All language subtitles for Prisoners of the Sun 2013

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Original subtitles

"� Os�ris, o rei que partiu mas que regressar�.

Estais a dormir, mas ireis acordar,

morrestes, mas voltareis a erguer-te,

vossa tumba est� aberta, vossa sepultura j� n�o est� selada.

As portas do c�u est�o escancaradas." Pir�mide de Unas, Egipto

H� muito tempo, quando a humanidade ainda estava nos seus prim�rdios,

vieram os visitantes do c�us. Foram chamados de "Os�ris".

Estes deuses deram-nos presentes inimagin�veis.

Vislumbres do que nunca t�nhamos sonhado:

astronomia,

arquitectura,

cultura.

Mas tudo isto veio com um pre�o.

Os Os�ris queriam a Terra para eles.

O Fara�, o homem mais poderoso, juntamente, com o deus do sol R�,

opuseram-se contra esta amea�a ao seu povo.

Quando os visitantes se preparavam para trazer o seu reino para a Terra,

uma oportunidade que surge apenas a cada 5 mil anos,

quando as estrelas est�o alinhadas na ordem correta,

o Fara� roubou a luz aos Os�ris, cegando-os com o seu brilho,

deixando-os aprisionados numa masmorra escondida no labirinto,

por baixo da sua pir�mide.

Mas alguns ainda acreditavam nos visitantes

e preparavam-se para o seu regresso.

A Princesa Amanphur era uma delas.

Foge com a crian�a Ele � o �ltimo da dinastia.

Dai gra�as aos deuses.

O culto a Os�ris voltar� � Terra.

Exaltai a sua jornada para o pr�ximo mundo.

Ela descansar� na gl�ria de R�!

Sem o conhecimento do Fara�,

nas profundezas, sob a sepultura da Princesa na pir�mide,

foi constru�do um port�o.

Quando a estrelas estivessem alinhadas mais uma vez,

os visitantes voltariam a ser bem-vindos por um descendente da princesa.

Mas o Fara� desconfiava da princesa, mesmo estando morta,

por isso, ele fez uma chave: a Chave dos C�us,

para trancar qualquer segredo que ela escondesse dele.

Foi criado um guardi�o para proteger a tumba.

E assegurou-se que ningu�m falasse sobre os segredos do t�mulo,

para que os Os�ris nunca pudessem voltar.

Mas se voltassem, a vingan�a deles seria terr�vel.

Um chuva de fogo destruiria a Terra

e todos os homens, mulheres e crian�as morreriam.

S� os servos leais a Os�ris seriam recompensados,

tornando-se deuses.

Mais uma vez, as estrelas aproximam-se do seu alinhamento.

Mas a Chave dos C�us estava perdida.

Parecia que a descend�ncia tinha desaparecido...

at� agora.

A MALDI��O DA PIR�MIDE

Est�s atrasado. Outra vez muito tr�nsito?

Que posso dizer? Estava horr�vel.

Mas tu est�s linda.

Estou suada e cheia de p�.

Muitas horas armada em Tom Raider, Mr. Adler.

- Onde est� ele? - Dentro da tenda.

V� isto, antes de ires ter com ele.

� lindo!

- Tu �s incr�vel! - S� dizes disparates!

Sete dias.

Constru�ram estas pir�mides para reflectir o que viram nos c�us.

Essa imagem reflectida s� reapareceu a cada 5 mil anos.

Daqui a sete dias, a imagem voltar� a estar completa.

Voltei a verificar com o Mendella, ontem � noite. N�o encontraram nada.

Diz-lhe para expandir a �rea de pesquisa.

Diz-lhe que o dinheiro j� n�o � objec��o.

Estamos a ficar sem tempo.

Estamos atrasados para o Khalfani.

Tenho que negociar com esse ladr�o de cabras.

Vai chamar o motorista.

O Masterton chegou.. N�o, n�o � isso que eu queria.

Quero isso amanh�. N�o na pr�xima semana, nem no pr�ximo m�s. Amanh�!

O Masterton confirmou a data. Exactamente, daqui a uma semana.

Temos que encontrar a entrada.

Conheces os t�mulos, certo?

N�o entendo porque n�o os localizamos.

Est�o aqui. T�m que estar.

Temos que expandir as escava��es.

Organiza a ilumina��o para podermos trabalhar durante a noite.

Ser�o entregues hoje.

A m� not�cia � que se aproxima uma tempestade.

- Bestial! - Vamos entrar.

Produ��o

Parece cansado, professor. J� comeu hoje?

Est� muito calor.

Argumento

- Conseguiste... - Nem queira saber como.

Realiza��o

Por que o pessoal do museu � t�o emproado?

Vivem no meio das rel�quias.

O nosso pessoal come�a a parecer-se com os c�es.

Isto � estranho.

Diga-me que isso n�o parece uma esp�cie de nave espacial?

Pode ser um s�mbolo de um deus voador.

O Egipto j� mudou tanto, que ningu�m percebe que � uma grande civiliza��o.

N�o tivemos oportunidade.

� como hoje em dia.

Hoje em dia, os c�nicos veem-te como um exc�ntrico.

Porqu�? Sou t�o c�nico como os melhores deles.

Digo-lhe que algo de estranho aconteceu aqui.

Procura algo espec�fico?

A Chave do C�u.

Isso � muito espec�fico.

Tem-na, eu quero-a. Fazemos neg�cio?

Entende, no entanto, que outro interessado est� disposto a pagar generosamente.

Esta noite, o objecto ir� querer a oferta mais honesta.

Eu sou um homem muito honesto.

E quem �?

Mr. Levitz, venha comigo.

Espero que ningu�m o tenha seguido at� aqui.

Ningu�m se aproximou de mim.

Conhece a lenda da Chave dos C�u?

Sim. Foi entregue a um grupo de sacerdotes, no antigo Egipto,

at� desaparecer. - Perdeu-se!

Perdeu-se, Mr. Levitz, nas brumas do tempo.

Haviam rumores que estaria ligada � misteriosa Princesa Amanphur.

Como sei que � genu�na?

Como sei que pode pagar um tesouro destes?

Uma obra-prima de escultura, milagrosamente preservada.

Sabia que o Hitler enviou arque�logos at� c� � procura dela?

Mas permaneceu escondida at� agora.

Estes s�o os resultados do teste carbono 14.

Este convite n�o tem pre�o, Mr. Levitz.

O que acha? - Deixe-me ver primeiro.

Vale o dobro do pre�o. Estou certo que concorda.

Tinha pensado numa troca.

Esta bela bengala do s�culo XIX.

Deve estar a brincar.

Raramente brinco. Sou um homem muito s�rio.

Mr. Khalfani?

Mr. Khalfani?

- Cristo! - Meu Deus!

- Masterton. - Sei que procura uma certa chave.

- Levitz? - Acabou de mudar de m�os.

Seu patife assassino!

Diga-me onde est�. N�o irei chamar a pol�cia para prend�-lo.

V�o a caminho. Devem estar a chegar ao p� de si.

Aquela bela bengala que o matou � sua.

Est� cheia de impress�es digitais suas.

O motivo est� claramente provado, Professor.

Cretino!

O que quer? Dinheiro?

� uma quest�o de dinheiro, n�o �?

Que indigno. Quero participar.

Ou a sua bengala vai para a pol�cia com uma testemunha.

N�o ir� safar-se!

O que fazemos?

Claire, preciso do seu conselho.

T�m que ir-se embora. A tempestade aproxima-se.

Continuem!

- Conseguimos prever uma tempestade. - Esta, n�o!

Vem a� uma das grandes. Vejam voc�s mesmos!

Vamos desmontar tudo. Dou-vos uma ajuda!

Est� bem, vamos l�.

Pelo amor de Deus!

Fique no carro.

Algu�m pr�ximo a si morreu recentemente?

Isso est� no seguimento do que vim falar consigo.

Esta tempestade n�o � um acidente.

O segredo � revelado.

Foi-lhe dado algo.

Uma chave.

Ir� completar a sua miss�o nos pr�ximos dias.

O poderoso p�ssaro Sophus...

Que nada no sangue humano...

H� fogo!

- H� fogo. Existir� de novo. - O que �, Claire?

Os sinais de Os�ris erguem-se... Os sinais de Os�ris morto...

- Eu tenho que saber. - N�o!

Claire, o que �? Preciso de saber.

Nada. Apenas um pesadelo.

Vou deix�-la. Deu-me uma grande ajuda.

Sim, claro. Eu disse-lhe. Est� a chegar. Sim.

Obrigada.

Que foi que ele disse?

O Professor Mendella insiste que v� ver.

Muito bem! Vamos l� ver!

Em que � que eu n�o vou acreditar?

O que tem para mim?

Veja o que a tempestade revelou.

Pens�vamos que estava tudo acabado.

Eu sabia.

Velho amigo, consegue encontrar-me a entrada?

Meu caro homem, j� come��mos.

Re�na o resto da equipa. Ligue � Sarah, em Londres.

Diga-lhe que o pai precisa dela.

Masterton! O Professor Mendella est� exausto. Pode ver.

H� semanas que ele n�o dorme.

Podemos adiar? Ele precisa de descansar.

Dr. Adler! Essa pir�mide � um observat�rio astron�mico,

dedicado ao um evento celeste que ocorre a cada 5 mil anos.

A pr�xima ocorr�ncia ser� �s 12:37h, quinta feira, no dia 12 deste m�s.

Tr�s dias! Daqui a tr�s dias, Dr. Adler.

Estarei dentro daquela pir�mide daqui a tr�s dias!

Venha ver isto. Decifrei o que pude.

Alguns pain�is est�o danificados, outros faltam...

Sente-se bem?

Est� na hora de lev�-lo a casa.

- Tem que preparar-se para amanh�. - Terminemos por hoje.

N�o me sinto muito bem.

Talvez consiga persuadir o Masterton a adiar alguns dias.

Seria prefer�vel,

mas ele calculou o tempo pelos seus estudos astrol�gicos.

N�o ir� alter�-los.

Est� certo.

- Boa noite. - Boa noite.

O teu cliente chegou.

Foi ver a nova pir�mide?

� incr�vel, n�o �?

Tamb�m me ouviu a aplaudir?

Meu amigo, este � um pa�s misterioso. Devia sab�-lo.

Casou com uma bela eg�pcia.

As pessoas t�m o h�bito de desaparecer.

S� estou a proteger o meu investimento.

E que investimento seria esse?

Toma.

Adeus.

A Chave do C�u.

Sem ela, n�o pode entrar no t�mulo.

Eu tamb�m tenho pesquisado a lenda do Deus Sol, j� h� uns anos.

Eu compro-lha. Diga o seu pre�o. - N�o preciso do seu dinheiro, Masterton.

Se a lenda for verdadeira,

a exposi��o desta pir�mide ir� confirmar coisas.

Existem riquezas incalcul�veis enterradas l� dentro.

Esta miss�o � minha.

Irei consigo, quer queira, quer n�o.

Estou a seguir um conjunto de instru��es expl�citas,

que foram inscritas h� mais de 5 mil anos.

- N�o h� lugar para si... - Agora h�.

A bengala com as suas impress�es est� a chegar � esquadra.

Se eu n�o ligar ao meu homem dentro de...

vejamos... 3 minutos,

a encomenda ser� entregue e adeus pir�mide.

- Est� a fazer "bluff". - O Khalfani n�o achou.

O �nico t�mulo que ir� visitar ser� o seu, num carro da pol�cia do Cairo.

N�o � um lugar bom para se estar.

Traga a Chave e a minha bengala, amanh� ao meu escrit�rio e pode vir.

Sim. A Chave ser� entregue quando entrarmos juntos.

A bengala fica comigo.

Suspende a entrega.

Est� algu�m?

Professor?

Professor?

Professor!

Professor...

- Venha. - Est� tudo bem.

Est� tudo bem.

- Eu estou bem - N�o est� nada bem.

Escute, Doug,

h� mais de 4 anos que estuda comigo.

Ter� que deixar-me.

Tenho um mil�simo da sua experi�ncia ou conhecimento. Como posso ir?

Est� s subestimar-se. Tem um bom instinto neste campo.

Vamos voltar ao seu conhecimento b�sico.

� capaz de decifrar isto. J� o fez.

- Vou cancelar... - Tem que ser amanh�.

Sabe o que o Masterton disse sobre a posi��o da Terra.

Existe mais nesta pir�mide do que aquilo que os olhos v�em.

N�o � apenas o t�mulo da princesa Amanphur.

Isso � um engano. Faz parte do mist�rio.

Veja.

Os s�mbolos referem-se a Os�ris.

Tem que ir.

N�o se preocupe...

Irei sobreviver, prometo.

� bom que assim seja.

- Deve ser a Sarah? - Sim.

Sou Ahmed. O seu pai enviou-me. Espera-a no escrit�rio.

- E o resto da equipa est� c�? - Os restantes v�m esta noite.

Sarah...

- Passou muito tempo. - Sabia onde eu estava.

Sim. Desde que a tua m�e morreu, as coisas t�m estado agitadas por aqui.

Gostaria de visitar a campa dela, antes de come�armos.

Bem-vinda.

M�e, estou aqui.

Cantava-me sempre uma can��o, quando eu n�o conseguia dormir.

Lembra-se?

Sobre a poderosa Princesa Amanphur e o seu reino maravilhoso.

E sobre aquele dia, em que a chuva se transformou em fogo,

mas os filhos da Princesa n�o teriam que temer nada.

E a m�e chamava-me princesinha.

Eu gostava disso.

Agora, irei descobrir o que lhe aconteceu. Prometo.

Ol�. Pode dizer-me onde fica a sala de confer�ncias, por favor?

- Sim, vou ver. - Obrigado.

Dr. Adler...

Fala Miss Masterton. N�o consigo encontrar o Professor Mendella.

O meu pai convidou-o para ir tomar uma bebida � casa de campo.

Acha que pode lev�-lo at� l�?

Ele est� muito cansado. Ser� que podemos adiar a reuni�o por umas horas?

O meu pai n�o me fez atravessar meio mundo,

para esperar que algu�m durma.

Na casa de campo, daqui a meia hora.

Dr. Adler...

Ol�.

Achei que fui um pouco r�spida consigo ao telefone.

Liguei para me desculpar e vi-o atender.

Onde est� o Mendella?

Podemos falar um instante?

N�o tenho muito tempo. O meu pai espera-me daqui a alguns minutos.

O Professor est� no hospital.

O seu estado � cr�tico.

Ele teve um ataque card�aco, e pediu-me para vir no seu lugar.

Com todo o respeito, Dr. Adler, o senhor n�o est� qualificado.

H� muitos anos que o Mendella tem trabalhado com o meu pai.

Al�m disso, ele � �nico na sua �rea.

Voc�... voc� � o qu�?

Creio que nunca ir� saber, pois n�o?

Sarah, este � o Adam. Ele ir� trabalhar connosco

Ele ajudou a preparar isto.

Ouvi falar muito de si.

E, claro, da sua m�e.

A s�rio?

Tenho que ir para o hotel ter com os outros.

- Quem � ele? - Irei dizer-te mais tarde.

- Encontraste o Mendella? - Ele n�o vem.

O qu�?

Teve um ataque card�aco. Est� nos cuidados intensivos.

Ele enviou o seu assistente. Um tal Dr. Adler.

- Onde est� ele? - Fui t�o r�spida que o incomodei.

- Ele foi-se embora. - Este Dr. Adler sabe alguma coisa?

Trabalhou de perto com o Professor Mendella nos �ltimos 4 anos.

� verdade. E o Prof. Mendella n�o atura tolos.

Isto pode ser um desastre.

H� pouco, fui um pouco desagrad�vel.

Oi�a, Miss Masterton, tamb�m n�o quero fazer isto.

- Essa n�o � a quest�o, Mr. Adler. - � Doutor.

Dr. , pode vir ter connosco ao bar privativo do Hotel Sphinx?

Desculpe ter sido desagrad�vel. N�o devia ter sido.

Bom, eu estou...

- Estarei l� - Aceite.

Est� um lindo c�u hoje e est�o todos a olhar para mim.

Sou o professor Rohit Singh, da �ndia. E voc� deve ser...

- Doug Adler. - Deve ser o perito em antiguidades.

Antiguidades e futuro. Onde est� o Prof. Mendella?

Todas as pe�as do quebra-cabe�as j� est�o reunidas.

- Rohit. - Professor Masterton.

- Bem-vindo. - Obrigado.

Todos presentes e em conformidade.

Com a excep��o do Prof. Mendella,

que, infelizmente, n�o pode estar hoje connosco.

- Professor Masterton, lamento... - Onde est� o Mendella?

O Mendella sofreu um ataque card�aco, de manh� cedo.

Meu Deus!

A sua capacidade de decifrar o indecifr�vel

tem sido de uma enorme valia aos meus estudos.

No entanto,

aqui o Dr. Adler tem sido assistente do Mendella

e ofereceu-se para ocupar o seu lugar.

Desculpe, Prof. Masterton...

O Prof. Mendella � a maior autoridade na sua �rea.

E para esta expedi��o precisamos...

precisamos de um especialista.

Sim. Teremos que contentar-nos com o que temos.

O Dr. Adler tem trabalhado com o Prof. Mendella nos �ltimos 4 anos.

� muito mais qualificado do que qualquer historiador novato arranjado � pressa.

Concordo!

Deve ser �ptimo transportar todo o seu conhecimento na sua cabe�a.

Pod�amos ficar surpreendidos por v�-lo sem o peso do seu material de pesquisa.

N�o o vejo curvado com o peso das suas refer�ncias, Mr. Levitz.

Ser� que posso ser atrevido e perguntar-lhe:

o que comprou a sua entrada nesta expedi��o?

� preciso mais do que conhecimento para violarmos a Hist�ria.

Violar?

Se fossemos escavar o t�mulo da Rainha Victoria, chamar-se-ia viola��o, n�o?

Depende do que tencionasse fazer-lhe.

Meus amigos,

todos v�s s�o necess�rios a esta expedi��o.

Todos, sem excep��o.

Hoje iremos aprofundar a Hist�ria desta terra misteriosa,

como jamais algu�m fez.

Acredito que o que iremos encontrar ir� mudar a Hist�ria.

- Ao Egipto - Sa�de.

Passa-se alguma coisa?

Estes militares...

N�o estavam aqui ontem.

Magn�fica, n�o �?

Envolta em mist�rio.

O meu pai preparou toda a sua vida para isto.

E com a sua ajuda.

N�o. Esta � a minha primeira viagem com ele. A minha m�e criou-me sozinha.

- Escolheu a profiss�o dele. - Para procurar coisas perdidas?

Os psiquiatras teriam um dia cheio com isso, n�o teriam?

O Mr. Sahid � um representante do Governo Eg�pcio.

Ele gostaria de dirigir-vos a palavra, rapidamente espero,

sobre o milagre que devolveu este mist�rio ao mundo.

O Prof. Masterton fala de um milagre,

embora tenha estado t�o perto de ser um desastre.

Ora, Sahid!

Devia ter mais f� nos deuses antigos do Egipto.

Isto foi intencional.

A maior tempestade de areia da hist�ria revelou...

o local de descanso, daquilo que cremos ser o t�mulo princesa Amanphur.

Quando o resto do mundo vivia em cavernas,

isto foi erigido.

Quando Cristo foi crucificado, j� estava enterrado na areia.

Quando Crist�v�o Colombo navegava os mares,

estava escondido, � espera.

� nossa espera.

Vamos acampar aqui esta noite.

Iremos entrar no t�mulo ao amanhecer.

- Est� bem? - Sim, estou bem.

Quer ch�?

Eis-me aqui e nem conhe�o o meu pr�prio pai.

Talvez seja a sua oportunidade. Ele pediu-lhe para vir, n�o foi?

N�o porque quisesse,

mas porque precisava de mim.

Nunca gostei dele.

N�s n�o escolhemos os nossos pais, Sarah.

Por vezes, s� os encontramos.

O Prof. Mendella � mais meu pai, do que o meu.

Onde est� a sua m�e?

Morreu aqui h� dez anos.

Saiu uma noite para ir at� �s pir�mides.

Encontraram l� o seu corpo, na manh� seguinte.

A pol�cia disse que ela foi assaltada e morta

por causa do dinheiro e das j�ias.

N�o acredita nisso?

N�o sei em que acreditar.

A minha m�e era uma mulher muito forte e intuitiva.

Podia ter andado a passear sozinha, mas parece improv�vel,

que se pusesse na situa��o de ser assaltada.

Acho-a muito parecida com ela.

Obrigada por dizer isso.

Lamento, Sarah. Se houver algo que eu possa fazer...

J� fez, ao ouvir -me.

- N�o se preocupe comigo, est� bem? - Est� bem.

Cuidado com isso.

Isso � inaceit�vel.

Dois soldados, o major e eu vamos consigo. De acordo?

De acordo.

O que diz?

Ningu�m pode entrar neste t�mulo e regressar com vida.

S� os escolhidos pelos deuses, sobreviver�o.

Ele est� certo. � o que diz.

Nada como uma boa maldi��o.

Deitem-na abaixo.

Porque os deixa destruir os hier�glifos?

J� acabaram? Selem-na!

Porque selaram a entrada e � a �nica forma de entrar.

J� chega.

Vespas.

Vejam. N�o podemos passar.

Afastem-se. Desculpem.

Recuem todos.

Calmamente.

Sarah...

- tente n�o se mexer. - N�o consigo mexer-me.

Meu Deus!

Temos que ajud�-lo!

� demasiado tarde.

Caminho desimpedido!

Bom trabalho.

Mexam-se!

Cuidado!

Achei que encontrar�amos armadilhas, n�o ninhos de vespas.

S�o armadilhas.

H� um recipiente com comida nas c�maras.

Pressinto que dev�amos voltar.

Conhe�o esse pressentimento. Vamos.

Este � o tipo de lugar onde gostam de montar armadilhas.

- Funcionar�o depois de tanto tempo? - Acho improv�vel.

Encontr�mos os esqueletos de muitos ladr�es de t�mulos,

que vieram como o senhor, Mr. Levitz.

Criminosos que n�o conseguiam resistir ao ouro.

Levitz, pare!

Levitz!

Ningu�m se mexe.

Fiquem todos, exactamente, onde est�o.

Fiquem todos parados.

Mr. Levitz, volte a p�r a est�tua!

Fiquem onde est�o. A sala agora est� armadilhada, infelizmente.

Mr. Singh, pode olhar para diante?

Aqueles mosaicos al�m, devem ter algumas surpresas reservadas para n�s.

Tente ver se existe uma sequ�ncia.

- Temos que sair daqui! - E como far�amos isso, diz-nos?

Al�m de continuarmos e seguirmos o caminho prescrito?

- O que quer dizer? - Estamos trancados c� dentro.

Deve haver uma sa�da. S� temos que encontr�-la.

A nossa miss�o � encontrarmos o t�mulo.

E tudo o que estiver al�m dele.

Coragem a todos!

Ainda podemos fazer isto.

A Claire sabe, n�o sabe?

- N�o h� alternativa, sen�o continuar. - Acho que tenho uma.

Desde que os nossos amigos acreditassem na simetria.

Dois para a esquerda.

Pare!

Tire o seu peso do mosaico.

Tome a mochila

- Rohit, o segredo est� nas pedras. - Sim.

- Pela ordem de zero a dez? - Certo!

O conceito de zero n�o foi inventado muito mais tarde?

Bem observado.

Um para a frente...

Dois para a direita.

Um para a frente, dois para a direita.

Um para a frente, dois para a direita.

- Bom trabalho, Mr. Rohit - Obrigado. Cuidado.

- V� � frente. - � um para a frente, dois para a direita.

Um para a frente, dois para a direita.

Um para a frente, dois para a direita.

Cuidado! Devagar! Um para a frente, dois para a direita.

Obrigado.

Outro beco sem sa�da.

H� uma passagem mais pequena.

� in�til, se estiver selada do outro lado.

- Dr. Adler, preciso da sua per�cia. - Ele n�o sabe nada.

Se ele entender errado, morremos todos!

Cale-se, Levitz. Se algu�m n�o sabe nada, � voc�.

- Vou pela passagem. - Irei com ele.

Volte por onde viemos. Veja se falh�mos alguma coisa.

Estes s�mbolos, este lugar...

- J� alguma vez...? - "D�j� vu".

Recordo-o diariamente, escondido desde que era crian�a.

Algo queria-o aqui? - Porque n�o pergunta aos seu pessoal?

Eu gostaria muito de saber.

O que sabe sobre o Masterton e a minha m�e?

- Todos temos esqueletos no arm�rio. - Isso significa o qu�?

Para onde quer que vamos c� em baixo, nada ir� impedir os planos dele.

E ningu�m ir� impedi-lo de alcan��-lo, custe o que custar.

- Como assim? - N�o posso dizer mais nada.

- Isto � estranho. - � um homem. Talvez feito � m�o.

� demasiada coincid�ncia ter acontecido, para ser ignorado.

Eis um exemplo cl�ssico.

Veja a forma como o homem foi retratado.

Os eg�pcios mumificavam os seus deuses e fara�s,

acreditando que eles possu�am o segredo da vida eterna.

Por isso, recorriam ao processo de mumifica��o.

Eles n�o o inventaram. Foi-lhes trazido.

Veja.

� algum tipo de m�quina.

Vi exactamente o mesmo no Peru e no M�xico.

At� na �ndia temos igual.

Agora, diga-me, como chegaram l�?

"O adormecido despertar�."

O adormecido despertar�. A terra ir� tremer aos seus p�s."

- Claire? - "Que nada no sangue humano."

"O sinal de Os�ris ergue-se. O sinal de Os�ris morto.

E o caminho abrir-se-� para os verdadeiros governantes dos deuses verdadeiros."

O que descobriu?

O meu palpite � que existe uma porta aqui.

O meu palpite... O meu palpite � que est� a brincar com as nossas vidas!

D�-me uma ajuda.

Senhoras e senhores, est� a acontecer.

- Muito bem, Dr. - Muito bem.

Costumava questionar-me se algum antigo eg�pcio mediria mais de 1.50m.

Siga pelas escadas.

T�o lindo!

A Princesa Amanphur.

O Masterton afirma que a minha m�e era descendente directa de Os�ris.

E era.

O quebra-cabe�as est� a revelar os seus segredos.

Todos temos segredos.

Vamos tirar isto!

Tirem o caix�o. Livremo-nos dele!

A Princesa Amanphur... Os homens n�o lhe viram o rosto,

durante 5 mil anos.

A Princesa Amanphur...

era uma prostituta do Fara�!

Enterr�-la aqui foi um disfarce para esconder a verdadeira natureza do local.

- Mas o t�mulo � Hist�ria! - A Hist�ria � escrita por reis.

- E pelos deuses. - Mr. Levitz...

Chegou a hora. A chave!

A Chave do C�u.

A chave?

Para o Mendella isto era o Santo Graal.

Ambos sab�amos que existia.

Alguns estudiosos disseram que era apenas um mito.

Hitler procurou por isto.

Estava destinada a vir parar � minha m�o.

N�o estamos aqui por mero ouro ou quinquilharias.

O verdadeiro tesouro...

est� escondido nas profundezas desta fachada cintilante.

- Sente-se bem? - Sim.

H� algo aqui em baixo.

E ele precisa que encontre o que quer que seja.

Tem que ter cuidado.

- Est� bem? - Est� bem.

O local parece um labirinto.

Precis�o na linguagem, Adam.

N�o � "parece um labirinto." � um labirinto.

- Um labirinto de armadilhas. - Sim, mas o tesouro?

Sabe onde est� localizado?

Creio que encontraremos o tesouro

na parte mais profunda e perigosa do labirinto.

Um tesouro perdido h� mais de 5 mil anos.

O templo perdido de Os�ris.

Como um mito.

N�o gosto do aspecto disto.

Irei � frente, voc� segue-me e voc�, Levitz, ser� o �ltimo!

J� fez estragos que cheguem por hoje.

Com muito cuidado.

Masterton! Pare de me tratar como um idiota!

Levitz!

E agora? Estamos presos c� dentro!

- Doug, consegue ouvir-nos? - Meu Deus!

Preciso de todos os outros! Voc� � dispens�vel!

Acalme-se, havemos de encontrar uma solu��o.

O que procuramos?

S�mbolos, hier�glifos... Algo que nos conduza para o corredor interior.

N�o h� retrocesso.

Voltaremos pelo mesmo caminho e encontraremos outro.

Aqui. N�o parem.

Tome, segure.

Os escravos costumavam fazer rotas de fuga.

Masterton?

Temos que continuar a descer.

Que aconteceu?

Ele caiu e partiu o pesco�o.

- Devemos voltar a subir? - N�o sabemos o que causou a queda.

O que �?

Quem est� a�?

Arranja um ferro. Tenho que encontrar um caminho.

Venha.

Devagar.

Agarre-se �s pegas.

Vamos.

- Cuidado - N�o se preocupe.

Como uma esp�cie de elevador.

- Est� bem? - Estou.

Venha.

Doug!

O que �?

O soldado...

Ou�a-me, Levitz, seu homenzinho corrupto e mau.

Um dos grandes mist�rios da Hist�ria � como come�ou a civiliza��o eg�pcia.

Como floresceu nas margens do Nilo.

Talvez a sua origem estivesse noutro lugar.

A resposta a isso � o tesouro que procuramos.

N�o gosto disto.

"Os adormecidos ir�o despertar."

- O qu�? - Algures no sangue humano...

- Qual � o acordo? - N�o sei.

Ele � um perito em antiguidades. O Levitz tem a chave dele.

O Adam � um bajulador.

E voc�?

Eu sou apenas um canal...

Eu identifico mensagens do espa�o.

Algo est� errado. Algo est� muito errado!

- Doug, � voc�? - Que raio est� a fazer?

Desculpe. Estou assustado. Anda algo atr�s de n�s.

Encontr�mos um soldado. Ele caiu.

Continuam vivos. Por aqui.

Tantos mortos... Cegos pela luz.

- O que viram? - V�timas do Sol.

N�o s�o humanos.

Meu Deus!

- Que se passa? - Ouvi qualquer coisa.

- Que raio � isso? - Um rato.

Mr. Levitz, tente n�o ficar hist�rico.

� s� um rato.

Olhem para voc�s!

Parecem um bando de meninos de escola assustados, num cemit�rio.

Um pouco de nervoso n�o � surpreendente.

Alguns de n�s est�o mortos, Levitz.

Deve ser por sua culpa.

Voc� d� azar.

Ela foi atacada!

O que se passa?

Que raio � isso?

Preciso que encontre uma sa�da.

N�o...

Tenho que encontrar os outros. Vai ficar bem. V�!

� voc�!

Siga-me!

Aqui! Encontrei a porta!

Venham!

N�o!

Venha!

O Sahid est� morto.

Fascinante.

Fascinante?!

O Sahid acabou de morrer e queria que o Levitz morresse, n�o queria?

N�o est� a ouvir-me!

- Sacana! - Agora, oi�am-me!

Voc�s e o vosso precioso Levitz!

Como acham que ele conseguiu a Chave do C�u?

Ele matou o Khalfani! Assassinou-o!

A pol�cia tem a arma do crime.

A sua bengala de l�mina,

com as suas impress�es digitais por todo o lado!

O que era aquela coisa al�m?

O que era?

Aquela coisa...

Alguns dos textos antigos fazem alus�o a um guardi�o

que foi escondido na pir�mide pelos seguidores de R�.

Foi constru�do para ser activado, quando um intruso entrasse no t�mulo.

Mas aquilo n�o ir� impedir-me!

- N�o ir� impedir-me! - Mata-o, como matou a minha m�e?

Vejam.

Vejam!

N�o � daqui.

E todos estes anos, as minhas teorias t�m sido rejeitadas e ridicularizadas.

Veja!

Doug, arranje-me uma maneira de entrar.

� a sua �nica oportunidade de tirar a Sarah daqui.

N�o procure o �bvio.

Esta inscri��o... Os�ris.

"O sinal de Os�ris ergue-se. O sinal de Os�ris morto."

Isso. A forma mais antiga do nome era escrita com dois hier�glifos.

Um que representa o trono e o outro o olho.

"O caminho ser� aberto

e a p�lpebra do Deus, o grande p�ssaro Sothis.

Sothis... por vezes, era chamado Sirius, a Estrela C�o.

Sirius era a estrela polar vista no c�u, quando as pir�mides foram constru�das.

� isso!

Doug, despache-se, por favor.

Sarah! Atravessa a membrana. Tu �s a chave!

Depressa!

Corram para a porta! Venham!

Adam!

Isto � uma esp�cie de um gerador antigo.

Para tr�s, "cowboy". J� n�o precisamos de si.

N�o, Doug! Doug!

O que est� a fazer?

O c�digo gen�tico da princesa Amanphur

� preservado intacto, apenas na descend�ncia directa feminina.

Tu �s uma descendente directa da Princesa Amanphur.

- Precisamos do teu sangue. - Soltem-na!

Eu estou bem.

Rohit...

Se a tua m�e tivesse colaborado,

ela estaria aqui...

para testemunhar... a ressurrei��o.

Se ela tivesse "colaborado"?

Estaria sentada ao meu lado neste trono

para inaugurar uma nova era da Hist�ria da humanidade. Mas ela recusou-me!

Deixem despertar os adormecidos.

O conhecimento disto foi-me passado por numerosas gera��es.

- Por mim, ir� parar com isto. - N�o, Rohit. V� l�...

N�s vos damos a boas-vindas de regresso...

Vamos, n�o desista.

... e nos fizeram � sua imagem!

Finalmente, a humanidade ir� receber o seu pleno potencial!

N�o!

Comtemplai o Sol!

O teu sangue vai unir-nos a todos.

Demasiado tarde! Demasiado tarde.

D�-me isso.

Temos que sair daqui.

Meu Deus!

Est� aqui.

Foi muito corajosa.

Salvou-me a vida, obrigada.

N�o, eu � que agrade�o.

Eles est�o algures...

... � espera de regressar.

Tradu��o e Legendagem Elisa Pires de Carvalho

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