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ANTERIORMENTE EM GAME OF THRONES
Est�o com ela.
Toda khaleesi vira Dosh Khaleen.
Voc� saiu pelo mundo. Isso � proibido.
Com sorte, seu lugar ser� conosco.
� o melhor que pode esperar.
Trouxe-lhe um presente. Rickon Stark.
Bem-vindo ao lar, Lorde Stark.
Ele ir� nos perseguir.
S� precisamos chegar ao Castelo Negro.
Com Jon conosco, Ramsey n�o nos tocar�.
Eles a manter�o mais segura do que eu.
N�o vir� conosco? Para onde vai?
Para casa.
Seu tolo, d� passagem ao seu rei.
Est� velho, irm�o. Teve o seu momento.
Agora, deixe outro governar.
Os Bons Mestres de Astapor e os S�bios Mestres de Yunkai,
com a ajuda de seus amigos de Volantis,
financiam os Filhos da Harpia.
- Iremos lutar com eles? - � s� uma conversa.
Sou a rainha e exijo ver meu irm�o.
Est� come�ando a entender. Mas tem muito a percorrer.
Tio Petyr!
Felizmente, o jovem Lorde do Vale
tem um novo pai para o aconselhar.
O jovem Lorde Robin ouve meus conselhos.
E eu sempre aconselhei lealdade ao Trono.
Claro que n�o apoiamos os malditos Lannisters.
Quero saber de que lado est�o.
Quem nos faria apoiar?
Robin Arryn. O Lorde do Vale.
Fiz o que achei correto e fui assassinado por isso.
Eu fracassei.
Siga em frente.
Lute o quanto puder.
Minha patrulha terminou.
Legendas.TV Apresenta
S06E04 Book of the Stranger
Para onde voc� vai?
Ao Sul.
O que vai fazer?
Vou me aquecer.
Eu estava com voc� em Durolar.
Vimos o que h� por l�.
Sabemos que vir� para c�. Como pode nos deixar?
Fiz tudo que pude. Voc� sabe.
Voc� fez um juramento.
Jurei a minha vida � Patrulha da Noite.
- Dei a minha vida. - Para sempre.
Eles me mataram, Edd! Meus pr�prios irm�os.
Quer que fique aqui depois disso?
Cavaleiros se aproximando!
Abram o port�o!
A sopa est� boa.
Lembra das tortas de rim que Velha Ama fazia?
Com ervilhas e cebolas?
Nunca dever�amos ter sa�do de Winterfell.
N�o gostaria de voltar ao dia que partimos?
Quero gritar para mim: "N�o v�, sua idiota."
Como ir�amos saber?
Passei muito tempo pensando em como fui m� com voc�.
- Queria voltar no tempo. - �ramos crian�as.
Era p�ssima, admita.
�s vezes, era.
Mas eu n�o era muito agrad�vel.
Sempre amuado enquanto voc�s brincavam.
- Perdoa-me? - N�o h� o que perdoar.
- Perdoe-me. - Tudo bem, perdoo.
Ap�s milhares de anos, era de se esperar
que a Patrulha da Noite soubesse fazer cerveja.
Aonde voc� vai?
Aonde n�s vamos.
Se n�o cuidar de voc�,
o fantasma do papai voltar� para me matar.
Aonde n�s vamos?
N�o posso ficar aqui depois do que aconteceu.
S� h� um lugar para irmos.
Para casa.
Mandamos os Boltons arrumarem as trouxas?
Retomaremos deles.
N�o tenho ex�rcito.
- Quantos Selvagens salvou? - N�o vieram servir a mim.
Eles devem a vida a voc�.
Estar�o a salvo com Roose Bolton como Protetor do Norte?
- Sansa. - Winterfell � a nossa casa.
� nossa.
E de Arya, Bran e Rickon, onde quer que estejam.
Pertence � nossa fam�lia. Temos de lutar por ela.
Estou cansado de lutar.
� s� o que fiz desde que sa� de casa.
Matei irm�os da Patrulha, selvagens, homens que admiro.
Enforquei um menino...
mais novo que o Bran.
Eu lutei.
E perdi.
Se n�o retomarmos o Norte, nunca estaremos seguros.
Quero que me ajude.
Mas farei sozinha se for preciso.
Minha senhora.
Sor Davos.
Ficar� aqui no Castelo Negro?
Farei o que Jon Snow mandar.
Serve a Jon Snow agora?
Ele � o pr�ncipe prometido.
Perd�o, minha senhora. Pensei que fosse Stannis.
O que aconteceu l�?
Houve uma batalha. Stannis foi derrotado.
E Shireen?
O que aconteceu com a princesa?
Vi o que aconteceu.
Vi as for�as de Stannis derrotadas no campo.
- Sou sor Davos Seaworth. - N�s nos conhecemos.
Fui da Guarda Real de Renly Baratheon.
Antes de o assassinarem com magia de sangue.
Isso � passado agora.
Sim, � passado.
N�o quer dizer que esque�o.
Ou perdoo.
Ele admitiu.
- Quem? - Stannis.
Antes de eu execut�-lo.
- O Defensor do Vale! - Tio Petyr!
Meu senhor.
Venha ver.
Perdi o dia do seu nome. Veja.
- Um falc�o! - Um falc�o-gerifalte.
O p�ssaro mais incr�vel e raro.
Da �ltima vez que o vi, Baelish,
disse que levaria Sansa Stark para casa com voc�, em Dedos.
Isso mesmo.
E, n�o muito tempo atr�s, soubemos que ela se casou
com Ramsay Bolton em Winterfell.
A caminho de Dedos, nos demos com uma grande tropa de Bolton.
Sabiam aonde �amos e quem lev�vamos.
Tenho cara de idiota?
Diga-me, Lorde Royce.
Quantas pessoas sabiam dos meus planos de viagem?
Transmiti minhas inten��es a voc� e mais ningu�m.
Difame um homem em sua pr�pria casa...
e se ver� em meio a uma briga.
Sua casa � o Vale. O Lorde do Vale est� aqui.
S� o julgamento dele me importa.
Devemos jog�-lo pela Porta da Lua?
Meu senhor.
Meu senhor, sempre fui fiel � Casa Arryn.
Ao seu pai, � sua m�e, e agora a voc�.
Acredita nele, Tio Petyr?
Lorde Royce serviu bem o Vale.
Teve uma carreira militar distinta.
Se pud�ssemos confiar em sua lealdade absoluta...
seria um h�bil comandante nas guerras que vir�o.
Confie na minha lealdade, meu senhor.
Acho que merece outra chance. O que me diz?
Est� bem.
Trago boas novas.
Amigos do norte dizem que Sansa fugiu de Winterfell.
Deve estar indo ao Castelo Negro,
de onde o irm�o � Senhor Comandante.
Mas n�o estar� segura l�. N�o com os Boltons atr�s dela.
Ela � minha prima.
- Dever�amos ajud�-la. - Era meu instinto tamb�m.
Nosso Lorde falou.
Re�na os Cavaleiros do Vale.
Chegou a hora de entrar na briga.
Convidou o inimigo � nossa cidade?
Convidei.
Como um s�bio me falou:
"Fazemos as pazes com nossos inimigos,
n�o com os amigos."
N�o fa�o as pazes com os inimigos da rainha.
- Eu os mato. - Essa � a abordagem militar.
E no que isso deu aqui em Meereen?
Eu represento a abordagem diplom�tica.
A rainha tentou fazer as pazes com os Mestres
e tentaram assassin�-la.
Entramos nessa negocia��o com os olhos bem abertos.
Confiem em mim. J� vivenciei os horrores da escravid�o.
- Quantos dias foi escravo? - Suficientes para saber.
Mas insuficientes para entender.
Comprei esse an�o...
por uma �nica honra de ouro.
E, de alguma maneira,
voc� chegou at� o topo da Grande Pir�mide de Meereen.
Impressionante.
E voc� agora fala pelos Bons Mestres de Astapor.
� sorte e suas reviravoltas.
Viemos encontrar a rainha
e fomos recebidos por um an�o e um eunuco.
Vamos simplificar, sim?
Digam o que querem.
Que saiam da Ba�a dos Escravos.
Peguem seus drag�es e mercen�rios, e saiam.
A Rainha Daenerys n�o ficar� em Meereen para sempre.
Seu caminho a leva para o oeste.
Da �ltima vez que a vi, eu ofereci barcos
para ela voltar a Westeros, aonde pertence.
Ela os recusou.
Pois milhares de homens, mulheres e crian�as
viviam acorrentados.
Como desde o in�cio dos tempos.
- N�o mais. - Acha que � um homem livre?
Ainda segue ordens.
Sua mestre ter cabelo platinado e peitos
n�o significa que n�o seja um mestre.
Amigos, amigos... Por favor.
Sempre existiram uns com riqueza e poder
e outros sem nada.
N�o estou aqui para mudar o modo que o mundo funciona.
A escravid�o � como funciona o nosso mundo.
N�o precisam de escravos para ganhar dinheiro!
N�o existem escravos em Westeros h� s�culos
e cresci mais rico que todos voc�s.
Mas...
nossa rainha reconhece o equ�voco
de abolir a escravid�o...
sem fornecer um sistema para substitui-la.
Ent�o, eis a proposta da Rainha.
A escravid�o nunca voltar� a Meereen.
Mas as outras cidades da Ba�a de Escravos
ter�o tempo para se adaptarem.
O que significa?
Em vez de abolir a escravid�o de repente,
daremos 7 anos para extingui-la.
Os donos de escravos ser�o devidamente ressarcidos.
Em troca...
n�o patrocinar�o mais os Filhos da Harpia.
N�o os patrocinamos.
Certo. Mesmo assim, n�o patrocinar�o mais.
Espero que aceitem, amigos.
N�o receber�o uma oferta melhor.
Naveguemos na mar� da liberdade...
em vez de afogarmos nela.
E como presente de despedida a nossos convidados de honra...
Deem uma chance � liberdade.
Vejam se n�o � t�o bom quanto o que havia antes.
Meus amigos!
Grandes desculpas.
Esperam h� um tempo gordo.
Talvez eu deva traduzir.
- Falamos a L�ngua Comum. - Excelente.
- Reuniu-se com escravagistas. - � verdade.
Nossos irm�os morreram lutando contra essa corja.
Agora os convida � nossa cidade para beber.
Imagino que esta sala tenha sido constru�da...
para governantes intimidarem governados.
Mas n�o sou seu governante.
N�o sou a Quebradora de Correntes,
n�o sou a N�o Queimada...
e certamente n�o sou a M�e de Drag�es.
Voc� � um estranho aqui.
Por que representa Meereen nas conversas com o inimigo?
Porque nossa Rainha me fez conselheiro.
- At� voltar de viagem... - Quando volta?
Em breve. T�m minha palavra.
N�o o conhecemos. N�o confiamos em voc�.
Conhecemos Torgo Nudho.
Lutamos ao lado dele. Confiamos nele.
� por isso que Verme Cinzento participou das negocia��es.
Como comandante dos Imaculados,
sabe derrotar os Mestres e a hora de fazer as pazes.
Fez as pazes com os escravagistas?
Apresentamos propostas.
E voc�, Verme Cinzento?
Quer beber vinho com esses homens?
Os homens que nos tiraram dos bra�os de nossas m�es
e nos venderam nos leil�es como gado?
Sou um soldado, n�o um pol�tico.
Mas se h� uma chance de paz,
uma paz justa, dever�amos aceit�-la.
Missandei...
conhece esses homens. Como pode confiar neles?
N�o confio. Nunca confiarei.
Mas, como um s�bio me disse uma vez...
"Fazemos as pazes com nossos inimigos,
n�o com nossos amigos."
N�o me use para suas mentiras.
- Aqueles homens o respeitam. - Porque sabem quem sou.
- Sabem que sou leal. - Eu tamb�m.
Sou leal � minha rainha, n�o a voc�.
Se trair o plano dela, ser� meu inimigo.
S� estou tentando salvar a cidade dela.
Prometeu aos Mestres manter a escravid�o.
Por pouco tempo.
Sete anos n�o � pouco para um escravo.
Tem raz�o. A escravid�o � um horror que precisa acabar.
A guerra � um horror que precisa acabar.
Mas n�o posso fazer os dois hoje.
- N�o confie naqueles homens. - N�o confio nos Mestres.
Confio na ambi��o deles.
S�o confi�veis se acharem que trabalhar comigo
� bom para eles.
N�o os conhece. N�o os entende.
N�o somos humanos aos olhos deles.
Eles olham para mim e veem uma arma.
Olham para ela e veem uma puta.
Olham para mim e veem um monstrengo.
A fraqueza deles � o desd�m.
Sempre nos subestimar�o e nos aproveitaremos disso.
N�o os usar�.
Eles � que o usar�o. � isso que fazem.
Tudo bem?
Por que n�o se senta e recupera o f�lego?
Estou bem.
N�o acho que possa montar no drag�o.
Vinte anos atr�s, talvez.
- O qu�? - Nossa rainha.
Ele � feroz.
N�o se deixe enganar pelo tamanho dela.
� dif�cil at� para mim que sou jovem.
Voc�...
Seu cora��o n�o aguentaria.
Deve ficar bravo por a rainha ter me escolhido.
Fico triste.
Logo a decepcionar� e ela seguir� em frente.
- Todos a decepcionaremos. - Precisamos um do outro.
Quando n�o precisarmos...
N�o quero lutar com voc�, Jorah, o �ndalo.
O que ganho?
Se vencer, sou o cr�pula que matou um velhote.
Se perder, sou o in�til que um velhote matou.
N�o foi criado com muita disciplina, n�o �?
Nenhuma.
A estrada do Port�o dos Cavalos � chamada "caminho dos deuses".
Mercado Oriental, Mercado Ocidental.
Quando Drogo morreu, ela deveria ter vindo
se reunir �s Dosh Khaleen,
as vi�vas dos khals mortos.
� para l� que a levariam.
O Templo das Dosh Khaleen.
O que est� fazendo?
� proibido portar armas na Cidade Sagrada.
N�o � proibido invadir a cidade e roubar uma khaleesi?
Se nos pegarem desarmados,
diremos que somos comerciantes.
Mas, se virem armas...
Est� pedindo a um c�o que entregue os dentes.
Eles s�o cem mil. N�o escaparemos lutando.
Esperamos o anoitecer e a encontramos.
Eu...
sou muito apegado a esta faca.
N�o se preocupe. N�o encostou em voc�.
Sabe o que acontece?
Sei o que acontece.
Pode deixar.
Deveria ter nascido Dothraki.
Vamos.
Meus amigos...
sa�mos do Mercado Ocidental e nos perdemos.
Podem nos mostrar o caminho de volta?
- O que vendem? - Vinho.
Venha � minha barraca amanh�...
e lhes darei um barril do melhor de Arbor.
N�o s�o comerciantes. Chame os outros.
Eu falei. Sou muito apegado a ela.
Est� bem?
Se encontrarem um corpo apunhalado...
toda a cidade ir� nos procurar.
Algumas n�o acham que Dothrakis...
deveriam procriar com estrangeiros.
S�o velhas idiotas.
Sempre dilu�mos o nosso sangue.
Esta � Lhazareen.
O seu khal a encontrou escondida num po�o.
Quantos anos tinha?
Doze.
Ela deu uma filha a seu khal.
- Como ele demostrou alegria? - Quebrou minhas costelas.
N�o somos rainhas aqui,
mas os khals dependem da nossa sabedoria.
Nossas vidas t�m significado.
� mais do que muitos t�m.
Quando os khals se encontrarem para a Khalar Vezhven amanh�,
espero que a deixem viver seus dias conosco.
As outras possibilidades n�o s�o agrad�veis.
Preciso urinar.
N�o pode fugir de Dothraki.
- Sabe disso. - Nunca fugirei de Dothraki.
Guie-a.
Precisava de ar fresco. As velhas fedem.
Fedem mesmo.
Devia ser muito jovem quando seu khal morreu.
Dezesseis.
Pena que n�o morreu antes.
Sim, que pena.
� verdade que tem tr�s drag�es?
- E cospem fogo? - Cospem.
Gostaria de v�-los um dia?
Sou Dosh Khaleen.
Nunca deixarei Vaes Dothrak
at� ascender como a fuma�a da pira no dia em que morrer.
- N�o, n�o a machuque. - Ela nos entregar�.
Temos de ir agora.
N�o sairemos vivos de Vaes Dothrak.
S� nos resta tentar.
N�o.
Podemos fazer mais. E voc�s me ajudar�o.
E voc�...
Confie em mim, Khaleesi. N�o me traia.
Se a deixasse ir agora,
aonde iria?
O que buscaria?
Iria ao meu irm�o... Meu marido, minha fam�lia.
Claro.
Mas para voc� isso significa buscar dinheiro, luxo, poder.
Buscar sua fam�lia significa buscar pecado.
N�o estou a condenando.
Tamb�m busquei essas coisas.
Preterindo todo o resto.
Meu pai era sapateiro.
Morreu quando eu era jovem e fiquei com a loja dele.
Era um homem simples e fazia sapatos simples,
mas eu vi que quanto mais trabalhava nos sapatos,
mais as pessoas os queriam.
Couro fino, ornamenta��o, detalhamento...
e tempo.
Sobretudo tempo. Muitas horas num par s�.
- Qualidade leva tempo. - Sim.
J� deve ter carregado um ano da vida de algu�m nas costas.
Os nobres gostavam de cobrir os p�s com o meu tempo,
e pagavam bem pelo privil�gio.
Usava o dinheiro para provar um pouco da vida deles.
A cada regojizo, eu me sentia...
evoluindo para algo melhor.
"At� caminhar num cemit�rio, se dar conta da sua vaidade
e decidir buscar a retid�o."
Livro do Estranho, verso 25.
Voc� conhece A Estrela de Sete Pontas.
Septa Unella l� para mim. Ou prega para mim.
Sim, ela gosta de pregar para as pessoas.
Voc� est� perto.
Mas n�o era um cemit�rio.
Era um banquete.
Comprei um bom vinho velho...
e garotas bonitas...
e convidei meus amigos para compartilhar.
Compartilhamos o vinho, as mulheres...
e logo ca�mos no estupor.
Acordei antes do amanhecer.
Mal podia ficar em p�.
Todos dormiam nos sof�s ou no ch�o.
Empilhados ao lado de suas roupas finas.
Com a verdade de seus corpos exposta.
Dava para sentir o cheiro deles...
por tr�s do incenso, do perfume...
e da comida boa que come�ava a apodrecer.
Foi a� que percebi com toda a claridade.
Enxerguei meus pecados.
O ouro que tinha, o vinho que bebi,
as mulheres que usei...
e meu esfor�o incessante para manter minha posi��o.
Era tudo parte de uma hist�ria.
Uma hist�ria que contava a mim mesmo sobre quem eu era.
Uma cole��o de mentiras que desapareceriam na luz.
As pessoas das quais tentava fugir,
os mendigos na rua e os pobres,
estavam mais pr�ximas da verdade do que eu.
Ent�o, o que fez?
Fui atr�s delas. Nem calcei meus sapatos.
Fui embora para nunca mais voltar.
Venha, vamos v�-lo.
- Quem? - Seu irm�o.
Loras.
Loras.
Ou�a-me. Precisa continuar forte.
N�o posso continuar forte.
- Nunca fui forte. - Voc� � forte.
Voc� � o futuro de nossa Casa, o futuro de nossa fam�lia.
N�o me importo com isso.
J� disse isso para eles? Que n�o se importa?
S� quero que isso acabe.
Ajude-me.
Eles querem que eu ajude voc�.
Querem que eu ajude... a te destruir.
Sei que foi por isso que ele me deixou ver voc�.
Se cedermos �quilo que querem, eles vencem.
Deixe que ven�am.
Fa�a isso acabar.
Por favor.
Tudo bem.
Agora, como evitar desastre com esse problema atual.
Esse Alto Pardal...
Lidei com todo tipo de fan�tico, Vossa Gra�a.
O mais importante � n�o provoc�-los.
Est� rodeado de inimigos por dentro e por fora.
O que faz aqui?
Estou aconselhando o rei em nosso problema atual.
- Saia. - Sou do Pequeno Conselho.
O rei...
Esta � uma reuni�o do Pequeno Conselho?
Claro que n�o.
Estou aqui para dar minha sabedoria e apoio.
Obrigado pelo conselho, Grande Meistre.
Por enquanto � s�.
Vossa Gra�a.
Como perdi as �ltimas reuni�es do Pequeno Conselho...
queria falar com voc� sobre algumas coisas.
Tenho pensado no Alto Pardal.
Todos temos, infelizmente.
Temos de ter cuidado ao lidar com esse homem.
Para evitar que as coisas piorem ainda mais.
Temos de ter cuidado para n�o contrari�-lo.
Ele est� com Margaery. N�o podemos arrisc�-la.
- Ele � perigoso. - Olhe para mim.
O que fizeram comigo?
Com a pr�pria m�e do rei?
Tudo bem.
Agora j� foi.
E claro...
a seguran�a de Margaery � imprescind�vel.
N�o gosta de Margaery, gosta?
N�o interessa se gosto ou n�o.
Margaery � a rainha.
Rainhas devem inspirar respeito.
Reis, ainda mais.
Para o bem deles e de todo mundo.
O Alto Pardal n�o respeita reis ou rainhas.
N�o respeita nada neste mundo.
N�o d� a m�nima por coisas deste mundo.
Quer derrub�-las e substitu�-las com qu�?
Com fantasias.
Com mendigos nas ruas, com nada.
M�e...
h� algo que quero lhe dizer.
Algo que o Alto Pardal me disse.
Voc� falou com ele?
Prometi n�o contar para ningu�m. Se ele descobrir...
Seria uma trai��o que ele n�o aceitaria,
dada sua tagarelice sobre a verdade.
Sou sua m�e.
Pode confiar em mim sempre.
A reuni�o do Pequeno Conselho foi adiada por ordem do Rei.
Pensei que havia compreendido que n�o � bem-vinda.
Disse que respeitava nosso pai por saber da necessidade
de unir for�as com os rivais.
Minha cara...
Voc� teve a dignidade e a autoridade despojadas,
foi humilhada publicamente
e confinada na Fortaleza Vermelha.
- Que for�a tem para unir? - Cersei � a m�e do rei.
Tem a confian�a e aten��o dele.
O rei tem falado com o Alto Pardal
sobre a Rainha Margaery e sor Loras.
O Alto Pardal sabia quando tomou o poder
que ficar�amos discutindo em vez de retom�-lo.
Aqui estamos. Bem feito para n�s.
O futuro dos Sete Reinos est� nas m�os sujas de plebeu dele.
Em alguns dias, far� meu julgamento.
Mas antes a Rainha Margaery far� a caminhada de expia��o.
Sim.
Margaery pagar� os pecados diante dos cidad�os de bem.
N�o.
Isso n�o pode acontecer.
- N�o vai acontecer! - Eu concordo.
Voc� tem o segundo maior ex�rcito de Westeros.
Traga-o para a cidade,
impe�a a humilha��o da Rainha Margaery
e leve-a de volta � cust�dia da Coroa.
O Rei me mandou n�o agir contra o Alto Pardal
ou a F� Militante temendo pela seguran�a da rainha.
N�o ir� agir.
Quando as tropas chegarem, voc� n�o intervir�.
Foi expressamente proibido de n�o intervir?
N�o. Mas se o Rei ordenar...
Tudo acabar� antes que possa ordenar.
Quando prenderem o Alto Pardal, ou matarem, de prefer�ncia...
e Margaery estiver de volta ao lado de Tommen,
acha que o Rei ficar� bravo?
Odeia aqueles fan�ticos tanto quanto n�s.
Odeia o que fizeram com seu filho.
Quer Lancel de volta? Ou desistiu dele?
Claro que o quero de volta.
Ent�o, abstenha-se.
E deixe que sejam destru�dos aqueles que o tomaram de voc�.
Se n�o for como planejado...
os pardais t�m muitos amigos nesta cidade.
Teremos guerra civil. Muitos morrer�o.
Muitos morrer�o n�o importa o que fa�amos.
Antes eles do que n�s.
Disseram-me que estava em casa mas n�o acreditei.
"Theon Greyjoy?" Eu disse.
"Est� morto.
Morreu h� um bom tempo."
Ele o libertou?
Eu fugi.
N�o ouvi!
Eu fugi.
Olhe para mim.
Olhe para mim.
Homens morreram tentando resgat�-lo.
Homens bons.
Meus homens.
Desculpe-me.
Voc� era meu irm�o.
Era um traste mimado,
mas era meu irm�o e arrisquei tudo por voc�.
- E voc� me traiu. - Eu sei. E sinto muito.
Pare de falar isso.
Ele me quebrou.
Ele me quebrou em mil peda�os.
- Eu sei. - N�o sabe.
Ele nos enviou um dos peda�os.
Por isso, fui at� voc�.
Por que veio aqui?
Aonde mais iria?
Soube da morte do papai e veio reivindicar a Coroa?
N�o. S� soube quando atracamos.
Calhou de aparecer em Pyke justo antes da Assembleia?
Eu n�o sabia.
Acha que algum homem de ferro quer voc� como rei
- depois do que fez? - N�o quero ser rei.
O que quer?
Deveria t�-la escutado...
N�o importa mais. Pare de chorar.
Olhe para mim!
Diga-me o que quer.
Voc� deve governar as Ilhas de Ferro.
Deixe-me ajudar.
Eles a limparam bem.
Sabe quem sou?
- Um Lorde. - Sim.
Um Lorde.
Viu meus estandartes?
O homem esfolado.
Isso a preocupa?
Voc� os come depois?
N�o.
Ent�o, j� vi pior.
- Serviu aos Starks? - Sim.
Eles me acorrentaram e puseram uma espada na minha garganta,
ent�o, servi a eles.
Os Starks acabaram faz tempo.
Mas voc� continuou protegendo Rickon.
Conseguiria um bom pre�o do comprador certo.
Servi � fam�lia dele sem ganhar nada.
Tenho para mim que eles me devem.
Seja como for...
n�o tem mais Rickon para poder vend�-lo.
Ele � meu.
Ent�o, que utilidade poderia ter para mim?
Posso dar o que quer.
E tem certeza que sabe o que quero?
A mesma coisa que todo homem.
E quando querem mesmo...
d�o um banho dela antes.
� boa com palavras.
Gosto disso.
Voc� se expressa melhor que Theon Greyjoy.
� mesmo?
N�o foi f�cil faz�-lo falar.
Mas ele falou.
Todos falam.
Ele me contou tudo.
Sobre os meninos Stark,
quem os ajudou fugir...
e como ela o fez.
Abram o port�o!
Desculpe pela comida.
N�o � nossa especialidade.
Tudo bem. H� coisas mais importantes.
Carta para voc�, Senhor Comandante.
N�o sou mais o Senhor Comandante.
"Ao traidor e bastardo Jon Snow.
Voc� permitiu a entrada de milhares de Selvagens.
Traiu sua ra�a e traiu o Norte.
Winterfell � minha, bastardo. Venha ver.
Seu irm�o Rickon est� no meu calabou�o.
O lobo dele virou tapete. Venha ver.
Quero minha noiva. Se me devolv�-la,
n�o perturbarei voc� nem suas amantes Selvagens.
Se escond�-la de mim, irei ao norte e matarei
todos os selvagens sob sua prote��o.
Ver� eu esfol�-los vivos e...
Continue.
Mais do mesmo.
"Ver� meus soldados estuprarem sua irm�.
Ver� meus c�es devorando seu irm�ozinho selvagem.
Depois arrancarei seus olhos fora
e te darei aos c�es. Venha ver.
Ramsay Bolton, Lorde de Winterfell...
e Protetor do Norte."
"Lorde de Winterfell e Protetor do Norte."
O pai dele est� morto.
Ramsay o matou. E agora tem Rickon.
- N�o sabemos disso. - Sabemos, sim.
Quantos homens tem o ex�rcito dele?
Eu o escutei dizer 5.000
quando falava do ataque de Stannis.
- Quantos voc� tem? - Aptos a marchar e lutar?
Dois mil.
O resto s�o crian�as e idosos.
Voc� � filho do �ltimo grande Protetor do Norte.
Fam�lias nortenhas s�o leais. Lutar�o por voc� se pedir.
Um monstro tomou nossa casa e nosso irm�o.
Temos de voltar a Winterfell e salv�-los.
� proibido derramar sangue na cidade sagrada.
� proibido portar armas na cidade sagrada.
N�o derramemos sangue, ent�o.
Bem... Sempre h� um pouco de sangue.
Esmagaram a cabe�a dele com uma pedra.
Aggo pertencia ao meu khalasar.
Ele me serviu bem.
Teve a cabela esmagada com uma pedra.
Foda-se Aggo.
Traga a vi�va de Drogo.
Quem se importa com ela? Ela � uma an�.
Eu gosto dela.
� mais branca que leite.
Gostaria de experimentar o sabor de uma khaleesi.
Tudo bem. Pode chupar meu pau.
Seu lugar � com Dosh Khaleen.
Os S�bios Mestres de Yunkai a querem.
Oferecem dez mil cavalos em troca.
O que vale mais...
uma garotinha rosada ou dez mil cavalos?
Danem-se os S�bios Mestres e seus traseiros perfumados.
Eu tomo aqueles cavalos.
N�o quer saber o que penso?
Prefere ser vendida como escrava?
Ou mostrar a Rhalko qual � o seu sabor?
N�o. Nenhuma das duas coisas.
N�o nos importa o que quer.
Este � o Templo de Dosh Khaleen.
N�o tem nenhuma voz aqui, a menos que seja Dosh Khaleen.
O que n�o �, at� decidirmos que �.
Sei onde estou. J� estive aqui.
Aqui � onde a Dosh Khaleen anunciou meu filho,
o Garanh�o que Monta o Mundo.
E o que aconteceu?
Confiou numa feiticeira como uma tonta.
Seu beb� est� morto por sua culpa.
E Khal Drogo tamb�m.
Aqui que Drogo prometeu levar seu khalasar
aonde o mundo termina.
A cavalgar pelo Mar Negro de Sal como nenhum khal jamais fez.
Prometeu matar os homens das armaduras de ferro
e derrubar suas casas de pedra.
Ele me jurou diante da M�e das Montanhas.
E voc� foi est�pida a ponto de acreditar.
E agora, sobre o que os Grandes Khals discutem?
Quais pequenos vilarejos atacar�o,
com quantas transar�o,
quantos cavalos exigir�o como tributo.
S�o homens pequenos.
Nenhum est� preparado para liderar os Dothraki.
Mas eu sim.
Ent�o, liderarei.
Est� bem.
Nada de Dosh Khaleen para voc�.
Em vez disso, vamos foder voc�.
Depois, nossos companheiros de sangue foder�o voc�.
E, se sobrar algo de voc�,
ser� a vez dos cavalos.
Vadia maluca!
Acha mesmo que a servir�amos?
N�o v�o servir.
V�o morrer.
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Revis�o: o-o
Sansa.
Voc� sabia do Ramsey?
NO PR�XIMO EPIS�DIO
A morte s� busca os maus e deixa os bons para tr�s?
- Quem reinvindica? - Reinvindico o Trono de Sal.
O conhecimento o fez poderoso, mas ainda h� muito que n�o sabe.
Bran, acorde!
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