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A Nona Configura��o
Abortando o lan�amento.
Abortando o lan�amento.
N�o h� nada l� em cima! Nada, nada!
Algu�m est� vindo.
Bom dia, seus porras de venusianos! V�o lutar comigo? Eu lutarei com voc�s.
May day, May day, Afundem o Bismark!
Estou descendo.
Olhe para isso! Isso parece um trabalho para superman!
Maldito seja, prefeito Nammack, mexa-se! Mexa-se! Mexam-se seus esquisitos!
Sabe que eu gostaria que voc� dan�asse; sinceramente.
Cuidado com o cotovelo.
Ei m�e, eu poderia ter um quarto para os filmes, por favor?
Maldito sol, n�o h� cor no ar.
- Que pa�s � este? - O Bronx.
Aten��o!
Salve, C�sar!
Quase ao fim da guerra no Vietnam, uma porcentagem excepcionalmente alta
de militares americanos manifestou, subitamente, sintomas de psicose.
A maioria deles estavam em combate
e n�o tinham hist�rico anterior de problemas mentais.
Esses fatos,
mais o escopo epid�mico do problema e a natureza pol�mica da guerra do Vietnam
levaram as autoridades americanas a se perguntarem se muitos
se n�o a maioria deles n�o estariam fingindo.
Para investigar o mist�rio,
O governo estabeleceu uma rede de secreta de centros de estudo e cl�nicas.
O �ltimo desses, o de n�mero 18, era de natureza altamente experimental
estabelecido num antigo castelo abandonado a noroeste do Pac�fico, nos Estados Unidos.
Dentre esses presos, havia um astronauta,
que durante a contagem regressiva havia abortado a miss�o ao espa�o.
Robert Browning teve gonorreia,
e pegou de Charlotte e Emile Bronte.
- Cale a boca, seu desgra�ado maluco! - Voc� n�o quer ouvir a verdade.
- Ele pegou das duas... - Cale a boca!
Porra de esquisitos.
Universit�rios cretinos que dizem isso.
Com quem acham que est�o brincando, hein?
Bem, m�s not�cias, meninos. Merda dura.
Bem, adivinhem quem est� vindo para assumir o comando, semana que vem?
Podem chutar, meninos? Hein?
Um psiquiatra!
O melhor. O melhor em farda!
A melhor porra de psiquiatra desde Jung!
Adivinhando em que sejam bons, suas cobras enroladas...
- Muito bem. - Bela imagem.
- Espl�ndido, Groper. - S� mais uma coisa, senhor.
O qu�?
- Enfie um abacaxi em seu rabo e finja que � um havaiano. - Jesus...
Foda-se! Quem diabos vir�?
Vincent, Vincent...
Vincent!
- Lamento, senhor. - Sim, est� tudo bem.
Confesso que eu o amo.
Diga-me que voc� me ama tamb�m.
Confesso que preciso de voc�... Oh, sim, eu preciso.
- Preciso de voc� cada manh�. - Cale a boca.
O que tem na m�o?
Sirene de nevoeiro... drogados chineses foram relatados na �rea.
Cutshaw, volte a alinhar-se.
- Dispensar! - Voc� deveria ser legal conosco, Groper.
A� vem o psiquiatra, Groper... Est� na hora de limpar seus modos.
Sim, chame-nos de imbecis agora, Groper. V� em frente.
Ei, vamos ouvir para o analista! Vamos cantar "Voc� � meu brilho do sol."
You are my sunshine, my only sunshine,
you make me happy, when skies are grey.
You'll never know, dear, How much I love you
Please don't take my sunshine away."
- Meninos, poderiam parar com isso? - Foda-se.
� muito bonitinho.
Famosas linhas de filmes famosos!
"Oh, Frankie, sua m�e me perdoa!"
Victor McLaglen, em "O Delator"
"N�o precisamos de crach�s fedorentos"
"O Tesouro de Sierra Madre"
Obrigado, sargento.
- Cuide-se. - Adeus, senhor.
Adeus.
Ele fez novamente... minha jaqueta, minha camisa e minhas cal�as...
Senhor.
Meninos, prestem aten��o.
Voc�s t�m que dizer "Simon diz" ent�o acabamos.
Terapia do jogo. Que pensamento bom!
- Pobres desgra�ados. - Simon diz para dispensar!
Voc� � psiquiatra, n�o �? Kane...
Sim, julguei que sim. Eu sou Fromme, sou oficial m�dico.
Com certeza, voc� � o melhor. Posso usar toda a ajuda que puder ter.
- Cutshaw! - Foda-se.
Apenas responda: "Presente."
Eles est�o muito longe.
Talvez...
Talvez?
O que quer dizer? Est� seguindo alguma nova louca escola de psiquiatria?
Esses caras est�o mais loucos do que um carregamento de am�ndoas.
Fromme, onde est� Fromme?
- Poderia conduzir-me at� meus aposentos? - O qu�?
- Meus aposentos. Poderia me levar aos meus aposentos? - Certo. Apenas siga a estrada de tijolos amarelos.
- Desculpe-me? - Eu disse siga... aqui est�o.
Sargentos Krebs e Christian, senhor.
E j� n�o era sem tempo. Podem levar esse homem para a cirurgia?
Ou est�o planejando deix�-lo parado aqui, enquanto seus amigos brincam de soldados?
Pelo amor de Cristo, o que � isso? Um hospital ou um manic�mio?
N�o! N�o! O estetosc�pio, n�o!
N�o deixe que ele amarrote as cal�as.
Sou o coronel Richard Fell, sou o m�dico.
Realmente...
Meninos, voc�s n�o est�o sendo um pouco babacas?
Vincent?
Pode repetir, por favor?
Voc� me lembra de Vincent Van Gogh...
Ou isso, ou uma cotovia em um campo de trigo. N�o tenho certeza qual.
- Voc� andou bebendo? - Nunca de uniforme, n�o.
Entendo.
Aqueles eram meus �ltimos pares de cal�as, que ele pegou, entende.
Todas as outras est�o na lavanderia.
E Coronel, se est� planejando que eu aguente a sauda��o por muito mais tempo,
se importaria de chamar o hospital Memorial e dizer que bra�o doador est� pronto para o transplante?
Estou esperando que ele caia de um segundo para outro, agora.
Obrigado, senhor. Voc� � um pr�ncipe da realeza, eu juro.
Aten��o!
Fechem a porra das bocas.
Firmes!
Ou�a, conhe�o meus direitos. Quero ver meu urologista.
Hail, C�sar!
Senhor, eu apresento o grupo.
Jesus Cristo...
Dispensados.
Est� bem, d� as cartas.
Algum coringa?
Duques, 3s, 5s, 7, 9s e valete.
Voc� � um homem muito doente.
J� acabou?
- Muitas pessoas s� cortam uma vez. - 13 � meu n�mero de sorte.
Sim, sei o que quer dizer.
Era a casa de Amy Biltmore.
Ele trouxe da Alemanha para c�, em 1900, pedra a pedra.
Pertencia a seu marido, Conde de Eltz. Qual o problema? N�o gosta?
� pouco terap�utico.
Sim. Exatamente o que Dr�cula falou sobre ela.
Mas fica escondido na primavera. Os Biltmores n�o fizeram sem uma raz�o.
Quisera n�o ter dito nada...
- Voc� me lembra algu�m. - Quem?
N�o sei.
Mas me parece t�o familiar.
Dr�cula tamb�m disse isso. Sabe, ele v� um pesco�o, ele diz alguma coisa.
- Acho que acabar� vindo a mim. - O qu�?
Com quem voc� se parece...
Oh, n�o me diga...
- Escondi isso, maldi��o, escondi. Onde encontrou? - Groper.
Mas senhor, ele tem batido isso...
N�o me importo com o que ele est� fazendo.
Voc� n�o deve colocar suas m�o nele.
Mas coronel, ele n�o pode...!
Sim, senhor.
Certo, senhor.
O que disser, senhor.
- Voc� � o capit�o Fairbanks? - Hoje, n�o.
Como �? Eu tenho certeza que era...
Hoje, n�o. Entendeu-me?
M�ltipla personalidade.
- Minha casa tem muitas mans�es. - Sim.
Eu sou o dr. Franz VonPaulie.
Por que fez aquilo na parede?
Porque estou convencido que podemos atravess�-las.
N�o apenas eu...
Qualquer um.
Tiras, gente.
Pessoas em Nashville.
Tentei exercer toda a for�a da minha mente em todos os �tomos do meu corpo,
para que misturem, reorganizem e ajustem exatamente todos os furos naquela parede.
Ent�o eu tentei o m�todo de laborat�rio.
Tentei atravess�-la
atrav�s da parede.
Assim como h� uns minutos quando eu tomei um impulso correndo
e fracassei horrivelmente.
Estou punindo os �tomos.
Estou lhes dando um exemplo...
Uma li��o, uma coisa,
assim quando os outros �tomos virem o que est� acontecendo,
eles me deixar�o passar.
Travessos independentes! Forma de navio para fora!
- Posso? - N�o.
Seu aperto � muito forte.
Acho que seu problema est� nas propriedades do martelo.
Teoria interessante.
Posso guard�-la para estudo?
Voc� n�o vai brincar com ela, ou coisa assim?
N�o, n�o brincarei.
Est� bem, boa noite.
Boa noite, capit�o Fairbanks.
Sim, eu sei,
Tenho que matar 1/5 de um escoc�s, para conseguir dormir.
N�o, n�o. N�o acredito em p�lulas para dormir. Elas deixam acordado, de qualquer maneira.
Por que tenho que explicar isso? � autoexplicativo.
Quer que eu explique? Est� bem...
Em pouco tempo, voc� cria toler�ncia, certo.
Est� certo. J� entendeu.
Enfim... ele est� aqui.
Sim. Ontem.
N�o, eu n�o sei. � muito cedo para dizer.
Sim, eu direi.
Sim, eu direi.
Obrigado, senhor. Adeus.
Jesus!
N�o me culpe, eu disse que n�o operassem.
Bem-vindo � Transilv�nia.
Planeja vestir-se?
Como posso me vestir, quando o tenente Fromme n�o devolve minhas cal�as?
- Voc� n�o quer que eu as arranque! - N�o.
Pode apostar seu rabo que isso amassar� suas cal�as.
Pronto.
Hist�rias dos homens.
Eu os estudei e n�o aprendi coisa alguma.
Penso que esse javali era diab�tico.
Posso entrar?
- Oh, diabos. - Isso � seu.
Ent�o, esse � o seu sof�...
Por que n�o o faz cheio de agulhas
para podermos ver o sangue derramando?
- Cutshaw, o astronauta. - Eu diria que sim.
Meu Deus...
Voc� � o novo garoto, hein?
Sou o coronel Hudson Kane.
- Chamo voc� de Hud? - Tente cham�-lo de coronel.
Voc� � quem faz a galinha?
Coronel Kane � um psiquiatra.
Claro... e disseram-me que voc� era um m�dico.
Esse homem trata acnes de crocodilos!
Por que provar alguma coisa?
Arrume suas coisas e v� embora, Hud. Voc� est� de sa�da.
Estou obedecendo ordens, s� para informa��o.
Quem lhe ordenou, Cutshaw?
For�as ocultas, muito numerosas para detalhar.
Verifique o arquivo; est� tudo no arquivo...
Aqui est�.
Agora leia, Hud.
Leia alto. � minha terapia.
Por que n�o...
Leia! Ou enlouque�o, maldi��o! Juro!
E voc� ser� o respons�vel.
Est� bem, Cutshaw. Por favor, sente-se.
Acho que o fim do mundo chegou
para o saco de Fritos em meu bolso.
Poderia dizer a Fromme que eu quero minhas cal�as?
Olhai os l�rios do campo.
Estou esperando...
Dois dias antes de um lan�amento ao espa�o agendado,
o oficial do assunto, enquanto janta na base,
foi observado pegando o vasilhame de pl�stico do ketchup
apertando uma fina linha garganta adentro,
e ent�o cambalear e cair pesadamente atravessado na mesa
e ent�o ser cuidado pelo diretor da National Space Administration,
gargalhando
"N�o o fa�a"
Voc� est� olhando minha medalha, Hud. Pare de olhar para minha medalha.
- N�o, n�o estou... - Sim, voc� estava.
Voc� a cobi�a!
Na manh� seguinte.
- N�o � linda? - Sim �...
Filho da puta! Eu sabia!
Voc� est� olhando para ela.
- Lamento. - Lamenta? O que h� de bom em lamentar-se?
Sou um cara nervoso.
Cristo, como posso dormir agora?
esperando que um coronel cleptoman�aco cheio de cobi�a
venha rastejando at� minha cabeceira
para arrancar minha medalha!
Se eu fosse fazer alguma coisa, voc� estaria acordado.
Estaria acordado uma porra.
Drogas poderosas poder�o ser introduzidas em minha sopa.
Na manh� seguinte...
A cobi�a � um pecado.
Na manh� seguinte, �s 05h
o oficial mencionado entrou na nave espacial
e depois de receber instru��es do controle e come�ar a contagem regressiva
ouviram-no, ao inv�s, dizer: "estou francamente cansado de ser usado"
Algum tempo mais tarde,
o referido oficial declarou claramente que: "Ir para a lua era impertinente, descort�s
malvado e, em qualquer caso
ruim para sua pele".
- Qual o problema? Acha engra�ado? - N�o, n�o, n�o. N�o acho.
Pegue suas coisas e v� embora, Hud.
Chega!
Cutshaw, por que n�o foi para a lua?
Por que os camelos t�m corcova e as cobras, n�o?
Por que n�o vai voc�?
O homem na lua tentou foder minha irm�.
- Cutshaw... - A verdade do assunto � que Custer
chamou Touro Sentado de latino.
As raz�es podem ser perigosas.
Que diabo � isso?
"Como eu acredito", por Teilhard?
Mostre-me um cat�lico,
e eu lhe mostrarei um viciado.
Dr. Fell,
Mais uma vez, aquele homem demon�aco deu-me aquele horr�vel Mark of Fairbanks.
Veja, estou sangrando.
Essa ferida n�o foi auto infligida?
Meu coronelito...
voc� n�o est� bem.
- N�o, estou bem. Muito obrigado. - Sua cor...
est� absolutamente biliosa.
Kane, cuidado!
Quero seu nome, n�mero do grupo e nome de todos outros javalis do grupo.
Voc� tem o direito de permanecer calado.
Talvez n�o o Retrato de Jenny,
mas, pelo menos, n�o mais Dorian Gray! Tchau!
Eu sei que voc� quer ser um artista.
Pronto, estou totalmente pronto para meu teste de tinta agora. Isso me enlouquece.
Agora, enquanto voc� est� fresco com todas essas rosas nas suas bochechas...
- Cutshaw... - Ele � um psiquiatra!
"Meu bom Rick, ajude-me!"
Casablanca.
Est� bem, Cutshaw, sente-se, por favor.
O que voc� v�?
Uma velha com roupas engra�adas soprando dardos envenenados em um b�falo.
Bis�o.
Estou esperando.
Toda a minha vida passando por mim em um instante.
- Esse? - Kafka falando com um percevejo.
Correto.
- Voc� est� cheio de merda. Sabe disso? - Eu pensei que era Kafka.
Voc� n�o conheceria Kafka de Betty Davis.
E voc�, voc� � um caso mental.
- Sim, talvez eu seja. - Desgra�ado ingrato.
Voc� sempre joga beija-bunda com os dementes?
- N�o. - Gosto de voc�, Kane, voc� � regular.
Pegue a medalha, eu pegarei esse livro.
Que livro?
"Lembro-me de Mam�e", de Oedipus Rex.
- Posso ir? - Est� indo, est� indo...
- S�o Crist�v�o. - Proteja-nos.
- H� algo gravado atr�s. - Ora pro nobis?
"Sou budista
em caso de acidente, chama um lama."
Qual a religi�o de Cutshaw?
N�o sei. Leia o arquivo. Est� tudo no arquivo.
Psicologia elementar.
Bem, aqui est�o minhas cal�as.
O que � isso?
Acho que � um c�o.
Maldi��o, as cal�as, n�o!
Ah, a� est� voc�! Por que tenho que aguentar seu humor t�o cedo, de manh�?
Lamento, coronel. � dif�cil acompanhar...
- Major Groper, deixe. - Mas coronel!
Est� bem. Os homens podem vir me ver quando precisarem.
Ouviu?
O que disser, senhor.
Pare de beber Daiquiris desnatados no arm�rio, Groper.
Aquele homem � lun�tico e perigoso.
Uma vez, quando andava pelo terreno,
ouvi-o sussurrando e olhei...
E nos ramos de um cipreste estava Groper, o desgra�ado louco, sussurrando com uma coruja.
- O qu�? - Uma baita coruja preta e branca. S�o comuns.
N�o pude ouvir o que eles diziam.
Eles estavam sussurrando, est� me entendendo?
N�o pude ouvir claramente. E o que n�o sei de fato, eu n�o falo.
Esse � o tipo de grampo que sou.
Reno...
N�o, senhor, as palavras n�o eram claras. Pode acreditar-me, senhor.
Mas n�o h� ciprestes no terreno.
Doutor, � f�cil arrancar uma �rvore
e ent�o, qualquer um com dinheiro pode encher o buraco.
N�o pensei nisso.
N�o, n�o pensou.
Esse c�o � seu?
Com que ele se parece? Com minha zebra?
- Qual o nome dele? - Irrespons�vel...
ele est� 10 minutos atrasado para o treino.
Saia, Sir Lawrence.
Tenente Reno est� adaptando as pe�as de Shakespeare para c�es.
Um trabalho de amor. Uma puta dor de cabe�a. Mas porra, algu�m tinha que faz�-lo!
Estamos chegando a J�lio Cesar. Quer vir aos ensaios?
Estamos fazendo aquela cena terrivelmente emocionante onde esse muito nobre d�lmata
joga sua toga ao redor de si, assim,
e grunhe: "Et tu, White Fang"?
Gostaria de pedir-lhe sua opini�o sobre um problema em Hamlet.
Entenda, se eu escalar um dinamarqu�s para o papel, eles v�o me acusar...
Frankie, repare...
Tenente Spinell, meu diretor de elenco.
- Oi, camaradas. - Estamos procurando por talentos.
At� agora, essa produ��o � um-c�o-show.
Quem �?
Aquele c�o pode ser Rosencrantz ou Guildenstern.
Rosencrantz e Guildenstern s�o homens, esse cachorro � f�mea.
Por isso tiramos uma licen�a.
D� o fora daqui.
Est� bem, eu estava apenas sugerindo.
Lamento.
Quieto, Sir Lawrence!
Jesus, por que vivo assim? Num �timo ele j� pensa que � Barbra Streisand.
Leia os cl�ssicos. Melhora todo o sistema respirat�rio.
Adi�s.
Quieto! Pedi Rosencrantz e Guildenstern. E o que voc� me trouxe?
A Alice min�scula! Quero dobermanns, quero at� um collie...
Pare de torrar meus culh�es.
Fairganks...
� uma de minhas m�ltiplas personalidades.
Eu sou a irm� Eve Black.
Entendo...
"As pequenas irm�s dos pobres" � uma institui��o de caridade reconhecida, Krebs.
Caia fora.
Eles est�o ruins assim?
Ele estava voando naqueles avi�es que adquirimos dos alem�es, voc� sabe.
os que decolam na vertical e depois voam direto?
24 deles quebraram sem motivo algum.
E logo depois do n�mero 24, Fairganks descobriu que podia falar com �rvores.
Ent�o, acha que eles est�o fingindo?
N�o sei. Eu mesmo s� voltei h� uma semana.
O maior mist�rio � Cutshaw, eu acho.
Por que ele?
Bem, ele n�o estava em combate. Ent�o, por que fingiria?
E quanto a Reno? Aquele homem tem uma medalha de honra do congresso.
Est� fingindo insanidade para escapar do combate?
Bem, vou lhe dizer uma coisa. Todos eles t�m QI alto.
Alguns deles s�o g�nios, para falar a verdade.
E a maioria de outras simula��es que ouvi de outras corpora��es
encaixam-se na categoria de tombos em desfiles na frente de postos de revista, seguidos de
urina, preferivelmente na perna de alguma oficial de campo.
Eu n�o sei.
Talvez sejamos apenas peixes fora da �gua.
O que foi isso?
Eu s� penso em
doen�a
c�ncer em crian�as
terremotos, guerras
mortes dolorosas.
Morte.
Apenas morte.
Se essas coisas s�o apenas parte de nosso ambiente natural
por que pensamos nelas como diab�licas?
Por que elas nos horrorizam tanto?
A menos que fossemos concebidos para outro lugar.
N�o penso que o mal cresce da loucura.
Penso que a loucura cresce do mal.
Diabos, eu n�o sei.
Talvez eu prescreva a todos tratamento de choque, sabia?
Pode sacudir os falso, o que voc� pensa?
Voc� odeia isso.
Bem, vejo voc� mais tarde.
TRATAMENTO DE CHOQUE CURATIVO
O que est� segurando?
Tudo seguro, senhor.
Sargento Krebs.
Por favor, diga ao coronel Fell que quero v�-lo.
Coronel Fell pediu o dia livre, senhor.
Capit�o Bennish pode precisar de uma inje��o de torazine.
Quem tem a chave para o arm�rio de drogas?
Apenas o coronel Fell, senhor.
Sargento Krebs.
Por favor, diga ao coronel Fell que preciso v�-lo assim que ele retornar.
Sim, senhor. Direi.
- Boa noite, sargento. - Boa noite, senhor.
Feche a porta, por favor, Krebs.
Coronel, o que est� segurando?
Voc� cortou a cabe�a dele com um fio e ele continuou falando...
Coronel, ele era apenas um menino.
Vamos � praia.
� noite e est� chovendo.
Vejo que est� determinado a come�ar uma discuss�o.
V� para a cama, por favor.
Hud, n�o h� nada menos atrativo do que um psiquiatra que faz beicinho.
O que preciso fazer apenas para ter uma conversa com voc�?
Oferecer um sacrif�cio?
Ent�o, aqui!
Eu lhe trouxe uma torta de lama.
Agora, posso falar com voc�.
Falar� sobre a lua?
Ou�a, todos sabe que a lua � um queijo Roquefort.
Vim aqui para lhe falar sobre o coronel Fell.
- O que tem ele? - Major Nammack aproximou-se dele essa manh�
reclamando de uma doen�a estranha e maravilhosa.
E voc� sabe o que aquele a�ougueiro seu cora��o prescreveu?
Ele disse: "Aqui, tome isso...
� uma p�lula de suic�dio com um efeito colateral laxativo moderado"
Que tipo de atitude m�dica � essa?
Eu quebrei a flecha da paz.
Por que voc� comprou essa faixa de bra�o?
- Porque estou de luto. - Por quem?
Por Deus. Se Deus existe, a� Ele � uma delator. Ou mais como um P�:
Um P� gigante e todo poderoso.
Eu n�o perten�o a Deus...
ent�o eu n�o tenho que esconder em um Clube da Argentina.
Mas acredito muito no Diabo.
Sabe por qu�?
Porque o idiota continua fazendo comerciais.
O pecado original pode ser real.
Al�, operador?
Talvez � alguma coisa gen�tica.
Pode provar que existe um P�?
H� alguns argumentos pela raz�o.
S�o as coisas que costum�vamos justificar ao lan�ar bombas at�micas no Jap�o?
Lamento termos que tocar o servi�o desse jeito, Fell.
Quando entrei no que est�vamos tentando, atingimos o teto. Precis�vamos de toda a ajuda que pud�ssemos obter.
E com muita pressa.
- Pensa que o convencemos? - Ah, sim, ele comprou.
- Deus, espero que sim. - Sei como se sente.
Sabe?
N�o, acho que n�o sei.
Bem, � a vida, n�?
V� com calma, agora.
- Espero que tudo funcione para voc�. - Sim.
Todo pensamento am�vel � a esperan�a do mundo, n�?
Vejo voc� mais tarde.
Boa sorte.
- Hor�cio... - D�-me um grey hound.
Eu disse d�-me um grey hound.
- Grey hound. - Isso mesmo...
Pequin�s.
E voc� atuar� a 3 p�s do ch�o?
Quero que as pessoas pensem nele.
Eu n�o sei.
- Por que porra est� me enchendo o saco? - Pol�nios...
Meu Laertes deve frustrar Hamlet.
Pol�nios...
- Juro que vou atingi-lo na boca. - Pol�nios...
- Um Chow. - Labrador...
Que porra est� fazendo?
Penso que ele est� sufocando.
Boa noite, do�ura.
Coronel?
Estou lhe dizendo que Kane � o maluco.
Ele s� fica sentado fazendo isto. O tempo todo, fazendo isto.
Diabos, ele nunca nem me v�!
Quero que voc� caia como uma manga supermadura.
Muitos psiquiatras s�o profundamente perturbados.
Eles t�m o mais alto �ndice de suic�dio de qualquer profiss�o no mundo.
� verdade, pode verificar isso, capit�o Billy.
Que diabos estava fazendo na cl�nica?
Eu tinha biscoitos em meus dentes
passas e outras porcarias, sabe como �?
Eu precisava de fio dental.
Estou lhe dizendo...
Ele � o Gregory Peck de Quando Fala o Cora��o.
Ele vem para cuidar do asilo de loucos e ele mesmo � o louco.
Juro, � como aquele filme.
Peguei um garfo e uma toalha de mesa na frente dele
fiz pistas de esqui e ele desmaiou.
Gostaria de ter a bondade de admitir que voc� pode ler meus pensamentos?
que minha espa�onave caiu no planeta V�nus
que aqui � V�nus e que voc� � um venusiano!
Que voc� ilegalmente invadiu minha mente
fazendo me crer que eu ainda estou na Terra,
com alguma demon�aca ilus�o hipn�tica!
Aqui n�o � a Terra! Voc� n�o � um terr�queo!
Estou em p� aqui com um fungo at� minha bunda, seu desgra�ado.
E voc� � um c�rebro gigante!
Por favor, devolva-me meu cinto-voador. N�o irei us�-lo para escapar,
juro por Deus, n�o irei. D�-me meu cinto...
Eu quero atuar como a Fada Sininho
numa enfadonha produ��o de Peter Pan.
Posso ajud�-lo em alguma coisa, senhor.
Medica��o � indicada aqui.
Coronel Fell ainda n�o voltou, senhor,
Sim, ele n�o est� acordado, mas voc� sabe onde ele est�? Ele est� com meu cinto-voador.
Devolva-me meu cinto-voador. Quero meu cinto-voador de volta.
Michael, quero que fique calmo. Quero que voc� fique calmo.
H� muitas pessoas doentes nesta casa, e muitas delas est�o dormindo.
Isso � embara�oso. Lamento terrivelmente.
- Capit�o Cutshaw. - Vincent.
Para que a vida parece espontaneamente na Terra,
primeiro � necess�rio ter centenas de milh�es de mol�culas de prote�nas
- da nona configura��o. - Vincent.
Mas dado ao tamanho do planeta Terra
sabe quanto tempo levaria para apenas uma dessas mol�culas de prote�na
aparecer por acaso?
Vincent!
Aproximadamente de 10 a243 bilh�es de anos.
E acho isso muito mais fant�stico
do que simplesmente acreditar em Deus.
Coronel, o que voc� � ...
N�o deveria dormir assim; amassa as cal�as.
- Que hora � essa? - 08h15m.
Recebi um recado que esteve procurando por mim.
Onde esteve?
Assuntos pessoais, tenho um tio com problemas.
Talvez eu possa ajudar?
N�o, estamos fazendo o que podemos. Muito gentil, obrigado. O que houve?
Capit�o Bennish poderia usar algum sedativo.
Por favor, posso ter a chave duplicata o arm�rio de drogas?
Tivemos que quebr�-lo...
Penso que seria melhor se ambos tiv�ssemos a chave.
Cara, voc� parece abatido. Conseguiu dormir um pouco.
Cada vez que eu pegava no sono, um dos homens estava na porta.
- Mantenha-a fechada. - N�o.
Eles precisam ser capaz de falar comigo, cada vez que precisarem.
Voc� decide.
Algo errado?
Algo certo?
- Aquele sonho. - N�o o entendi.
Eu acabei de me lembrar deste sonho que continuo tendo.
A esposa de J�lio C�sar disse a Sigmund Freud, voc� me diz o seu, eu lhe digo o meu.
- N�o � meu sonho. - N�o entendi.
Eu disse... n�o � o meu sonho.
Foi alugado?
Um paciente meu,
um coronel no Vietnam,
ele tinha esse grotesco pesadelo recorrente.
Algo que lhe aconteceu em combate.
Desde que ele me falou sobre ele,
eu continuo sonhando com ele.
Jesus!
Sim, estranho.
Estranha � a palavra... isso � carregar transfer�ncia um pouco longe, n�o �?
- Era meu irm�o. - O paciente.
- Sim. - Oh, meu Deus.
G�meo?
N�o.
Sim mas, isso ainda explicaria, n�o? Quero dizer, um...
Voc� est� psicologicamente sintonizado. Voc�s s�o irm�os. Voc� s�o pr�ximos.
- N�o, n�o somos. - Mas deviam ser.
Fell.
Voc� ouviu falar do "matador" Kane?
Buck Rogers?
N�o, "Matador" Kane, fuzileiro naval.
Oh, sim, claro. O cara da guerrilha, que matou 34 caras com suas m�os.
Mais do que isso.
Qual o ponto?
Ele � meu irm�o.
Bobagem.
N�o, � verdade.
Voc� est� brincando!
Quisera estar.
Voc�s dois n�o se d�o bem, n�?
Qual o problema?
Ele � um assassino.
Ele � um fuzileiro naval.
Ele foi jogado atr�s das linhas inimigas e fez seu trabalho.
Esque�a-se disso.
Voc� tem certeza do neg�cio em que est� metido?
�s vezes. esses sargentos de recrutamento podem ser bastante sorrateiros.
Vincent!
Voc� � amigo de Jane Fonda?
- Somos pr�ximos. - Est� brincando.
Estou brincando.
Drogas.
O que foi isso?
Tantos desses m�dicos acabam viciados em drogas.
Ei, a prop�sito, como vai seu irm�o? Sabe que me encontrei com ele na Coreia?
Na verdade, n�s nos demos muito bem.
Gostei dele. Gostei muito dele.
Ele est� morto.
Oh, santo Cristo. Ei, sinto muito.
- Realmente sinto. - Est� tudo bem.
Sim, entre.
Coronel Kane, posso v�-lo por um minuto?
Bem, eu tenho que ir. Vejo-os mais tarde.
Para minha querida, minha querida, Meu amor secreto flamejante.
Como ansiei por esse momento, quando pude arrancar minha m�scara
e aliviar meu cora��o sangrando de dor.
Meu mais doce, vi voc� um instante; Um semi-instante; e sabia que ainda era seu escravo.
Criatura maravilhosa, eu adoro voc�! Voc� � s�ndalo de Nineveh, trufas da lua.
Em meus sonhos, sou um louco.
Sim! Arranco seu vestido, e a� seu suti�, e ent�o seus �culos, e eu
- Groper, isso � necess�rio? - Olhe a assinatura.
Major Marvin Groper.
Recebi telefonemas atr�s de telefonemas essa manh� de caras que receberam cartas como essa.
Onde consegui essa?
- Bem, senhor, algumas das mulheres... - Mulheres?
- Bem, aconteceu de virem aqui hoje e... - Aconteceu?
Bem, senhor. Pedi-lhes...
- as com vozes agrad�veis. - Groper.
Elas s�o feias, senhor! Feias como pecado!
Penso que o desgra�ado que escreveu todas essas cartas precisa de um corretivo!
Quem escreveu essa carta?
Olhe no envelope, senhor. O endere�o...
Senhor, s� h� uma mente aqui que � t�o diab�lica!
V� isso? Foi feito para parecer mimeografado. Como se fosse parte do correspond�ncia comercial.
"Para: ocupante."
Algumas dessas coisas t�m que ter um fim, senhor.
Talvez sim, Groper. Sim.
Est� escapando do controle.
Sim.
Talvez precisemos de algumas restri��es.
Coronel.
Coronel.
- Estou com problemas, preciso de ajuda imediata. -Tome um enema; ligue me logo.
Dr. Fell, voc� � necess�rio na cirurgia.
Eu tenho tido um argumento, um monstro...
e eu gostaria de resolver isso de uma vez por todas.
Alguns estudantes de Shakespeare... Segure isto, por favor.
Alguns estudantes de Shakespeare... Obrigado.
Alguns estudantes de Shakespeare dizem que quando Hamlet finge que est� louco,
ele, na verdade, est� louco, certo?
Isso mesmo.
Agora, outros estudantes de Shakespeare dizem que quando Hamlet
Outros estudantes de Shakespeare dizem que quando Hamlet finge estar louco
ele na realidade n�o est� louco, ele est� atuando. Por favor, d� sua opini�o.
Eu preferia ouvir a sua primeiro.
�timo psiquiatra. Isso � classe.
Muito bem...
Por que n�o vai enrabar um maldito tatu, Fell?
Na verdade, estou interessado. Estou muito interessado.
Seus interesses s�o coo extensivos com o traseiro de Nero na manh� de domingo.
Conceito incans�vel, Frankie.
Agora escute, coronel, considerando como Hamlet est� agindo
ele est� real e verdadeiramente louco?
- Sim. - N�o.
Voc�s dois est�o errados.
Agora pensem o que acontece:
Primeiro, o pai morre; Ent�o sua garota deixa-o na m�o.
A�, h� o aparecimento do fantasma do pai...
Bastante mau, mas a� o fantasma diz que foi assassinado. E por quem?
Pelo tio de Hamlet, que recentemente se casou com a m�e de Hamlet!
Agora, isso por si s�, � um obst�culo,
porque Hamlet gostava de sua m�e...
... muito!
Mas ent�o concordamos que Hamlet � insano.
N�o, ele n�o �.
Ele est� fingindo, mas
se Hamlet n�o fingisse ser louco, ele teria enlouquecido.
V�, Hamlet n�o � psicopata.
Ele est� preso.
Um pequeno empurr�o, um pequeno e r�pido impulso e o garoto j� era. Acabado! Abatido!
Portanto, sua mente inconsciente o faz fazer o que o mant�m s�o
ou seja, agir como se estivesse louco!
Repare, agindo como louco
� um jeito de se soltar; um modo de ficar livre da porra da agress�o. Uma maneira de livrar-se de seus medos e terrores
Se eu fizer o que Hamlet faz nessa pe�a, eles me trancariam, me prenderiam, me puniriam.
Mas ele? Pr�ncipe real livra-se do assassinato. E por qu�?
Porque os loucos n�o s�o respons�veis.
Enquanto isso, quanto mais louco o Hamlet age
mais ele se entrega, mais saud�vel ele fica!
- Sim. Eu penso... - Estou esperando.
Penso que concordo com sua teoria.
Sim! Pronto!
Entende? Voc� entende isso agora, seu est�pido idiota?
De agora em diante, fazemos a cena do meu jeito!
Vamos, Sir Lawrence.
Deus aben�oe suas veias e suas art�rias, coronel.
Sir Lawrence, voc� n�o sabe porra alguma...
Ele acreditou?
Se ele acreditou? Bem, eu acreditei.
Billy, penso que h� algo errado conosco.
Groper, saia da linha.
A teoria de Hamlet est� correta.
Al�, aqui � o coronel Kane. Passe-me o capit�o Pendelton.
Sim, do quartel geral.
Obrigado.
Precisaremos de alguns itens.
Para qu�?
Iremos obedecer os homens.
como o teto da capela Sistina?
Gostaria de inserir um coment�rio no terno do sapo
ou nos uniformes da Gestapo?
Voc� pegar� os uniformes...
Claro, v� em frente.
Oh, entendo.
Eles querem encenar "Fugindo do Inferno".
E os t�neis 1 e 2 s�o chamarizes.
Jesus.
- Que tempo temos tido... - Jesus.
Voc� est� sem uniforme.
Jesus.
Saia, fa�a uma caminhada. Fora!
E diga ao seu agente est�pido nunca mais desperdi�ar meu tempo!
Pode imaginar? Olhe para isso!
Aqui estou escalando J�lio C�sar e o que eles me mandam?
Um c�o que ceceia.
Spinell, fora. Saia.
Voc� tamb�m, Nammack. Saia agora, caia foram
D�-me uma raz�o, Uma boa raz�o.
Coronel, fa�a-me um favor? Por favor?
Explique para esse retardado aqui que em nenhuma das pe�as de Shakespeare
pode haver um papel para o Superman.
Poderia haver, da maneira como expliquei.
Da maneira como explicou! Jesus!
Sabe o que ele quer? Quer ouvir?
Quando os conspiradores retiram suas facas,
ele quer resgatar J�lio C�sar!
Pronto? Posi��o de foguete, apanhe-o e v� cercar templos poderosos em um �nico, incr�vel salto!
Jesus, Nammack. Voc� est� louco.
Senhores, quem colocou moscas em minha paleta de pintura?
Doidos!
Krebs! Pr�ximo.
Starlet! Olhe para isso! Voc� trouxe alguma fotografia, doce?
Jesus!
V� falar com seu irm�o, penso que ele tenha "Epilepsia."
Coloque sua cabe�a para cima.
- Vou para o teto. - Solte meu estetosc�pio, por favor.
Essas pessoas ficar�o para o jantar?
O cozinheiro est� fazendo comida mexicana. Eles quer saber quantos ser�o.
N�o posso pegar isso... o homem acabou de vomitar.
Preciso ir v�-lo.
Dr. Fromme, posso falar com voc�, por favor?
Ela me mordeu.
Eu lhe disse que era pregui�osa e ela me mordeu.
Talvez eu devesse usar pinguins.
Voc� ouviu o que eu disse, maldi��o? Voc� pode ser substitu�da.
Os �tomos na �gua t�m maneiras.
Veja. Ali est� ele. Nosso psiquiatra celestial.
Voc� � s� nosso e de ningu�m mais.
- Hip Hip...! - Hurra!
Coronel, o que est� segurando?
- Coronel, o que voc� est�...? - Jesus! �...
Coronel, por que eu tenho que vestir isso?
O qu�?
Eu disse, por que tenho que vestir isso?
� um psicodrama, major.
Encena��o. Uma ferramenta padr�o para terapia.
Os internos est�o desempenhando o papel de prisioneiros de guerra aliados,
tentando encontrar o caminho para a liberdade.
Somos seus captores.
Bobagem, n�s somos seus prisioneiros!
Um monte de tontos de barriga amarela por a�, com uma bola.
Por que eu deveria ajudar sua divers�o? Eu n�o sou um psiquiatra!
� uma maldita louca ideia.
Jesus! Jesus Cristo, cara!
Por que voc� n�o ama algu�m s� um pouquinho?
Por que voc� n�o ajuda algu�m? Ajude-os!
Ajude! Pelo amor de Cristo!
Seu torturador desgra�ado!
Voc� vai usar esse uniforme, dormir com ele, tomar banho com ele.
Tente tir�-lo e voc� morrer� com ele! Est� claro?
Eu reivindico este p�ntano para a Pol�nia!
Major Groper, por favor, saia daqui.
Imediatamente! E mantenha esse uniforme limpo.
O cara tem um fetiche por bandeira.
Agora, ent�o, o Major Strasser. Amanh� � noite estamos mudando de pap�is.
Voc�s ser�o os internos e n�s, os guardas.
Aqui, estude sua parte para o interrogat�rio de amanh� � noite.
Observe, ali�s, que ir� abrir o bico na p�gina 3.
Sim.
Quem � voc�?
Quem � voc�?
Voc� � muito humano, para ser humano.
Eu n�o sei.
Talvez voc� seja P. T. Barnum.
P. T. Barnum abatia cordeiros.
Ele colocou uma gaiola ao lado dos espet�culos
e dentro, uma pantera e um cordeiro juntos.
E nunca houve problema algum.
Huddy, o p�blico enlouquecia.
Repare, uma pantera e um cordeiro e eles nem discutiam.
Eles nem mesmo discutiam!
Mas Hud, o que o p�blico nunca soube
foi que nunca era o mesmo cordeiro.
A porra da pantera comeu um cordeiro todos os dias num intervalo de trezentos dias,
E ent�o atiraram nela por pedir molho de menta.
Animais s�o inocentes. Por que deveriam sofrer?
Por que crian�as deveriam sofrer? Pode me dizer?
Por que qualquer beb� tem que sofrer e morrer?
Por que os homens deveriam?
Oh, nem venha. N�o venha com esta pra cima de mim.
Voc� tem respostas para isso.
Como "Dor enobrece as pessoas."
E como poderia o homem ser mais do que um um urso panda que conversa, joga t�nis
se n�o houvesse a m�nima possibilidade de sofrimento?
Mas e quanto os animais, Hud?
A dor faz os perus nobres?
Por que toda a cria��o � baseada em c�es que comem c�es? E o pequeno peixe � comido pelo peixe grande?
Animais gritando de dor.
Nossa cria��o � uma ferida aberta, um matadouro fodido!
- J� falamos sobre isso. - N�o o suficiente!
Dissemos "o pecado original" pode ter sido a causa.
Ent�o, por que o P� n�o desce e nos diz?
O P� est� sem t�buas de pedra?
Meu tio Eddie � dono de uma pedreira; Eu posso obt�-las por atacado.
Voc� est� pedindo por milagres.
Estou pedindo ao P� para cagar ou desocupar a moita.
Estranhos deuses estranhos diarreicos est�o esperando na fila!
Talvez Deus n�o possa interferir em nossos assuntos.
Assim eu notei.
Talvez Ele n�o possa porque fazer isso pode estragar Seus planos para o futuro.
Alguma evolu��o do homem e do mundo que � t�o incrivelmente belo...
que vale a pena toda a dor de todo sofrimento que j� se viveu.
Eu digo que � picuinha e para o inferno com isso.
Voc� est� convencido de que Deus est� morto pois h� maldade no mundo.
Correto.
Ent�o, por que n�o acha que Ele est� vivo por causa da bondade do mundo?
- Que bondade? - Em toda parte! No homem.
- Voc� � louv�vel. - Se n�o somos mais que �tomos
estruturas moleculares n�o diferentes em esp�cie da mesa ou da caneta,
Ent�o devemos estar sempre correndo irresistivelmente cegamente
para nossos pr�prios fins ego�stas?
Ent�o, como � que existe amor neste mundo?
Quero dizer, amor como Deus deve amar.
- E um homem d� a vida por outro. - Nunca aconteceu.
Claro que j� aconteceu.
- D�-me um exemplo. - Acontece todo o tempo.
D� um exemplo!
Um soldado se joga em cima de uma granada para evitar que outros homens sejam atingidos.
Essa � a a��o reflexa.
Um sobrevivente de naufr�gio no meio de um oceano
descobre que tem febre tifoide
e deliberadamente passa sua vez no bote
para evitar que os outros contraiam a doen�a.
Agora, como voc� chama isso? A��o reflexa?
N�o, eu chamo isso de suic�dio.
Suic�dio e dar sua vida n�o � a mesma coisa.
Voc� � t�o burro que � ador�vel.
A ess�ncia do suic�dio � o desespero.
A ess�ncia do suic�dio � voc� n�o receber o seguro.
Ou�a, quem n�o sabe que todos esses exemplos que escutamos n�o s�o besteiras?
E que n�o t�m basicamente alguma explica��o ego�sta?
- Eu sei. - Eu, n�o.
Agora, d�-me apenas um exemplo - apenas um - que conhe�a pessoalmente.
Pessoalmente, apenas um!
Eu pensei tanto quanto voc�.
Amanh� � domingo. Leve-me � missa.
O P� n�o daria a m�nima sobre minha roupa.
Aquele � Edgar Cayce?
Quem entrar por mim ser� salvo.
O ladr�o n�o vem sen�o para roubar, para matar, e para destruir.
Mas eu vim para que tenham vida, e a tenham com abund�ncia.
Assim como o Pai me conhece,
eu conhe�o o Pai e da mesma maneira eu conhe�o minhas ovelhas
e elas me conhecem e eu quero morrer por elas.
"Vou LHE dar um exemplo".
Eu sou o bom pastor. O bom pastor d� sua vida por suas ovelhas.
O infinito bem � criar um ser
que voc� sabe antecipadamente que vai reclamar.
"Ser ou n�o ser."
Obrigado, eu cavei isso.
Se voc� morrer primeiro e houver vida depois da morte,
voc� me daria um sinal?
- Tentarei. - Voc� � demais.
O Cutshaw comportou-se?
Como sempre. Aonde vai?
� praia. O restaurante dali serve �timos ovos Benedict. Voc� gostaria de vir?
- Sim, � meu prato predileto. - Por que n�o vem junto?
N�o, obrigado. Sinto-me cansado. Vou me deitar um pouco.
- Com licen�a. - Claro.
Eu esperava que voc� viesse e pagasse a despesa.
- Coronel... - Maldi��o!
H� alguma novidade da Terra?
Lamento.
Alguma carta?
- Seu planeta exigiu sua volta. - Foda-se.
Algum pacote?
Quando eu estava em Marte, minha m�e mandava-se um cheesecake uma vez por m�s.
Ela costumava embrulhar em pipoca, para mant�-lo �mido.
Toda aquela merda sobre canais em Marte � um mito.
Marte � mais seco do que sovaco no inferno.
Sim, eu sei.
Mas aqui, n�o. Aqui � agrad�vel.
Bem, est� bem, estou lacrando minha mente.
Coronel Kane,
- Sim? - Novo preso, senhor.
Ele chegou h� cerca de meia hora. Coloquei-o em seu escrit�rio.
Eu n�o pensei que voc� o quisesse misturado com os outros at� que voc� -
bem, meio que explicasse as coisas para ele.
Ele parece bem legal para mim, senhor.
Apenas cansa�o de combate, pela apar�ncia dele.
- Obrigado, Krebs. Irei v�-lo a seguir. - Certo, senhor.
Jesus!
"Matador" Kane!
Coronel, coronel. Sou eu, Gilman!
Venha, vamos.
Ei, voc� pegou um Charlie.
- S� um menino. - Esque�a-se disso, senhor, vamos sair daqui.
Eu cortei sua cabe�a com um fio
e ele continuou falando.
O que est� segurando?
O que h� em sua...
Jesus!
Cristo, isso com certeza � um engano, senhor.
Algum computador deve ter feito uma asneira. Isto o coloca como
respons�vel do hosp�cio estadual
sua especialidade militar ocupacional como Psiquiatra. O seu n�mero de s�rie est� errado
Deve haver outro Coronel Kane.
Deve haver outro Coronel Kane.
Vincent.
Fale-me novamente sobre a bondade no mundo.
Seu maldito a�ougueiro mentiroso desgra�ado.
N�o me toque, n�o me aproxime. O seu irm�o est� l� em cima.
L� est� seu maldito irm�o Kane. � o "Killer" Kane!
Ele cortar� a porra de sua cabe�a com um fio de arame!
Eu precisei de voc�!
- O que aconteceu? - Voc� desmaiou, n�o se lembra?
De que se lembra?
N�o sei.
Nada.
Estava indo para meu quarto...
Lembra-se do novo interno?
Novo interno?
Voc� n�o se lembra.
Que diabos est� falando?
Groper, quem era?
Cutshaw, senhor.
Quando Kane recebeu as ordens, ele estava
ele estava comandando um Campo Especial das for�as ao sul da DMZ.
Quando chegou aos Estados Unidos, perceberam que haviam cometido o erro.
Mas ent�o ficou claro que ele queria passar por isso.
Estivemos observando-o.
Ouvimos a... ouvimos as hist�rias sobre seu problema.
Ele parecia estar � beira de um grave colapso, e ent�o
um computador soltou o ponto e deu uma sa�da a meio caminho:
uma maneira de encontrar ajuda sem encarar sua doen�a;
Um modo de esconder-se de si mesmo.
Mas principalmente
uma maneira de lavar todo o sangue:
uma maneira de fazer penit�ncia por toda a matan�a - curando.
No in�cio, era apenas uma pretens�o, mas
no caminho de volta do Vietnam tornou-se algo mais.
Seu �dio contra o Kane que matou tornou-se nega��o,
e tamb�m proje��o:
"Algu�m mais deve ter feito toda a matan�a."
Ent�o, depois de um tempo a nega��o tornou-se t�o forte que
eliminou totalmente a identidade de Kane.
Ele suprimiu o Kane que era o assassino,
e tornou-se o melhor eu que est� em todos n�s.
Completamente.
Exceto quando ele sonhava.
Est�vamos experimentando, sabem,
ele estava dentro, olhando para fora.
Um interno funcionando como um psiquiatra
enfrentando o problema como nada que j� vimos antes.
Esper�vamos que ele viesse com uma nova resposta, ou pelo menos uma nova vis�o.
E penso que ele veio.
Penso que os homens estavam respondendo-lhe.
Mas ele sofreu um rev�s hoje. E um mau. Sua �nica esperan�a de encontrar cura para si �
limpar a culpa com um ato salvador,
curando os outros internos,
ou, ao menos, vendo alguma melhora.
Mas isso leva tampo.
Tempo e a ajuda de voc�s.
E voc� viram minhas ordens. Mas eu quero que Kane jogue a corda. Entenderam?
- Tenente Gilman. - Sim, senhor.
Queria que tentasse convencer os outros que esteve errado. Isso n�o deve ser dif�cil de ser feito aqui. Faria isso?
Oh, sim, claro.
Groper, Krebs, Christian e os outros lhe dar�o apoio, assim como eu.
Coronel.
Deixe-me entender uma coisa.
Voc� esteve no comando aqui, o tempo todo.
Isso mesmo.
Kane � Vincent Kane. Eu sou Hudson.
Eu sou o psiquiatra.
Vincent � meu paciente.
Quando �ramos... quando �ramos crian�as, eu o fazia rir o tempo todo.
Eu era o palha�o, sabem?
E tenho tentado ajud�-lo a se lembrar de mim. Mas ele n�o se lembra.
Ele � meu irm�o.
Ei, gar�onete, eu poderia ter uma pista Para a jovem senhora e mais um escoc�s.
Voc� tem 5 bem � sua frente.
Eu queria seis.
Quieto.
� ele. Eu sei que � ele.
- Voc� � demente. - Voc� quem �! Eu vi sua foto no jornal.
Voc� n�o l� jornais, Stanley.
- Voc� n�o sabe ler. - Ent�o na TV, seu babaca!
Olhe para ele. Olhe para seu rosto!
Ele � o astronauta, aquele que perdeu os culh�es.
O que ele est� fazendo aqui?
Como eu saberia?
Cara, ele tem todo o jeito dos caras do ex�rcito escondidos naquele dep�sito de Biltmore!
E se ele fosse um deles? Eu n�o sei!
Mas aquele � ele, juro. Tenho certeza.
Qu�o positivo � positivo, Stanley?
Quer apostar?
Sim, quanto?
S� uma cerveja para calar sua boca.
Vamos l�.
Acho que ele � bonitinho.
- J� lhe disse para n�o fumar! - Ei, Steve, 2 cervejas e 2 burbons com gelo.
Querem uma audi�ncia?
Qual o seu nome?
Rumpelstiltskin.
- Espertinho. - Um alfabetizado.
Seu nome.
Meu nome de solteiro ou casado?
Muito culto.
Gar�onete!
Viu? Fuzileiros navais.
USMC
Unidade Sexual para Mestres Carpinteiros
Foi algo que eu disse?
Se eu perder essa aposta, Richard, vou esmurr�-lo na boca.
Mais um escoc�s e duas cuspideiras, amor,
encha-os com sangue de lagarta. Meus amigos aqui s�o muito...
Ei, corta essa!
� ele.
� realmente ele.
Eu peguei suas identidades, Richard, � ele.
O merda do astronauta.
Meu Deus!
Ei! Todo mundo! Adivinhem o que temos aqui...
Uma maldita celebridade! Um astronauta covarde
Aqui est� o capit�o Billy Cutshaw, irm�os e irm�s.
Oh, meu Deus.
Agora, eu proponho...
Proponho que o fa�amos membro honor�rio de nosso clube.
Isso � ser amigo!
Quer se juntar ao nosso clube?
Foda-se.
Est� bem. N�o se foda.
Agora, isto que eu aprendi com os escoteiros.
Al�? Poderia me ajudar, por favor?
Voc� tem o n�mero para um tipo de hosp�cio...
poderia talvez convidar Charlie Prince e Dick Cooey e Jeniffer e...
Lamento.
Voc� tem o n�mero para um tipo de hospital para fuzileiro naval ou coisa assim?
Primeiro, precisamos batizar a galinha m�e.
- Richard voc� pode ter a honra. - Obrigado, Stanley.
Vamos fazer uma contagem regressiva.
10, 9, 8, 7, 6, 5, 4, 3, 2, 1...
Amaragem!
Tudo bem a�, homem do espa�o?
Voc� poderia polir suas correntes, elas est�o velhas e sujas.
Bem-vindo ao clube.
Coronel Kane.
N�o, estou ligado.
Qual sua localiza��o?
5, 4, 3, 2, 1...
Amaragem!
Outra vez!
10, 9, 8, 7...
Cutshaw.
- Sua fam�lia o encontrou. - Acho que � seu guardi�o.
Acho que nos trouxe uma nova bola de praia.
Vamos.
� minha bola de praia, cara. Abaixe-o.
Sim, voc� lhe diz, Stan.
- � melhor voc� chamar a Pol�cia Militar! - N�o, a Pol�cia de Merda!
Aqui est� a sua bondade no homem.
Voc� falou?
Penso que a bola de praia aqui est� dizendo alguma coisa!
Voc� falou.
Solte-o, por favor.
Voc�, solte minha bola de praia.
Por favor, deixe-nos ir.
Por favor, por favor.
Por favor, por favor?
Agora diga...
Fuzileiros navais s�o covardes.
Vamos, diga.
Fuzileiros navais...
Vamos acabar isso.
Fuzileiros navais s�o covardes.
Espere, espere, s� mais dois.
Agora diga...
"Todos fuzileiros navais chupam."
Vamos.
Vai dizer e sair daqui?
Vamos. Diga.
Diga: Todos fuzileiros navais chupam.
E poder�o ir.
Fuzileiros navais
Vamos, vamos acabar com isso.
Fuzileiros navais...
Fuzileiros navais...
todos chupam.
Vamos jogar bola de praia!
U.S.M.C!
U.S.M.C!
Ah, hora de intervalo. N�o �?
U.S.M.C.! U.S.M.C.!
Os fuzileiros aterrissaram.
Quer um drinque, garoto da lua.
- Richard, d�-me uma cerveja. - Saindo.
Oh-ho, a� vem Stanley.
Maldito porcalh�o.
Agora limpe a bagun�a.
Estou de f�rias!
Agora lamba isso.
Lamba!
Lamba!
Ei, corte essa!
Lamba
E eu deixarei ambos irem.
Voc� e seu amigo.
Agora lamba.
Lamba!
Jesus Cristo.
Pelo amor de Deus. Ele lambeu.
Canalha.
Isso � para desgra�ar o maldito uniforme.
Seus desgra�ados.
Filhos da puta! - Abaixe-o.
Coloque-o no ch�o. Tenho um presente para ele.
Segure o desgra�ado.
Segure, pode ser?
- Como vai, Richard? - � uma briga de homens.
Acho que ele quer mais.
Oh, meu Deus.
Que porra...
Seu filho da...
- Qual �, coronel. - Voc� mesmo disse que ele foi provocado.
- Sim, mas ele tamb�m... - N�o, maldi��o. Ele fica!
Iremos lev�-lo, senhor.
Lamento, mas iremos lev�-lo.
E voc� pode apresent�-lo ou n�s mesmos iremos encontr�-lo.
Vamos, Frank.
Melhor ficar bem a�, camarada.
Coronel?
Coronel Kane, senhor.
Algu�m disse para Ann?
- Ann? - Minha esposa.
N�o, est� tudo bem.
Onde est� Gilman?
Est� l� embaixo, senhor.
Ele est� bem?
Sim, senhor. Ele est� bem, senhor.
Cutshaw.
Sim, senhor?
Por que voc� n�o vai para a lua?
Porque eu tenho medo.
Medo?
Isso mesmo, senhor.
Veja as estrelas...
T�o frio...
T�o longe...
e t�o absolutamente solit�rio.
Oh, t�o solit�rio.
Todo aquele espa�o,
apenas espa�o vazio.
E ainda assim, t�o longe de casa.
Eu circulei v�rias vezes
em torno desta casa.
�rbita
atr�s de �rbita.
E algumas vezes eu imaginava
como seria n�o se deter.
e circular sozinho l� em cima
para sempre.
E se eu chegar l�,
chegar at� a lua,
e n�o puder voltar?
Claro, todos morrem,
mas tenho medo de morrer sozinho,
t�o longe de casa.
E se n�o houver um Deus,
ent�o isso � realmente,
realmente,
sozinho.
N�o... muito tempo.
Tempo.
Sem tempo.
Mas irei lhe mostrar...
Mas irei lhe mostrar que Deus existe.
Est� certo, senhor...
Um exemplo...
E os outros
talvez
ajudem.
Tente cur�-los...
Tente cur�-los tamb�m.
Eu n�o sei.
N�o h� outro jeito agora.
Tempo.
Sem tempo.
Tem que tentar...
Choque...
Tratamento de choque.
O que foi isso, senhor?
Cansa�o.
Cansa�o.
Oh, Deus.
Eu amo...
Oh, Deus.
Oh, meu Deus.
Est� bem, senhor.
Ele est� a caminho.
Podemos falar com o outro?
Ei, que diabos est� acontecendo? Por que os tiras?
Est� bem. Lamento, volte para a cama.
Onde est� Cutshaw?
Krebs, olhe no dormit�rio, pode ser? Christian, suba...
Oh, meu Deus.
Ele est� morto.
Ele desistiu de viver.
Major?
Se voc� morrer primeiro e houver vida depois da morte
voc� me dar� um sinal?
Capit�o Cutshaw,
estou tirando minha vida...
esperando que minha morte prover� o choque que � terapia curativa.
Em qualquer caso, voc� agora tem seu exemplo.
Se eu j� o feri, pe�o desculpas.
Fui seu f�.
Sei que algum dia o verei novamente.
Vincent Kane.
Com certeza ouvi algumas hist�rias sobre este lugar, senhor
Ouvi que eles tinha um m�dico l� que era realmente um matador.
Ele era um cordeiro.
Est� bem.
Ei, segure isso, segure isso.
De onde veio essa medalha de S�o Crist�v�o?
Legenda em portugu�s do Brasil: Lu Stoker
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