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Original subtitles

Parece que montamos um bom escrit�rio para Zeljko executar suas opera��es...

...a partir da cadeia.

Esque�a os escurinhos.

Quem bebe morre, e quem n�o bebe tamb�m morre.

Engjell matou Svojgr. Bem na minha frente!

Voc� est� bem?

Se for uma doen�a tropical, o c�lcio n�o vai me ajudar.

H� dois tipos de infidelidade. Por t�dio e por desespero.

Se for o primeiro tipo, ent�o s� precisa arranjar um novo treinador.

- Estou indo embora. - Para onde?

Veja. Socorro!

- Eu n�o fiz nada! - N�o?

Quer saber? Vou ficar com a Slepychkova.

� s� o que te resta, seu idiota.

- E se ela n�o te quiser? - Ela vai querer.

Voc� est� bem?

Sim, s� n�o consigo respirar.

Karel! Voc� tem camisinha?

Vote 10 e vamos tratar um ao outro de forma justa.

Obrigado.

Meu Deus.

Estamos com seu filho.

Queremos um milh�o. Se n�o, vamos mat�-lo.

Podem ir em frente. Estou cansado desse idiota, mesmo.

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Est� tudo bem, Sr. Tlusty?

N�o! Voc�s est�o demitidos.

Deus do c�u, por qu�?

Porque est�o roubando sucata, muita sucata.

Quem?

Todos! E quem n�o est� roubando est� pensando em roubar.

Est� louco? Estou aqui h� 15 anos e nunca roubei nada.

Eu nem pensaria nisso!

Voc� est� levando sucata daqui!

Olha aqui, xerife, eu sei do que sei.

O que devo fazer agora? Tenho quatro filhos para sustentar!

N�o dou a m�nima para isso.

Pai, se eu n�o lhes der o dinheiro, eles v�o me matar.

Soltem-no.

Entre no escrit�rio.

Voc�s dois ficam aqui!

Vamos l�, n�o fique a� parado!

Entre.

Ent�o, o Sr. Varga n�o quis insistir em um milh�o, certo?

N�o.

Ele ficar� satisfeito com uma gorjeta por te dar uma surra. Aqui.

Obrigado, senhor generoso,

Deus lhe pagar� atrav�s de seus filhos. Vamos embora.

Voc�s estavam tramando contra mim?

Vou com quem me paga, amigo. N�o com quem me deve.

Experimente tentar uma dessas de novo.

Voc� esqueceu de mancar!

Zbynek, prepare 600 mil para mim.

Pensei que estava tudo resolvido com Oliver.

Est� resolvido, mas preciso para a campanha.

Mas � dinheiro da empresa,

n�o pode ser retirado assim.

A assembleia-geral tem que discutir.

Inacredit�vel. A empresa � minha! O dinheiro � meu!

E voc� est� aqui para ficar calado e na linha!

Dinheirinho bom.

Queria atirar em todos voc�s.

A F�RIA

TEMPORADA 2 EPIS�DIO 8

O que foi? Jesus Cristo, �... Jana?

- O que est� havendo? - Venha.

Ajude-me!

Meu Deus! Kunes, o que � isso?

Est� bem? O que �?

- Socorro! - Chame uma ambul�ncia!

Como se sente?

Como um s�brio na cela dos b�bados.

N�o temos nenhum outro espa�o separado aqui.

Seu colega falou de infec��o por uma doen�a tropical.

N�o tenho nenhuma doen�a tropical.

� alergia a mofo.

Fez os exames?

Sim, n�o h� nada errado com voc�.

A alergia n�o foi confirmada.

Qual � o meu problema, ent�o?

Do meu ponto de vista, voc� est� saud�vel.

Pode ir para casa.

Licen�a.

Pare! Abra! Por favor.

Para o teatro, o mais r�pido poss�vel!

Mas voc� est� no teatro.

N�o, para o outro, o est�dio de teatro,

estou correndo entre apresenta��es.

E r�pido, tenho que estar no palco em dez minutos,

se n�o, a ninfa n�o perde a coroa de flores.

Certo.

N�o se preocupe em mandar um carro. N�o venha!

O alarme s� est� maluco! J� estou a caminho.

Vou pegar minha grana.

Aquele maldito!

Seu cretino!

Meu Deus. Oliver!

Que bom que est� melhor, Kunes.

Vou sair de vez da sua pens�o.

N�o quero acordar em quarentena na cela dos b�bados de Usti de novo.

- Onde est� o corpo? - Ali.

Parece que foi um dos ladr�es.

Um tiro limpo, quase perfeito, direto no cora��o.

Morreu quase na hora.

E os hematomas?

Eles brigaram pelo cofre, e depois vieram os tiros.

Na minha opini�o, os hematomas s�o um pouco mais velhos.

Mas nada de certezas at� terminar a aut�psia.

O cofre n�o foi aberto usando a for�a.

Quem o encontrou?

Zbynek Musil. O CEO deste ferro-velho.

Chefe, sabe quem � o falecido?

- Por acaso sou vidente? - Oliver Tlusty.

- "Aquele" Tlusty? - O filho dele.

- Droga! - Ele j� sabe?

N�o conseguimos encontr�-lo.

E aquele � o cara que o encontrou?

- Sim, genro de Tlusty. - �timo.

Sou o Tenente-coronel Rohan.

Zbynek Musil.

Meus sentimentos.

� uma grande trag�dia, n�o �?

Sim. Tinha acabado de fazer 30 anos.

J� entrou em contato com seu sogro?

Tentei ligar para ele, mas ele n�o est� atendendo.

A v�tima, digo, seu cunhado,

ele trabalhava aqui?

Oliver, trabalhar? N�o, n�o.

Ent�o me pergunto o que ele fazia aqui ontem � noite?

Estou pensando nisso desde cedo,

e h� uma possibilidade.

Oliver devia � cidade toda,

e o relacionamento dele com o pai era horr�vel.

Ent�o quer me dizer que ele roubou o cofre?

Depois do que andou acontecendo aqui, eu acreditaria que sim.

Quanto havia no cofre?

Eu estimaria mais de dois milh�es.

E voc� sempre o deixa destrancado?

N�o, claro que n�o, por qu�?

Ent�o Oliver sabia a combina��o?

Meu sogro usava a mesma em todos os lugares.

Ent�o � prov�vel que ele soubesse.

Ent�o � �bvio! Ele tinha um c�mplice que atirou nele.

O dinheiro sumiu.

Uma empresa grande assim e n�o tem seguran�as?

Sim, mas alguns dias atr�s, meu sogro o demitiu,

alegando que ele roubava.

Porque o outdoor est� cheio de balas?

Foi ele! Meu sogro!

Ele mesmo atirou?

N�o, ele estava s� aliviando a press�o.

Alguns dias atr�s, Oliver tentou chantagear o pai.

Ele planejou o pr�prio sequestro.

Que sequestro?

Com esses ciganos.

Ele devia a eles, ent�o forjaram um sequestro e pediram um milh�o.

Mas meu sogro intuiu que era mentira.

Ent�o, pode-se supor que ele tenha tentado...

...obter o dinheiro de outra maneira.

Obrigado por enquanto.

Havia um telefone de ouro ao lado da m�scara.

Poderia pertencer ao c�mplice.

Veja, Slepychkova.

A bateria! � a bateria, doutor.

Devem estar esperando que eu tenha resolvido o caso,

mas, infelizmente, tenho m�s not�cias.

N�o parece uma invas�o cl�ssica, n�o h� sinais de entrada for�ada,

tirando as pegadas de sangue, claro.

Que pegadas?

Ali, na sala de triagem.

Colegas, podem me dar uma empurrada?

Tudo bem, vamos l�. Doutor, entre a�.

O freio de m�o est� acionado. Vamos l�, pessoal.

Voc� � esquerda, vamos l�. Confira bem.

Droga.

Doutor! Pare!

Doutor, pare!

Doutor, h� outro cad�ver.

C�us.

Voc�s me conhecem, n�o gosto dar conclus�es antes da aut�psia,

mas aqui eu quase ouso dizer que � um caso de suic�dio.

Parece uma trag�dia familiar.

Tlusty deve ter pegado um ladr�o mascarado e puxado a arma.

Quando descobriu que tinha atirado no pr�prio filho, cometeu suic�dio.

Sr. Musil, n�o vamos mais precisar do senhor.

O que foi, algo importante?

Se era entre os dois, ent�o onde est�o os dois milh�es?

O garoto estava com botas de caminhada.

Tlusty estava com sapatos sem salto e estas pegadas...

...parecem ser de t�nis desgastados.

Pessoal, olhem as pegadas.

Podem compar�-las, mas aposto que nenhuma � da v�tima.

E podem excluir as do Macha tamb�m.

Lupanek! N�o � o Bob, seu rival?

Cale a sua matraca, Macha.

N�o, s� estou dizendo, se ele estiver envolvido nisso,

talvez isso resolva sua situa��o familiar atual.

- Seu idiota! - Voc� est� sendo babaca.

Voc� encontrou outra solu��o.

- Cale a boca, eu disse! - Lupanek, controle-se!

Voc� n�o � o �nico no mundo que j� foi abandonado pela mulher.

- �? N�o diga. - Chega!

Kunes, o que acha?

Sinto que temos um assassinato seguido de suic�dio aqui.

Vamos deixar tais conclus�es para depois da aut�psia.

De acordo.

N�o podemos esquecer que dois milh�es...

...simplesmente sumiram da cena do crime.

Ent�o, h�, por a�,

um ladr�o, uma testemunha ou at� um assassino.

Ao trabalho, ent�o.

Esque�a isso. Rohan tem raz�o.

Voc� n�o � o �nico homem que j� foi abandonado pela mulher.

Por onde devemos come�ar?

Que tal com seu carro?

Ei!

Esse � o meu carro! Deixe-o em paz!

Voc� passou dos limites com Lupanek!

Quanta tens�o! Era s� uma piada!

Voc� anda defendendo-o muito!

ARMAZ�NS DO PORTO

Acho que o principal suspeito � o seguran�a.

Tlusty o expulsou, ent�o ele fez um acordo com o filho,

mas o velho os pegou. Depois houve um tiroteio.

E o seguran�a fugiu quando Tlusty descobriu o que tinha acontecido.

Tlusty atirou em si mesmo, o seguran�a voltou e pegou o dinheiro.

N�o pare de usar seu c�rebro por ter problemas em casa.

N�o pode estacionar aqui!

S� vamos ficar no m�ximo 20 minutos.

Slepychkova, venha aqui!

O que foi? O que quer?

Venha aqui!

� normal algu�m deixar um carrinho de m�o carregado aqui?

Melhor pedir um mandado internacional.

Foram nossos camaradas da Alemanha.

Como assim?

- Est� falando da Alemanha Oriental. - Sim.

Trabalhei para ele por 15 anos.

E, quando ele me demitiu,

claro que falei para o pessoal do bar...

...que eu gostaria de mat�-lo.

Voc� disse isso?

Sim, mas eu estava b�bado.

As pessoas dizem coisas assim, n�o �?

J� falei isso com minha mulher um milh�o de vezes.

Tipo "se me trair, vou te matar".

O que acabei de te dizer?

Sim, o que foi?

Acho que encontrei algo, achei um carrinho de m�o!

Que carrinho de m�o, do que est� falando?

Um carrinho de m�o comum.

Um carrinho de m�o comum para carregar sucata.

E, bem ao lado, um buraco na cerca.

Sei que � uma pista fundamental.

Um time de futebol, hein?

Sim.

Tudo bem, vou dar uma olhada.

Ou�a, Sr. Zounar.

Xerife. � assim que todos me chamam.

Tudo bem, xerife.

Eu tamb�m poderia ter inventado um �libi desses.

Talvez algu�m tenha te visto, n�o?

Depois das 19h, n�o fica uma alma por aqui.

Que pena!

Porque isso quer dizer que voc� � suspeito.

Depois da partida, passou "Solteir�es" na TV.

Gosto de assistir, ainda mais quando tem Lada Mensik.

- Sr. Zounar. - Xerife.

Sim, xerife.

Xerife, uma pergunta,

vinham ladr�es de metal ao ferro-velho?

Sim, o tempo todo. Todos os suspeitos de sempre.

Quando voc� terminava de consertar um buraco,

eles j� haviam feito outro do outro lado.

Ent�o, para impedi-los de causar mais danos,

fiz um acordo com eles.

Que levariam s� um certo tipo de metal,

do tipo que n�o nos servia,

porque n�o conseguimos process�-lo.

E Tlusty jogou isso na minha cara e me chamou de ladr�o.

Por que pergunta?

Macha achou um carrinho do outro lado da cerca...

...com fita adesiva no guid�o e um �cone da Alemanha Oriental.

Acho que conhe�o esse!

Pare aqui.

Esses caras andam muito.

Atr�s da esta��o de trem, perto cervejaria,

se eles tiverem dinheiro, depois perto do shopping.

Vai demorar um pouco.

Ele est� bebendo vinho com eles.

Vou ligar pra ele. N�o faz sentido.

- Qual � o problema? - S�rio?

A creche fecha em meia hora.

Disseram que ele esteve aqui hoje cedo.

Estava com um carrinho novo e uma churrasqueira nova.

Comprou vinho em caixa para todos,

conversaram um pouco, depois ele foi embora.

Disseram que ele falou sobre fazer um churrasco.

- Um churrasco? - Sim.

Para onde, agora?

Vou te dizer. Para a creche, e r�pido!

Pode ser, mas n�o andam perto...

...da creche h� dois anos.

Ele est� preocupado com outros sem-teto.

Desculpe, mas minhas filhas devem estar aqui.

Ol�. Chegou bem cedo!

Oi, garotas.

O que foi?

Este � o seu pai?

Tamb�m n�o acho. Qualquer um poderia dizer isso!

Posso ver sua identidade?

Em nome da lei, prendo meus filhos. Aqui est�.

- Certo. - Tchau.

- Desculpe! - Sim?

Precisamos que abra o port�o.

N�o exagere, querida. Deixe-me fazer uma massagem.

Obrigada.

- Meu amor. - Sim?

Estava pensando, quando as coisas se acalmarem,

talvez eu possa trazer as crian�as.

O qu�? Crian�as?

Isso � um risco.

Elas podem me passar alguma doen�a, e agora...

...� a temporada de campeonatos.

N�o vamos fazer nada do tipo.

ANTIGA USINA DE ESMALTAGEM USTI NAD LABEM

Quero um pouco mais.

D� aqui o tinto.

Odeio dizer isso, mas esta � a �ltima parada poss�vel.

Ent�o vamos l�.

Oi, gente. Como est�o?

Estamos bebendo e comemorando!

Estou procurando por Putyka. Sabe onde ele est�?

Putyka? Sim, claro. Ele nos trouxe o vinho.

Disse que tirou a sorte grande. No p�tio de sucata.

E onde ele est� agora?

Ele estava aqui. Espere, tome uma bebida, sim?

- D� aqui outra caixa. - Fa�a uma lingui�a para ele.

Eu queria um cigarro.

- Obrigado. - Est� bom, n�o �?

Xerife!

N�s o encontramos.

Ele est� morto?

Deveria estar, depois do que bebeu, mas est� s� dormindo.

- Arranje um caf�. - Claro.

Aqui? Vou abrir a porta. Pronto.

Vamos dar uma olhada em onde a mam�e trabalha. Ol�!

Onde eu poderia encontrar Lucie?

- Na cama de bronzeamento. - Cama de bronzeamento.

Deve ser aqui, a sala de bronzeamento.

� surpresa para a mam�e, hein?

Sentem falta da mam�e, n�o �?

Querem a mam�e, venham aqui.

Pula, pula!

Boa noite.

Boa noite. N�o deixe os percevejos morderem!

- Ele est� voltando! - Certo.

Tem cigarro? Um cigarro.

Caf�?

Ent�o, estamos conscientes?

Queria beber uma dose.

- Uma dose? - Sim.

Com uma condi��o.

Vai me dizer onde encontrou o dinheiro, certo?

Ent�o? Onde o achou?

N�o tenho certeza.

Deixe-me dizer uma coisa. Voc� n�o gastou quase nada.

Ningu�m vai process�-lo por isso.

A fam�lia vai encarar como taxa de localiza��o.

Ent�o, mais uma vez, onde o achou?

No ferro-velho.

Termine e vamos.

Zdena, est� sentindo esse cheiro?

Sim.

Macha, calce seus sapatos! N�o estamos conseguindo respirar.

O que est� fazendo?

Vamos l�! Sim.

Ent�o, vamos revisar de novo.

O que houve na noite em que voc� encontrou os milh�es? Conte para n�s.

Cigarro.

Aqui est�.

Obrigado.

Ent�o, o que houve naquela noite?

Eu fui roubar.

Voc� foi roubar.

- Sucata. - Oi?

- Sucata. - O qu�?

- Sucata. - Sucata.

- Entendi. - Ferro-velho.

Voc� foi roubar sucata. Certo. Depois?

A parte de tr�s. Atrav�s da cerca.

Atrav�s da cerca, pela parte de tr�s?

Foi quando de repente vi a luz.

E fui procurar.

E o que achou?

Ouvi um "pop".

Como um tiro de uma arma.

- Tiro. - Certo, continue.

- Sim, eles atiraram. - Sim.

Ent�o, o lobisomem fugiu.

- Um lobisomem fugiu? - Sim.

- Que lobisomem? - Um lobisomem.

E o telefone? Descobriu alguma coisa?

N�o. Mas Knecht quer falar com voc�.

Ent�o eu me escondi l�.

Rohan.

Estou fazendo um teste de bal�stica.

Algo est� errado com o tiro na cabe�a.

Sugere que n�o tenha sido suic�dio?

Sim! Pode ser o caso.

As digitais combinam.

Ent�o, o morto que encontrou perto do cofre era este, sim?

Uma palavrinha, Kunes.

Knecht tem d�vidas sobre o suic�dio de Tlusty.

Ele est� fazendo um teste de bal�stica.

O �ngulo da trajet�ria do tiro n�o se encaixa.

E um conjunto de digitais na arma � desse vagabundo.

Slepychkova, seu telefone est� tocando.

Estou ouvindo!

Oi, Lucie, sim.

Lupanek n�o pode vir agora, est� em um interrogat�rio.

Encontraram suas digitais na arma de Tlusty.

- Voc� atirou? - N�o!

Voc� a tocou?

Atirar?

- Voc� a tocou? - N�o sei como.

Suas digitais estavam nela.

- Sim, eu a peguei, e... - Sim.

Mas n�o, n�o atirei. Ele j� estava morto.

Certo.

E se tiver sido um pouco diferente?

Como assim, diferente?

Voc� foi at� l�, viu a pistola,

pegou-a e, enquanto a segurava,

Tlusty apareceu na porta.

- Pare! - O que est� fazendo?

Pare! N�o d� nem um passo!

N�o.

Voc� apontou para ele, obrigou-o a entrar no armaz�m.

- N�o. - Colocou a pistola na cabe�a dele.

- N�o. - V�!

E, como estava em abstin�ncia,

suas m�os tremiam, e voc� apertou o gatilho e atirou.

V�! V�.

N�o! N�o vou, caramba!

Ele entrou bem quando voc� pegou a arma.

- � isso? Tlusty. - N�o.

- Voc� o reconhece? - N�o, n�o foi Tlusty,

foi o lobisomem, e ele n�o entrou l�!

Mas ele tinha uma m�scara.

- Ele tinha uma m�scara? - Sim.

Porque, quando ele entrou no carro,

ele a tirou.

Como ele era sem m�scara?

Grande, pequeno, gordo, magro?

Ele era meio que, eu n�o sei. Ele... magro.

Ele era magro? Tudo bem, magro.

- E o carro? - E foi embora.

O carro?

Sei reconhecer um Skoda.

Ent�o era um Skoda.

- Aquele n�o era um. - Aquele n�o era um.

- Era grande. - Um carro grande.

E...

...pequeno.

Grande e pequeno?

E escuro.

Escuro?

Um carro grande e escuro! Ele entrou e partiu.

O que acha, Kunes?

Eu n�o tiraria conclus�es ainda.

Pelo menos at� interrogarmos o resto da fam�lia.

Robin, Lucie ligou e estava chorando,

algo sobre ontem, sobre as crian�as.

Ela que se dane.

- O que houve ontem? - N�o se preocupe!

- O que aconteceu? - Nada!

Pare de deixar o lugar fedido, Cepickova, dispensado!

Rambo, n�o incomode, vou atropelar voc�, vamos l�!

Sra. Tlusta, precisamos falar com voc�!

N�o tenho tempo, estou ocupada!

Pe�o desculpas.

Pode ser melhor se eu falar com voc�s.

N�o � muito f�cil...

...lidar com minha sogra.

N�o parece que ela esteja de luto.

Sim, ela aceitou com coragem.

Na noite anterior � morte do meu sogro,

eles brigaram por causa do cachorro.

Ele rasgou a cole��o dela de ursos de pel�cia hist�ricos.

Encontramos o seu dinheiro perdido.

Onde?

� um pouco complicado, mas temos um suspeito...

...do assassinato do seu sogro.

Quem �?

Um mendigo. Esse carro � legal. 5.0L?

Seis e meio.

Oliver literalmente obrigou a m�e a lhe dar esse carro.

Eu e meu sogro fomos categoricamente contra,

mas h� coisas que n�o d� para impedir.

Falando no assunto,

o que estava fazendo na noite em que invadiram o escrit�rio?

N�o tenho certeza. Espere.

N�o sabe o que estava fazendo no dia em que...

- ...metade da sua fam�lia morreu? - Eu sei, eu estava no teatro.

O que estava em cartaz?

"Donzela da Floresta."

Com quem voc� estava?

Sozinho.

S� foi ao teatro sozinho, hein?

Tudo bem, eu cuido disto.

Claro que eu n�o estava totalmente sozinho.

S� queria pedir para serem discretos. Somos homens.

Entende que teremos que falar com sua amante.

Sim, claro.

Precisamos ver o quarto de Oliver.

N�o tem problema. Venham comigo.

- Obrigado pela compreens�o. - Sim, claro.

Infidelidade � algo que n�s entendemos.

O que acha?

Aquele sem-teto Putyka falou de um SUV grande.

Tlusty tem uma van bem chamativa,

ainda mais coberta com toda aquela porcaria das elei��es.

Come�o a achar...

...que h� um terceiro envolvido.

Olha o que eu achei! Uma lista de d�vidas.

Para um caloteiro, a contabilidade est� muito organizada.

Vamos ver. Varga? O cara que roubou as rodas de Rohan?

O nome Varga te diz algo?

� aquele cigano que encenou o sequestro com Oliver.

- Por que pergunta? - Estou s� pensando.

Entre em contato conosco em breve. � do seu pr�prio interesse.

Parece que em breve n�o sobrar� ningu�m nesta fam�lia.

Rambo, saia!

Algu�m fa�a isso parar! Rambo. Droga.

Pelo relat�rio da bal�stica, que acabou de chegar,

podemos descartar o suic�dio.

Tlusty foi baleado na t�mpora em um �ngulo...

...imposs�vel de ser alcan�ado por ele pr�prio.

Ent�o, vou me alinhar � teoria de Kunes.

Tlusty pegou o filho roubando o cofre.

N�o o reconheceu atrav�s da m�scara e atirou nele.

Entrou em p�nico e partiu.

Enquanto isso, esse sem-teto, Putyka, entrou no escrit�rio.

Ele pegou o dinheiro e tamb�m a arma.

Mas Tlusty voltou para cobrir seus rastros.

Putyka o surpreendeu com a arma.

De alguma forma, um tiro foi disparado,

de prop�sito ou por acidente, e Tlusty sai de cena.

Putyka est� preso, ainda n�o confessou,

mas vejo como uma quest�o de tempo.

Suponho que estejamos todos de acordo? Kunes?

Claro, vamos entrar totalmente nessa.

Agora s� precisamos apertar Putyka...

...at� ele admitir ter matado a Princesa Diana.

A velha Sra. Vanga previu a morte dela.

Tirando a parte sobre Londres, ela acertou direitinho.

Minha teoria, � qual est� ensaiando aderir,

j� deixou de ser v�lida h� muito tempo.

O qu�? N�o � mais v�lida?

Achamos que h� outra pessoa envolvida no caso.

O telefone n�o pertence a nenhuma das v�timas.

O chip est� em nome de um tal de Ren� Varga.

Varga? O cara que roubou minhas rodas?

Tamb�m � interessante a �ltima mensagem...

que foi enviada do telefone, "Estou pegando minha grana."

Vimos a mensagem no telefone de Tlusty.

Tudo bem, ent�o. Vamos l�!

FAZENDA DE VARGA ZANDOV, USTI NAD LABEM

Delegado! Encontrou meu telefone!

Aqui est�.

Reportei o roubo no dia seguinte,

porque esse telefone � todo de ouro, � valioso.

Quando foi a �ltima vez que ele esteve com voc�?

Sei que estava com ele naquele ferro-velho,

quando Tlusty me pagou a d�vida do filho.

E por que n�o o bloqueou?

Como assim?

� o que se faz quando se perde um telefone,

bloque�-lo, para ningu�m mais poder us�-lo.

E como eu ia bloque�-lo sem estar com ele?

Quem estava l� no pagamento da d�vida?

O velho Tlusty, o garoto, que me olhava...

como um bezerro em uma porteira nova. Pensou que ia ferrar o pai,

mas o pai foi mais esperto que ele.

- Est� falando do sequestro? - Como voc� sabia?

N�s sabemos tudo.

Mas, Sr. Rohan, eu n�o fiz nada, sou inocente.

N�o pode encontrar algum cigano e culp�-lo...

...por alguma coisa. Eu recusei o trato!

- O que voc� recusou? - O assalto.

O garoto me ligou, mas senti cheiro de cadeia, ent�o...

Eu n�o me incomodei.

Ent�o, em vez do roubo, voc� bolou o plano do sequestro.

N�o, isso foi antes.

Mas foi bom eu n�o ter topado esse cofre,

porque da� o velho me ligou e me pagou 30 mil no lugar do filho.

Ent�o no escrit�rio havia voc�, Tlusty pai, filho, e quem mais?

Um jovem, companheiro ou lacaio dele,

n�o sei o nome dele, o genro.

Poder�amos?

Onde voc� estava na hora do roubo, entre 21h e meia-noite?

Estava voltando de Lanksroun com meus filhos e com esta beleza.

Comprei de algum bobo por 10 mil.

Eu tenho o contrato, posso mostrar.

Sim, estou aqui.

� uma beleza por 10 mil, n�o �?

Parece que prepararam o �libi com anteced�ncia.

� mesmo uma beleza.

Ent�o a interrogue-a. Obrigado.

E depois?

Depois, nada.

Musil n�o tem �libi confirmado no momento em quest�o.

Terei que te decepcionar.

Ligaram e disseram que a bela foi � delegacia.

Eu poderia s� perguntar.

Ent�o voc� declarou,

"Das 20h �s 22h eu estava no teatro com Zbynek Musil,"

"depois fizemos sexo no carro dele,"

"at� por volta da meia-noite."

"Ent�o, ele me levou para casa."

Ent�o leia, assine,

e depois podemos pegar uma bebida, hein?

N�o se preocupe, ele s� faz barulho.

Ele janta todo dia com a m�e at� hoje.

Tudo bem, ent�o? Assine aqui.

O que h� para o jantar hoje?

Bosta com arroz!

Karel?

Sei que as enfermeiras est�o me roubando.

Dei-lhes esta lista aqui,

e faltam cinco coisas.

� uma m�fia de enfermagem, Karel!

Ou as filhas de Lupanek est�o roubando as coisas.

N�o seja insolente, Karel!

Tudo bem, vou passar isto para a Interpol amanh�!

Posso entrar?

Ol�.

Meu nome � Marca.

Esta � minha m�e, e esta � minha... amiga.

Voc� � a primeira garota que n�o parece uma vadia!

Ent�o, mam�e, vou colocar a TV para voc� assistir.

N�o nos deixe incomod�-la.

Temos que conversar, est� bem?

Eu tenho que voltar!

Ina, n�o podemos nos separar na vida.

A �ltima vez foi um pouco...

Quando estamos juntos, s� vemos um ao outro.

Nos �ltimos tempos, muita coisa me aconteceu.

N�o se preocupe, n�o � por isso que estou aqui.

Nem importa voc� ser casada,

porque sei que voltar� para mim, e...

E por qu�, ent�o?

Porque tenho uma suspeita.

Voc� � minha e eu sou seu, de mais ningu�m, Ina!

Voc� n�o est� ouvindo.

Que suspeita?

Ol�!

Oi. Para onde, para o teatro?

N�o, leve-me ao hospital.

O qu�, aconteceu alguma coisa?

N�o, mas estamos filmando um programa de detetive maluco l�.

Eu vou estuprar uma enfermeira.

Certo, tudo bem.

� ele, pegue-o!

R�pido! Atr�s dele! Pegue-o! � ele!

Algeme-o, camarada!

Como quiser, camarada!

Corta! Pare!

Terminei, podemos ir.

As algemas. Voc� ainda est� algemado.

Sim. As algemas.

Adere�os, rapazes, algemas.

Para onde, para casa?

N�o, para o teatro, por favor,

tenho uma pe�a para crian�as de 10 anos.

Depois vamos ao est�dio de dublagem.

Expedi��o aqui.

Como conseguiu esse incha�o?

Estuprando a enfermeira ou na queda?

N�o, foi durante a pe�a...

...a que me levou da �ltima vez.

Est� ouvindo? Al�?

Imagine bem, no meio de uma cena,

o conjunto de cena da casa da ninfa caiu em cima de mim.

N�s nem terminamos.

N�o terminaram?

Ol�! O que h� de novo no caso?

Eles tiveram pena de voc�.

Sim, o Sr. Musil � menos cabe�a quente que Tlusty era.

Onde ele est�, o Musil?

Estar� aqui a qualquer momento. � como um rel�gio su��o.

Quer caf� enquanto isso?

N�o, obrigado. Ele chegou.

- Ela n�o veio te ver? - Quem?

Quem? Minha amante.

Eu disse a ela para ir ver voc�s r�pido.

Sim, ela veio me ver.

Ent�o, esse cap�tulo est� fechado?

Depende de como olha para ele.

Voc�s dois testemunharam que estavam no teatro at� 22h.

Sim, certo.

E depois... sabe...

Quer saber? Vamos conversar em paz na delegacia, certo?

Eu vou te levar, vamos l�.

Este lugar � amaldi�oado.

Vamos levar o 6.0L?

- Perd�o. - Sim?

Estou esperando aqui j� faz uma hora.

Tenho uma reuni�o com um s�cio hoje � tarde,

ent�o, se pudesse...

Ou�a, n�o posso ajudar com isso agora.

Espere mais um momento no corredor, venha.

Vai esperar um pouco.

- Tenho que... - N�o se preocupe, vai conseguir.

Ent�o?

Sim, com certeza � ele.

Eu lembraria desse est�pido em qualquer lugar.

Agrade�o muito. Macha, cuide da jovem.

- Ouvi dizer que est� com pressa? - Sim, muito.

Ficaria feliz se pud�ssemos resolver isto rapidamente.

Sr. Musil, vamos resolver isso muito rapidamente. Venha comigo.

Ent�o, a pe�a em que voc� estava, naquele momento, aquela de que gostou.

Sim.

A pe�a n�o chegou a terminar.

Como assim?

N�o deveria dizer isso, j� que estava l�.

N�o terminou, eu acho.

Certo, eu n�o disse a verdade quanto ao teatro.

- Acabamos n�o indo para l�. - Como assim?

Minha amante estava atrasada, ent�o s� ficamos no carro juntos.

Certo. Quatro horas. Que garanh�o, hein?

�, pode ser.

- Com a Erika. - Que Erika?

Venha comigo.

Que Erika?

Aqui. Fique aqui.

Ou Erzika?

- Claro, Erika. - Erika.

Basta dar uma olhada nele.

Podia ser Monika, n�o podia?

- N�o. Erika. - Erika.

Estava escuro l�.

S� o vi de costas por um segundo.

Voc� tem tempo.

Certo, eu estava com uma prostituta, pronto.

- N�o � crime aqui, �? - N�o � crime,

pelo menos at� voc� a pagar para dar falso testemunho.

Sabemos que lhe deu 10 mil por esse seu �libi.

Ent�o ou�a, voc� n�o estava no teatro,

nem com uma amante, nem em casa, como descobrimos com sua esposa,

ent�o � melhor me dizer onde estava,

antes que eu comece a pensar que voc� estava no ferro-velho.

Deve ser um pesadelo.

Mas a cabe�a careca dele brilhava assim.

- E voc� tem certeza? - � ele.

- Acho que n�o. - Eu tamb�m.

Sim, � ele.

Sr. Musil, sabe por que esse espelho est� aqui?

Para uma testemunha permanecer do outro lado e te olhar com calma,

para talvez te reconhecer e dizer, "Sim, � ele."

Algo do tipo acaba de acontecer.

Voc� foi identificado por uma testemunha importante...

...que estava no ferro-velho no momento da morte dos Tlustys.

�? E quem �?

Um ladr�o de metal comum.

� s� o que voc� tem?

O testemunho de um ladr�o de sucata b�bado?

� suficiente para n�s.

O testemunho dele contra seu �libi inexistente,

considerando o seu desespero para obt�-lo.

Eu estava l�.

Musil.

Onde?

No ferro-velho.

Tem certeza?

Eu estava l�, cheguei tarde, Oliver j� estava morto.

Meu sogro estava totalmente fora de si.

Ele percebeu o que havia feito.

Ent�o eu o acalmei, foi um acidente horr�vel.

Vamos l�! Esque�a.

- N�o foi a inten��o! - Eu sei. Vamos l�.

- N�o foi a inten��o. - Anda, vamos.

Ent�o, corri para o carro, peguei meu telefone para pedir ajuda.

E foi quando ouvi o tiro.

Meu sogro cometeu suic�dio.

Por que estava usando uma m�scara?

Eu n�o usei m�scara.

Pare com isso, � cansativo para n�s e para voc�.

Como conseguiu o telefone?

Voc� n�o sabe?

Esta empresa � minha. O dinheiro � meu.

E voc� est� aqui para ficar calado e na linha!

Uma boa quantia. Dinheiro bom.

Voc� pegou de Varga.

E usou-o para enganar toda a fam�lia Tlusty.

Uma pequena vingan�a por toda a injusti�a que teve que suportar.

E ent�o, voc� enviou um SMS ao seu sogro...

...desse telefone, dizendo que ciganos estavam roubando o cofre dele.

Uma maldadezinha.

Parece ter se aliado a Oliver.

Colocaram m�scaras e foram para o ferro-velho.

Enquanto Oliver roubava o cofre,

voc� enviou uma mensagem a Tlusty do telefone de Varga.

"Estou pegando minha grana."

Vamos, apresse-se!

Tlusty entrou como um raio.

Seu desgra�ado!

E porque ele j� andava mesmo farto de tudo,

ele atirou no ladr�o sem pensar.

Quando ele tira a m�scara, descobre que � o filho.

Jesus, Oliver!

Nesse momento, voc� toma o palco com sua cena ensaiada.

O que houve aqui?

Oliver, eu o matei.

Vamos l�, vamos sair daqui!

Eu o matei!

Eu vou cuidar de tudo, anda, vamos.

Vamos. Anda, vamos.

Vou cuidar disso!

Voc� o acalma, diz que tudo vai ficar bem,

leva-o para o armaz�m para ele n�o precisar ver a bagun�a.

Vamos, venha! Eu vou cuidar de tudo!

- N�o posso! - Para cima!

Estou tonto!

Seu sogro colapsa embaixo da escada.

Voc� pega a arma dele e atira na t�mpora dele,

por tr�s, para parecer suic�dio.

Poderia ter funcionado,

se aquele ladr�o de metal n�o tivesse aparecido...

...e se tornado testemunha.

Essa fam�lia deve ter te dado muito nos nervos.

Nunca me respeitaram, eu era s� um lacaio para eles!

Um plebeu que se casou com a maldita filha...

...e tinha permiss�o para administrar a empresa.

Mas, se n�o fosse por mim, a empresa teria falido h� muito tempo!

Ele era um canalha inacredit�vel.

Ele e o filho dele!

Venha, Musil! Policial!

Vamos.

PRIS�O DE SEGURAN�A M�XIMA REGI�O DE KARLOVY VARY - VYKMANOV

- Oi. - Oi.

Pare, por favor! Abra os bra�os.

- Voc� � novo aqui? - N�o, por qu�?

N�o tinha te visto ainda.

Sabe que n�o sou um visitante comum, certo?

Eu sei. Levante essa pasta, por favor.

Tudo bem, coloque de volta, abra-a para mim.

Obrigado.

- � s� isso? - Voc� pode ir.

Obrigado.

Surgiu uma oportunidade de comprar alguns hectares de terra da cidade.

O pre�o deles no momento, claro, � insignificante,

mas dentro de dois anos a regi�o vai decidir...

...que o anel vi�rio vai passar por l�,

ent�o pode imaginar quanto pode ser ganho, certo?

Estou interessado no dinheiro.

Estamos negociando.

Mas ningu�m quer aceitar menos de 25 por cento.

Talvez esta terra ajude.

Dane-se a sua terra!

Enfie-a naquele lugar!

Dane-se sua terra, entendeu?

Eu preciso de euros, dinheiro.

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