Afrikaans
Akan
Albanian
Amharic
Arabic
Armenian
Azerbaijani
Basque
Belarusian
Bemba
Bengali
Bihari
Bosnian
Breton
Bulgarian
Cambodian
Catalan
Cebuano
Cherokee
Chichewa
Chinese (Simplified)
Chinese (Traditional)
Corsican
Croatian
Czech
Danish
Esperanto
Estonian
Ewe
Faroese
Filipino
Finnish
French
Frisian
Ga
Galician
Georgian
German
Greek
Guarani
Gujarati
Haitian Creole
Hausa
Hawaiian
Hebrew
Hindi
Hmong
Hungarian
Icelandic
Igbo
Indonesian
Interlingua
Irish
Italian
Japanese
Javanese
Kannada
Kazakh
Kinyarwanda
Kirundi
Kongo
Korean
Krio (Sierra Leone)
Kurdish
Kurdish (Soranî)
Kyrgyz
Laothian
Latin
Latvian
Lingala
Lithuanian
Lozi
Luganda
Luo
Luxembourgish
Macedonian
Malagasy
Malay
Malayalam
Maltese
Maori
Marathi
Mauritian Creole
Moldavian
Mongolian
Myanmar (Burmese)
Montenegrin
Nepali
Nigerian Pidgin
Northern Sotho
Norwegian
Norwegian (Nynorsk)
Occitan
Oriya
Oromo
Pashto
Persian
Polish
Portuguese (Brazil)
Portuguese (Portugal)
Punjabi
Quechua
Romanian
Romansh
Runyakitara
Russian
Samoan
Scots Gaelic
Serbian
Serbo-Croatian
Sesotho
Setswana
Seychellois Creole
Shona
Sindhi
Sinhalese
Slovak
Slovenian
Somali
Spanish
Spanish (Latin American)
Sundanese
Swahili
Swedish
Tajik
Tamil
Tatar
Telugu
Thai
Tigrinya
Tonga
Tshiluba
Tumbuka
Turkish
Turkmen
Twi
Uighur
Ukrainian
Urdu
Uzbek
Vietnamese
Welsh
Wolof
Xhosa
Yiddish
Yoruba
Zulu
Abaixe a arma.
Na verdade, acho que Raquel está ótima. Isso é bom.
Sabe, após uma separação,
pode ser complicado até os dois ficarem bem.
Também fico feliz. Raquel é uma mulher extraordinária.
Sim, claro. Quero o melhor para ela.
Ela, bem, a menina, bem. Todos estamos bem.
-Está calor? Ligo o ar condicionado. -Não.
A temperatura está boa. Sou eu. Sinto-me um pouco...
Um pouco agitado.
Tomou o café do bufê? Não deveriam servir aquilo.
Acho que cometi o erro. Três xícaras. Além disso, tenho um problema.
No cólon. Nada sério. É uma bactéria que...
Bem, que me obriga a evacuar com maior frequência.
É embaraçoso. Não queria ir ao banheiro na cena do crime.
Quer que eu encoste?
Se não se importa. Agradeço.
Nenhum problema. No próximo posto de gasolina.
Seria melhor se parasse agora. Veja, ali.
-Poderíamos parar aqui. -Ali?
Sim, claro. Sem problema.
Obrigado.
Salva?
Salva.
Está tudo bem?
Sim. Muito melhor.
Veja como é essa gente.
Vamos quando quiser.
Suárez! Venha cá um instante.
Pilar.
Ouça, quero que analise o carro de Ángel.
-Já o fizemos. É o procedimento. -Achou algo anormal?
Os dutos do fluido de freio estavam entupidos, mas não é nada.
Como não?
-Poderia ter sido manipulado. -Poderia. Mas em geral não é.
Entupimento de dutos, rompimento de peças...
É o que acontece, quando um carro capota a 170 km/h.
-Sinto muito. -Espere.
Ele disse onde pegou a colher que mandou analisar?
Não.
Preciso voltar ao trabalho.
Suárez, quando Ángel veio a Toledo? Ontem, certo?
Ontem, sim, mas...
É possível que a tenha achado aqui. Que tenha vindo antes de nós.
Não sei. Talvez a tenha pegado no bar da aldeia, ou na farmácia.
Talvez suspeitasse de alguém...
-e queria garantir... -Raquel. Calma.
Não resolverá nada assim. Só Ángel sabe onde pegou a colher.
Ángel e o cara que os ajuda de fora.
O mesmo cara que ouvia nossas chamadas,
que tentou matar Ángel adulterando os freios.
Ela disse que não está comprovado.
Ángel seguia uma pista...
e alguém tentou matá-lo. E voltará a fazê-lo, se ele sair do coma.
O que quer fazer?
Desta vez, nós armaremos uma armadilha.
Estava pensando no que dizia,
sobre querer o melhor para Raquel.
O quê?
Não acredito que seja verdade.
Se fosse, você não estaria...
trepando com a irmã dela.
-Isso não é de sua conta. -Desculpe, mas me interessa, sim.
Quando soube da história, pensei: "O cara deve estar
mesmo apaixonado para se meter em uma confusão dessas". Apaixonar-se
ou trepar...
com a irmã...
de sua mulher.
Mas, quando soube que também estava flertando
com a professora de sua filha...
Professora de sua filha!
Aí, eu entendi. Esse é um desses tipos
que partilha a inteligência com o pinto e os músculos.
Alguém perturbado, que precisa de disfarce social.
O que mais me incomoda é que Raquel teve de ir ao psiquiatra, mas deveria ser você.
Você não vai a um psiquiatra, não vê que é um lixo.
Vá à puta que o pariu.
À puta que me pariu? A mim?
Lixo.
Saia do carro.
Se eu tiver de sair, vou lhe bater tanto, que não ficará em pé.
Saia da porra do carro!
Sabe o que é isto?
Meu remédio.
Dias de vida.
É incrível...
que algo tão valioso esteja guardado em algo tão frágil.
Não é?
Não lhe caiu muito bem ter perdido a eleição, Tóquio.
Deveria empenhar-se mais.
Não vou ficar sentada...
para que venham me matar por uma votação de merda.
Pode ficar, se quiser.
Mas não decide por nós.
Tudo bem. Podem ir em paz.
Sem problema. Vou mantê-los em minhas orações.
Passei dias maravilhosos com todos vocês.
Tóquio, ande logo. Estão vindo.
Berlim...
fale sobre o Plano Chernobyl.
Ou arrebento todo o estoque.
Não.
Pensa mesmo que vai me torturar quebrando frasquinhos de vidro?
Ah, Tóquio.
Tão madura para certas coisas, tão infantil para outras.
Deveria planejar algo mais convincente.
Cortar um de meus membros, por exemplo. Claro, estou tão cheio de opiáceos
-que talvez nem me dê conta. -Denver.
Dê-me o revólver.
Diga que Plano Chernobyl é esse.
Você não tem o que é preciso.
Não tem.
Três...
dois...
um.
O quê? O que quer dizer agora?
Vou lhe mostrar.
Vai se machucar.
Tóquio.
Aí vai a segunda.
Filho da puta!
A quinta.
Que merda fazem aí?
Estamos jogando roleta-russa, Nairóbi!
Volte mais tarde!
Merda, Tóquio!
Ficou maluca, Tóquio? Que porra está fazendo?
Quer que todos vamos à merda por sua culpa?
Vai foder o plano!
Isso é óbvio.
Você, sozinha.
Eu?
Estou fodendo o plano?
Não consegue, não é?
Não consegue parar e pensar um segundo na porra de sua vida.
Cabeça de merda!
Sou cabeça de merda, mas seu plano de buscar seu filho é uma merda!
Que porra está dizendo?
Quando ele a viu pela última vez? Aos três anos? Ele nem se lembra!
-Cale a boca! Cale-se! -Nem se lembra, não vai reconhecer você.
Porque ele já tem mãe. E um pai. Que, para ele, são os verdadeiros.
-Você não sabe porra nenhuma! -O quê?
Você não sabe!
Tudo que sei é que o levou e abandonou para buscar uma porra de comprimido!
Sabe, não estou ouvindo muito bem.
Por que não chega mais perto da porta?
-Ou, melhor, abra e fale, cara a cara! -Falsa de merda!
Falsa! Estou dizendo que perdeu a chance de ser mãe.
Assuma!
Já basta!
Ouça, Tóquio.
Acho que isto está fugindo um pouco ao controle. Não acha?
Não disse "de qualquer modo"?
Pois é isso.
Filho!
Ouça-me!
Saia daí imediatamente!
-Está se metendo em muita merda. -Em muita merda?
E daí? Foi tudo para o espaço!
Esqueça esse negócio de Estocolmo.
Nós nos precipitamos. Aqui ninguém é médico!
Mas, por favor, não estrague tudo.
Saímos?
-Não. -Talvez possamos votar.
Não!
Já votamos.
Ora, vamos fazer isso.
Vamos...
acabe com isso.
Se esse é o meu fim, atire. Vamos, Tóquio!
Sou um doente terminal.
Ninguém cujas esperanças e sonhos serão interrompidos.
Mas, se está apostando em me dar medo, pense.
Depois que arrebentar minha cabeça, será você quem terá medo.
Eu sou o único aqui que conhece o plano.
Você não terá a menor ideia de como sair desta ratoeira!
São vocês...
que estão jogando roleta-russa.
Atire!
Ande logo.
Desculpe, Alberto. Acabei me empolgando.
Peço desculpas.
Alberto!
Está preso por agressão a uma autoridade.
Não se mexa!
Fique aí.
Trouxe um detido. Agressão a uma autoridade.
Tire suas digitais e o prenda.
Sente-se aqui. Já venho.
Descanse em paz.
Helsinque.
Quando estiver pronto.
Descanse em paz, Oslo.
O mais calado do grupo.
E o que teve pior sorte.
A seguinte fui eu.
Eu mereci.
Berlim aproveitou o descanso dos outros para meu castigo.
De maneira clara e irreversível.
Parece um presente de aniversário.
Só falta o laço.
-O que vai fazer? -Deveria controlar seus esforços, Tóquio.
Vai me matar?
Não.
Não vou matar você.
Também não vou torturar você.
Filho da puta! Odeio você!
Deixe-me perguntar. Por que isso tem de ser o fim de algo?
Não poderia ser o princípio...
de uma maravilhosa amizade?
Foi como tudo começou.
Tudo que seria o fim do assalto.
Dos dias de confinamento.
De meu amor por Rio.
Dos sonhos de todos.
De minha liberdade.
Quem é? Não vejo o rosto.
É Oliveira, senhor.
Nós a pegamos, senhor.
Por que diabos entregaram um deles?
Quero todos a 20 metros. Ela pode ter explosivos.
-Ela tem explosivos! Perímetro! -Protocolo antiexplosivos.
Atenção. Pode ser armadilha.
-No chão! -Perímetro! Ela pode ter bomba!
Que tire o macacão.
Tire as botas e o macacão!
Tire as botas e o macacão!
Rápido!
Tire as botas e o macacão! Já!
A camiseta! Levante a camiseta!
Prendam-na.
No chão.
Já no chão!
Mãos para cima.
Mostre as mãos!
Não atirem! Repito, não atirem.
Não a machuquem! Eu a quero viva.
Tóquio.
Tóquio!
Porra!
Os riscos são três. Ser morto, ser ferido,
ser preso. Hoje vamos falar do terceiro. Tóquio.
Alguma ideia do que fazer se for presa?
Um chute no saco?
Devem ter sempre
na cabeça a regra de ouro deste assalto.
Ganhar... tempo.
Ganhar tempo e, efetivamente...
explorar todos os modos possíveis para isso.
Minha barriga!
-Vamos! -Não consigo respirar.
Vocês me machucaram, porra!
Senhor, a detida diz que está com muita dor.
Que não consegue respirar.
Solicito assistência médica.
Está bem. Levem-na ao médico.
Positivo.
Cuidado.
Está doendo.
Está doendo muito.
-Um pouco mais para trás. -Merda!
Mentiu para nós.
Disse "nada de relações pessoais", mas Berlim o chama pelo nome.
Sergio.
Porque esse é seu nome. Não é?
Talvez amanhã vejamos as coisas sob outra...
Não vou ver nada amanhã.
Envolvi-me porque confiava em você.
Você seria nosso anjo da guarda.
E anjos da guarda não mentem.
Eu me chamo Sergio.
Sergio Marquina.
Meu pai foi um assaltante.
Foi morto em um tiroteio
com a polícia, na porta do banco. Foi ele...
quem teve a ideia desse golpe.
Tóquio, de todos que estão nisso, você é a que tem o pavio mais curto.
E haverá um momento em que pensará que está tudo desmoronando.
Que tudo está indo mal.
Que está completamente sozinha.
Mas prometo que isso não acontecerá.
Tudo está planejado.
Além disso, tenho sorte.
É um cara de sorte.
Não falharei com você.
Quero que se lembre sempre disso.
O pior que pode acontecer ao líder é,
primeiro, ser preso por deixar inconsciente o ex-marido da inspetora.
Tire as digitais. Prenda-o.
-Segundo, que a polícia peça sua ID. -Sua ID.
E você só tenha uma falsa.
Terceiro, que tirem suas digitais.
E, pior, que coincidam
com as encontradas no carro que faz parte da investigação.
Ponha suas coisas aqui.
Quarto, que tirem seus pertences.
Sobretudo as chaves do hangar onde instalou a operação,
por onde vão escapar os ladrões. E um frasquinho de veneno...
É um medicamento para doença cardíaca. Chama-se digoxina.
...que usaria para matar a mãe da inspetora, horas atrás.
Venha comigo.
Sente-se aqui até seu depoimento.
...da Casa da Moeda há poucos momentos. Os sequestrados literalmente lançaram
a maca com uma pessoa amordaçada e amarrada,
que foi resgatada pelas forças da Unidade Tática.
Trata-se de Silene Oliveira,
uma sequestradora que está sendo atendida pelos serviços médicos,
dentro do perímetro de segurança.
Tóquio enlouqueceu.
Não aguentou.
E não é fácil...
mas não tive remédio senão entregá-la.
Deem as mãos.
Por favor.
Estamos aqui arriscando a vida.
Não é tão difícil dar as mãos.
Quando surge uma ferida,
as plaquetas se unem para fechá-la.
Se não, o corpo acaba morrendo.
-Produzimos uma, devemos nos unir. -De que porra está falando?
-Rio. -Quem pensa que é? Um pregador?
Líder de uma seita?
-Vão viajar pelo espaço de mãos dadas? -Rio.
-Você precisa se acalmar. -Não. Não vou me acalmar!
Mandou Tóquio para a prisão.
E tem a audácia de me pedir para me acalmar.
É minha namorada. Namorada.
E você fodeu a vida dela.
É seu primeiro amor.
No fim do verão, dá adeus a Suzanne, na Costa Azul. Parece o fim do mundo.
Mas não é.
Cale essa maldita boca, psicopata de merda.
Não faz a menor ideia do que está dizendo, está bem?
Alguém aqui não está louco?
Moscou.
-Acha que isso foi correto? -Filho.
Ela perdeu a cabeça.
Todos vimos.
Nairóbi.
Aqui há regras. Votamos. Ela não aceitou.
Depois, perdeu o juízo.
Denver.
-Vê que isso é uma merda, certo? -Claro, cara.
Mas ela fez roleta-russa com Berlim. O que acha?
-Não aconteceu nada. Porra! -Mas chegou perto assim!
Acorde, rapaz. Abra os olhos.
Tóquio perdeu a cabeça. Não podemos ter uma bomba aqui.
Não posso acreditar.
Estão todos com Berlim.
-Estão todos com um psicopata! -Não. Não estamos com Berlim.
-Estamos do lado do Professor! -Do Professor?
Ele foi preso.
Todos vimos, na TV.
Não vai ligar. Não vai nos esperar no fim do túnel.
Vai dizer que faltam duas horas para a chamada de controle, certo?
Ótimo.
Porque é a última.
O que vão fazer quando ele não ligar?
Não vou ficar aqui para ver.
Reféns saíram.
Tóquio saiu.
Suponho que tanto faz que também me vá, não?
Sabe que não, Rio.
Mas é sua decisão, e respeitamos. Vá.
Pois fiquem.
-Alguém vai fechar a porta principal? -Espere.
Quando sair...
agite isto sobre a cabeça.
Para que vejam que sai em paz.
Há franco-atiradores. Não quero que sofra nada. Vá.
Dê-me um abraço.
Quero que passe bem.
Quero que nunca deixe de acreditar no amor. É maravilhoso.
Confie. Confie.
Precisa esvaziar a mente para pensar com clareza.
Confie.
Confie. Entregue-se.
Entregue-se. Isso.
Isso.
Descanse e ficará bem.
Matar Berlim.
Matar Berlim.
Matar Berlim.
Matar Berlim.
Matar Berlim.
Era a única coisa que eu tinha na cabeça.
Mas não havia como. Por mais que pensasse,
não achava modo de destruir a vida de Berlim
sem prejudicar Rio, também.
Poderia dizer como planejávamos sair,
onde estava o hangar. Mas qualquer vingança atingiria Rio.
Meu pequeno Rio.
Porra!
Filho da puta. Porra!
Vejam quem está aqui. Sr. Prieto.
Srta. Tóquio?
Costuma interrogar as mulheres de calcinha?
Por que a entregaram?
Bem...
-Coisas que acontecem. -Por que a amarraram à maca?
Eu discordei da pessoa encarregada.
Eu o torturei. Parece que ele não gostou muito.
Certo.
Quero que saiba que seu dinheiro
continua garantido. Como a achei na primeira vez,
eu a acharei quando sair, e será seu.
Estou dizendo que o plano continua. Porque, na pior das hipóteses...
você terá seu dinheiro após alguns anos. E, no melhor...
tentarei tirá-los da cadeia, quando tudo esteja mais calmo.
Que o plano continua quer dizer...
não falar com a polícia, não falar com o juiz..
-não falar com os presos. Certo? -Certo.
Prefiro morder minha língua, mastigar e engolir
a delatar alguém.
Bem, é um método eficaz. Um tanto rude,
mas eficaz. Mas queria lhes propor algo um pouco mais...
mais sutil. Vejam, um interrogatório é um jogo de perícia.
Como empinar pipa, que pode cair a qualquer instante.
Com a mão direita...
vão soltando...
a linha...
da verdade.
Quantos são vocês, exatamente, lá?
Oito.
Os mesmos oito que planejaram tudo em Toledo.
Quanto tempo empregaram para preparar o golpe em Toledo?
Cinco meses.
Quando a pipa subir, quando acreditarem que dizem a verdade,
quando tiverem certeza que podem tirar algo de vocês,
puxem a linha com a mão esquerda,
fazendo parar a pipa.
E entretenham-nos.
Está usando cueca, coronel?
Sempre achei que militares gostam de deixar pendurado.
-Estou errada? -"Pendurado."
Alguém pode explicar por que essa mulher está assim?
Desculpe o tratamento.
Fico feliz de voltar a vê-la, Srta. Tóquio.
Desta vez, vamos ser práticas. Eu pergunto, a senhorita responde.
Quem é o Professor?
Legendas: Marcia V. A. Torres
Can't find what you're looking for?
Get subtitles in any language from opensubtitles.com, and translate them here.