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Transcri��o do SyFy: PedroWs
Sincronia: inSanos, InSUBs, United
Tradu��o e Legendagem Filomena Antunes / MOVIOLA
A GUERRA DOS TRONOS A Dan�a Dos Drag�es
- Cuidado! - Fogo! Fogo!
Um grupo de 20 homens, talvez menos.
Entraram e sa�ram sem que ningu�m os tivesse visto.
Queimaram as nossas provis�es, de comida
e destru�ram as nossas armas de cerco.
- Dezenas de tendas foram... - Os cavalos?
Ainda estamos a contar, mas centenas est�o mortos.
20 homens entraram no acampamento sem que um guarda soasse o alarme?
Os nortenhos sabem mais sobre a terra deles do que n�s saberemos.
Acorrentem os guardas de ontem � noite.
Ou adormeceram ou conspiraram com o inimigo.
- Descubram e depois enforquem-nos. - Sim, Vossa Gra�a.
A n�o ser que haja um degelo, n�o podemos avan�ar para Winterfell
e n�o temos comida suficiente para regressarmos a Castelo Negro.
N�o vamos regressar a Castelo Negro.
Perdoai-me, nunca afirmei ser especialista em assuntos militares
mas se n�o podemos avan�ar e n�o vamos recuar...
Mandai retirar a carne dos cavalos mortos.
Parem!
Parem!
Abram os port�es.
Foi um falhan�o.
N�o foi.
Fui salv�-los. Falhei.
N�o para ele.
Ou para ele. Ou para ela.
Todos eles est�o vivos gra�as a ti e a mais ningu�m.
Acho que eles sabem disso.
Tens um bom cora��o, Jon Snow.
Vai fazer com que sejamos todos mortos.
Saiam da frente.
Mandastes chamar-me, Vossa Gra�a?
Arranjai cavalos saud�veis e cavaleiros para vos protegerem.
Vou enviar-vos de volta para Castelo Negro.
Dizei ao Comandante que o rei dele lhe ordena
que envie comida, provis�es e cavalos.
Em troca, quando eu subir ao trono,
garantirei que a Patrulha da Noite tem todos os homens de que precisa.
Pode proteger os 19 castelos da Muralha, se quiser.
- Nomeastes-me vossa M�o. - Sim.
A M�o do Rei nunca deve abandonar o Rei,
especialmente em tempos de guerra. - Estais a obedecer a uma ordem.
Um rapaz com um pergaminho poderia entregar esta mensagem.
E se o Jon Snow disser que n�o, o que dir� o rapaz?
N�o vos nomeei M�o por causa dos vossos conhecimentos militares.
Cavalgai rumo a Castelo Negro. N�o regresseis de m�os a abanar.
Vossa Gra�a, talvez a Rainha Selyse
e a Princesa Shireen pudessem acompanhar-me.
A minha fam�lia fica comigo.
Pelo menos, deixai-me levar a Shireen.
Um cerco n�o � lugar para uma menina.
A minha fam�lia fica comigo.
- Que livro � esse? - 'A Dan�a Dos Drag�es:
'Uma Narrativa Verdadeira', do Gr�o-meistre Munkun.
Isso parece uma hist�ria a s�rio.
Sir Byron Swann queria matar o drag�o Vhagar.
Poliu o escudo dele durante uma semana, para ficar como um espelho.
E escondeu-se atr�s dele e avan�ou,
esperando que o drag�o s� visse o pr�prio reflexo.
Mas o drag�o viu um homem tolo a segurar um escudo espelhado.
E queimou-o.
E assim acabou a carreira de matador de drag�es
de Sir Byron Swann.
Fiz algo para v�s, Princesa.
- Gostais? - � lindo.
- Obrigada. - N�o tendes de qu�.
Far-me-eis uma f�mea tamb�m, para ele ter companhia?
Claro que sim.
Mas porque recebo um presente?
Porque o mereceis.
O meu filho andava sempre atr�s de mim, a tentar ensinar-me a ler.
Deuses, eu era teimoso acerca disso.
Cheguei at� aqui sem ler, achava que podia chegar at� � campa.
Quem me dera ter-lhe prestado aten��o.
� a minha maneira simples de dizer obrigado.
Por me ensinardes a ser um adulto.
Estarei fora durante alguns dias, Princesa.
Quero saber tudo acerca de 'A Dan�a Dos Drag�es' quando voltar.
L�-lo-eis v�s.
- Pr�ncipe Doran. - Perdoai-nos, come��mos sem v�s.
Por favor, sentai-vos.
- Princesa Myrcella. - Tio.
- Que belo vestido. - N�o gostais?
- Deveis ter frio. - De todo.
O clima de Dorne agrada-me.
Pr�ncipe Trystane.
- Como est� o vosso maxilar? - N�o foi nada grave.
O que fazeis em Dorne?
Garanto a seguran�a da minha sobrinha, a Princesa Myrcella.
E em vez de enviardes um corvo ou de falardes comigo diretamente,
decidistes entrar no meu territ�rio em segredo
e raptar � for�a a nossa convidada? - Recebemos uma mensagem amea�adora.
O colar da Princesa na boca de uma v�bora.
Esse colar foi roubado do meu quarto.
Excelente. Uma �ltima refei��o antes da decapita��o?
N�o posso decapitar-vos. Muitos em Dorne querem guerra.
Mas eu j� vi como � a guerra.
Vi os corpos amontoados nos campos de batalha.
Vi os �rf�os a passarem fome nas cidades.
N�o quero liderar o meu povo rumo a esse inferno.
N�o, queres sentar-te � mesa com os Lannister.
E � isso mesmo que estamos a fazer.
Bebamos a Tommen, Primeiro do Nome Dele,
Rei dos �ndalos e dos Primeiros Homens,
Senhor dos Sete Reinos.
O Rei Tommen insiste no regresso da irm� � capital?
Temo que sim.
N�o posso desobedecer �s ordens do meu rei.
Ela regressar� convosco para Porto Real.
E o meu filho, o Pr�ncipe Trystane, acompanhar-vos-�.
Para que a alian�a entre o Trono de Ferro e Dorne continue,
o noivado deles deve manter-se. - Eu aceito.
Mais uma coisa. O meu irm�o foi nomeado para o Pequeno Conselho
antes de morrer.
O vosso pai percebia a import�ncia de ter Dorne como aliado.
Dado o Oberyn ter morrido o Trystane assumir� o lugar dele.
- Tendes a minha palavra. - A palavra de um regicida.
N�o admira que n�o consigas p�r-te de p�, n�o tens coluna vertebral.
�s a m�e de quatro das minhas sobrinhas,
raparigas que eu amo muito.
Para bem delas, espero que vivas uma vida longa e feliz.
Se voltas a falar comigo assim, n�o viver�s.
Posso perguntar-vos acerca do destino do meu homem, o Bronn?
Dizei-me, Sir Jaime, em Porto Real,
como castigam um plebeu que agride um pr�ncipe?
Ele disse que n�o foi nada grave.
A culpa � minha.
O Bronn n�o passa de um soldado que cumpre as minhas ordens.
Se algu�m devia ser castigado, sou eu.
O Pr�ncipe Trystane tem de aprender a julgar, se um dia vier a governar.
Deix�-lo-ei decidir.
Aprendi o valor da miseric�rdia com o meu pai.
- Libertarei o vosso homem. - Sois um bom homem.
Com uma condi��o.
Porque jogamos? Sou melhor do que tu,
serei sempre melhor do que tu. Alguma vez falhei?
Uma vez? Acho que n�o. N�o me lembro.
Deves adorar a humilha��o. Ou a dor.
De qual gostas mais, da humilha��o ou da dor?
Esta doeu, n�o doeu?
Vais chorar?
Desiste, irm�zinha.
- Vais falhar. - Eu nunca falho.
Ir�s. Pensas demasiado.
Agora est�s nervosa. E se ela tiver raz�o?
- Sorte. - Agora � a minha vez.
�s muito lenta. Foste sempre muito lenta.
Vou ficar feliz no final desta caminhada?
Descobrireis muito em breve.
Dizei-o mais uma vez, jeitoso. Quem sou eu?
- A mulher mais bela do mundo. - E � verdade.
Oferecida.
Pr�ncipe Doran, Sir Bronn da �gua Negra.
N�o sabia que havia cavaleiros da �gua Negra.
S� um.
Penso que j� conheceis o Pr�ncipe Trystane.
Pr�ncipe. Desculpai o que aconteceu no outro dia.
O Pr�ncipe Trystane � um homem misericordioso.
Ele concordou em libertar-vos.
Fico contente por saber.
- A tarte parece boa. - Havia uma condi��o.
Talvez um pouco de sopa?
Ostras, am�ijoas e berbig�o!
Ostras, am�ijoas e berbig�o!
Ostras, am�ijoas e berbig�o!
- Ostras, am�ijoas e berbi... - Quanto � a tua pequena am�ijoa?
Ostras, am�ijoas e berbig�o!
Ostras, am�ijoas e berbig�o!
Anda c�.
Quero ostras, rapariga.
Estou a falar contigo. �...
- Rapariga! �s surda? - Prendam-no!
Rapariga!
Rapariga!
Meu senhor.
Lorde Tyrell.
Em nome do Banco de Ferro,
quero ser o primeiro a dar-vos as boas-vindas
� Cidade Livre de Bravos.
Espero que a vossa viagem tenha sido agrad�vel.
O mar esteve um pouco agitado nos �ltimos dias. Nada demasiado mau.
� bom ver que o rapaz ainda guarda o porto.
E como correm as colheitas na Campina?
Os vinhateiros dizem que este poder� ser o melhor ano para uvas pretas
em meio s�culo.
Se chegarmos a um acordo satisfat�rio,
terei muito gosto em enviar-vos uma pipa do melhor vinho da �rvore.
Lamento, mas n�o bebo.
H� quem considere a usura de mau gosto, uma desonra.
O que � um disparate, claro.
Ainda bem que estamos de acordo acerca deste assunto.
Sab�eis que, a dada altura, Maegor III
tentou proibi-la nos Sete Reinos?
Queria prender quem fosse apanhado a cobrar juros
e cortar-lhe ambas as m�os.
Uma infelicidade para os luveiros.
Se um homem n�o cobrar juros sobre um empr�stimo,
ent�o n�o tem nada a ganhar e tem tudo a perder, para qu� arriscar?
Assim sendo, a promessa de uma recompensa,
faz com que um homem esteja disposto a jogar.
No Banco de Ferro, n�o somos jogadores, Lorde Tyrell.
Sois os melhores jogadores do mundo.
E todas as apostas que ganharam constru�ram isto.
- Dev�amos comemorar. - Ainda tenho muito trabalho.
Que disparate. O trabalho acabou. Cantais?
- N�o tenho esse dom. - N�o � um dom, � uma habilidade.
Qualquer pessoa pode aprender.
Achei que aquele velho merdoso n�o parava de cantar.
N�o era assim t�o mau.
Os Tyrell podem todos apodrecer no inferno.
Cabr�es trai�oeiros. Iam fazer daquele maricas do Renly rei.
� aqui, rapazes.
As mulheres mais atraentes de Bravos.
- Ides pagar? - Vou pagar.
Mas nunca fui bom a partilhar.
- Vende o teu peixe noutro s�tio. - Deixa-a entrar, Brusco.
Tenho fome.
Anda c�, querida.
Dizem que as ostras s�o afrodis�acas.
Queremos meia d�zia.
Tr�s moedas de cobre.
Toma uma de prata, porque a senhora gosta de ti.
Muito velha.
Brea!
Muito velha.
Tenho a ideal. Anara.
A nossa rapariga mais cara.
Mas vale a pena, garanto-vos.
Muito velha.
Tens o que eu quero ou n�o?
Claro que sim. Claro que sim.
S�o frescas?
Anda, os rapazes t�m fome.
N�o h� nada melhor para o tes�o do que ostras frescas.
- Toma. Obrigado. - Eu quero uma.
Tens vinagre?
Quem deixou entrar esta mi�da? Fora! Fora!
�timo.
Eu digo-te quando acabarmos.
- Ter�s uma nova para mim amanh�? - Com certeza.
Vou mandar chicotear-te, mi�da. Vamos. Sai. Sai.
- "Valar morghulis." - "Valar morghulis."
E ent�o?
O homem magro hoje n�o tinha fome.
Talvez seja por isso que um homem � magro.
- Amanh�. - Amanh�.
Uma rapariga tem trabalho para fazer.
A tua rebeli�o acabou.
Podes prestar-me vassalagem agora,
ou podes morrer.
Eu acredito em segundas oportunidades.
N�o acredito em terceiras oportunidades.
Escreveis como uma crian�a de sete anos.
O vosso meistre disponibilizou-se para copi�-lo por mim.
N�o tentou fazer-vos pagar?
Talvez tenha mudado.
A Rainha ficar� feliz por saber que levais a filha dela para casa.
- Ficar�. - Amai-la muito, n�o amais?
- Claro, ela � minha sobrinha. - N�o falava dela.
Julgais que desaprovo? Porqu�?
Porque as pessoas o desaprovam no s�tio de onde vindes?
Desaprovavam a minha rela��o com o Oberyn no s�tio de onde vindes.
Aqui, ningu�m ligava.
H� 100 anos, ningu�m vos teria ligado
se vos cham�sseis Targaryen.
Est� sempre a mudar, quem devemos amar e quem n�o devemos.
A �nica coisa que se mant�m
� que queremos quem queremos.
Sei que a vossa filha n�o participou na coisa horr�vel
que aconteceu ao homem que eu amo.
Talvez at� v�s sejais inocente.
Pai.
N�o tendes frio?
N�o. O que l�s?
- 'A Dan�a Dos Drag�es'. - Sobre o que �?
� a hist�ria da luta entre a Rhaenyra Targaryen
e o meio-irm�o dela, o Aegon, pelo controlo dos Sete Reinos.
Ambos julgavam que o lugar deles era no Trono de Ferro.
Quando as pessoas come�aram a apoiar um deles ou o outro,
a luta deles dividiu os Reinos em dois.
Irm�os lutaram contra irm�os, drag�es lutaram contra drag�es.
Quando acabou, tinham morrido milhares de pessoas.
E tamb�m foi uma desgra�a para os Targaryen.
Nunca recuperaram.
'A Dan�a Dos Drag�es'.
Porque � uma dan�a?
- � o que lhe chamam. - N�o faz muito sentido.
Eu acho po�tico.
Se tivesses de escolher
entre a Rhaenyra e o Aegon,
quem terias escolhido?
N�o teria escolhido nenhum deles.
Foi tomar partidos que tornou as coisas t�o horr�veis.
�s vezes, as pessoas t�m de escolher.
�s vezes, o mundo obriga-as.
Se um homem souber o que �
e se mantiver fiel a ele mesmo,
a escolha n�o � de todo uma escolha.
Ele tem de cumprir o destino dele
e tornar-se quem deve ser.
Por muito que possa odi�-lo.
Est� tudo bem, Pai.
Nem sequer sabes do que estou a falar.
N�o importa. Eu quero ajudar-vos.
Posso ajudar-vos de alguma forma?
- Podes. - �timo. Quero faz�-lo.
Sou a Princesa Shireen da Casa Baratheon. E sou vossa filha.
Perdoa-me.
Onde est� o meu pai? Quero ver o meu pai.
Acabar� em breve, Princesa.
N�o.
Onde est� o meu pai?
N�o podeis fazer isto! Pai, onde estais?
Por favor, deixai-me ver o meu pai!
Pai, onde estais? N�o a deixeis fazer isto!
Por favor, soltai-me!
Deixai-me ver o meu pai! Onde estais? Por favor!
- � o que o Senhor quer. - N�o! Por favor!
- � uma coisa boa. - Soltai-me! N�o!
- Uma coisa �tima. - Parai! Parai!
- Por favor! N�o podeis fazer isto! - Ouvi-nos, Senhor.
- Oferecemos-vos esta rapariga... - Por favor!
... para a limpardes com o vosso fogo
e para que a luz dele nos indique o caminho.
N�o, por favor, deixai-me ver o meu pai!
Se n�o agirmos, morreremos todos � fome aqui. Todos n�s.
Mas se fizermos este sacrif�cio...
Aceitai esta prova da nossa f�, meu Senhor,
e levai-nos para longe da escurid�o.
Senhor da Luz, mostrai-nos o caminho.
M�e! M�e, por favor!
- M�e, por favor! M�e! M�e! - N�o podemos.
N�o h� outra forma. Ela tem o sangue do rei.
- Senhor da Luz, protegei-nos. - Por favor, Pai!
Pois a noite � escura e cheia de terrores.
Por favor! Pai! Pai, n�o fa�ais isto! Por favor!
M�e, n�o! Por favor! Por favor, ajudai-me!
N�o fa�ais isto!
Por favor, Pai! M�e, ajudai-me!
N�o, por favor! N�o fa�ais isto!
N�o fa�ais isto, por favor, M�e!
Por favor, M�e! M�e, ajudai-me!
M�e, ajudai-me! Ajudai-me!
Por favor, n�o fa�ais isto, M�e! Por favor!
Por favor, M�e! Por favor!
Por favor! N�o!
Por favor! N�o!
N�o!
Onde estivestes?
A assegurar-me de que est� tudo em ordem.
Cidad�os livres de Meereen!
Pelas b�n��os das Gra�as
e de Sua Majestade, a Rainha,
bem-vindos aos Grandes Jogos!
Minha Rainha, o nosso primeiro combate.
Quem triunfar�?
O forte ou o r�pido?
Luto e morro para vossa gl�ria,
Rainha gloriosa.
Luto e morro para vossa gl�ria,
Rainha gloriosa.
Esperam por v�s.
Batei palmas.
Aquele, o homem mais pequeno, dev�eis apostar nele.
- Apostarei no homem mais pequeno. - N�o vou apostar em ningu�m.
Os reis e as rainhas nunca apostam nos jogos.
Talvez devesses procurar algu�m que aposta.
As pessoas apostavam contra mim quando eu lutava na arena.
Ele teria apostado contra mim. � um erro comum dos novatos.
Passei grande parte da minha vida nesta arena.
E pela minha experi�ncia, os homens grandes triunfam
sobre homens mais pequenos com mais frequ�ncia.
A vossa experi�ncia envolveu alguma luta?
V�s lutastes?
Alguma vez tentastes matar outro homem que tentasse matar-vos?
Sempre que entrava na arena contra um animal como aquele,
a multid�o via-me, s� pele e osso na altura,
e depois viam um monte de m�sculos pronto para me assassinar.
Apressavam-se a sacar do dinheiro.
Mas o monte de m�sculos furiosos n�o tinha m�sculos aqui,
nem aqui.
E os homens grandes eram sempre demasiado lentos
para impedir que o meu punhal entrasse onde n�o tinham m�sculos.
Sim, sempre que via um animal como aquele � minha frente,
a fazer caras de animal, sabia que podia estar descansado.
N�o aprovais?
Houve sempre morte suficiente no mundo para o meu gosto.
- Dispenso-a no meu tempo de lazer. - Faz sentido.
� uma quest�o desagrad�vel,
mas que grandes feitos foram alcan�ados sem morte e crueldade?
� f�cil confundir o que � com o que devia ser,
especialmente quando o que � nos beneficia.
N�o falo de mim.
Falo das condi��es necess�rias para atingir a grandeza.
Aquilo � grandeza?
� uma parte essencial da grande cidade de Meereen,
que j� existia muito antes de v�s ou de mim
e que permanecer� muito depois de termos regressado � terra.
O meu pai teria gostado de v�s.
Voltamos a perguntar: quem triunfar�?
Um dia, a vossa grande cidade tamb�m regressar� � terra.
- Por ordem vossa? - Se for necess�rio.
Um campe�o de Meereen?
E quantas pessoas morrer�o para que isso aconte�a?
Se chegar a isso, ter�o morrido por uma boa causa.
Estes homens julgam que est�o a morrer por uma boa causa.
A causa de outra pessoa.
Ent�o as vossas causas s�o verdadeiras e as deles falsas?
Eles n�o sabem quais os motivos deles, mas v�s sabeis?
Bem dito. Sois um homem eloquente.
O que n�o quer dizer que estejais enganado.
Pela minha experi�ncia, os homens eloquentes t�m tanta raz�o
quanto os imbecis. - Ou um cavaleiro de Westeros?
Luto e morro para vossa gl�ria,
Rainha gloriosa.
- Vossa Gra�a... - Calai-vos.
- Podeis acabar com isto. - N�o pode.
Podeis.
Protejam a vossa Rainha!
Vossa Gra�a! Vossa Gra�a! Vinde comigo, conhe�o uma sa�da.
Mantende-vos perto de mim.
Por aqui.
Pelo outro lado. Segui-me.
Protejam a vossa Rainha!
Drogon!
Voa.
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