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Original subtitles

Anteriormente em "Game of Silence"...

Temos que os eliminar a todos. O Director, o Terry, a equipa dele.

Temos que lig�-los a um crime que n�o tenha prazo de expira��o.

- Tipo o qu�? - Tipo... homic�dio.

- E o Petey? - Ele precisa de ir a um hospital!

Algo lhe aconteceu. Ele desapareceu.

Doce Amy Reese.

- Ol�, Tio D.. Viste o meu... - Leesha.

Isto � aquilo que eu acho que �?

N�o foi este o nosso acordo. N�o te posso ver matar.

Enquanto quiseres o teu irm�o protegido na pris�o,

far�s aquilo que eu mandar.

O Ray Carroll tem um cofre,

e acho que tem fotografias l� dentro.

As chantagens que o Carroll utiliza est�o l�.

O que � que est�s aqui a fazer? Eu vi-te com o Ray Carroll.

- Jackson, o que � que te deu? - Esta mulher � uma mentirosa.

- Jackson, chega! - Qual � o seu objectivo?

- O que � que fizeste, Gil? - Matei o Bobby.

Est�s louco? Se a Pol�cia descobrir,

- vamos para pris�o. - Ningu�m ir� descobrir, Jackie!

� inacredit�vel.

Presidentes de C�mara, ju�zes, pol�ticos, directores de empresas.

N�o me admira que o Carroll seja intoc�vel.

Isto �... Isto � tudo?

Sim, � tudo.

O que � que devemos fazer com isto tudo?

Por enquanto, vamos guard�-los.

- O qu�? - Sim.

Este material � roubado, Shawn.

- N�o podemos utiliz�-lo em tribunal como prova. - Que se lixem os tribunais!

Porque � que n�o podemos divulg�-lo � comunica��o social ou algo parecido?

- Mostrar �s pessoas quem ele realmente �. - O Director foi inteligente.

Ele n�o aparece em nenhuma destas fotografias,

e nem sequer podemos provar que foi ele que as tirou.

Se divulgarmos isto, apenas ir� dar-lhe hip�tese de encobrir os seus rastos.

Temos que... pensar sobre isto. Precisamos de algum tempo.

N�o temos tempo, Jackie.

A Enfermeira Amy disse que encontrou alguma coisa e, depois...

uma hora mais tarde, ela acaba morta.

E n�o foi nenhum maldito suic�dio, e tu sabes disso!

- Eu sei, Shawn. Eu sei. - Ent�o... faz alguma coisa!

N�o tenho as respostas, Shawn!

Ouve...isto � complicado.

Entre o Terry, o Director,

e aquilo que fizeste ao Bobby Marks.

O qu�? N�o, n�o, n�o, n�o. N�o atires isso para cima de n�s.

Bem... n�o te pedi para ires at� l� e o matares, pois n�o?

- N�o fazia parte do plano, pois n�o? - Pois, n�o, n�o, n�o.

Isto n�o � sobre o Bobby, est� bem?

Sabes uma coisa? Estou farto do teu plano!

Estou farto de tudo isto.

Ele est�, apenas, aborrecido por aquilo que aconteceu � Enfermeira Amy, meu.

Pois. � claro que est�.

N�o sei bem o que dizer, Detective.

O Bobby Marks era como um filho para mim.

A �ltima chamada que ele fez foi para si.

Sobre o que � que ambos falaram?

Era sempre a mesma coisa... futebol americano, pesca.

Faz alguma ideia quem possa ser o respons�vel?

N�o, ainda estamos a investigar.

Estava aqui a pensar se voc� poderia ter alguma ideia.

N�o sei porque � que algu�m quereria fazer mal ao Bobby.

Ele era t�o agrad�vel como uma pessoa poderia ser.

Sr. Carroll, esta � a segunda vez que um guarda que trabalhou para si

em Quitman acabou desaparecido ou morto.

Acha que o desaparecimento do Red Tyson

e o homic�dio do Bobby podem, de alguma forma, estar relacionados?

Detective, estou...

realmente triste de ouvir isto sobre o Bobby,

mas, fico ofendido com a insinua��o que o meu mandato em Quitman

possa ter alguma coisa a ver com isto.

Tamb�m poderei relembr�-la que sou candidato ao Congresso.

A �ltima coisa que preciso � ser associado

a uma investiga��o de homic�dio.

Ent�o, a menos que queira que eu ligue para o seu superior

e lhe pergunte porque � que estou a ser associado

a uma imprudente procura de provas,

sugiro que acabemos por aqui.

J� terminamos?

Sim, senhor.

Continua! Est� a carregar agora!

Vai buscar dois.

Tenham cuidado com os sacos.

N�o � uma m� forma de come�ar o dia, pois n�o, T.?

Nada mesmo.

Vamos, mi�do.

- Largue-me! - � melhor que pares de resistir, mi�do.

Acho que ele precisa de aprender a colaborar!

O Director gosta de ti.

Comporta-te e ter�s tudo aquilo que quiseres aqui dentro.

Espero que nos tenhamos entendido agora.

- Isso mesmo, mi�do - N�o!

Largue-me!

O que diabo � isto?

Precisam de parar de me incomodar sobre o Darryl, meu.

N�o estamos aqui por ele.

Gostar�amos de falar consigo sobre o Bobby Marks, se tiver um momento.

- Quem? - Bobby Marks.

Ele era guarda em Quitman durante a sua estadia l�.

Bobby, sim, sim. Est� bem O que � que ele tem?

Ele est� morto, Sr. Harris.

Tiramos o corpo dele do lago ontem.

Pensamos que ele possa ter sido assassinado.

Ou�a, o Bobby n�o era a minha pessoa favorita,

mas... sinto muito por ouvir isso.

Voc� teve algum contacto com o Sr. Marks recentemente?

Eu e o Bobby? N�o.

Ent�o... n�o lhe fez nenhuma visita nas �ltimas semanas ou algo parecido?

N�o. Porque � que o faria?

O qu�?

N�o matei o tipo, se � isso que est�o a pensar.

Est� bem.

Poderia dar-nos um depoimento por escrito sobre essa mat�ria na esquadra?

� a forma mais r�pida de elimin�-lo como suspeito.

Sim, claro, posso fazer isso.

�ptimo. Pode-se virar?

Coloque as m�os atr�s das costas.

- O que � isto? O qu�... estou preso? - Bem, � pol�tica do Departamento.

N�o podemos transportar civis sem quaisquer restri��es.

H� muita gente louca neste mundo.

Mas... certamente compreende.

Aqui vamos n�s.

M�os unidas. Assim mesmo.

GAME OF SILENCE [S01E09 - "The Truth"]

- Est�s bem? - Sim.

- Disseste alguma coisa? - N�o.

Tens a certeza? Tens que me dizer.

Presumo que devia estar � espera disto.

- Ele tamb�m � seu cliente? - Pode crer.

O que raio pensa que est� a fazer, Detective?

A investigar um homic�dio.

Algema-o, intimida-o e arrasta-o at� aqui

para tentar coagi-lo a prestar um depoimento por escrito?

- N�o estou a coagir ningu�m. - Existe um mandado para a deten��o dele?

Ainda n�o, mas... estamos a verificar a casa-barco do Bobby

� procura de impress�es digitais e mal posso esperar pelo resultado.

Deixe-me ser muito claro.

Da pr�xima vez que colocar um dos meus clientes sob cust�dia

sem um mandado, apresentarei uma queixa nos Assuntos Internos

e irei process�-la por viola��o dos direitos civis t�o r�pido,

que a sua cabe�a ir� girar.

- Est� transtornado. - Pode apostar que sim.

Fico assim quando a Pol�cia viola a lei.

N�o tinha qualquer direito de o interrogar.

- Vamos. - N�o � verdade.

Temos uma testemunha que afirma ter visto o seu cliente

a visitar o Bobby no dia em que ele desapareceu.

Isso n�o significa nada e voc� sabe-o.

Nenhum Procurador emitiria um mandado com base nisso.

Deixemo-nos de tretas, advogado.

Acha que n�o vejo as liga��es aqui?

Bobby Marks, Darryl Williams, voc� e os seus amigos.

Deve ter sido nove meses muitos agitados em Quitman.

Especialmente, se considerarmos que o Red Tyson

tamb�m desapareceu.

Acho que tudo isto est� relacionado com o Bloco E.

N�o o posso provar agora, mas, f�-lo-ei.

Ent�o, em vez de fazer amea�as,

sugiro que comece a preparar a sua defesa.

Est�s a pensar na Amy?

Estou a pensar em muitas coisas.

Sabes o que � que sempre me ajuda com o Boots?

Igreja.

Pois, n�o, n�o... isso n�o � para mim.

Eu sei. N�o quero dizer, tipo, aleluia...

louvado seja o Senhor, glossolalia religiosa.

Refiro-me ao espa�o.

�s vezes... vou at� l�, mesmo ela estando vazia,

apenas... para pensar nele.

Conhe�o uma �ptima.

Jackie, n�o posso... n�o consigo lidar com isto!

N�o posso voltar para a cadeia!

- N�o ir�s voltar para a cadeia, Gil. - Tu ouviste-a...

eles t�m uma testemunha que me viu a entrar no barco do Bobby.

Os pol�cias mentem. Ela s� disse para te assustar.

A s�rio? Bem, est� a resultar.

Muito bem, ouve-me. Vou-te fazer uma pergunta,

mas... estou a pisar uma linha �tica muito t�nue aqui.

Qu�o bem limpaste aquele barco?

Jackie, estou-te a dizer, esfregamo-lo in�meras vezes.

E livramo-nos de todo o sangue.

Acho que estamos bem.

- Est� bem? - Porqu�?

- Ela disse alguma coisa sobre isso? - N�o, n�o, est� tudo bem.

Estou, apenas, algo assustado com o facto dela saber do Red.

Bem, ela � pol�cia, ent�o...

sabes, eles l�em os relat�rios de pessoas desaparecidas.

Como � que ela sabia do Bloco E?

Apenas... � estranho.

N�o sei como � que as conseguiu, mas... obrigado.

O Ray Carroll tem andado a extorquir-me dinheiro

h� 25 anos por causa disto.

Diga-me como � que isto funciona.

Eles tem coisas como estas sobre imensas pessoas.

O que � que ele espera de si para al�m de dinheiro?

Jessie, eu...

realmente, n�o quero falar sobre isso.

Mas, como j� disse, muito obrigado por isto.

N�o me parece que tenha compreendido.

Essas s�o apenas c�pias.

- Ainda tenho os originais. - O qu�?!

Pode j� sangrar mais pelo Ray Carroll,

mas, agora, vai sangrar por mim.

E come�ar� por me dizer tudo aquilo que sabe sobre ele

e sobre a forma como ele opera.

E se se esquecer do mais pequeno detalhe,

o meu primeiro telefonema ser� para o "Houston Chronicle".

Ou para a sua esposa.

Vou deix�-lo escolher.

Como � que est�, querida?

Depois daquela atrocidade na semana passada?

Bem, estou bem. Est� tudo �ptimo.

Marina, gosto de si,

e n�o precisa de fingir comigo

que tudo s�o arco-�ris e unic�rnios.

O Jackson e eu estamos a atravessar uma fase dif�cil.

Do tipo onde deixa de usar o seu anel de noivado?

Sinto muito, querida.

� que o momento � realmente p�ssimo.

Deixe-me adivinhar. Os convites foram enviados?

Quem me dera que fosse assim t�o simples.

Parece que em cima de tudo o resto,

tamb�m estou gr�vida.

Meu De...

Meu Deus. Nossa.

O... Jackson sabe?

Apenas acho que tinha certas expectativas

acerca da nossa rela��o

que foram exageradamente altas.

N�o se culpe por isso.

Se h� uma coisa que os homens fazem mesmo muito bem,

� fazer belas e grandes promessas.

S� s�ria por um momento.

Tenho algo importante para dizer.

O qu�?

Meu Deus.

Marina Nagle,

dar�s permiss�o que este singelo e desconhecido rapaz

seja o teu dedicado servo,

obstinadamente honesto,

leal e am�vel marido?

At� que a morte nos separe?

Sim.

Desculpe.

N�o devia estar a falar sobre a minha vida pessoal.

N�o seja tola. Fui eu que lhe perguntei.

J� que est� a ser assim t�o honesta,

eu tamb�m tenho que ser.

Estou a ter algumas d�vidas

sobre contratar a sua firma, e �...

juro sobre o t�mulo da minha av�...

N�o � por sua causa.

� pelo Jackson?

Bem, sim.

Quando trago algu�m para o meu c�rculo �ntimo,

preciso de saber exactamente quem elas s�o,

e que posso contar com elas sendo essa pessoa

dia ap�s dia, sem surpresas.

Isso faz algum sentido?

Sim?

Tenho algo que precisas de ver.

Entra.

Eles conheceram-se h� 25 anos,

e, de repente, o Carroll oferece-lhe o dobro do pre�o

por um peda�o de terra no Louisiana.

Em seguida, ele est� a ser convidado

para as festas do Director, viagens de ca�a,

e para o Comit� de Liberdade Condicional.

Quando o Hamm decidiu que n�o se queria envolver mais com ele,

foi quando o Carroll lhe mostrou as fotografias das festas.

Ele tem andado a chantage�-lo desde ent�o.

T�tulos de propriedade das terras.

N�o � longe de Quitman e o Ray comprou-as no mesmo ano

em que voc�s estavam l�. Achas que pode ser alguma coisa?

Nunca se sabe.

- Estou preocupado com o Gil. - N�o estejas.

Eles n�o tem nada que possa incrimin�-lo.

Como � que est� a Marina?

Bem, ela devolveu-me o anel, ent�o...

Meu Deus, Jackson, sinto muito...

As coisas ficaram realmente assim t�o m�s?

Passei por aqui para vir buscar umas roupas.

Pensei que j� estarias no trabalho.

Isto n�o � nada, querida. Se pensas que isto � algo...

- N�o me insultes. - ... est�s enganada.

- Estamos a trabalhar. - Na nossa pr�pria casa?

Querida, querida. N�o, querida...

T�nhamos um acordo, Terry!

Disseste que resolverias as coisas com o Pablo

e que isto acabaria.

Pois, bem, as minhas prioridades mudaram.

Est� bem? Tenho um novo fornecedor, mas... ainda n�o tenho armaz�m.

� s� mais um carregamento.

- Esta n�o � a tua igreja, Terry. - Tens a certeza disso?

Porque, pelo que eu me lembro,

tenho andado a pagar tudo que fazes naquela igreja.

Ou talvez j� n�o precises mais do meu dinheiro.

A Leesha sabe.

O qu�?

Estava a transportar os "tijolos" de droga que deixaste

no meu escrit�rio no outro dia.

Ela apareceu de repente e surpreendeu-me.

Viu as drogas, tudo.

E, agora, ela acha que sou eu o traficante.

- Ela... - Acalma-te.

E o que � que disseste?

Bem, tive a dec�ncia de n�o lhe dizer que eras tu.

Eu adoro e prezo muito aquela mi�da.

Se achas que vais destruir o meu relacionamento com ela

com esta tua rid�cula cena que �s

o florista da vizinhan�a, est�s muito engando.

Precisas de ser respons�vel por aquilo que �s.

Mentir ao teu pr�prio sangue n�o � o caminho.

- Dennis... - N�o! N�o me venhas com isso, meu.

Ela � a melhor coisa que tens na tua vida.

Se a quiseres manter...

tens que lhe dizer a verdade.

Antes que ela mesmo perceba,

algo que ela far�.

Ol�. Preciso de falar contigo.

Sim, podes entrar.

Vou-te fazer uma pergunta,

e, por favor, apenas diz-me a verdade.

� claro.

Concordaste em tonar o Jackson s�cio

porque acreditas no potencial dele

ou porque sabias que isso me faria feliz?

Porque acredito nele.

Porque � que est�s a questionar as nossas decis�es?

Estou a questionar tudo, para ser honesta.

Marina, sabes o quanto me preocupo contigo,

mas... quaisquer problemas que ambos possam estar a ter em casa...

N�o... n�o � isso.

A Diana Stockman est� a reconsiderar

a sua decis�o sobre nos contratar

devido ao comportamento inst�vel do Jackson.

Inst�vel como?

Bem, ele evitou ter duas reuni�es com ela.

E quando a Diane me foi visitar ao hospital, ele foi...

N�o tenho a certeza como descrever isto...

Ele foi extremamente argumentativo.

Sobre o qu�?

Sobre a rela��o dela com o Ray Carroll, sobre tudo.

E sobre a raz�o pela qual ela escolheu a nossa empresa.

Foi embara�oso e...

senti-me obrigada, como s�cia, a avisar-te.

Est� bem.

Eu irei... falar com ele.

O relat�rio da An�lise Forense sobre a casa-barco do Bobby Marks.

- Eles encontraram alguma coisa? - Sim.

E n�o vais acreditar.

Vamos.

N�o sei se isto � uma boa ideia.

Um raio � suscept�vel de cair e rebentar completamente este s�tio.

Fazemos assim...

vamos acender uma vela pela Amy...

e outra pelo Boots.

Se achas que � s� isso que aguentas,

prometo que podemos ir embora.

Combinado?

- Muito bem. - Est� bem. Vamos l�.

- Senta-te um pouco. - Est� bem.

- Annie. - Ol�.

Dennis, este � o meu amigo Shawn.

Shawn, este � o Dennis.

Ele � o pastor que foi a minha casa

- quando o Boots faleceu. - Na verdade, n�o sou pastor.

Sou o director da comunidade que mantemos por aqui.

Mas... aconselhamento de luto,

faz parte da descri��o do trabalho...

Pois.

Enfim, seja bem-vindo � nossa igreja da nova esperan�a.

- Dennis. - Sim.

Dennis Lowen?

Isso mesmo.

Annie, preciso que v�s l� para fora.

Desculpe, passa-se alguma coisa?

Annie, preciso que saias.

Shawn, o que � que se passa?

Bloco E, Quitman, certo?

Como � que est� o teu irm�o Terry?

O qu�, pensavas que eu n�o te ia reconhecer?

Isso foi h� muito tempo, meu.

Shawn...

As pessoas mudam, mano.

N�o me chames "mano".

- Quero que te afastes dela, entendeste? - Shawn, por favor.

Se te aproximares dela outra vez, juro que te mato.

Porque � que n�o nos acalmamos?

Shawn!

- Ent�o, amigo. - Larga-me!

- Larga-me! - Shawn!

O qu�... pensavas que isto n�o iria voltar para te assombrar?

Achavas que n�o voltaria?!

Dennis?! Bem, estou de volta!

- Eu voltarei! - Sai daqui.

- Saia daqui, meu - Larguem-me!

- O que foi?! O que � que voc�s querem? - Vamos, Shawn.

Conhecia-lo de Quitman?

Aquele s�tio era... um inferno na terra.

E o Dennis era uma das raz�es.

Ele, o seu irm�o Terry, o Darryl, o Eddie.

Eles magoaram-nos. A todos.

N�o acredito que ele esteve em minha casa.

N�o penses que foi uma coincid�ncia.

- O qu�? - Ele estava a espiar-te, Annie.

Est� bem? A avaliar a situa��o.

Vou-te dizer uma coisa... aquilo que o Boots fez ao Darryl,

eu irei fazer �quele sacana 10 vezes mais!

N�o, Shawn. Por favor, n�o. Estou a falar a s�rio.

Isto tem que parar.

N�o aguentaria perder mais algu�m.

Promete-me, Shawn.

O tipo est� a trabalhar numa igreja!

Sabes, gostaria de interromper um serm�o um dia

e dar a conhecer �quelas pessoas a verdade sobre o bom "irm�o" Dennis.

Pagaria para ver.

O que � isso?

A programa��o da campanha do Director.

Vou ser preso, Shawnie.

Matei o Bobby e a Pol�cia sabe, mas...

n�o posso viver sabendo que o Director

nunca pagou por aquilo que fez.

Ent�o, ele vai estar no vel�rio do Bobby...

... �s 16:30h e eu tamb�m.

E irei cumpriment�-lo.

E vou-lhe dar um tiro mesmo entre os olhos.

E, depois, confessarei ter morto o Bobby sozinho,

para que n�o te possam apanhar nem ao Jackie.

Problema resolvido.

Perdeste o maldito ju�zo?

E o que � que te faz pensar que ir at� l� e matares o Director

ir�, de repente, resolver todos os nossos problemas?

- Porque ir�. - A s�rio?

Ent�o, quando o teu coiro estiver a apodrecer na cadeia...

ir�s sentir-te bem com o facto do Terry continuar a andar por a�?

Depois de tudo aquilo que ele nos fez?

Porque � que n�o fazes uma lista?

Sim, vamos. A s�rio. Escreve-me tudo.

Escreva o nome de todas as pessoas que tens que matar

para corrigir as coisas.

E o Dennis... porque � que ele se safa?

E, ent�o, todos aqueles guardas que sabiam exactamente o que se passava

e n�o fizeram nada para nos ajudar?

- E eles?! - Estou, apenas, a brincar contigo.

A irritar-te. Apenas isso.

A s�rio, meu... Onde � que arranjaste isso?

Roubei-o � Jessie.

Diz-me que n�o vais fazer nada est�pido.

- Ent�o! Eu n�o... - Jura-me.

- Ouve... - Jura!

Estava a brincar. Desculpa.

Estou �ptimo. Apenas queria desabafar, s� isso.

Muito bem, meu, vou pagar as sandu�ches no "Montrose House".

Est� bem.

Adoro-te, meu.

Eu tamb�m, mano.

- Pai? - Ol�, Leesh.

Sa�ste cedo.

Baldei-me � �ltima aula.

E porqu�, jovem?

Preciso de te dizer uma coisa.

Acho que o tio Dennis � um traficante de droga.

Vi-o a esconder drogas na igreja.

Sei que, provavelmente, n�o deveria dizer nada,

mas... n�o acredito que ele esteja a fingir ser a pessoa

que todos pensam que ele �,

quando, na realidade, � um criminoso.

Querida, ouve-me, est� bem?

Eu sei da situa��o.

E isto � por minha culpa.

Eu devia-te ter contado a verdade h� muito tempo.

Porque � que n�o o fizeste?

Porque n�o queria que a minha menina se preocupasse.

Eu sei...

que o teu tio Dennis � um homem cheio de problemas.

Mas, s� porque ele n�o � tudo aquilo que diz ser

n�o significa que ele n�o te adore.

Tal como eu.

Molto bene.

Buongiorno, buongiorno, buongiorno, buonasera.

O que � tudo isto?

Nada. Apenas queria...

fazer-te um almo�o.

Meu Deus... estou cheia de fome.

N�o fizeste nada para mim?

Desculpa, boneca, estamos sem "Pop Tarts" e cerveja.

Ent�o, j� soubeste alguma coisa da Pol�cia?

- N�o. - Est�s bem?

Sim. O Jackson est� a tratar do assunto.

N�o h� muito que eu possa fazer, sabes?

Est� bem?

Amo-te, Jessie.

Tamb�m te amo.

Tens a certeza que est�s bem?

Sim. Eu apenas...

Queria que soubesses que...

N�o importa aquilo que aconte�a,

�s a melhor coisa que alguma vez me aconteceu.

Conseguiste alguma coisa?

Sim. Demorei algum tempo a descobrir.

Mas, parece que um ano depois dele comprar esta terra,

o Carroll vendeu-a a uma empresa chamada "ROC Holdings".

Nunca ouvi falar dela.

Mas, reconhe�o uma empresa parecida...

"Servi�os Prisionais da Am�rica".

Na verdade, n�s representamo-los.

Desde quando?

Desde que aceitamos a "Stockman Ventures" como cliente.

� uma das subsidi�rias deles.

Jackson?

Podemos falar no meu escrit�rio?

Claro. Obrigado.

Sabias que a Diana Stockman controla

uma das maiores empresas de pris�es privadas na Am�rica?

Estou ciente que ela tem interesses em pris�es, sim.

Aaron, eles aprisionam pessoas para obter lucro.

Na verdade, os tribunais � que colocam as pessoas na pris�o.

Os governos contratam fornecedores privados para obrigar...

Ent�o... isso torna-o correcto.

Talvez eu devesse fazer as perguntas, Jackson.

A Stockman pode ser o cliente mais importante que alguma vez tivemos,

mas, por tua causa,

a Diana est� a repensar a sua decis�o em nos contratar.

Por favor, diz-me que isto vai para al�m

de uma objec��o moral que tens

acerca de um neg�cio perfeitamente legal.

- Sim, h�. - Como... o qu�?

Como o facto dela ser pr�xima de um traste como Ray Carroll,

que era o Director de Quitman quando um motim a encerrou,

ap�s o qual, ele convenientemente apareceu no Conselho de Administra��o

da mesma empresa que a privatizou...

A empresa da Diana.

A mesma empresa que, agora, utiliza mi�dos

para fazer trabalho escravo nos seus armaz�ns.

Que ali�s, acabou de ser invadida pela DEA.

A DEA? Quem � que eles prenderam?

Ningu�m. Essa...

Essa n�o � a quest�o, Aaron.

Ent�o, qual �?

Tudo o resto parece especula��es e rumores.

A quest�o � que estas n�o s�o boas pessoas.

N�o dev�amos fazer neg�cios com eles.

Desculpa. Eu...

�... o meu alarme de casa.

Tenho que ir. Desculpa.

Jackson.

- Jackson! - Desculpa.

Liz, � melhor que tenhas um mandado para isto.

Encontramos uma impress�o digital dentro da casa-barco do Bobby.

Imagine a minha surpresa quando descobri que era tua.

Est�s a revistar a minha casa com base numa �nica impress�o digital?

- E um motivo. - Qual motivo?

- Rancor, m�goas antiga. - Nada disso justifica um mandado.

Vai reclamar com o juiz.

N�o tens nada melhor para fazer,

tipo encontrar a pessoa que atacou a minha noiva?

A minha noiva foi agredida. Isso � para protec��o.

Coloque-a num saco e envie-a para a Bal�stica.

Este caso fica mais interessante a cada dia,

n�o � verdade, advogado?

PROCURADORIA-GERAL

Jackson, o que � que te traz de volta aos s�rdidos gabinetes da Procuradoria?

O que � que me podes dizer sobre a Liz Winters?

Ela � uma das nossas melhores. Porqu�?

Bem, estou a tentar descobrir porque � que uma detective da Brigada de Gangues

est� a investigar um homic�dio a quatro condados daqui.

Agora, o envolvimento do meu cliente � fr�gil, no m�nimo,

e ela est� a perseguir isto como um "pitbull"

- que n�o come � duas semanas. - O que � que eu posso dizer?

Ela � um "pitbull". N�s aqui gostamos dela assim.

Deixa-me perguntar-te isto, tenho outro cliente.

Ele foi morto na pris�o, recentemente.

Agora, um condenado a pris�o perp�tua confessou, mas... havia um homem

no mesmo bloco de celas que ele.

O nome dele � Dooley. Sabes quem ele �?

O "viking"? Sim.

Prendemo-lo por agress�o.

Apareceu morto h� pouco tempo.

Porque � que o deixaram sair em primeiro lugar?

Victoria, por favor.

Estou a perguntar como um amigo.

Por favor.

A Detective encarregue do caso disse

que a testemunha se recusou a depor.

E quem era a Detective?

Liz Winters.

Marina?

Posso falar contigo um momento?

S� me quero certificar que sabes

que n�o h� absolutamente nada a acontecer

entre mim e o Jackson.

Estiveste sozinha com ele em minha casa,

pelo menos, duas vezes, que eu saiba,

mas... voc�s n�o est�o a ter um caso?

Juro-te... qualquer coisa que tenha acontecido

entre n�s est� no passado. Eu estou com o Gil.

E n�o consigo viver com a ideia que tive alguma coisa a ver

com a vossa separa��o. J� arruinei a vida dele uma vez.

A �nica raz�o pela qual ele foi para o reformat�rio foi porque estava a tentar proteger-me

da b�bada da minha pr�pria m�e.

- Eu sei. - Prometo-te...

o meu �nico interesse no Jackson neste momento

� tentar ajud�-lo. Apenas isso.

Queres ajud�-lo?

Ajud�-lo a fazer o qu�, Jessie?

A obter justi�a.

Por aquilo que aconteceu em Quitman.

Est� bem.

Quanto � que ele te disse sobre isso?

Que foi para l� com os amigos.

E tenho a certeza que n�o foi nada agrad�vel.

Marina...

Eles foram espancados...

Eles foram abusados,

e foram violados.

Todos eles.

O Jackson passou por momentos realmente obscuros e terr�veis.

O Gil e o Shawn tamb�m.

E eles eram os meus melhores amigos.

E nunca saberei realmente como � que isso foi para eles.

Ent�o, sinto muito,

se valer de alguma coisa.

Porque � que dirias ao Procurador

que a testemunha no caso Klaus Dooley

se recusou a depor? Eu falei com o homem.

Ele disse que nunca se recusou.

O que significa que mentiste ao Procurador e deixaste o Dooley sair.

� isso que achas que aconteceu?

N�o acho... eu sei. Porque �s corrupta, Liz.

Sabias que ele assassinou o meu cliente na pris�o,

e devolveste-o �s ruas mesmo assim.

Acho que est� a enlouquecer, Sr. Advogado.

Na verdade, nunca me senti t�o esclarecido.

� o Terry Bausch, n�o �?

� assim que sabes do "Bloco E", � assim que sabes do Red Tyson,

� por isso que est�s a tentar incriminar-me no homic�dio

do Bobby Marks. Eu n�o o matei.

Mas... estou muito perto,

muito perto de te entregar

� Procuradoria se n�o me deres algumas respostas agora.

O que diabo � que te aconteceu, Liz?

Ouve...

todos n�s fazemos escolhas das quais nos arrependemos.

Eu sei como � mentir.

Eu sei como � fingir seres algu�m que n�o �s.

Mas... deves odiar isto, porque todos os instintos que tenho

est�o a dizer-me que isto n�o traduz quem tu realmente �s.

Ent�o, fala comigo.

Fala comigo para que eu n�o tenha que estragar a tua vida.

Est� bem. Vou falar com o Procurador.

Espera.

Eu posso complicar-te a vida...

ou tu podes complicar a minha, mas...

de qualquer forma, o Terry safa-se.

O meu irm�o est� na pris�o.

Ele � um viciado em drogas, um... idiota,

e uma completo desastre, mas... ainda � meu irm�o.

E preciso de mant�-lo vivo.

N�o te quero a ti, Liz.

Quero o Terry.

N�o dev�amos ser n�s a sofrer aqui.

Deviam ser os animais como ele.

N�o direi nada a ningu�m sobre ti.

Tudo aquilo que pe�o � que me deixes a mim e aos amigos em paz.

Temos acordo?

G., vi o Mario nas obras hoje,

e ele queria perguntar-te sobre aquelas medi��es...

Querida Jessie...

no momento em que leres isso, muita coisa ter� mudado.

Eu sei que � apenas uma quest�o de tempo

antes de eu n�o ser capaz

de tomar as minhas pr�prias decis�es.

Tamb�m sei que n�o posso deixar o Ray Carroll safar-se

daquilo que me fez e aos meus amigos.

Ol�. � da fam�lia?

N�o. Que esta carta mostre

que assumo total responsabilidade

pela morte do Bobby Marks e do Ray Carroll,

e que agi sozinho ao faz�-lo.

Este n�o � o fim que eu teria escolhido, Jessie,

mas... � o �nico que resta e que posso aceitar.

�s o amor da minha vida,

e � de ti que sentirei mais falta.

Gil.

O que raio � que pensas que est�s fazer?!

N�o te fartaste da pris�o a primeira vez?! Quitman n�o foi suficiente para ti?!

Eles n�o te podem prender, quando j� est�s morto!

O qu�... � esse o teu plano? � esse o teu plano? Vais matar o Director e, depois, suicidar-te?

Que escolha � que tenho, Jackie?!

Vou ser preso pela morte do Bobby!

N�o ser�s preso pela morte do Bobby.

- Sabes que vou! - N�o, n�o vais!

Fiz um acordo com a Detective.

- Est�s seguro. Acabou. - O qu�?

Est� feito. Acabou.

- Est�s seguro. - O qu�?

A Pol�cia n�o vir� atr�s de ti.

Foi tudo tratado.

Gil, est� tratado.

Foi tudo tratado.

Gil, ouve-me.

Ouve-me, Gil.

Eu sei que queres o Director.

E arranjamos uma forma de apanh�-lo.

Aquela estrada em que ele estava com o Petey,

se viajares por ela durante 24 km ela leva-te ao Louisiana.

Agora... tr�s dias depois do Petey desaparecer,

o Carroll comprou um terreno ao longo da fronteira

ao lado dessa mesma estrada.

Acredito que foi para a� que ele o levou.

Se eu tiver raz�o...

apanhamo-lo. Apanhamo-lo.

Toda a gente ir� descobrir a verdade

sobre quem o Ray Carroll realmente �.

Ol�.

Sei aquilo que te aconteceu em Quitman.

Tudo.

A Jessie disse-me.

Gostaria que tivesses sido tu a dizer-me.

Se eu soubesse a verdade, pelo menos, poderia ter compreendido

aquilo por que estavas a passar.

Tens raz�o. Eu...

Eu devia-te ter dito.

Porque � que n�o o fizeste?

Porque tinha vergonha.

Pensei que fosses menosprezar-me.

Quando � que tudo isto come�ou?

No dia em que o Boots atacou o Darryl Williams.

- Isso foi planeado? - N�o.

Mas... o Ray Carroll e as pessoas com quem ele trabalha,

eles mataram o Boots por isso.

Ent�o... � isso que tens andado a fazer,

a tentares vingar-te do Ray Carroll?

Sabes o que � que aconteceu

no dia anterior ao Boots atacar o Darryl?

Pedi-te em casamento.

Lembras-te daquilo que eu disse?

Cada palavra.

Tudo aquilo que espero � que encontres uma forma...

de me dares uma segunda oportunidade.

Estavas de sa�da.

Marina, estamos pr�ximo de algo que vai...

colocar um fim em tudo isto.

Bem, ent�o... devias ir.

Acho que o Director estava a limpar aqueles trepos

para abrir caminho a novos armaz�ns, mas... n�o queria que ningu�m soubesse

que ele estava a obrigar as crian�as a trabalhar com produtos qu�micos t�xicos.

Ent�o, quando o Petey se magoou,

ele teve que assegurar-se que ningu�m se aperceberia.

Ent�o, matou-o, enterrou-o neste terreno,

e, depois, compra a terra

para se certificar que ningu�m ir� descobrir.

Depois... ele vende esse terreno � mesma pessoa

que est� metida nisto com ele desde o in�cio.

A Diana Stockman.

Isso mesmo.

BEM-VINDO AO LOUSIANA

Tens a certeza que este � o s�tio certo?

� isso que diz na escritura.

Dev�amo-nos espalhar.

Podem t�-lo levado para qualquer lugar.

Do que � que estamos � procura?

N�o sei. Algo. Qualquer coisa.

Tu... se vires algo fora do comum, pode ser uma pista.

Muito bem, pessoal, fiquem com esse lado.

D� uma vista d'olhos a isto!

Aqueles subst�ncias qu�micas que estavam no Petey,

- eram t�xicas, certo? - Correcto.

Espera. P�ra. Chega de p�s.

Encontramo-lo.

Legendas originais em PT-BR por VSA Subs Adapta��o para PT-PT por mpenaf

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