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Original subtitles

REIVINDICA��O PARA A ARTE DO CINEMA

N�o tememos a censura porque n�o pretendemos ofender

com obscenidades nem imoralidades mas demandamos o direito de mostrar

o lado escuro do erro para real�ar assim a luminosidade da virtude.

� a mesma liberdade de que goza a arte escrita.

Essa arte a que devemos a B�blia e as obras de Shakespeare.

O NASCIMENTO DE UMA NA��O

Se nesta obra conseguirmos trazer � mente os horrores da guerra,

e que fique a mesma sempre como algo desprez�vel,

este esfor�o n�o ter� sido em v�o.

Quando trouxeram os primeiros Africanos para a Am�rica,

plantou-se a primeira semente da desuni�o.

Os Abolicionistas do s�culo XIX exigindo a liberta��o dos escravos.

Em 1860, um grande l�der parlamentar, a que chamaremos Austin Stoneman,

chegou ao poder na C�mara Nacional de Representantes.

Encontramo-lo, com a sua jovem filha Elsie, no seu apartamento em Washington.

Algum tempo depois.

Elsie com os seus irm�os na terra natal dos Stoneman, na Pennsylvania.

Querido Ben: Conforme prometido o meu irm�o e eu iremos visitar-te.

Chegaremos a Piedmont na pr�xima sexta-feira.

N�s morremos de vontade de voltar a ver-te e de conhecer o seu Kith e Kin

Nas Terras do Sul.

Piedmont, Carolina do Sul, o lar dos Cameron,

onde o tranquilo correr da vida nunca voltar� a ser assim.

Bennie Cameron, o filho mais velho.

Margaret Cameron, uma filha do Sul, educada de forma conservadora.

A m�e e a irm� mais nova.

O am�vel dono do Cameron Hall.

Hostilidades.

Querido Ben: Conforme o prometido o meu irm�o e eu iremos visitar-te.

Chegaremos a Piedmont na pr�xima sexta-feira.

Morremos de vontade de voltar a ver-te e de conhecer o seu Kith e Kin.

A visita dos jovens Stoneman aos seus amigos Sulistas.

Amigos... Os filhos mais novos. Norte e Sul.

Onde conseguiste esse chap�u?

Da planta��o aos campos de algod�o.

Pelo Vale do Amor.

Ele encontra o ideal dos seus sonhos no retrato de Elsie Stoneman,

a irm� do seu amigo, que ele nunca viu.

Nas depend�ncias dos escravos. O intervalo de duas horas para jantar,

fora do seu hor�rio de trabalho, das 6:00 �s 18:00.

Gera-se a tormenta.

O poder dos estados soberanos estabelecido quando Lorde Cornwallis

se rendeu �s col�nias individuais em 1781, v�-se amea�ado pela nova administra��o.

Se se celebrarem elei��es no Norte, o Sul se seguir�.

A biblioteca de Stoneman em Washington, onde a sua filha nunca esteve.

Charles Summer, l�der do Senado, conferencia com o chefe do Congresso.

Lydia Brown, a governanta dos Stoneman.

O mulato despertado dos seus ambiciosos sonhos

pelas ordens da corte de Summer.

A debilidade do grande l�der vai envenenar uma na��o.

Os visitantes s�o chamados de volta a seu lar nortista.

Os amigos prometem encontrar-se de novo.

O jovem Stoneman jura com o eterno juramento

que s� pensar� nela at� que se voltem a encontrar.

A Primeira Chamada para 75.000 volunt�rios.

O Presidente Lincoln assina a proclama��o.

Abraham Lincoln usa o Escrit�rio Presidencial

pela primeira vez na hist�ria para chamar volunt�rios

refor�ando assim o papel da nova na��o sobre os estados individuais.

Os irm�os Stoneman partem para se unirem ao seu regimento.

Depois da primeira batalha de Bull Run. A despedida de Piedmont deu-se

na noite da partida das suas tropas para a frente.

Ruidosas celebra��es nas ruas.

Enquanto a juventude dan�a toda a noite, as crian�as e os velhos descansam.

A primeira bandeira da Confedera��o baptizada com a gl�ria em Bull Run.

O Amanhecer. A hora da partida para as tropas.

A chamada � Assembleia.

A bandeira do seu estado. O esp�rito do Sul.

O presente de uma m�e � causa. Tr�s filhos que v�o para a guerra.

Elsie, de volta para casa da sua tia em Washington,

conta ao seu pai a partida dos seus irm�os para a frente.

Dois anos e meio depois.

Ben Cameron, na frente, recebe uma carta de casa.

E tu deixaste crescer o bigode. Meu Deus! Morro de saudades de te ver.

Tamb�m estou a crescer. Dizem que estou t�o grande

que j� n�o me reconheceria. Beijos. Da sua peq..., grande irm�.

Not�cias da frente.

A irm� mais nova vestiu o �ltimo vestido elegante

para dar solenidade � leitura da carta do seu irm�o.

Piedmont aterrorizada pela guerra.

Uma for�a irregular de guerrilhas assola a cidade.

O primeiro regimento de negros � formad na Carolina do Sul.

O capit�o branco convence a tropa negra

para que obede�a �s suas ordens.

Uma companhia confederada � informada da invas�o.

Os Confederados no resgate.

Depois do resgate.

Cartas de casa revivem ternas fantasias do "Pequeno Coronel".

No campo de batalha.

A guerra reclama o seu mais amargo e in�til sacrif�cio.

Cumprindo a promessa, os amigos reencontram-se.

A not�cia da morte do mais jovem dos Cameron.

Outros tamb�m l�em a triste p�gina da guerra.

A �ltima das suas amadas posses

deve ser vendida pela causa perdida.

Elsie Stoneman trabalha como enfermeira nos hospitais militares.

Enquanto choram as mulheres e as crian�as,

um grande conquistador parte para o mar.

A tocha da guerra contra o peito de Atlanta.

O bombardeamento e a fuga.

A morte do segundo filho.

Os �ltimos dias cinzentos da Confedera��o.

Nas linhas de batalha em Petersburg, milho torrado era o �nico alimento.

Um comboio de mantimentos dos Confederados

perde-se na estrada errada

e � interceptado do outro lado pelas linhas da Uni�o.

O General Lee ordena um ataque para romper as linhas

e recuperar o comboio de mantimentos. Estabelece-se um bombardeamento

e um movimento pelo flanco para proteger a carga.

A ac��o antes do amanhecer com um duelo de artilharia � dist�ncia.

O "Pequeno Coronel" recebe ordens para carregar num determinado momento.

As trincheiras dos ex�rcitos inimigos separadas por uma centena de metros.

As baterias camufladas.

A artilharia de campo.

Os morteiros.

O "Pequeno Coronel" lidera o desesperado assalto final

contra as for�as da Uni�o comandadas pelo Capit�o Phil Stoneman.

Tomaram-se duas linhas de trincheiras, mas s� uma parte do seu regimento

permanece em p� para continuar o avan�o.

Perdida toda a esperan�a, o "Pequeno Coronel"

det�m-se antes da �ltima investida para socorrer um inimigo ca�do.

Os Unionistas aclamam a her�ica ac��o.

Na fila vermelha dos mortos outros tomam os seus lugares

e a batalha continua at� � noite.

A paz da guerra.

O Norte vitorioso.

Not�cias da morte do seu segundo filho,

e o mais velho est� gravemente ferido num hospital de Washington.

A guerra, a geradora do �dio.

A parte da mulher.

O "Pequeno Coronel" no hospital militar

instalado no Escrit�rio de Patentes onde Elsie Stoneman � enfermeira.

E recorde, acima de tudo, o meu pedido para que use toda a sua influ�ncia

da maneira que lhe for poss�vel para proporcionar o bem-estar

do meu velho amigo de col�gio o Coronel Ben Cameron,

que foi deslocado para o seu hospital. Com muito carinho, o seu irm�o, Phil.

"Embora n�o nos conhe�amos,

levei-te comigo durante muito, muito tempo!"

A m�e Cameron chega de Piedmont para visitar o seu filho ferido.

"Eu vou entrar nessa sala para ver o meu filho.

Pode disparar se quiser."

O cirurgi�o militar conta que uma secreta influ�ncia

ir� condenar o Coronel Cameron a ser enforcado como um guerrilheiro.

"Pediremos clem�ncia do Grande Cora��o!"

O apelo de uma m�e.

"O Sr. Lincoln devolveu-me a sua vida!"

Com o seu filho a recuperar,

a Sra. Cameron volta para o Piedmont para cuidar do pai debilitado.

De volta ao lar com as boas not�cias.

No Tribunal de Appomatox, na tarde de 9 de Abril de 1865,

a rendi��o do General Robt. E. Lee, C.S.A. (Estados Unidos Confederados)

ao General U. S. Grant, U.S.A. (Estados Unidos da Am�rica).

O fim do estado de soberania.

O esp�rito de Daniel Webster clama para a Am�rica:

"Liberdade e uni�o, uma e insepar�vel, agora e para sempre!"

No mesmo dia, o Coronel Cameron � absolvido e parte para sua casa.

A festa para o irm�o recuperado. Milho torrado e caf� de batata doce.

"Arminho sulino"; de algod�o puro, para a grande ocasi�o.

A chegada ao lar.

O protesto do l�der Radical

contra a pol�tica de clem�ncia de Lincoln para o Sul.

"Os seus l�deres devem ser enforcados

e os seus estados tratados como prov�ncias conquistadas!"

"Devo trat�-los como se nunca tivessem estado separados!"

O Sul, sob a m�o protectora de Lincoln,

come�a a trabalhar para se reconstruir.

"E ent�o, quando os dias terr�veis tinham acabado

e um tempo de paz e serenidade estava ao alcance"

chegou a desventurada noite de 14 de Abril de 1865.

Ao teatro.

Uma representa��o de gala para celebrar a rendi��o de Lee

vista pelo Presidente e o seu gabinete.

Os jovens Stoneman estavam presentes.

A pe�a: "O nosso Primo Americano"; com Laura Keene no papel principal.

Hora: 8:30. Chegada do Presidente, da Sra. Lincoln e companhia.

O guarda-costas pessoal do Sr. Lincoln

ocupa o seu posto fora do camarote Presidencial.

Para ver a pe�a, o guarda-costas abandona o seu posto.

Hora: 10: 13. Acto III, Segunda cena.

"Morte aos tiranos!"

Stoneman � informado do assassinato.

"Agora voc� � a m�xima autoridade na Am�rica!"

A not�cia chega ao Sul.

Assassinato do Presidente Lincoln

e tentativa de assass�nio do Secret�rio Seward.

"O nosso melhor amigo partiu. O que ser� de n�s agora!"

Final da Primeira Parte.

O NASCIMENTO DE UMA NA��O Segunda Parte: Reconstru��o.

Da agonia que perdurou no Sul, pode ter nascido uma na��o.

O horror da guerra n�o cessa com o fim do conflito armado.

Isto � uma apresenta��o hist�rica

da Guerra Civil e do Per�odo de Reconstru��o,

e n�o tenta reflectir-se em nenhuma ra�a nem nas pessoas da actualidade.

Fragmento do livro "Hist�ria do Povo Americano" de Woodrow Wilson:

"Aventureiros do Norte, inimigos tanto de uma ra�a como da outra,

para extorquir, maltratar e usar os negros...

Nas aldeias, os negros ocupavam os postos oficiais,

homens que n�o sabiam nada do uso da autoridade, excepto da sua insol�ncia!"

"... A pol�tica dos l�deres do Congresso

provocou uma ru�na na civiliza��o no Sul,

com a sua determina��o de "p�r o Sul branco

sob a bota do Sul negro" Woodrow Wilson.

"Os homens brancos mantinham-se por mero instinto de sobreviv�ncia

at� que por fim, come�ou a existir a grande Ku Klux Klan

um verdadeiro imp�rio do Sul para proteger o pa�s do Sul." Woodrow Wilson.

O rei sem coroa. A Casa do Governo da Na��o

transferiu-se da Casa Branca para esta estranha casa da colina do Capit�lio.

O protegido de Stoneman, Silas Lynch, mulato, l�der dos negros.

"N�o se humilhe. � igual a qualquer outro homem aqui!"

O grande Radical emite o seu decreto para que os negros

consigam a igualdade total com os brancos.

O Senador Summer fala. For�ado a reconhecer a posi��o do mulato.

O Senador apela a uma pol�tica menos perigosa

no aumento do poder da ra�a libertada.

"Converterei este homem, Silas Lynch,

num s�mbolo da sua ra�a, igual a qualquer homem branco!"

Semeando ao vento. Stoneman, doente em casa de sua filha,

envia Lynch ao Sul para ajudar os agitadores

a organizar e dirigir o poder do voto negro.

Lynch estabelece o seu quartel general em Piedmont.

Fermento. Celebra��o do partido dos negros, induzindo-os a deixarem o trabalho.

O Escrit�rio de Freedman. Os negros obt�m fornecimentos gr�tis.

A caridade do generoso Norte usada para enganar os ignorantes.

"A cal�ada � t�o nossa como sua, 'Coronel' Cameron!"

Stoneman, aconselhado pelo seu m�dico a procurar um clima mais temperado

e desejando ver em primeira m�o, o desenvolvimento da sua pol�tica

parte para a Carolina do Sul.

A chegada a Piedmont. Influenciado pelos seus filhos,

escolheu a cidade dos Cameron para a sua estadia.

"Voc�, lixo negro nortista,

n�o se fa�a de ares comigo!"

"Esses negros livres do Norte deixam-me louca!"

O segundo encontro de Lynch com o "Pequeno Coronel"!

A condescend�ncia do negro.

Lynch, traidor do seu patr�o branco e ainda mais da sua pr�pria gente,

planeia maquiavelicamente construir para si um trono de poder.

A reuni�o da Liga de Uni�o do Sul antes da elei��o.

Stoneman � o convidado de honra.

Conseguir o voto negro. O direito para todos os negros.

"Se n�o consigo dinheiro suficiente para encher os bolsos

n�o me interessa nada!"

O canto do amor ainda se pode opor acima da mis�ria da Terra.

O s�mbolo do amor.

Amargas lembran�as n�o permitir�o ao pobre cora��o ferido do Sul esquecer.

Ainda o Norte e o Sul.

O orgulho combate o amor para a conquista do cora��o.

"Acompanho-a at� sua casa!"

Dia de elei��es. Todos os negros t�m a sua c�dula,

enquanto que os l�deres brancos n�o contam com as suas.

Conhecem-se os resultados. Os negros e os agitadores varrem o Estado.

Silas Lynch � eleito Vice-governador.

Celebrando a sua vit�ria nas urnas.

Encorajado pelas doutrinas radicais de Stoneman, as paix�es de Lynch inflamam-se.

O "Pequeno Coronel" relata uma s�rie de crueldades que ocorreram.

"O caso foi julgado por um magistrado negro

e o veredicto deliberou contra os brancos por um j�ri negro."

Enquanto fala, o seu pr�prio fiel servente familiar

� castigado por n�o ter votado pela Liga da Uni�o e pelos seus agitadores.

A alma nobre ganha a simpatia do Dr. Cameron.

O tumulto na Casa do Governo.

O partido negro controla a Assembleia de Representantes do Estado.

101 negros contra 23 brancos. Sess�o de 1871.

Incidentes hist�ricos na primeira sess�o legislativa sob a Reconstru��o.

O honor�vel membro do Ulster.

O moderador estabelece que todos os membros devem estar cal�ados.

� votado e aprovado que todos os brancos

t�m que saudar os oficiais negros nas ruas.

A minoria branca indefesa.

Visitantes brancos na galeria.

Aprovam um Projecto-Lei, para permitir

os casamentos mistos entre brancos e negros.

Mais tarde. Come�a a sinistra colheita.

Gus, o renegado,

um produto das perversas doutrinas espalhadas pelos agitadores.

O "Pequeno Coronel" ordena a Gus que se afaste.

O esp�rito em agonia pela degrada��o e ru�na da sua gente.

A inspira��o.

O resultado. A Ku Klux Klan,

a organiza��o que salvaria o sul da anarquia do dom�nio negro,

mas n�o sem o derramamento de mais sangue que em Gettysburg,

segundo o pol�tico e juiz Tourgee.

Primeira visita para aterrorizar um negro agitador e que incendiava celeiros.

Os seguidores de Lynch vertem o primeiro sangue contra a Ku Klux Klan.

A nova rebeli�o do Sul.

"Vamos esmagar o Sul branco sob a bota do Sul negro!"

"O seu amado pertence a esta banda de foras-da-lei e assassinos!"

O encontro. Confirmadas as suspeitas,

por lealdade ao seu pai, ela termina a rela��o.

"Mas nada tema pois n�o o trairei"

As mulheres do Sul fizeram mais de 400.000 vestes para a Ku Klux Klan

e ningu�m traiu o segredo.

A irm� mais nova consola o amante inconsol�vel.

Desobedecendo ao seu irm�o, vai sozinha buscar �gua.

"Est� a ver, agora eu sou Capit�o, e quero casar..."

"Espere, menina, n�o lhe vou fazer mal!"

"Afaste-se ou saltarei!"

Por ela, que tinha aprendido a dura li��o da honra, n�o nos devemos afligir

pois ela encontrou mais conforto nas portas da morte.

E ningu�m pode afligir-se tanto como estes.

A alega��o por escrito do filho contra a pol�tica radical do seu pai.

Gus esconde-se em "bra�o-branco": no sal�o do Joe.

Os cidad�os arrolados na busca do acusado Gus,

garantem-lhe um julgamento justo nas sombrias salas do Imp�rio Invis�vel.

O Julgamento.

Culpado.

Nos degraus da casa do Vice-governador.

A resposta aos negros e aos agitadores.

A manh�.

Lynch aceita o desafio

e ordena o refor�o � tropa negra para encher as ruas.

Depois de envolver Lynch na revolta,

Stoneman decide partir temporariamente para evitar as consequ�ncias.

Os Klans preparam-se para a ac��o.

"Irm�os, esta bandeira

carrega o estigma vermelho da vida de uma mulher do Sul,

um impag�vel sacrif�cio no altar de uma civiliza��o ultrajada!"

"Aqui levanto o s�mbolo ancestral de uma ra�a de homens inconquist�veis,

a cruz ardente das velhas montanhas da Esc�cia.

Apago as suas chamas no sangue mais inocente

que jamais manchou as areias do Tempo!"

Enviam-se instru��es ao Titan do condado vizinho

para desarmar todos os negros esta noite.

Enviam-se espi�es para denunciar brancos com vestes da Ku Klux Klan.

A pena: Morte.

Lynch, feliz, pode enfim levar a cabo a sua vingan�a contra a Casa Cameron.

A amargura dos ideais desfeitos.

O Capit�o branco de carreira, de acordo com a pol�tica dos agitadores,

faz a deten��o.

Apelo a Elsie Stoneman para que o seu pai intervenha.

As almas fi�is d�o uma m�o.

O amo, encarcerado, exibido perante os seus antigos escravos.

Esperando poder efectuar o resgate, os fi�is fingem unir-se aos insurgentes.

"N�o sou seu igual, Capit�o, como qualquer homem branco?"

Elsie inteirou-se de que o seu irm�o matou um negro

aquando do resgate do Dr. Cameron.

Espera ansiosa a chegada do seu pai.

O le�o social da nova aristocracia.

A pequena cabana ocupada por dois veteranos da Uni�o

converte-se no seu ref�gio.

Os antigos inimigos do Norte e do Sul

unem-se de novo na defesa comum do seu direito Ariano de nascimento.

O seu pai n�o volta e, desconhecendo os des�gnios de Lynch para ela,

Elsie vai pedir ajuda ao l�der mulato.

Lynch prop�e-lhe casamento.

Lynch reage, amea�ando chicote�-la pela sua insol�ncia.

"Veja! A minha gente enche as ruas. Com eles construirei um Imp�rio Negro

e voc�, como minha Rainha, sentar-se-� a meu lado!"

Lynch, embriagado de vinho e poder,

ordena aos seus homens de m�o os preparativos do casamento for�ado.

"Quero casar-me com uma mulher branca!"

Os Cl�s re�nem-se com todas as suas for�as

e partem para cumprir a sua miss�o.

E enquanto isso, outros destinos...

"A mulher com quem quero casar � a sua filha!"

A cidade entregue a negros enlouquecidos

trazidos por Lynch e Stoneman para intimidar os brancos.

Espi�es Brancos disfar�ados.

Os veteranos da Uni�o

negam-se a permitir que o Dr. Cameron se entregue.

Enquanto os brancos indefesos olham.

Simpatizantes do Ku Klux Klan, v�timas das hordas de negros.

Not�cias do perigo para a pequena companhia da cabana sitiada.

Desarmando os negros.

As elei��es seguintes.

O resultado. Luas-de-mel � beira-mar.

Ousemos sonhar com um dia dourado em que a besta da Guerra n�o volte a governar.

Mas que no seu lugar, governe o gentil Pr�ncipe

no Pal�cio do Amor Fraternal, na Cidade da Paz.

Liberdade e Uni�o, uma e insepar�vel, agora e para sempre!

FIM

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