All language subtitles for Patria (S01E06 - Patrias y Mandangas) REPACK.1080p.WEBRip.HEVC.X265-RMT_port

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Original subtitles

- Viva, ETA militar! - Viva!

- Libertar o Pa�s Basco! - Viva!

- Viva o Pa�s Basco! - Viva!

At� � vit�ria!

At� � vit�ria sem descanso!

At� � vit�ria sem descanso!

At� � vit�ria sem descanso!

- At� � vit�ria sem descanso! - A pol�cia est� a matar!

A pol�cia est� a matar!

A pol�cia est� a matar!

A pol�cia est� a matar!

At� � vit�ria sem descanso!

At� � vit�ria sem descanso!

Viva a ETA militar!

Viva a ETA militar!

Viva a ETA militar!

Viva a ETA militar!

Sei que a ordem que membros da ETA n�o registados recebem

� nunca se matarem,

t�m instru��es para se defenderem...

A Juani desabafa rezando, mas...

Est�o cercados e n�o podem...

- O Josetxo est� deprimido... - A �nica hip�tese � renderem-se.

- N�o sai da cama. - pediu cautela no Congresso...

Abriu finalmente a loja, hoje.

Temos de o ir animar.

A Juani disse-me que, se fores l� e o abra�ares,

- poder� animar-se. - Anda l�...

- Se n�o o fazes por um amigo... - O Josetxo n�o � meu amigo.

N�o importa. N�o o fa�as se n�o queres.

Direi � Juani que recusaste. Pronto.

Pronto, merda! Est� bem. Mas cala-te! Por favor, cala-te!

e lamenta a perda de vidas humanas...

Raios, Josetxo!

Caramba!

Pensei que virias.

Deves isso � tua esposa e � minha.

N�o sei o que dizer.

Finalmente, um que n�o mente.

Vem c�.

Se tens fome, tira o que quiseres do balc�o.

- N�o tenho p�o. - N�o te incomodes.

Mentem todos, Joxian.

A pol�cia, os nacionalistas de esquerda...

todos eles.

N�o podem usar a verdade.

A pol�cia francesa apanhou um dos chefes da ETA

com muitas informa��es.

Tem havido muitas deten��es.

O Jokin pensou que o iam apanhar.

Ficou paranoico...

e matou-se.

O funeral tinha de ser � maneira deles.

Agarraram o rapaz...

e exibiram o seu ato patri�tico.

A sua morte foi muito �til

para ser usada com inten��es pol�ticas.

Como usam todas elas. Carneiros, s�o o que eles s�o.

Genuinamente ing�nuos.

E o Joxe Mari tamb�m. Entram-lhes na cabe�a,

depois, d�o-lhes uma arma e eles matam.

Depois, pensam que s�o her�is por terem uma arma.

Abandonam o emprego, a fam�lia, os amigos.

Fazem tudo o que aqueles exploradores lhes mandam fazer,

deixam vi�vas e �rf�os aonde quer que v�o.

- N�o digas isso por aqui. - Direi o que raio quiser!

- Olha o Txato, ningu�m lhe fala. - Devias, eras amigo dele.

- Far-me-iam o mesmo. - Que pa�s de mentirosos e cobardes!

Joxian, escuta-me e vai procurar o teu filho.

N�o � assim t�o f�cil.

Se tivesse sabido onde Jokin estava,

teria dito � pol�cia. Teria um filho, agora.

Estaria na cadeia.

N�o me importaria se n�o me quisesse falar.

Pode-se sair da cadeia um dia, mas n�o se pode sair do t�mulo.

Boa noite. Como seria de esperar,

o suic�dio, ontem, do terrorista Jokin Etxeveste Burgos

levou a incidentes, hoje, no Pa�s Basco

e a protestos pela esquerda nacionalista...

Voc�s mataram-no, sacanas.

- � cedo. - carros, autocarros queimados...

Conseguiste animar o Josetxo?

Nadinha, deitou-me abaixo com ele.

Tem sido uma resposta violenta da esquerda radical...

N�o me pe�as que o veja de novo.

da c�lula Donosti,

cujos tr�s membros, mortos no tiroteio de ontem...

Anseio para que apanhem o Joxe Mari e acabem com isto.

San Sebasti�n, ontem de manh� cedo. Os radicais...

- N�o paro de rezar a S�o In�cio. - nacionalistas e a pol�cia.

Para a pol�cia o apanhar.

A francesa, n�o a espanhola.

Para que fique preso uns tempos, fora de sarilhos

- e volte para mim. - Incendiaram um autocarro...

Quando eu dizia isso, zangavas-te.

A situa��o em Bilbau era...

- Que sabes tu do que uma m�e sente? - E o que um pai sente?

dispararam tiros para o ar para impedir que jovens...

O alvo dever� ser longe de casa,

assim, mal termine a miss�o, voltam � vida normal.

- Ficamos com as muni��es em casa? - N�o.

T�m de ficar na floresta.

Se formos apanhados, outros camaradas podem us�-las.

Toma.

E agora... Vamos atingi-los com for�a.

Ol�, dois caf�s com leite.

Obrigado.

Merda, um carro explodiu l� fora!

N�o saiam!

Entrem, poder� explodir novamente!

Ambul�ncia! Algu�m chame uma ambul�ncia, por favor!

- Algu�m chame uma ambul�ncia! - Sacanas!

Sacanas!

Sacanas!

Sacanas!

Que fazes aqui?

A luz n�o est� acesa e a moeda n�o est� na caixa do correio.

Vamos.

- Que se passa? - C�lica renal. Piora se me mexo.

Onde estavas?

- Porque n�o acendeste a luz? - Mal consegui chegar a casa.

Onde � que d�i?

N�o podemos deixar entrar m�dicos em casa.

� muito arriscado lev�-la l� para fora.

Temos de fazer algo. Se ela morrer, ser� pior.

Anda l�, Txopo, aguenta.

Abre, caralho!

Vamos.

- Est� um gelo! Que raio? - Volta para o andar. Vai!

QUEREMO-LOS EM CASA

� o hospital?

H� uma rapariga aqui com dores.

N�o sei, num banco, nos jardins da Praia Ondarreta.

Despachem-se.

Aonde vais na bicicleta? Disseram que podia chover.

� por isso que vesti isto.

J� n�o tens 30 anos.

�S UM HOMEM CORAJOSO, PAI

O QUE DIZEM AGORA DE N�S SER� EM BREVE DITO DE TI.

MORRERAM!

Quero umas flores.

Estas aqui.

- Aqui tem. - Obrigado.

Que raio!

- N�o te preocupes, Joxian. - O qu�?

N�o podes ir na bicicleta, mas podes lev�-la pela m�o.

Tens a certeza? Deixei o cadeado em casa.

Est� tudo bem, anda. Vamos.

N�o sabia se virias.

Bom, aqui estou eu.

�s um homem de palavra.

Tu e a minha filha tramaram-me. Mantive a minha promessa.

Espero que mantenhas a tua e n�o contes isto � Miren.

Podes contar com isso.

A tua filha diz sempre que �s sens�vel.

O Txato vai adorar as flores.

- Certo... - Vai ter tanta inveja

- por causa da bicicleta. - Cala-te.

Pensei que a trouxesses em jeito de homenagem.

Espero h� anos para que o mudem para a nossa vila, mas...

n�o ous�mos, podiam cobri-lo de graf�ti, como a outros.

N�o lhe vais dizer o que me disseste no jardim?

Pensei que foi por isso que vieste.

- D�s-me um minuto, por favor? - Sim.

MORTO AOS 58 ANOS

- Vou-me agora. - J�? T�o depressa?

Est� tudo bem.

Joxian, faz realmente a diferen�a, para mim, teres vindo.

Cancro cervical, muito avan�ado.

Quanto tempo lhe resta?

Segundo o Arruabarrena, tr�s meses no m�ximo.

Ela sabe?

O Arruabarrena ainda n�o falou com ela.

Acha melhor ser eu a dizer-lhe.

Eu devia ter insistido em que fizesse um exame mais cedo.

N�o te tortures. Aposto que a m�e sabe mais do que aparenta.

Prometi ao pai no dia do seu funeral.

Mas n�o tenho estado � altura.

Em breve, ningu�m recordar� o que houve.

As coisas s�o assim.

- Tudo acaba por ser esquecido. - Bem sei,

mas n�s n�o devemos esquecer.

N�s, n�o.

Os terroristas Joxe Maria Garmendia Uzkudun

e Carlos V�zquez Teixeiro, ou "Patxo", da Galiza,

com outro membro da organiza��o, formariam o chamado comando "Oria".

Est�o desde ontem na lista dos terroristas mais procurados.

A pol�cia considera-os respons�veis por v�rios ataques,

incluindo o assass�nio do empres�rio Ramiro Guevara Ortiz, de 35 anos,

baleado no seu pr�prio bar, acusado pela ETA de vender drogas,

e ainda o guarda nacional Jos� Manuel Rodr�guez S�nchez,

morto por uma bomba colocada sob o carro.

O comando Oria seria respons�vel pelo assass�nio do transportador

Jesus Mari Lertxundi Altuna, bem como do roubo de ve�culos

e do assalto ao banco na Renter�a,

- no ver�o passado. - Sim?

Ol�, pai. Sou eu. Chama a m�e.

Arantxa.

Mentiras, s�o tudo mentiras.

A pol�cia e o governo espanhol mentem

e a TV tamb�m, porque � a TV deles.

- As not�cias s� contam mentiras! - M�e, escuta-me!

Como est� o pai? Como est�s tu?

Como haveria de estar?

Conhe�o o meu filho

e sei que o Joxe Mari n�o � um assassino.

Mentirosos! Sacanas!

E agora, quando o apanharem, mat�-lo-�o,

porque a culpa est� agora nele. Aparecer� morto numa berma,

como o outro tipo. Malditos mentirosos!

Fascistas assassinos! Mat�-lo-�o!

- M�e. - Sim, vi.

Por isso, liguei. N�o acredito que o pai...

- Que ele o tenha feito. - Bem sei.

Achas que a tua irm� viu? N�o sei se tem uma TV.

Provavelmente viu, mas anda em exames.

Est� bem, ligarei para o bar debaixo dela e dir-lhe-ei j�.

Sim, faz isso.

Alguma mulher na Alemanha amou-te assim?

N�o entendo.

N�o importa.

�s c� uma brasa!

Tenho tanta sorte.

Tenho o raio de uma sorte.

� t�o triste teres de regressar.

Vir�s visitar-me?

Claro, querido. N�o te deixarei escapar.

Mal acabem os meus exames finais.

Sim, vem.

"Acredito Deus."

"Em Deus", diz-se "em Deus".

Eu... acredito... em Deus.

E tu?

N�o sei, mas como irei viver contigo na Alemanha,

serei luterana como tu.

Vem c�.

- Parab�ns! - Obrigada.

- Que simp�tico. Muito obrigada. - N�o tens de qu�.

Flores para os teus anos e isto...

por estares gr�vida.

- Vou finalmente ser tio. - Sim!

- Parab�ns! - Obrigada!

Quem te contou?

Os pais, claro.

N�o conseguem manter um segredo. Disse que queria ser eu a dizer-te.

- Anda, abre. - Enfim... tudo bem.

O teu livro?

- Obrigada, estou encantada. - �timo.

Dedica-o ao teu sobrinho. Vou p�r as flores em �gua.

Est� bem. Mas como? J� tens um nome?

- Sim. Restituir. - Anda l�, a s�rio.

Endika ou Aitor, esses dois.

- Gosto mais de Endika. - Sim?

- Sim. - Est� bem...

- "Endika", ent�o? - Endika.

- Escrevo "Endika", certo? - For�a.

Al�m disso, � a minha primeira dedicat�ria.

Deixa-me ver.

Soubeste do Joxe Mari?

Pode ser o autor de v�rias mortes, incluindo a do Txato.

A do Txato.

Espero que o apanhem e n�o participe em mais atrocidades.

Acho que j� fez bastantes.

Uma mulher da vila ligou a dar-me os parab�ns.

Quase a mandei � merda.

- Liguei logo aos pais. - E?

A m�e foi muito agressiva, dizia aquelas coisas...

Acho que decorou todos os cartazes.

Defende o seu filho.

Eu talvez fizesse o mesmo.

- E o pai, calado como sempre. - Claro.

Pelo menos, sem o Joxe Mari por ali, pode ler o El Diario Vasco.

- Escreves-me? - Sem parar.

Mal acabem os exames e tenha o meu curso, visito-te.

Amo-te. Tanto...

Klaus.

- Klaus, anda, despacha-te. - N�o v�s.

N�o, n�o v�s.

Amo-te.

O que h�, "Aragonite"? Bons olhos te vejam.

Ol�, Jose Carlos.

O que tens andado a fazer?

Ocupada com os exames finais.

Mas ter�s de acabar por descansar, n�o �?

Queres passar um tempinho?

Posso visitar-te, esta noite.

"Tenho saudades tuas."

Quero t�-lo.

Quero t�-lo.

- Ent�o, passaste? - Sim, caramba, formei-me.

- At� logo! - Boa sorte.

Pai, fiz o que pediste.

Agora, estou livre.

Esta � a �ltima.

- D�-ma. - Aqui tens.

Abre a porta.

A m�e estava preocupada, n�o voltaste.

Disse que tinha coisas a tratar, antes de partir.

Foi o que pensei, coisas da universidade.

Do cora��o. D�-me a mochila.

Finalmente, n�o vou ficar em San Sebasti�n.

Mudo-me para a Alemanha.

A s�rio?

A m�e sabe?

Nesta altura, sabes tu...

A m�e est� solit�ria e preocupa-me.

Disse-te que come�ou a ir falar com o t�mulo do pai.

Vai porque � gratuito.

Est� excitada por ires ser advogada. Ela disse-te isso?

Odeio Direito.

Bom, tamb�m n�o vou ao hospital para me divertir.

- Temos de ganhar a vida. - Sim, mas � diferente.

E vejo o meu futuro longe daqui. Conheci algu�m e...

vou dar-lhe uma hip�tese.

- Pareces muito feliz. - Incomoda-te?

Nada disso.

S� digo que tentes pensar na m�e, vive um momento dif�cil.

Posso fazer-te uma pergunta?

Claro.

- Desde que o pai morreu... - Foi morto.

- � o mesmo. - Para mim, � bem diferente.

Desde que foi morto, alguma vez sorriste?

Talvez, n�o me lembro.

Viraste as costas � felicidade?

N�o sei o que � a felicidade.

Talvez seja uma ci�ncia que dominas, pareces perita.

Mas eu n�o, limito-me a respirar,

fa�o o meu trabalho e cuido da m�e.

- N�o paras de falar da m�e. - Preocupa-me.

� t�o bom filho. Eu, por outro lado, nem por isso.

- Dizes que n�o me preocupo? - N�o.

Ningu�m te exige

nem reprova nada, n�o te preocupes com isso.

Um pouco antes das dez da manh�, 100 Guardas Civis

encerraram a rua Morlans

e as colinas que a cercam.

Foram os vizinhos, por volta das cinco da manh�,

que ouviram tiros e metralhadoras.

A opera��o continua. Segundo fontes vizinhas...

- O que foi? - Cala-te!

cercaram um edif�cio de tr�s andares,

no n�mero 53 da rua Tolaretxe.

A Guarda Civil acabou de confirmar

que tr�s membros do comando Donosti da ETA,

cuja identidade � desconhecida de momento,

foram mortos no bairro Morlans,

depois de um tiroteio, com a Guarda Civil,

que durou mais de quatro horas.

Filhos da m�e!

- Vir�o por n�s. - Nada temos a ver com eles.

N�o nos conhecemos, n�o somos a sua unidade de reserva.

- Que foi? - N�o vejo nada.

Poder� haver uma liga��o.

Escondemo-nos no Monte Igeldo. A Txopo fica. Voltamos amanh�.

- Porque � que ela fica? - N�o tem cadastro,

- mas n�s temos e ela informa-nos. - Boa ideia.

- E se tiveres outra c�lica renal? - Que raio?

Vamos.

Decerto que a Guarda Civil est� a juntar as pe�as.

Est�s a ficar paranoico?

Encontrei um tipo no elevador, h� dias. � a segunda vez.

N�o confio em coincid�ncias.

Olha Morlans.

Aposto que come�ou como uma coincid�ncia, e olha agora.

Sei como isto funciona, Patxo, n�o se pensa duas vezes.

Caramba, que bonito!

Se o vento afastasse o fumo, ver�amos melhor.

Que pena, o vento. Se levasse algo com ele...

- Vou deitar-me. - N�o queres ficar at� ao fim?

M�e.

Vou-me embora, m�e.

Adeus.

Comboio com destino a Berlim parte �s 16:00

da plataforma n�mero 2.

Ol�.

Carruagem dois.

Como se chama ele?

Klaus Dieter.

Klaus Dieter?

Comboio com destino a Berlim parte...

Gostava que me tivesses deixado dizer-lhe que vou para a Alemanha.

N�o devias ter dito nada. Eu ia escrever-lhe.

Da pr�xima, n�o me digas. N�o gosto de ter segredos da m�e.

Fizeste-me parecer mal.

Discutimos muito ontem � noite, nem se despediu de mim.

Tenho idade suficiente, sabes.

Sei perfeitamente para onde vou e porqu�.

N�o tenho amigos aqui. O que posso fazer? Que apodre�a s�?

Que viva com a m�e?

Galinha assada ao domingo e umas l�grimas � sobremesa?

Est�s a ser muito injusta.

Devias partir. Enfim, o que deixas para tr�s?

Uma fam�lia destru�da, um pai assassinado.

A m�e e tu ficam aqui.

Mas n�o o pai. Mantenho o pai aqui comigo.

- Ir�o buscar-te � esta��o? - Claro.

Manda uma carta, para termos o endere�o.

E se precisares de algo, de pap�is, diz-nos.

Nerea, n�o te esque�as de escrever � m�e

e de lhe telefonar.

Adeus, irm�zinha.

Comboio com destino a Berlim

parte �s 16:00

da plataforma n�mero 2.

Merda!

ESPANHA - PASSAPORTE

Klaus Dieter.

Klaus!

Ele � o meu namorado. E quem �s tu?

Pensava que ele era o meu namorado.

Desculpa.

Telefono ao Wolfgang.

Tem um quarto para ti, sim? Espera.

Podes t�-lo todo para ti, mi�da, o pacote completo.

Pai...

Pai.

A organiza��o terrorista ETA foi decapitada.

Esta tarde, perto de Biarritz, uma opera��o policial sem precedentes

conseguiu deter o n�mero um da ETA

e tr�s dos seus colaboradores mais pr�ximos.

Boa noite. Dez alegados militantes da ETA

foram detidos, hoje, pela pol�cia francesa

numa grande opera��o.

Segundo o Ministro do Interior franc�s, as deten��es

s�o um grande �xito para a pol�cia,

na v�spera dos Jogos Ol�mpicos de Barcelona.

Mas o Ministro do Interior espanhol...

A ETA n�o voltar� a ser a mesma.

Passei duas semanas no Pa�s Basco franc�s e...

- Quem manda agora? - Alguns, mas n�o concordam.

- Deram-te instru��es? - Est�o totalmente perdidos.

Que se passa contigo?

O meu pai est� muito doente.

Acho que n�o dura muito.

Como soubeste?

Porque fui v�-lo.

Raios! Que grande imbecil!

- O que podia fazer? � o meu pai! - �s idiota?

- Queres dizer que n�o devia... - E se te seguiram?

- Quietos! - N�o se movam! Deitem-se!

- No ch�o! - Eu disse no raio do ch�o!

N�o se mexam!

Legendas: Lu�sa Lopes www.sdimedia.com

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