All language subtitles for Huff - 01x10 - The Good Doctor.DVD-Rip SAiNTS.Portuguese (Brazilian).updated.Addic7ed.com

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Original subtitles

Temporada 1 - Episódio 10 “O BOM MÉDICO”

Revisão e Sincronia: Konga

Não tem alergias.

E você está tomando alguma medicação?

O que a traz aqui, Charity?

Tenho me sentido deprimida.

Eu larguei o curso de quiroprática.

- Por quê? - Eu me sentia vazia.

E gosto de me sentir realizada.

E largar o curso a ajudou a conseguir isso?

- Acho que é um começo. - Para quê?

Para não me tornar uma quiroprática.

Além disso, eu vivia tendo um problema.

Sempre que o professor me usava para demonstrar algo...

para fazer um ajuste...

- Qual era o problema? - Eu me sinto tola contando isso.

Não é tolice, se incomodava você.

- Promete me levar a sério? - Prometo.

Sempre que meu professor me escolhe...

sempre que ele me toca...

para mostrar como pôr um osso no lugar...

sempre que ele me toca...

eu fico molhada.

Verdade?

Verdade.

- Nossa... - Muito molhada.

Charity...

Você também gostaria de pôr um osso no lugar?

Eu não sei.

Puxa.

Este jogador...

tem a rua nas veias.

Enquanto este coitado...

nunca será mais que um...

Nunca será mais que um fraco.

Mas ele continua agindo com arrogância.

Isso fará meu jogador...

mandá-lo sair.

Infelizmente para ele...

quando baterem seu próximo recorde.

E essa é a lei das ruas. Está sentindo minha energia, irmã?

Por que “grandalhão”? Porque eu sou gordo?

Chastity?

Por que essa maquiagem maluca, querida?

- Eu chorei. - Posso lhe dar um conselho?

Ninguém gosta de ver strippers chorando.

Certo, Danielle. Nós falaremos mais sobre isto.

Paula, podemos marcar uma hora para a Srta. Lebowski?

Srta. Lebowski? Esta é Chastity.

- Charity. - Charity. Desculpe.

Danielle Lebowski é o meu nome.

Qual é o seu plano de saúde?

- Eu não tenho. - Tudo bem, Paula.

Só marque o horário.

- Pague-me. - Nunca. Contratei uma stripper feliz...

- para o meu amigo. - Meus seios foram expostos, cretino.

Realmente foram expostos.

- Eles foram expostos. - Sim, cretino.

Pague a mulher, grandalhão.

- Pode ser terça, às 15h? - Pode ser.

- Muito obrigada, Dr. Huffstodt. - De nada, Danielle.

Eu a verei na próxima semana.

- Acompanhe-me, advogado. - Sim, Dr. Grandalhão.

O que foi aquilo?

Minha sala está cheirando a coco, agora. Muito obrigado.

Paula, pode trazer um desodorizador de ar?

Você não faz idéia de que dia é hoje, faz?

Isso foi uma dica?

- Paula, que dia é hoje? - Quinta-feira.

- E... - Ele diz que hoje...

faz 19 anos que vocês...

foram estuprados pelo Coral de Meninas Ensenada.

É Domingo Ensenada? Eu sinto muito.

Não acredito que você esqueceu o Domingo Ensenada.

Peço desculpas.

Ouça. Pelo menos admita.

Quando aquela morena abriu a blusa...

sua flauta não subiu?

Foi um gesto muito gentil, meu amigo.

Mas você sentiu algo em seu pênis?

Eu senti algo em meu pênis, sim.

Então, há esperança!

Caso contrário, eu nunca mais...

faria uma festinha para você.

- Minha ereção lhe deu esperança? - Eu preciso correr.

Feliz aniversário. Quer que eu feche a porta para você se masturbar?

Privacidade.

O Dr. Huffstodt não atende sem hora marcada, Srta. Wells.

Nem pacientes, nem padres, nem representantes.

Deixe-me apresentar-me.

A senhorita pode deixar um cartão?

Para jogá-lo fora assim que eu sair?

Paula, pode ligar para a BMW a respeito da luz do air bag?

Dr. Huffstodt.

Marisa Wells, Dr. Craig Huffstodt. Dr. Huffstodt, Marisa Wells.

Pronto. Você o conheceu.

Seu sonho se realizou.

Agora, deixe um cartão...

como os outros representantes fazem...

e nós entraremos em contato.

Que tal permitir que eu o leve para almoçar?

Desculpe-me, mas eu vou comer aqui, hoje.

O que vai comer?

Sanduíche de pasta de amendoim e geléia, e uma barra de fruta.

Delicioso.

Pode ligar para a BMW? Foi um prazer.

Por favor? Eu sou nova nesta região.

Se eu conseguir melhorar meus números...

serei a vendedora mais jovem a ser convidada...

para o clube do presidente em Aruba.

- Puxa! - Puxa...

Só um almoço. Eu prometo que mandarei um postal de Aruba.

- Paula, o que eu tenho à tarde? - O paciente das 14h cancelou.

Você só atenderá às 15h15. E, ao meio-dia, parece que...

você almoçará com uma representante.

Izzy? Você está aqui?

Onde está a maldita saia?

Eu sabia. Droga.

SAÍDA FINAL

Meu Deus.

Não acaba nunca.

Ela me disse que largou o curso de quiroprática.

Eu perguntei por quê. Então, ela tirou a roupa.

- Fala sério? - Elas literalmente...

saltaram do corpo dela, na minha sala.

Isso é engraçado. Ela era de verdade?

Ela era uma stripper de verdade.

- Por que ela foi ao seu consultório? - Foi um presente de aniversário.

Sua esposa lhe mandou uma stripper?

Foi meu amigo lunático.

Foi o aniversário de quando entramos para a fraternidade.

Isso é que é amigo.

Querem pedir ou devo voltar pela quarta vez?

Vamos pedir.

Eu quero a salada de pera, por favor, e um copo de Pinot Grigio.

- Você quero vinho? - Sim, por favor.

Posso ver sua identidade?

Você não está incomodando. O que foi?

Fui ao quarto de Izzy procurar uma saia e achei um livro.

- Um livro? - Chama-se Saída Final.

“Auto-libertação e Eutanásia”.

Estava no closet dela, Huff.

- O que você está insinuando? - Eu não sei.

- Por que ela teria este livro? - Bem, eu não sei.

A amiga dela acaba de morrer, e ela fica impressionada.

- Não devemos fazer algo? - Eu falarei com ela.

- Onde você está? - No Miramar, almoçando.

Miramar? O hotel?

Mitzi, eu já limpei o balcão.

Desculpe-me.

Por que você foi até Santa Monica para almoçar?

É um almoço de negócios.

Fale com ela esta noite.

Se ela se matar antes disso, a culpa é sua.

Tenho certeza de que isso não acontecerá.

Posso ligar depois?

Obrigada.

Aquele garçom é mal-humorado ou...

- Russell? - Oi, Mags. Entre.

- Terceira porta. - Isto não é Ally McBeal, Russell.

- Eu adoro esse programa. - O que você está fazendo?

Estou...

fazendo cocô. Está orgulhosa de mim?

Faça mais força. Tem um agente do FBI na sua sala.

O que disse?

Agente Gavin Nichols.

Eu disse que você estava ocupado, mas ele quis esperar.

- O que ele quer? - Ele não disse.

Bem...

Tudo bem. Traga-me uma água Fiji.

E diga a ele que já estou indo.

Ande logo.

- Sr. Nichols. - Sr. Tupper.

Russell Tupper. Em que posso ajudá-lo?

- Sente-se. - Obrigado.

- Maggie, onde está a água? - Em sua geladeira. Eu pego.

- Você quer água, Gavin? - Não é preciso, Russell.

O que foi?

Qual é a sua relação com Hector Carrera?

Eu não tenho relação alguma com Victor Carrera.

- Hector. - Hector Carrera.

Quem é ele? É um de meus jardineiros?

É um distribuidor de cocaína dos irmãos Rios.

Então, eu não o conheço mesmo.

Ele conhece você.

Hector foi morto em Pueblo, México, há três dias.

Achamos seu nome e telefone na agenda dele.

Qual é a sua relação com Hector Carrera?

Eu não tenho relação alguma com Hector Carrera.

Carrera tinha várias contas e canais no exterior...

por onde enviava dinheiro aos irmãos Rios.

Ele só estudou até a sexta série...

por isso, não deve ter armado isso sozinho.

Sr. Tupper? Lamento interromper, mas o senhor precisa sair.

Compromisso em Palisades em meia hora.

- O compromisso em Palisades. - Isto não deve demorar.

Carrera.

Ouça. Se eu o conheço...

não é porque eu o defendi.

Ou seja, você comprou cocaína deles?

Eu nunca dei conselho algum a ele, legal ou ilegal.

Obrigado por me receber, Sr. Tupper.

Chama-se Prazer da Violência.

É um Gregor.

A manifestação de prazer e violência em aço...

hedonista e masoquista ao mesmo tempo.

Você é profundo, Clay.

Eu pensei que soava melhor que a aparência de ferro-velho.

Espero que você não queira...

servir almôndegas e camarão.

Niall, Clay é dono do Dorce. Você já comeu algo ruim lá?

Não, nunca.

Além disso, Clay é o dono de buffet mais famoso da cidade.

Com licença. Você não vai publicar isso, vai?

É só para os projetos de Beth.

As fotos são para pesquisa.

É para eu poder sentir melhor o espaço.

Beth, você sabe mesmo o que está fazendo, não é?

Ainda mais quando se trata de hedonismo e iluminação maluca.

Com licença, Beth.

- Plexiglass jateado, óptico ou tingido? - Tingido.

E nada de buffet self-service no meio do salão, certo?

Tudo, desde o cardápio até os sapatos de minha equipe...

estarão integrados ao design maravilhoso de Beth.

Perfeito.

Por favor. Talvez você queira provar comida de verdade.

Algo que veio da natureza.

Eu não me importaria.

Mas vou correr na maratona...

de Santa Monica, amanhã. Pode segurar isto?

- Claro. Por quê? - Não sei.

Eu a avisarei quando terminar.

Eu queria fazer isso há alguns anos.

- Por que não tenta este ano? - Acho que não, Beth.

Eu desafio você. Sem dor, sem resultados.

Vamos, cozinheiro medroso. Eu o desafio.

Eu sou um afro-americano másculo e muito macho, entende?

Que quer correr, mas em vez disso faz doces.

Ai.

Vamos, Betty Crocker.

Corra comigo. Eu o desafio.

Está bem. Eu aceito seu desafio.

Devo pôr na conta de seu quarto?

- Não estamos hospedados aqui. - Podemos pegar um quarto.

Já passa das 15h.

Eu posso chamar alguém da recepção.

Ela estava brincando.

Eu estava brincando.

Demoram mais para trazer o carro do que para trazer o almoço.

Eu não estaciono meu carro desde que mudei para cá.

Pare de se gabar.

É Marisa. Ei, Rich.

É meu chefe.

Um segundo.

- Obrigada, Dr. Huffstodt. - Por favor, você pagou.

- Mas você veio. - É verdade. Eu vim.

Ei, Rich, Huffstodt está muito entusiasmado.

Ele vai começar a receitar hoje mesmo.

- Ele nem quer amostras. - Não preciso, Rich.

Meu amigo!

Tenha dó.

Está brincando. Você está em todo lugar, Istvan.

- Espere. Você arrumou um emprego? - Graças a Deus.

Pagam em dinheiro. Não fazem perguntas.

Isso é ótimo.

- Parabéns. Fique com o troco. - Eles só cobram sete dólares.

Por favor, use para comprar algo bonito para sua filha.

Eu não tenho uma filha.

A moça que almoçou com você não era sua filha?

Foi um almoço de negócios, obrigado.

- Ela é muito bonita. - Verdade?

- Eu não reparei. - Certo.

“Minha filha.” Vá se ferrar.

Não, pai, não a acorde.

Só liguei para saber dela.

Porque sinto saudades de vocês.

Como ela está?

Acupuntura?

Se isso ajuda, vale a pena.

E ajuda?

Eu sei.

Certo, pai. Vou desligar.

Ela não precisa ligar de volta.

Só diga que eu liguei.

Também amo vocês.

Sinto saudades.

Qual foi o almoço mais longo que você já teve?

Theresa Stiles. Meu pescoço ficou travado por uma semana.

Eu passei três horas almoçando com uma vendedora de 25 anos.

- Nossa. - Três horas, meu amigo.

E parece que foram cinco minutos.

- O que isso significa? - Eu não sei. O psiquiatra é você.

Eu me sinto péssimo. Eu devia me sentir péssimo?

Não se sinta assim, amigo.

- Foi só almoço, certo? - Sim, mas foi um almoço de negócios.

E quantas vezes falamos de negócios?

Nenhuma.

Nem em minha esposa e filho.

Você ouviu esse barulho, amigo? Quer saber?

Que se dane. Eu não me sinto mal.

Ainda não estou morto. Ainda posso flertar.

Eu não tirei minha aliança...

e ela não é uma vadia.

Esse barulho. Agora. Esse. Você ouviu?

Do que você está falando?

Disso. Agora. Você ouviu?

O quê?

Preciso desligar. Falo com você depois.

Russell?

- Maggie! - O que foi?

- Maggie! - Não grite.

Você não gritou, semana passada, e eu não tive enxaqueca.

Quanto tempo o agente do FBI ficou sozinho aqui?

Dez minutos.

- Droga! - O que foi?

- Meus telefones estão grampeados. - Grampeados?

Devem ter grampeado o escritório inteiro.

- Quem? - O maldito FBI.

Eles acham que estou envolvido...

com um tal Hector Carrera. Acham que estou envolvido com ele.

E está?

As flores para minha mãe irão na segunda-feira, certo?

Sim.

Você está?

É um negócio antigo. Não é nada.

Acham que estou lavando dinheiro para ele.

E sou inocente, Maggie!

Deus.

Os músculos do meu pescoço estão se contraindo.

- Está acontecendo. - Pode apostar que está.

Está acontecendo. Não use os telefones.

Estou ficando com enxaqueca. Eu sei disso.

Não quero saber.

Não esqueça meu jogo de tênis...

com aquele sujeito.

Se você não está envolvido, por que está nervoso?

Porque...

se você grampear os telefones de Madre Teresa...

ouvirá coisas terríveis, Margaret.

- Madre Teresa está morta. - Exato.

E eu tenho coisas mais terríveis do que ela.

Merluza negra chilena.

- É merluza negra cozida em missô. - Verdade?

- É o favorito de Izzy. - Obrigada, Beth.

Eu não sei o que fiz para merecer isto.

Pessoal, a merluza negra está ameaçada de extinção.

Então, coma enquanto ainda restam algumas.

Elas já estão ameaçadas, vovó. Não posso comer isso.

Ótimo. Sobra mais para mim.

Por que você não me ligou de volta?

- Quando? - Você estava no Miramar.

Eu liguei para dizer que sua mãe ia se matar...

e você disse “eu já ligo para você”, lembra?

Desculpe-me.

Ela me pareceu ótima no jantar, aliás.

Ela estava escondendo o livro. Não quer que saibamos dele.

Eu sei. Eu entendo.

- Você não parece preocupado. - Querida, não quero exagerar.

Pode não ser nada.

Querido, ele ensina...

a cometer suicídio e nunca ser descoberto.

Fale com ela.

Não quero que Byrd perca as duas avós no mesmo ano.

Você não sabe o que acontecerá com sua mãe.

- Ela é uma lutadora. - Sem quimioterapia?

Não me parece uma luta justa.

“Suicídio através da sacola plástica.”

Minha nossa.

Querida, pode pegar o leite?

Obrigado.

Está perfumada. Você tomou banho?

Desde quando você toma banho antes de correr?

Isso me ajuda a acordar.

Ouçam, eu só voltarei à noite. Estão por conta própria.

- O quê? Nada de merluza negra? - Sinto muito. Esta noite, não.

- Por favor. - Claro.

Droga. Eu estava torcendo por um belo filé Kobe.

O que é isso, vovó? É uma carne japonesa.

Massageiam a vaca do momento em que nascem...

até serem abatidas. Acho que até cobrem seus olhos.

Se não sabem que vão morrer, elas ficam calmas e macias.

- É difícil de achar. - Ninguém mais come macarrão?

Estou indo para o reservatório. Vou correr com Clay.

- Quem é Clay? - O dono do buffet.

Ele quer correr na maratona, e eu vou ajudá-lo.

- Tchau. - Tchau, querida.

- Como você se sente, mãe? - Bem.

Você suspirou ao olhar os ovos.

Não, querido, eu bocejei. Estão sem gosto.

Você devia comer mais ovos.

Pelo menos, ninguém foi morto.

Você deve ser mais realista em relação à sua comida.

Um ovo nada mais é que um aborto com casca.

- Ótimo. - É verdade.

- Tchau, pessoal. - Tchau, querido.

Não me diga que ele virou vegetariano.

Ele só valoriza a vida, mãe.

E nós, não?

Espero que sim.

Está conseguindo algum sinal?

Não encontraram nada?

O senhor não foi grampeado.

Eu lhe paguei US$ 5 mil e você não achou nada?

Nós analisamos todas as emissões eletromagnéticas.

Fizemos um espectro luminoso ativo e passivo.

Examinamos linhas telefônicas, cabos ópticos, xerox e fax.

Tomamos todas as medidas técnicas possíveis.

Seu escritório está limpo.

Achei isto sob a pia de seu bar.

De jeito nenhum. O que é isso?

Você plantou isso?

Como eu disse, seu escritório está limpo.

- Maggie? - O quê? Estou indo.

Eu quero uma lista de clientes desse pessoal, está bem?

Descubra se eles já trabalharam para o FBI, CIA ou narcóticos.

Como eu farei isso?

Não sei. Use a Internet. Use a cabeça.

E ache outra empresa. Quero uma segunda opinião.

Maldito maluco.

MARISA WELLS FAVOR LIGAR

Aqui é Marisa Wells.

Deixe um recado e retornarei a ligação.

Ei, Marisa. É Craig Huffstodt retornando sua ligação.

Ligue para meu consultório, ou no celular.

310-155-0160.

O que eu estou fazendo?

Eu dei esses brincos no aniversário dela!

Não queria que ela fosse enterrada com eles.

São lindos.

Seria terrível se eu os pegasse?

- Não foram baratos. - Se você estivesse no caixão...

- ela os arrancaria de sua orelha. - Vá em frente.

Me dê cobertura.

É pena não podermos tirar essa roupa.

Ela morreria de novo...

se soubesse que seria enterrada assim.

Droga. Acho que estão colados.

Alice!

Ela parece mais feliz. Exceto pela cor do cabelo.

É escura demais.

Ela foi muito corajosa...

suportando máquinas e tubos.

Horrendo.

Como acham que ela está?

- Olá, querida. - Olá, Betty.

- Pobrezinha. - Eu sinto muito.

- Esse era o vestido favorito dela. - É lindo!

Ela odeia esses brincos, mas combinam com o vestido.

Bem, com licença.

Vou procurar alguém que ainda fume.

Preciso de um cigarro.

Eu também vou.

Chame se precisar de algo.

Obrigada.

Obrigada por cuidar dela, Izzy.

Eu não faria nada diferente.

- Eu me sinto culpada. - Você?

Isto é, você se sente?

Eu queria que ela morresse. Isso é horrível?

Não é. Eu também queria isso.

- Queria? - Sim, queria.

Eu até rezei por isso.

É ruim dizer a Deus qual deve ser a vontade dele.

Eu também rezei por isso.

Aqui está ela.

Minha mãe.

Eu saí de dentro dela, e agora ela morreu.

Deus, Izzy. Eu não dei valor a ela.

Eu podia ter sido mais presente...

passado mais tempo com ela, antes que ela adoecesse.

Fui uma filha egoísta.

Betty, ninguém nos ensina a ser filhas...

como ninguém nos ensina a ser mães.

Nós aprendemos no caminho.

E somos humanas.

Todos tendem a menosprezar as relações mais importantes.

Eu não sei por quê.

Acho que pensamos que eles entenderão...

que perdoarão.

Bem, ela entendeu...

ela perdoou, e ela amou.

Você era filha dela. Ela amava você.

Ela a amava muito.

Para quem você está ligando sem parar?

Para ninguém. Estou vendo meus recados.

É para a moça dos remédios, não é?

- Apenas jogue, detetive. - É a moça dos remédios!

Olhe para você. Está agitado. Está apaixonado, não está?

Apenas jogue.

Espero que você só tenha deixado o número do celular.

Sim, foi. Esse é o problema.

Você só está flertando um pouco.

Por que me sinto tão culpado?

Não sei. Por que a culpa? Você não a conheceu em um bar.

- Ela é uma colega, certo? - Isso é detalhe.

Minha sogra está morrendo de câncer...

e eu estou dando meu telefone para universitárias.

- Para mim faz sentido, amigo. - Isso já deveria me apavorar.

Se você se sentir culpado porque sua sogra tem câncer...

eu serei obrigado a espancar você.

Se um paciente meu tivesse esse problema...

eu diria “Nós não abandonamos relacionamentos.

Nem para almoçar com representantes gostosas.

Assim, quando tiver que decidir...

se quer sair do relacionamento...

sabemos o que estamos deixando ou mantendo.”

- Posso fazer uma pergunta? - Claro.

Você é bicha?

Eu sabia que seria algo ridículo.

Você está sangrando. Está sangrando muito.

Droga.

Você poderia nos dar um pano, por favor?

- Malditas alergias. - Aqui.

Fique com a cabeça para trás. Você está com hemorragia.

- Não faça tanto drama. - Aperte firme.

- Você está sangrando demais. - Caiu sangue em minha gravata?

Caiu em todo lugar. Fique com a cabeça para trás.

É uma gravata de US$ 200.

Ei, mãe.

Olá, querido.

Espero que haja uma explicação para o sangue.

- É de Russell. - Russell, Russell, Russell.

Mãe?

O quê? Mexeram em minhas coisas de novo?

Beth estava procurando a saia dela, que estava lá, aliás.

Foi um simples engano. Nós vestimos o mesmo tamanho.

- Mãe, por que você tem este livro? - Pelo amor de Deus.

Não entrei para a Sociedade da Eutanásia.

É um best-seller do New York Times.

Milhões de americanos têm esse livro.

Bisbilhoteiro, bisbilhoteiro.

Craig, é Marisa.

- Posso ligar depois? - Claro. Só vou dormir daqui uma hora.

Mãe... Mãe?

Se não quiser falar comigo, que tal falar com o Dr. Yermin?

Huff, eu não quero deitar em um sofá...

e dizer a um estranho por que urinei na cama até os sete anos.

Pelo amor de Deus. Obrigada por se preocupar.

Por favor, não deixe Beth mexer em meu closet, está bem?

Marisa. É Craig.

Dr. Huffstodt.

Eu queria agradecer novamente por nosso longo almoço.

Nós quase emendamos com o jantar.

- Você quer tomar um drinque? - Esta noite?

Você poderia me encontrar esta noite?

- Na verdade, não. - Então quando?

Segunda?

Que tal amanhã à noite? Sei que é sexta-feira, mas...

Está ótimo.

Eu mandarei um e-mail.

Até logo, Craig.

Boa noite, Marisa.

O que você está olhando?

- Mãe? - Sim, querido. No closet.

Por que você está dentro de meu closet?

Procuro minha malha St. John.

E este closet é da Beth.

- É de nós dois. - Calma, querido.

Eu não estou mexendo em suas coisas.

E eu não acharia nada pior do que quando você tinha 12 anos.

Meu Deus! Aqueles lenços de papel amarelados!

- Mãe! - Sério, querido.

Eu podia trocar seus lençóis com uma espátula.

Mãe!

Craig, eu não vou me matar.

Talvez eu me mate, agora.

Por que você tem aquele livro?

Vamos sentar e conversar.

- É assustador. - Querido...

Você está doente?

- Não fisicamente. - Mas se você quiser...

eu farei um check-up com o Dr. Birnbaum.

- Que tal? - Isso seria ótimo.

Por favor, faça isso.

Mãe, você quer morrer?

Você é tão infeliz assim?

Um dia eu quero morrer.

Sim, às vezes eu me sinto infeliz.

Sei que tem sido difícil...

- com Lois e o divórcio. - Não quero morrer lentamente.

Craig, não quero ficar ligada a máquinas...

esquecida em uma clínica...

babando pudim de chocolate.

Você entende, não entende? Como médico...

e como meu filho?

Você é meu filho. Meu maravilhoso filho.

É sério. É por você que eu...

me levanto todas as manhãs...

e uso minhas pérolas.

Não se preocupe. Estarei aqui...

muito tempo depois que a última merluza negra sumir da costa chilena.

Quer saber? Se Beth estiver usando minha malha...

ela morrerá muito antes que eu.

- Como estou? - Está linda.

Tem lasanha na geladeira.

- Sério, querida, você está incrível. - Obrigada.

- Que horas você vai voltar? - Tarde.

Eu vou tomar um drinque com Russell.

Certo. Amo você.

Também te amo.

Prove isto.

Você tem que me dizer o que é, primeiro.

Confiei em você quando corri com as cascavéis, certo?

Então, por que você não confia em mim?

Porque é rosa.

Eu não confio em comida cor-de-rosa.

Por que você não prova...

e depois eu digo o que é?

Tem bastante proteína.

Você fez isto?

É muito bom.

Muito bom mesmo.

Eu achei no chão.

Vamos. Mas você gostou?

- Dobre a aposta. - Nem pensar, vovó.

Dobre, Byrdie. Você não é mais criança.

Aposto que Gail pode confirmar isso.

Até mais tarde, crianças.

Pai, essa blusa é da mamãe?

Não é uma blusa, Byrd. É uma camisa.

- Não é da sua mãe. - Sei lá.

Parece fina e esquisita demais para ser sua.

Vá cortar o cabelo.

Tem lasanha no freezer.

“Blusa da mamãe.”

Ele não gostou.

- Droga. - Eu mandei dobrar a aposta.

Seja homem, traga-me uma cerveja e vamos jogar a sério.

Isso foi maravilhoso, vovó.

- Eu juro que é bom. - Verdade?

Essa coisa não parece muito segura.

- Como se chama mesmo? - Leite de Dragão.

Leite de Dragão.

Acabei de me acostumar com Red Bull sem açúcar.

- Apenas beba. - Está bem.

- Saúde. - Beba.

É a pior coisa que eu já provei.

- Cale a boca. - É muito bom.

Eu li o panfleto, finalmente. Parece ser uma droga promissora.

É muito promissora.

Como você conseguiu uma mesa, vadia?

- Você conhece Darren e Kai. - Tudo bem, Marisa?

- Como vai? - Kai.

- Eu sou Craig. - Prazer.

- Igualmente. - Darren.

- Eu sou Faith. - Como vai?

Como você conhece Marisa?

Do trabalho.

- O que você faz? - Sou psiquiatra.

- O quê? - Sou psiquiatra.

Legal.

Ainda fazem Quaaludes farmacêuticos?

Não se chamam mais Quaaludes.

Comprimidos. Você tem alguns?

Comigo?

Lamento, Kay, não tenho.

Não é Kay, cara. Kai.

Desculpe-me. Kai.

Vocês podem me dar licença? Preciso usar o banheiro.

Certo, doutor.

Por que demorou tanto?

- Eu estava jantando. - Pegou o que eu pedi?

O que é isto?

Is Sayid despediu você.

Por quê?

Ligue para aquele comedor de camelos.

Russell...

Desculpe-me.

Ligue para aquele senhor que gosta de fazer amor com camelos.

- São 22h de uma sexta-feira. - Eu sei que horas são.

- Por favor, ligue para ele. - Ligue você.

Não, ligue você. Eu não tenho os números dele, você tem.

Não quero que ele me despeça...

porque me puseram nesta encrenca!

Encrenca? Você é a encrenca, Russell!

Seus telefones não estão grampeados.

Você está sendo paranóico, abusivo...

e, pela primeira vez, um advogado incompetente.

Por favor, posso continuar minha noite de sexta?

Você realmente sabe dar uma festa, Beth.

Você realmente sabe fazer comida cor-de-rosa.

Você vai correr amanhã, e precisa se hidratar.

Pode nos trazer água, por favor?

Você me agradecerá, amanhã.

Quer saber? Por que você não vai comigo?

Podia se redimir por aquele desempenho medíocre.

Eu tinha uma bolha.

- Vamos. - Parece ótimo.

- Com licença. - Diga.

Posso fechar a conta daquela mesa?

Vou pagar em dinheiro.

- Nunca deixe rastros de papel. - Isso mesmo.

- Obrigado. Pode ficar. - Obrigado.

Ei, Craig.

Não vai se despedir?

Na verdade, o plano era esse.

É um plano grosseiro.

- Volte para a mesa. - Acho que não.

Eu queria estar aqui.

Isto é, eu queria estar aqui com você.

É só...

que eu nunca saí com um homem da sua idade.

Certo.

Bem, acho que essa é a minha deixa.

Teddy?

- Abaixe-se! - Deus, Teddy!

- Preciso ficar abaixado. - Por quê?

Tem alguém lá fora. Ele atira em mim.

Está tentando me matar.

Você tem tomado seus remédios, Teddy?

Esta manhã, eu abri a cortina e me mostrei para ele.

Ele não aproveitou.

- Por que você se mostrou? - Senti vontade.

Estava cansado de me esconder.

Mas você está se escondendo agora, Ted.

Porque estou esperando você.

O que você faria se chegasse e eu não estivesse aqui?

- Eu não sei, Ted. - Você teria enlouquecido.

É isso que teria feito.

Só estou abaixado...

esperando você, Craig.

Obrigado, Ted.

Revisão e Sincronia: Konga

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