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- Anteriormente... - H� 18 anos,
fui numa casa procurando um pai que bateu no seu filho de 9 anos
e que bati nele at� quase mat�-lo.
Depois que ler isto... Vai querer isso.
Donna Rosewood n�o cantarola a menos que algo v� muito bem.
Bem, um novo homem explicaria as longas liga��es no almo�o.
Podem parar. Ele se chama Gerald e � de Daytona.
- � tudo que v�o conseguir. - Oi, Gerald.
- O que acha? - Estou perdida.
N�o acredito porque voc� que quis apressar o casamento.
Eu... estava com medo de te perder.
- Mas... - Acabou tudo?
- Tenho que contar algo. - Pode esperar.
Fui ao laborat�rio de Nova York e tinham a aut�psia do Eddie.
- O qu�? - Ele foi morto.
Eu notaria a morte do meu marido.
V� embora. Anda. Saia.
O �nibus est� partindo.
Ei, n�o estou fazendo nada, ent�o...
Obrigada, mas estacionei a poucas quadras, ent�o pode ir.
Tem certeza? Voc� n�o parece bem.
Bom, os �ltimos dois meses da minha vida t�m...
sido horr�veis e... Eu...
Posso te encontrar mais tarde. Sou um bom ouvinte.
N�o se preocupe comigo.
Tenha uma boa noite.
Vai ficar tudo bem.
Nossa, Pipp!
Veja o quanto voc� me faz sorrir.
- Voc� est� sempre sorrindo. - Mas esse � grande.
� grande como nos desenhos.
E sabe por qu�? Porque minha irm�zinha
acabou de agitar a festa!
Voc� me trouxe a um lugar alegre.
Comprei uma propriedade,
- cerquei, coloquei uma piscina. - Pare. Eu entendi.
Qual � o n�mero 99 do c�digo do irm�o?
- Dizer n�o � tristeza. - Quando eu disser tristeza,
- a Pipp diz n�o! Tristeza! - N�o.
- Tristeza! - N�o.
Ei, desculpe interromper.
Estranho lindo.
Desculpe, eu gosto de garotas.
Ent�o... A morena atr�s de mim...
A de biqu�ni listrado.
Ela est� de olho em voc� ou em mim.
S� n�o quero atrapalhar sua jogada.
N�o, tudo bem. Pode ir em frente.
Espere, voc�... Dos outdoors, certo?
O cara das aut�psias?
- Patologista particular. - Muito legal!
Voc� ajuda a pol�cia a pegar os bandidos?
"Ajuda"? N�o, ele acha que � um.
- Pipp... - Perseguindo caras...
derrubando portas, desviando de balas.
S�rio? Voc� tem uma arma?
N�o, ele tem uma parceira e ela � uma detetive durona...
Com licen�a. Somos dur�es juntos.
Temos nossas regras. Fazemos tudo para pegar o bandido.
- Muito obrigado. - De nada.
- Um brinde a isso. - Isso a�.
Vou ver a do biqu�ni listrado. Aproveitem a noite.
N�o finja que a do biqu�ni listrado n�o seja gata.
Ela pode ser gata demais, se isso existir.
- Isso n�o existe. - N�o?
- N�o! - Quer saber?
Minha irm� agitou a festa!
Minha irm�zinha.
Onde esteve por duas semanas?
No Disney World e no Busch Gardens.
Fiquei indo nos dois.
Soube que voc� entregou seu distintivo.
Entreguei. O prefeito falou bem de mim.
Me rebaixaram para Detetive Jr, posso recuperar meu trabalho.
Mas, at� l�, n�o sentarei naquele curral. N�o consigo.
- Quer me dizer o que houve? - N�o.
Quer me contar o que houve com o Rosie?
N�o.
E falando no seu trabalho, o novo Capit�o come�a hoje.
Me chamou para uma conversa.
Estou nervosa em ter um novo chefe.
Eu tamb�m.
Talvez n�o seja t�o ruim, certo?
Villa, n�o importa quem ele seja.
Eu era o capit�o e agora ele �.
� natural que ele queira que eu v� embora.
Ficaremos bem.
Com certeza ficaremos.
- Rosie. - Oi.
O que faz aqui?
Vim conhecer o novo capit�o.
Recebi a liga��o esta manh�.
- Quer se sentar? - N�o.
- Est� tudo bem, pode sentar. - Estou bem, ficarei de p�.
� porque...
Tem um lance de circula��o. Sabe, nos tend�es.
- Caramba. - �, os tend�es.
A circula��o do sangue, outros cuidados.
A idade vem chegando,
quero ter uma boa circula��o.
A� est� ela.
Detetive Villa? Ryan Slade.
Rosie. � bom te ver de novo.
- De novo? - Sim, n�s...
Nos conhecemos na festa noite passada.
- Voc� n�o disse que seria... - O novo capit�o? Desculpe.
N�o estava te stalkeando, s� imaginei
que fosse estar aqui por causa de sua irm�.
E queria te conhecer sem essa hist�ria
de patr�o e funcion�rio.
Porque as pessoas nunca s�o preto no branco.
Quer saber, doutor? Gosto de voc�.
Sou um grande f�.
Porque eu tamb�m odeio as regras.
Veja s�. Temos uma estudante de 21 anos
da Universidade do Leste de Miami
que foi encontrada em um estacionamento.
Poderia ser um acidente, � cedo para dizer.
Det. Feldheim foi o primeiro no local.
O assunto se espalhou entre alunos e docentes.
Alguns acreditam que � coisa mais s�ria.
- Por qu�? Quem � ela? - Eu n�o sei.
Voc�s s�o a dupla din�mica, v�o cuidar desse.
- Feldheim foi o primeiro... - Talvez ele fique com o caso.
Esse cara. Ele � bem legal, mas...
Existem aqueles feitos para isso,
e ent�o tem gente como...
- Feldheim? - Feldheim?
Era melhor ficar em Oshkosh com a fam�lia.
Ele � de Chattanooga.
Mesma coisa. � com voc�s.
Coloquem a qu�mica de voc�s para trabalhar.
Meu...
Grampeador.
Capit�o, seja bem-vindo.
Detetive.
- Obrigado. - De nada.
PENITENCI�RIA DE DAYTONA DETENTO N� 18920
O corpo docente chegar� em breve,
ent�o vou fazer os preparativos.
Se voc� quer placas de DNA, tenho uma surpresa para voc�.
- Voc� est� bem? - Estou �tima.
O que tem na caixa?
Mudan�a de assunto. Suspeita, mas eu entendo.
Este aqui � um sequenciador de DNA.
� meu presente para o laborat�rio,
embora Rose tenha pago por ele e n�o sabe ainda.
- Ent�o isso �... - Segredo? Amo segredos.
Voc� n�o falou com Pippy.
O qu�? N�o.
N�o sei onde ela est� nem o que est� fazendo.
Incr�vel. Parece que ela superou.
- Odeio dar conselhos. - Mas voc� vai me dar alguns.
Voc� precisa voltar l�.
E logo. Precisa saber se fez a escolha certa,
ver se voc� precisa lutar, e ter sua garota de volta.
Voc� fez algo com seu rosto?
Eu devia...
Talvez esteja rolando comigo algo tipo O Quinteto.
Sabe, as su��as.
N�o � t�o percept�vel, sou uma maravilha careca.
- N�o diga... - Maravilha careca.
- Voc� disse de novo. - De novo.
Voc� vai ficar bem.
- Vou? - Vai,
porque voc� � muito mais resiliente do que eu.
Quando podem testar o sangue dela?
Acho que ela estava b�bada, falando no celular,
errou um passo, acho que sangrou at� a morte.
Mas � s� um palpite fa�am a m�gica de voc�s.
- Capit�o, o que faz aqui? - O escrit�rio � sem gra�a.
Eu vivo no campo, sempre viverei.
Ganhei um assento para o primeiro show de voc�s.
- Eu acho... - Eu acho que...
- Desculpe, pode falar. - N�o, fale.
- Estou processando. Acho que... - Eu acho que...
- Achei que fosse processar. - Ia, e acabei. Estou pronto.
- Quer saber... - Venha c�.
Precisamos ser s�rios.
- Vai dar certo. - Vai sim.
- � como andar de bicicleta. - Odeio.
- Eu tamb�m. - Est� tudo bem?
O ferimento � s�rio, indica um golpe certeiro na testa.
- Ela n�o se protegeu da queda. - Estava desacordada ao cair.
O sangue ali ap�ia essa tese.
N�o vejo sinais de uma garota intoxicada.
N�o h� res�duos na pele e nada nos olhos.
N�o qualificaremos como um acidente.
Est�o confort�veis com a m�dia tocando o terror no campus?
Sinto um cheiro de paranoia.
- Acredito ser um assassinato. - Exatamente.
N�o ligamos para a bagun�a.
Cassie perdeu a vida, e a busca pelo motivo
e pela causa � o que nos conduz.
Isso...
foi incr�vel.
Voc�s, isso �...
Tem coisa muito boa aqui, pessoal.
V�o atr�s das coisas.
Vamos ver no que vai dar.
- Ent�o estamos de volta? - Acho que sim.
UNITED apresenta...
Rosewood - S02E01 Forward Motion and Frat Life
Legenda: wallflower | IceBreaker | Ada L0ve
Legenda: Mr.Hansen | SilvioLoko | flaavio
Legenda: lhenrique
Oi. A porta estava aberta. Eu n�o sabia o que...
Sou Betsy. Moro do outro lado...
- Cassie era sua amiga. - Ela era incr�vel.
Nunca estamos prontos para esse tipo de coisa.
Sabe quem estava com ela?
N�o. Estou surpresa por ela ter sa�do.
- Ela estava numa �poca ruim. - A m�e dela tinha morrido.
J� faz uns dois meses.
Foi at� o Winsconsin para o funeral.
Quando ela voltou, estava diferente.
Ela guardou para si.
Betsy, se ouvir algo, pode me ligar.
Todos no campus est�o pirando.
Sabemos. Estamos fazendo o poss�vel
para pegar quem fez isso. Prometo.
Dr. Rosewood, como est�?
Estou bem. Gostando da nova aquisi��o.
Fala da �rea de recep��o ou da nova recepcionista?
Ambos. Adorei o vestido, tamb�m.
Eu tamb�m vi o corpo.
Foi bem fascinante.
Mas entendo agora... O que faz e por que faz.
Fico muito feliz por estar aqui.
Tamb�m fico feliz.
- Bom dia. - Oi, Rosie.
- Prontos para voar? - Como um p�ssaro.
- Ou um avi�o. - Ou? Algu�m?
- N�o? Tudo bem. - Me deem espa�o, por favor.
Confie em n�s, Cassie.
Hora do show!
Exames e imagens das contus�es.
Examine as passagens nasais.
TMI, procure por DNA aqui.
- Certo. - Mitchie, raio-x de tudo.
Um resumo sobre fraturas e machucados internos.
� pra j�.
E at� termos um toxicologista...
Estou com dois chap�us, acho que fica bem em mim.
Falando de visual, est� com algo diferente hoje?
Voc� notou. Estou testando uma nova ess�ncia no cabelo.
- N�o � �tima. - N�o, n�?
- Mas poderia ser. - N�o �?
- 90% menos ess�ncia. - Mais � menos.
Ali�s, se chama Pure Brawn, caso queira...
Vou voltar ao trabalho.
- Precisamos de um modelo. - Sim, precisamos.
N�s realmente... Espere, o qu�?
Quero recriar a cena do crime.
- Precisamos de um manequim. - Conhe�o um cara.
Larry Aubuchon, Franco-canadense.
Ele pode achar um que combine com a Cassie.
- Trago em uma hora. - Fale com ele.
Tenho o hist�rico do celular da Cassie.
E falando de telefones, o dela n�o quebrou na queda.
Acho que o assassino destruiu porque estava nele.
A per�cia est� pesquisando.
Slade disse que esse caso era grande,
e acho que sei por qu�...
Rosie quer que voc�s subam.
Desculp3.
Rosie, conhe�o esse olhar, certo?
Apenas acredite que estou pronta para voltar ao normal.
- Tudo bem? - Claro.
Sim, claro. Legal. Est� tudo bem.
�timo, ent�o veja isso.
Cassie fez 3 liga��es ao prefeito Ramon Esparza
- no dia em que morreu. - Esparza? � meu cara.
� o pol�tico mais influente em Miami nos �ltimos 21 anos.
Duas palavras, Villa... Casa. Branca.
- Ele... - Casa Branca!
Ele tamb�m � jovem e bonito,
e isso n�o d� certo com uma estudante de 21 anos.
- Um caso. Meio encandaloso. - Ou n�o.
- Disse que �. - Me fa�a um favor.
Foque na sua paix�o quando entrevistarmos ele.
Qual �. Achei isso bem ofensivo.
Sou profissional, Villa, tudo bem?
Prefeito Esparza, meu cara!
- Sr. Rosewood. - Prazer.
Muito prazer. Entre. Sabe, sou seu f�.
- Sabe quem eu sou? - Claro. Afinal,
limpou mais as ruas de Miami do que eu.
Viu? Est� tentando me deixar envergonhado.
Aquele discurso ano passado
- me acertou no cora��o. - N�o fui s� eu.
Meu bra�o direito, James Patton, me ajudou. Ele l� minha mente.
L� a mente? Jimmy, faz um bom trabalho.
Um trabalho �timo.
E o que � isso? O qu�?
Projetos de casas em distritos escolares?
Isso aqui me faz querer pegar
- o tal�o de cheques. - Trouxe junto?
Bom, muito bom.
Prefeito, desculpe interromper,
mas conhece essa garota? Cassie Hanson.
Conhe�o ela, sim.
Ela est� morta. E achamos que ela foi assassinada.
Dever�amos sair e dar privacidade a eles.
- N�o vou sair. - Podem ficar. Est� tudo bem.
Conheci Cassie em algumas ocasi�es.
Visito muitas faculdades.
Os jovens s�o essenciais para o sucesso de Ramon.
Quando soube que ela faleceu,
desejei que os melhores cuidassem do caso dela.
Eu fario o mesmo. Agora, rapidinho.
Por que ela te ligou 3 vezes antes de ser morta?
Para pedir algum conselho? N�o sei.
J� tiveram alguma rela��o f�sica?
N�o. Nunca.
�timo. Uma �ltima coisa.
Precisamos saber onde estava...
- Posso verificar... - N�o precisa de agendas.
Ele estava em casa, comigo.
Uma jovem perdeu a vida. Voc� diz que foi assassinato,
pois minhas portas est�o abertas. Sempre.
Estou com voc�, Sr. prefeito.
Estou com voc�. Gostei desse broche
- com a gravata. - Obrigada por tudo.
- E o dourado que... - Rosie!
Rosie.
- Obrigada. - Prefeito Esparza, meu cara.
Jimmy, seja bom com a caneta nesse discurso.
Queria dizer "a 10� vez que conta",
mas n�o posso, n�o faz sentido.
Os machucados internos da Cassie s�o devido a queda da escada,
e os �rg�os internos sofreram trauma extremo.
Parece ter sido abusada por dentro.
Talvez tenha a ver com halotano. G�meo mau do clorof�rmio.
As vias orais deram positivo.
Atacaram por tr�s, a deixaram incosciente e jogaram da escada.
E a diferen�a por dentro e por fora?
A menos que seja al�rgica ao halotano.
As coisas que acontecem quando n�o estou...
Volto logo. Com licen�a, de novo.
- Oi, querida. - Oi, Sra. D.
Tirando folga da esquisitisse l� embaixo?
N�o, nunca.
Mas vou arrancar o curativo de uma vez.
Ligaram da Pris�o de Seguran�a M�xima de Daytona
esta manh�, e deixaram a senha do v�deo
do prisioneiro 18920, Gerald Kelly.
Para voc�s conversarem e ver um ao outro na tela.
Tudo bem. Bem...
Tenho uma ideia. Posso esquecer isso para sempre
e fingir que isso n�o me incomoda.
Recebemos muitas cartas... Pessoas pedindo ajuda.
Os casos deles n�o foram como queriam...
Eu leio todas. Me sensibilizou, ent�o contatei ele.
Falamos do caso dele.
Sra. D, com todo respeito,
o que diabos est� havendo com voc�?
E o que quero dizer �,
o que diabos est� havendo com voc�?
Crian�as crescidas, casamento acabado e fa�o o que aqui?
Tem alguma ideia do que fa�o por aqui?
O que voc� faz por aqui? N�o fa�o, n�o.
Agora sinto que achei algo que vale a pena fazer.
Eu n�o consigo explicar. Apenas...
Apenas me senti compelida a ajudar esse homem,
porque, com cada peda�o do meu ser,
eu acredito nele.
Fazendo intervalo comercial?
N�o. Estou bem.
O que ele fez?
Ele foi acusado de assassinato.
Sim, eu sei. Eu sei.
Eu mesma direi ao Beaumont e a Pippy.
Eu apenas... N�o estou pronta.
Certo? Eu tenho minhas raz�es.
Nossa.
T�o brutal.
Esparza � um verdadeiro pr�mio.
Um garoto prod�gio indo direto para o topo.
Mas meu instinto me diz que tem algo l�.
As pessoas no c�rculo pessoal dele
est�o protegendo ele. A esposa, a assistente gostosa.
Porque n�o traz o prefeito aqui,
sem prote��o? D� o tratamento Villa completo.
Porque tenho evid�ncia zero
e pensei evitar ser demitida por voc� no primeiro dia
por interrogar o prefeito. � o meu instinto e mais nada.
Isso faz todo o sentido.
Quer saber? N�o gosto do rosto desse cara.
Eu tamb�m, mas ele tem um �libi.
Temos algu�m nessa mesa que � um suspeito real?
N�o ainda, mas Feldheim est� vasculhando o campus,
e estou investigando as �ltimas 24 horas de Cassie.
At� agora, ningu�m falou sobre com quem esteve ou
- onde esteve na noite passada. - Meu chute, baseado nos itens
que achamos na bolsa dela, numa boate.
Ent�o devemos visitar todos os 270 clubes em Miami
para saber em qual ela esteve?
Essa foi uma coisa do caralho para se dizer.
Mas s�rio, devemos ir em cada clube em Miami?
Voc� n�o precisa.
- O bracelete. - Usei alguns por um tempo.
Eu casei num cruzeiro de bebida. N�o foi legal.
Enfim...
Estarei no por�o se algu�m precisar de mim.
Para tr�s. Saul?
� a pol�cia de Miami!
Porque n�o vem aqui fora para mim?
H� DNA demais nesse �nibus.
- Quem faz isso? - Animais.
- � isso que tenho dito. - Est� chateado com os animais.
- Ainda estou. - E quando lhe enganaram na
- conta, foi atr�s deles? - � claro que fui.
N�o sei onde est�o. Deram-me um nome falso.
E voc� encontrou um deles, n�o?
Perdeu a calma, fez algo est�pido.
Talvez para essa garota?
Sim, estava l�, mas eu nunca...
Bem, agora ela est� morta.
Morta? O que est� dizendo?
Saul, posso olhar seu peito mais de perto?
Cara, eu n�o ligo. Tanto faz.
Mas eu n�o matei aquela garota,
e esses arranh�es n�o vieram dela.
- Vieram de... - Um animal.
Sim. Um c�o selvagem.
Um c�o selvagem deformado.
Baseado nessas lacera��es, ele diz a verdade.
E tamb�m acho
que as fibras que achei no corpo de Cassie,
o que quer que fossem, vieram dessa gaiola.
Voc� tem um �libi?
Pronto socorro. Vacina para t�tano.
Assim eu n�o fico com raiva.
E tinha que dar um banho gelado na minha bunda.
Sua bunda? Por qu�?
Esses bastardos bateram em mim como se fosse...
Calma, calma! Saul, Saul,
deve avisar antes de fazer algo assim.
- Ponha as cal�as. - N�o, n�o.
Espere um segundo. Um segundo. N�o ainda.
N�o deixe isso mais estranho.
Tire uma foto da bunda do Saul.
- Que � isso, pessoal?! - Ali.
O padr�o dos machucados pode ajudar.
Preciso ampliar as imagens
quando voltar ao laborat�rio, bem gigante.
- N�o � legal, mano. - Nem me fale.
O que pode dizer sobre a festa de ontem?
Estava enlouquecendo com um babaca grand�o.
Ela n�o estava a fim.
O neg�cio esquentou. Ela saiu daqui.
Pode descrever esse cara para n�s?
Ele bateu em mim. Sim, eu olhei bem o bastardo.
- Obrigado. - Eu fico com isso.
Tenho a mesma gaiola para animais em casa.
Eu tenho uma coruja. O que voc� tem?
Eu n�o tenho um bichinho.
Que ador�vel, Mitchie.
� relacionado ao caso.
Com certeza que �.
- Almo�ando tarde? - N�o exatamente.
N�o exatamente. Te peguei sussurrando com a TMI
e n�o exatamente tendo um almo�o tardio.
Filho, eu estou bem.
Ent�o, quem era ela?
- A v�tima. - Cassie Hanson.
Ela era uma jovem estudante com um futuro incr�vel.
Perdeu a m�e recentemente, era a �nica fam�lia que tinha.
� por isso que cabe a mim lutar por ela.
Estou t�o orgulhosa de voc�.
Lutando por outro quando n�o tem mais ningu�m.
Amo voc�.
Os registros m�dicos est�o limpos.
Os machucados n�o fazem sentido.
O n�mero de m�os que tocaram a boneca
- tamb�m n�o. - Sabe o que faz sentido?
Testei o pelo que estava no �nibus,
e n�o � de um c�o selvagem.
- � de um... - Um texugo.
� o mascote escolar da EMU.
Encontramos uma equival�ncia do DNA
da saliva encontrada no corpo de Cassie.
Pesquisei em todos os sistemas. Achamos um cara
que doou esperma, mais do que ningu�m,
nunca, Lane Scott Piven.
Um membro da Epsilon Theta. Esses malditos ETs,
bateram no Saul com um bast�o.
Sinto muito.
Eu era da Gama Gama Psi
na faculdade, e nossos rivais eram...
- Os Epsilons. - Era o qu�?
Ouro Gama Gama, Villa. C�es-G para sempre.
- C�o-G? - Para sempre! Sim.
Podemos, por favor, apertar o Lane?
� o novo suspeito principal.
Sim, eu dirijo.
- Um carro? - Sim, um carro.
Vamos.
Um carro.
Deve ser isso.
Rosie, sinto muito.
Sinto muito pelas...
coisas que eu disse.
Voc� estava certo sobre tudo.
Espero que possa me perdoar.
Ent�o podemos falar sobre Eddie?
N�o disse que falaria disso.
Eu s� disse que voc� estava certo.
Eu s� quero seguir em frente.
Procuramos pelo Lane Piven.
Sim, sou eu. Eu sou Lane.
- O que querem? - Sabemos como Lane �.
Mo�a, n�o sabe o que sabe.
Voc� est� parado na frente de uma foto dele.
Bem, Lane � super ocupado, ent�o...
Cassie Hanson foi morta e percebeu que ela � policial?
- Seja esperto, parceiro. - N�o sou seu parceiro, mano.
Eu sou Epsilon e voc� est� em nossa casa.
Ent�o, se quiser entrar...
N�o, n�o. N�o posso fazer isso, amigo.
Tudo bem? Eu sou G-Dog.
Se��o Alfa, ex-presidente, obrigado.
Ouviram isso, garotos? Temos um inimigo em nosso meio.
Trouxe suas lindas botinhas reservas com voc�?
N�o, mas trouxe minha bengala enorme.
- Bengala? O que faz com isso? - Sim, � uma bengala...
Certo, chega. Lane Piven, onde ele est�?
- E a�, cara? - Lance, tudo bem com voc�?
Detetive, vai querer as c�meras ligadas
ou desligadas nesse interrogat�rio?
- O qu�? - As c�meras.
Quer que eu d� uma desligadinha, para ter mais liberdade
com nosso garot�o, at� que ele esteja pronto?
- Esse � meu pequeno Epsilon. - S� porque voc� � atraente
n�o significa que falarei com voc�.
Acha que sou atraente? Que fofo.
Lane, posso pintar um quadro seu t�o feio
quanto aquele retrato rid�culo da fraternidade?
Eu mesmo pintei e � uma droga.
Acho que n�o deve pintar nunca mais e n�o vai mesmo,
porque acho que ser� preso pelo assassinato de Cassie.
Eu n�o matei ningu�m.
Mas correu para o carro e tentou fugir,
isso n�o soa "inocente" para mim.
Porque dei um calote no cara do �nibus,
e roubei o mascote da escola, que ainda n�o consegui achar.
E mandei alguns textos desagrad�veis para Cassie,
mas porque ela era a �nica garota do col�gio
que n�o queria transar comigo.
Quer saber o que eu acho?
Acho que ela ficou envergonhada no �nibus na frente dos irm�os.
Acho que voc� a seguiu at� a garagem do parque
e lutou com ela, talvez a queda tenha sido acidente.
Diga voc�.
Certo, voc� e Villa...
Os boatos no vesti�rio estavam certos.
H� uma liga��o louca entre voc�s.
Qual �, cara, diz para mim, h� algo mais rolando?
- � s� trabalho. - S�rio?
Ent�o, por que havia estresse quando cheguei?
Aconteceu alguma coisa entre voc�s?
- Est� tudo bem. - N�o esta n�o.
Eu entendo, estou aqui se quiser um abra�o ou conversar.
Estou bem.
- Estou bem. - Tudo bem.
Os hematomas nos bra�os dela indicam que voc� a agarrou.
N�s puxamos sua digitais da pele dela.
Voc�s n�o conseguem fazer isso.
- Voc� est� chapado? - N�o.
Eu acho que n�o, talvez, por qu�?
Porque se acha que n�o conseguimos fazer isso,
ent�o, deve ter fumado uma ou � muito est�pido, ou ambos.
- Pegamos as digitais dele? - N�o, n�o pegamos.
Certo, eu a agarrei e tentei dar um beijo de l�ngua nela.
Beijo de l�ngua, tipo dos anos 80?
Sim, mas ela n�o aceitou,
ent�o, pedi para me dar um chup�o,
para eu mostar para galera na segunda-feira.
Voc� existe mesmo?
Olha, Cassie estava nervosa por causa da morte da m�e dela
h� uns meses, e estava agindo de forma estranha.
Ela passou protetor solar no �nibus � noite.
- Quem faz uma coisa dessas? - Protetor solar?
- Analg�sico. - Legal, analg�sico.
- O qu�? - � um analg�sico t�pico.
Acho que sei porqu� o interior do corpo
n�o combina com o lado de fora dela.
Verifiquei o sangue e voc� estava certo...
Hemofilia, � estranho, porque �...
- Muito raro em mulheres. - Sim, menos de 1% de chance.
Por isso n�o apareceu nos exames.
Ela deve ter sabido aqui em Miami.
Agora sabemos porque as feridas internas dela eram extremas.
Sangramentos anormais devido a doen�a no sangue.
Mitchie, a m�e de Cassie tem o mesmo problema?
De acordo com os exames, n�o.
E o resultado da m�quina n�o � muito confiavel, normal!
Os pelos que encontramos em Cassie, n�o s�o de um texugo.
Mas eram de um animal, s� n�o estava vivo.
L� de ovelha tratada quimicamente.
De nada.
L� de ovelha?
Lane n�o � culpado.
Isso � grande.
Consegui algo maravilhoso!
Primeiro as damas, pare.
Cassie trocou e-mails com Susan Sanchez,
a rep�rter da FOX, sobre a reuni�o de hoje.
Disse que Cassie prometeu uma hist�ria bomb�stica.
Acho que o prefeito tem um caso.
E acho que estamos errados sobre o caso.
- Tem certeza? - Positivo, n�o eram amantes.
O prefeito Esparza era o pai de Cassie.
Ent�o, Cassie tinha uma forma rara de hemofilia.
A m�e dela n�o tinha, ent�o, herdou do pai.
Acha que o prefeito tem essa doen�a?
Acho, mas tenho que checar o corpo dele para ter certeza.
N�o sou m�dico, mas creio que seja o corpo todo.
�.
�timo, ent�o devo convid�-lo para ficar n�?
Sabe o que devemos fazer?
Devemos todos ficar n�s, facilitar pra ele.
Capit�o, sabemos que Cassie estava prestes a ir � imprensa.
Talvez ela iria dizer ao mundo que era filha do prefeito.
Certo, vamos tirar a sorte para ver quem trar� o prefeito
para uma sala de interrogat�rio?
Voc� n�o ter� que arrast�-lo.
� melhor interrog�-lo l�, e eu deveria fazer isso.
Adoro desafios, o que acha, capit�o?
N�o achei ruim.
Eu acho e eu vou interrog�-lo.
Ambos sabemos que � m� id�ia voc� ir,
por muitas raz�es, n�o � verdade?
O dia que eu deix�-los me parar, deixarei de ser um policial.
Pego a confiss�o, caso encerrado.
N�o sei, talvez um cara menos careca que tem no por�o.
Fa�a o que tem que fazer.
Algo que eu deva saber antes de ir?
Ira, eu mal conhecia essa garota.
Grandes segredos s�o um p� no saco.
Acredite em mim, eu sei.
Sr. prefeito, voc� cuidou de mim.
Sabe o quanto prezo esse trabalho, essa cidade.
Estamos do mesmo lado, quero olhar nos seus olhos
assim como olhou nos meus, semanas atr�s,
e ouvir a verdade.
Acha que eu matei Cassie?
O homem que conhe�o nunca faria algo assim,
e estou rezando para que n�o tenha feito.
Pergunte � vontade.
Voc� tem uma imagem, Pristine.
Um senado est� a caminho com o que voc� tem de bagagem.
Nao h� como parar algu�m como voc�,
de chegar onde Obama j� chegou.
Mas um furo da m�dia sobre ter um caso,
sobre ter um filho fora do casamento?
Isso pode comprometer tudo.
O que voc� quer? Um DNA?
N�o precisa.
Cassie tinha algo chamado Hemofilia T-Craniana.
Provavelmente herdado do pai.
Importa-se de arregacar a manga
para eu verificar se h� algum indicio?
Voc� faz v�rias transfusoes de sangue, n�o � mesmo?
Quando a m�e de Cassie morreu ela achou algumas cartas
e descobriu que eu era seu pai. Ela me procurou.
Estava disposto a ter uma rela��o com ela.
Pedi a ela para manter em segredo at� as elei��es.
- Ela concordou. - Por que ela ia revelar?
Do que est� falando?
L� de ovelha desse tapete foi encontrada em seu corpo.
Ela o visitou horas antes de morrer,
acho que para dizer que ia soltar a verdade.
N�o minta para mim!
Eu juro, se ela esteve aqui ontem eu n�o a vi.
Estava em casa com Linda na hora que Cassie foi morta?
Sua esposa submissa ainda encobre seus podres?
Com quem voc� estava?
Hanna Conner, minha assistente.
Ent�o, estou liberado?
Escondo segredos por meus filhos, mas seu segredos
podem ser a raz�o da sua filha morrer.
Sim, voc� est� liberado.
N�o posso dizer o mesmo de sua consci�ncia.
Capit�o. Vai querer ouvir isso.
O prefeito n�o matou Cassie. Revelou seu �libi e eu chequei.
Confio em voc�, mas voc�s eram amigos, n�o?
Est� tudo aqui. Escute voc� mesmo.
Estou com fome. Algu�m quer algo? Eu pago.
- P�o de mel e um caf�. - P�o de mel?
Certo. Mas compre seu pr�prio caf�.
Ent�o, e agora? N�o temos nada?
Na verdade, n�o. Temos algo.
Cassie descobriu a hemofilia quando testou a paternidade
- em Miami h� meses. - Algumas pessoas saberiam
que uma queda seria fatal, pela sua condi��o.
Das pessoas pr�ximas ao prefeito...
- Uma n�o tem �libi. - Sei quem � o assassino.
Eu tamb�m, mas n�o temos uma prova concreta.
- Ser� que n�o? - Qual �?
Attie, a imagem n�o est� boa. Melhore-a.
Est� me deixando nervoso.
- � o seu tom. - Sim, � o seu tom.
Querid�o, voc� pode, por favor, focar nos olhos?
� assim que se fala com as pessoas.
A� est� nosso assassino.
- Rosie, sabe o que � doidera? - O que, Villa?
- Tecnologia. - S�rio? Doidera como?
Digamos que o assassino quebre o celular da v�tima,
mas ao fazer isso ele tira uma foto torcida de sua cara.
- O qu�? - Sim.
A� voc� traz Attie aqui, um g�nio da tecnologia...
- Sou eu. - Abaixe sua m�o.
- Attie faz v�rias nerdices e... - Boom. Achamos isso.
Isso veio do celular de Cassie.
Sabemos que estava l� na hora da queda.
O que significa que voc� a matou.
Sabia de sua hemofilia, descoberta no teste.
Tamb�m sabia que uma queda por algu�m nas condi��es dela
- poderia ser fatal. - James, quer se explicar?
Ela amea�ou voc�. Ela ia arruinar sua reputa��o.
Nosso futuro.
Em dois ciclos eleitorais n�s estaremos na Casa Branca.
Ela recusou-se a ficar quieta,
e eu pensei que ningu�m notaria sua aus�ncia.
N�o sab�amos se voc� ia cair.
James, n�o precisamos de uma prova para te pegar.
- Ent�o criamos uma. - N�o tinha foto no celular.
Mas n�o demorou para Attie inventar.
- N�o podem fazer isso. - Acabamos de fazer.
Voc� j� era.
- Prefeito Esparza, est� bem? - N�o estou.
Nunca terei uma chance de dizer o que eu queria a Cassie,
fazer as pazes, ter uma rela��o.
Acho que n�o consigo me perdoar por isso.
Est� certo. Nunca saber� o qu�o maravilhosa sua filha era.
� sua culpa.
Nunca se perdoe, certo?
Ira? O que est� fazendo aqui?
Admirando o que fez aqui.
Isso n�o precisa ser dif�cil.
Sim. Precisa.
Quem � a crian�a?
Sou eu.
Reconhe�o o pr�dio, Hillside e Lenox,
Casa Cat�lica para meninos.
Estava chegando ou indo embora?
Indo embora.
Certo.
- Prefiro Darjeeling. - Certo, aposto que prefere
falar com Pippy sobre o que acontece em sua vida,
mas eu meio que a baguncei
e a mandei bem longe, em um lugar escondido,
talvez a casa de um amigo no final da rua.
- Enfim, minha culpa. - Tara, preste aten��o.
Sempre esteve comigo quando eu precisei,
um ombro para chorar, palavras s�bias.
Voc� foi minha parceira.
Agora estou aqui para ser a sua.
N�o importa a raz�o.
Meu Deus. Isso � horr�vel.
Ch�?
Sim, por favor. Por que fiz aquilo?
- Eu estava.. - Vai me deixar entrar?
- Villa... - N�o, por favor.
As duas pistas em seu lixo n�o d�o em nada.
� o que tenho at� agora.
Vou descobrir quem matou Eddie, e quero lhe agradecer
por isso, pelo que fez. Sabe, eu...
Talvez eu nunca descubra.
- N�o quero que seja pego... - Estou dentro.
N�o sei o que farei quando peg�-los,
- e n�o posso t�-lo... - Villa, sem chance
de eu n�o estar ao seu lado nessa.
Certo.
- Vamos ao trabalho. - Vamos ao trabalho.
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