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Original subtitles

- Fez boa viagem? - Muito boa.

Espera alguém?

Suponho que não. E o escritório da diligência?

- Ali, atrás da estação. - Obrigado.

Maldita seja. Olhe!

Veja o que você fez.

De todas as fêmeas...

...entre as que mais desprezo é a mais semvergonha.

Deveria envenená-la.

Diga-me.

Vai a Santa Inês?

Sim, recolheremos alguns passageiros no hotel.

São 17,50.

- Como se chama?

- Rocklin.

- Posso ir com o cocheiro? Sim, se o Dave concordar.

É sua última viagem.

Brigou com o chefe, Harolday.

- É um velho gagá... - Gosto de velhos gagás.

Espero chegar a sê-lo.

Eis o correio.

E outro passageiro.

Se importa?

- Onde estão as mulheres? - No hotel.

Por que não aqui na diligência?

É assim?

Vá buscá-las, é no final da rua.

Não sabem andar?

As do Leste não tem pernas como todas as outras?

Atolam-se quando passam pela montanhas.

Se ouve rezar os passageiros desde aqui.

Trazem as mulheres nos braços?

Ei, Dave!

Diga a Arly Harolday que sua sela ainda não está pronta.

Não lhe direi nada.

Na última vez, me ameaçou arrancar a pele.

Senhor, poderá entregar minha mensagem para a Srta. Harolday em Sta. Inês?

- O farei. - Obrigado.

- Carrega o baú? - Sim.

No ano que vem teremos mais banheiras.

Tenha cuidado. Na sua idade não deveria carregar peso.

Se é tão jovem, carregue-o você.

Não ligue. É um brincalhão.

Clara!

Parece que nunca viu um homem.

- Boa viagem. - Se chegarmos, já me darei por contente.

Espere e verá.

- Você já viajou com Dave alguma vez? - Não.

Aperte-o e ele assustará as mulheres.

Nunca me preocupo por uma mulher.

Não sei por que razão os jovens vem a esta terra de amaldiçoados.

Falou a sério sobre as mulheres?

Sim.

É mais astuto que a maioria.

Talvez seja mais astuto que a maioria.

Sim, não me surpreenderia,

em absoluto.

São todas iguais.

Tome um trago.

Whisky e mulheres.

Sabe com que se parecem?

Os dois te enganam, mas você não fica sem eles.

- Outro trago? - Agora não, obrigado.

- Quer que te substitua? - Não.

Tenho tomado uns tragos, mas agüento bem.

Não envelheça e seja um inútil como eu.

- Quem disse isto? - O chefe, Harolday.

Não me queixo, tem sua opinião,

porém nunca temos concordado.

Por quê?

É muito educado,

crê na lei e na ordem.

Que há de mal nela?

Depende de quem a administre.

Nunca foi de meu gosto acatar ordens...

e já verá como é a lei nestas terras.

O que sucede, cocheiro?

Os cavalos descansam.

Saiam para esticar as suas pernas.

Por que descansam?

Estamos numa descida.

- Tem pressa? - Claro que temos pressa.

Então, iremos depressa.

Agora, o que sucede? Por que é que voltou a parar?

Indigestão.

Por quê paramos?

- Quem fala? - Eu. Por quê paramos?

Para esticarem as pernas, se quiserem.

- Deixe de mencionar minhas pernas. - As tem, não?

Zeke!

Dave!

Serpente humana!

Como estão? Querem comer algo?

- Sim, não demore muito. - Venham.

É minha última viagem.

- Por quê? - Harolday não retirará o que disse.

- Não? O que disse? - Está despedido.

Aqui tem. Sirvam-se do que quiserem.

Não comerá, senhor?

Tomarei um café.

- Quer jantar? - Estou bebendo a janta.

Jovem, o cocheiro já bebeu bebeu demasiado.

Sério?

- Você não é tonto, verdade? - Muitas vezes, sim.

Nestas terras as pessoas são as mais desagradáveis.

Que cheiro de bezerro!

Vai bem o negócio?

Um amigo me vendeu um quarto de bezerro.

E também vendeu a pele que Bob encontrou no celeiro?

- Que pele? - A que te mandará para a cadeia.

Parece que não está entendendo.

- Eu não escondi nada. - Eu vi debaixo da palha.

Pois ainda estará lá.

Não está não. Já olhamos. Onde está?

- Eu os digo... - O que sucede?

Boa tarde.

Srta. Cardell?

Miss Martin. Ela é a Srta. Cardell.

As esperávamos em Sta. Inês.

Sou o xerife Jackson.

- Aconteceu alguma coisa? - Um problema com a lei.

- Roubo de gado. - É um ladrão.

Bob disse que a pele estava marcada com as iniciais K.C.

- O que pensa fazer? - A lei é bastante rigorosa.

- Não queremos nos equivocar... - E o proprietário da rês?

Não tem nada que dizer?

- Como? - Red Cardell.

É o proprietario, não?

Não é mais.

Red Cardell morreu faz três semanas.

- Foi morto. - Atiraram pelas costas.

Talvez ele tenha descoberto algo como roubo de gado.

- Não escondo nada. - Tem certeza?

Sim, e também uma fatura.

Gostaria de vê-la.

Vou buscá-la.

Não quero me enganar com um velho.

Aqui está, veja.

- Não tem pernas. - Feche o bico!

Eh, não somos monstros!

Queremos outro copo.

Onde está Stan?

Dando explicações sobre uma pele. Parece que comeram bezerro roubado.

Estão loucos.

Stan poderia ter se descuidado com uma rês morta,

mas nunca poderia ter deixado sua pele a descoberto.

Ei, Zeke?

Assim seja!

- É você? - Sim, Bob Clews.

- No me toque, coiteiro. - Quer brigar?

Eh, Stan.

Que não te culpem por algo que não tenha feito.

São uma dupla de sem-vergonhas.

- Todo o mundo sabe. - Bêbado!

Claro que sou um bêbado,

por isso digo a verdade,

digo o que penso, o que sei.

Estamos na frente de mulheres.

Não me toques com suas garras.

Necessita uma siesta.

Sim, nos ocuparemos dele.

Somos seus amigos.

- Deixem-me. Sei cuidar de mim sozinho. - Com cuidado.

Como tem sido as coisas perante a lei?

Suponho que bem.

A fatura a convenceu.

Por sorte, eu a guardei.

- Durma a siesta. - Perfeito.

Sentimos pelo barulho,

ele fica assim, quando bebe,

agora não pode conduzir.

Não se preocupem,

Bob conhece o caminho bem.

Sem dúvida. - Ele as levará.

Se ocorrer algo, me sentirei responsável.

Não sei por quê.

Foram eles?

Bateram com uma pistola.

Que amigos.

- O que se passou? - Foi golpeado.

Em Iron Mountain?

- Onde há acomodações baratas? - No saloon.

- No saloon? - O saloon.

- O hotel? - No final da rua.

- Devemos carregar nossas maletas? - As leva?

Não, amanhã a trocarei por uma sela.

O que espera?

Doutor, um cliente.

Joga por mim.

- O que aconteceu? - Um golpe na cabeça.

Estou vendo.

Necessitará de um par de pontos.

- Vá em frente. - Quero uma habitação.

Te ajudo.

Não tem pernas.

Não tem pernas.

Se recuperará.

Quer uma bebida?

- Será un prazer. - Vamos.

- Sairá desta? - Claro que sim.

Não se mata um velho lagarto tão facilmente.

São Pedro deve estar cansado.

de limpar o tapete de boas vindas para ele.

- O que tomará? - Um whisky.

Eu também.

- Como disse que aconteceu? - E não disse.

Tem razão.

Disseram que Dave armou um barraco no posto do Stan.

Quem disse foi o sheriff Jackson e Bob Clews.

Os Clews são tipos duros.

É melhor não se meter com eles.

Dizem que George sairá breve.

Sim, é o irmão de Bob Clews. Está na cadeia por emboscada.

Poderiam ter-lhe pendurado.

Esperemos que o façam.

- Saúde. - Saúde.

Hoje não estou prá ninguém.

Clint Harolday está numa boa.

Tem boas cartas,

porém na semana passada lhe deram uma autêntica surra.

Eu deixo.

- Não quer continuar? - Não com esta sorte.

Além disso devo me ocupar do rancho.

Venha doutor, ainda pode ganhar alguma coisa.

Esta noite , não.

E você?

Te aviso que o jovem tem umas cartas fenomenais.

Por que não.

Te apresento a Pap Fossler,

Ab Jenkins,

Shorty Davids...

e Clint Harolday.

Sou o Juiz Garvey.

- Como se chama? - Rocklin.

Prazer. Sente-se.

- Tem trocado? - Não será necessário.

- Eu tenho trocado. - Reparte.

Eu quero.

Abro com três.

Passo.

Subo a 20.

- Passo. - Eu também.

- Subo 6 mais. - Saque.

- A aposta está na mesa. - Não, se quer sacar.

Você pode ganhar.

-Cartas? - Uma.

Outra para mim.

Esta rainha não vale.

Eu quero-a.

Sim, porém deve ganhar-me com quatro cartas.

Eu jogarei com estas!

Eu não jogo.

Repartimos o bolo.

Não, agora cubro.

-Quer vê-las? - Não.

Subo a aposta.

Saque.

- Dê-me. - Já apostou bastante.

Eu vejo.

Full.

Ganha meu par, a rainha não vale.

Afaste-se da mesa e largue.

Um full sempre ganha de um par.

Não joga armado.

Não gosto de interferir quando não jogo.

mas esta rainha não vale, e você o sabe.

Quem joga comigo, segue as minhas regras.

Se fosse você iria embora antes que ele volte.

- E quem volta? - Você já verá.

- Quero meu dinheiro. - Claro.

Me enganei com a rainha.

Cap é um bom jogador e me disse que você tinha razão.

Confio nas palavras de Cap...

Boa noite, senhores.

Foi curioso.

- Se eu soubesse... - É hora de ir dormir.

Quem é?

- Como está? - Bem.

Indigestão.

Sim.

Uma casa bonita.

- Não é minha casa, é o saloon. - O saloon?

O saloon.

O saloon.

Até logo.

O saloon.

Eu chamei, mas ninguém ouviu.

O que quer?

Ontem à noite armou um bom alvoroço, forasteiro.

- Veio por isso? - Não.

Tenho um recado para você. Alguém quer vê-lo lá fora.

- Quem? - Por que não sai para saber?

Eu o farei.

O que se passa aqui fora?

Arly Harolday está em pé de guerra.

Agora mesmo sairá.

Aí está.

Será divertido.

- Você é Rocklin? - Sim, senhora.

- Está com o dinheiro do meu irmão. - Sério?

Poderá recuperá-lo do mesmo modo que o perdeu.

- É Arly Harolday? - Saque!

Devo dizer-lhe que sua sela não está pronta.

Alto!

Alto ou o mato!

Vire-se!

Um whisky.

Me mentiu.

Me colocou em ridículo na frente de todos.

Nos vemos no rancho.

Ela tem muita pressa.

Poderia tê-la dado.

Tem tido muita sorte.

Por que acredita que necessito disto?

Que bela cena.

Arly é como uma vaqueira endiabrada.

Suma!

Quebrou meu pulso!

Que a casa pague uma rodada.

Quem cuidava dos negócios de Red Cardell?

- O Juiz Garvey. - Onde posso encontrá-lo?

Tem um escritório do outro lado da rua.

Não abre até o meio dia.

- Até logo. - Obrigado.

Que tipo acaba de chegar à cidade!

ROBERT GARVEY ASSESSOR JURÍDICO

ESCRITÓRIO SEGUNDO ANDAR

Adiante.

Sr. Rocklin, passe.

- Veio pela partida de ontem à noite Sim.

Vou colocar o casaco.

Uma grande partida.

Em que posso ajudá-lo?

- Era o advogado de Red Cardell? - Sim.

Sabe algo disto?

"Querido Rocklin. Fico feliz que tenha decidido.

Junto a passagem do trem e 150 dólares adiantado".

150 dólares! Não o entendo.

-Por que queria contratá-lo? - Por quê não?

Não sei.

Além de algumas poucas coisas não sei onde o teria empregado.

Sempre vai bem uma ajuda, mas...

Com licença.

- Bom dia. - O Juiz Garvey?

Sou a Srta. Martin e esta é minha sobrinha, Clara Cardell.

Entrem e sentem-se.

Chegaram em um momento muito oportuno.

É a nova proprietária do rancho e este senhor disse ter uma carta...

Disse ter? Já a leu, não?

Tem uma carta do falecido Sr. Cardell...

em que o contrata.

Não era responsável por suas ações na metade do tempo.

Se crê que trabalhará no rancho...

Faria qualquer coisa antes de trabalhar para a senhora.

Que insolente!

Quero devolver os 150 dólares recebidos adiantados.

- Quero falar. - Cale. Deve devolvê-los.

Quanto à passagem de trem,

a compensamos com o tempo perdido e pela paz.

Mas senhor...

Não sei como se chama.

- Rocklin. - Não tem que devolvê-lo.

Prefiro assim, se não se importa.

Tenho uma mensagem para você.

- Qual? - Espere um minuto.

Dizem que George Clews saiu da cadeia.

Diga-lhe que se chegar perto do Rancho Topázio atiraremos nele.

Não sei por que tenho que dar-lhe este recado.

Tem amigos comuns.

- Se se refere ao sheriff Jackson... - Sim.

Emprego seu irmão, mas não sou amigo de George.

Faça como quiser, mas avise-o.

- Miss Harolday, apresento a Srta. Cardell. - Como vai? Olá.

- A Srta. Martin, sua tia. Olá!

-Como vai?

Agora serão vizinhas.

A Srta. Harolday comanda o Rancho Topázio de seu padrasto.

Tem fama de excelente amazona.

Eu a vi chegar esta manhã, esplêndida!

Sim?

- Harolday deseja vê-lo. - Para quê?

Para que trabalhe para ele, 60 ao mês.

É o salário de um capataz.

Eu não pagaria nem um centavo, mas é seu dinheiro.

As coisas tem se complicado tanto que talvez precisemos de você.

Comete um grave erro.

Quer o trabalho?

Mostre-me o caminho.

Por quê disse isto?

Não te entendo.

Mas eu a você.

Deveria envergonhar-se.

Eu...

- Desculpe-a, é jovem. - E sem experiência.

Devemos proteger os jovens deles mesmos.

Tem razão.

- Ele a segue? - Não, vem comigo.

Sempre vem comigo.

-É um velho amigo. - O melhor que tenho.

Espere aqui.

Acabo de contratar um homem chamado Rocklin.

60 dólares mensais, enquanto durar.

Por quê? Não necessitamos dele.

Para poder despedí-lo.

O odeio.

Clint e ele brigaram ontem à noite e eu fui ridicularizada.

Arly, espere!

Venha.

- Como está? - Bem.

O que aconteceu entre você e meu enteado ontem à noite?

Pôquer.

Sobre a proposta de trabalho...

- É sua. - Tem razão.

60 dólares é muito dinheiro.

- Se mudou de opinião... - Não, espere.

Tem experiência?

- Red Cardell queria contratar-me. - Cardell te contratou?

Sim, mas os novos donos, não.

Era amigo de Red?

Não.

Ei Rocklin, George Clews está na cidade.

Soube do Bob e te procura.

Eu o espero em frente ao saloon.

Sim.

Tire as crianças daqui!

Cuidado, haverá luta!

Depressa, saiam da rua.

Arrancarei suas orelhas.

Ei você, George Clews!

Rocklin disse que se não sair ele entrará e arrancará suas tripas.

Esta cerveja era minha.

Quando eu voltar eu lhe pago outra.

- Cortarei suas orelhas. - Suas orelhas estão lá fora.

- Vamos. - E os drinks?

Pague-o.

Se importaria de entrar?

Por quê?

- É mais seguro. - Como?

Toque-a e te mato.

Queria ver-me?

Eu vi como bateu neste pobre homem!

Sim senhora, tão forte como pude.

O que está tramando?

Dei uma coronhada em um amigo seu, bêbado,

como você costuma fazer.

- Não sei do que está falando.. - Mentiroso.

Se continuar falando assim se meterá em confusão!

Está avisado!

Foi... - Que dizia de Cardell?

Se o contratou

confirma minhas suspeitas, estava pronto para brigar.

- Contra quem? - Contra o roubo de gado.

Nisto eu acredito. Red não era meu amigo.

Satisfazia-lhe muito aplicar sua justiça.

Porém era o mais prejudicado.

Ademais, perdeu seu capataz.

Se foi?

Atiraram nele pelas costas

com uma bala do mesmo calibre que o matou.

- Suspeita de alguém? - Não.

Exceto o tipo que acaba de dar uma coronhada.

É uma lástima que não o tenha matado.

As mulheres do rancho K.C. não me parece fáceis.

- Quer trabalhar para elas? - Não.

E tampouco aceitarei sua oferta, não gosto de trabalhar para mulheres.

Minha enteada?

Não trabalhará para ela.

Perdemos muito gado em Table Top.

Está na parte posterior do rancho.

Te mandarei para lá.

- Se importa de trabalhar sozinho? - Eu gosto.

- Bom. Quando começa? - Assim que pegar minhas coisas.

- Eu me encarrego. - Bom.

Agora, Pap, te ofereço os meus serviços.

Outros me solicitam,

será melhor que decida rápido.

Depois eu volto para saber quando começo.

- Onde vai? - Ao Rancho Topazio.

- O que? Ficou louco? - Me pagam bem

Nenhum dinheiro paga para trabalhar para esta mulher.

Pode ser mais malvada que uma serpente cascavel.

Não esquecerá que a ridicularizou.

- Ei, Dave! - Agora vou.

É veneno, puro veneno.

Dave!

- Por quanto você vai? - Por 60 ao mês.

Agora vou.

- Como vai, Sr. Rocklin? - Muito bem.

Está uma tarde bonita.

Tem razão.

Se instalarão no rancho?

- Não exatamente... - Clara!

Tem que comentar nossos assuntos...

com qualquer um que nos encontremos?

Só estamos conversando madame.

Não necessitamos de sua conversa.

Ademais, sua amiga te espera.

Pensei que havia mudado de idéia, de novo.

Não.

Tala te mostrará o barracão. Pela manhã falaremos de trabalho.

A que distância está Table Top?

A 24km.

Amanhã irei até lá.

Ordens de Harolday.

Me mostrará o caminho?

Claro que sim.

Encontrará tudo que necessitar na cabana.

Parece-me que não gosta de mim.

Tem razão.

Por quê?

Quer um cigarro?

Obrigado.

Não é culpa sua ter a sombra negra.

Pois fará Arly infeliz.

Não o culpo, porém o detesto por isto.

- Olá! - Já tem um novo trabalho.

Transporto mercadorias para o velho Pap.

Trago uma carta para o louco do Rocklin...

da parte da moça Cardell.

Parece preocupada.

- Tenho que entregá-la pessoalmente. - Rocklin não está.

- Já os deixou? - Foi até Table Top.

Tenho que fazer muitas entregas em Gopher Flats.

Vá pelo caminho velho.

- Ainda está aberto? - Creio que sim.

Irei por lá. Até logo.

Tem visto a Arly?

Não a vi hoje,

mas a vi à noite...

e estava de muito mal humor.

Bom dia!

Como está alegre!

- Sobre a partida de pôquer... - Esqueça.

Tala!

- E? - O que é isso?

- A que se refere? - Como?

- Bom dia. - Bom dia, Tala.

- Hoje está muito bonita. - Me refiro a isto.

Desde a festa da tia Dinah,

que não via a Nellie em casa...

Peça que encilhem meu cavalo.

Que Rocklin o traga.

- Por que você sorrí? - Rocklin não está.

- Onde ele foi? - A Table Top.

Por que você se encaprichas com ele?

- Ele não é para você. - Cale-se.

Ele já escolheu, você até já viu.

Ela também sente o mesmo.

- Ele já disse. - A quê você se refere?

Dave leva uma carta dela.

Como sabe?

Dave me contou, vai até Table Top.

- Pequena... - Deixe-me em paz.

Bom dia, Arly.

Bom dia, Tala.

Pegue minha pasta.

Vá buscar.

Creio que conseguiremos as terras ao redor do rio.

Levantei a hipoteca do Rancho Hardman.

Agora estou indo para lá.

- Mandou Rocklin a Table Top? - Sim.

Sejamos claro.

Este lugar era de minha mãe e agora é meu e de Clint.

Nos tem ajudado, porém saldaremos nossa dívida.

E sou eu quem manda!

- Você já faz isto. - Por que o mandou para lá?

Me pareceu boa idéia, por causa dos roubos.

- Ninguém roubaria o gado lá. - Não estou de acordo.

Não contratarei um homem com salário de capataz...

para satisfazer uma mulher vaidosa.

- Cuidado com o que diz. - Tenha cuidado você.

Ele é um homem que não poderá dominar.

Já se colocou em ridículo, procure não deixar acontecer de novo.

Obrigado, Tala.

Que sorte, a tempestade se foi assim que cheguei.

Tudo pela carta de uma mulher.

Quanto mais vejo, mais tonto fico.

Quando vai lê-la?

Vou fazê-lo amanhã. Se forem más notícias não dormirei.

"Querido Sr. Rocklin,

desculpe se a carta é desconexa,

mas estou muito preocupada"

Quem não é, vivendo com aquela velha?

Continue. Não sei ler.

"Necessito ajuda e conselho...

de alguém em quem possa confiar.

Não gosto e não confio no Juiz Garvey."

Uma moça inteligente.

"Minha tia parece ter uma opinião diferente,

quer que eu deixe tudo nas mãos dele e regresse ao leste.

Isto é algo que de maneira alguma me atrai."

Está seduzida...

pelo lugar.

"Quero viver no rancho,

porém temo que as circunstâncias são contra...

depois dos recentes problemas com os índios."

Problemas com os índios?

- Se não há problemas... - Quer ouvir o resto?

Está interessante.

"Quero desculpar-me pelo sucedido esta tarde.

Te devolvo os 150 dólares...

porque creio que são seus.

Deve guardá-los.

Atenciosamente, Clara Cardell."

Que lhe parece?

Alguém a engana para ficar com o rancho.

Problemas com os índios.

Compadeço-me dessa jovem.

É muito boa.

Demasiado para estas terras.

É uma moça delicada.

O que sabe de Garvey e Cardell?

Cardell foi o sal desta terra,

era um velho cascagrossa,

mas um rancheiro autêntico.

Era um gigante montado em sua sela, igual a você.

Poderia dizer que se parecem.

- Ele e o juiz eram amigos? - Poderia dizer que sim.

Bebiam muito juntos.

Jogavam pôquer.

Red sempre perdia.

- Era jogador? - Bastante ruim.

Ainda assim, suponho que eram amigos.

Algo te faz pensar que não eram?

Rock,

te contarei algo que ninguém sabe.

Confia em mim?

A última vez que vi Red foi no dia em que ele morreu.

Queria comprar uma passagem para Garden City,

mas a diligência estava completa.

Me chamou num canto e mostrou um papel,

de uma casa de jogo de Chicago,

que mostrava como jogar com cartas marcadas.

- Cartas marcadas. - Sim.

Encontrou as cartas e o papel na jaqueta de um amigo.

- De quem era a jaqueta? - Isso eu perguntei.

Disse que pertencia a um bom amigo.

Não esperou a próxima diligência e foi sozinho ver o juiz.

E lá ele foi pego.

Sim.

A um quilômetro do posto de paradas de Stan.

Um tiro pelas costas e os bolsos vazios.

Por que não contou isso a ninguém?

A quem? Ao sheriff Jackson?

A esse... a Harolday?

- Não é amigo de Garvey. - Não pude vê-lo.

Me irrita ver o jovem Clint sempre a seu lado.

Mantive a boca fechada e os olhos abertos.

Apesar do que Red falou de Garvey, não implica que ele o matou.

Não. A opinião é que foi um coiteiro.

- Está bem? -Estaria se não estivesse molhado.

Olha?

Agaxe!

Deus meu! Olha!

Vamos.

Meus cavalos.

Esse não é seu. Vamos.

Vamos!

- Não vai alcançá-lo andando. - E talvez ele volte!

-Bom tiro. - Acredita que fui eu?

Por pouco,

não tenho cabeça para colocá-lo.

Está vendo como se atormentou por nada.

Não me importa,

vim aqui te despedir.

Compreendo.

Harolday contrata... e você despede.

Eu sou a dona, não Harolday.

E vá embora daqui e não volte.

Se importa se espero o Dave?

Está quase chegando.

A não ser que tenha encontrado sua sombra.

Tala não está aqui.

Veio só.

Sim.

- A quem perseguíamos? A quem disparou.

- Quem era? - Não sei.

- Não quer dizer. Eu não sei.

Por que mentiria?

Me parece que esqueceu de algo.

Acaba de me despedir.

Ele escapou, mas ...

Que?

Adivinha.

Para quem desdenha as mulheres,

parece que todas estão loucas por você.

- Trabalha para Harolday? - Sim.

Este cavalo é dele, mas eu levo a sela.

Olá!

- Não estava em Table Top? - Isso.

- O que aconteceu? - Isto, para começar.

- Já disse que acabou com ele. - Clews?

Não crê que foi ele?

O que eu pensava...

Clews não estava em condições de fazê-lo sozinho.

E como sabia que estava ali?

George Clews não é meu único rival na cidade.

- Tem também a sombra de sua enteada. - Tala?

E também este ali.

Olá, Clint!

Me tinham dito que Rocklin...

- Quê? - Alvejaram-no esta noite.

Acabaram de me contar.

Não sabe quem o fez?

Não. Não pensam que tenho algo a ver com isto, não?

Terá uma decepção.

Estive no salão jogando pôquer até de madrugada.

- Perguntem a eles. Eu acredito.

Porém há coisas que podem ajudar, se falar.

- A quê se refere? - O que Clint poderia saber?

Já viu isto alguma vez?

- Fala. Já viu isto? - Claro que não.

Deixem-me em paz, não sei de nada.

Só por que tivemos um atrito com as cartas..

não vou acertá-lo no escuro.

Por certo,

esta noite me achou...

a chefa.

Não sei o que vai fazer.

Só me causa problemas.

Não sabe mentir, não enganaria nem a um menino.

Saia da cidade até que isto se aclare..

No cofre do rancho há dinheiro.

Pegue alguma coisa e deixe a chave na gaveta.

Vá.

Sr. Rocklin, me alegro por tê-lo encontrado.

- Não gosto de perseguí-lo... - Está em apuros?

- É isto... - Entre.

Não há problemas.

O que aconteceu? - Minha tia ficou sabendo do que escrevi.

Não havia firmado nada com Garvey?

Não, por isto ela declarará que ainda sou menor de idade...

e fará o que quiser.

- Pode provar que não é menor? - Não.

O Sr. Garvey tem uma carta que prova.

Minha tia a escreveu antes de vir.

- Pode conseguí-la? - A mim ele não a dará.

- Espere. - Por favor.

Não se meterá em confusão?

Prefiro deixar-lhes tudo a...

Prezado Sr, Garvey. Em resposta a sua carta do día 25,

sabendo que minha sobrinha Clara Cardell é maior de idade...

desde 11 de janeiro deste ano...

Assunto resolvido.

Com a declaração, tudo ficará como queremos.

- Não o faço por mim. - Claro.

Vejamos.

Eu, Elisabeth...

Sr. Rocklin, que surpresa.

- Creio que trabalhava no Topázio. - É certo.

Srta. Martin,

terminaremos este assunto depois.

Com sua licença.

Venho pela carta.

A carta?

A que diz que a moça é maior de idade. Se lembra?

Não me lembro.

Sr. Rocklin, lhe farei uma pergunta.

Que interesse tem nesta carta?

Só me interessa conseguí-la.

Sabe o que faz?

Isto é um roubo.

Roubo a mão armada.

Ficará decepcionado.

É sua?

- Abra-o. - Não é de sua conta.

Isto eu decido.

Eu abrirei para que se convença de que não escondo nenhuma carta.

Que pretende?

Estas cartas.

Que há de estranho em possuir um baralho?

Depende do tipo de cartas,

e estando fechadas debaixo de chave.

- Vai levá-las? - Isto mesmo.

Tenha cuidado.

Tenha você, eu não sou quem matou Cardell.

- Red Cardell? - Viu as cartas, e você o matou.

Quem acreditará nisto?

Eu, até que tenha algo melhor.

O juiz de Garden City talvez se interesse.

Me dê uma mão.

Acabaram tendo pequenas divergências.

- Não está morto? - Não de todo.

- O que aconteceu? - Nada!

- Descobriu algo. - Vamos.

- Está ferido? - Cale-se!

Não me fale assim!

Sabe de quem é a bolsa?

Não, talvez do Clint Harolday.

Está implicado?

Não sei, mas vou sabê-lo.

Agora já sabe da verdade.

Se quer tomá-lo, eu entendo.

- Você a tem? - Não.

Já não tem mais importância.

Volte ao rancho,

amanhã a levarei a Garden City.

- Não quero colocá-lo em confusões. - Eu também vou para lá.

Você brigou.

Que faz aqui?

Eu dizia à Srta. Cardell sobre...

o nosso.

O que é o "nosso"?

- Eu me vou. - Espere.

- O que ela contou? - Preferia não...

Vamos, diga-o.

- Se atreva a negá-lo. Negar o quê?

Que à noite estiveram na cabana.

Deveria negá-lo?

- E que não fez amor comigo? - Fizemos amor?

Não me beijou?

Quer que eu negue?

- Você vê? - Escuta-me.

Não necessito de explicações.

Não é de minha conta.

- Será... - Apenas conversa mole.

Como um homem.

Se ela não estivesse, você veria...

Não posso agradecer-lhe o suficiente pela ajuda.

Eu a valorizo, de verdade.

É encantadora.

Muito doce e sincera,

mas indefesa.

e está enamorado de mim, não dela.

Nenhuma mulher me amarrará nem marcará com seu selo.

Não fique tão seguro.

Não será tão mal.

Ah, não?

Não o vê?

Fará o possível para conseguir o que quer.

Sempre consigo o que quero.

Veja. Adeus!

O que há com você? Não tem orgulho nem decência.

Tem caído aos seus pés, como uma qualquer.

Mas ter ido contar-lhe nossos planos.

Não se atreva a negá-lo.

Falou da carta que mandei ao senhor Garvey, não?

Não é certo?

Não é certo?

Sr. Garvey:

Rocklin quer levar Clara a Garden City pela manhã,

para que o investiguem.

É melhor que o saiba. E.M.

Diga a Srta. Martin que cuidarei de tudo.

Que cuidará de tudo.

Desça e amarre-os.

Vamos.

Em frente.

Entra.

Ei-lo, Rock.

Pego pelos cabelos, perto do Topázio.

Tentou fugir. Aqui está sua pistola.

Te convido para um jogo.

Diga a Cap que me espere.

Sim.

Se precisar, grite.

O que se passa?

Não fique nervoso.

Só quero te fazer umas perguntas. Sente-se.

Não sei de quem é esta bolsa.

Não queria falar disso.

Do que quer falar?

Por quê Garvey matou Red Cardell?

Você sabe, não?

- Eu? Não! - Sim, e vai me contar.

Não sei de nada!

- Fala! - Eu não sei!

Fala!

Bem, eu...

O que está acontecendo?

Vá buscar Harolday.

- E a Arly, também. - Estava no hotel.

Que aconteceu?

Deixe-me passar.

O que aconteceu?

Eu avisei.

Já não causará problemas.

- De-me a pistola. - Um momento.

Eu não o matei.

Eu acredito. A pistola estava...

Não. Eu a tinha na mão.

- Então quem o fez? - Eu vou descobrir.

Onde está o rapaz?

- Não fui eu, Harolday. - Então, quem?

- Está com a pistola! - Deve ser a mesma que matou o Clint.

- O que diz sobre isto - Ele está certo.

- Você confessa? - Eu não disse isto.

Por quê?

- Não fui eu. - Sua pistola, sim.

- Não a disparou? - Isto sim.

O que aconteceu?

- Clint e eu discutíamos. - Sobre o quê?

Sobre se me ajudava resolver uns assuntos...

que interessam a mim e a outra pessoa daqui.

Por exemplo, quem matou Red Cardell.

- Cardell? - E o capataz do K.C.

E quem atirou em mim, na noite passada, em Table Top.

E por quê querem ficar livre da sobrinha de Cardell.

- E Clint o sabia? - Tenta justificar o assassinato.

Não seja estúpido. Não se salvará com uma estória dessa.

Entregue-se ao sheriff.

Matar em defesa própria não é um delito tão grande.

- Defesa própria? - Sim.

Todos sabemos como era Clint.

Talvez ele o tenha ameaçado como no dia da partida de pôquer. Não?

Não é nada disso. Até que tudo se esclareça não penso em entregar-me.

Não quero que me atinjam pelas costas,

alegando que eu tentava fugir.

Se alguém queria matar você, por quê acabou matando Clint?

Não sei, a não ser que também quiseram acabar com ele.

Talvez nos temesse a ambos.

Primeiro Clint e depois eu.

A quem acusa?

Vou descobrir mais cedo ou tarde.

Não, virá comigo.

Ah, sim? Prá trás!

- Sheriff, eu te felicito. - Não pude fazer nada.

Vá até Garden City.

- Está seguro? - Sim.

Não chore.

Rocklin não o matou, eu vi quem o fez.

Por quê não disse nada?

-Quem foi? - Você saberá quando eu o matar.

Quer ajuda?

Sabia que faria algo assim.

- Onde vamos? - Ao Rancho K.C.

Quer que te pendurem?

Não seria melhor fugir?

Deixe que penso eu.

Me chamo Clews.

Nos manda o Sr. Garvey, por termos problemas com Rocklin.

Não sei se está preparado. Ontem não se saiu muito bem.

- Estava bêbado. - Hoje estou sóbrio.

Melhor continuar assim. Não se preocupe, senhora.

Quero ajustar contas com esse tipo.

- Continuaremos procurando-o - Sim, senhora.

Viu alguém até Garden City?

Não vi uma alma.

- Deve ter tomado um atalho. - Depois da tempestade?

Deve ter ido ao K.C, estou convencido.

- Antes também o estava. - Ao K.C!

- Pelo canyon. - É perigoso.

- Chegaremos antes. - É perigoso!

- A partir daqui, irei sozinho. - Iremos juntos.

George, levante-se.

Mal agradecida. Agindo como uma ladra comum.

Se faço isto é por sua culpa.

Você é que é uma ladra. Sei o que trama.

- E o que trama você. - Não me importa.

- Nada me deterá. - É uma estúpida!

Se for a Garden City, o perderá todo.

Por quê? Se sabe de alguma coisa diga-me.

Está certo. Eu direi.

Rocklin é o sobrinho do falecido Sr. Cardell.

Ele herdará tudo,

você só é sobrinha segunda de Cardell.

- E o juiz? E você o sabia o tempo todo? - Sim.

E você também!

Por isto não queria ir.

Será possível!

Eu me encarrego.

Vamos.

Eles disseram a minha tia que queriam encontrar você.

- É o único jeito. - Os Clews estão por aqui.

Aqui estamos.

Desamarre.

Amarre.

Eu me encarrego desta besta peluda.

Isto eu te devia.

Coloquemo-la na cama.

Leve-o ao juiz e diga-lhe que quero vê-lo.

- A carroça. - O levaremos ao juiz.

- O amarramos? - Use uma corda.

- Tire as armas. - O quê se passa passa, Arly?

Tire-as.

- Debaixo da carroça. - Olhe, Arly...

Vá o mais depressa possível.

- Onde o encontrou? - Veio de quem me alvejou em Table Top.

Dave a encontrou.

Desamarre.

Guarde a arma.

Tem que fugir.

- Rock! - Os cavalos!

Rock, tem que fugir! Faça algo!

Vá com cuidado, estou do seu lado.

Vamos procurar a Clara.

Não tem tempo. Não me acredita?

- Eles lhe armaram. - É mais teimoso que uma mula.

Está pondo uma corda no seu pescoço e no meu.

Oculte-o e venha comigo.

- O que faço com a velha? - O que quiser.

Envenene-a.

- Olá, senhora. - Juiz, me alegro em vê-lo...

O que fazem aqui?

Procuramos Rocklin. Está aquí?

- Esteve, mas o levaram. - O quê?

Os dois homens o levaram.

Pois não o vimos.

- Está acontecendo algo. - Estou de acordo.

Vamos descobrí-lo.

Juiz, quero falar com você, é importante.

Nos adiantaremos.

Será o melhor, nos veremos depois.

Te deixamos um cavalo.

Amarre o cavalo de Garvey.

- E ele sabe de tudo? - Nos espiava pela janela.

- Se me pergunta... - Não te pergunto nada.

- Esta conversa não serve prá nada. - Pois faça alguma coisa, foi idéia sua.

Só te ocorre dizer isto?

Há algo mais, juiz? Pois fale.

- Valha-me Deus! - Fale.

- Eu... - Você, não.

Já viu isto antes?

Tire a arma!

Não, juiz!

Queria liquidar-te desde a janela.

Parece que todos gostam de janelas. Por casualidade, não disparou em Clint?

Não foi uma boa idéia. Tala o viu e a bolsa é sua.

Tala lhe deu a tempos atrás, quando fez a dele.

Por quê matou Cardell?

Harolday queria se apropriar do K.C., do Topázio e do Hardman.

Pretendia dividir os ranchos...

em partes, para depois vendê-las aos granjeiros.

Fingia ser meu inimigo...

para que eu o ganhasse do Cardell.

Quando Red Cardell encontrou minhas cartas marcadas...

e disse que ia denunciar-me,

levou um tiro.

- Por quê matou Clint? - Foi um acidente.

O tiro era para você.

Sabíamos quem era,

quisemos localizá-lo para matá-lo.

Quando apareceu na cidade,

simulando não conhecer seu parentesco com Cardell,

nos foi posto na bandeja.

- Era o queria que acreditassem. - Harolday o tentou na cabana.

Logo, me encarregaria dos negócios das senhoras.

- Nos tomaria o rancho! - Tudo seria mais fácil.

É pior que uma sanguessuga.

Deverá pôr tudo no papel.

Eu não sei escrever.

Minha tia voltou como louca, está rindo em seu quarto.

- Ela merece uns açoites. - Você é o mais indicado.

Sim, creio que sim.

Eu o sei.

Já não há pressa para ir a Garden City.

Não... Suponho que não há.

Se fosse como ela, eu ficaria.

Regressa ao leste, prima Clara?

É o meu lugar, agora o sei.

É bom saber onde pertence.

Gostaria de saber.

Eu te direi.

Rock!

Onde está você?

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