All language subtitles for Bare Behind Bars (1980) DVDRip Oldies

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Original subtitles

Quero esse corredor brilhando. Vamos, trabalhem...

Venha aqui.

Pegue mais 2 guardas...

Voc� fica ali, e voc� l�.

Vamos, mexam-se, mexam-se...

- Conte quem foi. Fale. - Eu n�o sei.

Voc� era uma delas, n�o era? Fale, fale...

Fique parada.

A PRIS�O

Tradu��o: KUNCKA

...ficar�o nas celas sem exerc�cios por um m�s.

Desculpe, mas elas continuar�o assim, aqui n�o � hotel

Cuide da papelada e do enterro dela.

- Entendeu? - Sim, e se isto continuar...

n�o haver� mais lugar no cemit�rio.

Sua opini�o n�o me interessa.

- E n�o esque�a a n�mero 341. - N�o esquecerei.

Se acharem algo de ilegal com alguma delas,

quero que seja posta na solit�ria.

Entendi. Ser� que eu poderia ir agora.

Para onde est� indo, loirinha?

Entre.

Sente-se. Voc� pode sair.

- N�mero 341. - Eu tenho nome.

- Qual era? - Cinthia.

Pois agora � 341. - Pode me bater se quiser,

n�o tenho medo.

Relaxe.

Sente-se.

Voc� e a 170 eram muito amigas...

E deve querer que quem a matou, seja punida.

Compreendo sua relut�ncia em cooperar.

Conte quem foi e cuidarei dela em sil�ncio.

E voc� ter� prote��o.

- Isto aqui � comida para ratos. - N�o me diga, princesinha?

� isto ou nada.

Preciso ir pra enfermaria.

Meu est�mago doeu a noite toda.

Diga a diretora que preciso de uma ambul�ncia.

E da�? Est� me achando com cara de enfermeira?

Seu animal. Passe fome se quiser.

- O que fizeram com voc�? - Conto depois.

Me d� isso.

V�o fazer uma inspe��o amanh�. Diga a todas.

Elas procurar�o tudo.

A que for pega com armas vai para a solit�ria.

Contra a parede. Para fora.

Ei, guarda! Vem dar um beijinho na minha bunda.

Tragam a mo�a. Podem p�r a�.

Segurem os p�s e as m�os.

Abra a boca. Parece que a garganta est� boa.

Fique quieta.

Sens�vel, heim?

Podem virar...

Coloquem na posi��o. Tem um presente aqui para n�s.

Podem soltar as pernas.

Sente-se.

Voc�s podem ir.

Menininha inocente, n�o �?

Quer ir para a solit�ria?

Prefiro que tome um banho.

E quando terminar, vou Ihe fazer uma massagem.

Srta. Dinorah. Que surpresa!

Pode ir. Saia.

- Que gritos s�o esses? - N�o � nada.

Estamos revistando tudo, e as garotas n�o gostam.

Vamos falar sobre a raz�o de sua vinda.

O pre�o � duzentos mil, em dinheiro.

Muito caro! S� se for mercadoria de primeira.

Estamos lidando com mercadoria de primeira. Est� pronta h� 1 semana

Esta vale o dobro do pre�o. Ver� por si pr�pria.

Venha, vou Ihe mostrar.

Venha.

Se estiver satisfeita...

Sugiro que a vigie nos primeiros dias.

Infelizmente, o n�vel destas mo�as � baixo.

mas se tiver paci�ncia, ser� recompensada.

Quanto tempo faz desde a �ltima inspe��o?

Uns dois meses. Mas elas tem se comportado.

Como? S� h� tumultos.

Constantemente est�o arranjando brigas entre elas.

Chama isto de bom comportamento?

N�o, S�lvia.

Creio que esta navalha seja da enfermaria, Sandra?

Espero que nossa enfermeira...

preste aten��o onde nossas mo�as p�e as m�os.

Voc� est� me deixando louca.

Seu corpo � maravilhoso.

Relaxe e eu farei o resto.

Oh, querida...

Tenho uma surpresa para voc�. Fique a� mesmo.

- Sabe o que tenho aqui? - N�o, o que �...

Surpresa... � a s�tima maravilha do mundo.

Elas j� est�o sem banho h� dez dias.

J� n�o foram punidas o suficiente?

O que t� errado?

Ser� que voc� n�o pode ficar nem dez dias...

sem ver os peitos e as pernas nuas das garotas?

Eu n�o quis dizer isso.

S� queria lembr�-la que � anti-higi�nico e repugnante.

Ok, elas podem tomar banho. Mas em pequenos grupos.

E n�o quero que conversem. Comece pelo bloco 2.

Por que o bloco 2?

Esta � uma pris�o correcional.

Se n�o se comportar, vai sofrer.

- In�s, era seu nome, n�o �? - � o meu nome.

Era! Agora voc� � o n�mero 578.

No arquivo diz que vc matou seu padrasto com um machado...

Ele mereceu! Ele dava em cima de mim quando minha m�e sa�a.

Cale-se. Leve-a para ser examinada...

por dentro e por fora. Entendeu?

- Isto � que eu chamo de vida! - Betty, venha c�.

- Tome, Betty. - Meu nome � 514.

Esse era seu nome, agora � Betty, meu tesouro.

Abra a boca.

Est� bom.

Relaxe agora.

Mandei relaxar e n�o se sentar.

Muito bem.

Vista isso.

Voc� est� em boa forma.

- Quantos anos voc� tem? - Dezoito.

Bom, muito bom.

Prometeu cuidar de mim se eu fosse boazinha.

Me tira da cela esta noite, e eu te provarei.

Ent�o vamos praticar.

Adoro baba-de-mo�a.

Sim, a ficha � excelente.

- Quer um pouco? - N�o.

- N�o sabe o que � bom. - Nunca vi ficha t�o boa.

E ela � limpa tamb�m.

Em que cela vai coloc�-la? Na cela modelo...

com as presidi�rias-modelo. Com o tempo nos dar� riquezas.

�timo.

Deixe eu tirar sua press�o. Primeiro acendo a luz.

Est� �timo. O que est� fazendo?

- N�o se mexa. - Voc� colocou no lugar errado.

Tem que ser em volta do bra�o.

Acho que ainda n�o estou preparada.

Quando eu era crian�a, sempre sonhava em fazer isto.

Oh, minha baba-de-mo�a! Adoro!

- Deite aqui comigo. - N�o, obrigada.

Fique comigo e ningu�m vai te tocar. N�o, j� disse.

Deixa eu dar uma.

Voc� � t�o bonita...

e t�o macia.

Vou te dar uma li��o.

O que est� havendo aqui? De volta ao trabalho.

N�o est�o me ouvindo? Parem com isto.

Meu anjo...

Elas estavam maltratando a minha garota!

Se elas tocarem em voc� de novo, eu as mato.

Agora vamos � enfermaria.

Tenho algo que voc� vai gostar.

N�o me deixe com a consci�ncia pesada.

Venha anjo, a mam�e cuidar� de voc�!

Animais!

Acho que � hora de n�s duas fazermos um acordo.

Precisamos fazer ou ent�o... Ent�o o que?

Eu vou fugir daqui.

Acha que s� voc� pensa em fugir? Todas queremos sair.

Umas mais que a outras.

Trabalhamos fora arrumando estradas, fazendo planta��es.

Ap�s a �ltima tentativa de fuga, tudo foi suspenso.

Ou a gente tenta fugir, ou � vendida como escrava.

Vamos, r�pido! Saiam das celas!

Fora das celas!

Est� louca? Vai arranjar encrenca.

Aposto que voc�s tamb�m tem vontade.

Vamos l�.

Sim?

- Com licen�a, � a... - Ficha da 431.

Enterre a n�mero 431 junto com a ficha dela.

Insisto que se continuarmos assim,

ter� que aumentar o cemit�rio.

Eu Ihe dei uma ordem.

O que est� esperando?

Vou cumpr�-la.

R�pido, r�pido.

Espere.

Descanse em paz.

N�mero 578, aqui fora!

Venha pegar.

- Nem parece comida. - Cale a boca, vagabunda!

Entre.

N�mero 578.

Pode ir.

Tira a roupa.

Voc� andou tomando sol!

Vejo que voc� se cuida.

Vire-se quero ver direito.

Ador�vel!

- Tome, pode levar. - Tchau, amorzinho.

- Mais r�pido. - Calma!

Vem aqui, queridinho.

Estas s�o as �ltimas da lista. Confere?

Sim.

Vou Ihe dar um recibo.

Queria saber como a diretora se sente hoje,

depois da gin�stica que fizemos ontem � noite.

Vamos logo, estou com fome!

- Qual �, vov�? - Anda r�pido!

A mesma comida todo dia!

N�o est�o contentes? Ent�o peguem isto aqui.

E n�o encham o saco.

Fique quieta, idiota.

Tenho que tocar em algu�m ou vou ficar louca.

- Pode me tocar. - Me d� um beijo.

Seu caf� e os relat�rios que voc� pediu.

Que caf� horr�vel!

Feliz Natal pra voc�.

Para voc� tamb�m.

- Qual o problema, S�lvia? - A outra quase me matou.

N�o parou a noite toda. Estou exausta.

Vou mandar os relat�rios. Quer ver? N�o.

N�o quero olhar nada.

Hoje s� quero curar esta dor de cabe�a.

Me d� um analg�sico.

Queria tirar a 247 da solit�ria, se concordar.

Obrigada.

Deixe-a l� mais uns dias. Ela merece.

Acho que esta ser� como as outras.

Mais umas noites, e depois a solit�ria.

Essa n�o, Sandra.

Cuidarei dela com muito carinho.

Meus amiguinhos. Que bom que voc�s est�o aqui.

Sen�o eu enlouqueceria. Voc�s s�o umas gracinhas.

Amo voc�s.

� t�o pequeno. Voc�s n�o v�o me deixar, n�o �?

Estou cansada de olhar para sua cara feia por aqui!

A garota est� pronta!

Eles a prenderam como voc� queria.

Ela pode n�o estar viva.

Voc� gosta mesmo � de torturar, n�o �?

Ainda sou a diretora aqui, voc� sabe?

Voc� � s�dica.

V� pra puta que te pariu.

Tenho coisas mais importantes para cuidar agora.

- Eu n�o fiz nada... - Eu cuido dela. Saia agora.

Sandra, o que foi? Vou pegar �gua para voc�.

Continuem trabalhando.

O que vou fazer com ela? A cada dia fica mais louca!

Tome isto.

Quer mais alguma coisa? N�o, obrigada.

Sabe o que eu quero?

Quero a minha navalha de volta.

- Para que? - Caso precise me defender.

Bem, talvez... Farei o que puder.

Mas agora vamos brincar de cavalinho.

Eu serei o cavalinho. E voc� ser� a cavaleira.

Vamos l�, monte. Me bata com seu chicote.

Bata mais, isto.

Mais, mais... Um pouco mais.

Quero terminar este relat�rio hoje, S�lvia.

Est� de mau humor?

J� disse a voc� que as prisioneiras...

precisam tomar banho com mais frequ�ncia.

Voc� est� t�o humanit�ria!

Deveria deix�-las comer no refeit�rio.

Fa�a seu relat�rios e eu cuido do resto.

Voc� n�o permitiu visitas no Natal e Ano Novo.

Por que voc� n�o faz algo no carnaval?

Vou pensar. Agora tenho mais o que fazer.

Uffa..., achei.

- O que faz aqui, enfermeira? - Shhh..., fale baixo.

- Estava colhendo flores. - Mas aqui?

N�o h� ningu�m aqui, somente flores.

Bem me quer, mal me quer...

Se continuar cheirando tanto �ter, vai morrer.

N�o gosta? Eu sei do que voc� gosta.

Fora daqui.

Betty, venha beber aqui.

� sua sa�de.

- Est� se divertindo? - Sim.

- Isto n�o! - Beba.

N�o quero, eu quero nadar. Vamos.

Venha, caia na �gua, Dinorah!

Venha c�.

- Elas v�o pensar em algo. - Espero que sim.

- Quero examinar a capela. - Cuidado, as guardas nos olham.

N�o sei qual o seu plano, mas eu quero fugir.

Vamos juntas pra capela.

Entrem primeiro. N�s j� vamos.

N�o temos chances de sair.

Eu saio de qualquer jeito. Vamos.

Tem um guarda na porta. Hajam naturalmente.

Esta capela pode ser a resposta. Saberei em breve.

Vamos sair daqui.

Me diga o que quer e eu Ihe dou.

Eu queria assistir a uma missa durante o carnaval.

- Uma missa? - Sim.

Pelas garotas que est�o aqui.

Com padre, coral e tudo mais.

Mas, uma missa?

Voc� disse que poderia ser o que eu quisesse.

Est� gostando?

Barbara.

Quais as chances de voc� me conseguir um rev�lver?

Uma arma?

Est� louca? Para que a arma?

N�o vou matar ningu�m. � s� para me proteger.

Ok, vou tentar.

Mas, queridinha...

agora vou Ihe mostrar a oitava maravilha do mundo.

- � grande demais! - N�o. � o tamanho perfeito.

D� uma lambida.

Chupa pra valer. Abacaxi, � t�o bom.

Del�cia...

- O que �, S�lvia? - Pegue uma p�lula ali, Sandra.

N�o preguei os olhos a noite passada.

- Est� doente ou... - Pegue a p�lula, est� bem?

Sandra, pensei sobre sua ideia do carnaval e concordei.

Quero que voc� organize tudo sem pensar nos gastos.

Vamos fazer isso direito.

�timo. As meninas v�o ficar contentes.

Vamos come�ar com uma missa na capela.

- Teremos padre, coral... - Uma missa?

- Acha que � uma boa ideia? - Acho que sim.

A ideia foi sua.

Por que n�o chama logo uma orquestra?

Pedi a ela um rev�lver.

�timo, tudo est� indo conforme o plano.

Acelerarei a situa��o. Falaremos mais tarde.

J� chega. Vamos para o outro corredor.

Preciso de uma l�mina. Voc� pode me ajudar?

Sei que uma das mo�as tem uma. Vou falar com ela.

Missa! Ela est� procurando encrenca.

N�o devo deix�-la. Posso ajudar em algo, Sandra?

N�o, continue seu trabalho.

Guarda...

- Pode lev�-la de volta. - Agora?

Sim.

Leve-a com cuidado.

Devagar

Traga a 261...

e um esfreg�o.

A enfermeira quer falar com voc�.

Quero isto muito bem limpo.

Esqueci umas fichas na minha mesa. Pode traz�-las.

Eu consegui.

� seu.

- O que est� fazendo aqui? - Suas fichas.

Sim, claro. Pode me dar.

Termine logo com isto.

Consegui a arma com a enfermeira. Agora tudo bem.

Acho que elas queriam o carnaval de outra forma.

Com um pouco de m�sica e de bebida.

Eu acho que as meninas gostariam disso.

A missa purifica a alma, continue com o programado, Sandra.

Tire a roupa.

Se quer tomar sol, vai torrar aqui fora.

- Fale! - Eu n�o sei.

Claro que sabe. Eu quero respostas.

- Quem a matou? - Eu n�o sei.

- Quem foi a culpada? - Eu n�o sei.

- Voc� sabe! - N�o!

Betty! Betty, onde voc� est�?

Betty, onde est�?

Socorro!

- O que est� fazendo? - Ela tentou fugir.

Eu cuido dela. Volte ao teu trabalho.

Ele n�o vai mais tocar em voc�.

A mam�e cuidar� de voc�.

Por que n�o olha por onde anda?

N�o se mexa.

Foi a �nica maneira de traz�-la � enfermaria...

sem levantar suspeitas. Sinto muito.

Sei sobre seu plano de fuga, mas vou ajud�-la.

Olhe s�.

Voc� est� surpresa?

Vai dar atr�s da pris�o, no cemit�rio.

Voc� pode fugir. Vou deixar a passagem aberta.

Vai ser muito f�cil.

Venha pegar a recompensa.

Temos que tomar banho para a missa?

N�o ouviu o pedido. E r�pido! Certo.

N�o precisa gritar.

Vamos logo ou conto para a diretora.

Ela est� cada vez mais louca. Eu n�o sei mais...

Sinto que algo vai acontecer.

N�o sei o que, mas...

Esta missa!

O guarda est� chegando.

Cale a boca!

Sei que estou errando,

mas algu�m deve ajudar estas pobres criaturas.

Elas � que s�o loucas, e n�o eu.

S� n�s dois sabemos disto. � o nosso segredo.

Quando?

Em nome do Pai, do Filho e do Esp�rito Santo. Am�m.

Vamos...

R�pido.

Elas fugiram.

Guardas! Contem quantas faltam.

Estarei na enfermaria. Quero ver se falta �ter

Tem algu�m a�?

Vamos ver o que tem nesta casa.

Precisamos de dinheiro e de comida.

Quem se importa com isso. Certo, vamos.

Quem �? Abra por favor, ajude-me.

O que foi? Tive um acidente, estou sangrando, me ajude.

- Qualquer problema, atire. - Certo.

Abre a porta. Me ajude, por favor.

Fique quieto e n�o vai se machucar.

Papai, o que foi?

Fique quieto.

Se o cachorro n�o calar, v�o nos encontrar.

Voc� acha que � f�cil?

Vou cortar a garganta dele.

Que del�cia!

- N�o como assim faz tempo. - Vamos procurar umas roupas.

- Agora � cada uma por si. - � isso a�, irm�s.

Por aqui! Por aqui!

Finalmente.

Venho na casa desta senhora, todas as manh�s.

Eu encontrei eles assim quando cheguei hoje.

Por que algu�m faria uma coisa destas?

Eles nunca feriram ningu�m.

N�o entendo.

Eles eram uma boa fam�lia.

578. Olhe s�.

Isto responde nossas perguntas.

Foram as tr�s que fugiram.

Ligue pra l�. Tragam as macas.

Tragam as macas.

Que crime horr�vel!

- Dinorah, n�o fa�a isto. - � tarde demais!

N�o, Dinorah. Por favor!

Chega!

Pare com isso!

Fugiram facilmente e cometeram um crime.

Como explica isso?

Leram os jornais? Quero respostas agora.

A diretora quis fazer uma missa.

Eu disse que era perigoso, mas ela n�o me ouviu.

Eu podia sentir algo no ar. � como lesbianismo.

Que � abertamente praticado aqui.

Beatriz, quero te apresentar uma pessoa.

- O que � agora? - Beatriz, esta � Sally Anne.

Esta � a mulher dos meus sonhos.

Que bom. Fico feliz por voc�, Sally.

Cuide dela quando eu n�o estiver por perto, est� bem.

- Aqui est� nosso barraco. - A cama � macia?

Vamos experimentar.

Ele me mandou tomar conta da minha vida.

Eu disse: "O que esta mina nova fez com voc�?"

- E fui embora. - O que vamos fazer?

Pegamos umas cervejas, umas gatas e...

Estou esperando o ano todo pelo carnaval...

e agora o cara cai fora!

Vamos tentar outro.

E pegar a cerveja e as gatas.

Bebe.

- Vou sujar voc�. - Eu limpo. Bebe.

- Vou trabalhar. - Vou com voc�, mam�e.

N�o. Eu vou conseguir dinheiro para tirar voc� daqui.

- E n�o aparece na janela. - Ent�o continuo presa.

Mas � por pouco tempo.

- Tem cigarros? - Sim, no quarto.

� aquela ali.

Sujou!

O que querem?

Querem isto aqui?

A senhora ser� a diretora tempor�ria.

Voltarei em julho para ver se fez progresso.

E veremos se continuar� no cargo.

O futuro da ex-diretora fica por conta do juiz.

E a senhorita...

Dadas as circunst�ncias, voc� ser� exonerada...

e n�o ser� mais enfermeira.

- Est� brincando? - N�o.

Est� resolvido.

Exonerada?

N�o posso ficar nem com o chap�u.

Quando eu era crian�a, todas as noites sonhava...

em ser enfermeira. Sempre estava disposta a ajudar.

N�o posso mesmo ficar com o chap�u?

Chamando a Central, me ouvem...

Encontrei a 578 na casa da m�e dela,

na rua dos Eucaliptos, 596.

Meu Deus!

Garota, responde! Sally, abre...

- O que �? - Seu homem vem vindo.

Sai r�pido, meu homem est� chegando.

- Sai pelos fundos. - Cad� meus sapatos?

Volte aqui, seu filho da puta!

Vou explodir seus miolos!

Volte aqui.

N�o se preocupe. Vou estar bem.

Eu volto. Vamos indo.

Tradu��o: KUNCKA

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