All language subtitles for Captain.America.1990.LASERDISC.XviD-FLAiR

af Afrikaans
ak Akan
sq Albanian
am Amharic
ar Arabic
hy Armenian
az Azerbaijani
eu Basque
be Belarusian
bem Bemba
bn Bengali
bh Bihari
bs Bosnian
br Breton
bg Bulgarian
km Cambodian
ca Catalan
ceb Cebuano
chr Cherokee
ny Chichewa
zh-CN Chinese (Simplified)
zh-TW Chinese (Traditional)
co Corsican
hr Croatian
cs Czech
da Danish
en English Download
eo Esperanto
et Estonian
ee Ewe
fo Faroese
tl Filipino
fi Finnish
fr French
fy Frisian
gaa Ga
gl Galician
ka Georgian
de German
gn Guarani
gu Gujarati
ht Haitian Creole
ha Hausa
haw Hawaiian
iw Hebrew
hi Hindi
hmn Hmong
hu Hungarian
is Icelandic
ig Igbo
id Indonesian Download
ia Interlingua
ga Irish
it Italian
ja Japanese Download
jw Javanese
kn Kannada
kk Kazakh
rw Kinyarwanda
rn Kirundi
kg Kongo
ko Korean
kri Krio (Sierra Leone)
ku Kurdish
ckb Kurdish (Soranî)
ky Kyrgyz
lo Laothian
la Latin
lv Latvian
ln Lingala
lt Lithuanian
loz Lozi
lg Luganda
ach Luo
lb Luxembourgish
mk Macedonian
mg Malagasy
ms Malay
ml Malayalam
mt Maltese
mi Maori
mr Marathi
mfe Mauritian Creole
mo Moldavian
mn Mongolian
my Myanmar (Burmese)
sr-ME Montenegrin
ne Nepali
pcm Nigerian Pidgin
nso Northern Sotho
no Norwegian
nn Norwegian (Nynorsk)
oc Occitan
or Oriya
om Oromo
ps Pashto
fa Persian
pl Polish
pt-BR Portuguese (Brazil)
pt Portuguese (Portugal)
pa Punjabi
qu Quechua
ro Romanian
rm Romansh
nyn Runyakitara
ru Russian
sm Samoan
gd Scots Gaelic
sr Serbian
sh Serbo-Croatian
st Sesotho
tn Setswana
crs Seychellois Creole
sn Shona
sd Sindhi
si Sinhalese
sk Slovak
sl Slovenian
so Somali
es Spanish Download
es-419 Spanish (Latin American)
su Sundanese
sw Swahili
sv Swedish
tg Tajik
ta Tamil
tt Tatar
te Telugu
th Thai
ti Tigrinya
to Tonga
lua Tshiluba
tum Tumbuka
tr Turkish
tk Turkmen
tw Twi
ug Uighur
uk Ukrainian
ur Urdu
uz Uzbek
vi Vietnamese
cy Welsh
wo Wolof
xh Xhosa
yi Yiddish
yo Yoruba
zu Zulu

Original subtitles

Anteriormente em Sanctuary.

O que sabemos sobre esse Addison?

Ele � o solucionador de problemas do Conselho da ONU.

Voc� enviou o chef�o da Terra Profunda para casa se rearmar.

- V� embora. - Declarou a morte do Santu�rio.

Meu grupo veio aqui para reclamar esta terra para si,

para conquistar a superf�cie desses que se chamam de humanos.

Chega.

� um mundo novo l� fora. Fac��es de anormais se matando,

planejando nos matar...

E s� vai piorar, n�o �?

Henry, cad� a estrada, cara?

Deve estar � sua frente.

Deve estar? Que isso, estamos sem tempo.

�, eu sei. Alguma not�cia da Magnus?

N�o, nada.

Est�o l� dentro.

Maldi��o.

Henry, a UECI bloqueou este lado. Precisamos de outro caminho.

Esse � o outro caminho.

Temos que correr.

- Espere, Will! - Espere um pouco.

- Que horas s�o? - Filho da m�e, � meio-dia.

Vamos.

N�o se mexam! Parem a� mesmo!

Vamos! Vamos!

Magnus, responda.

Tem que sair da� agora...

Meu Deus.

celsojp, NaNNa e paulostriker

..:: SubsHeaven ::..

TR�S DIAS ANTES

Magnus, isso me enoja, � nojento.

� parte do comportamento normal deles.

Alguns anormais preferem comer com privacidade.

Outros, como os Besovites, querem sua aten��o.

S�o exibicionistas.

Eles espalham a comida uns nos outros e depois a lambem.

� como ver a vers�o animal do 9 1/2 Semanas de Amor.

Acho que se sentar e relaxar,

pode ser agrad�vel.

Pare, est� mentindo.

�, estou.

E o Henry?

- Est� limpando o habitat deles. - O Grand�o?

Est� a meio caminho da Terra Profunda.

N�o pode fazer isso?

Esque�a que eu disse isso. E quanto a um manequim?

Will, acredite, por anos eu tentei de tudo.

Os Besovites sempre sabem.

N�o h� um substituto para sentar e assistir.

- Farei pipoca. - Doc!

Tem uma chamada do Declan no canal priorit�rio.

Declan, o que houve?

Desculpe te incomodar, mas tem algu�m aqui

que precisa falar com voc�.

- Kate! - Oi, Doc!

Will, Peludo.

- � bom te ver. - Como est� a vida nos t�neis?

Boa, mas algo aconteceu.

O que foi?

Dois dias atr�s um grupo de anormais voltou � Terra Profunda.

Sim, providenciei o transporte do Santu�rio de Moscou.

- Aconteceu alguma coisa? - Um deles veio at� mim,

um Takterran chamado de Sephis. Disse que tinha informa��es

sobre um ataque terrorista sendo planejado contra a superf�cie.

- Por quem? - Anormais fan�ticos.

Tentam atingir alvos chaves para iniciar a guerra humanos/anormais.

�, j� lidamos com esses caras antes.

- Qual o alvo? - N�o temos ideia.

Tudo que ele p�de dizer � que est� sendo planejado h� meses,

e que o grupo por tr�s tem poder e conex�es para execut�-lo.

Onde ele conseguiu essa informa��o?

Outro Takterran, chamado de Oren,

membro h� muito tempo da fac��o anormal.

Sephis me disse que estavam bebendo uma noite,

e o Oren soltou a l�ngua.

N�o sei se isso � confi�vel ou n�o,

mas o Sephis estava bem assustado.

Achei que valia a viagem para vir avis�-los.

Com certeza, fez a coisa certa, obrigada.

Parece que o Oren trabalha com a c�lula terrorista aqui em Londres.

Pensei em ir at� o bar favorito dele e o pegar.

Boa ideia, mas fa�a discretamente, n�o queremos alertar o grupo.

Entendido, manteremos contato.

Muito bem.

O que acha?

O que acha de uma viagem at� Londres?

Se isso me poupar do bal� dos Besovite, estou dentro.

Henry, chame todos que temos dentro da insurg�ncia anormal.

Veja todos os canais normais, veja se h� um alvo em potencial.

Pode deixar. E o grand�o?

Deixei uma mensagem a ele na pr�xima verifica��o.

N�o h� mais sentido em ir para a Terra Profunda agora.

Will!

- Como est�? - � bom te ver.

Voc� tamb�m.

Uau, a Terra Profunda concorda com voc�.

Como foi o voo?

Cara, a classe econ�mica j� n�o � mais a mesma.

Tente montar um besouro Yurka gigante por 12 horas

procurando uma passagem ativa.

Serve refei��o?

- Quais as novas? - Acabamos de voltar.

Encontrei o Oren em seu po�o.

O cara vive para beber.

- Onde ele est� agora? - Sala de isolamento.

Ele est� s�brio o suficiente para falar?

Isso importa?

Ele parece morto.

N�o, � s� o mecanismo de defesa dos Takterran.

Certo, relaxe. N�o vamos te machucar.

N�o somos da UECI, n�o somos da Lotus,

s� queremos informa��es.

N�o tenho nada a dizer para voc�s.

Essa n�o � sua melhor jogada.

Sabemos sobre o ataque.

Sephis...

Ei, n�o o culpe, voc� que abriu o boc�o.

Seu pessoal est� para cometer um erro.

Se esse ataque acontecer, haver� s�rias consequ�ncias.

Valer� a pena, ver o seu sangue jorrando na Terra,

para os que est�o abaixo possam saborear nossa vit�ria.

Certo, certo.

Poupe-me do discurso "morte aos infi�is".

- O que voc� quer? - N�o tem nada a me oferecer.

Podemos te levar de volta para a Terra Profunda.

- Voc� e seus companheiros. - E deixar a superf�cie para voc�s?

- Por que aceitar�amos isso? - � melhor que a alternativa.

Ser�o ca�ados como bestas,

e a oferta que te fiz, nunca acontecer� novamente.

E n�o faria tal oferta se n�o estivesse com medo.

� a prova que nossas t�ticas est�o funcionando.

- Pelo amor de Deus... - Oren...

N�o fa�a isso.

Espero que morram junto com os outros.

Certo, vamos.

A� est�. Agora estamos conversando.

N�o fa�a isso... N�o, n�o, n�o, n�o...

As coisas est�o indo bem, pelo que vejo.

Toda vez que tento acessar um banco de dados priorit�rio,

CIA, FBI, UECI,

sou chutado quase na mesma hora.

pensei que era algo na seguran�a da nuvem,

mas aconteceu a mesma coisa. Desculpe, Doc.

Estamos fora da ilha em grande estilo.

E n�o conseguiu achar nada para confirmar o ataque.

S� uns despachos vagos da intelig�ncia,

mas tinham menos detalhes do que n�s temos.

Certo, continue procurando, esbarrar� em algo cedo ou tarde.

Estou quase invadindo a intelig�ncia japonesa.

-Talvez precise de algu�m para ler. - Sabe onde me encontrar.

- Alguma not�cia do Grand�o? - N�o, por qu�?

Deixei uma mensagem para ele na verifica��o no Peru.

- Ele j� devia estar l�. - S� deve ter se atrasado.

Sabe como � dif�cil para ele viajar sem chamar aten��o.

- Teve sorte com nosso convidado? - N�o muita.

Ele tem cren�as fortes sobre a nova ordem mundial.

�, tenho certeza, mas tenho boas not�cias.

Transferimos todos os v�deos,

das c�meras de seguran�a onde o Oren foi capturado,

e as passamos pelo programa de reconhecimento facial.

E...

Ele foi visto saindo e entrando deste pr�dio

19 vezes na semana passada.

Ponto para o Big Brother.

Duvido que seja onde a c�lula se re�ne.

H� corpos aqui. Anormais e humanos.

Parece que algu�m chegou primeiro.

O lugar est� uma bagun�a.

- Foi a UECI? - N�o, acho que n�o.

Os atiradores foram negligentes, n�o profissionais.

- Acho que foram rebeldes. - H� quanto tempo isso aconteceu?

Menos de um dia. Os corpos ainda est�o frescos.

N�o entendo. Por que matar sua pr�pria equipe?

Consolida��o.

Reduzir o risco de vazar informa��es

eliminando todas as pessoas n�o essenciais.

Que lindo.

� o que ganha por nadar com os tubar�es.

Isso s� refor�a a ideia de que um ataque � iminente.

N�o viriam at� aqui se tudo j� n�o estivesse pronto.

- Will! - Espere, a Kate achou algo.

O que foi?

Um documento de entrega, mas o endere�o est� queimado.

As �nica letras que leio s�o... S B O A.

Com um algoritmo veremos se temos algumas op��es,

Lisboa.

Portugal?

�, em portugu�s se soletra "L-i-s-b-o-a".

Se estavam enviando algo para l�...

Poderemos estar perante uma segunda c�lula.

Henry, v� atr�s e procure por algo

relacionado com Lisboa ou Portugal.

Talvez tenhamos sorte. Will, Kate, falamos depois.

Certo.

PROCURANDO...

INFORMA��O ILEG�VEL

Vejo que est� trabalhando duro.

H� muito tempo que n�o me sentia assim.

T�m camas de espectro l� embaixo, mas,

n�o � a mesma coisa.

Sabe, pode voltar � superf�cie quando quiser.

Certeza que Magnus consegue um substituto para voc� l� embaixo.

Mas?

� complicado explicar.

O que est� acontecendo l� embaixo, Will, � incr�vel.

Desde que Praxis caiu, tudo � novidade.

Estou me sentindo como uma pioneira.

Est�o todos concentrados no futuro.

� como se o passado n�o existisse.

N�o interessa de onde veio ou o que fez.

Podemos ser quem quisermos.

Ser� que isso faz algum sentido?

Sim, parece ser maravilhoso.

Mas, sabe, voc� tamb�m pode ser quem quiser

aqui conosco.

� mais que isso.

Garris.

Esses discos est�o queimados.

Vamos, tenho uma ideia melhor.

Ent�o, invadi o banco de dados da SIS.

"SIS"?

O Servi�o de Informa��es de Seguran�a Portugu�s.

Eu sei que � um p�ssimo acr�nimo,

especialmente quando se tem um "P," um "I," e dois "S"s

- para trabalhar... - Continuando...

Em todo caso, achei que se estivesse havendo algo em Lisboa,

esses caras saberiam.

Ent�o, depois de uns becos sem sa�da

e um joguinho do gato e do rato com o administrador de sistema...

Itiner�rios de viagem encriptados.

Nem sequer sabia o que era at� quebrar o c�digo e ver isso.

- Greg Addison. - O Sr. Chap�u Preto em pessoa.

Reconhece algum dos outros nomes?

Hagan Kiersted, Mashita Narumi.

S�o pessoas que negociam com anormais.

Parece que se v�o reunir todos em Lisboa

para consolida��o sob a ins�gnia da UECI.

E, Tesla?

N�o consta da lista, ao menos isso.

Muito bem, o que vamos fazer?

Bem, acho que n�o temos escolha.

- Temos que avisar Addison. - Mesmo?

Mesmo, mesmo?

Posso n�o concordar com o que eles est�o fazendo,

mas n�o merecem ser vitimados.

Envie-me uma c�pia e avise o Will e a Kate.

Pode ir.

- Qual � a pegadinha? - N�o tem.

Voc� deixou bem claro que n�o ir� contar nada.

Al�m disso, n�o podemos correr o risco de mant�-lo aqui

depois do que aconteceu com os seus amigos.

Como assim?

O que...

Quem fez isso?

T�nhamos esperan�a que pudesse nos dizer.

Olha, eu entendo que n�o quisesse trair os seus amigos,

mas isso deixou se ser assim t�o relevante, n�o �?

Quem planejou isso n�o tem lealdade.

Ir�o matar qualquer um que acharem ser dispens�vel.

Ent�o, voc� tem duas escolhas.

Poder� colaborar conosco,

ou poder� se aventurar l� fora.

O que querem que eu fa�a?

Conte tudo o que sabe sobre o ataque.

Eu n�o sei nada. N�o mesmo.

N�o nos foram dados detalhes.

E Lisboa?

Temos motivos para acreditar que o alvo � l�.

Temos enviado detonadores

para um grupo como o nosso em Lisboa, a semana inteira.

Tem um endere�o?

Bem, n�o me interessa quem ter� que desapontar.

Se n�o tiver uma cheia de g�s e pronta

at� �s 9 de amanh� de manh� em Laughlin,

irei pessoalmente...

Ligue daqui a pouco.

Desculpe,

mas avisei que era urgente falar com voc�.

Bem, sou todo ouvidos.

Estou sabendo do encontro da UECI em Lisboa.

Isso era para ser um segredo.

N�o sou a �nica que sabe.

H� um grupo de anormais da Terra Profunda

que pretendem acabar com o encontro fazendo um ataque.

- Como � que soube isso? - N�o posso divulgar.

Claro que n�o.

Desculpe, gostaria de poder dar mais detalhes,

mas achei que seria importante inform�-lo o mais cedo poss�vel.

Agrade�o.

Mas, deixe-me dizer,

estou surpreendido com a sua visita.

Admito que fiquei embasbacada,

mas em �ltimo caso, h� vidas em jogo.

N�o foi isso que quis dizer.

estou surpreendido ter vindo por que achei que seriam voc�s

- que estariam por tr�s de tudo. - Do ataque?

- N�o pode estar falando s�rio. - Por que n�o?

Consigo reunir provas, assim como voc�.

Do qu�?

N�o faz a menor ideia, verdade?

N�o estou entendendo. O que � isso?

Todos os anormais nessas fotos

s�o o n�cleo duro extremista.

Os respons�veis pelo ataque em Lisboa.

E de acordo com minhas �ltimas informa��es,

o seu P� Grande � o novo l�der.

S� pode estar brincando.

Ele tem sido um amigo leal h� mais de cinquenta anos.

Bem, ent�o talvez consiga explicar

porque tem andado com o equivalente anormal

- da Al Qaeda. - Sinceramente, n�o consigo.

Mas deve haver uma boa raz�o.

Ent�o, traga-o. Iremos interrog�-lo juntos.

- N�o irei fazer isso. - Tudo bem, irei com voc�.

Falaremos com ele no seu territ�rio.

Tamb�m n�o pode fazer isso, n�o �? Porque n�o sabe onde ele est�.

Isso � rid�culo.

Eu o conhe�o antes de voc� ter nascido.

Ele seria incapaz dessa duplicidade.

Abra os olhos, Doutora. Os tempos mudaram.

Anormais como o seu amigo

est�o sob enorme press�o para escolherem lados.

Ele escolheu, h� muito tempo.

Acha que essas s�o minhas �nicas informa��es?

Doutora, tenho uma sala cheia de grava��es do seu garoto,

coordenando, planejando, fraternizando com criaturas

que considero serem inimigos p�blicos do um ao cinco.

Francamente, n�o me importa se acredita ou n�o,

mas precisa tomar consci�ncia do qu�o s�rio � isto.

O seu amigo alto e peludo � um alvo inimigo.

Agora, estou avisando para se afastar.

Se o n�o fizer, tamb�m irei peg�-la.

Nem pensar, n�o tem como.

O Grand�o nunca faria uma coisa dessas.

- Foi o que eu disse. - Lembra qu�o perturbado ficou

quando Galvo matou os anormais Redstone,

ou quando ficou sabendo desses grupos radicais?

Claro que sim. Deve ser um engano.

Pedi para o Henry ir at� ao fundo disso.

N�o se preocupe. Em breve saberemos do Grand�o,

- e tudo ficar� esclarecido. - Espero que esteja certo.

Mas enquanto isso, precisam ficar alertas,

para o caso de o encontrarem, ou encontrarem a UECI.

Vou espalhar a palavra.

Estamos no endere�o em Lisboa, nos preparando para entrar.

- Tenham cuidado. - Sempre.

Tem algu�m aqui.

Abriguem-se!

Abaixem-se!

Vamos, vamos!

Atr�s de voc�!

Muito bem, muito bem!

Vamos, vamos!

Das profundezas, nos erguemos!

Belo tiro.

Henry?

O que foi?

Mudei as senhas de seguran�a como voc� pediu,

procurei provas que as fotos teriam sido manipuladas,

algo que pudesse absolver o Grand�o.

- E? - Nada.

Ent�o, fiz uma busca no quarto dele.

Desculpe, Doc, eu sei que n�o deveria t�-lo feito.

Descobriu alguma coisa?

Eu juro servir esta causa que � justa!

Eu juro matar por esta causa que � justa!

Eu juro morrer,

por esta causa que � justa!

Ele est� fingindo, certo? � uma atua��o.

Ele est� trabalhando em algo, tem que ser isso.

Acho que n�o, n�o sem me dizer.

Ent�o por que ele est� fazendo isso?

Tem que haver uma raz�o, algo deve ter acontecido.

N�o.

Doc?

Levante-se!

Doc, ele est� em coma induzido por drogas, lembra-se?

Levante-se, ou juro que retirarei o oxig�nio dessa sala.

�ltima chance!

Por que demorou tanto?

Est� acordado!

- Ele est� acordado! - Sim, e tem explica��es a dar.

E os poderes mentais dele? N�o estamos...

Estamos protegidos pela cobertura desta �rea.

Estamos seguros desde que n�o entremos,

que �, como suspeito, deve ter dominado o meu amigo.

Um querido amigo.

T�o pontual com a alimenta��o di�ria.

Foram meses de esfor�o, mas pouco a pouco,

fui capaz de abrir uma pequena porta � mente dele.

- Como? Voc� estava... - Inconsciente?

Sim, mas mesmo naquele estado,

sou capaz de projetar meus desejos.

Provavelmente n�o funcionaria em um humano, mas como sabe...

A esp�cie dele tem um grande lobo frontal.

Isso o torna sugestivo a confiar.

Uma hora consegui implantar a sugest�o de reduzir o sedativo.

- Assim que eu acordei... - Ele nunca teve chance.

O que fez com ele?

Refiz seus caminhos neurais para atender meus desejos.

- Filho da m�e! - Henry.

Por que n�o foi com ele? Por que ficou para tr�s?

N�o podia arriscar alert�-la.

Al�m do mais, gosto daqui.

Foi uma decis�o muito ruim, por que nunca mais ser� livre.

N�o contaria com isso.

Assim que meus amigos tiverem sucesso com o caos na superf�cie,

n�o ter�o escolha a n�o ser pedir a minha ajuda.

Espere, Doc.

Ele pode se comunicar a grandes dist�ncias.

Ele pode mandar o Grand�o voltar para c�.

Com certeza.

Tudo que tem de fazer � retirar a prote��o,

mas n�o faria diferen�a.

N�o posso reverter o que foi feito.

O remapeamento do c�rebro do seu amigo � permanente,

um passo necess�rio para garantir a submiss�o completa.

- Foi r�pido. - Foi uma perda de tempo.

Nenhum desses caras sabia algo do ataque.

Acho que estamos fazendo isso � toa.

- Eu tamb�m. - Por qu�?

De acordo com esses dados o ataque ocorre amanh� cedo,

no hotel onde o encontro est� acontecendo.

- Isso � bom, n�o �? - Sim, com certeza.

Est� tudo ali, plantas, hor�rios, modelos de carro de aluguel

que est�o usando para se infiltrar no hotel.

- � espec�fico demais. - Exatamente.

Sem chance de deixarem informa��es assim para qualquer um ver.

- Algo n�o est� certo. - Acha que isso � uma isca?

Se for, � bem elaborada,

o que significa que est�o cobrindo algo muito grande.

Tem certeza disso?

N�o inteiramente, mas as coisas cada vez mais n�o parecem certas.

Quando falei ao Addison que os rebeldes sabiam sobre Lisboa,

ele mal piscou.

Talvez ele saiba que est�o protegidos.

Talvez.

Ou talvez ele n�o se importe com um ataque anormal em Lisboa

por que o encontro da UECI est� acontecendo em outro lugar.

E os itiner�rios que eu encontrei?

Diplomatas da UECI voando para Lisboa do mundo todo?

Alguns desses voos j� sa�ram, n�o �?

- Sim, com certeza. - Vejamos a lista de passageiros.

Certo...

Voo 983 de Manila,

passageiro Ferdinand Pangarap...

Nunca apareceu.

Nenhum deles.

Ent�o essa coisa toda de Lisboa � um engano?

Feito para enganar os anormais, para que ataquem o local errado.

Exceto que n�o funcionou, e os anormais foram pegos como pe�es.

Quer dizer que o ataque verdadeiro ainda est� acontecendo,

s� que n�o sabemos onde ou quando acontecer�.

O Addison e o pessoal dele est�o indo para uma armadilha.

O que faremos? O contatamos de novo?

Tenho uma ideia melhor.

Onde est� indo?

Acabar com esta incerteza de uma vez por todas.

Quero todos os detalhes do ataque.

Sinto muito, doutora. Parece ser uma pessoa justa,

me tratou muito bem sob tais circunst�ncias,

mas trabalhei muito duro por este dia,

para jog�-lo fora agora.

Receava que dissesse isso.

Me matar n�o resolver� o seu problema.

N�o pretendo te matar.

Estive lendo sobre sua esp�cie.

Parece que os praxianos tentaram eliminar voc�s 200 anos atr�s.

O que isso tem a ver?

Eles encontraram um jeito de neutralizar seus poderes

removendo um �rg�o especializado de seu c�rebro.

- A gl�ndula idu�ria. - Essas opera��es eram b�rbaras.

Centenas de meus ancestrais foram lobotomizados.

Sim, foram.

O que est� fazendo?

� um sedativo para deix�-lo inconsciente para a cirurgia.

Est� blefando.

Admito, nunca fiz essa opera��o antes,

mas n�o me deixou escolha.

Naturalmente, tomarei todas as precau��es.

Por favor, pare.

Detalhes do ataque.

R�pido.

Magnus.

O encontro � no Gran Atlante Hotel em Buenos Aires.

O ataque est� marcado para o meio-dia de amanh�.

- � a menos de 12 horas. - J� estou a caminho.

O Henry est� tentando avisar o Addison, mas sem sorte.

- Estamos a caminho. - Will, tem mais uma coisa.

De acordo com o crixorum, o ataque ser� feito por homens bomba.

- O Grand�o � um deles. - Receio que sim.

Por milhares de anos,

os habitantes da superf�cie nos mantiveram escondidos.

Sofremos com sua tirania,

toleramos as cicatrizes de sua brutalidade.

Eu mesmo fui prisioneiro deles por 50 anos,

mas a hora do levante chegou.

Deste dia em diante, seus ocupantes ser�o consumidos

pelo fogo e sangrar�o at� a morte.

Morreremos...

Para que outros possam viver.

Debaixo,

surgimos.

N�o pode passar, senhora..

S� pessoas autorizadas.

Preciso ver o Greg Addison.

Tenho que ver Greg...

- Greg Addison. - Dra. Magnus? Est� tudo bem.

- O que faz aqui? - Por que n�o evacuou?

N�o recebeu as mensagens do Henry?

Sim, recebi as mensagens, todas as 10.

Acha que n�o vi as nove primeiras?

Meus homens fizeram uma segunda varredura do local esta manh�.

Estabelecemos a seguran�a em volta de todo o hotel.

- N�o h� com o que se preocupar. - S�rio, essa � a sua posi��o?

A n�o ser que saiba de algo mais.

Os rebeldes que trata com desd�m s�o os mesmo que descobriram

que tentou engan�-los com Lisboa.

N�o subestimaria a capacidade deles.

- E o que prop�em que eu fa�a? - Evacue o hotel.

Postergue o encontro antes que o prazo final tenha passado.

E deix�-los terem sucesso na meta de impedir tudo isso?

N�o sabe nada sobre como lidar com terroristas, doutora.

E voc� n�o sabe nada sobre como lidar com anormais.

Est� preocupada com o seu P� Grande,

eu entendo, mas ele fez a sua escolha.

Se ele e seus amigos s�o est�pidos o suficiente

para fazer um ataque sob essas circunst�ncias,

ele � uma besta.

Perdeu o seu tempo vindo at� aqui.

Nossa miss�o est� quase completa.

Logo a superf�cie n�o ter� escolha,

a n�o ser atender as nossas exig�ncias.

Debaixo, surgimos.

- Doutora! - Kate!

Gra�as a Deus! Onde est�o Will e Declan?

Tivemos um problema e eles me ganharam algum tempo.

O que est� havendo?

Precisamos entrar naquele hotel e driblar a seguran�a.

- � moda antiga? - Senhora, agora.

Filha da...

Parem essas duas!

Calma! Baixar armas.

- Senhor? - O qu�!

Tivemos uma quebra na seguran�a.

Eu sei, acabei de avisar.

N�o, senhor. Hoje, mais cedo.

Enviei imagens para seu tablet.

Entraram pela estrada de acesso traseira.

Evacuem o hotel.

S� deixaram os ve�culos de servi�o para a reuni�o de c�pula.

Ent�o onde ele se esconderia?

De acordo com o Crixorum, este hotel tem 4 po�os de elevador.

O plano era detonar uma bomba neste andar

pr�xima a cada um deles.

Checarei por aqui.

Para tr�s.

Meu bom Deus.

Certifique-se de manter algu�m naquela escada.

�timo! Voc�s dois, agora.

- Cad� a Magnus? - L� dentro.

- Deixou-a entrar? - "Deixei"? N�o, n�o deixei.

Ela e a amiga deram de Krav Mag� nos meus homens.

Sem chance. Estamos evacuando o pr�dio inteiro, ningu�m entra.

O que fazemos agora?

Por que est� aqui?

Vim ajud�-lo. Est� doente.

Para tr�s!

Por favor, me escute.

Voc� n�o est� bem.

Sofreu lavagem cerebral.

O crixorum remapeou seu c�rebro,

te fez sentir raiva e ressentimento.

- Sempre me senti assim. - N�o.

Voc� odeia viol�ncia.

� um dos seres mais pac�ficos que j� conheci.

Est� mentindo.

S� est� tentando me confundir.

H., � o Will.

Precisamos de outra entrada para o hotel.

Certo.

Certo, deve ter uma via de acesso

- do outro lado da �rea. - A que dist�ncia?

Da entrada principal, eu diria que uns 6 km.

Certo, continue.

Sou sua amiga mais antiga. Por favor.

N�o h� muito tempo. Apenas, tire o colete.

N�o...

Jurei servir � causa que � justa.

Espere! N�o precisa fazer isso.

Jurei matar pela causa que � justa.

- Por favor, me escute! - Jurei morrer

pela causa que � justa!

Gra�as a Deus.

R�pido, vamos tir�-lo daqui.

Doutora, temos um problema.

Dois minutos para todos explodirem.

Tudo bem, vamos tirar esse colete dele.

E coloc�-lo naquela van.

Henry, cad� a tal estrada, cara?

Deveria estar logo � frente.

- Not�cias da Magnus? - N�o, nada.

As duas est�o l� dentro.

Droga!

Henry, eles bloquearam esse lado.

- Precisamos de uma alternativa. - Essa � a alternativa.

Teremos que invadi-la.

- Espere, Will! - Um instante.

- Que horas s�o? - Filho da m�e, � meio-dia.

N�o se mova! Pare a� mesmo!

Magnus, responda.

T�m que sair da� agora.

Meu Deus.

Magnus! Kate!

Algu�m, responda!

Magnus, responda.

Kate, algu�m, responda!

Magnus, se pode me ouvir, por favor responda.

Magnus!

Magnus, por favor!

Will...

Magnus aqui, est� recebendo?

Nunca mais me assuste assim.

Voc�s est�o bem?

N�o.

Precisamos de ajuda.

�, eu disse.

H� quanto tempo estou desacordada?

- Uma semana. - Uma semana?

Sim.

Teve ferimentos s�rios. A Magnus te operou duas vezes.

O que aconteceu? O hotel...

Foi evacuado antes da explos�o.

Houve 11 mortes, incluindo 3 homens bomba.

Infelizmente n�o muito a opini�o do mundo sobre os ataques.

A maioria dos l�deres querem a guerra contra os anormais.

� exatamente o que eles queriam.

Desculpe...

- Espere, o Grand�o, o que... - Ele est� bem.

Bem...

- Ele est� melhorando. - �timo.

A Magnus est� tentando desfazer os danos causados pelo Crixorum

com a ajuda da Sally.

- A sereia? - Sim.

Acho que est� funcionando.

As mem�rias dele est�o voltando.

Mas ele se sente horr�vel pelo o que aconteceu.

Gostaria de v�-lo.

Acho que ele vai gostar.

A Dra. disse quando estarei bem o suficiente para viajar?

Tenha calma, certo? Acabou de acordar.

Acho mesmo que eu deveria estar voltando � Terra Profunda.

Pessoas ficar�o preocupadas.

Isso � uma pulseira de compromisso herusana?

Do Garris?

Dei uma olhada.

�.

Parab�ns.

Obrigada.

Toleramos as cicatrizes de sua brutalidade.

Eu mesmo fui prisioneiro por 50 anos.

Desculpe.

- Est� tudo bem. - Obrigada.

Espere.

Por favor, sente.

O que voc� disse, sobre ser um prisioneiro.

- N�o falava s�rio. - Tem certeza?

Porque se alguma vez quis partir...

Sabe que n�o quis. Eu...

Sinto-me em casa aqui.

Sempre me senti.

Tudo melhorar�, sabe disso.

Tenho de viver com o que eu fiz.

Sei que se sente mal,

mas tem que parar de se punir.

Quer dizer, se algu�m tem de sentir culpa, sou eu.

Eu que te mandei para dentro da cova dos le�es.

N�o, n�o foi sua culpa.

Mesmo assim, se n�o fosse por mim,

o Crixorum nunca teria tido chance de te atacar.

N�o...

Fez o que sentia ser correto.

Mas no fim das contas, te causei dor.

Sabia que haveria custos,

quando escolhi levar o Santu�rio para este caminho,

mas nunca quis que fosse voc� a pagar o pre�o.

Explodi um hotel,

quase matei...

Voc� � quem deveria estar se desculpando?

Precisamos de suprimentos. Darei a lista ao Henry.

Por que voc� n�o vai?

- Tem certeza? - Se se sentir pronto.

Obrigado.

Debaixo, surgimos.

Can't find what you're looking for?
Get subtitles in any language from opensubtitles.com, and translate them here.