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Para este pelicano marrom, os problemas de trazer vida nova para o mundo
come�ou mesmo antes dos ovos eclodirem.
Eles tiveram que ser mantidos frescos ou aquecidos, de acordo com a hora do dia,
e tiveram que ser defendidos.
Mas isto � s� o come�o das coisas.
Problemas de Paternidade
Uma vez que seus filhotes sa�ram sozinhos de suas cascas,
o primeiro trabalho destes pelicanos-marrom aqui, na Fl�rida,
como todos os pais de p�ssaros, � encontrar comida com urg�ncia.
Poucos est�o numa pressa maior do que o bando Lapland,
pelo ver�o no �rtico ser desesperadamente curto.
O alimento � colocado apressadamente para dentro.
Os excrementos jogados para fora.
Ambos os pais trabalham sem parar,
e desde que h� luz 24 horas por dia nesta �poca do ano, eles o fazem sem paradas.
Consequentemente, os filhotes crescem numa velocidade extraordin�ria,
e somente 12 dias ap�s chocar eles ir�o emplumar.
Os dippers tamb�m s�o pais dedicados e empreendedores.
Um ninho atr�s de uma cachoeira � um excelente esconderijo
mas complicado para se visitar.
N�o menos, estes dippers, entre eles,
trazem um monte de alimento para seus filhotes a cada dez minutos.
Passarinhos de Gouldian na Austr�lia fazem seus ninhos em buracos de �rvores.
A desvantagem de fazer isso � que pode ficar t�o sombrio dentro,
que � dif�cil ver onde os filhotes est�o.
A solu��o? pontos vivamente coloridos ao lado da boca.
E quando vibra��es feitas pelos pais, ao entrarem
diz a estes filhotes ainda cegos que a comida est� a caminho,
eles fornecem rapidamente orienta��o extra.
Com bocejos modelados vividamente quanto este,
os pais n�o t�m nenhuma d�vida sobre onde colocar suas partes de comida.
Estes s�o passarinhos-zebra.
E estes objetos extraordin�rios s�o jovens passarinhos Firetail.
O que se parece com um olhar espantado �, na verdade,
marcas para indicar os cantos da boca.
Estes s�o filhotes de papagaios-rosella Australiano.
Seus pais come�aram a incubar logo que seus primeiros ovos foram postos.
Aquele, portanto, foi o primeiro a chocar e seu filhote o primeiro a ser alimentado.
Bem, para come�ar, h� uma diferen�a em tamanho entre os filhotes.
Mas os rosella-pais s�o rigidamente justos,
e fazem quest�o de certificar que at� o mais jovem tenha a por��o certa de comida.
Mesmo assim, ap�s dez dias, o primog�nito � ainda o maior deles.
Mas notavelmente,
�s vezes ele compartilha seu alimento com o mais jovem e o menor.
Eles est�o come�ando a perder suas penugens
e penas pr�prias come�am a aparecer.
Um neg�cio que aparentemente co�a.
Tr�s semanas mais tarde, embora 5 dias de diferen�a de idade
entre o mais velho e o mais novo, est�o todos do mesmo tamanho.
Rosellas alimentam seus filhotes com um v�mito de sementes mastigadas
Grebes de crista-grande, por outro lado,
oferecem a seus rec�m chocados jovens, refei��es das mais estranhas.
Penas.
Este n�o � um erro ou um capricho ocasional.
Engolir penas � essencial para a sa�de dos Grebes.
Elas formam um forro no est�mago que os protegem de ossos pontiagudos dos peixes,
que s�o a parte principal da dieta dos grebes.
Quando crescem, ir�o engolir suas pr�prias penas,
mas agora, seus pais as providenciam obrigatoriamente.
E isso � bem justo considerando o tamanho do peixe
que os jovens s�o preparados para atacar cedo em suas jovens vidas.
Estas cegonhas bico-aberto, aninham-se no calor da Tail�ndia
t�m tamb�m novos filhotes.
Um de seus problemas � manter fresco,
e um dos meios de resolver isto, � claro, � tomar um banho bem refrescante.
Mas alguns banhos s�o mais agrad�veis que outros.
Os adultos trazem �gua de volta para o ninho em seus bicos
e o esvaz�am sobre os filhotes depenados.
Mas os banhos n�o s�o as �nicas coisas de que os filhotes precisam.
Prostados virtualmente despidos no sol escaldante pode ser fatal.
Durante a parte mais quente do dia, eles precisam desesperadamente de sombra...
e os pais a fornecem.
As cegonhas, como muitos p�ssaros, s�o pais exemplares
tendendo ao apetite e ao conforto de sua prole com carinho e devo��o.
Mas nem todos os p�ssaros comportam-se de tal maneira.
� uma cena id�lica -
um par de p�ssaros devotados cuidando de seus filhotes na primavera.
Mas para os p�ssaros adultos, esta � uma hora de teste, particularmente se,
como estes Coots,
voc� tem uns nove filhotes e o suprimento de comida � pouco para alguns.
As coisas come�am bem o suficiente.
Um dos adultos usa part�culas do alimento
para tentar um filhote rec�m-chocado sair do ninho para a �gua.
A pequena frota se ajusta aos cuidados de ambos os pais.
Mas o alimento que preferem vem em pequenas presta��es
camar�es e insetos aqu�ticos.
Demora muito para colet�-los.
E h� outros problemas e estresses.
Transeuntes n�o s�o permitidos no campo de alimenta��o dos Coots
Eles t�m que ficar fora, n�o importa qu�o grande eles s�o.
Ent�o, quase sempre no terceiro dia, os pais come�am a perder a paci�ncia.
Um filhote implora por comida novamente...
...e � punido.
Cada filhote, por sua vez, recebe este tratamento �spero.
Talvez os adultos est�o testando-os para ver qual deles � o mais forte.
Ap�s um momento, eles concentram suas puni��es em apenas um,
e a tal grau que ele p�ra de implorar, e morre de fome at� a morte.
Mas, a menos que tenha uma abund�ncia de alimento, a persegui��o continua.
No final, somente uns dois ou tr�s Coots, da ninhada de nove, ir�o crescer.
A vida para pelicanos novos pode ser igualmente brutal.
Como eles crescem, tamb�m crescem seus apetites.
N�o importa o quanto os pais trabalham,
eles n�o conseguem trazer comida suficiente para todos os tr�s.
O �ltimo chocado foi sempre menor que os outros dois.
Era sempre o �ltimo a ser alimentado, e agora os 2 mais velhos giram sobre ele.
Agora ele n�o sobreviver�.
Seus pais n�o trar�o alimento a ele no ch�o.
E este n�o � o seu fim.
Um foi eliminado do ninho e um segundo o seguir�,
at� quando houver apenas um.
E isto � o que sempre acontece num ninho de pelicanos.
Sendo este o caso, parece ser ineficiente, para n�o dizer sem cora��o
que o pelicano deve sempre chocar tr�s ovos.
Mas o motivo � que �, parcialmente, uma pol�tica de seguran�a.
No caso de algo terr�vel acontecer a um ou dois dos filhotes,
h� sempre um terceiro para continuar;
e em parte porque, muito raramente, quando a pescaria � muito boa,
� poss�vel criar mais de um filhote.
Assim, criando o jovem � uma demanda de neg�cios, na verdade.
E na maioria dos p�ssaros requer um trabalho integral, do macho e da f�mea.
Mas um ou dois p�ssaros lideram para anular isto juntos.
E um deles � um visitante regular nesta cama de juncos na Inglaterra.
Um cuco, e ela est� atacando os juncos num ninho de rouxinol.
Este � um dos ovos de rouxinol que se foi.
E enquanto ela prende um segundo em seu bico,
vibrando com esfor�o, ela se deita sobre o seu ovo.
A combina��o est� perto de perfeito.
As toutinegras n�o notam a diferen�a e continuam chocando.
O cuco cronometrou sua a��o com cuidado.
Ela colocou seu ovo imediatamente ap�s a toutinegra f�mea chocar o �ltimo dos seus,
mas ela se desenvolve bem mais rapido
e chocar� por tr�s ou quatro dias antes dos ovos leg�timos serem chocados.
O cuco jovem, cego e despido, agora lida com os ovos restantes do toutinegra.
Duas semanas mais tarde, o jovem monstruoso cuco est� t�o grande
que pode n�o mais caber no min�sculo ninho.
Seu bocejar brilhante-colorido, junto com seu chamado,
que imita o som de um monte de filhotes de toutinegras,
constitui uma demanda para o alimento que os toutinegras acham irresist�vel.
O h�bito do cuco europeu � t�o famoso
que n�s tendemos a pensar que � o �nico p�ssaro que se comporta desse modo.
Mas h� p�ssaros em meia d�zia de outras fam�lias que fazem isso tamb�m.
Aqui na Argentina, gaivotas de cabe�a marrom est�o aninhadas.
Gaivotas s�o t�o vigorosas e empreendedoras
que devem ser os �ltimos p�ssaros que gostam de ser enganados,
mas ocasionalmente eles s�o.
Um patinho.
Seus pais verdadeiros, patos-cuco,
est�o distantes do ninho onde eles puseram seus ovos.
Sua prole nunca os ver�, assim como eles nunca ver�o seus pais.
O patinho pode n�o saber que ele � bem diferente do filhote de gaivota
o qual foi chocado ao lado dele.
N�o menos, algo o diz que n�o deve ficar com este outro no ninho.
Em sua primeira noite, ele sai.
Ao contr�rio do cuco, ele n�o faz maiores demandas no p�ssaro que o incubou.
Mesmo sendo mais velho por algumas horas, � capaz de se defender sozinho.
Os goldeneyes jovens t�m tamb�m uma maneira precipitada de come�ar a vida.
A goldeneye f�mea regularmente deita-se num buraco de pica-pau.
Mas quando seus jovens superam a defici�ncia
ela solicitadamente os direcionam para a �gua,
porque este � o �nico lugar onde eles, como a maioria dos patos,
conseguem comida por eles mesmos.
Aqui em Columbia, na Inglaterra, n�o h� escassez de lagos,
e a m�e deles vai � frente e os chama para juntar-se a ela.
Este lago, entretanto, foi j� declarado
por uma outro goldeneye f�mea com sua prole.
E ela � muito possessiva.
Haver� encrenca.
O novo inquilino tem que sair.
Mas seus patinhos n�o podem voar com ela.
Assim, eles se juntam � fam�lia residente.
N�o tem problema para a m�e. Eles podem se defender sozinhos.
E tendo uma fam�lia ampliada reduz a chance de seus patinhos
serem pegos por um peixe ou um falc�o faminto.
No final, ela pode acumular um rebanho de vinte ou mais.
Um rio nos Andes elevados.
Improv�vel, embora pode parecer,
alguns patos conseguem viver sobre estas �guas correntes, patos da torrente.
Estes fizeram seu ninho nas rochas 9 metros acima d'�gua,
alto o bastante para ser seguro se o rio encher de repente.
Mas isso significa tamb�m que os patinhos t�m uma jornada bem perigosa a seguir.
Mesmo a m�e tem um pequeno problema.
A �gua corrente parece apresentar mais problemas al�m das pedras escorregadias.
Mas os patinhos s�o t�o flutuantes que eles b�iam na superf�cie,
e n�o est�o em perigo de afogamento.
Nem s�o arrastados, porque, milagrosamente,
eles sabem instintivamente
como se protegerem nos redemoinhos em abrigos de pedregulhos.
E uma vez lan�ados, eles, tamb�m, se alimentam sozinhos.
Ver�o na tundra do �rtico.
Os gansos brent subiram algumas semanas atr�s,
para se alimentarem na nova vegeta��o de brotos e para se aninharem.
Agora, sua prole foi chocada.
Eles tamb�m t�m que encarar uma jornada perigosa antes de serem alimentados.
Este par construiu seu ninho a alguns metros do ninho de uma coruja branca.
Isto foi de bom senso, para que os filhotes n�o possam ser atacados por raposas.
Corujas s�o bem preparadas para manipular raposas.
E assim arriscam-se raramente pr�ximas.
Enquanto eles est�o incubando, os gansos s�o extremamente beneficiados
por aninhar ao lado como poderosos vizinhos,
mas agora seus ovos est�o quebrando e isto ir� mudar as coisas.
Corujas se alimentam de lemmings.
E os lemmings s�o quase do mesmo tamanho dos gansos.
De algum modo, estas pequenas criaturas ter�o que anular uma refei��o a mais
para uma coruja com fome,
mas eles devem deixar seu ninho se n�o est�o famintos.
Seus pais est�o bem cientes do perigo.
Igualmente, a coruja macho pode ver que h� uma refei��o a ser comida.
Pais bravamente ganham o dia.
Dois p�ssaros para vigiar os jovens est� bom.
Tr�s � at� mesmo melhor.
Os gansos de Magpie vivem no nordeste da Austr�lia,
e a viagem que seus gansos t�m que fazer na busca por alimento � tamb�m perigosa.
Os Magpie machos s�o muito incomuns nisto; normalmente eles t�m duas f�meas
as quais, juntas, se deitam no mesmo ninho.
Ent�o, geralmente s�o tr�s adultos,
e somente ocasionalmente dois, que escoltam seus jovens.
N0s c�vs 4c1m4, vm4 �gv14 d0 m4r.
� vista, um trio com filhotes...
..e eles se organizam para vigi�-los.
Um par � um alvo mais f�cil.
Os dois adultos podem estar irritados e bravos, mas � tarde demais.
Ataques podem vir n�o somente do c�u, mas, sem esperar, de baixo.
Crocodilos.
Mesmo os adultos est�o agora em perigo real.
E os gansos s�o muito vulner�veis, de fato.
O par conseguiu, mas apenas dois de seus cinco jovens filhotes sobreviveram.
O trio teve �xito em trazer abaixo quatro ou cinco filhotes.
Aqui nos p�ntanos de alimenta��o, h� uma seguran�a comparativa.
Todos se juntam para manter as �guias afastadas,
e a �gua � muito baixa para crocodilos.
N�o menos, afinal, a jornada custa algumas jovens vidas.
Mas as fam�lias que perderam menos foi o trio.
Assim h� realmente uma seguran�a nos n�meros.
E aqui, nos Seychelles, os n�meros s�o astron�micos
um milh�o de andorinhas-do-mar.
Aqui, certamente, devem estar seguras de predadores.
Mas gar�as-brancas est�o ao redor, nas bordas da col�nia
e elas ir�o apreender rapidamente um filhote se ele for deixado sem guarda.
Um filhote � uma refei��o muito boa
que as gar�as brancas at� arriscar�o
ataques dos bicos dos pais para conseguir um.
Mais tarde, na col�nia, os filhotes s�o envoltos pela grande multid�o de adultos,
e ficam muito mais seguros.
Mesmo a algumas jardas da borda,
as gar�as-brancas enfrentam uma oposi��o determinada e efetiva de todas as dire��es
as quais t�m pouca possibilidade de sucesso.
Filhotes que t�m a sorte de sairem da casca na parte central
s�o cinco vezes mais prov�vel de sobreviver do que os outros nas bordas.
E h� uma outra maneira de um p�ssaro proteger seus filhotes.
Escond�-los num lugar bem remoto
que poucas outras criaturas conseguir�o chegar l� para atac�-los,
um lugar como o deserto australiano.
Aqui, Stilts banidos aninham-se ao lado de um lago tempor�rio.
Logo ap�s que seus ovos se chocam, as f�meas saem
e come�am a aninhar-se de novo em algum lugar.
Agora, os mais jovens se juntaram em grupos fortes de algumas centenas
com somente alguns machos deixados para tr�s para manter um olho neles.
O trabalho n�o � t�o dif�cil, �guas salgadas est�o cheias de min�sculos camar�es
que os novos stilts conseguem peg�-los sozinhos.
Para outros p�ssaros, entretanto, encontrar alimento � t�o dif�cil
que mesmo estes dois pais n�o conseguem alimentar seus filhotes sem ajuda.
Mais al�m do sul da Austr�lia, na floresta de eucaliptos
os choughs brancos alados t�m esse problema.
Seus jovens se alimentam de larvas de besouro,
e estes s�o t�o dif�ceis para escavar,
que um par necessitar� ao menos de dois ajudantes adultos
para manter o filhote bem alimentado.
E quanto mais ajudantes eles t�m, mais filhotes eles podem criar.
Este filhote est� quase completamente crescido e tamb�m tem um grande apetite.
Todos quatro p�ssaros trabalham para mant�-lo fornecido.
Eventualmente, entretanto, isto mudar�
passando de uma responsabilidade para um recurso.
Um p�ssaro novo que possa ajudar a esconder um filhote no pr�ximo ano.
Um outro grupo dos choughs aparece nas �rvores.
Este tem muito mais membros.
Os residentes s�o preocupados, e mostram sua agita��o escancarando seus olhos.
Este � um grupo de press�o.
Eles s�o sequestradores.
E isto � o que s�o em seguida.
Um dos incursores come�a a se mostrar para o filhote
tentando seduzi-lo e afast�-lo de seu grupo paternal.
E segue.
Um sequestro foi feito.
Os atacantes alimentam seu novo recruta,
e ele se junta ao pr�prio grupo do mais jovem.
Agora eles t�m dois juvenis.
No pr�ximo ano, a equipe de suporte ser� t�o grande
que eles podem ser capazes de criar tr�s ou mesmo quatro filhotes.
Assim, tendo dificuldades em criar o beb� pode liderar uma sociabilidade entre adultos
Mas talvez o mais soci�vel de todos os p�ssaros,
p�ssaros que se comportam quase como uma tropa de pequenos macacos,
vivem aqui nos desertos do Oriente M�dio.
Um tagarela �rabe.
Mas dificilmente voc� v� apenas um.
Os tagarelas �rabes fazem tudo juntos, se possivel
e isso inclui certamente tomar um banho.
Ap�s um banho, o grupo todo toma banho de sol juntos.
Uma vez secos, limpam-se uns aos outros.
Na verdade, tagarelas �rabes fazem a maioria das coisas juntos.
Todos compartilham do trabalho de coletar alimentos para os filhotes do grupo.
Compartilham tamb�m as responsabilidades de defesa,
se alternando no papel de sentinelas.
Quando outro sentinela est� de servi�o,
ele traz um peda�o de alimento como parte de um ritual cedido
Uma v�bora!
O sentinela soa o alarme.
O grupo inteiro se amontoa.
Criando uma comiss�o, asseguram-se de que todos est�o cientes do perigo.
Eles tamb�m incomodam a serpente e talvez a distraem em sua ca�ada.
Pode ser tamb�m que alguns deles,
provocando a serpente deliberadamente
est�o demonstrando sua for�a e aptid�o
de uma maneira que dar� a eles respeito e lideran�a dentro do grupo.
Uma vez que o perigo passa, a vida retorna ao normal
O sentinela volta para os deveres da guarda,
e os mais jovens come�am a brincar entre eles.
Muitos p�ssaros novos s�o abandonados por seus pais
quase t�o logo forem capazes de voar,
assim, eles t�m pouca chance de brincar e ganham as habilidades que precisam como adultos.
Mas os tagarelas formam um grupo bem coerente
que os juvenis podem passar o tempo fazendo apenas isto.
Para o Anhingha jovem, na Fl�rida, aprender atrav�s de jogos � essencial
Se ele n�o se torna um h�bil ilusionista r�pidamente,
ele ficar� faminto.
Ele deve aprender a fazer isto.
Claro que � importante quando jogar com um palito,
mas n�o devesse jogar por muito tempo.
Gannets tamb�m pescam mergulhando,
e esta � uma habilidade que n�o pode ser praticada
pelos jovens at� que possam voar.
Os pais lidam com este problema alimentando seus filhotes t�o generosamente
at� que uma hora eles modificam suas plumagens negras imaturas,
por reservas de gorduras acumuladas,
que os sustentar�o enquanto aprendem a pegar peixes sozinhos.
Assim, agora s�o mais pesados que seus pais.
Mas esse peso extra � uma responsabilidade.
Isso dificulta o jovem a voar.
Os mares ao lado desta col�nia Sul-Africana s�o perigosos,
e n�o somente por causa das ondas de navega��o.
Houve penhascos dos quais eles se lan�avam ao ar,
como h� em torno de muitas col�nias do gannet,
seus primeiros v�os seriam mais f�ceis.
Mas n�o h�.
Sem surpresa, eles aparentam nervosos ao decolar.
Os lobos-marinhos est�o esperando.
Mas apesar das focas,
muitos gannets novos o fazem para conseguirem chegar ao ar.
O v�o para p�ssaros novos � a habilidade essencial,
e as penalidades da falha podem ser fatais,
assim os p�ssaros fazem tudo que podem para prepararem-se para isto.
As cegonhas bico-aberto novas, agora totalmente crescidas,
est�o fortificando seus m�sculos de v�o com exerc�cios regulares
Um jovem colibri cautelosamente pratica planagem enquanto ainda no ninho,
mesmo que isto fa�a a vida de alguma maneira mais dif�cil para seus irm�os.
Na tundra, o filhote da coruja branca,
conseguiu espa�o suficiente para praticar.
E o sobrevivente pelicano marrom, no final, deixa sua casa ninho.
Ele se junta a outros mais jovens ficando � beira-mar.
Cada um sobreviveu a muitos perigos em suas jovens vidas.
Como filhote, lutou batalhas com seus irm�os e irm�s e ganhou.
Por 9 ou 10 semanas, foi devotadamente alimentado e protegido por seus pais,
mas agora est� por si pr�prio.
Se, por sua vez, tiver que crescer,
tem muito mais batalhas � frente l� fora, no mar
e no ar.
A vida para todos os p�ssaros em toda parte pode ser dura,
mas algumas esp�cies se tornaram especialmente adaptadas
aos ambientes mais �speros na Terra.
Como eles fazem isso, veremos no pr�ximo programa,
o �ltimo desta s�rie sobre a Vida dos P�ssaros...
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