All language subtitles for Huff - 01x13 - Crazy Nuts And All F_cked Up.DVD-Rip SAiNTS.Portuguese (Brazilian).updated.Addic7ed.com (1)

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Original subtitles

Temporada 1 - Episódio 13 “MALUCOS E ARREPIADOS”

Revisão e Sincronia: Konga

Deus. De novo, não.

Eu falei para não comprar esses detectores de movimento.

Mike os faz disparar a cada cinco segundos.

Tudo bem. Mandarei desconectá-los amanhã.

- Meu Deus. - Byrd?

Pai!

Byrd?

- Meu Deus. - Jesus Cristo.

- Acho que finalmente a encontramos. - Byrd, você está bem?

Meu Deus. Chame alguém.

O que está acontecendo aqui?

Ela de novo, não.

- De novo? - Foi ela que esfaqueou Beth.

- Esfaqueou? Beth, o que... - Mãe, eu explicarei depois.

- Melody? - Huff, chame a polícia.

- Polícia? Chame uma ambulância. - Melody, você está me ouvindo?

Droga, Huff. Pare de falar com ela e chame a polícia.

- Ela está em choque, querida. - Ela está em choque?

- Quem é? - A empresa de segurança.

O alarme dispara, e eles ligam para saber se mataram você.

Byrd, pode buscar um copo d'água, por favor?

Claro.

Se você não atende, eles vêm à sua casa.

Eles virão, certo?

Fique sentada, Melody.

- Vou buscar um cobertor, está bem? - Ela está sangrando, e...

Mike.

Se invadir minha casa de novo...

Ouça.

Se invadir minha casa de novo...

quando eu terminar com você...

isto parecerá uma limpeza de pele.

Promete?

Não deixe o Dior enganá-la.

Liguem para a polícia.

Preciso que mandem a polícia de verdade.

Quer um drinque, Madeline, para se acalmar?

Sei que vocês vêm armados.

Mas não podem prender ninguém.

Facadas, eu acho. Deve ter sido ela mesma.

- Ela se esfaqueou? - É um trabalho sujo...

mas alguém tem que fazer.

Certo, Melody. Agüente firme, está bem?

O socorro está a caminho.

Está tudo bem.

Lamento que não sejam cor de rosa.

Está tudo bem. São lindas. Obrigado.

Está tudo bem.

Sodomizada, sem dúvida. E estuprada.

- Nunca entendi a diferença. - Há diferença.

Eu sei a diferença. Mas foi vaginal, anal, oral?

Forçado é forçado, e estupro é estupro, certo?

Semântica.

- O que disse? - Ela continua arrebentada.

É a terceira vez que ela tenta se matar.

Os ferimentos não foram feitos por ela mesma.

Não foram?

A maioria estava em uma área que ela não poderia alcançar.

- Ela é bem criativa. - Pessoas desesperadas costumam ser.

Deve ser difícil vir aqui todos os dias, não é?

Por quê?

Não é um bem um hotel de luxo, é?

Não é um Spa, Huffstodt.

- Ei, Gwenevere. - Olá, doutor.

Comparado a alguns sanatórios do sul do Estado...

muita gente mataria para ficar aqui.

E gosto do meu trabalho.

- Eu não quis dizer que... - Calma.

Acho que seu trabalho é muito mais difícil.

Verdade?

Todos aqueles malucos de Hollywood e Beverly Hills.

A única diferença entre eles e os doidos daqui é uma Mercedes...

e um bom plano de saúde.

Você podia lhes dar comprimidos sem parar...

torcendo para que eles não morram.

Isto é, quantas pessoas acha que realmente ajuda?

Em longo prazo?

Segundo a ficha dela, você a trata há oito anos, certo?

- Mais ou menos. - É o que eu digo.

Olhe para ela. Você vai prestar queixa?

Perguntei se você vai prestar queixa.

O policial disse que ela invadiu sua casa algumas vezes.

Atacou sua esposa, na primeira vez?

Provavelmente. Posso falar com ela?

Não queria estar em seu lugar, doutor. Se prestar queixa, ela irá presa.

Se for presa, será morta. Não preste queixas, e ela terá uma chance.

Talvez não aqui, por não ter seguro...

mas em algum lugar.

- Boa conversa. - Obrigado.

Eu... Eu...

Eu sinto muito.

- Está tudo bem. - Por favor.

Por favor, ajude-me.

Ajude-me.

Está tudo bem. Acalme-se. Está tudo bem.

- O que está fazendo aqui? - Eu trabalho aqui.

Pensei que ficaria em Manila...

até a próxima semana.

É época de chuva, Russell. E odeio essa época.

Nem me fale.

Como vai o caso da imigração da minha irmã?

Vai indo muito bem.

- Isso não me diz nada. - O que disse?

- Isso é vago e superficial. - Veja como fala, princesa.

Não aceitarei seus desaforos só porque voltou ao trabalho.

Não me obrigue a chamar aquele robô ruivo, com...

Certo. Tome seus recados.

Kelly Nippers ligou dizendo que tem consulta na clínica...

e que é melhor você ir.

- Quer comentar? - É Kanippers, com “K”.

- Qual clínica? - Não sei.

É alguma entidade...

pró-vida, pró-escolha...

Pró-caridade. É isso.

- Que tal um café, querida? - Por que chegou tão cedo?

Porque sou um advogado trabalhador.

Parece que estava estudando para uma prova de cálculo.

Pareço?

Eu dormi seis ou sete minutos, esta noite.

Sozinho.

Você é da polícia?

Onde está meu café? Seja bem-vinda e tudo mais, mas ande logo, pode ser?

- Deus. Obrigado. - Cretino.

- Onde você estava? - No Hospital Municipal.

- Desde as quatro da manhã? - Não é um hotel, querida.

É um hospital municipal.

Formulários, espera, policiais. Documentos, espera, fichas...

- E devo estar fedendo. - Já entendi.

Mas acabou, certo? Eles a trancaram e jogaram a chave fora?

- Com certeza eles a trancaram. - Ótimo.

Como vocês estão?

Se ficar melhor que isto, eu vou explodir.

Temos consulta com o Dr. Berman. Pode nos ajudar a ir ao carro?

- Claro. - Pode deixar, pai.

Não, Byrd. Escola, agora. Atrasado. Depressa. Obrigado.

Desculpem-me.

Eu correria até o carro, se pudesse.

Eu detesto dar trabalho. Talvez fosse melhor se eu...

Madeline?

- Cale a boca. - Espere.

Aqui está aquela coisa de ervas que você me pediu.

Sei lá. E aquela loja?

Todos vestiam sacos de estopa, e eram pálidos, quase verdes.

Eu quase joguei um bife cru para eles.

- Obrigada, Izzy. - Até mais.

Vamos, mãe. Eu trouxe o carro para cá.

Devagar.

Eu abro a porta.

Acho que temos que limpar isto.

Vou pegar uma esponja.

Eu estava pensando em usar um maçarico.

Vovó?

Eu não quero ir à escola, hoje.

- Não vá. - Mas mamãe ficará furiosa.

Pelo amor de Deus. Nós quase fomos assassinados, ontem.

Quem se importa com geometria? Vá para a minha casa.

Eles nem saberão que você sumiu. Vá.

- Qual era a pressa dele? - Ele adora a escola, eu acho.

Eu me preocupo com ele, às vezes.

Ele devia matar aula com mais freqüência.

“Matar aula” é engraçado.

Querido, por favor, ligue para a Woodburn.

Querem que eu assine uma ficha de consentimento para Teddy.

Mãe, você pode me dar um Red Bull?

Não sei como consegue beber isso.

Eu experimentei há um mês, e tomo soníferos até hoje.

Obrigado.

Acho que você devia dar o consentimento, mãe.

Eu nem sei do que se trata. Por isso lhe pedi que ligasse.

É uma nova droga que querem dar a ele. Chama-se Clozaril.

Você já sabia?

É outro antipsicótico. E eu já sei há algum tempo.

E não me contou porque...

Porque embora Teddy possa ficar...

livre da esquizofrenia...

pode haver efeitos colaterais muito graves.

Como o quê?

Doença cardíaca, diabetes...

e uma rara doença no sangue chamada agranulocitose.

Traduza, por favor.

Existe uma pequena chance de que ele tenha uma reação fatal.

Então, não.

Mãe?

Veja.

Um diamante amarelo.

Eu não sabia que existiam diamantes amarelos, e você?

Você poderia parar de mascar chiclete?

Kobe deu...

um diamante roxo de US$ 4 milhões para a Sra. Bryant.

Disse que estava encomendado, antes dos problemas começarem.

- Você gosta de jóias? - Por favor...

pare de mascar chiclete.

Qual é sua cor de diamante preferida, querido?

Cuspa o chiclete e não me chame de querido.

Você já comeu, hoje?

Você devia comer algo.

Tupper, Kanippers?

Podem entrar.

Aconselhamento genético é bom...

para grávidas acima de 35 anos.

Nós já analisamos Kelly.

Então, eu lhe farei várias perguntas. Está pronto?

Manda bala, doutora.

Em sua família existe alguém com Síndrome de Down?

Infelizmente, sim. Minha tia.

Irmã de minha mãe, Susan.

Em sua família alguém sofre de Fibrose Cística ou Huntington?

Não sei dizer.

Talvez. Marque “sim”. Família grande.

Em sua família alguém nasceu com Espinha Bífida?

- Russell? - Estou pensando.

Como pode não saber?

Eu venho dos confins da Pensilvânia.

Se tenho algum parente com Espinha Bífida? É provável. Como posso saber?

- Pergunte à sua mãe. - Até parece.

Descubra!

Vamos passar para as perguntas pessoais, está bem?

O senhor consome álcool regularmente?

Costumo beber bastante.

Quantos drinques por semana?

- Sessenta. Oitenta. - Meu Deus.

Você usa drogas como...

maconha, LSD, Ecstasy, cocaína?

Sim.

- Sim para qual? - Sim.

- Sim para todas elas? - Querida.

Você também gosta de uma droga recreacional.

Você sempre topa, Kel.

Eu não sabia que o vício do pai prejudicaria o bebê.

Cocaína usada por homens...

foi ligada a problemas mentais em crianças.

A cocaína se une ao esperma...

e pode ser levada até o óvulo.

Sr. Tupper, com que freqüência o senhor usa cocaína?

Quem está ganhando?

Estou dando uma surra em mim mesmo.

O que ela disse?

Quem?

Nós tivemos uma conversa de 30 segundos a respeito.

- E? - Ela disse não.

Uma reunião sobre Teddy e eu nem fui convidado?

Clozaril não é a única opção, Ted.

Ela pensou a respeito?

Ou foi como “ir à lavanderia, arruinar a vida de Teddy...

- descongelar o frango”? - Eu sinto muito.

Não é justo. Todos tomam decisões por mim, menos eu.

Estou farto de ouvir as decisões dela através de você.

Diga à mamãe que se ela tomar decisões...

que me deixarão apodrecendo aqui...

ela terá que dizer pessoalmente, não quando estou dormindo.

Nós dois temos que estar acordados.

- Diga que isso não é justo. - É justo.

Ótimo. Faça isso.

A fraqueza nas pernas e a dor lombar...

se devem à compressão da medula espinhal.

Vejam aqui como os tumores...

tomaram os ossos da espinha...

e estão pressionando a medula espinhal.

Está claro?

Eu tenho câncer na espinha, agora.

E então...

o que nós faremos?

Beth, querida, não faça perguntas tolas.

Mãe, deve haver algo a fazer...

além de usar ervas chinesas.

Não critique algo que estou tentando fazer...

para tentar entender...

Para não deixar que eles...

me envenenem com drogas...

e depois culpem...

as drogas por me deixarem mais doente.

Nada funciona.

O que eu faço?

O que nós faremos, Beth...

é discutir o que vamos jantar.

Depois faremos compras...

cozinharemos, comeremos, lavaremos a louça...

dormiremos...

acordaremos e repetiremos tudo amanhã.

Não é isso que faremos, doutor?

Até eu não poder nem fazer isso.

Até que o auge do meu dia...

seja falar com grupos de apoio pela Internet...

com as pessoas sem rosto que ainda não morreram...

e esperam receber panfletos...

de clínicas de repouso.

Onde está meu celular?

Preciso ligar para o papai. É isso que tenho que fazer.

Pedir a papai que venha me buscar.

Quero fazer o jantar para ele.

Quero ir para casa.

É isso que faremos.

Eu não sei. É um erro.

É para isso que são pagos.

Para não fazer o trabalho que deveriam?

Isso mesmo.

Isso mesmo.

Eu dei vários telefonemas e prometo...

que trarei a sua irmã de Manila assim que os papéis forem registrados.

Eu acredito em você.

Obrigada.

A quanto tempo de férias eu tenho direito?

Talvez um ou dois anos.

Você pode ligar para o RH...

para confirmar, por favor?

Você é sócio, Russell.

Pode tirar férias quando quiser. Aonde você vai?

Para onde ninguém me conheça.

Você sabe.

Mar e areia, sol e areia.

Drinques tropicais, entende?

E não levarei meu celular.

Você sabe que temos uma história, certo?

Eu perguntei se você sabia que tínhamos uma história.

Pode me contar qualquer coisa. Pode confiar em mim, entende?

Minha palavra tem valor.

Eu sei que tem.

Eu sei disso.

Amigo, sou eu.

Huff, preciso falar com você.

Estou com um problema, e não tenho com quem falar.

Não estou drogado ou bêbado...

e isto é muito real para mim. Estou falando rápido porque se parar...

talvez eu desligue. Pode vir até aqui? Preciso conversar agora.

Claro.

Obrigado.

Obrigado, amigo.

Ei, Dr. Huffstodt.

- Ei, Maggie. Como vai? - Bem.

- Ótimo. Posso entrar? - Claro.

Talvez eu não devesse perguntar-lhe isto...

e entenderei se não quiser responder...

mas há algo errado com ele?

Além dos problemas de sempre?

Ele está diferente há algumas semanas...

e não de um modo bom.

Ele até parou de olhar nos meus olhos, quando mente.

Isso é diferente.

Bem, diga-me se achar que posso ajudar em algo.

Claro. Obrigado.

Porque sinto que vim visitar alguém no hospital?

- O que disse? - Nada.

Está recebendo?

Ei, amigo.

Como vai você?

Dia ruim?

Acho que sim. Claro.

O que está havendo?

Na verdade, nada.

Bem, eu...

Houve um incidente, e eu fiz algo...

e depois houve conseqüências.

E essas conseqüências...

podem ser boas ou ruins.

Eu sempre soube...

corrigir meus erros, entende?

Dou mil dólares aqui, mil ali.

Conto algumas piadas. Danço. Eu sou bom nisso.

Desta vez, eu...

Eu não sei. Pode ser algo muito, muito, muito...

Russell, meu Deus. Qual é o problema?

Você venceu, seu alcoólatra cretino, com espinha bífida...

diabético, nojento e viciado!

Chega de beber. Você não devia beber. Está grávida.

- E você se importa? - Não. Mas são 14h...

e você não devia beber tanto.

Sim, Sr. Todos Parentes Maternos Morreram de Insuficiência Renal.

Talvez eu tenha exagerado algumas coisas no aconselhamento genético.

- Ela está grávida? - Não importa.

Depois de amanhã eu vou acordar...

tomar um Valium, ou dois...

pegarei um ônibus, irei para a clínica e abrirei as pernas.

Então você decidiu fazer isso.

Dizer adeus ao meu bebê.

Meu único bebê.

O bebê que jamais pensei que teria.

Que precisa ser aspirado pois tem cocaína em seu esperma...

e sua família tem doenças que eu nem conhecia.

Nós podemos fazer uma pausa?

Desculpe-me. Qual é seu nome?

- Kelly. - Kelly.

Primeiro, ele está mentindo a respeito das doenças.

E segundo, ele não nasceu para ser pai.

- Você sabe disso, não? - Eu sei.

Mesmo assim, ainda quer ter o bebê?

Eu só...

Eu receio não ter nada a oferecer a uma criança.

Por que não?

Eu tenho 42 anos...

e vendo televisores de plasma.

Eu não fiz faculdade...

e meu namoro mais longo durou seis meses.

Além de ser burra, não sei lidar com pessoas.

Você está um pouco bêbada, agora...

e você é uma pessoa intensa e forte.

Obrigada.

Talvez não seja hora de tomar...

uma decisão como essa.

Quem é você?

Ele é meu melhor amigo, e é um psiquiatra famoso.

Cale essa boca, está bem?

Eu não sei todos os fatos...

mas talvez queira esperar...

e fazer o melhor para você.

Eu sei. Fellini é uma bênção.

Fellini?

Eu adoro 81/2.

Já sabe que é um menino?

Eu vi o ultrassom.

É um menino?

Obrigado.

Você tem que dizer àquele brutamontes...

para me tirar daqui.

Você atacou uma enfermeira...

e quebrou uma agulha no braço

Tenha dó. A vadia queria me furar.

A vadia queria dar sua medicação.

Eles queriam me fazer dormir...

para poderem me congelar junto com Walt Disney.

Melody, o que houve?

Porque foi à minha casa, de novo?

Fui levar rosas à Beth e pedir desculpas...

por ter encomendado...

uma festa falsa e por esfaqueá-la.

E por que estava ensangüentada? Eu sei que foi estuprada.

Eu jamais deixaria alguém me estuprar.

Não é questão de deixar, Melody. Por isso se chama estupro.

Foi algo feito com você.

Pode me dizer o que houve?

- Você se lembra? - Claro que me lembro.

Eu conheci dois sujeitos em Santa Barbara.

Eles me deram uma carona até Los Angeles...

e foram simpáticos até Malibu.

Eles dirigiam um Hummer...

e eu fiz uma piada.

Eles não acharam graça, e não deram risada.

Eles pararam na praia...

e disseram que era hora de eu trabalhar.

O ruivo pôs o pênis para fora...

aproximou do meu rosto e eu ri...

- e perguntei por que ele era azul. - Era azul?

A parte da cabeça.

E ele ficou zangado.

Acho que já tinham perguntado isso.

Ele me chutou para fora do carro...

o amigo dele me arrastou pela areia, nós comemos frango frito...

alguém foi buscar cerveja...

e eu fiz uma fogueira.

O sujeito que eu mordi tocou violão...

Eu sabia que você ajudaria.

Só achei que devia pedir desculpas à Beth, primeiro.

Você toca violão?

Vamos. Venha cá.

Está lendo minha correspondência?

Tem várias cartas para a sua esposa.

Huff, querido. Encha meu copo...

e venha assistir The Awful Truth. É engraçado.

Mãe, eu vi Teddy hoje...

e contei que você não o autorizou a tomar Clozaril.

- E como foi? - Não muito bem.

É melhor isso que o enterro dele, certo?

Mas ele levantou uma boa questão.

Ele disse que você tem que dizer isso...

pessoalmente sem me usar como mensageiro.

Eu levarei Teddy ao parque em Santa Monica, amanhã, às 15h.

Sabe aquele aonde você nos levava?

Eu a amo muito, e você também irá.

O que você quer fazer comigo?

Quero ajudá-la, mãe. Não podemos continuar assim...

está bem? Às 15h, perto do balanço onde Teddy quebrou o braço...

entendeu?

Está bem. Eu irei. Não vou gostar, mas irei.

Não é necessário gostar.

Obrigado. Boa noite.

Obrigada. Boa noite.

Sra. Barnsley. Srta. Heath. Sr. Barnsley e Sr. Randall.

Sabe onde Lucy está?

Ela me convidou para um...

Deus, o dia foi péssimo.

Sério?

Sua medula está deteriorando, também?

Posso não competir com câncer por uma noite, por favor?

O que houve com Melody?

Ela virá para o desjejum?

Ou talvez ainda não seja uma boa hora para me contar.

O médico disse que ela estará bem em poucos dias.

Ótimo. Haverá um julgamento?

Teremos que esperar um ano por isso, também?

Acho que não haverá julgamento.

Ela confessou?

Acho que não devemos prestar queixa.

O quê?

Se for presa, ela não sairá viva, querida.

Esse é o objetivo da prisão, não é?

Ela vai morrer...

entende? Ela é doente mental.

Então podem trancá-la com os outros malucos.

Talvez ela possa ficar com Teddy.

Você está dizendo...

que deixaria livre a pessoa que atacou sua família...

para que ela possa voltar e terminar o serviço?

Não, querida. Ela precisa de ajuda.

Você precisa de ajuda.

Acha que a tranqüilidade dela é mais importante que a nossa.

Querida, ela está presa...

atrás de duas portas, amarrada à cama.

Ela invadiu nossa casa duas vezes.

Ela podia ter atacado minha mãe, desta vez...

- Ou Byrd. - Eu sei disso.

Mas ela não tem família. Eles a abandonaram há três meses.

- Eu só... - Então você vai ajudá-la, também.

Como ajuda todas as pessoas em sua vida...

que o sugam. Sua mãe.

Seu irmão. Russell. Seus pacientes. Quem mais?

Não esqueçamos a bela representante farmacêutica...

que não havia atingido a cota.

Podemos deixar isso para depois?

Estou exausto.

Você nem está mais aqui, quando está aqui.

Deus, o que está havendo?

- Não está havendo nada. - Está havendo algo.

Não está havendo nada, querida. Não sei o que quer que eu diga.

Quando fizemos amor pela última vez, Huff?

O triste é que eu também não me lembro.

Um casamento precisa de duas pessoas...

e faz muito tempo que...

não sinto que somos um casal.

Você quer dizer algo?

Vou ligar para papai e dizer para não vir buscar mamãe.

Eu a levarei para casa.

Você vai para Nova Jersey?

São cinco horas de avião. Eu devia ter feito isso mais vezes.

Quanto tempo ficará lá?

- Não sei. - Não sabe?

Você está me abandonando, Beth, ou...

Não estou abandonando você.

Mas estou indo embora.

E não sei quando tempo ficarei fora.

Talvez eu o veja no enterro...

se você não estiver ocupado.

Beth... Deus. Beth. Beth.

Eu beijei uma moça.

Não devia ter beijado. Eu jurei que nunca mais faria isso...

e agora você não sabe quando voltará de Nova Jersey?

Não é só ela.

E não é só Melody.

É só que...

eu não me sinto mais segura com você.

- Como você está? - Não consegui dormir.

Acho que ninguém dormiu.

- Sabe onde Beth está? - Correndo.

Ela acordou de madrugada para ligar para a companhia aérea.

Pegou Jim e Patty...

entrando no estacionamento do aeroporto.

Eu acho ótimo que ela queira ir com você.

Acho que ela não sabe o que quer.

A que horas vocês partem?

Por volta das 17h.

Eu posso levá-las.

Não precisa. Beth vai levar o carro.

Você demoraria muito para voltar, e...

- Você está bem? - É só...

- Ajude-me um pouco. - A subir?

- Está bom? - Perfeito.

Você está bem?

Bem, Madeline...

eu sinto muito por você.

Por mim e Beth.

- E eu nem posso levá-la ao aeroporto. - É melhor assim.

Odeio despedidas.

Eu já odiava quando sabia que a pessoa voltaria.

Bem... Sabe, eu só...

Eu não sei. Eu não tenho palavras.

- Não sei se existem palavras. - Eu sei.

Ouça. Eu não quero ouvir você dizer adeus...

entendeu?

Prometa que...

cuidará da minha filha, quando eu não puder mais.

Resolvam esse problema.

Eu prometo que faremos o possível.

- Faça uma boa viagem. - Será de primeira classe.

Eu amo você, Madeline.

Eu amo você, Huff.

E ela também.

Eu sei.

- Você precisa de algo? - De nada.

Deus...

Meu Deus...

por favor, ajude-me.

Eu preciso de cinco minutos.

Eu lhe trouxe moletons.

Eu não uso, mas obrigada.

Melody, eu vim lhe fazer mais um apelo...

está bem? Você não pode sair deste hospital.

Você precisa ficar aqui, para receber a ajuda que precisa.

Eles só me estupraram e me sodomizaram...

e a faca era bem pequena.

Melody, não foi fácil...

mas consegui que ficasse aqui, se assinar estes papéis.

- Eu não estou louca. - E também não está bem.

Diferença de opinião.

Se eu tiver que identificá-la de novo, será no necrotério.

Porque é mais conveniente para você me deixar trancada.

Porque seria melhor para você.

- Diga a verdade, doutor. - Melhor para mim?

Eles não tratam você, eles guardam você.

Ser guardada como um traste que ninguém quer...

sem esperança.

Acho que não.

Mas você tem esperança...

se permitir que cuidem de você.

Quem? Você? Não.

Meus pais?

Na última vez que os vi, tentaram me internar.

Pais podem ser difíceis.

Como não conseguiram...

pagaram outros para cuidar de mim.

- Porque eles acham que eu sou louco. - Eu não sou louca.

Ainda posso vê-la no topo da escada.

A barriga dela estava enorme.

Papai sabia que eu não queria um irmão, então ele a empurrou.

Eu não quis enforcar mamãe. Minhas mãos agiram sozinhas.

Ela caiu na minha frente, e havia muito sangue.

Olhei para o topo da escada e ele começou a gritar.

“Você é louca. Você é louca.”

Como uma canção de ninar.

Os olhos dela quase saltaram da cabeça. Ela ficou azul.

Depois, ele desceu e me bateu...

e me chutou, e me bateu.

Meu pai me ama demais.

A tragédia é que ela é louca.

E eu também sou.

Não foi nada que mamãe ou papai fizeram.

Melody, eu quero que você assine estes papéis.

Ninguém pode cuidar de você, a menos que os assine.

Estou cansada de falar disso.

- Estou muito cansada. - Não é um trauma.

Ela não testemunhou alguma mentira ou verdade.

Está bem. Deixe-me explicar, está bem?

Se você sair por aquela porta...

encontrará mais insanidade...

e mais gente que quer machucá-la.

Sem falar na possibilidade de ser presa.

E o cérebro dela não está bem e...

nenhuma conversa conserta isso, Craig.

Se você sair por ali, tem a chance de ficar boa.

Você irá comigo?

Eu não irei, se você for embora.

Certo? Se decidir ficar, eu a ajudarei.

Prometo que a visitarei.

Você prometeu.

- Adoro este lugar. - Eu sei.

As árvores cresceram muito desde que éramos crianças.

Elas têm troncos de verdade, agora.

Vamos nos sentar sob uma delas?

Que tal aquela?

- Vou chamá-la de Fred. - Está bem.

Olá, Fred.

Lembra que costumávamos brincar aqui? Ficávamos tão sujos...

que mamãe nos lavava com a mangueira.

Como você está? Nervoso?

O que dirá a ela?

Eu direi: “Mamãe, olá. Gostei do seu cabelo.

Por que você não quer que eu fique bom?”

É ótimo, aqui.

Eu adoro sair para o mundo, sabia?

- Podemos fazer isto de novo? - É possível.

É bom. É protegido. É bom. É seguro.

A vida é minha, certo? Embora mamãe pague por tudo...

- a vida é minha, certo? - Isso mesmo.

Chegamos cedo?

- Um pouco. - Chegamos muito cedo.

Tudo bem. Mikey precisa fazer exercícios mesmo.

Ande, Mikey.

Mande Mike jogar a bola e eu a pegarei com a boca.

- Ande, Mike. - Vá buscar.

Vá buscar. Vamos. Vou pegar você.

Vou pegar a bola. Vou pegá-la.

Dê-me a bola.

Você é um bom garoto.

É tudo que eu consigo fazer, agora.

Bom garoto.

Pronto? Vá buscar.

- Russell. - Izzy, desculpe-me...

por não ter ligado antes. Sei que você odeia isso. Provavelmente.

Eu só precisava conversar com alguém.

Alguém em particular?

- Com você, se possível. - Você está horrível.

- Acho que vou vomitar. - Não neste tapete.

Deus.

Meu estômago parece uma roda gigante.

- Ele sobe e desce... - Sente-se.

Vou pegar um campari com soda.

- Eu não quero beber! - Não grite comigo.

- Desculpe-me. - Pode xingar, gritar...

humilhar e aniquilar...

todo mundo...

mas você não pode gritar comigo, Russel, entendeu?

Eu lamento. Lamento muitíssimo.

Não lamente.

- Apenas não grite comigo, está bem? - Desculpe-me.

Você vai ter um enfarte?

Vou ter um bebê.

- Vai ter um bebê? - Vou.

Engravidei uma vendedora de TVs de plasma, e ela está grávida.

Isso é redundante, Russell.

- Terão gêmeos? - Ela quer fazer um aborto...

e eu não quero que ela faça. Eu queria, mas agora não quero.

E ela não queria, e agora ela quer.

É um menino, e ela descobriu...

que sou totalmente podre.

Ela teme que o bebê não sobreviva.

Eu sei como é.

Eu não posso ter um filho, Izzy.

Eu não posso. Será algo mais que me fará...

destruir tudo mundo e a mim mesmo.

Diga-me o que fazer. Eu não sei o que fazer.

Eu não sei o que fazer.

É possível aprender a fazer isso?

É possível?

Eu não sei o que fazer.

Você pode me ensinar? Eu posso aprender?

Você está perguntando a mim?

Eu não sou a pessoa certa.

Ouça. Isto é inacreditável.

Um bebê vai ter um bebê.

- Um bebê vai ter um bebê. - Um bebê vai ter um bebê.

Não sei o que dizer, Ted. Eu sinto muito.

Quer esperar mais alguns minutos?

Você não achou que ela viesse, achou?

Sim, eu achei.

Porque você está acostumado a vê-la.

Eu estou acostumado a isto.

Não espero nada dela. Sempre fiz isso.

Sou bom em esperar.

É melhor esperar em um parque, e não no sanatório.

Bom garoto.

Isso é um absurdo. Quer saber?

Eu não acredito. Venha. Vamos encontrá-la.

- Agora? - É um absurdo, Ted.

Não deixarei que ela faça isso com você. Vamos, Mikey. Vamos.

- Não quero ir embora. - Vamos, Teddy. Vamos embora.

Inacreditável.

Vamos, Ted.

Não vou entrar aí.

Ted, vamos acabar com isto, está bem?

Eu não quero.

Você disse que não queria receber ordens da mamãe.

- Saia do carro, está bem? - Você não pode me obrigar.

Tudo bem.

Agora, não.

Mãe, Teddy está lá fora, goste você ou não, certo?

Deus.

Ei, amigo.

Querido, não é tão ruim quanto parece.

Sério. Nós temos sido bonzinhos.

- É só a segunda vez, certo? - Isto é estranho.

É estranho para você?

Acho que não precisa ser estranho. Ainda é um pouco estranho...

mas, amigo...

- Droga. - Huff. Huff!

Ele ficou furioso? Eu não sei.

Droga. Ele está perturbado?

Não sei mais o que ele está.

Droga. Aí vem ele.

Você transou com minha mãe? Você transou com minha mãe?

Huff, por favor. Modos.

- Eu vou embora. - Saia daqui.

- Saia daqui, agora! - Estou saindo.

Qual é o seu problema?

Maldito canalha!

Mãe, ele lhe disse que terá um bebê?

- Ele lhe disse? - Bem, não é meu.

Maldito idiota. Ainda bem que a moça fará um aborto.

Deus sabe que você estragaria aquela criança.

- Droga. - Huff?

Cuidado com o que diz.

Teddy?

O que você faz aqui?

Craig vai perguntar à mamãe se posso tomar a droga fatal.

- Verdade? - Espero que ela diga “sim”.

Ouça. É fácil para você pensar que eu só transei com sua mãe.

Mas talvez haja mais.

Talvez possamos conversar...

quando você estiver mais calmo.

Você transou com minha mãe!

Huff? O que você está fazendo?

Meu Deus! Meu Deus!

Meu Deus! O que você acabou de fazer?

Beth! Beth, venha buscá-lo. Ele está maluco.

- Você está maluco, Huff. - Não estou maluco, mãe!

- Você está maluco, Huff. - Não estou maluco, mãe!

Você faz coisas malucas, às vezes, pai.

E então, mãe? Posso tomar aquele remédio?

- O quê? De jeito nenhum. - Droga.

- Ele está inconsciente, Huff. - Ele transou com minha mãe, Beth.

Você não precisava jogá-lo escada abaixo!

Eu não o joguei!

E ele transou com minha mãe!

Teddy?

Teddy!

Teddy!

Teddy!

Ted!

Revisão e Sincronia: Konga

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