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EU ERA UM LOBISOMEM ADOLESCENTE
Revis�o e Sincroniza��o das Legendas: Nete Domingues
"COL�GIO ROCKDALE"
Tony, deixa pra l�.
Vamos Jimmy, acabe com ele, estou esperando!
Por favor, Tony!
-Voc� j� teve o suficiente? -N�o tive.
Tony!
Jimmy, a pol�cia!
O que est� acontecendo aqui?
-Quer que eu desenhe para voc�? -Parem com isso agora!
Venha aqui!
Me espere no carro, Joe.
Tudo bem, Jimmy. Voc� me conta.
Sargento Donovan, ele n�o gosta que lhe d�em tapinhas no ombro.
-Tapinhas? -Foi voc� que come�ou.
Foi voc� que me bateu no ombro!
Foi uma sauda��o amig�vel!
N�o gosto desse tipo de amizade. De ser tocado a qualquer hora ou lugar!
Eu n�o gosto de ser tocado!
Ok, ok! Est� agindo como se eu tivesse jogado um tijolo.
Imediatamente ele me desafiou. E eu tentei acalm�-lo.
Eu estou come�ando a entender a situa��o.
Disse que sentia muito. Isso mesmo, me desculpei.
-Pergunte a qualquer um. -E ele n�o ficou satisfeito?
N�o, ele quer brigar.
-Eu sei que sou maior do que ele. -Mas ele queria brigar.
O que � voc�, um juiz ou voc� est� do lado dele?
N�o, Tony, eu estou do seu lado. Voc� apenas tem que ver isso.
Parece que voc�s est�o dispensados. N�o vou abrir um B.O.
Mas o diretor espera por voc�s, resolvam com ele.
Espere! Antes de irem, quero ver um aperto de m�os.
Vamos l�, isso vai ficar melhor em seus hist�ricos..
Final feliz, hein?
-Desculpe, Tony. -Eu acho que perdi a cabe�a.
� f�cil eu ficar com raiva.
Entenda Tony, voc� poderia sorrir um pouco mais.
Claro, as palavrinhas m�gicas, n�o �?
Queria falar isso. Duvida de todos, como se o mundo estivesse contra voc�.
As pessoas me irritam.
Ah, sim isso n�o justifica. Pessoas irritam voc�.
As pessoas me irritam tamb�m! Mas n�o fico brigando com todo mundo!
Vamos l�, termine o que voc� tem para fazer, certo?
Tudo o que sei � que voc� esteve encrencado v�rias vezes.
Ainda n�o tenho nenhuma acusa��o, mas voc� com certeza ir� ganhar uma.
Voc� tem uma bola de cristal?
Eu te peguei brigando tr�s vezes no m�s passado.
Voc� tem sorte que foram apenas algumas reclama��es.
-Antes disso, no supermercado. -Foi um engano do caixa!
Voc� n�o deixou ele levantar, j� jogou a caixa de leite nele!
Olha, Tony ...
Eu s� quero dizer que voc� precisa de ajuda.
Que tipo de ajuda?
Bem, h� um famoso m�dico, Doutor Brandon,
ele � psic�logo da f�brica de avi�es.
Trabalhou no depto. de pol�cia, ajudando jovens condenados e com problemas
para se ajustarem.
-Que tipo de ajuste? -Corrige erros de adapta��o.
-Ajustar o que? -Tudo.
Professores, pais, outros alunos ...
Alguns garotos t�m mais problemas que outros, mas isto n�o � sempre culpa deles.
Dr. Brandon � moderno e usa a hipnose.
Ah, n�o ...
Obrigado, n�o vai experimentar em mim.
� s� disso o que preciso.
Tony, o maluco.
N�o senhor, obrigada, vou entender como uma piada.
Eu posso cuidar de mim mesmo.
Do jeito que est� fazendo at� agora?
Do jeito que tenho feito.
Ent�o voc� n�o vai querer nenhuma ajuda?
Eu n�o vou usar uma camisa de for�a.
Olhe, voc� n�o far� queixa contra mim?
-N�o. -Ent�o eu posso ir?
Sim, voc� pode ir.
Mas este � o �ltimo aviso, Tony.
Se voc� criar problemas novamente, n�o espere ficar livre f�cil assim.
Eu n�o vou poder deixar voc� ir.
Tudo bem. Eu ouvi.
-Est� tudo bem, Tony? -Claro que sim.
-O que o sargento Donovan disse? -N�o quero falar sobre isso.
Ele me incomodou o semestre inteiro.
Sinto muito, querida. Eu digo coisas, fa�o coisas e n�o sei o porque.
Eu n�o tenho controle e ent�o exagero e j� � tarde demais.
Eu n�o sei, eu sinto estas coisas...
Eu n�o sei.
-Eu simplesmente n�o sei. -Voc� tem que tentar.
Eu vou tentar.
Mas n�o do jeito do Donovan.
Que jeito?
Ele disse para ir a um psiquiatra, Dr. Brandon.
-Como se eu fosse doido ou algo assim. -Foi assim que ele disse?
N�o, ele falou um pouco diferente.
Mas n�o vou ir a m�dico nenhum.
Tony ...
Ok, Ok. Vou tentar.
Mas do meu jeito.
Vamos, eu levo voc� para casa.
-Oi, pai. -Oi.
-O que houve hoje? -Qual � a diferen�a?
A diretora ligou e disse que foi sua culpa.
-Porque ela te incomoda? -Porque eu sou seu pai.
Eu deveria te disciplinar.
Eu disse a ela que voc� nunca precisou de disciplina.
-N�o quando sua m�e estava viva. -Eu n�o quero envolv�-la nisto.
Olhe, garoto ... Voc� n�o entendeu.
Se voc� sabe, me diga.
�s vezes voc� precisa fazer as coisas como os outros querem que fa�a.
Para faz�-los felizes e para voc� n�o ficar sozinho.
E eu tenho um chefe assim.
Cada vez que eu trabalhava do meu jeito, ele reclamava.
Bem, eu n�o gosto que me pressionem!
Tony, �s vezes voc� tem que agir como os outros mandam.
Eu tenho que ir. Desculpe, n�o podermos comer juntos.
Turno da noite novamente.
Tem costeletas de cordeiro no congelador.
Eu as cortei bem como voc� gosta, coloque-as em uma frigideira.
Eu posso fazer um bife.
Claro que sim, s� n�o queime como fez com o hamb�rguer ontem.
Tony, pense no que eu disse, ok?
Para n�o ser t�o t�o teimoso.
S� para facilitar as coisas.
Ok, pai.
Eu tenho que ir, at� mais!
-� o Tony e nem est� atrasado! -Talvez ele come�ou a treinar.
Isto n�o � maneira de chamar para sair. Quando namorava sua m�e ...
As coisas eram diferentes.
Mas eu quero que a minha filha seja respeitada.
Seu pai est� certo, Arlene. Ou�a-o.
Papai, n�o tem nada a ver com respeito.
� assim que todos fazem.
Mas ainda n�o entendo, por que s� sai com ele.
N�o que tenha nada contra Tony, mas Steve Harmon, filho do farmac�utico...
-E Willie Blake... -M�e, saio com Tony porque gosto dele.
Na verdade, eu gosto muito dele.
Ent�o convide-o para entrar, Arlene.
V� em frente, n�s n�o mordemos.
Tudo bem.
Tony, voc� pode entrar um minuto?
Ol�.
-Boa noite. -Ol�.
Tony, gosto que as coisas sejam formais. Queremos olhar para voc� antes de
levar nossa filha para uma festa.
-Talvez voc� tenha uma obje��o? -N�o, n�o tenho.
Por que n�o a chama adequadamente em sua casa?
-Vamos, papai ... -N�o, deixe que ele fale.
Gostaria, mas voc�s n�o parecem muito agrad�veis.
�s vezes quando ando at� a porta acho que vai me atacar com um taco de beisebol.
-� apenas a sua imagina��o. -Deve ser.
Talvez voc� se sinta culpado de algo.
-N�o, papai, voc� prometeu. -S� estou falando.
Uma jovem, especialmente linda como Arlene, gostaria de ter orgulho do namorado.
Um jovem deve se ocupar com coisas produtivas.
Como aparar a grama, entregar jornais, carregar caixas no mercado?
-Onde est� o abridor, Mary? -Na pia.
Qualquer trabalho mant�m os adolescentes fora de problemas e constr�i sua reputa��o.
Como o caixa do banco, o que est� desaparecido?
-O cara pegou o dinheiro. -Algu�m esperto n�o faria isso.
Voc� tem um problema com autoridade.
-Todo est�o no meu p� hoje. -Papai, � Halloween, temos que ir.
Sim, n�s n�o queremos que percam nada.
OK, eu fiz a minha parte.
De uma coisa voc� pode estar certo, Sr. Logan.
Pelo menos eu vou proteger sua filha.
Ok, divirtam-se. Mas devem voltar antes das meia-noite. Sem desculpas.
Voc� j� ouviu seu pai. N�o depois da meia-noite.
O que h� com o seu pai?
-Ele soube da briga. -Ent�o, o que, acabou.
-Ouviu mais. -Mais?
Tony, n�o me interrompa. Me deixe acabar de falar ao menos uma vez.
Eu perguntei sobre esse tal Dr. Brandon.
Ele realmente pode ajudar. Poderia ser �timo para n�s dois.
Isso facilitaria para voc� na escola e aqui em casa.
N�o se esque�a o que esperam de n�s na escola.
Por favor, Tony.
Arlene, vou esclarecer isso de uma vez por todas!
N�o vou a nenhum m�dico do tipo do Dr. Brandon!
-Nem se voc� tiver que ir? -Eu n�o tenho que ir.
Venha, esque�a isso.
-Frank, como voc� est�? -�timo, Tony.
Ei, Tony. Ou�a isso.
Eu pensei que seria uma festa � fantasia.
-Voc� est� dominando isso. -Eu toco muito bem, rapaz.
Vic, se vai tocar bong� a noite toda, com quem vou dan�ar ent�o?
-Pe�a ao Frank, ele n�o tem namorada. -Mas por que n�o com voc�?
Voc� n�o pode comigo, ent�o dance com ele.
E a pr�xima dan�a?
Facilitarei para voc�.
-Ei, Frank! -Voc� me chamou?
Sinta-se convidado.
-Esta � uma juventude de verdade. -Divers�o para os supervisores.
Dan�as folcl�ricas e valsas, e fumar cigarros � um crime.
O que eu fiz?
O que eu fiz?
Pode ter sido demais ou muito pouco.
Eu pensei que esta seria uma festa � fantasia.
Cara, esse lugar � incr�vel.
N�o esque�a que foi Tony que encontrou. Eu tenho permiss�o para us�-lo.
Mas � realmente assombrado?
Pare de me assustar!
"� esta a casa assombrada?" Tenho que dar mais dicas?
Voc� n�o precisa me matar de susto.
-�s vezes pergunto por que estou com voc�. -Porque me entende e eu entendo voc�.
Sabe, Vic, �s vezes eu n�o te entendo mesmo.
-Outra declara��o do ano! -Aqui est�!
Vic vai cantar para a gente um lan�amento incr�vel, agora mesmo!
Uni duni ni t�... salam� mingu�...
eu quero uma garota bem legal...
quando a encontrar, n�s vamos balan�ar...
direto para a igreja com um anel de casamento...
diga onde ela est�, porque n�o sei...
Uni duni ni t�... salam� mingu�...
estive procurando por toda a cidade
mas at� agora n�o encontrei
algum dia vou encontrar e direi...
sho-be-doo, baby, estamos a caminho...
se apresse e me siga...
mas n�o se esque�a de trazer seu do-re-mi.
Qualquer hora que se sentir triste
s� me ligar e eu vou correndo at� voc�...
mas se voc� me deixar vai me pagar...
50 d�lares de manh� todos os dias...
E n�o vai poder falhar nenhum dia
at� quando eu disser que seu dinheiro acabou...
garotas ricas s�o dif�ceis de encontrar...
mas continuarei procurando at� ficar louco...
mas ela vai aparecer...
e eu vou me garantir...
onde ela se esconde, eu n�o sei...
Uni duni ni t� salam� mingu�...
Uni duni t�... salam� mingu� Uni duni t�!!!
Temos um presente maravilhoso, para Vic na despensa.
Voc� sabe que ele sempre gosta de festas?
Os garotos se juntaram para comprar-lhe um presente.
Voc� � a namorada dele, voc� vai dar para ele.
Ser� um prazer!
Mais uma piada!
Pode ser engra�ado para voc�s, mas para mim n�o �.
Porque todo mundo se diverte �s minhas custas?
Voc� est� certa, querida. se algu�m tiver te provocado,
ter� que brigar comigo.
Ent�o, me d� um beijo por antecipa��o.
Tony, aposto que voc� tem a ver com essa brincadeira.
-Eu? -Sim, voc�.
Aposto que voc� n�o � t�o inocente tamb�m.
Por que sempre nos acusam?
-N�o � justo. -Eu digo.
-S� quer�amos dar um presente agrad�vel. -Esta � a sua valoriza��o da mulher.
-Que presente? -Esse.
-O que � isso? Eu n�o sei.
Doces!
Querida, j� volto.
Ei, Vic ...
Voc� pode tocar bateria, como faz com os bong�s?
Se eu sei como tocar bateria? Melhor que com os bong�s.
�timo. H� uma l� dentro.
-Me d� um longo solo. -Claro!
Obrigado. Me permitam compartilhar esse momento.
Vamos comer alguma coisa, certo?
Vamos comer.
-Fizeram muita comida. -A festa realmente est� hil�ria.
Nunca tinha me divertido tanto.
Tudo est� normal, meu garoto.
Esta avalia��o f�sica � apenas uma formalidade, mas � nescess�ria.
Antes de analisar a mente, temos de saber o estado do corpo.
Tony, voc� � um ser humano perfeitamente normal.
N�o h� nenhuma raz�o para que n�o tenha uma vida completamente normal.
-Se ... - "Se", n�o �?
-Se voc� se ajustar? -� como as coisas funcionam.
Vamos trabalhar juntos. Ok, Tony?
Voc� � que � o m�dico.
� por isso que estou aqui.
Tudo bem, pode trazer, Wagner.
Tony, voc� sente-se aqui?
Obrigado.
-O que � isso? -Somente um sedativo.
Acho que n�o posso tomar sedativo ou algo assim pois vou dirigir para casa depois.
N�o, � s� para voc� relaxar. Beba.
Volto em um minuto.
Hugo, prepare a escopolamina.
-O que voc� est� fazendo? -Farei um soro com escopolamina.
Voc� j� pensou nas poss�veis consequ�ncias?
Eu pensei em uma coisa. Depois de tantos anos de pesquisa,
encontrei a pessoa adequada para o meu experimento.
Pelo que soube de seu hist�rico escolar, pelo diretor da escola e do sargento Donovan,
ele � apropriado e tem o perfil emocional do qual preciso.
E pelo seu exame f�sico, esse garoto � uma cobaia perfeita.
H� uma certa marca sobre seu corpo, apenas a olho nu j� reconhecemos.
-Mas o que poderia acontecer? -O que poderia?
Na ci�ncia, voc� precisa ter certeza.
Vou experimentar todas as possibilidades no mundo da ci�ncia exata.
Se eu obtiver sucesso, ent�o voc� poder� ter certeza.
Voc� quer sacrificar uma vida humana?
Voc� tem pena das cobaias?
Esse garoto � um claro caso de pol�cia, eu vou salv�-lo da c�mara de g�s.
Mas o garoto � t�o jovem e a transforma��o � horr�vel.
Voc� se diz cientista?
Por isso que voc� n�o passa de um assistente.
Mas se voc� tem medo, n�o diga uma palavra e...
N�o, n�o direi, Alfred.
Voc� pode confiar em mim.
Poderia ser mais que um assistente. Um c�mplice, seria a melhor defini��o.
-Qual � o plano? -Atrav�s da hipnose
vou regredir esse rapaz
para o passado primitivo do qual ele veio. Eu vou transform�-lo.
Vamos revelar os instintos violentos escondidos nele.
E depois?
Depois veremos os benef�cios.
A humanidade est� � beira da destrui��o, a �nica esperan�a �
o retorno �s ra�zes primitivas, come�ar tudo de novo.
O que � uma vida, em compara��o com tal triunfo?
Voc� vai sentir s� uma picada, confie em mim.
Isto faz com que a hipnose fique mais confort�vel e o prepara para a an�lise.
Lembre-se, eu n�o quero ser incomodado.
Voc� tem que olhar para isso como uma viagem.
Como uma jornada de descoberta.
Ao longo do caminho, descobrir� coisas fascinantes sobre si mesmo.
E no final, voc� n�o ser� mais inquieto e problem�tico
porque voc� vai ser voc�.
Voc� est� agora em minhas m�os.
Eu sou o piloto, voc� � o passageiro.
Mas ao inv�s de ir para a frente no espa�o,
n�s vamos voltar no tempo.
Fa�a uma contagem regressiva, come�ando no 100.
Vamos come�ar juntos.
-100... -100...
-99. -99.
-98. -98.
-73. -73.
-72. -72.
R�pido, Tony, onde voc� est�?
Na praia.
Quantos anos voc� tem?
Doze, eu acho.
Continue.
Eu estou brincando com algumas crian�as.
Um � mais velho.
O garoto mais velho as persegue e rouba os brinquedos.
Pega um e foge.
O que voc� faz?
Eu corro atr�s dele.
Salto sobre ele ...
Arranho a crian�a.
Ele era mais velho que eu mas ...
ele come�ou a chorar.
Algumas pessoas se re�nem em volta ...
Isso � tudo por hoje.
J� pode acordar.
Acorde!
Voc� est� bem, Tony?
Vejo voc� depois de amanh� na mesma hora.
N�o se preocupe, garoto. Logo voc� vai ser voc� mesmo.
O seu verdadeiro "eu".
-15... -15.
-14... -14.
-13... -13.
-12... -12.
-11... -11.
Onde voc� est� agora, Tony?
Onde voc� est�?
Sou muito pequeno.
Diga-me o que voc� est� fazendo?
Eu n�o sei.
-2. -2 ...
-1... -1.
Onde voc� est� agora, Tony? Concentre-se.
Onde voc� est� agora?
Eu n�o sei.
Eu n�o sei.
Est� escuro.
-Est� frio. -Onde? Onde?
Diga-me. Por favor, me diga.
Ele irei ajud�-lo, porque sou seu amigo.
Tudo ficar� claro para voc�.
Diga-me. Diga-me. Diga-me.
Se lembra como se sentia quando saltava pelas colinas sob a luz do luar at�...
N�o.
Lembra quando saltava na escurid�o e cravava suas presas e via o sangue escorrer?
N�o!
Sim. "Eu quero lembrar." Voc� tem que se lembrar.
Sabe Vic, voc� est� bom o bastante para estar em uma banda.
Ele teve muitas ofertas.
Saia da minha cola, ok?
Voc� n�o me disse isso?
Tony, diga-me para eu me calar se quiser.
Mas voc� est� muito estranho esta noite.
-N�o, n�o estou. -Como se voc� n�o fosse voc�.
Sim, eu sou eu mesmo.
Acho que vou levar Arlene para casa.
Vamos l�, Arlene, vamos embora.
Vamos l�, eu prometi que voc� estaria em casa at� meia-noite.
-Vai com a gente, Frank? -Atrapalhar os pombinhos?
N�o, obrigado.
Todos est�o acompanhados, como vai para casa?
Como chegar� em casa? Vou � p�.
Vou andando. Pego o atalho pela floresta.
Seguindo ao lado da cerca.
Por que voc�s dois n�o v�o no carro do Ruby ?
-N�o, vamos sair agora. -Vamos Tony, vamos fechar.
Ent�o, agora voc�s n�o se misturam?
N�o, � que voc�s falam demais. Eu quero paz e tranquilidade.
Vamos Tony, vamos l�.
-Boa noite, Arlene. -Vejo voc� amanh�, Tony.
N�o se esque�a de vir me buscar, primeira coisa pela manh�.
Claro, eu venho.
Ol�!
Quem est� a�?!
Quem est� a�?!
V� embora! V� embora!
-Aqui est�o as fotos. -Obrigado.
-Estas s�o as fotos oficiais? -Sim, chefe.
Estranho!
-Quem encontrou o corpo? -Art Logan, um empregado da f�brica.
Caminha no bosque todas as manh�s.
Ele diz que � o �nico exerc�cio que faz.
Descobriram h� quanto tempo o rapaz est� morto?
N�o, provavelmente foi depois da meia-noite. O legista est� com o corpo.
Estranho!
Cortes em ambos os lados da garganta.
Voc� tem alguma id�ia?
N�o.
O garoto n�o tinha inimigos.
Seria algum membro de gangue?
Com for�a para fazer hematomas, arranh�es no rosto, roupas destru�das?
Como o garoto foi morto? Voc�s tem alguma teoria?
Nenhuma pista.
N�o.
Dentes?
-Presas. -Presas?
N�o h� animais selvagens aqui.
Ando pelos bosques, nunca vi nada al�m de gatos dom�sticos.
Eu sei. Por isso � t�o dif�cil de acreditar.
Mas ainda assim eu digo que s�o presas.
Talvez se o garoto teve chance de lutar suas unhas mostrem alguma coisa.
-Foi o que pensei. -Enquanto isso, deixe de especula��es
at� que venha o relat�rio oficial.
Veremos o que vamos fazer.
-Seja o que for, precisamos ter certeza. -Disse � Art Logan n�o contar a ningu�m.
-Bom! Mantenha os arquivos trancados. -Sim, chefe.
Se vazar o boato sobre dentes caninos nos jornais, teremos um esc�ndalo.
Viriam jornalistas n�o s� daqui mas de todo o pa�s para cobrir a hist�ria.
Talvez seja um espet�culo para eles, mas aqui em Rockdale ter�amos p�nico.
Sim, eu sei. Mas estou preocupado com os adolescentes na escola.
Verifique lugares pr�ximos como circos e parques onde possa haver animais.
Vou verificar se alguma propriedade possui um grande felino ou algo assim.
Falar com os fazendeiros nas �reas pr�ximas.
�s vezes, eles tem c�es selvagens para prote��o.
Seja o que for, temos de ter certeza, n�o podemos incentivar boatos.
E agora eu tenho que ir ver o prefeito.
Ol�, Pepe.
Eu vou at� o laborat�rio.
� melhor trancar as fotos no arquivo.
Pepe, como vai?
Ei, Chris, se importaria se eu desse uma olhada nessas fotos?
-Conhecia o garoto? -J� joguei boliche com o pai dele.
Poucas vezes.
Sim, conheci o garoto, mas talvez eu tenha uma raz�o melhor.
-Deixe-me ver a foto. -N�o conte a ningu�m, entendeu?
Eu trabalho aqui h� 20 anos.
Eu j� contei algo?
Qual o problema?
Voc� viu alguma coisa que n�s n�o percebemos?
Pobre garoto... pobre garoto.
N�o o culpo por ficar abalado, imagine o que a fam�lia dele sentiu.
Eu sei o que o matou.
Sabe?
Ele foi morto por...
Por um lobisomem.
Um o qu�?
No meu pequeno vilarejo nas montanhas dos C�rpatos,
havia uma hist�ria que passava de gera��o para gera��o.
Alguns dizem que era uma lenda mas eu sei que � verdade.
Eu vou te dizer o que � um lobisomem.
� um ser humano possu�do por um lobo.
Quando o dem�nio domina, a fera cruel de alguma forma entra e controla voc�.
Faz voc� parecer e se comportar como um lobo.
Faz atacar suas v�timas e mat�-las como um lobo.
Sim... mat�-las com presas como um lobo.
Voc� est� louco?
Melhor n�o falar mais isso, Pepe ou vai acabar em um manic�mio.
Um lobisomem? Qual �?
Sim, isso foi o que eu pensei quando ouvi pela primeira vez.
Mas depois, o que eu vi e ouvi me convenceu.
Vou guardar e trancar o arquivo, esque�a que viu estas fotos.
Sim, ficaria feliz em esquecer.
Se eu puder.
Terr�vel!
"MiSTERIOSA MORTE DE ADOLESCENTE" -Pobre Frank!
Tony, meu garoto. Entre!
Voc� est� um pouco adiantado, mas seja bem vindo.
Obrigado, Dr. Brendon eu...
-A raz�o de eu estar adiantado ... -Voc� n�o deve me dizer porqu�,
voc� � quem sente os sintomas, eu que devo interpret�-los.
Tony, a pontualidade � primordial para o ajustamento.
O paciente deve retornar quando precisar, mesmo antes do hor�rio marcado.
-Entendeu? -N�o � por isso que estou aqui.
-Eu quero dizer... -N�o tem nada para dizer agora,
vou saber tudo pela hipnose.
Eu vou pegar a inje��o.
-A escopolamina est� pronta? -Sim.
Alfred, voc� leu os jornais sabe o que aconteceu?
H� uma diferen�a entre a hist�ria do jornal e o relat�rio cient�fico.
Precisamos ter certeza, mesmo em uma experi�ncia menor.
Sabe quantos porcos da guin� s�o usados para testar
prot�tipos antes de serem apresentados ao mundo cient�fico?
Com certeza n�o sabe, s�o cobaias para a ci�ncia.
-Tem que ser assim. -Mas percebe as consequ�ncias?
Eu percebo que eu tenho uma idosa como assistente.
Se eu n�o o tivesse em alta conta, diria que isso foi um insulto.
-Significa que � o caminho do progresso. -Progresso?
Chama de progresso regressar a ra�a humana para as ra�zes primitivas?
Talvez seja a �nica maneira progredir.
Vamos, garoto.
Dr. Brandon...
Tem uma coisa que eu preciso dizer.
Eu n�o sei se isso realmente aconteceu.
Parecia um pesadelo.
Ou�a, Tony, muitas vezes na psicoterapia coisas estranhas parecem acontecer.
�s vezes, quando voc� entra em um canto escuro da mente humana...
Doutor!
-Por favor, me ajude. -Fiz exatamente como disse.
Tudo o que digo � para seu progresso. Para melhorar sua vida escolar.
Sim e estou extremamente satisfeito com o progresso que tem feito.
Em breve, Tony, muito em breve, ter� seu verdadeiro "eu" novamente.
Vamos.
Este � um mapa da �rea.
Vamos come�ar pela casa abandonada.
Adolescentes chamam de casa mal-assombrada.
Voc� os interrogou?
Sim, apenas informalmente.
Fizeram uma festa depois de um jogo de futebol e depois foram para casa.
Todos foram de carro, exceto Frank, que ia a p� pela floresta.
-E os pais dele? -A m�e dele est� em choque.
Ela s� est� interessada em uma coisa, o que a pol�cia est� fazendo a respeito.
� isso a�. Estamos acabados se n�o encontrarmos o assassino.
Chefe Baker.
Donovan.
Sim. Ok, obrigado.
-Pegaram alguns andarilhos no cemit�rio. -V� na frente, vou depois.
Eu verifiquei at� as cidades vizinhas, n�o h� circos, parques de divers�o ou feiras.
Se vierem para a cidade, ser� na primavera.
-E as fazendas? -Eu verifiquei tamb�m.
A maioria dos caminh�es tem uns poucos porcos, bois e alguns cavalos.
H� um canil 3 milhas ao norte.
Mas s�o c�es de fazenda, a primeira coisa que fazem � retirar os dentes.
Isso n�o � bom.
Tudo leva a um beco sem sa�da.
Muito bom Teresa! Sua forma est� melhorando.
-Obrigado, Sra. Ferguson. -Mas voc� tem que repetir,
receber�o incentivos com melhores notas se ganharem a olimp�ada colegial.
Espero que n�s ganhemos desta vez.
Tamb�m espero. J� fez o suficiente por hoje? Eu tenho que ir.
Eu gostaria de praticar pelo menos mais meia hora.
Bem, n�o precisa de mim aqui. Basta lembrar das orienta��es que dei.
-Tenho algumas compras para fazer. -Voc� pode ir.
Voc� me deixou com muita confian�a me treinando o tempo todo
e avisando sobre os meus erros.
Eu s� quero tentar mais algumas vezes.
Faz muito bem. Boa noite.
Voc� vai entrar, Tony?
Espero que n�o se importe por ter esperado.
Eu tinha um relat�rio para terminar.
-Voc� queria me ver. -Sim, queria conversar com voc�.
Por favor, n�o seja t�o desconfiado, vamos manter uma conversa amig�vel.
Ent�o, voc� n�o vai brigar comigo.
Eu n�o vou brigar como voc� diz.
Sente-se, Tony.
Obrigado.
Eu recebi o relat�rio do Dr. Brandon. Claro que � tudo muito confidencial.
O relat�rio indica seu progresso, estou feliz em poder confirmar isso.
-Quer dizer que estou me ajustando? -Sim, muito.
Suas notas n�o est�o t�o boas, mas nunca foram t�o altas.
No entanto, o comportamento melhorou muito.
Digamos que voc� est� muito bem.
Obrigado, fico feliz por isso.
E como recompensa, quero que saiba que se continuar assim
receber� um certificado honor�rio.
Sim, Tony, eu o recomendei para a Universidade Estadual.
Estas avalia��es v�o compor um relat�rio satisfat�rio.
Isso significa muito para mim, Sra. Ferguson.
As pessoas para que eu o recomendei ficaram encantadas.
Eu sei que voc� tamb�m vai ficar.
Portanto, complete sua gradua��o e estar� pronto para uma carreira real.
Muito obrigado.
Sempre soube que havia alguma coisa dentro de voc�... digo realmente dentro
que iria orgulhar seu pai e sua escola.
-Obrigado. -De nada.
Est� dispensado.
-Voc� viu? -Sim, eu vi.
Voc� o reconheceu?
Vou chamar a pol�cia! Vou chamar a pol�cia!
Sra. Ferguson, sei que isso � dif�cil,
mas se voc� puder nos ajudar.
Ele...
Ele veio correndo do gin�sio.
Eu reconheci o casaco
-e as cal�as. -Eram as mesmas?
As mesmas.
Mas o rosto...
os olhos...
m�os como garras...
Eu nunca vi nada assim antes.
-Mas voc� o reconheceu? -Era Tony, era a jaqueta dele.
-E algu�m o perseguiu? -N�o, tudo aconteceu muito r�pido.
Al�m disso, ficamos paralisados, simplesmente paralisados.
-E ent�o ele desapareceu? -Sim, como um animal.
Pulou a cerca e correu para os campos.
A �rea inteira est� isolada. Todo policial est� pronto para atirar.
-e ele n�o tem chance de escapar. -Ele?
Chame-o do que quiser.
Eu acho que o termo apropriado � lobisomem.
Bem, ent�o chame-o de lobisomem se quiser.
Que prote��o est� dando para as pessoas?
-Especialmente aos adolescentes. -A melhor que pudemos dar.
Os pais foram aconselhados a manter as crian�as em casa.
Cinemas, gin�sios, boliches, tudo foi fechado.
E quanto ao lobisomem?
A pol�cia foi notificada e come�ou a trabalhar de imediato.
E, enquanto isso, o lobisomem est� em vantagem.
N�o por muito tempo.
� o que voc� espera.
Voc� acha que � uma persegui��o a um criminoso comum.
Voc� est� lidando com algo astuto, implac�vel e sobrenatural.
Pare com isso.
N�o aumente ainda mais o p�nico que j� existe.
As pessoas que v�em as manchetes dos jornais, j� entenderam tudo.
Talvez voc� n�o possa manter o assassino em segredo.
N�o tente nos culpar por isso.
Fizemos o que � razo�vel no interesse da seguran�a p�blica e seguran�a.
Tudo bem. Posso ver as fotos oficiais?
N�o, elas est�o trancadas em nossos arquivos.
Voc� n�o pode manter isso em segredo, chefe.
O segundo assassinato despertou a imprensa,
um caminh�o da TV est� prestes a chegar.
Adolescentes ser�o entrevistados, pais, professores.
Um psic�logo est� envolvido nisso, n�o �?
Voc� n�o tem como saber.
O que est� tentando fazer, provocar mais dor nas fam�lias?
N�o leve isso para o pessoal, Chefe Baker.
Voc� tem seu jeito de trabalhar, n�s temos o nosso.
Nesse caso, senhores, v�o entender que estamos muito ocupados.
Mas de uma coisa voc� pode ter certeza.
Vamos acompanhar cada passo da persegui��o a partir de agora.
Disso eu tenho certeza, sr. Doyle.
Doutor, qual � a sua opini�o?
Desculpe, sargento, mas n�o pode incentivar uma histeria em massa.
Mas h� testemunhas que juram que o viram.
Alucina��es. Eu n�o vi a chamada fera com meus pr�prios olhos.
Al�m disso, cientistas precisam de fatos concretos antes de formar uma opini�o.
Provas definitivas antes de chegar a uma conclus�o.
Doutor, isso n�o � hora de dar palestra. Tony estava sob seus cuidados profissionais.
N�o temos tempo para isso. Voc� o devia ter ajudado.
Pelo que sei, ajudei. Seu comportamento desde que assumi, prova isso.
Voc� n�o achou nenhuma indica��o, uma pista, encontrou alguma coisa?
Eu costumo escrever relat�rios, mas n�o posso dizer nada pois
� confidencial entre o m�dico e paciente.
Estou ciente disso.
No entanto, espero que voc� coopere conosco.
Acho que voc� perdeu um valioso tempo me interrogando
de qualquer maneira � seu dever encontrar esse... jovem.
Por que voc� evita aquela palavra? Todo mundo est� usando.
Lobisomem.
Eu n�o acredito em contos da carochinha.
Acredito que essas lendas e mitos acabaram com a inven��o da eletricidade.
Aqui � a Am�rica moderna, e n�o as montanhas dos C�rpatos de Hamlet.
O que as montanhas de C�rpatos tem a ver conosco?
� l� que a lenda nasceu.
As pessoas l� acreditam em lobisomens.
Nas sombras de noite, nas montanhas sinistras
os c�es famintos uivam para a lua, camponeses correm para se esconder.
Qualquer olhar felino, dentes afiados e brilhantes eles chamam de lobisomem.
Doutor, voc� parece conhecer muito sobre esses mitos.
A fantasia � divertida.
Mas eu vivo de fatos.
Ol�, Pepe. Voc� est� atrasado esta noite.
Chris, esta adolescente morreu da mesma maneira?
Sim, da mesma maneira.
Eu disse, eu sabia. � um lobisomem!
Me diga uma coisa, Pepe, em seu pa�s de origem
-nunca capturaram um lobisomem? -Nunca.
Nunca.
-Seu namorado nunca deu algum sinal? -Nunca, nunca!
Voc� percebe que, se essa coisa vir aqui, para...
N�o a deixe mais preocupada do que j� est�.
-J� concordou em falar. -Sim, acho que � o suficiente.
Ela tem chorado desde que isso aconteceu. Ela precisa descansar.
Apenas mais uma foto.
-Deve proteg�-la na escola. -A escola est� fechada.
De qualquer maneira, irei proteg�-la aqui em sua casa.
-Realmente acredita que seu filho �...? -N�o. Eu n�o posso acreditar.
Que tipo de garoto Tony era?
Tony �.
Sempre foi introspectivo. Ele guardava tudo para si.
Talvez eu devesse ter casado novamente.
Uma boa esposa em casa, uma m�e dedicada...
Um garoto precisava. Especialmente quando crescia.
N�o que Tony reclamasse. Eu at� perguntei � ele.
Eu perguntei se eu deveria.
E ele disse:'' N�o, papai. estamos bem juntos, s� n�s dois.''
Deveria saber que n�o se pode substituir a sua m�e em meu cora��o ou no dele...
Eu queria dizer... se ele era sempre obediente?
Sim.
Tinha apenas que pedir � ele. Pedindo com jeito, ele faz tudo.
Tony � um bom garoto.
Eu n�o me importo com o que dizem. Tony � um bom garoto.
No entanto, ele saiu e n�o teve not�cias dele desde que ele foi para a escola esta manh�?
Certamente ele n�o se preocupa tanto quanto voc� se preocupa.
Claro, voc� sabe o que a diretora e os amigos dele dizem sobre a fera.
-Como ela parecia. N�o acha que Tony ... -Deixe-me em paz, sim?
Deixe-me em paz.
-Pat, j� est� pronto. -Ah, obrigado.
Parece que ser� uma longa persegui��o, Donovan
temos que peg�-lo antes de amanh� porque se tornar� um problema maior.
Vamos tentar, mas a noite na floresta vai ser dif�cil.
Uma coisa � certa. Ele n�o pode ir longe, se est� � p�.
Ele precisar� parar para descansar e comer.
Vamos.
Ok, nos moveremos gradualmente.
Primeiro pelo per�metro da floresta e continuamos a rodar at� o encontrar.
Se voc� o virem ou qualquer sinal suspeito,
me avise ou ao Lee atrav�s do walkie-talkie.
N�o atirem a menos que sejam atacados.
Vamos tentar pegar aquela coisa viva.
S� mais uma coisa.
Quando estiverem na floresta, acendam as tochas.
Os animais t�m medo de fogo, e talvez os lobisomens tamb�m.
Vamos, Donovan.
Ok pessoal, ajuntem-se. Precisam acender as tochas.
OK, Charlie, leve algumas tochas e suba a colina.
Donovan, pegue uns dois homens e v� para l�?
V�o em frente.
Mike, venha aqui!
Segure.
Donovan, voc� viu alguma coisa?
O c�o foi morto naquele local.
Ele deve estar por aqui em algum lugar.
N�o d� para procurar com esta escurid�o.
Donovan, ficaremos de vigia para que ele n�o possa escapar.
Temos que peg�-lo.
Vamos, atenda.
Basta dizer a ele para se render.
Diga que � o melhor.
Aconselhe como seu pai para se render.
Al�?
Obrigado. Obrigado.
Meu chefe Sonny.
Ele me permitiu ficar em casa hoje � noite.
Como se isso importasse.
Como se alguma coisa importasse.
Se ao menos tivesse certeza que ele ainda est� vivo. Apenas saber.
-Veja o que encontrei, um par de bot�es. -Como voc� sabe que � dele?
Combina com a descri��o no ataque.
Como pode ter certeza? Podemos nos encrencar.
-Alfred ... -N�o me interrompa.
N�o quero faz�-lo perder tempo...
Voc� n�o est� pensando na segunda v�tima?
Acha que vou perder meu tempo durante a experi�ncia do s�culo
por causa de alguma v�tima?
Chame-o do que quiser, mas ele tem agido como um animal perigoso.
E se ele for capturado...
N�o tenho certeza se ele ser� capturado.
A transforma��o em lobisomem d� � cobaia faro e ast�cia animal.
Voc� acha que ele poder� vir aqui?
S� temos que esperar. Ele deve vir aqui.
Eu sou o seu �nico elo que resta.
A �ltima esperan�a dele.
Ei, voc�!
Da pr�xima vez use a faixa de pedestres!
Assim mais ningu�m vai morrer.
Espere.
Tudo bem, senhorita, atenda.
Lembre-se de segur�-lo na linha para que possamos localizar a chamada.
Al�?
Al�?
Quem quer que fosse, desligou.
Reconheceu a voz dele?
N�o pude ter certeza.
Olha, se est� tentando proteg�-lo ou algo assim, voc� est� errada.
-O melhor � que ele se entregue. -N�o ouvi nada quando disse "al�".
Como poderia ter certeza?
Sargento Donovan.
Onde?
N�mero 10, na Hudson'?
Obrigado!
-O que h�? -Ele foi localizado.
No centro?
Faz sentido. Nenhum vest�gio na floresta, e as estradas bloqueadas. Vamos l�, Chris.
Os resultados do caso da Sra. Banks, indicam que...
Eu esperava por voc�.
Bom dia, Tony.
Doutor, eu sei o que sou.
O que eu me tornei.
Ajude-me, doutor, por favor!
Sei que n�o vai me entregar, n�o quero que Arlene me veja. Por favor, me ajude!
Por favor, me ajude!
Claro, Tony, claro.
Venha aqui.
Alfred, estou implorando. � tarde demais para trazer os mortos de volta � vida.
Mas pelo menos voc� pode ajud�-lo.
Ajud�-lo a corrigir este terr�vel erro.
Erro? Este triunfo da ci�ncia voc� chama de erro?
O que voc� vai fazer agora?
Ele deve regredir mais uma vez.
Vou ver com meus pr�prios olhos e gravar com minha propria c�mera.
Voc� ser� testemunha.
Teremos tudo gravado. Quando ele tomar a inje��o e sofrer a transforma��o
e depois ningu�m vai duvidar das minhas palavras.
At� mesmo os cientistas mais c�ticos v�o se convencer
de que penetrei nos mais profundos segredos da cria��o.
E que eu realizei o primeiro caso de regress�o perfeita.
Excelente.
Alfred, detenha-o!
Tony...
Tony, eu sou seu amigo.
O �nico amigo que voc� tem.
Tony!
Tony!
N�o!
N�o! N�o! N�o!
N�o havia outro jeito. O que mais poder�amos ter feito?
-Tivemos que fazer isso. -Sim.
Voc� viu o rosto dele como estava antes?
Eu nunca vou esquecer.
Pelo menos podemos v�-lo assim agora.
E quanto a ele?
Eu n�o sei.
Parece que suas descobertas acabaram.
Os jornais ir�o explorar muito tudo isso.
Sim.
Mas depois de um dia como este, uma coisa ficou clara.
O homem n�o deve interferir nos caminhos de Deus.
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