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♪ Oregon, Oregon
♪ Oregon, Oregon
♪ Oh, some men sing of yellow gold ♪
♪ Of battles lost or won
♪ And some men sing
♪ Of lovers bold
♪ I sing
♪ Of days long gone
♪ When pioneers in wagons rolled ♪
♪ Rolled west
♪ To Oregon
♪ When pioneers in wagons rolled ♪
♪ Rolled west to Oregon
♪ The way was hard The way was long ♪
♪ Great hardships lay ahead
♪ When pioneers of old
♪ Set forth
♪ Where few
♪ Had dared to tread ♪ Pioneers, pioneers
♪ O'er prairies wild and mountain snows ♪
♪ And through the rushing streams ♪
♪ They blazed a trail to Oregon ♪
♪ The promised land
♪ Of dreams
Jim Gordon Bennett fundou o "New York Herald" em 6 de maio de 1835.
O que lhe levou a provar a sorte no novo mundo foi
a autobiografia do Benjamin Franklin.
Você é nova aqui, não é, Srta. Shoemaker?
Eu não. Trabalho para o Sr. Bennett.
Eu mesmo escrevi esse discurso. Assim me economize tempo.
Mas o Sr. Bennett não quer ser incomodado quando escreve.
Eu volto depois de 3 semanas esperando os despachos.
la jantar com uma preciosidade, quando o Sr. Bennett me chamou
me ordenando que viesse aqui imediatamente.
É evidente que não o disse que me espera.
Seja uma boa garota e lhe diga que estou aqui.
Tudo bem... Desculpe Sr. Harris.
Sim?
Chegou o Sr. Harris. Disse que está esperando por ele.
- Sim. Entre, Harris. - Obrigado, senhorita.
Que bom se você escrevesse tão bem como se veste.
Tudo depende do incentivo.
Tenho que andar bem arrumado faz parte do meu trabalho.
Você teve tempo suficiente para ver o Polk?
- Não. Não, senhor. - Por que não?
Porque se negou a me receber.
Entendo...
O homem da Casa Branca tem medo de falar do assunto do Oregon.
Parece que sim, senhor.
Veja.
O caminho do Oregon por Francis Packman. E dai?
- Leia. - Agora?
Esse maldito livro tem feito que milhares de idiotas fracassados
deixassem suas casas e partissem para ser assassinados, queimados e roubados
dentro de suas carroças no famoso caminho do Oregon.
Sabe qual é a questão do Oregon, Sr. Harris?
Não, senhor. Não pude perguntar ao Sr. Polk.
É uma questão de guerra.
Eu fui informado que Polk enviou ou vai enviar
grupos de soldados disfarçados de colonos ao Oregon.
Quero verificar essa informação. Por isso vou enviar você ao Oregon.
A mim? Duvido que eu seja o que se chama um pioneiro. Eu...
Se Washington não da notícias sobre o Oregon teremos que ir ate la.
Vá para casa e faça as malas.
- Senhor, vou jantar... - Cancele.
Sim, senhor.
E à Srta. Shoemaker que me traga um arenque defumado.
- E um copo de leite. - E leite...
Garanto que essa fama que tem de homem ousado está bem fundada.
...Onde você se reunirá com os homens a seu comando.
eles tomaram medidas necessárias para viajar em
uma caravana de civis guiada pelo explorador do exército George Seton,
que partirá de West Point.
O grupo de confiança será uma unidade cuidadosamente escolhida
para ocupar o território do Oregon.
Viajarão como civis já que esta missão deve ser secreta.
Repita isso: Secreta.
Terceiro: Ao chegar ao Fort Laramie deixará o grupo nas mãos do major...
Dexter, que tomará sob suas ordens.
Quarto: O propósito principal da missão é nos preparar para uma guerra.
Deus nos livre.
Eu... Desculpe, Sr. Presidente.
...Para uma guerra. - Sim, senhor.
E para defender os direitos de 6.000 cidadãos norte-americanos
já assentados no Oregon...
- Chegou o embaixador britânico. - Bem, faça ele entrar.
Acrescente o que for necessário se precisar e despache isso logo
e depois vá levar ao capitão Wayne em pessoa.
- No West Point, senhor? - Não, no hospital militar.
- Ele está se recuperando de um ferimento.
- Sim, senhor.
Sir Richard Wallingham, embaixador de sua Majestade, rainha Vitória.
Bem-vindo, Sr. Embaixador.
Quanto me alegra voltar a ver você. Sente-se.
Foi tudo bem a travessia da Inglaterra?
O Atlântico sabe muito bem quem governa sobre as ondas.
Sim, exceto alguma que outra ocasião.
Como 1812...
Espero que sua Majestade se encontre bem.
Quem pode estar ruim aos 27 anos?
A nessa idade todos os problemas têm solução.
Nesse caso, talvez uma jovem rainha e uma jovem nação se entendam.
É meu desejo sincero.
Este é o território em que
acrescentaremos uma estrela a mais na bandeira.
Chegará o momento em que vamos ter pelo menos 30 estados soberanos.
Talvez até mesmo 32.
Nada poderá evitar que cheguemos até o Oceano Pacífico.
Não olhe com essa cara.
A trégua que foi concedida durante 20 anos por nossos países
na disputa sobre a fronteira do Oregon terminou.
Me parece uma tragédia.
Tanta ganância por conseguir umas terras habitadas por peles vermelhas.
Se o problema fosse tão simples,
o governo de sua Majestade não mostraria tanta oposição.
Nunca houve nada fácil com o governo de sua Majestade.
Ainda assim, seu governo não pode se arriscar a provocar uma guerra
em um território habitado sobre tudo por selvagens peles-vermelhas.
Mas nós sim.
Muito bem, senhor.
Me encarregarei de informar de seu ultimato a nossos ministros.
Bom dia, Sr. Presidente.
Muito bem, timoneiro.
Vire tudo a estibordo.
- Coloque a passarela, Sr. Scott. - Jovem, desça daí agora mesmo.
Sim, vovó.
- Richard. - Sim, vovó.
- Em que carroça irá, Sr. Harris? - Na do Seton. Sabe onde está?
- Pergunte ao Bowers. Ele sabe. - Obrigado.
- Posso ajudá-la, senhora?
- Retire suas mãos. Não lhe conheço, me solte.
Bateram na nossa carroça.
- Por que ocupa toda a rua? - O que aconteceu?
Esse bêbado bateu em nossa carroça deliberadamente.
- Muito bem, senhora. - Por acaso é sua a carroça?
A carroça é minha. E espero que você pague os danos.
Esta certo. Olhe como eu pago.
Não, papai. Não.
Já ouviu o senhor. Terá que lhe pagar os danos.
Brizzard!
- Pare. acabou a briga. - Ainda não.
Brizzard, volte para a carroça.
- Sim, senhor. - Espere.
Já que é responsável por ele,
também será responsável pelo estrago em sua carroça.
Já disse que vá.
Perdoe o comportamento de meu companheiro, senhora.
George Wayne. A seu serviço.
- Quem vai arrumar a roda? - Eu cuidarei disso.
- Ellis... - Sim, senhor.
Espero que ninguém tenha saído ferido.
- Não, Sr. Wayne. Obrigado. - Adeus.
O que posso fazer, além de lhe agradecer?
Pode me dizer seu nome. O meu é Neal Harris.
- O meu é Prudence Cooper. - Prudence? Nome bonito.
Acho que isto é seu, sim? E muito obrigado.
Foi um prazer, senhor.
É melhor eu ir ver a vovó. Adeus e muito obrigado.
- O Sr. Bowers? - Sim.
- Pode me dizer onde? - Garrison.
Em seguida atendo você, senhor. Eu peguei você.
Cuidado, irmão Bowers. Faça o favor de não me difamar.
- O que tem na mão?
- O destino, escrito na palma da minha mão vazia.
E na outra?
A linha da morte e o monte de Saturno.
- Me diga, pareço um ladrão vulgar? - Jamais pensaria que fosse vulgar.
Aqui um verdadeiro cavalheiro. De Londres ou de Paris.
De Nova Iorque. Escrevo para o Herald do Sr. Bennett.
- Um homem de letras. - Um jornalista. Harris.
É uma honra, Sr. Bennett, quero dizer, Sr. Harris.
Aqui tenho tudo o que precisa.
Se não vai comprar nada, quer sair, por favor?
E agora, por onde começamos?
Vim lhe perguntar se pode me ajudar a localizar um tal Seton.
Naturalmente, mas se for na caravana o primeiro é o primeiro.
Acho que tropecei.
Me explique isto. Peguei você com a prova do crime.
Entende por que meus preços têm que ser altos?
Não terão essas coisas se metido dentro do lenço por acidente?
Isso foi o que aconteceu, senhor. De repente.
Você vai se ver com o delegado. Seu ladrão descarado.
Você não levante falso testemunho, irmão Bowers.
Se me disser quanto custam as coisas do lenço, eu mesmo pagarei.
E depois espero que me diga onde encontrar o Sr. Seton.
Quanto é?
- Cobrarei a metade. 15 $ por tudo. - Então isso é a metade?
Fuja dele, irmão Harris, como o faria da peste.
Já que estas ninharias, adquiridas por acidente, não valem nem meio dólar.
- Você não se meta, irmão Garrison. - O pagamento Sr. Bennett. 15 $.
E não se esqueça de dar alguma coisa à igreja.
Darei, naturalmente.
Obrigado.
Agora vejamos o que precisa para a viagem.
Este bom homem não quer nenhum de seus antigos artigos.
Fora de minha loja. Agora.
Concederá me a honra de lhe guiar até o Sr. Seton, irmão?
É muito gentil, Sr. Garrison. Acho que precisarei de algumas roupas.
Que o comprador tome cuidado...
Primeiro, um cinturão para o dinheiro.
Para o dinheiro? Quer dizer se por acaso quiserem me roubar.
Sim. E umas camisas e um par de calças.
Minha carroça.
Permita que lhe diga que embora sua roupa seja algo rústica
tem a áurea de um príncipe.
E você de um aficionado por árvores.
Você é perspicaz. São macieiras.
Árvores que povoarão os longínquos campos do Oregon.
Suba a bordo.
As carroças são muita altas, certo?
Assim se vê tudo melhor.
Movam as patas. Ate saírem faíscas de seus cascos. Arre!
Irmão Seton, Neal Harris, distinto escritor.
Quer se unir a nossa caravana.
- Tem carroça?
- Terá que lhe arrumar um lugar em alguma.
- Pagarei a viagem.
- Pagar? Aqui não vale o dinheiro e sim o trabalho.
Essa é minha carroça. Guarde aí suas coisas.
Verei se posso lhe conseguir um cavalo amanhã.
Onde dormirei?
No lugar onde dormirá nos próximos cinco meses.
Se é que aguenta tanto tempo. debaixo da carroça.
- Aí debaixo? - Sim.
- Sr. Harris? - Boa noite, Srta. Prudence.
Agora que se uniu à caravana, talvez queira jantar conosco.
E como não? E como descobriu?
O irmão Garrison espalhou a conversa.
- Ah, bom. Aceito o convite. - Bem. Vamos.
Jeremiah, foi um desastre toda sua vida.
Agora se empenha em percorrer 3.000 milhas para continuar sendo.
Temos outro convidado.
- Me alegro de que tenha vindo. - Foi um prazer. Boa noite.
- Boa noite, Sr. Harris. - Senhor Wayne.
De onde tirou essas roupas de combate?
Só uso em atos sociais.
Querem trazer a comida para à mesa, por favor?
Você entende muito de fogos e de acampamento.
- E quem não? - Eu.
- Sr. Harris. Você é um desastre? - Acho, que é porque sou jornalista.
- Meu filho sim que é um desastre. - Não me parece.
Não deve dizer essas coisas, mamãe, sobre tudo diante de estranhos.
Não faça caso da vovó. Ela quer muito bem a todos.
Sentem-se, cavalheiros. Estamos em família.
Quer jantar comigo, vovó Cooper?
Galanteador, não me venha com
essas histórias. Sou muito velha para isso.
Por que não se senta onde ia sentar no princípio?
- Tirei o seu lugar? - Não, sente-se. Sentarei aqui.
- Gostaria de se sentar em meu lugar? - Sim. Eu gostaria.
- Papai, deveria presidir a mesa. - Claro, Prudence.
Obrigado.
Senhor, ao inicio de nossa longa viajem para uma nova terra
nós agradecemos os presentes que recebemos de ti.
Esta noite nós agradecemos pelo pão que compartilhamos.
Não conhecemos, Senhor, as dificuldades que nos esperam.
Mas lhe pedimos que olhe por nós e que nos proteja. Amém.
A chincha vai ao redor. Se aperta bem e isso é tudo.
- Obrigado, Sr. Seton. - Já montou a cavalo alguma vez?
Sim. Faz muito tempo. Em um belo cavalinho de madeira.
Seton, que demônios é que nos retém aqui?
- Acho que sou eu, sinto muito. - Sou eu quem manda aqui.
A caravana sairá quando eu disser.
Não seja tão arrogante. Não sou um lacaio, sabe?
Sim, e sei algo mais. Que sua caravana leva sobrecarga.
- Eu acho que não. - Não, hein? Lembre que lhe avisei.
- Monte pelo lado esquerdo, filho. - Sim, obrigado.
- Vamos, menino. - Homens "squaw...
E isso é ruim?
Você se casaria com uma mulher a Índia?
Não sei. Bom, depende.
Eu não gosto de fazer julgamento precipitado
sobre uma questão que não me interessa.
Bom, lá vamos. Vamos. Arre cavalo.
Jesse, velho amigo. Já estamos outra vez de viagem para o Oregon.
Levamos muita vantagem. Não temos com que nos preocupar.
Todos em marcha!
Acaba se acostumando.
♪ A hundred years and more have gone ♪
♪ A hundred years and ten
♪ Since pioneers from Westport went ♪
♪ The women and their men
♪ To risk
♪ The savage wilderness
♪ With hopes forever green
♪ They moved with faith to reach their homes ♪
♪ The homes
♪ They'd never seen
Alto!
O cavalo pisou em uma pedra. Olha.
Já vi. São arapahoes.
- Aconteceu algo? - Um cavalo manco. Vamos, menino.
Montar a cavalo é mais duro do que parece, não é?
- Como estão suas arvores? - Florescentes e verdes como louro.
- Como está meu amigo escritor? - Sou jornalista.
Não menospreze seu talento.
No Oregon verão bem seus talentos.
O Oregon espera gente de todas as classes.
Semeadores e colhedores.
Madeireiros e extraidores de água.
Trabalhadores e sonhadores.
O que fará você? Trabalhar ou sonhar?
Eu sou quem levara árvores, macieiras ao Oregon.
O poeta que faz odes aos futuros pomares cantará a minhas árvores.
São árvores de saúde e beleza.
Eu as plantarei e você escreverá sobre elas.
E um dia, darão de comer a seus filhos.
- Parece apaixonado por elas. - Você é perspicaz.
- Você reparou a minha roupa? - Seria difícil não notar.
- Este é meu casaco de casamento. - Meus mais sincero parabéns.
Sim parabenize-me por escapar das garras de uma diaba.
Fui abandonado diante do altar. Desprezado como um animal doente.
Traído por um amigo íntimo.
Levo este casaco na viagem, em parte para aproveitá-lo,
Quem me fez foi um grande alfaiate.
E em parte para me lembrar que jamais devo falar de amor a uma mulher.
- As árvores são minhas mulheres. - E inspiram mais confiança...
Carroças! Adiante!
Abby, olhe o que encontrei.
O caminho do Oregon.
Voltaremos para casa se... quiser.
Não. Não. Esta velha árvore não poderia criar raízes aqui.
Tem um sonho. É algo que jamais tinha tido.
- Já sei, mamãe, mas... - Agora cale a boca.
Eu gostaria de ouvir essa canção.
- Posso ir? - Sim.
- Eu posso ir também, tio? - Sim, claro.
Você procura algo?
- Não acreditei que me ouvisse. - Sim, eu ouvi.
- Bonita noite, hein? - Sim.
Ao ir beber água, Jesse me tirou a chaleira e me golpeou com o barril.
- Por que fez isso? - É um de seus velhos truques.
Quando joga o barril os girinos vão para o fundo com toda pressa.
Girinos?
Vá...
- Tem saudade das montanhas, não? - Sim, tenho saudade. Sim, senhor.
Nelas me criei. Nelas me casei. E nelas nasceram meus filhos.
Onde está sua família?
Moço, sou o que chamam um homem "squaw".
Me casei com uma índia sioux.
Uma noite, enquanto eu estava caçando,
um grupo de arapahoes invadiu a nossa aldeia.
Quando voltei, o único que encontrei vivo foi o velho Jesse.
Cortaram sua língua para que não pudesse dizer nada.
Aconteceu faz muito tempo. Sim, faz muito tempo.
Mas vá onde quer que eu vá sempre levo as montanhas dentro de min.
Um homem leva muitas coisas em seu interior. Muitas coisas.
Maldito insensato!
Quieto! Baixe a arma.
Quer ver como queimam nossas carroças, Sr. Wayne?
Por que vieram em plena noite?
Só para dar uma olhada.
É uma sorte que seja um inútil com o rifle.
Por que não responderam ao tiro do Decker?
Para os índios atirar ao ar é um sinal de paz.
Assim a arma fica descarregada. acreditaram que eu atirei.
Jesse. Coloca os cavalos dentro do círculo.
- Acompanho a sua carroça? - Obrigado, Sr. Wayne.
Sr. Harris... Sr. Harris.
- Eram índios selvagens? - Não, Richard. Eram nossos amigos.
- Posso ajudar, senhor? - Já disse que não me chame de senhor.
É o costume. Perdão.
COMPANHIA DO EXÉRCITO DOS E.U.A
- Algum doente, senhor? - A vovó Cooper.
Teve febre antes?
Esta já é a terceira vez.
Bem, senhora... Tome isto. Ajudará a ficar curada.
Ficará bem?
Mais claro que sim.
♪ I hear him at the twilight hour ♪
Prudence.
♪ He speaks to me
♪ So soft and low
♪ The message that he brings
Você costumava cantar essa canção, lembra?
- Sim, mamãe. - Canta para mim.
♪ He says I'm never, never ♪
♪ Never alone
♪ That forever, ever
♪ Ever I'm his own
♪ The still, small voice is filled with purest love ♪
♪ I know it comes from heav'n above ♪
♪ He says I'm never, never
♪ Never alone
♪ That forever ever
♪ Ever I'm his own
Procurando uma estrela cadente?
Acho que sim.
- E já encontrou alguma? - Sim. E fiz um pedido.
Ela vai morrer.
- Obrigado por sua companhia. - Eu gosto de estar contigo.
Não só quando chora.
♪ The blazing sun
♪ Beat down upon the parched
♪ And dusty plain
♪ Each mile that led to Laramie was one ♪
♪ With thirst and pain
♪ The dry wind
♪ Blew the clouds away
♪ As though with Satan's breath ♪
♪ In faith alone the train moved on ♪
♪ The faith
♪ That conquers death
CENTRO SECO.
Não há nenhuma nuvem no céu.
- Não estamos perto de um rio? - Aqui não há rios. Só arroios.
- Quanto falta? - Três ou quatro dias.
- A água começará a escassear. - Já escasseou.
Obrigado por me dizer isso. Arre.
A chuva sempre me faz sentir saudade de meu jardim na Inglaterra.
- Mas... - As vezes sim. Eu gostaria de voltar
a Lonesville para exercer a advocacia.
Bem, voltando para nosso assunto...
Seu governo fez uma proposta sobre o assunto do Oregon inaceitável.
Por que você está tão interessado em uma fronteira tão longe?
Por que interessa ao governo da Inglaterra se fica ainda mais longe?
Atuam assim por tradição, Sr. Presidente.
E eu por meu país, Sr. Embaixador.
Pode transmitir a seu governo a minha contra proposta.
A fronteira do território do Oregon situar-se-á a uma latitude de 54º 40".
É minha última palavra.
- Não há outra opção? - 54º 40, Sr. Richard.
- E se não? - A guerra.
- Desta água que falava, Seton? - Cale a boca, Decker.
Calar a boca? Calar a boca?
Pagamos muito para que este desgraçado nos guiasse através da planície.
Tudo isto é culpa dele.
A que distancia está o próximo arroio?
A cinco dias de viagem, talvez seis.
Reuniremos toda a água que há na caravana.
Eu me encarregarei de racioná-la.
Como pode aguentar tomar uísque com esse calor?
- Com uísque você pode aguentar sempre. - Talvez você possa.
Há um médico no Fort Laramie.
Quanto tempo demoraremos para chegar?
Umas duas semanas.
Duas semanas...
Quatro... E cinco.
- Quatro. - Um...
- Como está a vovó? - A febre não baixou.
Dê isso a ela.
- Mas é a sua ração. - Faz mais falta a ela que a mim.
Seton disse que há um riacho perto daqui.
Se tivermos sorte voltaremos com água.
Esse, senhor, era minha melhor espécime. O único com folhas.
Maldito coiote. A gente morrendo de sede e você rouba a água.
- Usei da minha parte. - É um sujo coiote ladrão.
Era minha ração. Só usei minha ração.
Quieto! Deixe minhas árvores em paz.
Ei, Prudence. Uma briga.
Chove. Chove! Chove!
Chuva!
Vovó. Está chovendo.
Traga seu balde, filho.
Pensam continuar até que um dos dois se afogue?
Bom, acabaremos outro dia.
Agora tenho uma entrevista com um gole de água.
Algum dia matarei você.
Está chovendo, mamãe. Acorde. Me ouviu?
♪ ...gather at the river
♪ The beautiful, beautiful river ♪
♪ We'll be gathered at the river ♪
♪ That flows by the throne of God ♪
♪ Yes, we shall gather at the river ♪
♪ The beautiful, beautiful river ♪
♪ Yes, we shall gather at the river ♪
♪ That flows by the throne of God ♪
Amen. Amen.
♪ By now, the weary pioneers ♪
♪ Had reached the hostile land ♪
♪ Where Indians and renegades in secret council planned ♪
♪ The ambush and the massacre
♪ Of every mother's son
♪ Who blazed a trail so long ago ♪
♪ The trail to Oregon
- Que manada. - Sim, mas estão se extinguindo.
Agora coloca a pólvora.
Se monta a arma.
Se ajusta com isto.
Agora, a munição.
Coloco todas as balas.
- Tem um grande público, Ellis. - Sim.
Nunca tinha visto uma arma tão impressionante como essa.
Porque esta vale por seis armas.
Em vez de disparar um tiro, se pode disparar seis.
É nova. Invento de um tal Sam Colt.
Como funciona?
Puxa para trás o percussor e o tambor prepara a coisa.
- A coisa? - A bala.
Olhe isto. Fique de lado, John.
- Pode fazer outra vez, Sr. Ellis? - O que me pedir, Lucy.
Boa pontaria, Ellis. E boa arma.
- Quer sair agora? - Sim, senhor.
Sr. Wayne, vi que nessa arma tem gravada a inscrição "Companhia B".
O que a faz propriedade do governo. Estou errado?
Seu erro é perguntar.
- Incomodam as perguntas. - Só o homem que as faz.
Que pena, porque meu trabalho se apóia nisso.
Sugiro que você vá para o leste fazer perguntas.
No oeste poderia lhe custar a vida.
- O que é isso? - Uma advertência.
Velhos amigos, Jesse. Arapahoes. Querem alguma coisa.
E o que querem? Cavalos? Comida? O que?
Querem eu.
Não há... não há mais que um.
- Tem certeza? - Claro que sim.
Assuma o comando e dirijam-se a aquela depressão nas colinas.
Poderão ver Fort Laramie de la.
Obrigado, Harris.
Vá, Jesse. você... se vingou. Finalmente.
E eles também. A vingança não é boa.
Não é boa para ninguém. Não é boa.
Jesse, coloque sua carroça atrás. A partir de agora, eu irei no comando.
Você também irá atrás.
Já não tenho dúvidas sobre quem é você e por que faz esta viagem.
Dei uma ordem a você, Sr. Harris.
Vou enviar um despacho a meu jornal assim que tenha oportunidade.
Tenho a intenção de explicar em meu artigo que, evidentemente,
você está no comando de um destacamento.
- Posso impedir seu despacho. - E eu enviarei outro, capitão Wayne.
Porque é um direito meu, não é?
- Brizzard. - Sim, senhor.
Vigie o Sr. Harris. lhe convença de que fique dentro de sua carroça.
Não o perderei de vista.
Depois de você, Sr. Harris.
Você não, sua irmã.
- Não estava sob custódia? - Uma carroça não é uma prisão.
Sinto havê-la acordado, mas queria dizer adeus.
- Adeus? - Sr. Harris.
Sr. Wayne, não deveria estar na cama?
- Disse para ficar na carroça. - Só queria tomar um pouco de ar.
Irei fazer companhia ao Sr. Brizzard. Que deve estar roncando.
É um homem encantador. Boa noite, Prudence. Sr. Wayne.
Capitão...
- Está bêbado. - Não, capitão.
E sua arma? E sua faca?
- E seu cavalo? - E obrigado por seu cavalo.
Meu cavalo não está.
- Daisy... - Daisy seu cavalo foi com o Harris.
Sob o regulamento militar você seria fuzilado.
Pegue meu cavalo e vá atrás dele.
- Agora? - Agora.
Sim, senhor.
- Se for necessário, atire nele. - Será um prazer.
Se você voltar a fugir te pegarei como a índia de sua mãe.
Desça e de água aos cavalos.
E não tente voltar a fugir.
- Olá, Gabe. - Onde estão os soldados?
- Isto está morto, Clayman - Não estou certo.
saíram cavalgando para o sul.
Ah, sim? E vão voltar?
Levaram tudo. Incluindo parte de meu negócio.
Não irá me dizer que isso baixa o preço de minhas peles?
As peles são boas, mas... Quem vai querer comprar?
Você mesmo.
Olá, como vai? Sou Neal Harris, e minha companheira de viagem, Daisy.
Não fala meu idioma, Daisy.
Eu também não falo o seu assim estamos quites.
Embora não acho que isso importe muito. Aqui estamos nós.
Você não entende meu idioma nem eu seus relinchos, mas nos damos bem.
Sabe? Nunca tinha visto uma índia até agora.
Claro que tinha visto nos quadros, mas nunca uma de verdade.
Não sabia que eram tão belas. Você é muito bonita.
Obrigado, Sr. Harris.
Oh, me enganou.
Sabia que ia me acontecer isso. Sabia.
Vamos?
Agora pegue suas peles e saia daqui.
Não vai atirar em ninguém, Clayman. E menos em mim.
Esperava que ele tivesse coragem para matar a seu pai, não é, Shona?
Alguém te matará. Antes ou depois.
Verá o que é bom quando voltarmos às montanhas. Pode se preparar.
- Me dê 100 $. É um preço justo. - Disse que não tenho.
Então tirarei de você a golpes.
Ei, um momento, cavalheiros.
Não é minha intenção me intrometer no que
pudesse ser sua forma de fazer negócios,
mas queria sugerir uma forma um pouco menos sanguinária.
- Quem é você? - Neal Harris, jornalista.
Tenho que enviar uma
correspondência a Nova Iorque
E esta é minha proposta.
Darei a você 100 $ pelas peles e mais 100 se conseguir
que meu despacho chegue até o telegrafista de West Point.
Me encarregarei de levá-lo até la. Me dê o dinheiro.
Pagarei assim que escrever. Demorarei um minuto.
Um momento. Qualquer negócio feito em
minha loja, me dá o direito a uma comissão.
Pode ficar com as peles.
- O papel e a tinta estão aqui. - Obrigado.
Não demoraram para me alcançar.
Há uma porta traseira?
Por uma comissão extra, há.
Por mais $100 esconderia você na aldeia de Shona.
Acho que Bennett pode pagar. Bem, darei mais $100.
Não irá esconder ele entre os peles vermelhas, não é?
O que ha de errado?
Traga os cavalos na parte de atrás.
Isso parece abandonado. Muito quieto, sim senhor.
- Seis, sete... - Onde estão os soldados?
Partiram todos. Huit...
- Alguma mensagem para George Wayne? - Irei ver.
Só uma carta para o capitão George Wayne.
- Eu sou o capitão Wayne. - Não parece um capitão.
Eu informo que E.U.A entrou em guerra com México e ordeno que
vá com seus homens a Buenavista e fique às ordens do General. Taylor.
Foi muito estranho. Quando os soldados partiram, alguns deles disseram.
Lembrem do "Álamo".
O que é um álamo?
- Olhe, balas. - Tenho que falar com você a sós.
Olhe, papai, balas.
Quer umas quantas balas, filho?
Me diga, por favor, quanto custam?
- Um centavo, quantas eu coloco? - É o mais barato que tem?
Pode haver alguma coisa que custe menos de um centavo?
Pelo menos poderia dar ao menino uma de presente, não acha?
O que esta acontecendo? Não tem um centavo?
- Não, senhor. - E por que pergunta o preço?
Não sabia o que lhe dizer.
Nunca tinha ouvido uma tolice igual.
Por que eu deveria dar alguma coisa a alguém quem jamais tinha visto?
Não sei que tipo de gente chega ao oeste ultimamente.
Como seus filhos querem balas pretendem que se de sem cobrar.
- Olhe, preciso lhe falar. - Já resolveram o problema
do Oregon e eu... recebi novas ordens.
- Tem que retornar ao leste? - Leste, não. Ao sul.
Estamos em guerra com México.
Prudence, eu...
Ninguém sabe quanto vai durar esta guerra e...
Bem, verá. Bom, eu...
Não importa quanto dure. Esperarei você.
- No Oregon? - Ou em qualquer outra parte.
O que eles fizeram a este homem? Têm que soltar ele, Hasting.
- Não acredito que estejam dispostos. - Faça alguma coisa. Está muito mal.
- Peguem ele! tirem sua roupa! - Quietos. Diga que me soltem.
Isso não vai fazer falta.
Coloquem junto com o outro.
Amarrem.
- Maldito renegado. - Sim, retorça-se.
Vai ter muito tempo para se retorcer.
Como os homens das montanhas, quando os carniceiros matam
nossos búfalos e nossa caça.
E os soldados expulsam os índios de suas próprias terras.
Para que morram de fome.
Se quiser alguma coisa... de um grito.
O que?
O que acha que nos farão?
Pergunte ao chefe Chapéu Alto.
- Não estou para brincadeira. - Acha que eu sim?
Estou aqui ha dois dias.
Você verá amanhã quando inchar sua língua.
Talvez não duremos tanto.
Talvez gostaria de um gole.
Gostaria que tivesse meu chicote e não estivesse amarrado.
Agora me peça perdão, soldado.
Vai pedir perdão?
Vai me pedir perdão, soldado?
Peça, Brizzard. A sede não é uma desonra.
- Eu peço perdão. - Bem. Assim que eu gosto.
Agora quero ouvir outra vez e te deixarei livre.
- Quantas tenho que pedir? - Quantas eu quiser.
Perdão.
Levante-se, soldado.
- O que vai fazer a ele? - Preocupe-se com que farei a você.
Por que faz isso por mim?
- Uma boa resposta. - Vá depressa, eles se foram.
Meu pai e os guerreiros se
dirigem para o forte. Terá que avisar a eles.
- Como faremos? - Cavalgando depressa. Venha.
Os índios vêm atacar o forte.
- Quem lhe deu essa informação? - A garota.
Capturaram o Brizzard e a mim. Ela me soltou.
É verdade, capitão.
pegue as novas armas. E distribua entre os civis.
Ensine-os a carregá-las e a atirar com elas.
- Sim, senhor. Traga essas armas. - Sim, senhor.
Os homens que tenham os colt se colocarão nessas paredes.
Se os índios derrubarem a porta ou escalam as paredes
retrocedam até estes dois barracões e continuem atirando.
Aí estão!
E lembrem. Essas armas são de seis tiros.
Contem. Tomem posições.
- Aí estão. Eles vem vindo. - Ei, papai, já estamos vendo.
- Rapazes, desçam daí agora. - Ó que chato.
Se aproxima uma carroça, capitão.
- Quantos são? - Só vejo o condutor.
É Brizzard.
Abram as portas e deixem ele entrar.
Como terá escapado? E a carroça?
Aí vem o primeiro grupo!
Fechem essas portas.
- Estão na carroça. - Atirem!
Agora vai ver.
Tome! Tome!
O segundo grupo, capitão!
Leve essa carroça à entrada e depressa.
Jackson, leve as mulas para à entrada.
Rapazes, venham para dentro!
Saiam daí!
Papai, papai!
Eu odeio você, odeio você, odeio você!
Vamos sair daqui!
Por esta razão renego meu povo.
Em frente!
Acabo de falar com o Clayman para que envie meu despacho ao West Point.
E também a minha demissão.
♪ One hundred years and more have gone ♪
♪ One hundred years and ten ♪
♪ But time can never dim the fame ♪
♪ Of those heroic men
♪ Who never faltered on the trail ♪
♪ Until the West was won
♪ Those men of old in wagons rolled ♪
♪ Rolled west to Oregon
♪ Oregon, Oregon
♪ Oregon
♪ Oregon
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