All language subtitles for After.The.Raid.2019.1080p.WEB.X264-AMRAP

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Original subtitles

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As finan�as concentraram-se primeiro

numa f�brica de embalagem carne no condado de Grainger.

Uma inspe��o de Finan�as da empresa

resvalou para uma investiga��o de imigra��o.

A empresa n�o perguntou aos trabalhadores quem eram, donde vieram

e pagaram a todos com envelopes cheios de dinheiro.

Muitos chamam-lhe a maior rusga a um local de trabalho

da �ltima d�cada.

Hora da m�sica!

Diz: "Ol�, quem �?"

Pap�?

Naquele dia, eu estava a trabalhar,

quando me telefonaram

para dizer que os Servi�os de Imigra��o tinham chegado.

Disseram-me para telefonar ao meu marido.

Telefonei-lhe duas vezes, mas n�o atendeu.

De repente, apareceu a Pol�cia de Seguran�a P�blica

e um helic�ptero, acho eu.

Estava muita gente l� e eles tinham bloqueado

a autoestrada que passa em ambos os lados do matadouro.

Estava completamente bloqueada.

J� estavam a p�r pessoas nas carrinhas.

O que sentiste? O que te passou pela cabe�a naquele momento?

Tantas coisas.

� algo...

... dif�cil de explicar.

Porque constru�ste uma fam�lia,

uma vida com essa pessoa.

E, de repente, desapareceu...

... de forma t�o dr�stica.

N�o tive sequer uma oportunidade de me despedir deles.

Quer dizer, naquele dia, como em qualquer outro dia,

levant�mo-nos e despedimo-nos,

a pensar que nos voltar�amos a ver naquela tarde.

Quando damos por ela...

... nada.

Falei com ele e ele disse:

"N�o temos op��o, eles v�o levar-nos.

Esperamos conseguir sair." mas...

Infelizmente, ele n�o conseguiu.

Ele estava noutra cela.

Quando lhe telefonei, perguntei se lhe tinham dado fian�a. Disse que n�o.

Depois disso, nunca mais o vi.

Mas, sim...

Soube que n�o o conseguiram tirar de l�.

Alguns conseguiram voltar,

mas outros foram enviados para os seus pa�ses, Guatemala, M�xico.

S�O JO�O PAULO II COMUNIDADE CAT�LICA

Hoje, celebramos com grande alegria,

com muita felicidade,

na f� de Maria,

na sua f� crist�, com o seu filho Jesus Cristo.

Vou dizer umas palavras em ingl�s. Talvez se compreenda melhor.

Sobretudo tu, �ngel Miguel,

hoje, recebes os tr�s sacramentos.

Estamos ansiosos pelo que far�o na f� para o futuro.

E, aconte�a o que acontecer, Ele estar� contigo durante todo o processo.

Quando somos adolescentes, quando as coisas mudam e crescemos,

Ele estar� sempre contigo e come�a hoje.

Hoje, come�a uma nova amizade com Jesus.

Tornas-te irm�o dele.

Tu, Jocelyn, irm� de Jesus.

Esp�rito Santo, vem, vem

Esp�rito Santo, vem, vem

Esp�rito Santo, vem, vem

Em nome de Jesus!

Jocelyn...

Eu te batizo, em nome do Pai...

... do Filho...

... e do Esp�rito Santo.

�ngel Miguel...

... queres receber o batismo?

Sim.

Certo.

Estava a pensar...

N�o, ele est� muito grande. Tens a certeza?

- Est� bem. - � o meu dever de padrinho.

�ngel Miguel, batizo-te em nome do Pai...

... do Filho...

... e do Esp�rito Santo.

- Am�m. - Am�m.

Uma grande salva de palmas.

Eu estava na igreja e eles come�aram a trazer crian�as.

N�o t�nhamos a certeza de quem tinha pais e de quem n�o tinha.

Havia muita gente na igreja a tratar das coisas.

S� disse ao padre: "Eu tenho espa�o.

Se for preciso, eu tenho espa�o."

- � uma combina��o perfeita, certo? - Sim.

Hamb�rguer americano. Fajita latina.

Sim, � bom. Com tortilha.

Est�s sempre a dizer... Tenho aqui tortilhas.

Vamos a isso.

Ainda est�s a mastigar o mesmo bocado?

N�o est� assim t�o rija ou est�?

Eu tinha visto o Pancho. Fui apresentada a eles.

Eu e o Pancho demo-nos logo bem.

Trouxe-os para casa. Tinham um apartamento pequeno.

Junt�vamo-nos, faz�amos refei��es e coisas assim.

Achas que a fajita est� pronta para sair?

�s o perito em fajitas, certo?

- N�o? Mais? - Talvez um pouco.

Um pouco mais, est� bem.

Um pouco mais.

Gosto de cogumelos, pimentos e azeitonas pretas. Sabes?

- Pois, n�o concordo com as azeitonas. - Salada.

- N�o gostas? - N�o gosto de azeitonas pretas.

Bolas!

S�o as minhas preferidas.

Gosto de azeitonas pretas.

Azeitonas de toda a esp�cie.

- J� acab�mos? J� est�? - Sim.

Sim, achas? N�o? Mais?

Vejamos.

- Sim. - Quente!

- C�mbia. - "Kum ba yah."

- Alguma c�mbia. - C�mbia.

C�mbia?

- Sim. - C�mbia!

Canta tu, acho que tamb�m a conheces.

- Sim, cresceste com essa m�sica. - Claro! Eu sei!

Acho que qualquer um...

Qualquer um...

... que passasse tempo...

... a fam�lia do Pancho e da Julia apaixonava-se por eles.

Fui aben�oada com a oportunidade de o fazer.

As Escrituras dizem-nos que temos de estender a m�o,

ajudar os nossos irm�os.

"Senhor, quando te vimos com fome e te demos de comer

ou com sede e te demos de beber? Quando te vimos nu e te vestimos?"

E continua com outras situa��es.

E o Senhor responde:

"Sempre que fizestes isto a um destes meus irm�os mais pequeninos,

a mim mesmo o fizestes."

ABERTA

PADARIA E PASTELARIA

Nunca pensei casar-me pela Igreja.

Isto foi a 14 de novembro de 2015.

Ele pediu-me em casamento e eu aceitei.

Ele j� tinha dito que comigo at� se casava pela Igreja e tudo.

Eu disse-lhe que ele era doido.

Eu dizia: "Est� bem, abelha."

Mas quando finalmente me decidi,

entusiasm�mo-nos e fomos em frente.

Este s�tio ao qual nos habitu�mos,

que agora consideramos ser o nosso lar,

est� a tornar-se num pesadelo.

Porque est� isto a acontecer?

Por mais que tente n�o questionar

a vontade de Deus...

... esse sentimento acaba por tomar conta de ti.

Faz-te questionar tudo.

A f� que constru�ste, a f� que mantiveste...

Achas que isso tamb�m pode acabar por desmoronar.

Lamentamos, o n�mero para o qual ligou tem restri��es de chamadas

que impediram a conclus�o da sua chamada.

Comunicado 19.

Em nome do Pai, do Filho e do Esp�rito Santo.

Am�m.

Uma leitura do Santo Evangelho segundo Lucas.

Gl�ria ao Senhor.

"Jesus disse-lhes ainda esta par�bola:

'Um cego pode guiar outro cego?

N�o cair�o os dois nalguma cova?

Porque reparas no argueiro que est� na vista do teu irm�o

e n�o reparas na trave que est� na tua pr�pria vista?'"

Assim na terra como no C�u.

O p�o nosso de cada dia nos dai hoje.

E perdoai-nos as nossas ofensas,

assim como n�s perdoamos a quem nos tem ofendido.

E n�o nos deixeis cair em tenta��o,

mas livrai-nos do mal.

Acho que desviar o olhar n�o ajuda o problema.

Dizer que vais reunir 12 milh�es de pessoas

e envi�-las de volta sabe-se l� para onde,

tamb�m n�o vai ajudar.

Tem de haver um processo pelo qual...

... os imigrantes possam entrar no pa�s,

possam tornar-se cidad�os, se quiserem,

e n�o se tornarem cidad�os se n�o quiserem,

mas que tenham a possibilidade de trabalhar e ter uma fam�lia aqui.

Acho que � um absurdo esperarmos que algu�m venha para este pa�s

para trabalhar para n�s durante dez meses

e depois voltar para o pa�s donde veio

e ver a fam�lia, estar com a fam�lia durante dois meses.

Quem far� isso? Eu n�o o faria. Eu n�o faria isso.

Est�s preso porque estavas a roubar dinheiro.

- Certo. - Sim?

- Continua. - Certo.

Dizem que atravessar a fronteira j� � cometer um crime.

Estamos de m�os e p�s atados

porque, segundo eles, somos criminosos.

S� viemos trabalhar para este pa�s.

N�o viemos fazer maldades nem nada.

S� est�vamos a trabalhar quando isto nos aconteceu.

N�o sabemos se nos deixam ficar ou se nos mandam embora.

Ainda estamos nas m�os deles.

Sempre que dizem: "Tens de sair,

assina a tua partida volunt�ria", n�s temos de o fazer.

Passas o m�ximo de tempo poss�vel com a fam�lia.

Tudo pode acontecer.

Ainda acredito que a imigra��o ilegal, em particular,

� um grande problema e precisa de ser resolvido.

O que acho que mudou, atrav�s deste processo,

� a forma que acho como o devemos fazer,

aprender o qu�o dif�cil � algu�m tornar-se um cidad�o americano,

aprender como � incrivelmente dif�cil

para os agricultores obterem os trabalhadores que querem,

para os ajudarem.

O nosso sistema de imigra��o n�o funciona para ningu�m.

N�o funciona para o cidad�o americano nem para o imigrante.

N�o funciona para o empres�rio nem para o agricultor.

N�o funciona para ningu�m e muito menos para os mi�dos.

Tenho de deitar isso fora.

- �ltima chamada para bolachas. - Fiz tudo o que podia. Obrigada, padre.

Sempre prest�vel.

Em nome do Pai, do Filho e do Esp�rito Santo.

Meu Deus, estamos aqui reunidos para o Yahel,

para o filho, para a filha.

E tamb�m para a ajudar a tocar no cora��o,

tocar no cora��o do Cristino no M�xico.

Ajudar a m�e e as irm�s.

Diz-lhe que n�o est� sozinha.

Talvez alguns dias ela se sinta muito sozinha,

desamparada, sem...

... ningu�m para a ajudar, mas isso n�o � verdade.

Ela apenas se sente assim.

Est� bem.

Ele est� sempre contigo, aqui. Sempre a teu lado.

Em todas as dobras, ele pensou em ti.

Em todas as p�talas pensou em ti.

Ent�o...

Nunca pensei que afetasse as pessoas do meu condado.

Pensava: "Os criminosos na fronteira,

ele fala dos assassinos em massa na fronteira,

os violadores na fronteira."

Nunca fiz a liga��o.

Quando veem os filhos, veem os pais,

isso mudou as opini�es deles.

Outros diriam: "Adoro estas pessoas, mas o que fizeram est� errado.

O que est� errado est� errado, a lei � a lei.

Devemos seguir a lei."

A raiva, se canalizada, pode levar � mudan�a.

Ou a raiva, se n�o for canalizada,

pode levar ao caos, � guerra e � destrui��o.

A raiva diz-nos: "Algo n�o est� certo, algo que eu amo est� a ser amea�ado.

Como posso parar a amea�a?"

E depois fazemos uma escolha.

Houve muitas alturas em que na��es que achavam que tinham grandes b�n��os,

que pensavam que tudo corria bem, se destru�ram

com as suas lutas interiores, a sua fealdade, a sua gan�ncia.

Um total de 680 deten��es em sete f�bricas de transforma��o de produtos alimentares

em seis cidades do Mississ�pi.

As autoridades chamam-lhe "A maior opera��o dos Servi�os de Imigra��o,

num �nico estado, de sempre."

As pessoas est�o aterrorizadas nestas comunidades.

Nesta altura, n�o sabem se a sua vida est� prestes a ficar de pernas para o ar.

N�o fazem ideia do que se segue.

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