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Original subtitles

Acho melhor eu ir embora.

- N�o seja tola, estou aceso. - Sei disso.

E?

Deixe-me ir. Se meu pai nos pega, ele faria um buraco na sua cabe�a.

Bem, sei que � tarde.

Na verdade tenho que ir. Boa noite, voce � divino.

- E voce � um anjo. At� logo. - At� logo.

Ol�.

O que est� fazendo?

EMISS�RIO DE OUTRO MUNDO

tradu��o: CARTWRIGHT sincronia carlosm42

PROIBIDO ESTACIONAR

HOSPITAL

Ol�. Tem hora marcada?

Estou vendo, senhor Paul Johnson �s 10 h.

- Para uma an�lise de sangue. - Uma an�lise, n�o.

- Desculpe? - Sem teste.S� uma transfus�o.

T�o grande e com m�do de uma agulha?

N�o tenho m�do. Vim para fazer uma transfus�o de sangue.

Lamento, mas antes temos que fazer uma an�lise do sangue.

O sangue n�o � como a gasolina. Devemos saber que tipo necessita.

Sente-se, o m�dico vai atend�-lo logo.

Pode olhar as revistas se lhe agrada.

Dr. Cavanaugh atenda a patologia.

Dr. Cavanaugh atenda a patologia.

Doutor, este � o Sr. Johnson. Deseja uma transfus�o imediata.

Irei atender em seguida.

Nadine, leve-o ao laborat�rio.

N�o, ele insiste que n�o necessita de an�lise.

Entre, por favor.

Sente-se.

Sr. Johnson, por que se nega a fazer o teste de sangue?

Prefiro n�o revelar o motivo.

Entendo. Ent�o melhor consultar um outro m�dico.

- Aqui n�o tem sangue? - Sim, temos sangue aqui.

Mas n�o fazemos transfus�es sem conhecer o grupo sangu�neo.

O Rh e outras peculiaridades.

Um sangue equivocado o mataria.

Necessito de sangue. Estou morrendo. Sou do tipo O.

Lamento mas n�o posso me basear na sua palavra.

Largue isto!

Observe.

N�o sangra.

Sangrar�, dentro de um instante.

Mas pouco e esporadicamente.

- Tem visto outro m�dico? - Nenhum que conhe�a.

- Un hemat�logo, um especialista? - Vai me fazer a transfus�o?

Sem a an�lise, n�o.

De modo que sem uma amostra do meu sangue, � imposs�vel.

Imposs�vel...

Ir� analisar.

Quando terminar, far� a prescri��o para mim.

Pode estud�-lo e aprender sobre que esp�cie �.

Mas n�o falar�.

N�o poder� repassar a nenhum outro s�r

o que sabe sobre minha trag�dia.

Que dor de cabe�a terr�vel.

Estou pronto para sua an�lise.

Me alegro de que tenha mudado de id�ia.

Tire o palet�.

N�o vai doer.

Fant�stico!

A aglutinina se desintegra constantemente,

e provoca a destrui��o da estrutura celular do sangue.

� imposs�vel.

Bem, a� est� ent�o.

- Quanto tempo que � enfermeira? - Me formei a sete anos.

- � eficiente? - N�o se pergunta isso � uma enfermeira.

- Relaxe, j� volto. - Espere.

Trabalha s� em cl�nicas ou tambem a domic�lio?

As vezes a domic�lio.

Isto � bom. Quero que trabalhe para mim.

Ah, sim? Fazendo o que?

Velando por minha saude. Assegurando-se de que eu n�o morra.

Ninguem neste mundo pode garantir a vida.

Nem em outros, tamb�m.

Suponho que n�o.

Quanto dinheiro recebe por seus servi�os?

Essa � uma pergunta muito pessoal.

Eu sei.

Se me atender, eu pagarei $200 por semana.

Nenhuma enfermeira sonharia com uma quantia como $ 200,...

� absurda. E muito pouco �tica.

E seria assim, se voce pedisse ao Dr. Rochelle?

Se me autorizasse o caso eu aceitaria.

Entendi. Pode pedir para ele vir aqui?

Sim, Sr. Johnson.

E ser� administrado 500 CC. Do tipo O cada noite.

Sim, doutor.

- Mas o que est� havendo? - � um caso interessante.

Tem...

Eu... ahn..n�o estou certo.

H� ind�cios de hemorragia interna.

Compreendo. Quanto tempo lhe resta?

Eu ignoro. Fa�o tudo o que posso.

O resto depende de Deus.

- Voce fez tudo isto? - Fiz o que?

Senhor,

nunca vi ninguem que cometesse tantas infra��es de uma s� vez.

Parece agressivo. Por que?

Deixe-me falar com ele, Sr.Johnson. Entre no carro.

- Eu conhe�o ele. - Obrigado, Srta. Storey.

Permita-me que eu explique.

Como explicar um estacionamento em �rea proibida,

diante de um hidrante de inc�ndios e na contra-m�o?

- Ele vai ganhar uma boa multa. - Seu estado � cr�tico.

Guarda isto e deixe de bancar o mal policial. Ele tem que ir para casa.

Preciosa, se voce diz que � grave, ent�o �.

Eu os escoltarei para assegurar-me de que chegar�o bem.

- Depois vou prender voce. - Mas como, n�o fiz nada.

Como n�o?

Tome, pode ser �til ler isso.

De onde saiu esse policial?

Ele me seguiu desde o hospital.

Eu disse que n�o devia dirigir antes de aprender a faz�-lo.

Entre, Jeremy. Prepare um quarto.

Espera por companhia?

- Em que quarto dormir�? - A da ala sul.

Estarei na cozinha. N�o entre.

Jeremy.

N�o te pago para que me espie.

Se voltar a fazer isso, vou elimin�-lo.

Perdoe-me, patr�o, n�o voltarei a fazer.

Vai.

Prepare o quarto da enfermeira.

Esper�vamos por voce.

Entre.

Johnson est� em seu sal�o. Eu sou Jeremy.

Se necessitar de algo, boneca, chame por mim.

A �nica coisa que preciso � de sangue.

Verei o que posso fazer.

Desculpe o atraso,tinha que arrumar minha escrivaninha no hospital.

N�o precisa se desculpar. Vou mostrar seu quarto.

Tudo bem.

Jeremy e eu vivemos aqui sozinhos.

Voce � a minha primeira visitante.

S� estamos aqui h� um m�s.

Jeremy, assegure-se de que todos os acessos est�o fechados.

Sim patr�o.

Suba com o equipamento da Srta. Storey.

Seu quarto � l� em cima.

Tem uma bela casa, Sr. Johnson.

� adequada, Srta. Storey.

Dormir� aqui.

Hoje j� recebi sangue.

Seu trabalho come�ar� amanh�.

Ent�o boa noite, Sr. Johnson.

Senhor Johnson!

- Sim, Srta. Storey? - Trancou minha porta.

- Efetivamente. - Por que?

N�o deseja isso?

Se minha porta deve ficar trancada, prefiro que eu mesma a feche.

De l� onde venho,

ninguem ousaria dormir em um lugar inseguro.

E de onde voce vem?

Creio que disse "boa noite", Srta. Storey.

Sim. Boa noite, Sr. Johnson.

O tempo se encurta. A morte se acerca sobre Davanna.

Davanna deve resistir.

Fala-me dos terrestres.

S�o subhumanos de segundo grau. Fracos e cheios de m�dos.

- E o seu sangue? - Se parece com o nosso.

Eu enviei 30 CC. Para analisar.

Precisamos de mais.

Os inimigos conquistados minguam e o tempo se encurta.

Logo morreremos todos.

O sangue deste planeta poderia ser a resposta.

Sua miss�o � ter �xito em 5 de 6 fases.

Primeiro ir� estudar as caracter�sticas dos subhumanos.

A fase 1 � estudar.

Na segunda fase, aumentar� a quantidade de sangue terrestre

que remete para Davanna.

A fase 2 � mais sangue terrestre.

Para a fase 3 necessitamos de um esp�cime vivo,

um subhumano para vivisseccionar.

Fase 3 � um s�r vivo.

Voce � a fase 4.

Sua sobrevivencia determinar� o valor do sangue terrestre.

A fase 4 � minha vida ou minha morte.

Se sobreviver com sangue terrestre,

a fase 5 consistir� em conquistar, subjugar

e criar os subhumanos,

quando voce ir� comandar.

A fase 5 consiste em conquista, subjuga��o e cria��o,

se eu viver.

A fase 6 ser� a destrui��o do planeta

seguindo suas ordens, caso o experimento falhe e voce morra.

A fase 6 � a destrui��o deste planeta,

se eu morrer.

A fase 6 conclue as instru��es.

A fase 6 � a conclus�o.

Eu retorno.

J� se levantou, patr�o?

Quando tiver levado o caf� da manh� para a senhorita,

prepare o autom�vel, iremos at� � biblioteca.

Comer� algo esta manh�? Estou farto de jogar comida fora.

- Alguma coisa mais, patr�o? - N�o, nada.

- Tem alguem a�? - � voce, Jeremy?

- Sim, trago o caf� da manh�. - Ponha sobre a c�moda.

Ok.

SPACE MONSTER www.cinespacemonster.blogspot.com

Gostaria de poder trabalhar no Ritz. L� ao menos me dariam gorgeta.

O Sr. Johnson paga pouco a voce?

Me paga demasiado. Acho que lhe falta algum parafuso.

Seria indiscreto perguntar quanto ele te paga?

Nada do que fa�a estar� indiscreto, do�ura.

- 300 d�lares por semana. - Para fazer o que?

- Tudo. - Tudo como?

Como assegurar-me de que ninguem se aproxime do s�t�o

ou trocar lingotes de ouro por d�lares.

E voce, boneca?

Devo ocupar-me de sua sa�de.

Eu j� estou s�o. A que horas termina de trabalhar?

N�o estou aqui para alegrar sua vida, Jeremy.

Sr. Johnson, voce parece um homem muito saud�vel.

Me alegro.

Quem sabe seus cuidados evitaram minha morte anunciada.

Para quem pensa estar morrendo, voce parece muito tranquilo.

Como n�o deveria estar,

a morte n�o � nada especial.

N�o, mas menos ainda, � algo que se espera com grande ilus�o.

Isso � correto, nem com m�do desnecess�rio.

Est� livre at� esta noite,

fa�a o que quiser at� l�.

Obrigada. Experimentarei sua piscina.

- Voce vai se molhar. - Fazer exerc�cio convem a todos.

Mantenha um pouco de �gua para quando eu voltar da cidade.

Sem problema. Isso n�o lhe faria mal.

Tenho uma vara de pescar. Devo busc�-la?

Eu receio que n�o tem a isca adequada.

Bom dia, represento os aspiradores Airway. � o propriet�rio?

- Esta � minha casa. - Genial. Vou lhe mostrar o produto.

Voce quer que compre sua m�quina?

N�o, s� desejo fazer uma demonstra��o gratuita.

N�o importa se vai comprar ou n�o, sem essa de empurrar para voce.

N�o vou obrig�-lo.

Este � um de nossos acess�rios. Limpar� qualquer canto de sua casa

por mais sujo que esteja ou delicado que seja.

- Tem algo que limpar? - N�o quero comprar.

Deixe-me terminar, est� bem?

Isto, no linguajar popular, � a j�ia da aspira��o.

Caso entupa o encanamento da cozinha ou do s�t�o,

com esta maravilha, adeus problemas.

Entra pelo encanamento e...

N�o insista. Saia j� de minha casa.

Caramba, me d� uma chance. � s� uma demonstra��o.

Se voce ver como funciona isto, voce vai dar pulinhos.

Nada de pulinhos.

Nada de pulinhos.

Ou�a amigo, d�-me 5 minutos em seu s�t�o

e lhe demostrarei que esta maravilha � o melhor aspirador do mundo.

No meu s�t�o?

Exato, 5 minutinhos.

Entre, rapaz.

Ficarei encantado em ver como sua m�quina funciona.

Fant�stico.

Olha quanta poeira. N�o � uma vergonha?

Isso poderia causar problemas.

Mas rapidinho eu limpo isso.

� muito simples.

Jeremy, j� te disse que n�o deve tocar a buzina

nem que fa�a muito ruido perto de mim.

Perdoe, patr�o. Esse idiota me cortou a frente.

Jeremy, quem s�o esses cavalheiros?

- Cavalheiros? Eles s�o vagabundos! - Vagabundos?

Esses a� est�o na pior. Vivem para conseguir mais uma garrafa.

- Desafortunados. - Mas tambem s�o muito felizes!

Um pouco de vinho ou de lo��o capilar e se tornam os reis da festa.

- Fase 2. - O que disse, patr�o?

Nada. Quero que convide a um...

N�o, a tr�s desses cavalheiros para jantar esta noite.

- Jantar? Est� brincando? - Esta noite, Jeremy.

Vamos para a biblioteca.

Como quiser.

- Volte para casa. Sairei pelas cinco. - Sim, patr�o.

Est� com o carro engui�ado, doutor?

Ah, Harry. Sim, acho que sofre de uma doen�a cr�nica.

- Aonde vai? - Ver Nadine e o paciente.

- Entre, eu te levo. - Obrigado.

Espero que Nadine e voce continuem sendo amigos.

Ao menos at� que meu carro fique bom.

- Ola, Harry. - Ola.

- Vejo que desfruta de seu trabalho. - Devo manter-me em forma.

Vejo que conseguiu um novo chofer.

Tire o carro da�!

Ora se n�o � Pittsburgh Perrin, o terror das pris�es.

- Oficial Sherbourne. - Colegas de classe?

Sim, Jeremy costuma passar o ver�o conosco.

O que faz aqui?

Jeremy, diga ao doutor que entre em minha casa.

- Creio que ele me convidou a entrar. - Eu te acompanho, doutor.

- Jeremy � um criminoso? - Um vigarista.

O que ele faz trabalhando para um homem como Johnson?

Talvez esteja tentando se reabilitar.

Entre, vou fazer um caf� enquanto os c�rebros se falam.

Obrigado, Jeremy.

Pode ir.

Imagino que tenha analisado meu sangue mais profundamente.

Evidente que sim, e tenho muitas perguntas.

Era previs�vel.

O n�mero de respostas que vou te dar, n�o �.

Tem falado com alguem sobre isto?

N�o...

tenho a sensa��o que � melhor manter isso em segr�do.

Excelente sensa��o, doutor.

Pode me dizer algo que eu n�o saiba?

Isto.

Em toda minha carreira eu nunca estudei um sangue como o seu.

Em que sentido?

Primeiro,

nenhum humano pode viver com t�o poucos gl�bulos vermelhos.

Prossiga.

Segundo, seu sangue atua de forma imposs�vel.

As aglutininas se decomp�em e destroem a estrutura b�sica.

- O resultado �... - Sangue evaporado.

Isso seria simplificar demais.

O sangue n�o pode se evaporar das veias.

O t�rmo preciso seria...

O t�rmo evapora��o j� basta.

Tem descoberto a causa?

Ainda n�o.

Mas acredita que conseguir�.

Pode ser.

Estou deixando meu trabalho para dedicar-me a isto.

Deus queira que uma praga como essa n�o afete a Terra.

Sim, Deus queira que n�o...

Parece saber o que tem.

Eis o que sei.

Se a cura demorar em chegar,

meu sangue vai virar poeira e eu morrerei.

� meu trabalho tentar dar esperan�a.

Essa � uma atitude infantil.

Continue analisando e volte quando souber mais.

Pode ser que seja logo.

O tempo parece ser o elemento fundamental.

O tempo, sem d�vida, � o �nico elemento, doutor.

Espero v�-lo breve.

Esse policial est� contando muitas mentiras sobre mim para Nadine.

Teu servi�o n�o corre risco, Jeremy.

Diga ao policial que leve o doutor.

Depois v� at� o parque trazer os meus convidados.

- Mas, patr�o... - Vai.

- Posso te pegar �s sete? - Est� bem, voce ganhou.

- Mas devo voltar cedo. - Vai sair com seu grande amante.

- O que apronta aqui, Pittsburg? - Apronto bem.

O doutor te espera no carro, p�s chatos.

Mas � bom voce se portar bem porque penso em vigiar o lugar.

- Nos veremos logo. - Ok.

Tira asqueroso!

Voce me decepcionou, Jeremy. Parecia t�o honesto.

Voce n�o teria afanado minha toca de banho? N�o a encontro.

N�o!... Eu tenho que ir agora.

Um banquete? � um gozador.

- Quem paga? - Meu patr�o, um filantropo louco.

- Vai ter bebida depois? - Ser� presenteado com uma garrafa de conhaque.

Eu t� nessa.

- Tem mais dois amigos? - Um banquete!

�i, Sterno, Narig�o!

Est�o um tanto b�bados.

Est�o totalmente b�bados.

- Por que se tornou um policial? - E ser enfermeira?

Temos algo que nos leva a ajudar as pessoas.

- N�o seria pelo dinheiro. - Ou pelo hor�rio.

- Seu novo trabalho lhe agrada? - � diferente.

Todos eles s�o mas este � especialmente interessante.

Johnson � estrangeiro, n�o �?

Tem um sotaque, mas n�o localizo.

- Terei que perguntar a ele. - Ele � um tanto frio.

� frio, diferente e brilhante.

� muito inteligente, mas desconhece as coisas mais simples.

Como estacionar um carro.

- Por que ele usa esses �culos? - Eu n�o sei.

N�o devo falar sobre meus pacientes.

Pois a mim, me interessa a enfermeira.

Voce j� lidou com alguma?

N�o, porem eu as tenho visto lidar com uns sujeitos dur�es.

Nossa forma��o iria surpreend�-lo.

Aposto que sim. Acho que chegamos na sua casa.

Jeremy!

Obrigado, Harry. Foi uma �tima noitada.

� meu tratamento especial para enfermeiras de primeira.

Um s�r bizarro e um ladr�ozinho.

Este lugar me da frio na espinha. Tenha cuidado, Nadine.

- Estarei bem, j� sou bem grandinha. - Sei disso.

- Boa noite. - Boa noite.

Leve este ba� at� o sal�o.

Depois volte aqui, tenho mais trabalho para voce.

- Com cuidado. - Que tem aqui dentro, o rei Faruk?

Pronto para a transfus�o, sr.Johnson? Esta quase na hora.

Eu estarei dentro de uma hora. Venha at� o sal�o, ent�o.

Entendido.

Esta noite remeto o sangue da fase 2.

O estudo da fase 1 est� em progresso.

Dentro de 24 horas terrestres,

encontrarei e enviarei um esp�cime humano,

seguindo suas instru��es.

N�o tenho informa��o sobre minhas probabilidades de sobreviver.

� isso, Cranks cuida do caso. Procura por pegadas.

Certamente n�o encontrar�. Sim.

Sim.

Sim, as mesmas perfura��es no pesco�o igual aos outros.

Bem, tenente, eu lhe informarei t�o logo saibamos algo.

- Essa foi a d�cima-segunda, n�o? - A d�cima-terceira.

� um milagre que a imprensa n�o tenha relacionado os casos.

- Posso ver as manchetes vampirescas. - Alguma pista?

Nada. � um assassino da pior laia.

S� lhe interessa uma coisa, o sangue.

O que far� con isso? N�o parece um idiota.

Opera de forma estranha. Queima os olhos das v�timas.

E queima o c�rebro. Depois retira o sangue.

Treze.

Ou mais. Tem aumentado a lista de desaparecidos.

A compania de aspiradores procura por um de seus vendedores.

Mais do que o vendedor, procuram pelo aspirador.

N�o fique t�o preocupado, voce est� quase rachando, George.

Rachando? Eu j� estou em cacos.

S� penso em quem ser� o pr�ximo.

Tem algum parente pr�ximo, nesta cidade?

Por que? Acha que eu herdaria um milh�o de verdinhas?

Pura curiosidade de paciente.

Tenho uma tia em Detroit que me manda doces todo Natal.

- S�o muito unidas? - Ela me criou quando crian�a.

De vez em quando faz uma liga��o a cobrar e ent�o conversamos.

Incremente o fluido sangu�neo desta vez.

Para quem n�o sabia ser necess�rio um teste de sangue antes de uma transfus�o,

agora sabe muito de medicina.

Eu tenho estado lendo.

- Nos �ltimos tr�s dias? - Sim.

Talvez pudesse me informar

sobre alguns pontos que n�o me ficaram claros.

Quais?

Na pesquisa sobre c�ncer em que se usa ur�nio,

o uranio � atra�do pela �rea cancer�gena.

Mas os livros n�o explicam o porque.

Isso � porque ninguem conhece o motivo.

Tenho uma hip�tese.

Se o c�ncer atrai a radioatividade,

o tecido cancer�geno pode estar carregado de energia negativa.

E isso poderia levar � uma cura. O que voce acha?

N�o acho nada, Sr. Johnson.

Continue parado at� que termine a transfus�o.

Sim. Muito bem.

Eu trouxe o esp�cime.

Ele ser� mandado atrav�s do raio.

Com essa remessa, se completa a fase 3.

Fase 3 terminada.

Fase 1 quase terminada.

Logo deve finalizar a fase 4.

Houve destrui��o no conselho da �rbita do Norte.

Destrui��o?

O governo se dissolve.

As a��es independentes aumentam em 73%

Terei o resultado da fase 4 dentro de 3 dias solares.

Voltarei a Davanna para faz�-los saber.

N�o podem ser mais do que 3 dias.

Um momento, quero saber o que o paciente comeu no caf� da manh�.

Nada?

Nunca come. Acho que vive de ar.

Poderia ser. E isto?

- �gua. - �gua negra?

N�o estava assim quando a levei. Parece que se banhou com ela.

� algo qu�mico, algo fatal!

Esse sujeito � uma esp�cie de aberra��o.

- Pode ser que tenha raz�o. - Claro, boneca.

Escute, Jeremy.

Tem percebido mais alguma outra coisa estranha?

Uma s�rie de coisas que s�o pior que estranhas.

Lembra daqueles vagabundos que eu eu trouxe anteontem?

Sim, eu os vi quando sai com Harry.

Voce saiu, mas eles n�o.

Como assim?

Ele me mandou arrumar o carro.

Quando voltei me disse que j� tinham ido.

Era mentira. Eu estava l� fora, eu teria visto eles.

Quer dizer que acha que ainda est�o na casa?

- N�o sei, mas ontem foi ainda pior. - O que houve?

O patr�o chegou �s 2 da manh� acompanhado de um chin�s.

T�, e tr�s elefantes rosas.

N�o, eu vejo bem no escuro.

Entraram em seu quarto e de l� n�o sairam.

Esta manh� o patr�o agiu como se n�o houvesse nada.

Pode ser que fosse isso.

Suponho que ele me paga para n�o pensar.

Mas as vezes me d� calafrios.

Sim, a mim tamb�m.

Me conforta estar acompanhado.

Vamos investigar um pouco? Quem sabe fabrica bombas H no s�t�o.

N�o, acho que estamos imaginando coisas.

O sr. Johnson � um patr�o muito atencioso.

Mas te digo uma coisa.

Como sua enfermeira devo descobrir o que � ele toma.

Para que?

Para substituir a comida.

Aonde vamos hoje?

Para a livraria do distrito de Townley Hill.

Depois voce vai para a oficina mec�nica

e eu me encontrarei contigo no estacionamento.

Por que a oficina?

Quero que fa�am uma revis�o a fundo no carro e evitar poss�veis danos.

Ok.

Vejo que o carro da Srta. Storey n�o est�.

Ela foi ao cinema da cidade.

Acredito que ela estaria procurando por isso.

Sim, ela tinha perdido.

No s�t�o, Jeremy.

Devolva para ela.

- Alguma id�ia do que seja? - N�o, nada.

- De onde vem isso? - � um segr�do que direi mais tarde, doutor.

� um complemento alimentar inventado por um colega.

Um complemento alimentar?

Ser�a melhor que fosse analisado por um interno e n�o por mim.

Eu sei, mas poderia lhe interessar.

� para voce, Nadine. Disse que � do FBI.

Oh..ah!ah!. Volto j�.

- Tenho o sangue da cadela que pediu, doutor. - E?

� um caso extremo de raiva.

Coloque a etiqueta e guarde no arm�rio.

Mais tarde eu o analisarei.

Al�? Agente secreto Do-re-mi?

Eles roubaram as solas de seu sapato?

- Mas estou indo de moto. - Esse � outro tipo de sola.

Ao menos n�o me chamam de p�-chato. Que far� esta noite?

Haver� uma eclipse lunar em Johannesburgo na �frica do Sul.

E se fizermos uma eclipse num bife? Tenho turno � noite.

- Est� bem . - Ok.

Pego voce �s seis. Adeus.

Adeus.

Ia te pedir que viesse buscar os resultados �s oito.

Tinha tanta vontade de conhecer os resultados.

Harry seguramente vai me levar ao El Dorado. Voce conhece?

- Bastante. - Vou me assegurar de que iremos l�.

Quando tiver os resultados, venha jantar conosco.

- Farei isso. - Bem. At� logo.

- Por que est� aqui? - Eu escapei.

Vim atrav�s do raio em sua casa.

A penalidade por us�-lo � a expuls�o.

Tive que fazer isso. Tinha que fugir do ass�dio.

Que tem acontecido?

A guerra terminou. N�o resta sangue.

Os prisioneiros foram retirados dos campos,

foram mortos e lhes tiraram todo o sangue.

Devia fugir ou perecer.

Tem justificativa.

N�o ser� castigada por usar a onda dimensional

e poder� ajudar-me a finalizar meu trabalho aqui.

Eu te ajudarei.

Enviei um esp�cime vivo atrav�s do raio para o mensageiro.

O subhumano foi satisfat�rio?

O mensageiro foi assassinado por seu sangue.

O esp�cime chegou pelo raio de Davanna.

Em estado comprimido.

Foi esmagado desta forma, por este transportador.

Esmagado?

O departamento concluiu que � imposs�vel

transmitir uma anatomia humana atrav�s do raio partindo da Terra.

O mensageiro vivia porque jamais saia do raio.

Se � assim, voce e eu n�o poderemos regressar � Davanna.

De qualquer modo, enviarei outro esp�cime esta noite.

Se est� correto, devemos permanecer aqui at� expirar.

Prefiro os planetas externos deste sistema

do que a presente agonia de Davanna.

Essa � uma afirma��o emocional.

Vivemos um per�odo emocional.

Se n�o receber sangue antes das 4 unidades de tempo,

j� n�o necessitarei de emo��es.

Vai ter sangue.

Nadine,... de onde voce conseguiu esse material?

- Ol�, Harry. - Ol�, doutor.

- De onde? - De um amigo.

Seu amigo deve ser uma pessoa impressionante.

O comp�sto � fant�stico.

N�o s� contem todas as vitaminas conhecidas,

mas tambem algumas que n�o tinha visto antes. E as bases alimentares,

com espessantes, fibra, energia e regulador diet�tico.

Tudo na mesma estrutura molecular.

Tudo isso foi combinado em uma unidade prim�ria?

Sim.

Quem � ele?

O Sr. Johnson.

Oh...bem, vejamos o que tem aqui para um homem faminto.

Seria poss�vel reproduzir o comp�sto de Johnson?

J� falamos bastante dele.

Creio que provarei um frango empanado.

Isto parece uma exposi��o do museu do tempo.

Este mundo � como o nosso no passado.

Sua observa��o � correta.

Acomode-se, vou te trazer o sangue.

PERIGO SANGUE CANINO

- Tem uma �tima apar�ncia. - A salsa � uma receita pr�pria.

N�o lhe interessa mais falar do complemento?

N�o, querida.

- N�o entendo voce. - Nadine, tem sido un dia muito longo.

Eu te descrevi o comp�sto. N�o precisa mais.

- Jantarei e voltarei para a cl�nica. - Estou de ac�rdo com ele.

Tudo bem, vamos comer a salada.

Est� terminado. J� se sente aliviada?

Me sinto aturdida.

O sangue deste planeta � rico. Logo se sentir� forte.

Levante-se, devemos deixar esse lugar.

- Tem uma atividade em meu interior. - Passar�.

- Vamos para sua casa? - N�o, somos parecidos demais.

Tem um hotel nessa dire��o.

Estarei sozinha com os subhumanos. N�o sei como me comportar.

Um empregado vai falar vocalmente.

Deve permanecer em estado de receptividade lingu�stica

e imitar seus sons e significados.

Permaneceremos em contato?

Irei at� o hotel ao meio-dia da Terra.

Davanna!

Avise o Dr. Jackson.

Ainda est� com vida. Vamos lev�-la ao meu consult�rio.

- Examinarei isto. - Est� nos deixando, doutor.

Massageie os bra�os.

Permanece viva.

- Retire seus �culos. Est�o... - Sim, j� sei.

Vou tirar eles.

Est� morta.

Chame um oftalmologista. E um legista.

Temos muitos carros esta noite.

Um d�lar.

Obrigado.

Pare!

Voce vir� comigo.

Preciso de um segundo esp�cime vivo.

Ir� dirigindo, eu vou orientando.

- Sim? - Por Deus, faz 10 minutos que te chamo.

Acabei de chegar. O que houve?

Estou no consult�rio do doutor. Tem uma mulher morta na cl�nica.

- Sim? - O Johnson est� a�?

Eu n�o sei.

Saia da casa imediatamente.

O que?

A mulher que morreu n�o tinha olhos. Ao menos, n�o como o nosso.

N�o estou te entendendo.

Usava uns �culos iguais ao de Johnson.

- Acho que n�o � humano. - Voce esteve bebendo, Harry?

Se n�o tivesse turno em meia hora, eu ia a� te pegar.

Mas acredite em mim, Johnson � perigoso. Saia da�.

Vou te dizer o que farei.

Verei o que encontro por aqui e j� te ligo.

Ficou maluca? Saia da� agora!

Boa noite, meu bem.

� imposs�vel voce escapar.

Venha at� mim.

Estou ouvindo. Voce n�o pode me fazer mal...n�o funciona mais

� mentira. Voce j� n�o me afeta.

- Segundo Harry, ele n�o � humano. - Estou de ac�rdo.

- Onde ele est�? - Saiu com uma mulher estranha.

- Pois vamos dar uma busca pela casa. - Temos que fazer isso r�pido.

- Voce encontrou algo? - N�o, e voce?

O que � isto?

- Nunca tinha visto nada igual. - Pode ser que tenhamos algo.

Olhe.

- Isto sim � que � algo. - Melhor n�o tocarmos, poderia explodir.

O que � isto?

- N�o se pode atravessar. - O que deve ser?

Prefiro n�o saber. Isto n�o pertence a este mundo.

- O patr�o � uma esp�cie de marciano? - � o que parece, mas devemos destruir isto.

N�o conseguir�amos nem com um martelo.

Ent�o eu ficarei aqui enquanto voce desce no s�t�o ver o que tem.

Ok.

Al�?

Nadine?

Sim, doutor.

Harry te contou sobre a mulher que morreu esta noite.

Disse que era como Johnson.

N�o tem nada a ver com nosso paciente.

A mulher carece de abertura no tecido �tico.

Sofria de um mal sangu�neo em que as aglutininas se desintegravam.

Desintegravam? Foi isso que a matou?

- N�o, foi a raiva. - O que?

Eu estava fazendo experi�ncias com sangue de um cachorro raivoso.

Algu�m injetou nela faz uma hora.

O incr�vel foi que ela sobreviveu durante a transfus�o.

Quem cometeria tal atrocidade?

Alguem que sabia que ela necessitava de sangue mas n�o sabia o que injetava.

Eu diria que foi o Johnson.

Johnson sofre do mesmo mal que ela?

- N�o quero falar dele. - Por que?

A prop�sito da mulher,

acho que sei como tratar essa doen�a.

- Sabe? - Sim.

A v�tima vivia numa �rea carregada de material radioativo.

Essa atmosfera afetou seu sangue.

Onde teria uma atmosfera assim?

Em algum lugar submetido � constantes explos�es nucleares,

- devastado por uma guerra. - N�o existe um lugar assim.

Eu sei.

N�o tenho d�vida de que a mulher n�o � humana.

� uma alien�gena.

Eu entendo.

E como a trataria?

Eu removeria essa atmosfera t�xica e trocaria todo o sangue.

Isso curaria tamb�m o Sr. Johnson?

N�o falo dele.

- Mas coincidem. - Nadine, por favor.

Johnson est� pressionando voce? Ele tem te amea�ado?

Devo desligar. Tenho muito trabalho.

Dr. Rochelle, eu...

O doutor desligou, Srta. Storey.

Senhor Johnson!

Permane�a em seu quarto.

Comigo n�o vai poder!

N�o fuja de mim. Vou eliminar voce.

Ou�o sua voz mas n�o penso em abrir os olhos.

N�o tem lugar onde possa se esconder.

Pode ocultar sua pessoa, mas eu percebo sua mente.

e destruirei o seu doutor.

Estou chegando, Nadine. Escute-me.

N�o vou te matar. Voce e seu doutor conseguiram me curar.

Voces salvaram os habitantes de Davanna.

Gra�as a voces, viveremos.

J� estou indo.

Segue chamando.

Este sangue � impressionante. O legista dir� o mesmo.

N�o posso esperar mais, devo come�ar meu turno.

Continuarei examinando sozinho.

Se Nadine ligar, diga que eu fui trabalhar.

Por que n�o tenta outra vez?

Uma �ltima vez.

Quando eu penso nela vivendo com esse monstro...

O Sr. Johnson n�o � um monstro.

J� n�o posso esperar. Boa noite.

Boa noite, Harry.

N�o corra. J� estou chegando.

Espere-me, Nadine.

Sei onde voce est�.

Estou me dirigindo at� voce.

Distrito 5, sargento Walton.

Ol�, quero falar com Harry Sherbourne! Preciso falar com ele!

Acalme-se. Talvez eu possa ajud�-la.

Ele est� me seguindo, devo falar com ele!

Est� em servi�o no tr�nsito. Quem a est� seguindo?

Por favor!

- Acalme-se. Conte-me o que est� havendo. - O que houve?

Uma hist�rica que quer falar com voce.

- N�o sei o que... - Nadine?

Gra�as a Deus, Harry!

- Johnson me persegue. - Onde voce est�?

Estou no estacionamento da �rea de picnic.

Vou em seguida.

N�o posso ficar aqui...

Nadine? Nadine?

- Estou indo para l�! - Leve o Simmons.

Simmons!

N�o vai poder fugir eternamente. Seu amigo n�o pode ajudar voce.

N�o vejo ninguem.

Vamos nos separar. V� pelo norte, e eu pelo zoo.

- Simmons, nada de sirenes. - Entendido.

Deixe de correr.

Deixe de correr!

Deixe de correr!

Eu recuperei minha for�a.

A for�a retornou.

N�o vou matar voce.

N�o me matar�.

O primeiro esp�cime que enviei � Davanna ficou esmagado.

Pode ter sido um acidente.

Enviarei outro.

Enviar� outro.

- Ser� voce. - Serei voce.

Levante-se. Voltemos para o autom�vel.

Estou a ponto de ser atacado. Regresse para minha casa.

Vou me desfazer do intruso.

Regressa para minha casa e entre no raio transmissor

do sal�o.

Regressar e entrar no raio.

Quando estiver no raio, mova a alavanca.

Ir� envi�-la � Davanna.

Vai me enviar � Davanna.

Nadine, Johnson fez isto?

- Sim. - Como?

Com seus olhos.

� ele?

Sim.

- Voce est� bem? - Estou bem.

Fique aqui, vou atr�s dele.

Olhe nos meus olhos.

Meus olhos extra-terrestres. Olhe para eles

Olhe-me. Olhe-me.

AQUI JAZ UM HOMEM QUE N�O ERA DESTA TERRA

Eu sinto uma certa pena.

Por que?

Est� t�o longe de seu planeta, dos seus.

A mim n�o me d� pena. Ele n�o tinha nossas emo��es.

Veio de outro lugar para destruir-nos.

Por sorte, se empenhou em demasia.

Vamos.

FIM www.cinespacemonster.blogspot.com

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