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Zulu
Esta � a marca registrada dos filmes de Griffith.
Todos os filmes, sobre a dire��o pessoal de D. W. Griffith,
tem o nome "Griffith" na linha de borda,
com as iniciais "DG" na parte inferior.
N�o h� exce��es a esta norma.
REIVINDICA��O PARA A ARTE DO CINEMA
N�o tememos a censura porque n�o pretendemos
ofender com obscenidades, nem imoralidades,
mas demandamos o direito de mostrar...
o lado escuro do erro para ressaltar, assim,
a luminosidade da virtude. � a mesma liberdade...
da que goza a arte escrita. Essa arte...
a qual devemos a B�blia e as obras de Shakespeare.
O NASCIMENTO DE UMA NA��O
Legendas: Gerigato Abril/2014
Se nesta obra conseguirmos trazer para a mente os horrores da guerra,
de forma que a guerra sempre ser� algo desprez�vel,
este esfor�o n�o ter� sido em v�o.
Quando trouxeram os primeiros Africanos para a Am�rica,
plantou-se a primeira semente da desuni�o.
Os Abolicionistas do s�culo XIX, exigindo a libera��o dos escravos.
Em 1860, um grande l�der parlamentar, a quem chamaremos Austin Stoneman,
chegou ao poder na C�mara Nacional de Representantes.
Encontramo-lo junto com sua jovem filha Elsie, em seu apartamento em Washington.
Algum tempo depois.
Elsie, com seus irm�os, na terra natal dos Stoneman, na Pennsylvania.
Querido Ben:
Conforme o prometido, meu irm�o e eu iremos visitar-te.
Chegaremos a Piedmont na pr�xima sexta-feira.
N�s morremos de vontade de voltar a ver-te e de conhecer seu Kith e Kin.
Nas Terras do Sul.
Piedmont, Carolina do Sul, o lar dos Cameron,
onde o tranquilo decorrer da vida nunca voltar� a ser assim.
Bennie Cameron, o filho mais velho.
Margaret Cameron, uma filha do Sul,
educada nas formas conservadoras.
A m�e e a irm� mais nova.
O am�vel dono de Cameron Hall.
Hostilidades.
Querido Ben:
Conforme o prometido meu irm�o e eu iremos visitar-te.
Chegaremos a Piedmont na pr�xima sexta-feira.
N�s morremos de vontade de voltar a ver-te e de conhecer seu Kith e Kin.
A visita dos jovens Stoneman a seus amigos Sulistas.
�ntimos... Os filhos mais novos. Norte e Sul.
Onde conseguiu esse chap�u?
Da planta��o aos campos de algod�o.
Pelo Vale do Amor.
Ele encontra o ideal de seus sonhos no retrato do Elsie Stoneman,
a irm� de seu amigo, que ele nunca viu.
Nas depend�ncias dos escravos. O intervalo de duas horas para...
jantar, fora de seu hor�rio de trabalho, de seis a seis.
Forma-se a tormenta.
O poder dos estados soberanos, estabelecido quando Lorde Cornwallis...
rendeu-se �s col�nias individuais em 1781,
v�-se amea�ado pela nova administra��o.
Se a elei��o se celebrar no Norte, o Sul poder� eclodir.
A biblioteca de Stoneman em Washington, onde a sua filha nunca pisou.
Charles Summer, l�der do Senado, conferencia com o chefe do Congresso.
Lydia Brown, a governanta dos Stoneman.
O mulato despertado de seus ambiciosos sonhos...
pelas ordens da corte de Summer.
A debilidade do grande l�der vai envenenar uma na��o.
Os visitantes s�o chamados de volta a seu lar nortista.
Os amigos �ntimos prometem se encontrar de novo.
O jovem Stoneman jura, com o eterno juramento,
que s� pensar� nela, at� que voltem a se encontrar.
A Primeira Chamada para 75.000 volunt�rios.
O Presidente Lincoln assina a proclama��o.
FACSIMILE HIST�RICO do Escrit�rio Executivo
do Presidente, na ocasi�o, segundo...
Nicolay & Hardy, em "Lincoln uma Hist�ria"
Abraham Lincoln usa o Escrit�rio Presidencial...
pela primeira vez na hist�ria, para chamar volunt�rios,
refor�ando assim, o papel da nova na��o sobre os estados individuais.
Os irm�os Stoneman partem para unir-se a seu regimento.
Depois da primeira batalha de Bull Run. A despedida de Piedmont se deu...
na noite da partida de suas tropas para o front.
Ruidosas celebra��es nas ruas.
Enquanto a juventude dan�a toda a noite,
os meninos e os velhos descansam.
A primeira bandeira da Confedera��o,
batizada com a gl�ria de Bull Run.
O Amanhecer. A hora da partida para as tropas.
A chamada � assembleia.
A bandeira de seu estado. O esp�rito do Sul.
DEVEMOS CONQUISTAR VIT�RIA OU MORTE POIS NOSSA CAUSA � JUSTA.
O presente de uma m�e � causa.
Tr�s filhos que v�o � guerra.
Elsie, na sua volta para a casa de sua tia, em Washington,
conta a seu pai a partida de seus irm�os para o front.
Dois anos e meio depois.
Ben Cameron, no front, recebe uma carta de sua casa.
"e voc� realmente deixou crescer o bigode. Deus meu! Estou morrendo...
de vontade de ver voc�. Estou crescendo tamb�m.
Dizem que estou t�o grande que voc� n�o me reconheceria.
Beijos de sua pequena grande irm�."
Not�cias do front. A irm� mais nova p�s...
o �ltimo vestido elegante...
para dar solenidade � leitura da carta de seu irm�o.
Piedmont aterrorizada pela guerra.
Uma for�a irregular de guerrilhas assola a cidade.
O primeiro regimento de negros se forma na Carolina do Sul.
O capit�o branco, oficial de carreira,
convence a mil�cia negra para que obede�a suas ordens.
Os Confederados no resgate.
Depois do resgate.
Cartas de casa revivem tenras fantasias do "Pequeno Coronel".
No campo de batalha.
A guerra reclama seu mais amargo e in�til sacrif�cio.
Cumprindo sua promessa, os amigos �ntimos se reencontram.
A not�cia da morte do mais jovem dos Cameron.
Outros tamb�m l�em a triste p�gina da guerra.
A �ltima de suas amadas posses...
deve ser vendida pela causa que se perde.
Elsie Stoneman trabalha como enfermeira nos hospitais militares.
Enquanto choram as mulheres e os meninos,
um grande conquistador parte para o mar.
A tocha da guerra contra o peito de Atlanta.
O bombardeio e a fuga.
A morte do segundo filho dos Cameron.
Os �ltimos dias cinzentos da Confedera��o.
Nas linhas de batalha em Petersburg, milho torrado era o �nico alimento.
Um trem de mantimentos dos Confederados...
perde-se na estrada errada,
e � interceptado do outro lado pelas linhas da Uni�o.
O General Lee ordena um ataque para romper as linhas...
e recuperar o trem de mantimentos.
Estabelece-se um bombardeio...
e um movimento pelo flanco, para proteger a carga.
A a��o antes do amanhecer,
com um duelo de artilharia � dist�ncia.
O "Pequeno Coronel" recebe ordens para carregar em um momento determinado.
As trincheiras dos ex�rcitos inimigos,
separadas por apenas uma centena de metros.
As baterias camufladas.
A artilharia de campo.
Os morteiros.
O "Pequeno Coronel" lidera o desesperado assalto final...
contra as for�as da Uni�o comandadas pelo Capit�o Phil Stoneman.
Tomaram-se duas linhas de trincheiras, mas s� uma parte de seu regimento...
permanece em p� para continuar o avan�o.
Perdida toda esperan�a, o "Pequeno Coronel"...
det�m-se antes da �ltima investida para socorrer um inimigo cansado.
Os Unionistas aclamam a her�ica a��o.
Na fila vermelha dos mortos, outros tomam seus lugares,
e a batalha continua at� a noite.
A paz da guerra.
O Norte vitorioso.
Not�cias da morte de seu segundo filho,
e o mais velho est� gravemente ferido em um hospital de Washington.
A guerra, o ati�ador do �dio.
A parte da mulher.
O "Pequeno Coronel", no hospital militar...
montado no Escrit�rio de Patentes, onde Elsie Stoneman � enfermeira.
E recorda acima de tudo, minha peti��o para que use toda sua influ�ncia,
de qualquer forma poss�vel, para procurar o bem-estar...
de meu velho amigo de col�gio, o Coronel Ben Cameron,
que foi atribu�do a seu hospital. Com carinho, seu irm�o, Phil.
"Embora n�o nos conhe�amos,
levei-te comigo durante muito, muito tempo!"
A m�e Cameron chega de Piedmont...
para visitar seu filho mais velho ferido.
"Eu vou entrar nessa sala, para ver meu filho.
Pode atirar se quiser."
O cirurgi�o militar conta como uma secreta influ�ncia...
ir� condenar o Coronel Cameron a ser enforcado como um guerrilheiro.
"Pediremos clem�ncia do Grande Cora��o!"
O apelo de uma m�e.
"O Sr. Lincoln me devolveu sua vida!"
Com seu filho se recuperando,
a Sra. Cameron volta para Piedmont, para tomar conta do pai debilitado.
De volta ao lar, com as boas not�cias.
No Tribunal de Appomatox, na tarde de 9 de Abril de 1865,
a rendi��o do General Robt. E. Lee,
C.S.A. (Estados Unidos Confederados)
ao General U. S. Grant, U.S.A. (Estados Unidos da Am�rica).
FACSIMILE HIST�RICO da casa de Wilmer McLean,
com os principais nomes e seus subordinados,
pelo Coronel Horace Porter, em "Campanha com Grant"
O fim do estado de soberania. O esp�rito de Daniel Webster...
clama para a Am�rica: "Liberdade e Uni�o,
una e insepar�vel, agora e para sempre!"
No mesmo dia, o Coronel Cameron...
� absolvido e parte para sua casa.
A festa para o irm�o recuperado.
Milho torrado e caf� de batata doce.
"Arminho sulista", de algod�o puro, para a grande ocasi�o.
A chegada ao lar.
O protesto do l�der Radical,
contra a pol�tica de clem�ncia de Lincoln para o Sul.
"Suas cabe�as devem ser penduradas...
e seus estados tratados como prov�ncias conquistadas!"
"Devo trat�-los como se nunca estivessem separados!"
O Sul, sob a m�o protetora de Lincoln,
come�a a trabalhar para reconstruir-se.
"E ent�o, quando os dias terr�veis tinham passado,
e um tempo de paz e serenidade estava ao alcance",
chegou a desventurada noite de 14 de Abril de 1865.
Ao teatro.
Uma apresenta��o de gala para celebrar a rendi��o de Lee,
assistida pelo Presidente e seu gabinete.
Os jovens Stoneman estavam ali.
UM FACS�MILE HIST�RICO do Teatro Ford, naquela noite,
exato em tamanho e detalhes, com o relat�rio do incidente,
por Nicolay e Hay, em "Lincoln uma Historia"
A pe�a: "Nosso Primo Americano", com Laura Keene no papel principal.
Hora: 8:30.
Chegada do Presidente, a Sra. Lincoln e companhia.
O guarda-costas pessoal de Sr. Lincoln ocupa...
seu posto fora do camarote Presidencial.
Para ver a pe�a, o guarda-costas abandona seu posto.
Hora: 10:13. Ato III, Segunda cena.
John Wilkes Booth.
"Morte aos tiranos!"
Stoneman � informado do assassinato.
"Agora voc� � a m�xima autoridade na Am�rica!"
A not�cia chega ao sul.
Assassinato do Presidente Lincoln...
e tentativa de assassinar o Secret�rio Seward.
"Nosso melhor amigo se foi. O que ser� de n�s, agora!"
Fim da Primeira Parte.
O NASCIMENTO DE UMA NA��O
Segunda Parte: Reconstru��o. Da agonia que perdurou no Sul,
pode ter nascido uma na��o.
O horror da guerra n�o cessa com o fim do conflito armado.
Isto � uma apresenta��o hist�rica da Guerra Civil...
e do Per�odo de Reconstru��o, e n�o tenta refletir...
a nenhuma ra�a, nem pessoa da atualidade.
Fragmento do livro "Hist�ria do Povo Americano", de Woodrow Wilson:
"Aventureiros do Norte, inimigos tanto de uma ra�a como da outra,
para extorquir, maltratar e usar os negros...
Nas aldeias, os negros se fizeram com os postos oficiais,
homens que n�o sabiam nada do uso da autoridade,
exceto suas insol�ncias!"
"... A pol�tica dos l�deres do Congresso...
provocou uma ru�na na civiliza��o no Sul,
com sua determina��o de...
"por ao Sul branco sob a bota...
do Sul negro". WOODROW WILSON
"Os homens brancos se mantinham por um mero...
instinto de auto conserva��o, at� que por fim, come�ou a existir...
a grande Ku Klux Klan, um verdadeiro imp�rio do Sul para...
proteger o pa�s Sulista." Woodrow Wilson.
O rei sem coroa. A Casa do Governo da Na��o...
transladou-se da Casa Branca...
para esta estranha casa da colina do Capit�lio.
O protegido de Stoneman,
Silas Lynch, mulato, l�der dos negros.
"N�o se humilhe.
� igual a qualquer outro homem aqui!"
O grande Radical emite seu decreto pelo que os negros...
conseguir�o igualdade total com os brancos.
O Senador Summer.
For�ado a reconhecer a posi��o do mulato.
O Senador urge uma pol�tica menos perigosa...
na amplia��o do poder da ra�a liberada.
"Converterei este homem, Silas Lynch,
em um s�mbolo de sua ra�a, igual a qualquer homem branco!"
Semeando ao vento.
Stoneman, doente na casa de sua filha, envia Lynch ao Sul...
para ajudar os agitadores...
a organizar e dirigir o poder do voto negro.
Lynch estabelece seu quartel general em Piedmont.
Come�ando a agita��o.
A festa de celebra��o dos negros.
Induzindo os negros a deixarem de trabalhar.
O Escrit�rio de Freedman.
Os negros obt�m fornecimentos gr�tis.
A caridade do generoso Norte,
mal empregada para enganar aos ignorantes.
"A cal�ada � t�o nossa como sua, 'Coronel' Cameron!"
Stoneman, aconselhado por seu...
m�dico para procurar um clima mais temperado e desejando...
ver o desenvolvimento de sua pol�tica de primeira m�o,
parte para Carolina do Sul.
A chegada em Piedmont. Influenciado por seus filhos,
escolheu a cidade dos Cameron para sua resid�ncia.
"Voc� nortista libertou...
o lixo negro, n�o tente dar uma de bom comigo!"
"Esses negros livres do Norte me deixam louca!"
O segundo encontro de Lynch com o "Pequeno Coronel"!
A condescend�ncia do negro.
Lynch, traidor de seu patr�o branco e ainda mais de sua pr�pria gente,
planeja adiantar-se de forma nociva,
para construir um trono de poder excessivo.
A reuni�o da Liga de Uni�o Sulista antes da elei��o.
Stoneman � o convidado de honra.
Conseguir o voto negro. O direito para todos os negros.
"Se n�o consigo franquia suficiente para encher os bolsos,
n�o me interessa absolutamente!"
O canto do amor ainda...
pode opor-se sobre a mis�ria da terra.
O objeto de amor.
Amargas lembran�as n�o permitir�o...
esquecer o pobre cora��o ferido do Sul.
Ainda o Norte e o Sul.
O orgulho e o amor pugnam para conquistar o cora��o.
"Acompanharei voc� at� sua casa!"
Baladas de amor e l�grimas de amor.
Dia de elei��o. Todos os negros t�m sua c�dula,
enquanto que os l�deres brancos n�o contam com as suas.
Recebem-se os resultados.
Os negros e os agitadores varrem o Estado.
Silas Lynch � eleito Vice-governador.
Celebrando sua vit�ria nas urnas.
Animado pelas doutrinas radicais de Stoneman...
Lynch desfruta o momento.
O "Pequeno Coronel" relata...
uma s�rie de crueldades que ocorreram.
"O caso foi levado ante um magistrado negro...
e o veredicto emitiu-se contra os brancos por um jurado negro!"
Enquanto fala, seu pr�prio fiel servente familiar...
� castigado por n�o ter votado na Liga da Uni�o e seus agitadores.
A alma nobre ganha a simpatia do Dr. Cameron.
O alvoro�o na Casa do Governo. O partido negro controla a...
Assembleia de Representantes do Estado.
101 negros contra 23 brancos. Sess�o de 1871.
UM FACSIMILE HIST�RICO da Assembleia...
de Representantes da Carolina do Sul, como era em 1870.
Fotografado por "The Columbia State."
Incidentes hist�ricos desde a primeira sess�o legislativa...
sob a Reconstru��o.
O honor�vel membro de Ulster.
O moderador estabelece que todos os membros...
devem estar cal�ados.
Promove-se e aceita que todos os brancos...
devem saudar os oficiais negros nas ruas.
A minoria branca indefesa.
Visitantes brancos na galeria.
Passam uma nota, para permitir...
os casamentos mistos entre brancos e negros.
Mais tarde. Come�a a sinistra colheita.
Gus, o renegado, um produto...
das nocivas doutrinas expandidas pelos agitadores.
O esp�rito em agonia pela degrada��o e ruina de sua gente.
A inspira��o.
O resultado.
A Ku Klux Klan, a organiza��o que salvaria o sul da anarquia...
do dom�nio negro, mas n�o sem o derramamento de mais sangue...
que Gettysburg, segundo o pol�tico e Juiz Tourgee.
Sua primeira visita para aterrorizar a um negro...
bagunceiro e incendiador de celeiros.
Os seguidores de Lynch cobram-se o primeiro sangue contra a Ku Klux Klan.
A nova rebeli�o do Sul.
"Vamos esmagar o Sul branco sob a bota do Sul negro!"
"Seu amado pertence a este bando de foragidos e assassinos!"
A entrevista. Confirmadas as suspeitas,
pela lealdade a seu pai, decide romper o compromisso.
"Mas n�o tema nada, porque n�o lhe trair�."
As mulheres do Sul fizeram mais de 400.000 disfarces...
para a Ku Klux Klan e ningu�m traiu o segredo.
A irm� pequena consola...
o amante inconsol�vel.
Desobedecendo a seu irm�o, vai sozinha ao manancial.
"Est� vendo, agora eu sou Capit�o, e quero me casar..."
"Espere, senhorita, n�o vou fazer-lhe mal!"
"Afaste-se ou saltarei!"
Por ela, que tinha aprendido a dura li��o da honra,
n�o devemos nos afligir, pois...
encontrar� mais doces nas portas da morte.
E ningu�m pode afligir-se tanto como estes.
A alega��o por escrito do filho contra a pol�tica radical de seu pai.
Gus se esconde em "bra�o-branco"; o sal�o do Joe.
Os cidad�os arrolados na busca do acusado Gus,
garantem-lhe um ju�zo justo...
nas escuras depend�ncias do Imp�rio Invis�vel.
O Ju�zo.
Culpado.
Nos degraus da casa do Vice-governador.
A resposta aos negros e aos agitadores.
A manh�.
Lynch aceita o desafio e ordena refor�ar a...
mil�cia negra para encher as ruas.
Depois de envolver Lynch na revolta, Stoneman decide...
partir temporariamente, para evitar as consequ�ncias.
Os Klans se preparam para a a��o.
"Irm�os, esta bandeira leva o estigma vermelho da vida...
de uma mulher Sulista, um impag�vel...
sacrif�cio no altar de uma civiliza��o ultrajada!"
"Aqui levanto o s�mbolo ancestral de uma ra�a de homens inconquist�veis,
cruz ardente das velhas montanhas da Esc�cia.
Apago suas chamas no sangue mais inocente que jamais...
tenha manchado as areias do Tempo!"
Enviam-se cita��es ao Titan do condado vizinho...
para desarmar todos os negros essa noite.
Enviam-se espi�es para denunciar brancos com...
disfarces da Ku Klux Klan. A pena: Morte.
Lynch, feliz, pode enfim...
levar a cabo sua vingan�a contra a Casa Cameron.
A amargura dos ideais esmagados.
O Capit�o branco, de carreira,
de acordo com a pol�tica dos agitadores, realiza a pris�o.
Apela a Elsie Stoneman, para que intervenha seu pai.
Os fi�is d�o uma m�o.
O amo, encadeado, ludibriado ante seus antigos escravos.
Esperando poder efetuar o...
resgate, os fi�is se unem aos que se burlam.
"N�o sou seu igual, Capit�o, como qualquer homem branco?"
Elsie se inteira de que seu...
irm�o assassinou um negro no resgate do Dr. Cameron.
Espera ansiosa a chegada de seu pai.
O le�o social da nova aristocracia.
A pequena cabana ocupada...
por dois veteranos da Uni�o, converte-se em seu ref�gio.
Os antigos inimigos do Norte e do Sul se unem de novo na defesa...
comum de seu direito Ariano de nascimento.
Seu pai n�o retorna e, desconhecendo os des�gnios...
de Lynch para ela, Elsie vai pedir ajuda ao l�der mulato.
Lynch lhe prop�e casamento.
A r�plica de Lynch � sua amea�a de lhe bater com o chicote por sua insol�ncia.
"Olhe! Minha gente enche as ruas. Com eles vou construir um Imp�rio Negro...
e voc�, como minha Rainha, sentar� a meu lado!"
Convocando os Klans.
Lynch, embriagado de vinho e poder,
ordena a seus seguidores que acelerem os preparativos para um casamento � for�a.
"Quero me casar com uma mulher branca!"
Os Klans se re�nem com...
todas suas for�as e partem para cumprir a miss�o atribu�da.
E enquanto outros destinos...
"A mulher com quem quero me casar � sua filha!"
A cidade entregue a negros enlouquecidos, tra�dos por...
Lynch e Stoneman, para intimidar os brancos.
Espi�es brancos disfar�ados.
Os veteranos da Uni�o...
negam-se a permitir que o Dr. Cameron se entregue.
Enquanto os brancos indefesos olham.
Simpatizantes do Ku Klux Klan, v�timas das hordas de negros.
Not�cias do perigo para a...
pequena companhia da cabana sitiada.
Desarmamento dos negros.
A seguinte elei��o.
O resultado. Dupla lua de mel � borda do mar.
Ousemos sonhar com um dia dourado...
no qual a besta da Guerra n�o governe nunca mais.
O far�, em troca, o gentil Pr�ncipe...
no Pal�cio do Amor Fraternal, na Cidade da Paz.
Liberdade e Uni�o, una e insepar�vel, agora e para sempre!
Legendas: Gerigato Abril/2014
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