All language subtitles for The Corpse Vanishes 1942 BR 720p

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Original subtitles

RAPTOR DE NOIVAS (1942)

E voc�, Phillis Hamilton, aceita esse homem como marido...

Para amar, honrar e obedecer at� que a morte os separe?

Eu... aceito.

Ela desmaiou, Dr. River.

- Leve-a para a sacristia. - Sim, senhor.

Dr. River...

eu sou Pat Hunter do "Chronicle"!

N�o � hora para entrevistas!

- Chamo a ambul�ncia? - N�o, a funer�ria, ela morreu

- Tome, agora voc� pode ir. - Tudo isso? Ei, obrigado!

Boa noite, Dr. River, eu sou da Casa Funer�ria Forrest.

Casa funer�ria?

Mas dois de seus homens acabaram de levar o corpo!

Oh, deve haver um engano. Eles n�o eram meus homens.

Eu sabia sobre os ladr�es de ambul�ncia, mas isso � novo!

Novo? � sensacional, outro sequestro de noiva morta. Que hist�ria!

CORPO DE NOIVA MORTA DESAPARECE!

A POL�CIA PERPLEXA COM MISTERIOSO ROUBO DE V�TIMAS DO ALTAR

NOIVA DA ALTA SOCIEDADE, � A QUARTA V�TIMA!

ACREDITA-SE QUE O LADR�O DE CORPOS SEJA UM MAN�ACO

OUTRA NOIVA MORRE NO ALTAR!

Poucos minutos atr�s, foi pego pela pol�cia um dos homens que roubou o corpo...

... da noiva misteriosamente morta.

Vamos, continue falando.

Eu j� disse, eu estava parado na esquina da estrada quando um carro parou...

... um cara olhou para fora e me perguntou se eu queria ganhar alguns trocados.

Quantos homens estavam no carro?

Dois, pelo que vi.

Como eram?

Eu n�o sei ... estava escuro. N�o reparei os rostos.

- Sabe a placa do carro? - Ora, que motivo eu tive para olhar?

Vamos l�, diga a verdade, o que voc� fez com o corpo?

Eu n�o fiz nada! S� estou falando a verdade, juro!

MISTERIOSO LADR�O DE CAD�VERES ESCAPA

O PROMOTOR DISTRITAL ENTRA EM A��O

Como promotor, garanto que voc� n�o ter� problemas, v� em frente com o casamento.

N�s realmente gostar�amos de algo mais do que palavras, gostar�amos de prote��o...

A capela ser� cercada. Em qualquer caso parece que sua filha est� bem de sa�de.

Eu acredito que voc� est� realmente exagerando, m�e.

- Voc� n�o tem medo? - Claro que n�o!

Se tivermos prote��o, vou me sentir muito mais tranquila!

Conte com isso, Sra. Wentworth!

Avise Johns e Reilly para esperarem por mim.

Eram os Wentworths? O casamento foi adiado?

- Claro que n�o, e n�o haver� problemas! - Pensamos o mesmo dos outros!

Eu n�o posso responder pela sa�de da senhorita, mas seu jornal pode publicar...

... que n�o haver� mais roubo de cad�veres de noivas!

Aqui, estes s�o os passes para a cerim�nia, e eu quero muitas fotos!

N�o se preocupe, chefe. Tenho filme suficiente para um ex�rcito inteiro!

Voc� prometeu n�o me deixar fazer de novo not�cias da coluna social.

Pare de reclamar. Este � o casamento mais exclusivo do ano!

- E o que eu fa�o se esta tamb�m cair morta? - Vai escrever o que a noiva estava vestindo.

Fale dos convidados e � s�.

N�o se preocupe com mais nada, eu j� tenho tr�s homens trabalhando com a pol�cia.

Mesmo que a noiva morra, eles n�o v�o roubar o cad�ver! Agora podem ir.

E se eu encontrar uma pista?

Oh, n�o se preocupe, voc� n�o nasceu para ser um detetive ..

Vou me lembrar, idiota!

N�o fique t�o nervosa, m�e, afinal, sou eu que devo me casar.

Eu n�o posso ... estou com tanto medo que algo d� errado ..

Mas, por que? Voc� ver�, nada vai acontecer!

- Oh, Alice. Voc� est� linda! - Maravilhosa!

- Voc� realmente gosta? - Sim, voc� est� fant�stica!

- Voc� viu Dwight? - N�o..

- Depressa! N�o est�o esperando por n�s! - N�o seria pior com um pneu furado?

Claro, por que voc� n�o decide comprar pneus novos!

Sim, eu pensei ...

- Est� me gozando? - Vamos!

- Oh, Dwight, n�o pode entrar, d� azar! - Nem uma espiada?

N�o! Vai me ver logo.

Viu?

- Meninas, posso ficar a s�s com Alice? - Oh, com certeza. Vamos, Peggy.

- M�e, voc� est� prestes a me perder. - Mas n�o para sempre, querida.

- Oh, claro que n�o! ... Mas o que voc� tem? - Voc� est� bem, querida?

Claro, nunca estive melhor na minha vida!

Voc� tem que parar de pensar sobre o que aconteceu com aquelas noivas mortas.

- Para a Srta. Wentworth. - Oh, obrigada.

Certamente Dwight enviou para voc�.

"Use-a perto do cora��o. Com todo o meu amor."

- � uma orqu�dea um pouco estranha ... - Nunca vi uma igual!

- � bonita! - Ela � maravilhosa..

- Est� tudo pronto, Sra. Wentworth. - Obrigada.

Deus te proteja, querida!

- Est� p�lida, querida. Voc� est� bem? - Sim�

Alice!

Querida, por favor, olhe para mim e me diga se est� bem!

- Aconteceu novamente. - Tirei a foto do m�s.

- Liguei para Keenan, voc� tirou mais fotos? - Fotografei tudo, menos esse bela flor.

Parece a que a noiva usava... O que voc� faz com ela?

Eu dou a voc� como um s�mbolo do meu amor. Sinta que perfume!

- Desde quando as orqu�deas t�m cheiro? - Essa cheira!

Talvez seja uma pista.

Que cheiro doce estranho ...

Fa�a uma salada.

- Ei, Pat, n�o vai desmaiar tamb�m, n�o �? - N�o, eu estou bem.

Fiquem aqui!

Que tipo de brincadeira � essa? N�o h� motorista, n�o h� placa.

- Talvez seja para nos despistar. - Voc� est� certo.

Todos os carros: outra abdu��o de cad�ver de noiva, morena, de vinte e dois anos.

Parem e revistem todos os carros suspeitos. Isso � tudo. Fiquem de olho.

- Des�a, precisamos verificar! - Claro, sargento.

Ei, � um cad�ver, mas n�o o que estamos procurando.

Est� certo, pode ir.

Mude a manchete para "Desafio do casamento".

Prepare um editorial dizendo que os policiais caem na armadilha...

� enquanto um criminoso enlouquecido foge com os cad�veres de noivas mortas.

Certo, chefe.

Mande para a prensa imediatamente!

Ah, � voc�! Essa foi a sua pior mat�ria. Parece que nem esteve l�.

N�o sabemos que foi convidado ou que a noiva usava.

Ela usava essa orqu�dea.

Escute aqui, Srta. Hunter... eu tenho uma grande responsabilidade com o p�blico.

Pais com filhas para casar ligam com l�grimas na voz com medo de perder suas filhas.

Tenho uma filha que vai se casar. Ela pode morrer tamb�m.

Mas n�o ser� por causa de uma orqu�dea.

- Eu n�o disse isso! - Ent�o do que voc� est� falando?

Todas as noivas mortas e desaparecidas, usavam uma orqu�dea assim.

- Como voc� sabe? - Eu chequei. Veja essas fotos.

Est� certo, pode ser coincid�ncia. Mas por enquanto pode ser nada.

De onde veio a orqu�dea? N�o foi o noivo que deu.

Dez pessoas podem ter dado a ela, o pai, a m�e...

N�o, eu chequei. Al�m disso, esta orqu�dea tem um cheiro estranho.

- Isso � incomum! - Se acha que � uma pista, siga-a.

- � uma miss�o? - � a porta da rua se n�o trouxer nada.

Certo, Sr. Keenan.

Minha pequena fam�lia. Voc�s s�o t�o leais.

Mestre, a condessa est� esperando por voc�.

- L� em cima? - Sim.

Precisamos correr. Mike!

- Est� sofrendo muito, querida? - Terrivelmente, precisa se apressar.

Sinto muito, houve um contratempo. Desculpe.

N�o devia perder tempo enquanto estou aqui morrendo!

- Estou morrendo! - Fique calma. N�o deixarei que morra.

Melhor morrer do que essa agonia assim.

- Olha para mim, olha para mim! - Acalme-se, minha querida!

Precisa se apressar.

Vamos, minha querida, acalme-se.

- Por que voc� bate tanto no meu filho? - Porque seu filho � uma besta.

Um dia terei que destru�-lo

Meu pobre filho, ele n�o deveria ter nascido!

Agora voc� pode olhar para mim!

Claro, voc� est� linda! Isso sempre a manter� assim!

- Ela vai viver? - Sim, enquanto precisarmos dela.

Ela � muito bonita.

- Muito jovem. - Todas precisam ser. Vamos, querida.

- Cuide da garota, Fagah! - Sim, senhor.

Nenhuma florista parece ter visto uma orqu�dea assim.

Bem, isso n�o me surpreende. Esta orqu�dea pertence a uma esp�cie muito rara...

- Voc� pode me dizer quem os cultiva? - N�o, mas se voc� realmente quer saber...

Eu sugiro que voc� v� e encontre um certo Lorenz. Ele foi o primeiro a cultivar...

... na Europa, eu acho.

Mas, eu n�o posso ir para a Europa apenas para...

Oh, isso n�o � necess�rio, ele mora em Bruckdale agora.

- Muito obrigado, Sr. Smith. - Sua orqu�dea.

- Parece que tem um caix�o a� dentro, Jeff. - Com certeza. � para o professor Lorenz.

Para que ser� que ele precisa de um caix�o?

Quem sabe, ele � um cara estranho, assustador.

- Quanto menos eu vir, melhor. - Eu tamb�m.

Eu cuidarei disso.

Bem, se voc� levar embora, estar� me fazendo um favor.

- T�xi, senhorita? - Sim.

Por aqui.

- Para onde, senhorita? - Para a casa do professor Lorenz.

Lorenz? Desculpe, n�o posso lev�-la. Eu n�o tenho gasolina.

- Voc� n�o quer me levar? - Sim, sinto muito, n�o posso.

- Este � o �nico t�xi na cidade? - Sim, senhorita, sim.

Olha, eu absolutamente tenho que ir na casa dos Lorenz. Vou pagar muito bem!

Sinto muito... mas, aquele caminh�o vai para l�. Pode pedir uma carona se n�o se importar...

de viajar com um caix�o.

- Pode me dar uma carona para a casa dos Lorenz? - E por que voc� quer ir at� l�?

- Para ver o professor. - Voc� � esperada?

- N�o, mas... - N�o podemos lev�-la.

- Des�a j� da�! - Olhe, preciso ver o prof. Lorenz. � importante!

Eu disse que n�o pode vir!

Espere um minuto, minha mala!

- Voc� me daria uma carona? - Claro, aonde voc� vai?

- Tenho que ir para a casa do prof. Lorenz. - Voc� tem sorte, eu tamb�m vou.

- Entre. - Obrigada.

- Eu sou o Dr. Foster. - Sou Patr�cia Hunter.

- Voc� conhece a fam�lia Lorenz? - N�o, sou rep�rter, gostaria de entrevistar...

o professor. � o m�dico dele? - N�o exatamente.

Lorenz tamb�m � m�dico, mas n�o pode exercer a profiss�o.

Estou trabalhando com ele para encontrar uma cura para sua esposa.

Oh, entendo.

- Que tipo de pessoa s�o os Lorenz? - Pessoas muito interessantes.

O prof. Lorenz � um homem muito talentoso, mas a esposa � bastante estranha.

Eu realmente acho que os achar� um pouco exc�ntricos.

Diga ao mestre que estou aqui.

- Ele n�o � muito falador. - Eu avisei, eles s�o estranhos...

Estou realmente come�ando a acreditar.

Desapare�a, monstro, desapare�a!

- Boa noite, Dr. Foster, entre. - Boa noite, professor, condessa.

- Esta � a Srta. Patr�cia Hunter. - como vai?

- Est�vamos esperando por voc�. - Encontrou minha mala no caminh�o?

Sim, est� ali.

- A senhorita � rep�rter. - Espero que me conceda uma entrevista.

- Entrevista? Sobre o qu�? - Ningu�m a chamou aqui. N�o � bem vinda.

Voc� tem que se controlar, minha querida. Tenho certeza que a jovem n�o te odeia.

Por favor, perdoe-a, ela est� doente. Venha, voc� est� muito cansada.

Voc� os chama de exc�ntricos? Eu usaria outra palavra.

- Eu n�o gosto dela. N�o tem boas inten��es. - N�o, n�o h� nada a temer.

Desculpe o inc�modo, professor.

Pelo amor de Deus, Dr. Foster, temos trabalho a fazer.

- Por favor, sentem-se. - Obrigada.

- Sobre o que voc� quer me entrevistar? - Orqu�deas.

Orqu�deas?

Sim, ouvi dizer que voc� � especialista no assunto.

Elas t�m sido meu hobby, mas eu n�o cultivo nenhuma h� anos.

- Em quais esp�cies voc� est� interessada? - Uma muito rara, do tipo forte.

Algu�m me disse que o senhor desenvolveu a esp�cie.

Voc� j� viu uma?

E onde voc� a conseguiu?

Um amigo me deu.

Veja, estou escrevendo um artigo sobre orqu�deas e eu esperava que voc� pudesse me ajudar.

Desculpe, n�o posso esta noite.

Veja, tenho trabalho importante a fazer com o Dr. Foster.

Eu entendo.

Se voc� puder esperar at� de manh� posso traz�-la de volta aqui... se o professor concordar.

Certamente, de fato, por que voc�s n�o s�o meus convidados esta noite?

- Obrigada, mas prefiro ir para o hotel. - Como voc� quiser.

Parece-me loucura sair com este tempo.

O professor est� certo.

� melhor ficarmos, no entanto, se ela insistir, vou lev�-la de volta � cidade.

Parece um capricho do momento que voc� tem que trabalhar. Obrigada, vou ficar.

Toby vai lev�-los aos quartos.

Toby, leve a mala para o andar de cima.

- Boa noite. - Boa noite.

- Nos vemos daqui a pouco. - Muito bem.

Por que voc� a convidou para passar a noite aqui?

Por um motivo muito especial

Obrigada.

Acho que dormir� bem. Talvez.

Quantas vezes j� fiquei aqui, eu dormi muito bem.

Deve ser bom ser t�o corajoso.

Voc� conhece bem essas pessoas?

N�o muito bem.

Recentemente, vim para a aldeia. Estou tentando me estabelecer.

N�o quero atras�-lo. Boa noite, doutor.

Boa noite.

- O que voc� quer. - Sim, voc� � muito bonita.

Como entrou aqui?

T�o jovem. Voc� tem uma pele maravilhosa.

Um dia, ser� uma noiva tamb�m.

Eu sei para onde voc� est� indo.

Algum dia, o mestre vai te pegar.

Ent�o, voc� vai se arrepender.

Dr. Foster! Dr. Foster!

Dr. Foster! Dr. Foster!

- Dr. Foster! - O que h�?

Algu�m entrou no meu quarto. Um ser horr�vel.

Ele sumiu por ali.

- N�o est� aqui agora. Onde o viu? - Sobre minha cama.

Pode ter sonhado.

Tenho certeza que n�o.

Ontem a Sra. Lorenz apareceu e desapareceu de repente.

Ser� que o quarto tem outra entrada?

Duvido. V� dormir. Ningu�m lhe far� mal.

- Foi s� um pesadelo. - O lugar � um pesadelo.

O professor Lorenz e a mulher dormem em caix�es. Eu vi.

� dif�cil de explicar as peculiaridades de alguns.

- Pode ser. Desculpe incomod�-lo. - N�o foi inc�modo.

- Se tiver medo, me chame. Boa noite. - Boa noite.

Qual o problema?

Angel. Incomodando os h�spedes.

Sempre o Angel. Ele � uma amea�a para n�s.

Sim.

Chegou a hora de me livrar dele.

N�o tenha medo, Angel. Eu n�o vou machuc�-lo.

- Sim? - Bom dia, Srta. Hunter.

Bom dia, um minuto, doutor, Eu gostaria de falar contigo.

Desculpe. Achei que j� estava acordada.

De p�? Passei a noite acordada com os mortos.

- Com os mortos? Como assim? - Entre, por favor, vou contar...

Que tipo de lugar � esse? Esta noite tive a pior experi�ncia da minha vida.

O que houve?

Eu vi muitas garotas em uma cripta, no por�o da casa.

- Desculpe, o que voc� dizia, senhorita? - Que tem um mausol�u no por�o.

Mausol�u? Mas do que est� falando?

Voc� sabe do que eu estou falando. Todas aquelas garotas...

e a criatura, mortas.

Minha querida, voc� teve um pesadelo muito ruim.

- Olha, professor, n�o foi um pesadelo. - Quando voc� viu essas coisas?

Depois que falei com voc� para contar sobre aquele monstro no meu quarto.

Foi assim que aconteceu, Dr. Foster?

Bem, eu n�o me lembro de nada, ela deve ter sonhado.

Se eu sonhei, foi o sonho mais verdadeiro que j� tive.

Pessoalmente, dormi muito bem.

A Srta. Hunter est� aborrecida porque est� cansada.

Veja, em sonhos nosso c�rebro �s vezes faz algumas piadas estranhas.

Sim, tem raz�o.

Professor, a orqu�dea que eu trouxe, desapareceu da minha mala.

Que pena. Deve ter esquecido de trazer.

Vai descer logo?

Sim, em seguida.

- Voc� vem, doutor? - Claro.

Gostaria de tomar caf� da manh�, senhorita?

N�o, obrigada, tenho que voltar para a cidade imediatamente.

- Voc� vai me levar at� a esta��o? - Com prazer.

- Mas e a nossa entrevista? - Temos que adiar para outro momento.

Lembrei que hoje tenho alguns compromissos. Eu tenho que pegar o pr�ximo trem.

- Me d� licen�a, condessa? - Sim, pode ir.

Ou�a, professor, colecionar caix�es tamb�m � seu hobby?

Sim, acho um caix�o mais confort�vel de uma cama.

Mas n�o estou sozinho, minha querida.

Parece estranho para voc� que use um caix�o enquanto espera a morte eterna?

N�o, talvez n�o. Bem, obrigada pela hospitalidade, adeus.

Nos veremos de novo. Foi um prazer conhec�-la.

- Diga que ainda estou sonhando? - Com o qu�?

Aquele coveiro, � real, n�o �?

Claro que � real, mas n�o acho que ele seja um agente funer�rio ...

- ele est� cavando a funda��o de uma casa. - Voc� � t�o ing�nuo, doutor.

- Isso � crime? - N�o, pelo contr�rio, eu invejo voc�.

Quer que eu acredite que voc� � uma daquelas jornalistas que se v� nos filmes?

N�o, mas trabalhando em um jornal a pessoa se torna c�nica e desconfiada.

Foi um prazer conhec�-la, Srta. Hunter. Espero que nos encontremos novamente.

Tenho a impress�o de que vai acontecer, Dr. Foster.

Diga-me, por que voc� veio aqui?

- Ou � segredo? - �, mas acho que posso confiar.

- Pode confiar. - Conhece o caso das noivas desaparecidas?

- Claro. - Eu tenho uma pista.

- Quer dizer que suspeita? - Sim. Vou te mostrar uma coisa.

- O que � isso? - Orqu�deas, claro.

Apenas orqu�deas, e n�o vieram dos meus sonhos.

� id�ntica a que sumiu da minha mala.

Onde voc� achou elas?

No ch�o ao lado da minha cama hoje de manh�.

A pessoa que entrou no meu quarto esta noite, as deixou l�.

- Isso parece uma explica��o l�gica. - Na verdade, � muito l�gico.

Olhe, doutor, voc� realmente n�o lembra de ter falado comigo esta noite?

N�o, eu n�o. Acredite em mim, e se aconteceu, n�o me lembro.

- Talvez estivesse hipnotizado. - Sim, � poss�vel.

- Por favor, se descobrir alguma coisa, me ligue. - Eu prometo.

- Adeus. - Adeus n�o, at� logo.

Coloque a hist�ria na primeira p�gina e tor�a para n�o sermos processados

por danos de um daqueles suspeitos falsos que a pol�cia encontrou.

- Aqui est� uma foto do �ltimo que pegaram. - N�o quero fotos, quero pistas reais.

Se a pol�cia n�o consegue pegar o man�aco que sequestra os cad�veres de noivas...

- N�s vamos fazer! - Ok, vou jogar fora no lixo ent�o.

N�o, mande revelar.

- Rogan, onde est� Lefty? - Na delegacia central da pol�cia.

Na delegacia central jogam apenas cartas, mande-o voltar!

- Eu tenho novidades. - Sim, est� despedida.

N�o pode fazer isso comigo. O que significa?

Se os cad�veres desapareceram, n�o significa que tamb�m tem que fazer isso.

Mas mandou-me investigar.

Sim, mandei. Mas onde estava? O que descobriu?

Muita coisa estranha.

Ou�a, Sr. Keenan. Ontem eu tive a pior experi�ncia da minha vida na noite passada.

- Feliz � voc�, minha vida � um pesadelo. - Pode sossegar, vi o suficiente.

- Se puder provar que n�o sonhei. - Sonhou?

Eu tamb�m tive um sonho na noite passada. Sonhei que voc� me deu o aumento prometido.

Est� certo, por favor, me diga o seu sonho.

Bem, h� um certo professor Lorenz que mora em Bruckdale.

Ele sabe tudo sobre orqu�deas, embora diga que n�o cultiv�-las mais.

Mas eu encontrei isso no meu quarto.

Olhe, n�o foi procurar casamento em algum lugar?

N�o, senhor, mas eu vi os cad�veres das noivas desaparecidas.

Certo, calma, pare de ficar animada e me conte tudo.

- Voc� realmente viu os cad�veres? - Sim e n�o.

- Entendo, viu fantasmas. - Eu as vi ... mas n�o posso explicar.

Sim, acontece comigo tamb�m, eu vejo noivas em todos os lugares.

Sinto a marcha nupcial em meus ouvidos!

Eu tamb�m vi o cad�ver de um monstro!

Sim, muito bem.

- Sim, quem voc� est� procurando? - Quero ver a Srta. Hunter.

Desculpe, ela est� ocupada com o Sr. Keenan.

� muito importante, eu sou o Dr. Foster. Voc� se importaria de me anunciar?

Sr. Keenan, est� aqui o Dr. Foster que quer falar com a Srta. Hunter.

Diga que ele pode v�-la pelo tempo que quiser.

� o Dr. Foster de quem falei. Ele pode ter outras pistas.

Tudo bem, deixe-o entrar.

Olha, se voc� n�o se importa, eu prefiro sair.

- Doutor, quase chegou aqui antes de mim! - Bem, eu vim de carro.

Dr. Foster, este � o Sr. Keenan, meu chefe.

- Prazer. - Como vai?

Ela me contou uma estranha hist�ria de um certo professor Lorenz.

Sim, � uma hist�ria estranha, mas acho que � verdade.

Eu perguntei na esta��o se o professor Lorenz havia recebido caix�es recentemente.

Encontrei uma entrega em seu nome.

Mas em vez de um caix�o, era um ba� cheio disso.

- � musgo muito comum. - Sim, � musgo, mas n�o � comum.

� um tipo particular usado por floristas para cultivo de orqu�deas, � chamado Osmoden.

Isso prova que ele cultiva orqu�deas do mesmo tipo usado por todas as noivas mortas.

Isso pode ser uma pista, mas como posso saber que o resto n�o foi um pesadelo?

Voc� n�o se lembra de falar com ela sozinho.

Eu poderia ter feito isso em um estado de sonambulismo...

sob uma influ�ncia hipn�tica.

Vamos, espere um minuto.

Talvez voc� queira me dizer que este professor Lorenz

hipnotiza as pessoas al�m do cultivo de orqu�deas?

Por que n�o? Pelo pouco que o conhe�o, ele � um homem de habilidades ilimitadas.

Ele � estranho, muito peculiar. �s vezes eu at� achava que ele era louco.

Mas ele � um talentoso m�dico, f�sico e cientista.

� o que voc� diz sobre sua esposa?

Eu realmente prefiro n�o envolv�-la.

A �tica profissional me impede para falar sobre os pacientes.

Esque�a a �tica. Estamos atr�s de um criminoso.

Que papel essa senhora desempenha na hist�ria?

Vamos, conte-nos tudo o que voc� sabe!

O mais estranho � que apesar dela parecer uma mulher jovem...

seu cora��o e art�rias s�o de uma mulher de pelo menos oitenta anos ..

Isso n�o explica nada, certamente n�o explica porque Lorenz rouba os corpos das garotas.

- Elas podem n�o ser cad�veres. - Quer dizer, em estado catal�ptico?...

Exato.

- Certo, mas o que voc� acha? - Eu penso isso...

� Essas garotas, vivas ou mortas, s�o usadas por Lorenz como cobaias...

para se manter jovem a apar�ncia de sua esposa.

- Isso � um absurdo. - De modo nenhum.

A ci�ncia descobriu que gl�ndulas e horm�nios s�o importantes para nos manter jovens.

As gl�ndulas do nosso corpo determinam a condi��o dos dentes e do cabelo.

Est� bem, pode muito bem ser, mas eu n�o vou publicar uma hist�ria fant�stica!

Trago a maior hist�ria do ano, um furo de reportagem e voc� a chama de fant�stica.

- Certo, vou mandar Doyle investigar. - Eu acho que ele n�o ir� longe. Lorenz �...

muito inteligente, n�o deixaria ter falhas. Isso destruiria todas as evid�ncias.

- Vamos encurral�-lo. - Como?

- Ele rapta noivas, certo? - O que quer fazer, ser a noiva?

Sim... certamente n�o... n�o agora...

- De qualquer forma, Lorenz me conhece. - Deixe de bobagens.

Este jornal n�o pode assumir a responsabilidade por um plano t�o louco!

Por favor, Sr. Keenan, n�o pode perder uma oportunidade dessas.

Ali est� ela.

Cigarro?

Ele n�o � ruim.

- Gostaria de dan�ar? - Agora n�o. N�o viemos nos divertir.

- Ol�, Peggy! - Ol�, Pat!

Este � o Dr. Foster.

- Prazer em conhec�-la. - Como vai?

- Eu preciso falar com voc�. - Sou toda ouvidos.

- Melhor no seu camarim. - Est� bem.

- Voltarei em breve. - Tudo certo.

Peggy, tenho um bom papel para voc�. � a oportunidade que voc� estava esperando.

- S�rio? � cinema ou teatro? - Est� longe disso!

Meu jornal prepara um casamento fict�cio e voc� ser� uma noiva perfeita.

- Mas, espere a�... - Com damas de honra, flores e tudo mais.

- � para aumentar a circula��o? - N�o. Ouviu sobre as noivas desaparecidas?

Claro.

� uma armadilha para quem rouba os cad�veres.

- Voc� est� brincando? - Absolutamente n�o!

- Voc� vai ser bem paga. - E se eu acabar morrendo?

Voc� n�o morrer�. Apenas tome cuidado de n�o cheirar nenhuma flor.

Claro, v�o trazer as flores para mim no t�mulo ... Eu estou fora!

Estou te oferecendo a chance de ter a sua foto na primeira p�gina de todos os jornais.

Voc� se tornar� famosa.

Todos os produtores da Broadway e Hollywood oferecer�o contratos a voc�.

Esta � a oportunidade que voc� esperava!

Ela � um tipo muito especial.

- Que olhos fascinantes. - Ser� bom para nossa fam�lia.

- Vinte de junho. - Uma dia que n�o esqueceremos.

Fagah, o que faz nessa parte da casa?

Mestre, eu ou�o a voz do meu pobre filho que fica me chamando.

Seu filho est� melhor onde est�. Volte ao trabalho.

Mestre, voc� n�o deveria ter feito isso.

- Ele n�o merecia morrer. - Me obede�a e n�o venha mais aqui!

Sim, senhor.

Bem, agora est� tudo pronto. Ela � jovem e bonita.

Sim, mas quem nos garante que este Lorenz aparecer� para sequestr�-la?

E se ele realmente conseguir sequestrar a noiva?

Tanto a capela como os arredores ser�o vigiados. Lorenz n�o conseguir� escapar.

Se ele aparecer, sen�o ser� minha culpa e eu pagarei as consequ�ncias.

E se ele vier, voc� ter� uma hist�ria exclusiva com t�tulos enormes.

Espero que esteja certa.

- Bem, querida noiva, � hora de entrar em cena. - Estou nervosa. Meus joelhos tremem.

N�o h� raz�o para ter medo. Aqui est� o buqu� e a orqu�dea falsa.

- Por favor, n�o se esque�a de representar. - N�o se preocupe. H� algum fot�grafo l� fora?

- Claro. - H� tamb�m a pol�cia?

Mas quantas vezes eu tenho que repetir que nada vai acontecer com voc�?

- Oh, Srta. Hunter? - Sim?

Eu queria te perguntar ... na cerim�nia, devo usar a palavra "amar" ou "obedecer"?

- Quer dizer a noiva? - Sim.

Eu diria para usar a palavra que j� foi mais usada, "obedecer".

Marquei as palavras aqui. Tente ler muito lentamente, com solenidade.

Entendi.

- Espero que n�o seja errado. - � para uma boa causa.

Bem, tenho certeza que sim.

Bem, se precisarem de mim, estarei no meu escrit�rio.

Obrigada, o senhor foi muito �til, reverendo.

V� se preparar.

O que eu devo fazer agora?

Voc� ir� ao altar e n�o se esque�a de desmaiar.

Bem, o show vai come�ar.

- Como v�o as coisas? - At� agora bem, eu acho.

Bom.

O casamento vai come�ar.

Vamos esperar que algu�m apare�a, al�m de todos esses atores que paguei.

Na minha opini�o, se Lorenz vier, j� teria enviado uma orqu�dea.

Espere um minuto, pode dar para mim.

Voc� disse orqu�dea?

Voc� vem comigo.

- A� est�. Nosso homem decidiu vir. - Parece que voc� est� certa.

- Parece um casamento de verdade, n�o �? - Sim, uma pena que n�o seja ... o nosso.

- Esta � uma proposta, Dr. Foster? - Eu diria que sim.

O reverendo est� esperando por voc� no escrit�rio, senhorita.

Mas, oh, sim ... o verdadeiro.

- Sim, madame. - Obrigada.

- Eu vou e volto. - Certo.

Voc� queria me ver, reverendo?

- Onde est� Pat? - O reverendo a chamou.

Eu j� volto.

Oh, Pat!

Por favor, mestre, n�o me deixe.

Toby... meu filho, onde est� o Toby, mestre?

Toby se foi, n�o me amole.

- Por que sumiu? - Pare com isso!

- Onde est� a condessa? - Ela est� esperando por voc�.

Venha r�pido!

Teve problemas?

Sim, temos que fugir antes que nos enforquem.

- E as noivas? O que faremos sem elas? - Vamos deix�-las aqui.

- Ent�o, eu vou morrer. - Mas n�o, encontraremos outras garotas.

No momento, usaremos essa garota.

Por que voc� n�o se apressa?

Bem, minha querida, nos encontramos de novo, mas em circunst�ncias diferentes.

Eu teria preferido voc� em um vestido de noiva.

Mas n�o tem import�ncia para o meu prop�sito, servir� muito bem.

Ambos os meus filhos est�o mortos. O senhor me traiu, mestre.

Chega! Vamos trabalhar.

N�o, n�o!

O senhor me traiu, mestre! N�o devia ter feito isso!

Voc� fica aqui de guarda.

Sua m�o est� tremendo.

Pat!

Pat! Pat!

- Ela est� morta? - N�o, s� apavorada.

Est� certo, mas agora voc� tem que me escrever o artigo.

Vai me dar a primeira p�gina?

Primeira p�gina e com letras bem grandes, garanto.

E agora os declaro marido e mulher.

Fa�o de voc� uma boa jornalista e voc� pula fora.

E pensar que isso foi a causa de tudo isso.

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