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A Área 51 fica lá.
Nossa!
É a instalação militar mais infame dos EUA.
Durante décadas, testemunhas naquela área
avistaram naves incomuns pairando sobre a base.
O lugar onde há rumores de que experimentos ultrassecretos
envolvendo tecnologia alienígena estejam acontecendo.
Existe tecnologia extraterrestre na Área 51.
Mas a Área 51 ainda é viável,
agora que o segredo foi revelado?
A expansão subterrânea estende-se de Nevada até Utah.
Ou existem outros lugares ainda mais secretos,
onde o futuro extraterrestre da humanidade
está sendo preparado?
Onde ficam as Áreas 52, 53 e 54?
QUEM ERAM?
POR QUE VIERAM?
QUE PISTAS DEIXARAM?
PARA ONDE FORAM?
IRÃO RETORNAR?
ALIENÍGENAS DO PASSADO
ÁREA 52
Langley, Virginia.
15 de agosto de 2013.
Depois de décadas de sigilo, negações e encobrimentos,
a CIA torna públicos documentos que reconhecem a existência
de um centro de investigação militar ultrassecreto
conhecido como Área 51.
Foi um anúncio histórico.
Finalmente, todos os anos de rumores
que as comunidades ufológicas e de teorias da conspiração
alegavam ser verdade tinham sido validados.
O governo federal foi forçado a reconhecer
a existência da base na Área 51
por causa de um pedido pela Lei de Liberdade de Informação.
Demorou mais de uma década para responderem,
mas, no final, tiveram que admitir o que todo mundo já sabia,
que a Área 51 existia.
Desde 1955,
essa base ultrassecreta,
localizada no remoto deserto do sul de Nevada,
tem sido considerada o epicentro
dos projetos militares mais sigilosos,
do avião espião U-2
ao caça stealth F-117.
Mas muitos acreditam que nos recantos mais escuros da Área 51
se esconde um segredo ainda maior...
um que oculta a prova definitiva de contato extraterrestre.
Enquanto a admissão de que a Área 51 existia foi importante,
isso não foi longe o suficiente para muitas pessoas
que estavam esperando que o governo fosse confirmar
que todos os rumores sobre OVNIs acidentados
e tecnologia alienígena recuperada eram verdadeiros.
Mas o governo não disse nada sobre isso.
Eles só nos deram a quantidade mínima exata
da informação que foi solicitada.
Eles não nos deram mais informações.
E parecem que ainda estão encobrindo
o que exatamente acontece na Área 51.
Ao longo dos anos,
tem havido uma série de alegações de pessoas
que estiveram associadas com a Área 51
e que falaram com jornalistas ou delatores,
em que afirmaram, bem explicitamente,
que existe tecnologia extraterrestre na Área 51.
A teoria era que tinham contratado especialistas em propulsão,
engenheiros e físicos para fazerem a engenharia reversa
de tecnologia de propulsão alienígena,
que era muito mais avançada que a nossa,
e que faziam isso na Área 51.
Também há rumores de que há naves alienígenas na base
que foram testadas e voaram...
da Área 51.
É possível que os cientistas da Área 51
conseguiram não apenas estudar,
mas obtiveram êxito na engenharia reversa
de uma nave extraterrestre?
Por 30 anos, as pessoas têm ido ao perímetro
com binóculos e telescópios,
e veem objetos brilhantes fazendo movimentos angulares,
ou movimentos de ziguezague,
e de maneiras que parecem estar bem além
de qualquer coisa que já vimos,
e tecnologia de propulsão que não é facilmente identificável.
Mas se a Área 51 é o lugar onde o governo dos EUA
está realizando sua pesquisa militar mais secreta,
e, possivelmente, escondendo décadas de evidências
sobre o contato com alienígenas,
o quão secreta é agora?
Se todos já sabem que ela existe,
e que tipo de trabalho é feito lá,
a Área 51 teria sobrevivido ao seu propósito
como um ativo militar estratégico?
Em busca de respostas,
o teórico dos antigos astronautas Giorgio Tsoukalos
viajou para Henderson, Nevada.
- Olá. - Oi. Como vai?
Ele marcou um encontro com TD Barnes,
um ex-engenheiro elétrico
que trabalhou em projetos militares secretos na Área 51
por mais de quatro décadas.
Deixe-me mostrar isso. Eu levei minha esposa...
em 2009, quando ela soube pela primeira vez
onde eu trabalhava e o que eu fazia.
- Apenas em 2009. - Sim, 2009.
E quando começou seu trabalho lá?
Comecei em 1960.
Por quase 50 anos você escondeu um segredo da sua esposa.
Ela não tinha ideia.
E no que você trabalhava?
Eu era do setor de radares. Eletrônica.
A maior parte era soviético.
Certo.
Vamos dizer hipoteticamente
que um OVNI cai e você se apossa dele.
Conseguiríamos fazer a engenharia reversa dessa tecnologia?
Acho que conseguiríamos.
Mesmo nos anos 1980...
tínhamos o que chamávamos de ''Hastes de Deus'',
que colocamos no espaço, em órbita.
E não passavam de hastes...
que poderia liberar...
e a velocidade que alcançavam...
ao reentrarem a atmosfera da Terra...
eram projetadas para penetrarem bunkers e coisas assim.
Nossa!
Quer dizer, para todos os efeitos,
era um programa espacial secreto.
Acha que esse programa espacial secreto
ainda existe hoje?
Muito maior. Tenho certeza. Muito maior.
Pense que aquilo que desenvolvemos naquela época...
eles conseguiram implementar mais tarde...
e deram um salto na tecnologia.
Certo.
Enquanto trabalhava lá,
você viu alguma coisa estranha no céu?
Com toda a certeza.
Aviões que ninguém mais tinha visto.
Eles não tinham asas.
Eram banheiras voadoras.
Aquelas coisas pareciam discos voadores.
Nossa!
Na sua opinião, quando lê as histórias
sobre certas empresas tentando desenvolver velocidade de dobra,
ou até mesmo um sistema de propulsão por antimatéria,
isso é algo realmente viável?
Acredite em mim. Estamos tentando de tudo.
Todos os tipos de novos materiais para propulsão.
Antigravidade.
Estamos avançando exponencialmente...
em campos que podemos apenas imaginar.
Que impressionante.
Mas se, como TD Barnes sugere,
os militares obtiveram êxito em fazer a engenharia reversa
das tecnologias de antigravidade dos discos voadores na Área 51,
no que estão trabalhando agora?
E se a finalidade ainda é operar
como o laboratório mais sigiloso do governo,
por que admitiriam a existência da Área 51?
Especialmente após décadas de silêncio?
Uma possibilidade quanto ao anúncio público
de que a Área 51 existe,
é que mudaram as operações para outro lugar.
Em outras palavras,
a CIA, o governo, só decidiu revelar a respeito
porque os segredos foram realocados para outro lugar.
Então, de certo modo,
talvez a pergunta não devesse ser o que acontece na Área 51,
mas o que acontece nas Áreas 52, 53 e 54?
Área 52?
53?
E 54?
Poderiam realmente existir outros locais ainda mais secretos,
onde o governo continua a estudar e replicar
tecnologia extraterrestre?
Ter um único local onde todos realizam a pesquisa
não é uma boa ideia,
porque seria difícil esconder do público em geral.
Então, a ideia de que haveria apenas uma Área 51,
onde fazem a engenharia reversa de espaçonaves alienígenas,
hoje, parece um conceito um tanto obsoleto.
Se eu fosse fazer isso,
espalharia partes da tecnologia por todo o país.
É possível que a razão dos oficiais do governo
terem revelado a existência da Área 51
é porque querem usá-la como chamariz?
Um que distancia o foco de possíveis operações maiores
em vários locais por todos os Estados Unidos?
O fato de, finalmente, terem admitido que a Área 51 existe,
a meu ver, não passa de uma cortina de fumaça.
Há muita atividade ocorrendo em enormes instalações subterrâneas.
Pode pegar tudo o que tem de melhor
e que não quer que alguém veja,
e simplesmente levar para outro lugar em um piscar de olhos.
Enquanto o público mantém o foco
no que está ou não acontecendo na Área 51,
o governo poderia estar escondendo sua
pesquisa da tecnologia extraterrestre
em outros locais estratégicos por todo o país?
Talvez a resposta pode ser encontrada
investigando relatos de uma extensa operação de tunelamento
em andamento no deserto de Nevada.
Rachel, Nevada.
17 março de 2018.
No perímetro da Área 51,
Giorgio Tsoukalos se reúne com o pesquisador Wolf McCarron
e o especialista em mineração Christian Gronau.
Eles estão aqui para investigar rumores
de uma suposta rede de túneis que existe abaixo da Área 51.
- Que impressionante. - Não é?
Wolf e Christian acreditam que este local,
a Mina Tempiute,
é uma dentre várias antigas minas de Nevada
que têm sido utilizadas para expandir as operações na Área 51,
nos subterrâneos.
Minero cerca de 160 km ao norte da Área 51, aqui,
e minero lá desde 1992.
Também tenho uma mina em Goldfield.
Sou um mineiro ávido que pesquiso essas coisas.
Então, o que pode nos dizer sobre a Área 51?
Bem, a Área 51, como a veem nas imagens do Google,
é como ela era nos anos 50, 60 e 70.
Desde então, eles expandiram para o subsolo.
Tudo o que fazem é subterrâneo.
Com quais evidências você se deparou, como mineiro,
que corroboraria sua ideia?
As pessoas questionam:
''Bem, se estão indo para os subterrâneos,
para onde está indo toda a terra?''
Bem, está indo para as minas próximas,
e a estão colocando em enormes montanhas,
e as estão lixiviando.
E quando lixiviam uma enorme montanha,
ela é reduzida a nada.
Para quem não é do ramo, o que significa lixiviação?
Eles empilham o minério até formar uma grande montanha,
com dezenas de metros de altura,
então inserem mangueiras, por exemplo, a cada meio metro,
e lixiviam com mercúrio e cianeto.
Isso faz pedregulhos deste tamanho
serem reduzidos a nada.
Sério?
Sim.
O governo está usando lixiviação dentro da Mina Tempiute
para ocultar as enormes quantidades de terra
sendo removidas nas suas operações de escavação?
Mas se for assim, como o governo é capaz de conduzir
uma operação tão massiva
sem levantar suspeita dos mineiros locais?
As minas daqui têm ouro, prata e chumbo.
Então, qualquer mina ficaria feliz em aceitar o minério.
É como um dinheiro de cala-boca.
Eu testemunhei esse silenciamento e lidei com ele.
Silenciar o quê?
Silenciar sobre a base e os túneis da Área 51.
Certo.
Isso quase explica a razão para as pessoas irem ao subsolo,
é para que seus experimentos não sofram interferência,
ou pouca interferência.
Exatamente. Isso mesmo.
As Forças Armadas dos EUA
têm expandido suas operações na Área 51 não para fora,
mas para baixo,
a fim de manter seu trabalho sigiloso
ainda mais secreto do que antes?
Acredito, com base em muita pesquisa séria,
que muito provavelmente existe uma grande...
diria vasta...
rede de bases e túneis subterrâneos interligados.
Eles originalmente começaram a fazer isso
apenas para se protegerem contra um ataque atômico...
que poderia ter acontecido por parte da União Soviética.
E é preciso proteger instalações subterrâneas.
Bem, começaram com isso e não pararam mais.
Há aqueles que acreditam
que as operações subterrâneas sendo realizadas na Área 51
são apenas a ponta de um enorme iceberg.
Seria apenas uma das muitas instalações secretas do governo,
cada uma ligada a outra por uma vasta rede
de trens subterrâneos de alta velocidade?
Dizem que existe um sistema de trens subterrâneos
em torno de Cheyenne Mountain,
em Colorado Springs.
Essa montanha foi escavada pelos militares americanos.
É o comando central da NORAD.
Parte de Cheyenne Mountain, em Colorado Springs,
até Dulce, Novo México,
onde dizem ter uma base subterrânea extraterrestre.
Então segue para Los Alamos, no Novo México,
depois para Albuquerque, então Roswell,
chegando na Área 51, em Nevada.
Todas essas bases militares estão interligadas
por um sistema secreto de trens subterrâneos.
As pessoas que olham para a Área 51...
não olham para Dulce.
Dulce, no Novo México, fica na Reserva Apache Jicarilla.
É uma entidade independente.
Faz parte da Nação Apache.
Em outras palavras, não pode simplesmente ir lá.
Existe um pico ao norte da cidade de Dulce
chamado Archuleta Peak.
E moradores de Dulce afirmam ter visto...
OVNIs entrando e saindo daquela montanha.
O governo dos EUA diz que não há nada há,
que não têm nenhuma base militar lá,
que não existe uma rede subterrânea de trens.
E, no entanto, as pessoas que vivem lá
dizem que há algo acontecendo.
Então, assim como Área 51, sobre a qual o governo dizia
''não há nada acontecendo lá'',
mas os pesquisadores, por décadas,
sabiam e investigavam coisas que aconteciam lá.
Assim, talvez em Dulce, um dia, eles vão admitir...
''Sim, algo acontecia lá.''
Existe realmente uma vasta rede
de laboratórios ultrassecretos do governo,
cada um realizando experimentos usando tecnologia extraterrestre?
Para os teóricos dos antigos astronautas,
a resposta é um sonoro ''sim''.
E eles oferecem, como prova adicional,
não uma localizada em uma instalação no Sudoeste dos EUA,
mas uma muito mais distante para o leste...
uma base militar que alegam estar trabalhando diretamente
com extraterrestres durante décadas
e operando muito próximo ao local
onde a humanidade obteve seu primeiro êxito
para alcançar o céu.
Dayton, Ohio.
Aqui, nas mesmas planícies onde Wilbur e Orville Wright
levantaram a humanidade para a era do voo,
fica a Base Aérea de Wright Patterson,
uma das maiores e mais bem financiadas bases
das Forças Armadas dos EUA.
É lá que realizam um dos mais importante estudos militares
de engenharia reversa de tecnologia e entidades biológicas
de qualquer lugar que temos.
Para os teóricos dos antigos astronautas,
Wright-Patterson, ou Wright-Patt,
como é mais comumente chamada,
tem sido um polo de investigação e experimentação extraterrestre
ao longo de décadas.
Alguns até a consideram de maior importância estratégica
que a Área 51.
Os rumores e histórias sobre alienígenas em Wright-Patt
têm sido bem difundidos durante muito tempo.
E também houve alegações de que veículos aéreos desconhecidos,
ou que OVNIs estão sendo armazenados no subsolo.
Em 14 de junho de 1947,
um objeto não identificado supostamente caiu
em uma fazenda nos arredores da cidade de Roswell, Novo México.
Segundo testemunhas,
o objeto se parecia com um disco voador,
e os corpos resgatados dos destroços
não pareciam deste planeta.
Dentro de dias, o chamado incidente de Roswell
capturou a imaginação de milhões de pessoas em todo o mundo.
Porém, assim como o evento
deu início ao interesse dos Estados Unidos em OVNIs,
ele também inaugurou a era de acobertamentos do governo.
A Base de Roswell emitiu um comunicado de imprensa,
e, então, algumas horas depois, tudo foi negado.
''Desculpe, gente, foi apenas um balão meteorológico.
Nossos principais agentes da Inteligência
não sabiam o que estavam vendo.''
E temos evidência de um memorando do FBI
que fez tal declaração,
que o que foi recuperado
estava sendo levado para o Campo Wright para análise.
Bem, você não levará pedaços de um balão
para análise no Campo Wright.
Isso não vai acontecer.
Precisa lembrar que em 1947,
quando o acidente de Roswell aconteceu,
não havia Área 51 em Nevada.
E, na verdade, a sede importante da Força Aérea
para estudar esses artefatos acidentados
e, possivelmente, corpos alienígenas,
era a Base Aérea de Wright-Patterson,
em Dayton, Ohio.
A razão para os destroços
terem sido enviados para a Base Aérea de Wright-Patterson
é porque, naquela época, ela era o centro da
Divisão de Tecnologia Estrangeira da Força Aérea,
ou seja, a divisão que estudava aeronaves estrangeiras,
tecnologias estrangeiras de todos os tipos,
e, certamente, tecnologia alienígena,
espaçonaves alienígenas acidentadas.
E relatos de avistamentos de espaçonaves alienígenas
seriam enviados para lá, para serem estudados pela
Divisão de Tecnologia Estrangeira.
É possível que a Base Aérea de Wright-Patterson
ainda esteja abrigando os destroços do objeto
recuperado do deserto do Novo México há mais de 70 anos?
E se for assim, poderia haver evidências
que os esforços para recriar o chamado disco voador
foram bem-sucedidos?
Mesmo agora, nos últimos anos,
têm havido importantes avistamentos de OVNIs
nos arredores de Dayton.
E testemunhas nessa área estão olhando para a
Base Aérea de Wright-Patterson
e, mesmo em plena luz do dia,
vendo naves incomuns pairando sobre a base.
Essa é uma possibilidade real sustentada pelo fato de que
nenhum jato é liberado quando esses OVNIs aparecem.
É quase como se soubessem o que são.
Talvez seja porque se trata de uma das nossas
naves de engenharia reversa.
Mas mesmo se os OVNIs recentemente avistadas nos céus
acima de Wright-Patterson são de criação humana,
isso não seria considerado prova de que
o OVNI que caiu perto de Roswell foi, de fato,
submetido a engenharia reversa?
Teóricos dos antigos astronautas dizem que sim,
e para sustentar sua alegação,
eles apontam para outras duas investigações ufológicas sigilosas
que aconteceram em Wright-Patterson:
o Projeto Sign
e o Projeto Blue Book.
A Base Aérea de Wright-Patterson
era o centro para o Projeto Sign e o Projeto Blue Book.
Ambos os projetos tinham uma tarefa essencial:
o estudo e a categorização de relatos
de objetos voadores não identificados.
O Projeto Sign foi criado
após a onda de avistamentos de discos voadores
nos Estados Unidos em 1947,
e logo após a queda em Roswell.
O Projeto Sign pesquisou e investigou o fenômeno,
registrando relatos, não apenas do público,
mas dos militares, dos pilotos que avistavam coisas,
dos operadores de radar que rastreavam esses objetos.
Era o programa oficial de estudo ufológico do governo dos EUA.
A Força Aérea investigou OVNIs durante 22 anos,
com o centro na Divisão de Tecnologia Estrangeira,
e o Blue Book sendo a investigação mais famosa
e que durou mais tempo.
Eles saiam procurando por tecnologia estrangeira,
incluindo destroços de quedas.
E eles tinham acesso a todas as especialidades técnicas na base.
Em 1969, depois de compilar e estudar
mais de 12 mil avistamentos de OVNIs,
o Projeto Blue Book foi encerrado.
A maioria dos avistamentos foi categorizado
como aviões espiões de grande altitude,
ou fenômenos aéreos naturais...
embora ainda existam cerca de 700 casos não identificados.
Mas enquanto a Força Aérea dos EUA insista até hoje
que evidência verossímil de visita extraterrestre jamais existiu,
muitos ex-funcionários da Base Aérea de Wright-Patterson,
como Ray Szymanski,
vieram a público com uma história bem diferente.
Comecei a trabalhar em Wright-Patterson
em janeiro de 1973,
e eu tinha 38 anos e 9 meses de serviço
quando me aposentei.
Passei quase toda minha carreira
no Laboratório de Pesquisa da Força Aérea,
onde fazia pesquisa avançada e desenvolvimento.
No primeiro dia de trabalho lá, eu tive um mentor.
Seu nome era Corvette Al.
Ele era o equivalente de um alto oficial,
um general ou almirante,
e ele disse: ''Vamos até o hangar.''
E quando entramos no hangar, ele se virou para mim e disse:
''Já ouviu falar sobre os nossos alienígenas?''
Eu disse: ''O quê?''
Ele disse: ''Sim, temos alienígenas aqui na base.''
Eu disse: ''Sério?''
Então, ele disse: ''Bem, sim, houve um acidente no oeste,
e trouxeram os alienígenas e sua máquina.''
Ele usou a palavra ''máquina''.
Trouxeram aqui para Wright-Patterson para avaliação
e possível exploração.
O Hangar 18 era um local misterioso do Campo Wright
para onde uma testemunha foi levada,
o tenente-coronel Marion Magruder.
Ele era um piloto de caça na Marinha dos Estados Unidos
que viu a tecnologia alienígena,
e pior ainda...
ele viu o alienígena vivo.
Parecia humano.
Sua cabeça era maior que a dos seres humanos.
Seus braços eram muito mais compridos,
e se movia assim, em um movimento ondulado.
O humanoide se comunicava com Magruder telepaticamente,
e o Exército e a Força Aérea,
bem como os ramos mais altos do Pentágono,
estavam simplesmente fascinados pelo fato de que
existiam criaturas que podiam se comunicar sem usar palavras.
Assim começou uma série de experimentos em psicocinese,
projeção psíquica, projeção de pensamento.
Se o relato de Magruder for verdade,
e os militares dos EUA mantinham alienígenas vivos
para estudo científico,
onde essas experiências ocorreram?
Foi em Wright-Patterson?
Área 51?
Ou foram realizadas em outra instalação?
E, em caso afirmativo, onde?
E elas ainda estão acontecendo hoje?
Long Island, Nova York.
Aqui, na extremidade leste da ilha,
fica tudo o que resta da Estação da Força Aérea de Montauk.
Originalmente criada como uma base naval em 1917,
devido à sua localização estratégica defensiva,
a instalação de Montauk protegeu a Costa Leste
de submarinos e bombardeiros por várias décadas,
antes de ser desativada em 1981.
Mas segundo declarações de vários delatores,
um laboratório secreto, escondido embaixo da base,
ainda pode estar em funcionamento.
Acho que é a cobertura perfeita.
Existe um tipo de operação de fachada,
uma Estação da Força Aérea onde nada acontece...
mas debaixo da terra ocorre um experimento elaborado,
uma base subterrânea multinível.
Cada um desses homens que deram seus relatos,
eles não disseram que entravam na base pela superfície.
Eles entravam no Laboratório Nacional de Brookhaven
e viajavam por um trem subterrâneo até Montauk.
Então, as pessoas trabalhando acima do solo
não sabem o que acontece embaixo da terra.
Para os teóricos dos antigos astronautas,
Montauk, assim como a Área 51 e Wright-Patterson,
permanece notório como um dos lugares
onde os militares americanos realizam inúmeras experiências,
muitas vezes com a ajuda de tecnologia de outro mundo.
Há alguns que acreditam que tais experimentos
até mesmo envolviam cobaias humanas
como parte de um programa de pesquisa altamente controverso
conhecido como Projeto Montauk.
Algumas das histórias sobre o que estava acontecendo
no Projeto Montauk combinam com algo
que temos certeza ser real,
porque foram revelados documentos sobre isso,
que seria o MK-ULTRA.
MK-ULTRA foi um programa executado pela CIA
e pelo Exército dos EUA,
que, literalmente, tentou dominar a técnica do controle mental.
Mas há rumores de que havia outras
técnicas mais exóticas que as pessoas empregavam em Montauk:
influência remota, por exemplo,
sendo a ideia que você pode usar o poder da sua mente
para influenciar o comportamento de outra pessoa.
Claramente, haveria grande valor militar em tais técnicas,
e, naturalmente, era exatamente por isso que as empregavam.
Eram ações muito além do raciocínio normal da mente militar.
Não estavam fazendo armas e munições melhores,
aviões mais eficientes.
Era muito acima disso.
O programa empregava diferentes técnicas
para tentar controlar o pensamento humano.
Controle mental?
Manipulação remota do pensamento?
Se os militares americanos realmente acreditavam
que poder tão incrível era possível,
eles obtiveram a ideia de extraterrestres?
Talvez até mesmo da tecnologia alegadamente recuperada
depois da queda em Roswell?
A principal pergunta sobre Montauk sempre foi:
eles estavam operando com as tecnologias que tinham,
porque foram dadas para nosso governo por não-humanos,
legitimamente, a partir de algum tipo de colaboração ou troca,
para que pudéssemos fazer experimentos?
Em Montauk, existia algo chamado Cadeira Montauk.
Existiam certos fios,
ou algum tipo de tecnologia extraterrestre associada à cadeira,
e que, combinadas com as
capacidades psíquicas inatas de uma pessoa,
permitiria que transformasse a realidade
de uma forma ou de outra.
A cobaia se sentaria na cadeira,
e a cadeira era para manifestar o pensamento na realidade física.
O processo incluía telecinese e visualização remota.
Um dos experimentos que usaram no início foi manifestar,
digamos, um copo ou uma bola,
algo simples, um objeto inanimado.
O que a cobaia pensasse,
se manifestaria na realidade física.
Por fim, isso evoluiu para habilidades psíquicas aumentadas.
Alegavam que podiam se teleportar de um lugar para outro.
Segundo muitos pesquisadores
e teóricos dos antigos astronautas,
relatos da chamada Cadeira Montauk,
e sua relação com controle mental,
são estranhamente semelhantes aos relatos de uma cadeira
que remonta aos dias dos faraós:
o Trono de Ptah.
Ptah era um dos deuses mais intrigantes do Antigo Egito.
Ele foi o deus antes de todos os outros deuses.
Ele criou a Terra.
Ele criou a humanidade.
Ao contrário dos outros deuses,
Ptah criou mundo com seu pensamento.
Ele pensou, o sentiu, então o criou.
Ptah é retratado sentado em um trono.
E acredita-se que o trono é o ponto central
a partir do qual seu pensamento é capaz de manifestar a criação.
O fascinante sobre essas cenas
é que o trono é emplumado.
É emplumado porque ele voa.
É conhecido como seu trono da ascensão.
Quando comparamos as descrições da Cadeira Montauk
com o trono da ascensão de Ptah, surge a pergunta:
os militares americanos estavam envolvidos
na engenharia reversa de tecnologia extraterrestre
que foi utilizada há milhares de anos no Antigo Egito?
Poderiam as lendas sobre um deus egípcio e seu trono voador...
e o relato de uma cadeira de controle do pensamento
na base militar de Montauk realmente terem relação?
Teóricos dos antigos astronautas dizem que sim,
e sugerem que não apenas o governo dos EUA vem trabalhando
para adquirir e aprimorar tecnologia alienígena durante décadas,
mas que as operações em Montauk ainda estão em andamento.
Várias pessoas alegaram
que fizeram parte desses experimentos em Montauk.
Elas lembram de se sentarem em uma cadeira especial.
E pessoas dizem que mesmo hoje
ainda há atividade nas seções subterrâneas
da base de Montauk.
A aparentemente abandonada base militar no leste de Long Island
ainda está operando secretamente?
E se for assim, Montauk faz parte de uma vasta rede
de laboratórios e fábricas do governo
onde a tecnologia extraterrestre está sendo manipulada?
Teóricos dos antigos astronautas insistem
que noção tão incrível é verdade,
e apontam para outra instalação fortemente vigiada
como prova de que a tecnologia alienígena não só está sendo testada,
mas que já está sendo usada.
Washington, D.C.
16 dezembro de 2017.
Após uma década de especulação dentro da comunidade ufológica,
oficiais do Pentágono confirmam a existência
de um projeto de pesquisa ufológica altamente secreto conhecido como
Programa Avançado de Identificação de Ameaças Aeroespaciais,
ou AATIP.
O projeto foi financiado pelo Congresso em 2007
com a ajuda do senador Harry Reid, de Nevada.
O que diferente sobre o programa AATIP é o fato
de que envolveu uma empresa privada, a Bigelow Aerospace.
Isso nunca foi feito antes.
Anteriormente, o governo sempre manteve
todas as suas informações sobre extraterrestres e OVNIs,
todos os seus relatórios, completamente separados.
Portanto, isso o torna bem único e bastante diferente
dos projetos Sign e Blue Book.
O Pentágono operou o programa oficialmente
de 2007 até 2012,
embora existam muitas razões para acreditar que o programa
não só continuou,
mas que vários programas desse tipo continuaram.
Mas por que o governo dos EUA
permitiria que uma pesquisa tão sensível
ocorresse fora de suas instalações militares protegidas?
De acordo com os teóricos dos antigos astronautas,
a resposta é óbvia demais.
Ao longo dos anos, o governo percebeu:
se pegar projetos em desenvolvimento
e os tirar de dentro do Pentágono,
e os levar para a indústria, adivinha o que vai evitar?
Liberdade de informação.
Dentro do governo,
os militares, o Departamento de Defesa,
os cientistas e os engenheiros lá
estão sujeitos à Lei de Liberdade de Informação.
As pessoas podem fazer uma petição pela
Lei de Liberdade de Informação
e solicitar informações sobre qualquer programa do governo.
Bem, as empresas privadas não são suscetíveis a isso.
Elas não precisam aderir à Lei de Liberdade de Informação.
Assim, as grandes empresas de defesa aeroespacial, por exemplo,
podem fazer sua própria investigação nas suas próprias instalações privadas,
e elas jamais precisam dizer nada sobre isso se não quiserem.
E quando vê as isenções da Lei de Liberdade de Informação,
a quarta isenção cobre segredos comerciais,
informações que pertencem ao setor privado.
Então, quando o governo destinou parte de seus programas ufológicos
para a Bigelow Aerospace, o que faziam, de modo inteligente,
era manter o escrutínio muito mais difícil.
E sabemos por Luis Elizondo,
o gerente do programa AATIP,
que eles recebiam vários casos chocantes sobre OVNIs
relacionados às Forças Armadas dos EUA.
As palavras que ele usou foram...
''além da tecnologia de próxima geração''.
Olha aquela coisa, cara.
Olha aquela coisa!
Está girando.
De acordo com fontes dentro do programa AATIP,
o governo recolhe materiais secretamente,
muitas vezes chamados de ''metamateriais'',
de locais de quedas de naves extraterrestres
e, em seguida, os repassa para ser feita a engenharia reversa
por terceirizados aprovados, como a Bigelow Aerospace.
Metamateriais são materiais que foram combinados de tal maneira
que suas razões isotópicas não são encontradas no Planeta Terra.
Eu trabalhei com alguns desses artefatos.
Eu os submeti a vários testes.
Não havia nada de incomum sobre os materiais de que foram feitos,
mas eles foram estruturados de tal forma
que requer manufatura especial para deixá-los em sua configuração.
E também, a parte interessante era que,
quando os submetia a campos elétricos muito elevados,
eles tendiam a exibir propriedades de propulsão,
o que significa que se moviam em várias direções,
às vezes em direção ao campo, outras vezes para longe do campo,
algo atípico para o padrão de coisas eletrostáticas
que eu já tinha visto antes.
Os metamateriais alteram suas frequências eletromagnéticas,
ou o espectro visual.
Eles podem curvar a luz se projetados de tal forma.
Podem alterar as propriedades acústicas.
A imaginação é o limite.
Podem realmente fazer quase qualquer coisa.
O uso crescente do governo
de agências externas e terceirizados
visa barrar os ufólogos e os teóricos dos antigos astronautas?
E se for assim, isso significa que os infames locais ultrassecretos,
como a Área 51 e sua suposta rede subterrânea
de laboratórios secretos e instalações militares,
em breve serão obsoletos?
Teóricos dos antigos astronautas dizem que não,
e eles insistem que, independentemente de tudo,
agora há mais locais do governo
envolvidos na pesquisa extraterrestre do que nunca,
e que essa pesquisa não está mais sendo confinada
a áreas dentro dos Estados Unidos,
ou mesmo do Planeta Terra.
26 de maio de 2015.
A Força Aérea dos EUA anuncia que a SpaceX,
uma empresa aeroespacial administrada pelo
CEO bilionário Elon Musk,
agora é elegível a participar no lançamento de satélites militares.
O anúncio leva muitos a especular
se a SpaceX pode ser contratada no futuro para
projetos espaciais militares adicionais, e talvez até mais secretos.
Em 2015, a SpaceX,
que é uma empresa privada, evidentemente,
foi certificada pelo governo dos EUA
para lançamentos ao espaço em prol da Segurança Nacional.
Isso significa que agora há outra empresa privada autorizada
a colocar cargas úteis secretas em órbita.
Isso quer dizer que toda a sua operação
agora está sob os parâmetros escuros da Segurança Nacional.
É possível que os empreendimentos privados,
como a SpaceX, a Bigelow Aerospace
e vários outros,
chegarão a uma forma de tornar economicamente viável
a colonização de Marte.
Durante décadas,
desde que os primeiros satélites da Terra
e sondas começaram a enviar de volta dados
sobre o chamado Planeta Vermelho,
Marte tem sido o foco de intenso escrutínio pelos
teóricos dos antigos astronautas.
Eles citam imagens de estruturas,
entalhes e outras estranhas anomalias
como evidência de que Marte foi, e ainda pode ser,
um centro de atividade extraterrestre.
É possível que o governo dos EUA,
juntamente com outras nações,
tenham prova de que noção tão audaciosa seja verdade?
E esta pode ser a razão
para que as missões tripuladas a Marte estejam sendo realizadas
não pelos governos com financiamento público,
mas por uma série de empresas de financiamento privado,
com seus próprios objetivos aparentemente díspares?
Estou muito familiarizado com essa técnica,
e é uma das maneiras de se proteger
informações sigilosas e grandes segredos.
Você pode ter um projeto altamente secreto,
mas, efetivamente, dividi-lo em pequenas partes.
Todos trabalham em uma parte dele.
Ninguém, necessariamente, sabe o que a pessoa ao lado faz,
e pouquíssimas pessoas sabem todos os detalhes.
É um mundo no qual atuei
em meus 21 anos no Ministério da Defesa.
É até mesmo possível que alguém esteja trabalhando
em tecnologia extraterrestre e nem saber disso.
Estamos à beira de uma realidade totalmente nova,
com uma tecnologia super-avançada,
que nos permitirá colonizar a Lua, Marte...
e viajar ao espaço profundo.
Esse é um novo capítulo para a humanidade,
que começou em 1947, com a queda em Roswell,
após a qual os militares americanos começaram a nos preparar
para uma vida em que viveremos com extraterrestres,
na Terra e no espaço.
Os esforços do governo dos EUA para examinar
e utilizar extraterrestres e sua tecnologia
estão realmente no limiar de uma ousada nova era?
Uma onde lugares como a Área 51,
Wright-Patterson, Montauk, e até mesmo Marte
farão parte de uma rede maior e mais poderosa?
Uma que vai facilitar
a esperada jornada da humanidade para as estrelas?
Teóricos dos antigos astronautas acreditam
que existam forças no governo
que insistem que ainda não estamos prontos para ter as respostas,
e que a verdade deve permanecer escondida,
atrás de cercas elétricas e câmeras de segurança,
em locais conhecidos e desconhecidos,
e igualmente protegidos pela noção de que
o que podemos ver com nossos próprios olhos
não pode ser verdade.
Legendas: Tunguska
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