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A guerra civil acabou.
Inquieto, os Estados Unidos lutam para expandir suas fronteiras
Ela � .... Para o oeste.
Mas no caminho um homem se interp�e.
um chefe Apache que desafia a na��o,
que supera seus ex�rcitos e massacra seus pioneiros.
$40 milh�es de d�lares s�o gastos para subjug�-lo,
mas eles n�o podem reduzi-lo.
Seu nome causa terror por todo o pa�s. �...
GER�NIMO!
Ger�nimo...
Ele est� em p� de guerra novamente. Ele destruiu um comboio de carro�as.
Avise o acampamento de Grant pelo telegr�fo.
Por que o governo n�o faz nada?
GER�NIMO MASSACRA OS IMIGRANTES. FAM�LIAS EXTERMINADAS.
GER�NIMO ARRASA SILVERTOWN. CENTENAS DE MORTOS PELOS APACHES.
GER�NIMO ATACA DE NOVO. MASSACRA IMIGRANTES NA NEVE.
CIDAD�OS EXIGEM DO GOVERNO PROTE��O CONTRA GER�NIMO.
O PRESIDENTE GRANT CONVOCA UM CONSELHO EXTRAORDIN�RIO DE MINISTROS.
Isto tem que acabar.
Senhor Presidente...
O Departamento de Assuntos Ind�genas tinha ordens para manter a paz.
E o ex�rcito tinha, ao mesmo tempo, ordens para extermin�-los.
Aliment�-los com uma m�o, e mat�-los com a outra.
Como atrair perus para o Dia de a��o de gra�as.
N�o exatamente!
N�s os for�amos a fugir durante uma guerra n�o declarada,
e n�s assinamos tratados para logo n�o cumpr�-lo...
E n�s perguntamos, porque lutam?
Temos lidado com o problema indiano por um caminho errado ... injusto.
Mas como pode ser consertado Sr. presidente?
Deixe o General Steele entrar.
General Steele, por favor.
-Me alegro em te ver, Jack. -Senhor presidente.
Cavalheiros, voc�s conhecem o General Steele.
O General Steele se encarregar�
de uma vez por todas,
de firmar a paz com os apaches.
-Isso � imposs�vel Sr. Presidente. -Porque?
Ger�nimo!
Ger�nimo?
Como pode um homem nos separar da paz?
Em 1857, tropas extranjeiras mataram a m�e de Ger�nimo,
e seus filhos, e sua joven esposa.
Ele jurou seguir lutando at� que mil homens brancos,
tivesse pagado por cada morto.
-Um �ndio contra toda uma na��o? -Vamos mudar isso.
Esse � o seu trabalho.
O mais importante � que queremos fazer as pazes com Ger�nimo.
E por meio dele, com toda a na��o apache.
E se Ger�nimo se negar a fazer as pazes?
Ter� guerra!
O Sr. Lincoln disse que devemos garantir as fronteiras deste pa�s.
E s� posso repetir suas palavras.
-Boa sorte, general. -Senhor presidente.
Cavalheiros.
OS APACHES RECEBER�O PROVIS�ES
EM UMA �LTIMA TENTATIVA DE ALCAN�AR A PAZ DURADOURA ...
O GENERAL STEELE FOI ENVIADO PARA SOLUCIONAR O PROBLEMA COM GER�NIMO
-Grant se virou um louco. -Se comporta como um ditador.
Imaginem o governo fornecendo alimentos, terras, mantas, casas,
ferramentas, cavalos, gado e tudo gr�tis aos �ndios.
Isso � interferir com os neg�cios privados.
� permitir aos �ndios viver de caridade do governo.
Uma carga a suportar durante gera��es.
Isso vai nos levar � fal�ncia. J� estamos no limite.
Cavalheiros, mantenham seu patriotismo at� as elei��es.
Agora devemos ser pr�ticos.
O que fazer para salvar nossos neg�cios com aqueles bons �ndios
Os �nicos �ndio bons s�o os �ndios mortos.
e os �ndios mortos eles n�o d�o benef�cios.
-Queremos eles vivos e bem. -Bravo, Sr. Booth, muito bem dito.
Creio que podemos nos dirigirmos ao general Steele.
Ao general Steele?
Que um bom dividendo pode persuadi-lo
para manter os apaches vivo e mal?
Sacrificaria a sua pr�pria m�e pelo ex�rcito.
Ent�o talvez, dev�ssemos tratar diretamente como os �ndios.
Com Ger�nimo por exemplo?
MINIST�RIO DA GUERRA DOS ESTADOS UNIDOS
Esse � o problema, coronel White.
Prepare o pedido das tropas de acordo com essas ordens.
-Apenas cinco mil homens? -Somente os que nos concederam.
Mas � imposs�vel.
Devemos proteger 845:000 km quadrados.
Sim, eu sei.
S�o mais de 168 km quadrados por homem.
-Essas s�o nossas ordens, coronel. -Sim, senhor.
-Eu espero por voc� em breve no Camp Grant. -Eu vou te seguir o mais r�pido poss�vel.
-Adeus, coronel. -Boa sorte, senhor.
Obrigado.
-Telegrafista. -Senhor...?
Tome nota disso.
Duas Companhias, e quatro cavalarias.
E uma por��o de exploaradores para Fort Apache - Arizona.
Tr�s companhias e d�cimo terceiro de Infantaria,
Camp Lowell. Tucson, Arizona.
Duas companhias, e terceira cavalaria,
uma companhia de exploradores para Fort Butler, Novo M�xico
Um esquadr�o e um quarto de cavalaria,
por transporte mar�timo a San Diego, Calif�rnia.
De l�, eles marchar�o por todo o pa�s para Fort Yuma, Arizona.
O sexto de cavalaria
e um compartilhamento de exploradores sob meu comando,
que formam a Uni�o dos Estados, Washington,
para servi�os na sede, Camp Grant. Arizona.
O tenente John Steete Junior se presenta com
-o sexto de cavalaria, senhor. -Voc� disse Steele Junior?
Sim senhor. Eu pensei que n�o se lembraria de mim.
A �ltima vez que vi, voc� n�o era assim t�o alto.
Minha m�e disse que foi h� 15 anos. Voc� estava com meu pai.
O general sabe que voc� serve sob seu comando?
N�o senhor. Queria que fosse uma surpresa.
Na fronteira fazem falta soldados experientes.
Como foi designado para este servi�o? Eles n�o fizeram, senhor.
Quando eu li que papai dirigia esta companhia, contra Ger�nimo,
-eu escrevi ao Presidente Grant. -Entendo.
Ele mesmo assinou minhas ordens e escreveu esta carta.
Voc� deve se orgulhar de seu legado.
E lembre-se sempre, que seu pai � um grande soldado,
que ele dedicou toda a sua vida ao servi�o.
E que voc� deve seguir seus passos.
Sim, claro. E como est� a sua m�e?
Est� ali, senhor. Ela disse que gostaria de v�-lo.
Tenente, entregue suas ordens ao policial, capit�o Williams.
Sra. Steele.
Coronel White.
Eleanore, n�o sabes o quanto me alegro.
Jack, graduado em West Point!
-Parece que ainda foi ontem ... -Muitos ontem atr�s, David.
Jack j� � um adulto que est� planejando se casar.
-Te apresento a Srta. Hamilton. -Srta. Hamilton.
-Ela ficar� muito orgulhosa de Jack. -Claro.
Ele � filho de seu pai, David. Todo o ex�rcito.
Ele tem um �timo exemplo a seguir, Eleanore.
Eu n�o entendo como um menino pode idolatrar de tal maneira
a um pai a quem nem conhece.
Sinto muito.
-Como est� o general? -T�o bom quanto pode ser.
Diga-me, David, como voc� acha que vai tir�-lo de Jack?
Ele se esqueceu daquele dia que teve um filho?
Em absoluto, Eleanor. Est�...
Adeus, Eleanore.
Adeus, David.
-Adeus, senhorita. -Adeus.
Reporte � Companhia A, tenente. Se apresse.
Lembre-se disso, Jack.
Eu te disse que estava com medo que n�o funcionaria.
E se n�o correr bem, n�o pense que a culpa � sua.
Seu pai � assim. Sempre pode voltar para casa.
-Eu me lembrarei, m�e. -Adeus meu garoto.
Nada de l�grimas, querida.
Nada de l�grimas.
Adeus, Alice.
N�o deixe que minha m�e se sinta s�.
N�o. Eu vou cuidar dela, Jack.
Adeus.
Adeus.
N�o se preocupe. Ele estar� de volta em breve.
Tenho uma estranha sensa��o,
de que para ele tamb�m. Eu nunca vou v�-lo novamente.
ACAMPAMENTO GRANT
DEPARTAMENTO DA DIVIS�O MILITAR DO PAC�FICO DO ARIZONA
Capit�o Starrett, voc� est� no comando deste posto?
-Sim. -Quantos homens tem?
15 homens, um sargento, 2 cabos e 6 exploradores.
-Nada mais? -Eu tinha uma tropa,
eu perdi a maioria deles em 7 anos de luta. Nenhum refor�o chegou.
Estar� no comando da Companhia A.
-Sim, senhor. -Isso � tudo.
Sim, senhor.
-Capit�o Starrett... -Senhor...
No futuro, lembre-se disso, nosso trabalho
� fazer as pazes com os �ndios, e n�o lutar.
Sim, senhor.
N�o disparar�o, a menos que eu ordene.
-Mas senhor, esses �ndios s�o ... -� uma ordem!
Sim, senhor.
Se voc� obedecer mais ordens, voc� perder� menos homens.
Espirrador! O que significa isso ?
Creio que se refere a mim, senhor.
-Voc� envia os exploradores? -Sim, senhor. O que sobrou deles.
Porque aparece na lista como Espirrador? Qual � o seu nome?
-Jeff Espirrador. -Por que?
Ver� general, os �ndios mataram os meus pais,
antes que tivessem a ocasi�o de batizar-me,
e os �ndios n�o me viram quando queimaram a casa.
Creio que estive por ali, dois ou tr�s dias, e peguei um resfriado.
O grupo de resgate disse que quando eles me tiraram
fora das cinzas, espirrei muito.
E me chamaram de o pequeno espirrador, naturalmente.
Bem, isso � tudo Sr. espirrador.
Sim, senhor.
Senhor, � Rufus Gillespie do servi�o �ndio.
O que acontece?
Como est�, general? O escrit�rio �ndio me enviou aqui,
para oferecer meus servi�os nesta campanha contra Ger�nimo.
Sr. Gillespie. Eu sei tudo sobre voc�.
Para que n�o me interprete mal, n�o confio em voc� e nem me agrada.
O ex�rcito n�o necessita de sua ajuda.
Quaisquer que sejam seus nomes ruins ou neg�cios, saia do meu caminho
Como voc� quizer, general.
Mas lembre-se que ofereci ajuda.
Eu nunca esque�o.
Ordenan�a!
Proporcione ao Sr. Gillespie cavalos e provis�es
e acompanhe-o at� o limite do acampamento.
Teve algum problema ao chegar, coronel?
N�o, senhor. N�s encontramos com alguns bandos de �ndios.
Pareciam estar nos vigiando.
Exploradores de Ger�nimo, provavelmente.
Sim, ele est� interessado em toda essa atividade do ex�rcito de repente.
Trouxe equipamento suficiente para uma longa campanha?
Quase nenhum.
Que?
O minist�rio da Guerra n�o queria ter pressa.
Eles prometeram enviar o equipamento quando eles estiverem prontos.
Quando eles estar�o prontos?
E o que voc� quer que eu fa�a, enquanto isso?
N�o podemos lutar com os �ndios com promessas!
Sim, eu sei, senhor.
Eles te d�o um trabalho e ent�o eles desafiam voc�!
Um pequeno Napole�o, � isso que ele �.
Enquanto houver generais. Eles ser�o superiores aos capit�es.
Para mim � um sossego ser aliviado do comando.
-Porque se queixa, ent�o? -Voc� n�o ouviu?
Eles n�o atiram. capit�o. � uma ordem!
Eles n�o gostam de atirar.
Talvez atirar com armas.
Uma vez tive um cavalo...
Eu sei muito bem como eles s�o. Limpeza e instru��es todo o dia,
e os �ndios atirando em voc� de volta.
� reconfortante saber que voc� est� limpo quando eles te matam.
Um dia voc� vai deixar um daqueles desenhos onde voc� n�o deveria.
Eu sempre poderia dizer isso, Geronimo fez isso, certo?
Nosso general.
Porque s�o os homenzinhos e eles pensam que s�o Napole�o?
Esse � o seu problema, capit�o.
N�o compreende os homens pequenos.
Pequeno? Ah, cara gordo.
Certamente Napole�o vai fazer voc� perder peso.
Nada vai me fazer perder peso.
Eu estive quatro ou cinco dias explorando, sem provar comida,
e voltei pesando mais nove quilos.
Deve ser a bondade que h� em mim.
Sim?
Tenho ordens de deixar as coisas do tenente Steele aqui, senhor.
-Deixe-as a�. -Sim, senhor.
De quem ele disse que era aquela mochila?
De um dos oficiais que chegaram hoje.
Ei, ordena�a!
Como disse que se chama esse tenente?
Steele. O filho do general. acaba de sair de West Point.
-O filho? -Sim, senhor.
Como voc� acha que ele poderia ter um filho?
A natureza faz coisas muito estranhas.
-Capit�o Starrett? -Sim.
Meu nome � Steele, Senhor. Devo guarnecer aqui.
Espero que voc� n�o se importe. N�o, ficar� confort�vel.
-Ele � o espirrador. -Como vai o senhor?
Bem, obrigado.
Bom, isto � realmente luxuoso. Pensei que viviam em tendas.
N�s tamb�m as temos. Voc� pode escolher.
E camas tamb�m. Aut�nticas camas.
Eu nunca pensei isso. Eles as forneceriam aqui.
N�o diga isso t�o alto.
N�o h� um escorpi�o nem uma tar�ntula nesta regi�o,
que eu ainda n�o saiba debaixo dessas camas.
Eu pensei que tinham me enviado, para lutar com os �ndios,
n�o contra insetos.
Parece que n�o lutamos mais contra os �ndios.
Permitimos que nos arranquem o escalpo.
Aquele pequeno Napole�o ... Desculpe.
Capit�o Starrett, sabe quando voc� pensa
conhecer o general e os novos oficiais?
Provavelmente depois da inspe��o matinal.
O general ama os formalismos.
-Tenho medo que ele n�o me conhe�a. -N�o vai te conhecer?
Ele n�o me v� desde que era um beb�.
� seu pai, n�o?
Sim, senhor.
Tudo isso me parece bastante irreal.
Quero dizer, me encontrar aqui.
Que eu me lembro, sempre sonhei em conhec�-lo.
E estar ao seu comando. Bom, estou aqui.
Eu...
Desculpe-me, senhor.
� melhor eu ir desempacotar minhas malas.
O que voc� acha disso?
Imaginar um menino apavorado conhecer seu pr�prio pai?
Uma vez conheci um homem que tinha um mont�o de filhos,
e nunca chegou a conhecer nenhum deles.
Um dia ele foi pego roubando gado e o enforcaram.
Bem quando ele estava caindo na escotilha,
descobriu que o juiz, o j�ri e o carrasco eram seus filhos.
Sim senhor. Esperou com a respira��o suspensa.
Esquadr�o, marche! Esquadr�o, marche!
Esquadr�es, ataque.
Esquadr�es, ataque.
Coronel!
-Senhor. -Eles cavalgam muito desigualmente.
Sim, senhor.
-Precisa de instru��es e muito. -Come�aremos imediatamente.
Quem � esse tenente sorridente? Sorrindo mostrando dentes e gengivas.
� seu filho, senhor.
O que faz aqui?
O presidente firmou suas ordens senhor, pessoalmente.
-Bem, acatar� minhas ordens. -Estou seguro disso, senhor.
O rapaz o idolatra. O venera como um her�i.
No ex�rcito n�o h� lugar para sentimentalismo.
-Precisamos de homens endurecidos! -Sim, senhor.
Deseja reunir-se com os novos oficiais, senhor?
Sim.
Capit�o Williams, senhor. No comando da Companhia B.
Capit�o, voc� j� serviu com �ndio antes?
Dois anos em Fort Dodg, Kansas e dois em Fort Hall, Territ�rio �ndio.
-Isso � bom. -Sim, Senhor.
� o tenente Stelle?
Steele, chega aqui de West Point, sem nenhum servi�o anterior, correto?
-Sim, senhor. -Tem muito que aprender.
Eu acredito que voc�...
e voc�s, senhores, d�em a medida do que precisamos.
Para aqueles que nunca foram na fronteira,
isso � muito diferente.
�s vezes, a paz ou a guerra podem depender do que um oficial faz.
At� mesmo um tenente.
Sim, e eles n�o devem abusar, nenhum de voc�s.
Voc�s n�o devem esperar elogios.
Os jovens t�m que come�ar de baixo para aprender tudo.
E se n�o der medida... Fora!
Isso � tudo, cavalheiros.
Devia avisar-lhe quando chegou. Devia supor como lhe trataria.
O que � um filho comparado com o seu ex�rcito?
Nunca em sua vida, respirou como um ser humano.
� um pequeno Napole�o, n�o um grande �dolo que voc� cr�.
Isso � mentira!
Que esperava diante de todos?
Sinto muito.
Eu n�o deveria me meter no que n�o me interessa.
Sempre falo mais do que a conta.
N�o importa, Starrett. Eu sei que voc� n�o quis dizer isso.
-Onde est� a gra�a? -Em voc�.
O que voc� quer dizer?
A forma como transborda amor materno.
O melhor amigo de um menino, � a m�e dele.
-Por que voc� n�o cala a boca? -Acho que vou.
N�o vale a pena seguir falando,
depois de gravar meu pensamento para a posteridade.
Beb� "Steele" ... Capit�o "M�e" Starrett.
Boa tarde, senhora.
Diga a Ger�nimo que Steele apenas quer torn�-lo prisioneiro.
Ele quer tirar as armas de Ger�nimo, como fez com os outros.
E logo mat�-lo, talvez
Olhe para os outros chefes Apaches que assinaram o paz ..
N�o est�o melhor do que os escravos.
-Ele est� dizendo que entendeu. -S� depende de ti Ger�nimo.
Enquanto houver apenas um soldado sobrando, voc� nunca ser� livre.
N�o dependa dos guerreiros apaches.
Se os outros querem ser escravos, a� est�o eles.
Eu vou trazer guerreiros das tribos do leste e do oeste.
E todos querem lutar.
E todas as armas e muni��es que necessitar.
Que queres em troca?
Deve atacar para conseguir ouro, sempre que puder.
Obtenha muito, e na primavera voc� ter� tr�s mil guerreiros.
N�o precisar� dos exploradores para informa��o.
Meus amigos em Washington sabem os passos que o ex�rcito ir� dar.
Ser�s o maior chefe guerreiro do mundo.
Capit�o, o prazo que dei a Ger�nimo, acabou agora, para a paz.
-V� l� e me traga sua resposta. -Sim, senhor.
Seus homens sabem onde procurar Ger�nimo?
-Sim, senhor... N�o, senhor. -O que?
Senhor, ele � muito bom em mover de um lugar para outro.
Posso levar o tenente Steele, senhor?
N�o!
N�o tem experi�ncia no servi�o.
Lembre-se que se trata de uma miss�o de paz.
Eu quero a resposta de Geronimo, n�o suas v�timas.
-Sim, senhor. -Isso � tudo.
Lembre-se capit�o, � uma miss�o de paz.
Voc� tem que beijar Ger�nimo.
E o que eu fa�o quando arrancar meu cabelo?
Cante, capit�o. Ger�nimo, eu te amo,
Tua pele dourada e seus olhos t�o azuis.
-O que o general queria? -Vamos ver o Ger�nimo.
-�timo! Luta? -N�o, apenas uma visita de cortesia.
-Vamos tomar um ch�. -Bem, quando sa�mos?
Disse: Quando sa�mos?
� apenas uma pequena expedi��o. Apenas um suboficial.
Eu n�o?
Um suboficial e ele n�o me deu a oportunidade.
Steele! Aonde vai?
Ele n�o falou comigo desde o dia em que cheguei aqui.
Se ele n�o me receber como um filho, ele o far� como oficial.
-N�o, Jack, o general tem raz�o. -Como?
Eu vim para servir e fazer coisas que aprendi no primeiro ano em West Point.
Primeiro tem que amadurecer.
Contra os �ndios n�o servem as t�ticas dos livros.
Uma vez conheci um oficial jovem que era um expert em t�ticas.
Levou toda a vida estudando livros.
Ele sabia como Napole�o tinha ganhado todas as grandes batalhas.
Um dia, um casal de �ndios o pegaram debaixo de uma rocha
e eles o mataram.
N�o sabia o que fazer,
porque Napole�o nunca esteve debaixo de uma rocha
-tentando enganar alguns �ndios. -� para seu pr�prio bem, Jack.
E n�o se deixe levar pelo g�nio.
Como vai aprender, sempre sentado em sua cama?
N�o pode sair nem em uma miss�o de paz.
Mam�e, uma vez conheci um homem que disse a todos,
voc� n�o � enganado, conduzido por um g�nio.
E um dia...
Todos o apreciavam.
Ger�nimo, querido, eu te amo,
tua pele dourada e teus olhos t�o azuis.
Voc� est� nos fazendo andar muito. Saia, saia, de onde voc� estiver.
Cante menos e explore mais.
Sua voz de soprano vai me deixar louco.
Sim, a mim tamb�m.
Eu gostaria de poder sentir isso assim como voc�, m�e.
Mas aquela flecha na minha garganta quase passou pela minha traqueia.
Por qu�? E por que estamos indo pro leste por 3 dias?
Porque ali est� Ger�nimo.
Alto!
Eu estava errado, capit�o. � onde estava Ger�nimo.
Adiante!
Lamento ter chegado tarde.
Me perguntava porque n�o nos mataram a todos.
-Eles devem ter ouvido voc�s chegando. -Voc� viu o chefe claramente?
Sim, um apache.
Mas ao contr�rio de qualquer um dos que eu tinha visto,n�o parecia humano.
Era como um fantasma, uma sombra.
Atacava e desaparecia.
N�s atiramos nele mais de cem vezes, mas era imposs�vel acert�-lo.
-Ger�nimo. -Claro que � ele.
-De onde s�o? -Do Texas, vamos para a Calif�rnia.
Re�na o seu povo, vamos acompanh�-lo at� Camp Grant.
Obrigado, capit�o.
-Posso te ajudar, senhorita? -Voc� acha que poderia?
-Me refiro ao seu bra�o. -Claro, adiante.
Ela perfurou seu bra�o de forma limpa.
Eu n�o sei onde eles conseguem esses rifles de repeti��o t�o poderosos.
-Eu te machuquei senhorita? -Eles me trataram com mais delicadeza.
� uma sorte que � gorda.
Se voc� fosse magra, poderia ter quebrado o bra�o.
Acontece o mesmo com os cavalos. Uma vez eu tive uma �gua,
est�vamos lutando contra os Comanches. Ela tamb�m era gorda.
Aqueles comanches deixaram a sua garupa completamente cheia de buracos.
Elas n�o tocaram em um osso. E ela n�o me derrubou nenhuma vez.
Bem, eu acho que isso vai ficar bem. Descanse e voc� vai se curar.
Sr. Espirrador!
� pedir muito que abra a coluna comigo,
-ou voc� prefere ficar? -N�o senhor ... Capit�o.
Eu quero voltar com voc�, senhor.
Vamos, querida.
Aqueles que n�o morreram nas m�os dos os �ndios, morreram doentes.
Agora n�s n�o podemos continuar.
Nossos anci�os, mulheres e crian�as eles precisam descansar.
D�-nos permiss�o para acamparmos aqui at� a primavera.
Sim, claro,
vamos atend�-los at� que eles estejam prontos para a viagem.
Muito obrigado, general.
Que seus homens ajudem a preparar o acampamento.
-Sim, senhor. -Isso � tudo.
Capit�o Starret!
N�o continue procurando Ger�nimo.
Este ataque era a resposta da paz que necessit�vamos.
Sim, senhor.
Eu te parabenizo pelo bom trabalho feito para esse povo.
-Obrigado, senhor. -Isso � tudo.
-E capit�o. -Senhor.
Est� vestido inadequadamente.
Sinto muito, senhor.
Vestido inadequadamente.
Se eu pegasse o ger�nimo sem o chap�u, n�o contaria.
-Capit�o. -O que?
Voc� n�o se importa com o que Napole�o diz.
Eu gosto muito mais assim.
Deste jeito.
A mim tamb�m!
Sabe senhorita,
semanas atr�s isso me surpreendeu.
-N�o parece que voc� � do Texas. -Bem, eu n�o sou totalmente do Texas.
Na maioria das vezes eu sou de Nova Iorque.
-Acho que voc� est� zombando de mim. -Ah, Sr. Espirrador.
Sei o que um cavalo pensa,
e eu posso at� saber O que um �ndio pensa.
Quer dizer que voc� n�o � capaz saber o que uma mulher pensa?
N�o Senhora. Quando eu quero saber, tenho que perguntar � Laura.
Quem � Laura?
� minha �gua. Agora est� dormindo.
Que bela amizade.
Foi a Laura que o comanches encheram seu traseiro de buracos?
N�o senhora, foi a Bessie. Pobre Bessie!
Todos os seus amigos s�o cavalos?
N�o Senhora. Muitas pessoas e coisas.
-Qual desses eu sou? -Senhora?
Texas est� cheio de pol�ticos corruptos e vigaristas do norte.
T�nhamos que marchar.
Por que voc� n�o aderiram e eles os expulsaram.
Como? �ramos confederados. Perdemos a guerra.
Eles vieram para nos fazer pagar.
Voc�s ainda s�o americanos. Voc�s n�o tinham o direito de fazer isso.
Voc� n�o pensaria assim se soubesse que eles nos tratavam como escravos.
Roubavam, matavam.
-Nos arruinavam com impostos. -N�o podiam fazer nada?
Como?
Imagine que os homens e o ex�rcito
tiveram que servir sob um superior que os tratasse pior do que c�es,
que ele tinha o poder de tornar-lhes a vida insuport�vel,
O que voc� faria?
Deixaria o Ex�rcito.
Exato. � por isso que sa�mos do Texas.
Mas o que voc�s esperam encontrar em calif�rnia?
Tudo! Uma nova regi�o, oportunidades...
e sobretudo a ocasi�o de voltar a ser livres de novo.
A chance de viver a vida como queremos.
Sem que nos d� ordens,
nos dizendo o que podemos ou n�o podemos fazer.
Sim, eu sei.
S� que � dif�cil ser um pioneiro.
Mas vale a pena.
Claro que sim! Tudo vale a pena. Qualquer dificuldade,
contanto que voc� possa dizer que sua alma � sua.
Tomamos todas as precau��es para � noite, senhor.
-Muito bem, coronel. -Ordens para amanh�?
Inspe��o e revista pela manh�,
ra��es e provis�es para os �ndios � tarde.
Sim, senhor. Algo mais?
Coronel,
viu o menino,
-O tenente Steele ultimamente? -Acabo de estar com ele.
Como se encontra?
Parece muito triste, estou preocupado com ele.
Estive pensando.
Talvez eu tenha sido demais severo com ele.
-Muito ex�rcito. -Ele � um menino sens�vel.
Sim, � isso que a m�e dele �.
Talvez eu deva falar com ele. Conhec�-lo melhor.
-Isso significaria muito para ele. -Eu vou am�-lo.
Sim, eu vou falar com ele em algum momento.
SEU PAI � UM GRANDE SOLDADO
QUE TEM DIDICADO SUA SUA VIDA AO SERVI�O,
E VOC� DEVE SEGUIR SEUS PASSOS. U.S. GRANT.
Vou deixar o ex�rcito,
e quero que voc� e Alice venham aqui
para unirmos a este comboio de carros,
quando forem para a Calif�rnia na primavera.
Ser� uma oportunidade para todos n�s,
para come�ar de novo nossas vidas outra vez.
Senhores, n�o tenho o h�bito para explicar as ordens,
Mas estamos enfrentando uma crise s�ria.
O Ger�nimo est� pronto para a guerra,
porque j� sabe que n�o estamos preparados,
que nossas armas s�o obsoletas,
e que n�o temos muni��o para uma batalha de tr�s dias.
A menos que queiram ser massacrados,
e todas essas mulheres e crian�as juntos com voc�s,
voc�s restringir�o seu �mpeto. Est� entendido?
Repita o �ltimo relat�rio explorador.
Bem, eu disse, senhor.
Milhares de guerreiros de todas as tribos de sul a oeste
eles t�m se encontrado aqui todo o inverno,
armado com os rifles mais recentes de repeti��o e com muni��o.
Algo que nunca havia visto antes.
�ndios que foram inimigos naturais por toda a vida
aceitam que Ger�nimo os lidere contra n�s.
Os suprimentos levar�o uma semana, se nada acontecer com eles.
Novos rifles que nos dar�o a oportunidade de lutar,
a oportunidade de cumprir com o nosso dever
como soldados do ex�rcito dos E.E.U.U.
At� ent�o, nem oficiais nem tropas v�o deixar os limites deste forte,
por motivo algum.
Eu darei a ordem de lutar quando me parecer conveniente.
Isso � tudo, senhores. Podem ir-se.
Sr. Espirrador, quero falar contigo.
Sim, senhor.
O comboio de muni��es vem de prescott.
Leve seus melhores exploradores,
e escolte este comboio at� aqui, atrav�s de Mescal Pass.
Isso vai significar dois dias sem �gua at� chegar ao rio,
mas � por isso que � o caminho mais seguro.
Sim, senhor.
Voc� vai entender a import�ncia para evitar que aqueles carros
cheguem nas m�os de Ger�nimo.
Tudo depender� que cheguem aqui, s�os e salvos.
-Isso � tudo. -Sim, senhor.
O que voc� est� fazendo aqui, Steele? Eu dispensei os oficiais.
Quero falar com voc�, � s�s senhor.
-Sim. -Obrigado, senhor.
Sim, eu tamb�m queria falar com voc�.
Havia tempo que desejava faz�-lo. Nunca teve ocasi�o.
De que se trata?
Quero abandonar o ex�rcito, senhor, com efeito imediato.
Agora que entraremos em a��o?
6 meses atr�s eu queria lutar, agora n�o.
-Por que? -Porque mudei.
Voc� me fez mudar.
Eu tentei fazer de voc� um soldado, um homem para se orgulhar.
Bem, vou dizer a voc� o que voc� fez. Isso me fez odiar o Ex�rcito!
� claro, n�o se refere ao Ex�rcito.
Se refere a mim.
Eu temia que voc� n�o tivesse o que fazer, para ser um bom soldado.
Voc� apresentou sua demiss�o para estudar.
Voc� deve saber que minha m�e e minha noiva vem para c�.
Elas chegar�o na dilig�ncia de hoje.
O que?
Eu n�o te disse antes porque eu sabia que as iria parar, mas � tarde demais.
Isso significa que permitiu que duas mulheres sozinhas ... sua m�e,
viajar no campo, com milhares de �ndios hostis, em p� de guerra?
Porque n�o as protege? � o seu trabalho.
Tamb�m tem direito de serem protegidas.
Sua m�e, sua noiva, voc� as trouxe.
N�o se preocupe por ter controlado.
Vamos partir para a Calif�rnia com o comboio assim que estiverem prontos.
Vou te mostrar que posso cuidar delas sem seu ex�rcito e sem voc�.
-Sr. Steele! -Se voc� est� preocupado,
por que n�o pensou nisso quando era beb�?
Quando ela precisava de voc�. Agora sou adulto
-E eu sei como me virar sem voc�. E ... -Tenente Steele!
Voce est� preso por insubordina��o.
Permanecer� confinado em seu quarto.
S� mais algumas horas.
Mas o general foi muito inteligente para voc�.
Voc� tentou durante todo o inverno
para tirar suas tropas daquele Fuerty e voc� n�o pode fazer nada.
Voc� sabe disso enquanto ele ainda est� l� voc� n�o pode toc�-lo.
N�o vai sair ao ar livre at� que esteja preparado.
E quando ele conseguir a muni��o, voc� n�o ter� a menor chance.
Eu vou te ensinar como faz�-lo sair e � para isso que eu vim.
Ta direi como enfurec�-lo para que saia antes do anoitecer.
Vir� aqui diretamente para te encontrar.
Isso ser� como deix�-lo em suas m�os, certo?
Nesses momentos vem uma dilig�ncia do leste.
Tenente, quando est� muito quente,
voc� tem que procurar uma sombra. Isso qualquer cavalo o ensinar�.
Se voc� acha que vai me impedir de receber minha m�e e Alice, voc� est� errado.
Bem Jack, eu mesmo. selei
-Obrigado, Bill. -Pela parte de tr�s.
Uma dilig�ncia est� vindo do leste.
Apesar das minhas ordens ir� encontrar-se com ela.
-Sim, senhor. -Eu quero que voc� a escolte at� aqui.
Fa�a o que for necess�rio para dar �s senhoras
e aos passageiros a m�xima prote��o.
Sim, senhor.
Devemos nos encontrar com A dilig�ncia cerca de 5 kms.
-Ainda n�o h� sinal do Steele. -Ele tem uma grande vantagem,
mas � melhor nos apressarmos, eu tenho um estranho pressentimento.
-Ger�nimo? -Eu n�o sei. Sobre algo.
Ger�nimo!
Ger�nimo!
Arre!
Mais r�pido! Mais r�pido. Est�o nos cercando.
M�e! Oh, m�e!
M�e!
Alice!
Mantenha seu homens aqui, e cubra nos.
Sim, senhor.
Vamos, jack, deixe-o fazer isso.
Ele n�o me permitiu esperar por elas. Eu poderia t�-las salvado.
-Ele n�o me deixou salvar minha m�e. -Eu sei.
Ele n�o me permitiu lutar. Eu vou lhe mostrar. Eu vou lutar sozinho
-Vou levar Ger�nimo. -Calma, Jack, calma.
Voc� n�o pode lutar com ele sozinho. O general est� certo.
O general est� certo! � a �nica coisa que eu j� ouvi!
Como ele pode estar certo se permite que isto acontece?
� melhor ele voltar para ver o m�dico, capit�o.
A senhora ainda est� viva. Talvez ele pudesse salvar.
Soldados adiante! Soldados adiante!
-Sim, obrigado. Isso � tudo. -Sim, senhor.
Alto!
Desmontar!
Sargento, ordene seus homens que levem a senhora
ao hospital e que atenda ao cocheiro e ao guarda.
Sim, senhor. Homens, adiante!
Tenente Steele!
Algu�m viu o tenente Steele?
Sim, senhor. Ele nos deixou a uns 15 Km. daqui.
-Nos deixou? -Sim, senhor.
Saiu muito r�pido, foi direto.
Ah, capit�o. Encontrou-se com a dilig�ncia?
Sim, senhor.
� um al�vio ver que voc� voltou...
Estava um pouco preocupado.
Por favor, que entrem as senhoras.
-Bom... -N�o...
Eu mesmo vou receb�-las.
Onde est� a jovem?
-No hospital, senhor. -Ferida?
N�o sabemos ainda.
Quer pedir ao meu filho que venha por favor?
Ele se foi, senhor. � minha culpa.
Eu o ajudei a desobedecer suas ordens.
Eu acho que ele perdeu a cabe�a quando ele viu isso.
Ele disse que ia pegar Ger�nimo ... Sozinho.
Diz que Ger�nimo o capturou e que temos medo de resgat�-lo.
Ger�nimo n�o teme nada.
-Deixe-me ir buscar o menino ... -Capit�o Starret!
O que voc� quer fazer, � o que Ger�nimo pretende.
Entraremos em a��o quando estivermos preparado.
Mas tamb�m n�o pode permitir que torturem e matem seu pr�rio filho, at� mat�-lo.
N�o posso sacrificar as vidas de centenas de pessoas.
Para resgatar um homem, at� mesmo meu pr�prio filho.
-Como pode permitir ...? -� uma ordem, senhor!
Coronel, ordene que toque a forma��o, por favor.
Quero celebrar um funeral... Para minha esposa.
Sim, senhor.
� uma pena eu ter de encontrar esse comboio de muni��es.
-Por que? -Iria com voc�.
A que se refere?
Quando seguir a trilha, de alguns �ndios, Capit�o, voc� n�o deve deixar pegadas.
Bem, algu�m tem que buscar o menino.
Voc� n�o acha que esse trabalho corresponde ao velho?
Claro que sim, mas n�o � humano.
Talvez n�o, mas ele me ensinou o significado de duas palavras:
Bom soldado.
Bem...
Boa sorte.
Eu mesmo lhe digo.
Tenho um estranho pressentimento que vamos precisar dele.
Jack!
Jack! Onde est� voc�?
Como est�, doutor?
Igual. Se despertar avise-me imediatamente.
-Sim, senhor. -Boa noite.
Boa noite, senhor.
Onde est� voc�?
Jack!
Ela o chama continuadamente.
Jack!
Jack!
Agora diga ao Ger�nimo o que ele quer saber sobre o general.
Eu j� disse que n�o sei de nada.
Voc� diz se general j� recebeu nova muni��o.
Quantos rifles? Quantos soldados?
Quando vir� para lutar com Ger�nimo?
N�o, eu n�o vou contar a voc�.
Tire-o!
Eu n�o vou te contar! Eu n�o importo com o que voc� faz comigo!
-Amarre! Amarre! -N�o vou contar para voc�!
David, ao longo da minha vida eu sinceramente acreditei
que no ex�rcito n�o havia lugar para sentimentalismo,
-mas vou buscar o meu filho. -Eu irei com voc�, senhor.
N�o, este trabalho pertence a mim.
Eu falhei com ela.
Agora vou falhar no ex�rcito.
Mas eu n�o vou decepcion�-lo.
Por favor, traga o Capit�o Starrett.
Ele saiu ontem � noite para buscar o menino.
Eu deveria ter adivinhado.
Starrett � um bom soldado,
mas ele � um tolo sentimental.
-Agora descubra mais sobre o general. -As fogueiras
N�o! N�o! N�o!
Agora, talvez diga.
-N�o, eu direi! -N�o diga nada jack!
N�o diga a ele! N�o diga a ele!
Aten��o! Um homem branco est� chegando!
Ger�nimo!
Ger�nimo!
Ger�nimo!
O general est� fora! Eu disse que �amos conseguir!
Ele vem com sua tropa atrav�s do passo, procurando por voc�.
Pela manh� eles estar�o aqui.
Aonde vamos?
O que vai fazer?
Ger�nimo fala que esta rocha lugar ruim para lutar com o general.
Muitos soldados. Melhor peg�-los l� embaixo, na ilha, retemo-los l�.
E depois?
Voc� conseguir guerreiros para Ger�nimo, tr�s mil, talvez.
Sim.
Quando chegarem aqui, matamos os soldados.
O general tamb�m?
Ger�nimo matar o general pessoalmente, juro-te.
-E eles? -Vou deix�-los aqui.
Vivos?
Cachorro vivo, melhor para ca�ar urso.
Fiz tudo o que prometi.
N�o h� mais nada para fazer.
Ger�nimo quer que voc� fique.
N�o posso, se o general me ver, voc�s dizem a ele...
Voc� quer ficar?
Claro, quero ficar.
Tropa, alto!
No alto das rochas, senhor. Ele os deixou l�.
- Atados a estacas. -Vivos?
Eu n�o sei, senhor. N�o cheguei perto o suficiente.
-Havia �ndios? -N�o, senhor, nem um �nico �ndio.
Ele est� tornando isso muito f�cil. Ele nos arma um armadilha!
Destacamento, adiante! Vamos!
� galope!
Alto!
N�mero um, desmontar!
Poste guardas para atacar! Poste guardas para atacar!
-Formem uma barricada! -Sim, senhor.
Tenente Steele, fique no final da coluna.
Sim, senhor.
Desmontem! Formem uma barricada!
Os cavalos ali! N�o sabemos quanto tempo isso vai durar.
Deixe a caixa de muni��es aqui!
Fiquem sob a cobertura de tudo que voc�s puderem usar!
Aquele homem, escondido. Prepare um posto de socorro!
N�o entendo.
Por que eles pararam de atirar?
� estranho, certo?
Eles nos atacam de repente. Estamos em um emboscada,
eles atiraram em n�s de todos os lados,
e ent�o. De repente, nenhum ru�do pode ser ouvido.
-Que sente? -Estou bem.
Sim, eu sei.
O sil�ncio � t�o assustador.
O que voc� acha que Ger�nimo est� tramando?
N�o sei, mas n�o vai ser bom.
Ger�nimo fala que voc� leva bandeira de tr�gua.
Diga ao general para vir aqui sozinho.
Ger�nimo quer se render.
N�o, n�o posso fazer isso.
O general se dar� conta de que quereis mat�-lo.
Ger�nimo tem todos esses soldados encurralados na ilha.
N�o podem escapar. Amanh� voc� ter� seus guerreiros.
Ent�o voc� pode capturar o general e todas as suas tropas.
Ger�nimo n�o se importar com soldados brancos.
Eu querer general. Sozinho. Agora!
Mas...
eu n�o posso descer l�. Ele sabe o que eu fiz para voc�.
Voc� ir!
Tire suas m�os! Sou americano! O ex�rcito vai perseguir voc�!
N�o! N�o, Ger�nimo! N�o! Por favor!
N�o! N�o, Ger�nimo! N�o! Por favor!
Te trarei o general.
O que � isso? Uma bandeira de tr�gua?
Parece que sim, claro
Vamos!
Enviam uma bandeira de tr�gua, senhor.
� o Gillespie!
N�o os vejo!
General!
General! � terr�vel!
Eu ouvi sobre esse ataque e viajei 240 km para vir aqui.
Ainda estou a servi�o do Governo.
Uma vez recusou minha ajuda, mas eu a ofere�o novamente.
Se tivesse conhecido antes, eu teria evitado tudo isso.
Mas sabe? Ele j� estava em p� de guerra ...
antes...
Eu...
Eu n�o fiz nada! Eu n�o fiz nada!
Voc� forneceu aos �ndios bons rifles, Sr. Gillespie.
N�o somos p�reo para eles. Rifles de repeti��o.
Eu n�o fiz nada! Eu n�o fiz nada!
-Eu s� estava tentando fazer as pazes. -Voc� v� os feridos?
E os mortos. N�o podemos nem enterr�-los.
Eu n�o fiz nada! N�o pode fazer nada comigo.
N�o estou fazendo isso, Sr. Gillespie. Voc�s fizeram isso.
Eles querem que eu conhe�a o gosto de suas pr�prias balas.
-McNeal! -Sim, senhor.
Este homem � seu prisioneiro.
Que dispare at� atrair para ele o fogo de todos aqueles �ndios.
Nossos rifles n�o disparam assim como o seu,
mas eles deixam algumas feridas muito feio nas costas.
v� indo!
Continue atirando e n�o perca!
Eles est�o se reunindo ao redor de n�s, senhor.
Deve haver cerca de dois mil e vem mais a cada minuto.
Quantos homens nos restam?
Dezesseis e dez feridos que talvez eles possam ajudar.
Se Espirrador estivesse aqui. Eu o enviaria ...
Eu nem sei se ele est� vivo.
Deixe-me ir, senhor. Eu vou para o acampamento Grant.
N�o, � muito perigoso!
Quero dizer, voc� n�o teve a experi�ncia necess�ria.
Teria que cruzar suas linhas.
-Eu vou, senhor. -N�o, n�o posso ficar sem voc�.
Com uma propor��o de dois mil contra dezesseis, nada mudar�.
N�o conseguir� passar.
Mas se eu conseguir ajuda os outros ter�o uma chance.
Se n�o, eu entendo, n�o vai importar muito.
Deixe-me acompanh�-lo. Um dos dois chegar�.
N�o, eu disse n�o!
Um dia voc� disse que haveria favoritismo.
Deveria ser o contr�rio.
-Muito bem. -Obrigado, senhor.
-Boa sorte, capit�o. -Obrigado, senhor.
Boa sorte...
-Filho. -Obrigado papai.
Vamos! Pegue aquele cavalo! V� embora!
Estou dizendo para voc� ir embora!
Eu dizendo para ir embora! N�o se preocupe comigo!
V� embora! Eles v�o massacrar todos eles!
Por que voc� n�o permite que pare? N�o adianta atirar no escuro.
Eles n�o v�o responder ao fogo. Eles sabem que vim fazer as pazes.
Porque n�o permite parar?
Eu sei tudo o que aconteceu e quero agradecer por sua coragem.
O ataque come�ar� a qualquer momento.
Um punhado de n�s contra tr�s mil.
Eu sei que n�o preciso dizer a voc�s que continue lutando at� o fim.
Se temos que morrer, morreremos como soldados.
Agora, voltem aos seus postos, e boa sorte, homens.
Eu me pergunto que acontecer� com o velho. Parece que ele est� morrendo.
Clancy me disse que eles o machucaram no primeiro dia,
mas ele queria que ningu�m soubesse.
Ele � um bom soldado mas muito restrito.
Muita instru��o e brilho.
Eu imagino quem ocupar� seu lugar?
O que isso importa para n�s?
Alto!
Tenho a impress�o que aqui tem algo estranho acontecendo.
Sim, eu tamb�m.
Parece que vamos ter companhia em casa.
Bem, n�s s� podemos fazer uma coisa.
Preparem-se, pessoal! Temos que passar entre eles!
Fa�a um curral com os carros! Subam para as colinas!
Ei, olha! A tropa!
Eles ca�ram em uma emboscada!
Por isso o Ger�nimo nos mandou subir o morro.
Para evitar que as muni��es chegassem at� a tropa!
� o general!
Veja os �ndios! Existem milhares!
-Eles v�o atacar a qualquer momento. -Eles v�o acabar com a tropa!
Eles n�o ter�o nenhuma chance!
Bem, temos que dar a eles uma chance e levar-lhes a muni��o.
Agora, antes do ataque.
Est�s louco? N�o pode levar uma carro�a at� esta ilha!
Bem, talvez n�o, mas sim tentar.
Espirrador, volte!
Espirrador, � um barranco de sessenta metros!
Se eu colocar um p� errado, pode saltar para cima.
-Cherrycow! -Sim?
Cherrycow, temos que levar muni��o at� a tropa!
Prepara-me um carro e d�-me umas mulas.
Temos que trabalhar r�pido, homens.
Arre!
Continue dirigindo! Eu os repelirei daqui de dentro.
Carro de muni��o!
Ajudem aqui!
Expulsem esses �ndios!
Levante a lona! Leve a muni��o para o buraco!
Formem uma barricada!
Peguem muni��o suficiente!
Mantenham a cabe�a baixa, e a pistola quente!
Deixe cada tiro contar!
Preparados?
Apontar!
-Por que eles pararam? -N�o sei. Para mim � algo novo.
Eles v�o nos matar!
Eu te digo que n�o podemos repelir um ataque!
Tens alguma boa sugest�o?
Atire!
Eles n�o v�m aqui! Eles passam!
-� um truque! -N�o � um truque! Ele se retiram!
Se retiram?
Olhem, meninos! S�o as tropas!
Bom tiro, capit�o!
Bom trabalho, tenente.
Tem estado muito perto de n�o nos encontrarmos.
Onde est� meu pai? Ele...
Papai!
Papai! Papai!
Seu prisioneiro, senhor.
Ao Capit�o William Starrett, por sua bravura distinta, em a��o.
Capit�o Starrett,
voc� deu sua vida � sagrada causa de servir o seu pa�s.
Voc� faleceu para que seus companheiros da Sexta de Cavalaria vivesse.
Voc� deu um exemplo de devo��o e altos ideais de servi�o que ser�o
sempre a meta a alcan�ar,
pelos homens e oficiais de seu regimento,
e de todo o ex�rcito.
Devido a aus�ncia de familiares,
esta medalha de honra que lhe � concedida a modo p�stumo,
em nome do congresso.
ser� entregue ao seu regimento para proteg�-la.
Enquanto houver homens como voc�,
as fronteiras deste pa�s, sempre estar�o seguras.
Tradu��o da legenda *** Albatroz Cine Faroeste Cl�ssicos - Outubro -2020
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