me adaptar a isso.
� material fino, n�o? Imagino o quanto custou...
Bom dia, senhorita. Meus parab�ns.
Um brandy, Jens.
- N�o, acho que... - Beba, Jens.
N�o � todo dia que sua filha fica noiva.
Posso experimentar?
Quer vir comigo, Mads? Venha. Pode sentar na frente.
Aqui vamos n�s.
Na primeira noite juntos N�s beijamos e esfregamos
Na outra noite juntos Beliscamos e cochilamos
Pois n�o prego o olho na casa da velha
Sa�de!
- Oi, Mads. - Tem mais p�o?
- Tome um gole. Voc� pode. - N�o! Mads, fora!
Ele n�o pode...
Obrigado pela apresenta��o. Obrigado pela presen�a de todos.
Gostaria de discursar em dinamarqu�s.
E agora minha m�e lamentar� por n�o ensinar direito sua l�ngua.
Quando resolvi viajar para a terra natal de minha m�e,
n�o imaginava que encontraria uma nova esposa por aqui.
Ent�o sou muito grato por isso.
Signe, seria um prazer enorme se pudesse...
conhec�-la melhor.
Ent�o...
vamos brindar de uma vez � minha linda noiva?
Signe...
Levante-se!
Vida longa � Signe...
Sa�de!
Entre a�. Isso precisa ser arrumado.
Sim. O que �?
� preciso arrumar, colocar uma cama. Precisa varrer...
E seu ba� deve ficar por ali.
Meu?
E ent�o ter� seu quarto.
- Meu? - Sim!
- S� meu? - Isso.
Quem vai morar na nossa casa?
Os suecos...
- Posso dormir aqui hoje? - Nem tem cama.
Resolveremos isso amanh�.
- Obrigado. - Tudo bem...
Est� bem. Venha.
Vamos, fora.
Vamos, Ole!
Vamos l�, Ole!
Vamos l�, Ole!
Isso, Ole! Isso!
Vamos, seu merdinha!
Isso...!
- Vamos dan�ar. - N�o.
- Vamos... Signe! - N�o quero. Para!
Fogo! A fazenda Moseg�rd est� em chamas!
Fogo! Fogo!
Vamos, vamos!
Vamos!
Vamos, rapazes!
A� est� voc�! Minha queridinha...
Papai!
- Papai! - Aqui!
Mads!
Pode pegar um cobertor? Algo para ele deitar.
Mads? Mads, Mads...
Estou bem aqui.
Mexa-se!
O que diabos ele fazia aqui?
- Onde eu vou... - O sal�o est� pronto.
Obrigada.
Bom Deus, aben�oe esta refei��o, em nome de Jesus.
- Am�m. - Obrigada.
- O que a mam�e quer? - Um pouco de salsicha.
Obrigada, meu amor.
Coma. Coma, menina.
Mesmo de luto, devemos comer.
Signe, coma alguma coisa.
Signe!
Olhe para ela. Veja que fraquinha.
- N�o sobreviver� ao inverno. - Mam�e...
Quer alguma outra coisa?
Sr. Jens, precisa vir r�pido!
- Peder, solte isso! - Cuidado!
- Admita! - Peder!
N�o chegue perto! Esse porco precisa admitir o que fez!
- Eu n�o fiz nada. - Admita!
Segure ele!
- Peder, escute. - Assassino! Pegue o assassino!
N�o h� nenhum assassino, escute, diabos!
N�o foi assassinato! Foi um acidente!
Ole e Laurits estavam na festa a noite toda.
Voc� n�o sabe disso porque estava b�bado.
Voc� dormiu!
- Eu pensei... - Sim, pensou. J� chega.
Foi um acidente.
Vamos para casa. Vamos.
Pronto.
Vamos, de p�.
Isso... Vamos l�.
Venha.
Fui eu quem mandou Mads para a fazenda.
Ele estava b�bado e dormiu no quarto novo.
Eu disse para ele ir para casa.
A culpa foi minha.
N�o � culpa de ningu�m.
Encontre roupas secas para ele.
Coloque-o no quarto e d� algum brandy. Cuide para que fique l�.
Vamos arrumar roupas para voc�.
- O que faz aqui? - Posso dormir aqui?
N�o, n�o pode. Deve dormir com Gustav.
- Signe? - N�o quero entrar l�.
N�o pode ficar aqui. Ele est� te procurando.
- Deve dormir com seu noivo. - N�o quero.
- Voc� precisa. - Talvez mam�e o amasse.
Mas eu nunca amarei nenhum sueco nojento!
Se n�o se casar, n�o teremos nada!
Agora v� com Gustav!
Est� tudo em ordem?
Pode dormir com as meninas no quarto hoje, se quiser.
Certo.
Vou pedir que preparem tudo para voc�.
Na minha casa n�o batemos em mulheres.
Perd�o!
Oh V�rmland, terra bela E gloriosa
A coroa dentre As terras da Su�cia
E mesmo chegando eu � Terra Prometida
� V�rmland Ainda ei de retornar
Sim, l� eu quero viver
Sim, l� eu quero morrer
Em V�rmland devo tomar Uma esposa
E sei que jamais Me arrependerei
Jens. O sacrist�o est� aqui.
- Bom dia, Jens. - Bom dia, sacrist�o.
Meus p�sames.
Obrigado.
Por que acha que sua fazenda pegou fogo?
Ningu�m sabe de nada.
- Acha que foi criminoso? - N�o. Quem faria isso?
O boato se espalhou. Laurits o atacou na frente da igreja.
Achou que o irm�o casaria com Signe. Talvez seja vingan�a.
N�o, ele � um bom vizinho. Isso � inimagin�vel.
Jens, a dor que est� sentindo deve ser insuport�vel.
Ap�s encontrar Mads... morto.
1.200 Coroas n�o curam feridas,
mas podem dar in�cio a algo novo.
As portas de Deus estar�o sempre abertas.
Deus o aben�oe.
Deus o aben�oe, Jens.
Muito bem, Jens.
Este. E este tamb�m...
V� buscar. Vamos!
S�nderg�rd deu alguma coisa para o casamento?
- Disse que a colheita foi mal. - Disse s� para escapar.
Acho que pode p�r ali.
E isso? Acho que seu irm�o parece meio rouco!
- N�o quer comprar? - O que quer com isso?
Estou juntando dinheiro para ir para a Am�rica.
Quer fazer alguma oferta?
- 6 Coroas. - 6?
Custa 14, no mercado.
Ent�o v� ao mercado. J� fizemos o abate do ano.
Gostaria de 12, no m�nimo.
Eu posso dar 6. Ainda ter� que engordar, Ole.
- 8... - S� posso dar 6.
Josefine?
- Sim? - Pode pegar o porco?
Sim, senhor Jens.
Venha.
Gostaria de pedir um favor ao Sr. Jens.
- Ele poderia dar isto � Signe? - Sim, posso fazer isso.
Bom dia, Ole.
Tenho algo para voc�.
O que �?
Eu mesmo talhei.
Ole est� indo para a Am�rica.
- Vai nos deixar? - Parece que � m�tuo.
Pode ficar... N�o bato mais roupas.
Fa�a uma boa viagem.
Ole...
Aqui tem um extra, para a Am�rica.
- Quem �? - Jens...
J� vou!
- Voc� est� b�bado? - Veja o que encontrei.
O que � isto?
Estava no espa�o da Kirsten, no curral.
Voc� esteve na fazenda?
Nunca tivemos uma l�mpada a �leo.
Esta l�mpada � desta fazenda. N�o foi um acidente.
Falou sobre isso com algu�m?
N�o...
Acho que temos que falar com o sacrist�o.
Mas agora precisamos dormir.
- Sim... - Boa noite, meu garoto.
Est�o muito juntas. Temos que tir�-las.
Vamos...
Sim, voc� est� chateada. Eu entendo.
- E est� molhada. - Sempre ordenhamos no curral.
- Tem muitas vacas aqui. - V� buscar a senhora.
- Como n�o viram isto? - N�o sei.
S�o seres vivos tamb�m!
O que houve? Estava praticando com Agnes.
- Praticando o qu�? - Piano.
Elas est�o apertadas. Est�o feridas. Veja.
- Os suecos cuidar�o disso. - N�o, eles n�o entendem disso.
- Tenho que voltar com a Agnes. - N�o, isto � mais importante!
- S�o muitas vacas. - As outras n�o est�o feridas.
- Maren � fraca. - N�o!
- O que aconteceu? - Ele levou a vaca para fora.
N�s sempre ordenhamos no curral.
Elas n�o podem trabalhar por sua causa.
Maren deve morrer por isso?
Tragam de volta. Agora!
Elas riem de voc� e de mim tamb�m.
- Diabos! - Assassino!
- O que est� havendo? - Ele mordeu minha orelha.
Ele riu quando eu disse que encontrei a l�mpada.
A l�mpada � dele, Jens.
- Seu maldito assassino! - Me solta, diabos!
Holger!
- O que est� havendo aqui? - Ele me atacou.
- Acalme-se. - Mostre a l�mpada.
- Que tipo de l�mpada �? - A �leo, Signe!
Encontrei na fazenda.
� verdade?
N�o sei do que ele est� falando. Peder tem estado fora de si.
Talvez tenha imaginado coisas.
Ele n�o pode ficar aqui. Tirem-no.
- O que est� havendo? - Saia daqui!
Tio! Voc� n�o se importa agora que tem tudo o que quer?
Tenha vergonha! Signe!
Signe!
Ent�o, pregui�osos. De volta aos buracos.
Vamos com isso, diabos!
Vamos l�! Um, dois, um, dois!
- Bravo! - �timo, minha menina.
- Lindo. - Temos praticado muito.
Sim, voc� tem tempo.
Jens, gostaria de lhe mostrar uma coisa.
Aqui tem uma moeda.
Agora preste aten��o.
- Est� vendo a moeda aqui? - N�o.
- E agora? - N�o.
E agora?
Devia ver sua cara. Voc� estava p�lido.
- N�o ria �s minhas custas! - Acalme-se, Jens.
- N�o se meta, sueco! - Esta � minha casa. Sente-se!
- Quero agradecer pela noite. - Deixe-me ajud�-la, mam�e.
N�o. Jens me acompanhar� at� o quarto.
Boa noite, minha menina. Voc�s s�o �timos.
Boa noite, meu filho.
Gostaria de sua ajuda com as botas.
Jens. Acho que temos uma coisa em comum.
N�s far�amos qualquer coisa por nossos filhos.
Mas h� um rato no caminho da felicidade de nossos filhos.
Um rato grande, que bebe e fala muito.
E que mordeu a orelha do pobre Holger.
O que devo fazer?
Ele est� dormindo b�bado no chiqueiro.
Ratos devem ser removidos. Ou espalham doen�as.
Imagine se algu�m ficar doente e o casamento ruir.
Estamos de acordo?
Passa, passa! Sai...
N�o...
- Isto � para voc�. - Para onde o levo?
Para o mesmo lugar das beterrabas.
Certifique-se de que esteja a bordo quando acordar.
Meninas? Cad� a Maren?
A vaca? Holger a levou para l�.
Vamos!
- Sa�de! Parab�ns! - Obrigado.
Parab�ns.
Peder?
Tenha cuidado com isso.
Foi voc�.
Voc� botou fogo na fazenda.
Voc� � o assassino.
Peder, isso n�o trar� o Mads de volta.
E quanto � Signe? � o casamento dela.
Voc� n�o quer fazer isso. Certo, Peder?
Me d� isso aqui.
Vamos ter calma.
Peder...
N�o. N�o fa�a isso.
Detenha-o!
Ele est� morto.
Ele precisa ficar longe.
Ele est� vivo.
Peder?
Vamos, Jens. Me ajude.
O martelo.
Me d� isto, velho. V� para casa dan�ar com sua filha.
Viu como est�o felizes?
Pense no que fazemos por nossos filhos.
Abram espa�o para o pai da noiva.
Obrigada.
M�sica!
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