All language subtitles for Guantes grises (Lewis Seiler,1952).DVDRip.XviD.AC3.(Spa-Eng).[filibusteros.com].(484).por.Marc27 (1)

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Original subtitles

O SEGREDO

- Seu nome, por favor? - Marcel Brevoort.

Obrigada.

Capitão Johnson falando.

Boas vindas ao vôo 842 de Nova York para Paris.

O tempo de vôo estimado até Paris é de 13 horas.

E voaremos a 6.000 metros de altura.

Monsieur Brevoort.

Monsieur Brevoort, sou o Capitão Siron da COT.

- Desculpe a luva. - Claro.

Um presente da guerra, eu entendi, da Gestapo.

Agradecemos a sua cooperação. Deve ser um grande aborrecimento para você.

Ver Paris de novo é um grande prazer, monsieur, não um aborrecimento.

E ver fazer justiça, é meu dever, se possível.

O Sr. Robbins, do Departamento de Relações Exteriores britânico.

- Sr. Marcel Brevoort. - Prazer em conhecê-lo.

- Vejo outro presente da guerra. - Este é da França.

Uma medalha de honra.

Ele é o Herr Bauer de Schweinfurt, Alemanha.

- Seu trabalho também é oficial? - Não desde a guerra.

Antes eu estava na Gestapo.

O Herr Bauer agora negocia antiguidades.

Como eu que trabalho com carros importados na América.

Os tempos mudaram, Herr Bauer, e as atividades com eles.

Nem todas as atividades, Monsieur. A justiça é uma, por exemplo.

O julgamento de um assassinato no final da guerra.

Por isso estamos aqui, senhores, acabaremos o caso contra o assassino.

Embora o Brevoort identificou este homem no consulado em Nova York,

apenas agora, conseguimos reunir todos.

E olhar este novo material.

- Sentem-se, por favor. - Obrigado.

Monsieur Brevoort.

É ele, Peter Forrester.

Conhecia ele, Sr. Robbins?

Sim, em Londres. Um dos americanos com quem tratei.

Se passava por americano. Mas era um homem muito francês.

Era pela sua educação e o modo de falar.

Muito interessante. Sempre me pareceu alemão.

Dizia ser Hans Nouak.

Não importa como se chamava, matou Armand Dubois.

Sim, ele.

Armand. Um verdadeiro soldado da França.

Não foi morto por nenhum inimigo em batalha, mas um companheiro maquis.

Qual foi o motivo do Forrester? Nunca consegui saber.

- Eu também não. - E você viu?

Não, não com os meus olhos.

Sei que nada do que digo pode ser provado.

Mas tenho tanta certeza que matou o Armand de como estou aqui.

Esperamos que alguém tenha visto.

Agora tentamos localizar mais membros da sua unidade de maquis.

Localizar?

O Latrec, por exemplo.

Ah, sim. Era um louco selvagem.

Maria.

Era uma beleza e um grande soldado.

Isto também é interessante. Quando a conheci era uma freira.

A questão é o que é agora e aonde.

Maria foi capturada e perderam o seu rastro.

E Latrec passou quatro anos gloriosos matando alemães,

antes de ser baleado.

E sem dúvida, foi morto.

O resto da minha unidade, se separou antes da invasão.

Agora são apenas cadáveres.

Se soubéssemos mais dos fatos, das razões pelas quais foi morto,

então, resolveríamos o caso.

Não posso ajudar antes de 1943.

- Seu primeiro encontro com Forrester? - Sim.

E eu. O conheci no início de 1943.

Eu o vi pela primeira vez antes, muito antes.

Em 16 de junho de 1940.

Fácil de lembrar.

Esse dia Paris, a cidade da luz, se tornou a cidade das trevas.

Nesse dia chegou o senhor da raça suprema.

Para desfilar pelas ruas da sua recém-conquistada capital.

E ouvir os gritos do seu povo.

Mas as ruas não estavam abarrotadas.

Nem gritos de boas-vindas.

Não é fácil conquistar corações.

Não importa o quanto se tente.

A batalha com a França tinha acabado.

E para muitos milhares de franceses tinha acabado.

Tinha acabado como dizia o rádio.

Dizia oficialmente.

Monotonamente.

Para todas as unidades francesas, depor as armas.

Repito: para todas as unidades francesas, depor suas armas.

Mas alguns grupos isolados da legião estrangeira francesa

se negavam acreditar no que ouviam.

Para eles não havia acabado.

Ainda não.

Jack! Vá para cima, cobriremos esta janela.

Repito: todas as unidades francesas, depor suas armas.

Cessar fogo! Cessar fogo!

Você ouviu, Latrec, cessar fogo.

Para todas as unidades francesas, depor suas armas.

Já ouviram a ordem! Cessar fogo!

Para todas as unidades francesas, depor suas. . .

E agora perguntarão o que aconteceu com o exército francês?

É sua função, capitão, ser o líder dos retardatários?

Sim, se essas foram as minhas ordens.

Não ganham nada com isso. Mantenha-se vivos.

Então lutaremos quando chegar o dia.

Por que tiveram que tropeçar conosco?

Digo para se renderem!

Nem sonhe. A Legião não se renderá, Está no regulamento.

- Latrec. Está bem? - Sim.

- O último como sempre, não? - O último daquele major alemão.

Aquele major também perdeu o isqueiro de ouro, não?

Nestes tempos as frivolidades não valem a pena.

Então eu peguei isto.

Você é um homem muito talentoso e corajoso depois do conhaque.

Não, não beba tudo. Eu também preciso de coragem.

Estes infelizes!

Não tenho munição!

Larguem as armas!

- Como? - Sargento, atire se se moverem.

Diga a esse covarde para trocar a música, soldado.

Está desafinando.

Latrec, espera!

Estão sob ordens militares! Façam o que lhes disserem.

Larguem as armas!

Sargento, eu disse para atirar se eles se moverem.

Sim, senhor.

Ponha a cara, capitão. Está mais branca que o lenço.

- Está bem. - Depois de você, capitão.

Não confio naqueles alemães.

Isso foi antes de saber como se chamava, aquele Peter Forrester.

Porque no final desse dia de junho de 1940,

fomos incorporados ao crescente número de prisioneiros

e dispersados.

Muitos foram levados para campos de trabalho aqui na França.

Outros para prisões ou campos de trabalho na Alemanha.

Alguns foram assassinados.

Perdemos o rastro dos outros.

- Latrec! - Major Latrec agora.

Ainda estou na legião estrangeira.

Sou o capitão Siron, Major.

Claro que se lembra do Sr. Brevoort.

Recordaremos este reencontro se não conseguirmos mais nada.

Sabe, não posso dizer que aprovo o que fez,

mas que, já houve toda uma guerra.

Sim. E os dois aprendemos o que isso implica.

Vejo que serviu com nossas forças na Indochina.

Isso mesmo.

Há 36hs estava de pé a 2 metros da cortina de bambu.

E espero estar lá em breve.

Precisamos de todas as testemunhas. Falamos agora de Forrester.

Sim! Um grande amigo meu.

Investigado pela morte do capitão Armand Dubois.

Não parece perturbado pela acusação contra o seu amigo.

Perturbado?

Forrester nunca teria encontrado ninguém melhor para matar.

Vocês acham que ele fez. Eu não sei se fez, não o vi fazer.

Eu vejo. Mas podemos ter algo do Forrester.

Após a rendição em 1940. Mantiveram contato?

Fomos juntos para o campo de concentração na Áustria.

Sim. Posso falar dele com autoridade.

E também dos meses seguintes.

Quando o eixo ocupava a Europa.

A Noruega estava ocupada.

A Inglaterra bombardeada.

Seus tanques atravessavam pelos Balcãs. Creta também caia.

Durante os anos de 1941 e 1942,

os folhetos de Hitler diziam:

"Todos os caminhos saem de Berlim."

Mas este homem, este Forrester e eu,

tinhamos diferentes folhetos de viagem.

No outro lado da cerca, estava a esperança.

- Forrester, vamos. - Estou bem. Vamos.

Forrester.

Sim, ainda é prisioneiro, filho.

Mas viverá.

Troxeram você aqui faz duas semanas, muito doente.

Latrec. Havia outro.

No que atiraram?

Latrec!

Tenho a pele blindada. Em mim as balas ricocheteiam e caem.

É isso que usa? Proteção contra as correntes?

Boas notícias, Maurice. Vai para a França no primeiro barco.

Agora se recuperará mais rápido. Espera para ver.

Um gesto bonito este de repatriar os prisioneiros franceses.

Os moribundos. Acha que não sei? Acha que não sei?

Um amigo.

Talvez alguém devesse substituir o pobre Maurice.

Você é muito parecido com ele.

Eu? Bobagem. Eu peso mais. Você, você. . .

Irmão Francis.

- Ele substituirá o Maurice. - Não, Latrec.

- Latrec, ele vai. - Ele tem que. . .

Não poderá sair da cama por um tempo. Você já não está nela.

Viu, Latrec? Sempre se equivoca.

Forrester. Em Marselha há o restaurante "Touro Negro".

Lá tem a pior comida da França. Mas lá me encontrará.

Boa sorte, Maurice.

Boa sorte.

René Tabec.

George Molinais.

Maurice Didot.

- Repatriam este elefante? - O que diz a sua etiqueta?

Maurice Didot. Tuberculose.

Vai, vai, vai, vai!

Isso acontecia na época. Era como um irmão com um estranho.

Como eu fui com o Forrester.

E quando nos separamos, achamos que era para sempre.

TOURO NEGRO

As forças francesas de combate já estão prontas.

E o General de Gaulle declarou:

As forças da liberdade já estão em marcha.

Fechamos aos domingos! Saia!

Jean Baptiste Laboux. Tuberculose.

Está aqui! Você conseguiu.

Está claro que São Pedro não te quer, certo?

Veja! Veja! O amigo que lhes disse.

- O indescritível. - Bem! Olá!

O que você acha?

Só faltava você.

- Sente-se. - Nossa, que surpresa!

Me disse que aqui tinha a pior comida francesa. Vim averiguar.

Lhe servirei um prato de comida.

Toma.

A panela inteira para você.

Pronto.

Latrec.

Disse que era tudo ruim aqui. É o melhor que tive em dias.

Sim, provavelmente o melhor.

Diga-me.

Como se ganha dinheiro para comprar essas delícias?

Cada coisa que se retira dos alemães é um passo para a vitória.

Em Casablanca, Oran e Argel.

Os soldados sairão dos três pontos simultaneamente. . .

A libertação ao norte da África já começou.

Finalmente, os americanos se declararam contra a Alemanha.

E a Algéria já foi ocupada.

Um momento, por favor.

Os americanos? Então já estamos em guerra.

Latrec, devo me alistar. Devo ir para a Inglaterra.

- Para a Inglaterra? - A sede americana mais próxima.

Isso pode ser feito.

Será mais fácil com o estômago cheio. Come, vamos, come.

Alí se rompeu o elo da relação.

Desapareceu logo depois

para empreender a rota de fuga para a Inglaterra.

Meus dados retomam essa história, senhores.

Neste lado do mar.

Chegou à Inglaterra, certo, Sr. Robbins?

Sim. Algumas fontes de informação,

influenciaram em nosso interesse nele e nos notificaram sua chegada em. . .

Janeiro de 1943.

Na mesma noite que recebemos uma visita mais costumeira.

A militância alemã.

Em sua tarefa meticulosa de destruir a cidade.

Tentando esmagar o espírito de toda a população.

E a propósito, tornando a busca deste homem uma tarefa difícil.

O encontraram num abrigo sem documentação.

Pedia que o levassem à embaixada americana.

Sr. Robbins. Quero o uniforme americano. É difícil acreditar?

Para um americano que fala o alemão tão bem.

É crime aprender línguas? Falo bem o francês. Não deveria?

Vivi sete anos na França e cinco na Alemanha.

Por quê?

Meu pai era um engenheiro americano e representava uma empresa de Detroit.

- A companhia Smith e Beldon. - Belding, não Beldon.

Desculpa, Sr. Forrester. Nunca me lembro os nomes.

Há aí três ou quatro fotos na parede ao lado do mapa?

Não, não olhe.

Duas fotos e um diploma.

Muito observador, Sr. Forrester. Como um espião alemão.

Por que voltou aos Estados Unidos?

- Para ir para a universidade. - Para a universidade?

O que é isso dos fuzileiros?

Depois de fracassar na universidade, fui para a marinha.

- E agora é um romancista? - Sim.

É uma história padrão para um romancista americano?

Fracassar na universidade e se alistar na marinha.

É verdade. Queria escrever e a Europa era o melhor e vim para a França.

- E se juntou à legião estrangeira? - Sim.

Tivemos problemas para encontrar alguma publicação sua.

Eu disse os nomes a procurar.

Acho que escrever sob outros nomes é normal

no campo literário.

É mais seguro, sem dúvida.

Areias em chamas.

"Um romance comovente no Reich."

De Dexter Charmans.

Tive tempo para ler um pouco deste romance.

E está muito claro por que o autor escreveu com outro nome.

Na página 55,

quando Antoine está no jardim com uma bela garota árabe

e ele quer que tire o véu. O que disse a ela?

Se lembra?

"Já vi seu rosto em meus sonhos."

Continue.

"Seus olhos são jóias negras sob o sol do deserto."

"Seus dentes são como pérolas numa coroa de ouro."

Mais.

"Seus lábios são como uma romã madura."

Sim, descrição interessante para certo tipo de leitor.

E para certo tipo de ingleses! Vou para a embaixada americana?

- Forrester quer chá. Fora. - Sim, senhor.

- Sr. Robbins? - Sim?

Major Dawson? O Robbins.

Idioma excelente, memória excelente e observação excelente.

Personalidade combativa.

Mas sem inconveniência para o que você pretende.

Será que nunca sairei daqui?

Sente-se. O major Dawson o atenderá num minuto.

E quem diabos é você?

Sou membro da reserva da marinha americana.

- Vejamos, posso chamar a embaixada? - Não seja bobo, não é tão fácil.

Estamos em guerra, sabe?

Ouça, eu estava na marinha quando você estava nos escoteiros.

Um herói! Por favor, sentem-se.

Não nessa. Sente-se na outra, é mais macia.

- O Sr. Forrester está aqui. - Que entre.

O major Dawson o verá agora.

Obrigado, senhorita.

- Forrester? - Sim, senhor.

Sou o major Dawson. Ele é o capitão Hugues.

- Olá. - Sente-se, por favor.

- Vão me interrogar mais? - Outro tipo.

O Robbins acaba de nos ligar.

Lamento que tivesse que passar por isso.

- Eu também. - Cigarro?

- Obrigado. - Ele gosta da técnica da agulha.

- Queria ver como saltava. - E como saltei?

Sua experiência na França e Alemanha pode nos ajudar.

O que você acha, Forrester?

Quer voltar a ser um fuzileiro? Começando aqui?

- Pagam melhor que em outros lugares? - Não, mas as mulheres gostam mais.

Quer dizer as mulheres míopes.

Já preenchemos a sua solicitação. Basta assinar.

- Inclui um banho e uma barba? - E 24 horas de sono.

Certo.

É melhor descansar bem.

Quando terminar o treinamento, sua missão será "Perigo à frente".

Depois disso, não creio que durma muito.

Como sabem, os rolamentos são vitais para a indústria.

E sem eles, o inimigo não pode existir.

Estes mapas são de Schweinfurt. O mais longe que os bombardeiros vão.

Mas se conseguirmos, penetraremos ainda mais.

Munique, Leipzig, Berlim.

Conseguiremos? Os bombardeiros, sem a ajuda dos caças,

enfrentarão no céu inimigo o que os alemães colocarem no ar.

Lhes digo agora, que nossas perdas serão as maiores sofridas.

Só se justificarão com resultados perfeitos.

Vou mostrar uns resultados recentes.

Telhados e paredes completamente destruídos.

Nesta fotografia, a fábrica destruída sem poder usar.

Senhores, mas voltou a operar em menos de uma semana.

O maquinário que estava dentro e que não foi visto do ar,

não foi danificado.

O ataque foi um fracasso.

Mas o de Schweinfurt não pode fracassar.

As máquinas devem ser destruidas e precisamos saber se foi.

E como as câmeras no ar não veem, precisamos de câmeras em terra.

Vocês três são essas câmeras.

Sairão esta noite com o capitão Hugues e chegarão antes do ataque.

Entrem em contato imediatamente.

Zabreski, Forrester, Dalton.

- Boa sorte. - Obrigado, senhor.

Essa é a vossa missão. Simples, não?

Rádio de ondas curtas ajustado na nossa frequência.

Não devem ter problemas em se comunicar conosco.

Eu posso ver esses cigarros?

Turcos alemães. Nacionais. Muito bem, Zabreski.

Fabricado em Sonnenheim. É para exportação. Não serve.

Não serve, Duncan. Deixa eu ver?

A propósito, Forrester, li outro romance seu.

- É melhor que o primeiro, pensei. - Não sabe como fico feliz.

- Herr Noor! - Sim?

Por que não está no exército?

Meus papéis de licença.

Contraí uma doença que virou pneumonia na Áustria.

Não fala como um austríaco.

Estava destacado na Áustria, mas eu sou da Alsácia.

Se algo der errado, sempre tem o plano B.

E depois o plano C: sair vivo.

Ia comentar essa situação.

O que é isso?

Cápsulas de veneno para se forem pegos.

Podem ficar em segurança na boca.

Inclusive também podem engolir.

Mas se escolherem mastigar,

menciono apenas se forem capturados

e a Gestapo fazê-los falar.

Vocês decidem.

Muito obrigado. Você pensa em tudo.

Obrigado.

- Suas bombas. - Certo.

Estaremos prontos para decolar em 12 minutos.

Os britânicos bombardearão Dashwood esta noite.

Vamos para Schweinfurt enquanto os alemães recolhem os pedaços.

Até já.

Um cara animado.

Forrester. Um para cada um.

- São mais cápsulas? - Não, são isqueiros de ouro.

São muito valiosos. Se precisarem de dinheiro, venda-os.

- São da Sua Majestade? - Não, não, são meus.

Não é sempre bom se sentar aqui e ver os homens partirem.

Robbins, velho lobo. Quero pedir desculpas.

Porém se não precisarem deles, suponho que devolverão.

- Será uma viagem rápida. - Até mais!

Aproximando do objetivo.

Piloto para Forrester. Prontos para saltar.

Prontos para saltar.

Bobby, abre as comportas.

Vamos para casa.

Forrester.

- E Zabreski? - Caiu atrás dessa colina.

Vamos.

- Não é um começo muito bom, não? - Não.

Os relógios estavam sincronizados para a missão Schweinfurt às 7:00hs.

- Mais três cervejas! - Não, obrigado, vamos para a estação.

Não precisa pressa, não sabem?

Todos os trens estão atrasados pelo ataque a Ratsburg.

É verdade. Mas o nosso amigo está nos esperando.

Muito bem. Então, deixarei irem quando bebermos mais uma cerveja.

Tome a correspondência.

- Otto! - Fritz!

- Não estava na Rússia? - E volto para lá, Fritz.

Não tenho um trabalho tranquilo em casa como o seu.

Tranquilo? Tenho procurado para-quedistas a noite toda.

Fritz tem muita imaginação. Devia ouvir suas histórias de pesca.

Isso não é uma história de pesca.

Um morreu e encontramos os para-quedas dos outros dois.

Sabemos qual é o seu tamanho.

Tanto quanto os peixes que lhe escaparam?

Estes não escaparão.

Pelos ajustes das tiras dos para-quedas,

calculamos a medida da cintura de alguém, das pernas e seu peso.

- Os figurinos nos deram sua altura. - Um tem 1,80 m.

São altos, não? Como Katrin.

Como sabem que usam rádio? Pelas alças do para-quedas?

É automático. Sabemos que todos esses porcos usam rádio.

Por que se preocupar com dois inimigos? Na Rússia luto contra milhões.

Tem que ir para o abrigo.

Estão chegando!

- Todos para fora! - Todos para fora!

Saiam todos!

- Esse da mochila. É seu amigo? - Faz 10 minutos.

Vou dar uma olhada!

Vamos olhar de perto as máquinas.

Alto!

Vamos!

O que fazia lá?

A mensagem vital se a missão teve êxito, não havia chegado.

Tente novamente.

Nem os ouço em código.

Plano B.

Vou testar o transmissor.

Vejamos.

Kaputt.

Quase fomos pegos por isto e agora está quebrado.

Vamos enterrá-lo.

O plano B?

Em Londres, ouviamos Wagner na estação de Schweinfurt.

Querendo saber se às 17:00hs, a música pararia como a rádio.

O sinal de que a missão ia bem e que os agentes estavam vivos.

Plano B. A estação de rádio.

- Sentry! - Alto!

- O que faz aqui? - Me perdi, procuro a estação.

- Não sabia que é área restrita? - Não, não sabia.

Pegue sua documentação.

Não se mexa.

Quartel general da Força Aérea.

Devemos nos separar. Nos vemos no bar.

Verdestrasse, 38, perto da estação.

- Sim. A senha? - Pedir a hora certa.

- Bem. Até logo. - Devia dizer "Aufwiedersehen".

Bom dia, irmã. Me diz a hora certa?

Bom dia, irmã. Me diz a hora certa?

Não sabe que estas freiras fizeram um voto de silêncio?

- Não, é minha primeira vez aqui. - Eu já vi isso.

Senão, saberia que isso não é para civis, se não tem ordens de viagem.

- Tenho ordens de viagem. - Me mostre.

Nem sabe como é um uniforme da SS, me mostre.

Não foram validadas para hoje.

É cedo. Pensava em carimbar na estação.

- Nascido na Alsácia? - Sim.

Um dos dois para-quedistas é alsaciano.

1,80 m de altura.

Pegaram dois para-quedistas faz umas duas horas.

- Onde ouviu isso? - Na rua, as pessoas diziam.

Eu não ouvi.

É verdade, em todo o caso.

Obrigado, irmã.

Isto está vigiado. Me espere no 14 da Waidmannstrasse em meia hora.

Não posso ir. Está vindo um amigo.

Eu avisarei quando ele chegar.

Sim, está aqui agora.

Então sim, é uma estação para escapar.

- Pegue-o. Enviaremos reforços. - Sim, senhor.

Me diz a hora certa, por favor?

Irmã. Você não é. . .

Por favor. Siga-me.

Lá embaixo.

O que aconteceu com a outra irmã?

A irmã Elsa foi presa no bar.

E essa Waidmannstrasse,

- era uma armadilha para mim? - Não.

Ajudamos os prisioneiros de guerra fugitivos, não espiões.

E agora a nossa organização está destruída.

É o fim do 14 Waidmannstrasse.

Rápido. Já saberão deste lugar.

Toma. Coloque-o. Um hábito de monge com estes papéis.

Estavam prontos para a fuga de um prisioneiro que capturaram.

- Como você escapou? - Pela porta de trás, não importa.

- Eu sim. Esperava um amigo que. . . - Eu sei.

A Gestapo te procurava e ele entrou.

Acho que a Elsa sabia quem era antes de falar.

Perguntou a hora?

A Gestapo pode ser brutal. Brutal e cruel.

De repente, haviam muitos lá. Empurrando todos contra as paredes.

E Duncan? O que lhe aconteceu?

Teve sorte. Antes de ser pego, tomou um comprimido.

E os outros?

As outras freiras não sabiam nada. Apenas Elsa e eu.

Ela estava lá fazia tempo e talvez a estivessem vigiando.

Por favor, rápido. Vamos pensar em nós.

Há outra saída.

- Primeiro, precisamos de transporte. - Sim, roubaremos um carro.

Bem freira. Rompe o seu voto e agora quer roubar carros.

- Pegar emprestado, deveria dizer. - Este vai servir.

- As melhores coisas são grátis. - Não tem chave.

Não precisa. Pise quando eu disser.

Ainda não.

O que foi, padre?

A fiação de novo.

- Às vezes é difícil não amaldiçoar. - Posso ajudar?

Não, obrigado. Já está arrumado.

- A bateria está fraca. Nos empurra? - Claro.

Uma boa ação tem a sua recompensa.

Aufwiedersehen!

Aufwiedersehen!

A queixa do carro roubado não chegou à Gestapo até a tarde.

Um sedan preto importado.

Um modelo de 1936 com placa 2U7569.

Documentos, por favor.

Eu atendo, Hans.

O pneu dianteiro está baixo.

Obrigada.

Temos muita pressa. Pode nos deixar passar?

Um momento, por favor.

Diga, senhor.

Número 2U7. . .

Logo saberão que pegamos a estrada para Frankfurt.

Viramos para Karlsruhe no próximo cruzamento.

E alcançaremos o Reno pela manhã.

Não o cruzaremos com um carro roubado.

- Qual é o seu plano, irmã? - Não tenho nenhum.

Mas deve admitir que sou boa motorista.

- Quer que eu dirija? - Não, obrigada.

Não estou cansada.

- Não há ninguém. Estranho. - Devemos informar. Vamos!

- Bom plano. Como pensou nisso? - Com a sua condução.

Irmã Maria.

Irmã Maria.

- Bom dia. - Bom dia.

Entramos na França.

- Desculpa. Devia estar mais atenta. - É hora de sair.

Quer que a gente pule?

Já identificaram o carro e vigiarão o trem.

Tem que saltar numa curva. Pode fazer.

O que eu posso fazer? Não vem comigo?

Acha que eu iria perder de saltar de um trem com uma freira?

Vamos. Saltaremos do lado de fora da curva assim não nos veem.

- Com medo? - Não.

Os para-quedistas gritam "Geronimo" quando saltam. Pode ajudar.

Geronimo!

Irmã Maria.

Irmã Maria!

- Irmã Maria. - Geronimo.

Está inteira?

Não sei. Espero que sim.

- Como se sente? Como está? - Estou bem, eu acho.

- Seria boa para-quedista. - Obrigada.

- O que faremos agora? - Você fica quieta.

Procuram um casal como nós. Vou tirar a batina.

Enterrarei as provas aqui.

Irmã Maria. Eu trouxe água.

O que é isso? Quem é você realmente?

Maria Corbet.

- Francesa? - Às vezes, alemã.

Dependendo em que guerra estamos.

- Da Alsácia. - Sim.

Fomos para a França antes da guerra estourar.

Meus pais morreram num bombardeio.

E meu irmão foi preso.

Então se juntou à resistência?

Um líder maquis me recrutou. Agora vou informá-lo.

Deixe-me.

É um grande salto de uma enfermeira para isso.

Não é pior que o salto que acabo de dar.

Poderia ter me contado antes.

Dada as circunstâncias, era melhor não.

Bem.

A guerra está cheia de surpresas e de oportunidades perdidas.

Cigarro?

Obrigada.

Aonde vai? A granja fica na estrada principal de Château Salam.

Vivi sempre aqui. Vai me dizer onde fica a granja Chavan?

Foi gentil nos recolhendo e confiamos em você.

Você sim é educada, mademoiselle.

É uma pena que não viaje em melhor companhia.

Alto!

E agora, monsieur, por que quer ir a essa granja?

Para ver um granjeiro chamado Etienne.

Esperavamos mais homens.

Três. Os outros dois estão mortos.

Desçam.

Diz a esse jovem para baixar a arma? Só queremos ver Etienne.

Eu sou Etienne.

Desçam!

Vamos, caminhem.

Não gostamos que nos enganem, monsieur.

- Não tentamos enganá-lo. - Nos disseram três homens.

Nada sobre uma mulher.

O que ela faz aqui?

Salvou a minha vida. Procura um líder maqui.

Você pode conhecer. O chamam de "La Antorcha".

Certo, Etienne!

- Você, Forrester! - Latrec!

Por que demorou tanto?

- O que faz aqui? - O Robbins, foi isso.

- Disse que viria se não morresse. - Bem pelo Robbins.

Eu já sabia que chegaria na hora de comer!

- O jantar? - Sim, o jantar.

Vejo que traz uma convidada.

E que convidada. . .

Maria!

- Maria é o meu amigo Latrec. - Muito prazer.

Uma mulher tão linda, bom demais para ser verdade.

- Ouvi você falar de "La Antorcha"? - Sim, monsieur.

Conhece as pessoas certas. Este "Antorcha" colheu glória.

- Pode me por em contato com ele? - Todos nos contataremos.

Por que acha que o Robbins fez com que nos encontrassemos?

Temos ordens para informar o mesmo homem. Nos divertiremos.

Será ótimo nos divertir um pouco sem emcionar as viagens.

Sim. É bom para a educação.

Vamos comer.

O que sabe desses aviões sem piloto dos alemães?

- Sem piloto? - Sim, viu?

Sem piloto.

Cada um é uma bomba contendo uma tonelada de dinamite.

Um menino com o apetite de um homem. Toma, come.

Agora preparam plataformas de lançamento de Calais a Dieu.

Vamos sair pela manhã.

Se não os pararmos, os atrasaremos até a invasão.

Você quer dizer "nós"?

Você e eu.

Teremos alguma ajuda da Força Aérea e dos maquis.

E se não fizerem bem, monsieur, não hesitem em recorrer a mim.

Uma borboleta que saiu do casulo.

Para informação dos presentes,

demoramos uma semana inteira para chegar à costa francesa.

Para isso, conseguimos

liberar umas bicicletas e obter passes do governo de Vichy

para uma Inspeção fictícia da área.

Perigo.

Em frente.

Procuramos "La Antorcha".

- Deviam contatar com ele? - Nossas ordens são essas.

Vamos ver.

Maria!

Não posso acreditar.

Está bem.

Fui estúpido por ter me preocupado.

Deixa eu te ver.

Conspirar lhe convém.

O sargento que se rendeu.

- Ele é "La Antorcha"? - Apenas um pequeno jogo.

O que está dizendo?

Acho que já nos conhecemos, mas por pouco tempo.

- Não pouco o suficiente. - Esqueça, Latrec.

Apenas obedecia ordens então.

Um homem que as obedece, não dará as que eu obedeceria.

Então, vá.

Marcel fez mais pela França do que os dois juntos.

É verdade. Por que acha que usa essas luvas?

Os dedos mutilados. Um presente da Gestapo.

Por se negar a revelar quem explodiu a fábrica de Rouen.

Leve-o para cima.

Armand. O que aconteceu? Onde estão os outros?

Mataram o Jean e o Baptiste e feriram o Paul.

Mas conseguimos gravar. Está aqui.

O capitão galinha que deu as ordens.

Os heróis legionários.

Eu dou as ordens agora.

Já vê que não somos heróis mortos que não se renderam.

Somos soldados vivos que continuamos lutando.

E nos fazemos notar.

Podem trabalhar conosco se quiserem ou não. Vocês escolhem.

Trabalharemos com você.

Vamos, Armand. Vejamos isso. Para ver o que há.

Devia se sentir em casa aqui, Latrec.

Me sinto em casa.

Tem sorte, Marcel. Saiu bem. Veremos uma bomba robô.

Não sabemos a altitude ou a velocidade desta bomba.

Mas temos razões para crer que alcança uns 250 km.

Pronto, Armand?

Aí está. Sim, muito bem.

As rampas de lançamento camufladas para evitar nossas bombas.

Olha agora!

Aí.

Com esse alcance, atacarão a Inglaterra em qualquer ponto vulnerável.

Podem apreciar as possibilidades disso.

Armand é um exemplo de coragem e nos ensinou o que procurar.

Ao amanhecer, iremos a um campo aéreo que confunde os bombardeiros.

Informaremos Londres disto e as bombas cessarão.

Agora, os alemães o usam para novas atividades.

Acho que agora usam como outra plataforma de lançamento.

Isso não é uma bomba robô.

Tem um piloto dentro.

Em menos de uma hora, Londres recebeu o relatório da nossa unidade.

O relatório dizia: "A Alemanha tem um avião a jato que voará."

Latrec. Café?

Sim.

Café?

Obrigado. Só se sente.

Primeiro foi irmã Maria.

Depois só Maria.

E agora suponho, é só irmã.

- Pensa no Marcel, não? - Penso em muitas coisas.

Em escapar da Gestapo, em saltar de trens em movimento. . .

Oportunidades perdidas e os quadros da guerra.

Por favor, não entende.

Desculpa interromper.

Detalhes do avião a jato já. Medida, velocidade, regime de vôo.

Todas as vistas do avião possível, ou seja, em filme.

E se conseguirmos gravar as imagens, como enviaremos?

Por submarino. Terá um pronto para recolher.

Respondi que daremos o material em 24 horas.

Ou nada.

Não gosto disso "ou nada."

E se o pegarmos?

O filme que o homem gravou o que vimos esta manhã.

Estará a quilômetros em processo num laboratório vigiado.

Para onde vai depois de processado?

É recolhido uma vez por dia e revisto no QG local.

Este será classificado de alta segurança.

Irá diretamente para o QG alemão em Paris.

- Como? Em carro oficial? - Isso mesmo.

Um carro oficial para Paris que não faltará em horas.

É uma idéia. Uma boa idéia.

Vale a pena tentar.

Marcel. Uma carro escolta.

Tirem o filme do carro!

Marcel! Latrec!

Vamos, Latrec.

Aonde está o Latrec?

Não. Não podemos ajudá-lo.

O objetivo é mais importante.

- Não! - Ele mesmo disse. Entra.

Se eles conseguiram, eu nunca soube.

Como nunca mais vi nenhum.

Nem o Forrester, nem a Maria e até hoje, nem o Marcel.

E já que o assassinato do Armand ocorreu depois que saí da cena,

o Marcel dava as ordens. Garanto que pode continuar.

- Direi o que posso. - Obrigado, monsieur.

Tínhamos certeza de apresentar uma testemunha que viu o crime.

Como você, major, escapou outra vez e se juntou à legião estrangeira.

Esta testemunha, acaba de escapar de um campo atrás da Cortina de Ferro.

Que entre a testemunha.

Então, monsieur, mademoiselle.

Maria!

Uma borboleta que saiu do casulo.

Então, por favor.

Os fatos primeiros.

E comece com a missão da emboscada ao filme alemão.

Quando eles voltaram.

Sim, senhor.

Conseguiram o filme.

Naquela mesma noite, de volta ao porão,

podemos vê-lo.

E todos percebemos que viamos mais do que o esperado.

"Sprit" significa gasolina. "Sauerstoff" é oxigênio.

Deve ser um diagrama do motor e como ele funciona.

É como um holograma.

Devem ter adicionado esse filme ao filmado pela manhã.

- Se pode projetar um avião com isso. - Deve ir para a Inglaterra.

Para a Inglaterra? Lá não construirão a tempo.

Podemos enviar as imagens do avião no ar,

mas não os segredos. Para destruir ninguém precisa saber como é feito.

O que vamos fazer? Temos o filme e o submarino espera.

Meu amigo. Ajudaremos o seu país destruir a Alemanha nesta guerra.

Mas não ajudaremos construir armas para comercializar no futuro.

Para comercializar?

Por isso não aprovava em 1940 que nós lutassemos.

Por quê? Naquela época a Alemanha estava ao lado de Rússia.

Se rendia a Stalin e a Hitler.

O Armand fazia o que lhe ensinaram.

Seguia minhas ordens.

Então também dava ordens?

Sabia isso dele?

Sabia.

Pensa como ele?

Isso importa? Seu país não é aliado da Rússia?

Não é suficiente que todos lutemos contra a Alemanha?

E vocês. Todos vocês. Pensam a mesma coisa?

Estão sob as minhas ordens, monsieur.

Como você.

Te recordarei que todo o material recolhido vai para um fundo comum.

Como tem certeza que a Rússia enviará duplicatas?

Não tenho certeza de nada.

E se há um fundo a ser dividido, será entre a Rússia e a Inglaterra.

A guerra não pode esperar tanto.

Marcel. Se você é democrático,

- vai deixar que votemos. - Votar?

Um comandante no campo não deixa que votem a sua decisão.

É um comandante militar, toma uma decisão política.

Você tem medo de uma votação?

Claro que não.

Marcel é o nosso líder.

Estou pronto para levar o filme para a Inglaterra quando estiver pronto.

Quando me dizer onde está o submarino.

Sabe que os alemães estão vigiando o setor.

Vai ter que me dizer qual caminho não tomar.

Algo mais, comandante?

Sim, preciso de um uniforme alemão.

Uma recompensa de 50.000 francos pela informação

que levem à prisão os que atacaram o veículo alemão.

Serão pagos 100 mil francos pela devolução de certo artigo militar.

Os assassinos são chamados de "maquis".

Abandonaram o carro logo em seguida.

Para desejar-lhe boa sorte.

Brandy. Não vodka?

Por favor.

Pode ser que nunca voltamos a nos ver.

Eu também pensei nisso.

E então pensei que nem que acontecesse, do que falariamos?

Do Kremlin e dos males do capitalismo? Saúde.

Não teria razões para falar disso.

Exceto de como votou.

Votei pelo Marcel, não pelo que acredita.

Veio a mim quando eu perdi tudo. Me deu uma razão para viver.

Como não dar o meu apoio?

Apesar do que ele diz, ou acredita,

sei que, acima de tudo, é um patriota pela França.

Da França? A França não é seu país, é apenas onde vive.

Decepcionou a França em 1940.

E fará de novo assim que alguém tirar ele da linha.

Lembra que eu fiz o que devia fazer.

Só lembrarei que nos conhecemos.

Eu gosto disso.

Para fazer os sinais.

O filme está bem escondido?

Num lugar seguro. Só a Gestapo olharia aí.

Obrigado.

Boa sorte, Forrester.

Aufwiedersehen.

Tem muita chance.

É muito convincente como alemão.

Não é o momento para uma inspeção assim minuciosa.

Tem um longo caminho para a praia.

Pelo menos, me esclareceu que este não é o filme certo.

Tinha a sensação que não se importava com a votação.

Acha que as minhas convicções mudam com um voto?

Sei qual é o meu dever.

Que o filme certo chegue aonde deve.

Marcel.

- Armand. Vem conosco? - Não pode fazer isso.

Nós votamos. Decidimos que o filme devia ir para a Inglaterra.

Muitas vezes você disse que o comunismo é a real democracia.

Você rezava. Mas isso não significa nada para você.

Vem conosco?

Não.

Deve entender, Maria.

Vem. . .? Vem comigo?

Não!

Desça aí.

Freddie. Me dá a sua arma.

Pegaram as bicicletas.

O Marcel sabe aonde vai. Tem algum quartel comunista aqui?

Não sei. Mas o Marcel fez muitas viagens para Abbeyville.

E não há nenhum quartel dos maquis lá.

Abbeyville, terá que romper o bloqueio.

Não pegará a estrada. Irá pela praia.

O mesmo caminho que eu faria.

Mas como alcançá-lo antes do amanhecer? O submarino não esperará.

- Esperará se fizerem sinais. - Eu faço, Forrester.

Uma patrulha vindo.

- Não podemos esconder tudo. - O rádio. O encontrarão.

Vamos esconda tudo. Maria e Rene, fiquem aqui.

O resto, para baixo.

- O que é isso? O que faz aqui? - Vim ver a minha garota.

Todo o setor está avisado. Tem um passe para estar aqui?

Não, mas foi bom ter vindo. Encontrei algo importante.

Maria! Rene!

Estava contando ao sargento. Haviam três maquis escondidos aqui.

Sairam enquanto entrava.

- Diga! - Fomos forçados a nos esconder.

- Tinham armas. - Rápido, sargento, estão à frente.

Este é o seu negócio?

Sim, mas não estive ativo últimamente.

Vamos verificar.

Também verificaremos isso.

Vamos para dentro.

O que tem lá embaixo?

Se escondiam aqui, mas eu fechei com chave.

Mas atiraram para abrir a porta. Viu?

Não há tempo a perder. Sabem para onde os maquis foram.

Disseram algo de Abbeyville, de ir pela costa.

Iam de bicicleta. Não custará pegá-los de carro.

Disse que haviam três?

Não serão os três homens que emboscaram aquele carro?

Alerte pelo radio de três homens de bicicleta pela costa!

Rumo a Abbeyville! Venha.

Certo, soldado, vamos.

René. Irei com você.

O QG informa sobre outras patrulhas nas proximidades.

Não viram ninguém.

- Deviamos voltar. - E fazer o quê?

Admitir que somos responsáveis desta perseguição?

Só avançamos 1 ou 2 km, ainda há terreno à frente.

Há muitas patrulhas. Ninguém poderia passar.

Se não foram vistos, é porque não existem.

- Daqui não passamos. - Podem estar indo a pé.

Irão pelas rochas lá. Vamos ver.

Eu dou as ordens aqui.

Uma mina de terra nas rochas!

Cubra-nos.

Reviste bem suas roupas.

Continue disparando.

Se os manter ocupados, darei a volta.

Abaixem a cabeça!

Alto!

Nunca esquecerei aquela última visão do Forrester.

Nunca deixarei de ouvi-los disparar.

E nunca soube se finalmente o submarino veio.

Até que não me trouxessem aqui para contar a minha história,

nunca soube que o Marcel havia sobrevivido naquela noite.

Para continuar lutando por sua causa.

Então soube que nunca deixou de lutar por ela.

E que manteve uma prisioneira muito tempo após o fim da guerra.

E responsável por um diplomata em Trieste.

Um governador em Teerã e um cientista na Noruega.

O que nos diz disto?

O que posso dizer? Quem pode dizer algo ante essas acusações?

Para este assassinato de escala internacional?

Estamos mais interessados na morte de um maquis francês.

Armand Dubois.

Devo dizer que. . .

Essa acusação é tão incrível quanto fantástica.

Por que deveria contar uma história como essa?

Havia um filme, sim! Como o Latrec disse.

Vimos e não valia nada.

Mas aquela luta selvagem na praia.

Desculpa, senhores, mas essa história é totalmente falsa.

Pode provar que é falsa?

Por que falar de provas se não sou oficialmente acusado?

Não posso acreditar que chegamos a isso.

Tem uma lista de nomes, mas vou levantar um problema.

Quais testemunhas restam para apoiar a sua história?

Temos uma prova.

A anotação realizada aquela noite no submarino X285

Às 16h, nos preparamos para abandonar o local de encontro.

Quando ouvimos tiros na praia e vimos um sinal no penhasco.

Sem poder nos arriscar a ir à superfície,

esperamos cessarem os disparos.

Então, na esperança de encontrar o corpo e o filme que levava,

pegamos um bote e vimos um corpo meio submerso na costa.

Era o correio. Malferido, mas vivo.

E foi vivo para a Inglaterra.

Estava vivo quando te viu nos Estados Unidos, Marcel.

Não muito depois da guerra.

Começou o caso contra você, então.

E quando seu consulado o interrogou, ele foi indiciado.

Tinha certeza de tê-lo visto morrer. Sabia que não ia falar.

E estava certo que ninguém podia falar por ele.

Era a sua história contra a do Forrester.

Até que veio à tona a verdade.

Agora já pode ir a julgamento, senhor.

E muitos governos a favor da paz, podem excluir casos dos seus arquivos.

Não tem provas de tais acusações! O desafio a mostrar as provas!

Sim, monsieur. Operou com muita habilidade.

Não há provas legais para tais crimes posteriores.

Só há provas de um. O assassinato de Armand Dubois.

Mas quando a guilhotina vingar o Armand, também vingará os outros.

Peter Forrester.

Pete!

Latrec.

Então, senhores, então.

LEGENDAS : Laercio GRUPO ALLIED FORCE Tradução da legenda em Espanhol

F I M

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