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Original subtitles

O Carrasco (1963)

Bom dia. Já estamos aqui!

Entra.

Bem, onde deixamos isto?

Ali. Esperem até que avise.

Cuidado com a parede.

Toma.

Um cigarro?

Manhãzinha horrível!

Que sorte a minha!

Eh... Eles... Já?

Testemunhas.

- O último é o advogado. - Vamos!

- Este é o carrasco. - Vamos!

- Onde? - Aqui.

- Aqui? - Sim.

As chaves.

Deveria colocar em outro lugar!

Desculpe-me. Bom apetite.

- Você fuma? - Não.

Eu deveria parar por causa dos brônquios...

... mas eu não tenho coragem.

O envelope! Obrigado.

Eu guardo em segurança, porque no bonde.

Abra!

Uma pequena informação.

Quando passa o próximo bonde?

Falta uma hora.

Um desses senhores não poderiam me deixar?

- Pergunte a eles! - Bom.

Você viu o verdugo?

Você acha que eles pagam... ... quanto hoje em dia?

Sei lá...! Ele parece um cara normal.

Se o encontrasse no bar ou cinema não diria ser carrasco!

Você acha que êle é amigável?

Pergunte se este o acha amigável.

- Adeus, senhores! - Vá com Deus!

Por que não dizemos que suba?

- Assim nos contará tudo. - Não. Nada significa para mim.

- Eu sim, estou interessado. - Eu me vou!

Espere...! Espere...!

Quer que lhe levemos, se não for longe?

Você vai me fazer um grande favor.

O bonde demora uma hora.

- Isso não te incomoda? - Sem problema.

Espera! Eu entrarei primeiro.

- Ande, suba. - Obrigado.

Os tempos mudaram!

Anteriormente, os condenados eram mais fortes.

- Em seus últimos momentos... - Acalme-se!

Meu colega aqui não queria levá-lo...

Sem te conhecer...

Sempre a mesma história. Somos mal compreendidos!

O de hoje, dando-me seu relógio disse, "Maestro..."

- Pouco antes de apertar o... - Ele disse: "Leve esta lembrança"...

"... E me perdoe por perturbá-lo às 10 horas. "

É aqui...! Pare...! A raça degenera!

Cuidado com a porta ao descer!

Obrigado. Um cafèzinho?

Com prazer! Vamos lá!

- Não! A família espera! - É verdade!

Por que não seguem...? Não se precipite, já vamos.

- Isso é inaceitável! - Isso acontece.

Ele esqueceu sua pasta!

- Corre. Alcance-o. - Não, eu não...!

- Você é jovem! - O amigo é seu!

- Eu? Correndo na escada com minha asma! - Dê-me!

- Sim? - Olá, eu gostaria de deixar...

- Porta C! - É para o Sr. Amadeo.

Aqui não se deixa nada! Esta é uma casa respeitável!

Cuidado senhora... ... não tenho nada a ver com isso!

Tá bem! Tá bem!

É sempre comigo!

O que você quer?

Desculpe incomodá-la.

A porteira me disse que é C. Pelo visto me equivoquei.

- É aqui mesmo. - Eu quero ver o Sr. Amadeo.

É aqui.

Trago a sua pasta.

Pai, trazem sua pasta!

- Entre! - Eu estava só de passagem.

Entre! Você não nos incomoda.

É a minha pobre cabeça! Eu ia ligar para a funerária.

Eu tentei alcança-lo até no metrô...

Um cafèzinho?

- Um brandy? - O café está pronto!

- Sente-se. - Obrigado.

Este é o senhor que me trouxe.

É muito linda, minha filha.

- É um prazer. - O prazer é todo meu.

- Sente-se! - Obrigado.

Seu trabalho é confiável.

Eu preferiria estudar mecânica na Alemanha.

Por quê?

Sua situação é estável, não há crise.

Com certeza. O trabalho foi intenso neste inverno.

Mas eu prefiro algo mais moderno.

Como você gosta?

Um pouco amargo.

Adicione o açúcar, é muito bom! Isto é da prisão!

Impressionado?

Sim, um pouco.

Também acredita que nosso trabalho... - Não, não acho nada.

Poucas pessoas pensam como você. Eu vou te mostrar.

- Maria! - O quê?

Seu filho fez xixi no meio da quadra.

Cuide dele. Ele não vai parar de chorar.

- Obrigado, Carmen! - De nada.

Olhe o estado que você está! Eu vou te ensinar!

- Lindo dia, não é? - Sim, obrigado.

Não... Graças a você.

- Seu namorado? - Não, o relógio!

Venha e veja. Leia isso, leia.

Não, êles são parentes.

- "Estrangulamento"? - Não, a dedicatória...

Só a dedicatória.

"Ao Maestro Amadeo, em agradecimento por sua colaboração."

- Cor... - Corcuera!

Um grande escritor! Um acadêmico!

Um grande homem! Ele apelou para mim.

Uma grande satisfação! Às vezes se faz justiça.

Devo ir. Me esperam.

Coitado... Como êle estava?

Muito... normal... calmo... sereno.

Eles me fazem rir quando dizem que o estrangulamento é desumano.

A guilhotina é melhor?

É mais limpo do que enterrar um homem em pedaços?

- Eu não sei. - Você é uma pessoa boa.

O infrator deve ser respeitado.

Já é infeliz o suficiente.

E os americanos? Dê-me sua mão.

Coloca o dedo aqui.

Você está com medo! E é apenas 120 V.

Pai, deixa em paz o que estou pensando!

Bem, a cadeira elétrica, são milhares de volts.

Elas queimam, carbonizam!

Onde está a humanidade nisso?

As pessoas devem morrer na sua cama, certo?

É claro!

Mas uma vez dada a pena, temos que aplicá-la.

Um pouco mais de café?

Não, obrigado.

Solte-o! Você vai se cortar! Mas que diabos faz a sua mãe?

Ninguém pode vir cuidar da menina?

É sempre eu que tem que cuidar.

Estou cansado!

Eu, que deixei uma pensão que dava gosto.

Eu pago a minha parte aqui... E tenho o direito de dormir sòzinho.

Toda a noite cuido da menina!

Eu sou um adulto!

Eu não sei como atuar de babá!

Depressa! Uma hora e ainda você está aí!

- Vá para o quintal! - Eu não posso fazer lá fora!

- Eu não terminei! - Maldita seja!

Te pedi uma omelete, e ficou como batata frita!

Aqui, comemos os dois! Você só tem de fazê-lo!

Sim, claro! Você só tem de fazê-lo!

Que conveniente! Eu pago, eu pago, você sabe!

Um anjinho de três anos.

- Para uma vez que te peço um favor! - Toda noite é a mesma coisa!

E tudo isso para encontrar o pequeno anjo na minha cama!

Você pode organizar-se melhor!

- Faltando 50 pesetas. - Eu tinha de pagar o telefone.

Perfeito! 50 pesetas dois telefonemas!

- E você não diz nada? - Venha e experimente.

Eu vou acabar saindo com metade da mobília!

Não dê importância, é você o irmão mais velho!

O irmão mais velho...

Quando se trata de pagar... Eu sou o irmão mais velho!

Pagar, pagar, como se não dessemos nada em troca ao senhorio!

Se você não está feliz, tudo que você tem é que sair.

- As mangas? - Não, assim tá bom.

Prove... prove! Vá em frente, tente!

Aqui, tire um pouco.

Você, você não diz nada, hein?

É muito comodo... Ter um irmão de manequim.

- Se minha mãe visse. - Ela morreria de susto...

- ... vendo o seu rosto! - Não sou um desgraçado!

Um dia você vai ver... Eu vou fazer grandes coisas!

Você não tem vergonha! Tolo! Todo dia é a mesma coisa!

Aqui, nós não precisamos de sua água para se lavar!

- Janelas! - Você não pode fechá-las!

Somos uma família... Tem que ventilar a casa!

- Você está sempre no banheiro! - Quem fala de lavar!

Algumas ocasiões deixam um cheiro insuportável.

José Luis vive aqui?

Sou Amadeo. Vim buscá-lo.

Antonio, alguém veio buscar o seu irmão.

- Você se tornou padre? - Não, estou ajudando meu irmão.

Carmen está aí?

- Carmen! - Volto em seguida.

Qual é o nome desse pacotinho de alegria?

- Mari Pili. - É uma menina.

Toma, pegue um caramelo.

- Você também trabalha... - Não, eu não.

Seu irmão me contou sobre você. Você é alfaiate?

Cortador eclesiástico, militar, diplomado.

Antonio, eu posso pegar a câmera?

Não, as fotos das crianças estão aí dentro.

- Vejo que você ama os pássaros. - Para vender.

Não vende nenhum! Até disse para cultivar cogumelos!

- Você passa por Rosales? - Sim.

- Você vai sair sem fazer sua cama? - Esta tarde, quando voltar.

Para o coronel Ramírez. Área de Ferraz. Divirta-se.

- O cataplasma tem noiva. - Uma galinha!

Teu irmão não tem vergonha. Trouxe o furgão aqui.

O que os vizinhos vão pensar!

Importante que se case e vá de uma vez!

É normal! Este bebê é normal!

Ele vem de meu pai, não é hereditário!

Está ótimo. O gelo não derreteu.

Se você disser que não gosta, Vou ficar chateada.

- É você quem fez isso? - Delicioso, Carmen.

Esta menina é uma jóia, sou eu quem diz isso!

- Crianças! - Quietos!

Uma vez que temos o furgão, podíamos vir todos os domingos.

- É claro, e com esta beleza? - E os guardas?

- Os que morrem domingo, metem na cadeia! - Açúcar?

Está ótimo.

Se ficasse em casa com a besta de minha cunhada!

- Carmen, por que não me torno seu inquilino? - Eu? Que diga papai?

Você apenas tem que se casar!

Formar uma família como todo mundo.

Você ficaria muito mais feliz!

Eu estava conversando com Ignacia ontem. Não é Ignacia...?

Ignacia...!

Eu disse que José Luis deveria se casar.

Eu estava dormindo. Você me conhece... depois de comer...

- Mas não há dinheiro, habitação,... - Os jovens querem liberdade!

- A liberdade para aguentar minha cunhada! - Cuidado com a cunhada!

Três anos atrás, um cara envenenou a sua.

E você... zaz! Conte-me isso.

- Sua esposa... - Não se preocupe, ela dorme!

Você estava dizendo que o cunhado...

- As coisas iam mau, eu vou te mostrar. - Pai, acabamos de comer!

Ele tinha o pescoço de um touro.

- O torniquete foi muito pequeno? - Sim, muito pequeno.

Eles são colocados como... Levanta a cabeça...

Como isso...! E o outro...!

Seu bôbo!

Olhe para esta árvore, parece cortiça!

Tem pinhões?

Isto é uma beleza! Parece com o mar...

Eu preciso aprender a nadar.

- Quer dançar? - Tudo bem!

- Se eu pudesse ir para a França. - Por que não a Alemanha?

- Nós iríamos ficar juntos. - Eu não me importo, desde que eu vá.

- Sou tão infeliz. - Por quê?

Você parece bem.

Se eu puder fazer alguma coisa, diga-me.

Quando as crianças se dão conta que sou filha de carrasco...

- Me deixa sempre... - Para mim é a mesma coisa.

Quando digo que sou agente funerário! Sofremos do mesmo mal!

Se vocês querem dançar, tragam a sua música!

Carmen, você gosta daqui? A paisagem é linda.

Onde você gostaria de morrer?

- Morrer? - Sim.

Eu?

Não sei.

- Você permite. - Desculpe.

- Você vem? - Um Minuto!

- Se vê bem o avião? - Sim, claro.

- Vejo você na alfândega. - Tudo bem.

Dê-nos uma mão!

- Com cuidado, baixe, devagar! - Perfeito!

Passe-me o violão.

Isto deve ser para as bombas!

Êste é avião de passageiros!

Tudo está pronto para a guerra. Já vamos!

Chuva de bombas atômicas.

Bem, então eu telefono... Se ela estiver sòzinha, eu vou!

- Você vai me deixar só... ... com toda essa bagunça?

Você me deixa os mortos nos braços... não é?

Você pode muito bem... Se é apenas uma história...

- Enquanto dizes... - Que eu tive de ir...

- Resignação, resignação! - Eu não posso!

Mais devagar! Perdemos a família...

Perdemos a família não corras tanto!

- Você precisa abrir. - Aqui estão todos os documentos.

- É a regra - A chave, por favor.

Liguei para o cemitério para avisar da nossa chegada.

- Querida, chaves. - Chaves, por favor.

- Temos que abri-lo todo? - Não é necessário.

- Não é ele! - Como não é?

É tão diferente! Dá-me a foto.

Você tem certeza?

- Eu sei! - Olhe com cuidado... Olhe!

- Ele não tem bigode. - Um casamento por procuração.

Que pobre! Está tão desfigurado!

É a barba que cresceu. Você entendeu?

- Pobre... pobre... pobre! - Acalme-se!

Desculpe-me. Obrigado.

Estou perturbando, mas é um assunto familiar urgente.

Carmen! Como você está? Seu pai está aí?

Quando ele se vai? Não... Eu não quero falar com ele.

- Assim que eu terminar... - Fotos.

- Quanto é? - 20 pesetas.

Tenho uma surpresa para você. Ela lhe agrada.

Uma foto de Charlton Heston.

Charlton Heston!

Foi o Ben-Hur! Aqui está.

- Ele estava no aeroporto, nesta manhã. - Ele está aqui? Não!

- Uma fotografia com o seu autógrafo. - Você vem? Estamos esperando!

Carmen, eu estou com pressa. Tchau.

Eles o enfeitaram como uma mulher. O norte-americano?

Mesmo a viúva não o reconhece.

- Estou dizendo que não é êle. - Tudo bem. Grato.

E este anão?

Um ciclista.

Vencedor de muitas corridas.

Mas ele me deixou como todo mundo.

Sou muito melhor, hein?

Assim...! Assim...! Faço-lhe um café?

- Como quiser. - Eu retorno.

- Preto ou com leite? - Preto, como de costume.

- Carmen! - Sim?

Devo rasgá-la? O ciclista!

Sim, querido.

E o ciclismo. O que quiser. Nada mais me importa.

Carmen!

Ouça!

Temos o apartamento!

Eu estou na lista!

- Carmen? - Sim...

Carmen fui ao apartamento. Eu sou o último da lista.

Um belo apartamento. Vamos ver!

Olha! Três quartos! aquecimento central.

O que há de errado?

- Você não está feliz? - Sim, claro.

Haverá pessoas novas, jovens!

- Pai. - Que é?

- Eu estou apaixonado por Jose Luis. - Muito bem!

Um bom menino... ...confiável, bom.

Está aqui. Ele quer falar com você.

Aqui?

Onde?

Ali.

Me dói muito a cabeça!

Dói a cabeça e os pés descalços?

Canalha! Velhaco!

Espera!

- Pensando o pior, mas... - Vista-se!

Eu estava tão alegre!

Desgraçada!

Desgraçada! Sob meu teto!

- Nua! - Eu não estou nua.

- O que os vizinhos vão pensar! - Eu não me importo com vizinhos!

Eles criticam-nos o tempo todo!

Se não fizer nada, vou acabar solteira!

Pai...

José Luis não é bandido!

Eu estava tão feliz.

O melhor dia da minha vida!

Você estragou tudo!

Especialmente você! Difícil de acreditar!

Não fiz nada de errado.

- Tome seu café. - Isto não tem mais remédio!

Que pena!

Uma visão linda. Podia ver as montanhas.

- Por que você disse que eu estava lá? - É melhor assim!

Se êle te encontrasse, teria matado você!

- Eu vou? - Não...

Aguarde...! Aguarde...!

- Vá falar com ele. - Eu? Dizer o quê?

Eu não sei... Diga a ele que nós vamos casar.

- Casar? - Só prá êle se acalmar!

Mesmo que seja uma mentira!

Sr. Amadeo...

Sou um homem de honra. Minhas intenções são honestas.

Vou dar-lhe satisfação, maior do que o apartamento!

Peço-te... a mão de sua filha, Carmen.

Para o trabalho! Este não é um cabaret!

Você está distraído é...! "Seus filhos inconsoláveis."

- Ela era solteira! - Rica?

Muito... basta olhar!

Neste caso vou escrever: "De José Luis, seu filho adotivo."

- Você já falou com o chefe? - Nada a fazer. Só às cinco.

A única vez que envolve dinheiro, ficam bravas comigo!

O que é isso?

- Defina uma vez por todas! - Não. Vá falar com ela!

Quando? Durante o funeral? É você olhar para ela.

- Dá-me a coroa. - Hey.

E candelabros. Sim.

Fernando, leva os candelabros... Eu cuido do dínamo.

À procura de alguém?

José Luis Rodríguez.

José Luis! Te buscam!

Você não podia esperar na sua casa? Tenho trabalho. Nós vamos sair.

Tome!

- Então. Sim ou não? - Sim.

Teste positivo.

Claro, quando?

Eles podem estar errados.

Eles já me disseram que eu tinha tifo e depois a varicela.

- Vamos fazer o que quiser. - Sim... o que eu quero...

Eu tenho que ir para a Alemanha!

E em um ano, me tornar um bom mecânico.

E abandonar esse trabalho!

Como agora!

- Se você acha que a culpa é minha. - A culpa... a culpa...

O que você acha que devemos fazer?

Eu poderia ir sozinho, certo?

Assim que encontrar um emprego, Eu chamo você.

E o bebê?

O bebê...

O pequeno neto de um carrasco!

E o que tem que ver meu pai com tudo isto?

Nada! Se a criança tiver o instinto do seu avô...

Seria melhor que ela não viesse ao mundo.

Não diga isso.

Parabéns!

Parabéns!

- Espera. - Obrigado.

Você...

O tapete...

Por favor...

Aproximem!

Aurelio... Pare de tocar!

Pare!

Por aqui...

Respeita a guirlanda... Salte!

Em pé... Levantem-se!

Em nome do Pai, do Filho e do Espírito Santo... Amém!

Irmãos, vamos comemorar o sacramento do matrimônio.

Necessário para o desempenho da natureza humana.

E a todos se não houver impedimento.

Foi instituído por Deus em seu paraíso terreno.

E Santificado com a presença real de Cristo Nosso Senhor.

- Este é um dos sete sacramentos... - Mais prá lá, lá.

Maior o seu significado.

Tem a virtude e a dignidade do humilde.

Agradecer àqueles que bem-vindos vieram com a consciência limpa...

Nós precisamos afinar o órgão...

...falham três notas em dois registros.

Já está avisado, está avisado!

Você... não coma as sobras!

- Onde se encontra! - Sim?

Alcança aquele que esqueceu disto... ...do casamento anterior.

Por aí não... por aqui! Esse garoto vai fazer-me louco!

Pare com o seu gargarejo... ...estamos numa igreja!

Dê o meu para não te molestar esta noite!

É você, quem vai promover o romance Austro-húngaro?

Não esqueça de meus dois convites.

Isso é tudo que eu tenho.

É por isso aqui que eu perdi minha voz?

Isso é o que ganhou Trueba pelo premio da montanha!

- Estou deixando clientes esperando. - Você não vem comer?

Deixo-vos Ignacia e crianças.

Pensa em fazer um vestido.

Pergunte por Jiménez, é um amigo... ...êle vai fazer-lhe o preço de Álvarez.

Pela sua filha você poderia ter colocado outro terno.

É como se fosse novo... ...o usei apenas 3 vezes em 5 anos.

Você se sente mal?

- Padrinhos. - Estamos aqui.

- Eu assino como Ignacia ou Igni? - Assine como de costume.

Eles vendem gelo perto daqui?

- Eu não sei. - Eu tenho um desejo de...

- Mais tarde. - As testemunhas.

Antonio!

Depressa!

Uma vergonha! Eu avisei!

Vamos lá! Vamos embora!

Você não pode fazer essa ofensa!

Eu não vou sentar ao lado com este monstro! Vamos embora!

Já participamos da cerimônia... Isto não é...

- Nós somos pessoas decentes. - Fiquem pelo menos, prá comer!

- Você deve assinar! - Ah não! O que está escrito fica!

Se você não assinar, o casamento é inválido!

Ok, eu assino e depois vou embora!

- Depois cada um segue seu caminho. - Antonio, não assine nada!

Seus filhos vão se envergonhar de você. Antonio, volte!

Depravada que vai arruinar sua vida! Êle vai trazer-lhe problemas, Antonio!

Me obedeça!

Antonio, não assine!

- Aqui? - Sim.

Finalmente, aqui vamos nós.

Terceiro andar, quase o quarto.

Por que não me deram o primeiro?

- Há um elevador. - E se ele falhar?

Você podia ficar lá embaixo... ...não ia se cansar.

Que luz! Que vista!

- Terceiro à direita. - É um quarto!

Cozinha, banheiro, sala de jantar e terraço.

- Os três quartos. - Eu pego esse.

- O que você acha? - Fantástico! Adorei!

Mas está faltando alguma coisa.

- Onde está a cozinha? - É lá.

Através da porta... Vá se habituando.

- À saída da sala de jantar. - Eu olho para o plano de...

E aqui, o terraço! No verão, uma boa cerveja...

- Como é belo! - Tenha cuidado, pode cair!

- O que você está fazendo? - Onde vamos dormir? Aqui?

- Você está no vizinho. - Não é nosso.

Se você não precisa mais de mim, Eu estou indo.

- Obrigado. - Até logo.

Não vai! Bem na frente da minha casa!

Vá aliviar-se em casa!

Eu vou te denunciar e aí êles cortam seus desejos!

Um guarda-roupa, cômoda... Segure aqui, por favor.

O que você está fazendo?

Aqui poderia ser o nosso quarto... A cama caberia justo aqui.

Aqui é a sala de jantar! Ela abre para o terraço.

É tão lindo. Vemos Guadalajara.

- E nós, aonde dormiremos? - Bem aqui!

- Dentro? - Você está certo.

Troque-o com o de seu pai.

Sinto muito. É tão velho.

Ele não precisa de ar... Nós sim, especialmente com um bebê.

- Pergunte a êle. - Não, a você êle ouve.

O que você acha desta sala? Bem isolada no inverno!

E mais confortável!

Eu não vou sair daqui. Nunca!

Por que me pergunta?

- Eu não me importo! - Você é o segurança?

Foi-me dito que ele estava aqui.

- Este não é o terceiro à direita? - Terceiro que é um quarto!

- Nosso! - Não, nosso!

- Está escrito aqui. - Vamos ver.

Este é o nosso! Dizem que é o apartamento dêles.

Isto deve ser um erro. Não há espaço para duas famílias.

- Quem são estes imbecis? - Seja educada! Há crianças!

- Este é o nosso apartamento! - Dois anos esperamos!

Ambos são funcionários... certo... E de patronato... claro...

Datada de dois meses de intervalo.

- Você vai se aposentar em 3 meses? - Por limite de idade, só idade.

- Eu ainda me sinto forte. - Enquanto isso o apartamento é da senhora.

Minha filha vai viver na rua?

Este senhor tem uma filha.

- Sim. Casada. - Sim.

- Casada não tem direito ao apartamento. - Ela é solteira.

- Solteira? - Esse é o meu drama!

Dada a minha profissão, ninguém quer isso!

- E esse então? - Não, eu não sei nada!

- Eu cuido do mobiliário. - Há um histerismo geral!

- O apartamento é do senhor. - Bom prá eles! Vamos lá!

Nós, pelo menos, somos pessoas decentes.

- Prove-me que ela é solteira... pelas aparências! - É o meu drama!

Documentos administrativos... Certidão de nascimento, entende?

Terminado!

- Senhor está terminado! - Obrigado.

Sempre dê uma boa impressão à frente da administração.

Espere por nós aqui.

O que é isso? O quê?

- O que aconteceu com você? - Eu não posso!

Ele não entendeu nada?

Você concordou, sim ou não?

Então vamos lá. Entre e não comprometa nada.

- Carmen! Você não diz nada? - O que você acha?

O que você quer que eu diga? Faça o que quiser.

Não se preocupe comigo... Apenas com o bebê.

Sim... o bebê.

Esta é a melhor solução. Adeus querido.

Eu vou comprar coisas para o bebê.

E camisas para você.

Qual é a sua medida?

- Eu não me lembro. - Pai, o tamanho do pescoço?

- Uma 41. - Sim, 41!

- José Luis! De volta. - O que é isso?

É uma loucura.

- O que é isso? - Vamos voltar amanhã.

Como é... que amanhã?

- Amanhã, você dirá não! - Você quer o apartamento ou não?

Você quer isso!

Como provar se minha filha é solteira?

Você poderia dizer que não queria renunciar ao posto.

Eu ainda me sinto forte!

As regras são regras!

Sente-se, pai, e vamos conversar.

Estou cansada! Estou farta de vocês dois!

Êste rapaz é um doente mental.

Eu sou incapaz de matar uma mosca. Eu nunca matei ninguém.

Você trabalha com os mortos.

Nunca os vi vivos! Morrem de causas naturais.

São completamente estranhos.

- Vamos ou não? - Vá em frente.

Eles são os únicos.

É você quem quer se tornar carrasco?

Não. Eu também não. Este é o senhor que...

Só desta forma para manter o apartamento.

O formulário está incompleto... Falta-lhe o selo.

- O preço, 1,50 ou 3? - 3 pesetas.

Dois!

E a assinatura?

- Sem saber se é bom ou não? - Assine!

Deixe-o e assine.

Aqui.

Foi com este movimento que Alekhine ganhou o campeonato.

Não vamos perder tempo. Ele sabe escrever ou não?

Ele é muito inteligente! Quase graduou-se!

Vamos, depressa.

Enquanto não tiver, me traga um registro criminal.

Olhe a armadilha...

- Eu o trouxe. - Como?

- Limpo! - Já o tens?

Êle só precisa... Reflita.

Sem autorização dos pais... Você é adulto.

No ano passado, Eu tive caxumba.

- Ele está em plena forma. - E os certificados de boa conduta?

Dois.

- Da Paróquia e da Guarda Civil. - Bem, ainda lhe falta...

Os papéis do serviço militar. E com toda as revistas passadas.

- É isto? - É claro.

Deve ser o meu registro.

Você terá o número 37.

- Como o 37? - Há 36 candidatos antes dele.

- Portanto, há pouca esperança... - Como não foi recomendado, nada a fazer!

- Nós não conhecemos pessoas... - Não se preocupe.

Meu amigo acadêmico vai recomendá-lo.

Você vê, xeque-mate.

Por ocasião da Feira do Livro escritor e acadêmico

Sr. Corcuera espera por você para uma sessão de autógrafos.

É aqui que o Sr. Penam dedica seus livros?

- Não, hoje é o Sr. Corcuera. - É a mesma coisa.

- Sr. Corcuera, as senhoras... - Com muito prazer!

- Esta é a nossa sobrinha. - Em nome de...?

Elenita Santonja.

Não é um pouco violento para a Elenita?

Senhor, você tem algo sobre Bergman e Antonioni?

- Bergman? - Sim.

- A atriz? - Não, não é atriz. Obrigado.

"Para Elenita". Isto soa interessante.

- Onde está ele? - É o senhor com bigode.

Não te preocupes que o acho.

Aquele que estão filmando É o Sr. Corcuera?

- Não tenho idéia. - Obrigado.

Venha meu filho.

- Sem recomendação nada feito! - Vá sozinho é preferível.

Estas senhoras sairam sem pagar! Vamos colocá-las na sua conta Sr. Corcuera?

As desvantagens das dedicatórias! As pessoas levam os livros e...

- Tem prospecto? - Não, não tem prospecto!

Olá!

- Olá. - Como você está?

- Tudo bem. - Você não lembra de mim?

É claro que sim...

Tome!

- A assinatura? - Não, leia!

- Ele já está assinado. - Leia, você vai entender.

Mas sim! Como você está?

- Sempre no exercício? - O que mais poderia fazer!

- Interessado? - Sim, mas...

"História da Civilização EUA".

- O preço? - 350 pesetas.

- Quanto é? - 350.

Não, não... desculpe-me. Obrigado.

José Luis! Venha aqui!

Não! Eu estou esperando aqui.

Ele é tão tímido. Mas vai acabar por vir.

Você está bem conservado! Muito melhor do que eu.

Isto é o melhor da arte italiana.

- Você já decidiu? - Isto?

"História da Civilização EUA ".

- Quanto é? - Eu já disse. 350 pesetas.

- Muito caro. Voltarei. - Sr. Corcuera...

assina o seu novo livro... "Abel Noturno"

oferecendo o mesmo editorial de reconhecida fama "Estrangulamento".

- Muito trabalho este ano? - Rotina.

Aquele que matou sua mulher, seus filhos e o vigilante,

...era um ingênuo!

Ah, meu genro!

- O ilustre Sr. Corcuera! - Como posso servi-lo?

- É sobre o apartamento... - Ele não quer.

Por que se recusa a seguir a tradição familiar?

Na França, Inglaterra, a função passa de pais para filhos e de filhos para netos.

Não, eu sou o genro. Eu não sou da família.

Eu só quero saber se é justo adotar essa profissão.

Cabe a você decidir.

A sociedade sempre precisa da ajuda de um carrasco.

- Você ou outro... - Você vê?

A sociedade precisa de um homem prático, confiável, determinado.

Mas se você acha que eu posso fazer bem, então eu vou!

Eu posso me demitir no momento derradeiro.

Se lhe recomendo, não podes me deixar no ridículo.

Recomenda-lhe! Eu garanto. Ele é honesto, confie em mim!

- Parece que não me é a pessoa ideal. - Eu não sou a pessoa ideal!

A recomendação para o trabalho na Alemanha me serviria muito bem.

Mais uma vez a Alemanha! Vou fazer o que pede o seu sogro!

Desculpe-me, mas amigos e fãs esperam atendimento.

- O livro! O livro! Não! êle está zangado! Vamos deixá-lo! Sr. Corcuera, um livro!

- "Abel Noturno"? Sim, grato! - Não, "Estrangulamento".

- Ah, mas, Amadeo... não percebe? - "Estrangulamento"... Nós temos!

Vamos ver... o seu nome?

O nome, não tem importância. Apenas a assinatura interessa.

"Ao futuro carrasco...

continuador... de uma tradição familiar."

"Corcuera."

Obrigado.

Está fechado!

Está fechado!

Você não sabe ler? FECHADO

Ainda tentando? Está fechado.

O tempo passou, mas estamos vindo direto do cemitério...

As homenagens foram a nossa perda de tempo.

Não me faça voltar. Você conhece minha pontualidade.

Não se preocupe. O homem morto não fumava.

- Quem era o morto? - O que sabemos?

- Enterro de primeira classe, isso é tudo. - Você vai a um funeral.

- Sem saber a identidade do falecido. - Aparentemente, uma boa pessoa.

Rodriguez, Jose Luis.

Serviços especiais.

- Da próxima vez seja pontual. - Sem problema, Sr. Arbella.

São as homenagens. Sempre as mesmas.

Um homem de valor saindo do nada...

...bom católico. As palavras ditas nos enterros.

Seguro Social, pensões sociais. O bebê me faz ganhar pontos!

Você encontrou um emprego de ouro.

Não há nenhuma evidência que você é carrasco.

É segredo, êles tampouco sabem!

Ainda quer ir para a Alemanha?

- Senhorita, sempre ao seu dispor. - Imbecil!

Paciência!

Bem eu só agora me dei conta que estou fazendo papel de idiota.

Se você conheceu Carmen, é um pouco graças a mim.

Você tem um apartamento, uma moto...

...dois empregos, um dêles não levanta um dedo... e viver!

Você pode fazer um pedido, se quiseres.

- Há um posto vago em Málaga. - Não tente mais o diabo.

Diga-me aonde está a loja? Qual? Dos colchões. Aquela aonde te dão descontos.

Você está ficando burguês!

Eu não olhei!

- Não olhe para mim, caso contrário... - Vou ficar um...!

Acalmem-se!

Ele me acusa de olhar para sua esposa!

Isto não é um pecado! Ele queria dar-lhe um elogio.

Vamos para casa!

Há olhos e enxergo!

Ele continuou de olho nela durante toda a manhã!

Sua esposa é muito bonita.

Ele não teve más intenções.

Quem é você? Que roupas são essas?

Sou oficial.

Iremos nós três à polícia!

- Vamos para a polícia! - Nenhuma arma!

Vamos para a polícia!

O importante é que você promova a paz.

Ouça senhor... Aperte a sua mão.

- Porque se eu deixar... - E eu vou dar outro!

- Louco! - Idiota!

Eu te disse mil vezes para não sair na rua assim!

- É minha culpa... talvez! - Exatamente!

Não olhe mais para as mulheres desta forma.

- E agora? - Eles beberam e saíram sem pagar!

Eu vou pagar. Quanto é? - 22,50.

22,50!

Eles beberam tudo do quiosque!

- O que é isso? - O que é isso?

Uma disputa que quase cai na criminalidade!

- E daí? - É o meu novo papel!

Não se meta onde não te importa!

Cuco... papai... Um minuto!

Um Minuto!

- Já está aqui! - Como é belo!

- Você gosta? - Ótimo!

Espuma ou mola?

De mola! A espuma mantém o calor no verão.

Veja como é macio.

- Onde vou colocá-lo? - Amadeo...

- Você viverá como um patriarca! - Claro! E substituindo o outro!

- Beije papai. - Vá lavar as mãos!

Não há perigo... O cliente morreu de velhice.

- O jornal? - Aqui.

- Alguma novidade? - Sim, Fabiola.

Carmen por que você está lavando suas meias na pia?

Não estou encontrando nada!

Você pendura todas suas coisas aqui!

Onde você quer que pendure, se a terraça é pequena?

Parecia tão grande. O banheiro deveria ser lá.

Além do quarto ser fora, você quer colocar-me no banheiro?

- E as notícias de crime? - Papai as tem! "Um pobre homem..." "a casa..." - Sim.

Não se incomode... eu mesmo farei...

- Dê-lhe uma gorjeta. - Não posso fazer tudo!

- Alguma notícia? - Nada, apenas as comuns.

- E sôbre o assassino da prostituta? - Êle escapou, graças a Deus!

- Levante-me, porque tenho dor nas costas. - Carmen, vem me ajudar!

"Recepcionista de hotel mata sua esposa... e seu amante"!

- Um flagrante delito. - Eles o condenarão à morte.

É um crime de honra. Isto não vai dar em nada.

Eu estava com medo.

Todo dia os jornais noticiam quota de alarmes falsos.

- Na Inglaterra, eles o enforcam. - Aqui eles são mais flexíveis.

Isso significa que êles entendem dessas coisas!

- No julgamento, tudo pode acontecer. - Um dia ou outro...

Com tanto sustos meus cabelos se tornam brancos!

O que importava os chifres!

- E você ainda não experimentou a guerra! - Não insista!

Ele treme todo quando o negócio é simples!

Um tiro nas costas...

... Artigo...

... Artigo 449...

O marido que mata sua esposa...

- ... que mata sua esposa... - Fica quieto e tenta não pegar resfriado!

É bem certo, hein?

Isto não se deforma nem se deitar um elefante.

É muito bonito. Está me chamando de gorda é?

Mas eu não peso tanto assim... Venha aqui...!

- Você sabe o que eu quero...? - Pare!

Carmen... Devo dizer-lhe...

O quê?

- Deveríamos inaugurá-lo? - Devo fazer a cama...! Deixe-me...!

Carmen...

Seu bôbo...!

Tenho que preparar mingau pro bebê...!

Deixe-me em paz, José Luis...! Não seja bôbo...! Você me envergonha!

- Mas, meu pai...! - Eles não podem escutar-nos.

Nenê olha o vovôzinho...

- Mamãe! - José Luis!

José Luis! Estão chamando!

- Quem é? - Uma carta.

- Deixe-a sob a porta. - É registrada!

- Don José Luis Rodríguez? - Sim.

Tem que assinar.

- Obrigado. - Aqui...

Desculpa o traje, estava no banho... Eu atendo outro dia.

De modo mais adequado...!

Mamãe vem logo fica quietinho.

Onde você vai?

- De quem? - Do Ministério.

O que diz?

O que há de errado?

José Luis, onde você vai?

Não me deixe ficar com frio! Vem!

O que você está fazendo?

- O que está acontecendo? - Diz o quê?

O que está acontecendo? E daí?

- Pai, êle terá que matar um...! - Acalme-se, acalme-se!

- Oh, meu Deus, que desgraça! Quando a vida estava a sorrir para nós!

Não chore. Não te preocupes. Agora mesmo me demito.

- Esqueci o bebê. - José Luis, vem cá, dá o papel...

- Eu me demito! - Pense!

Se você se demitir agora perdemos o apartamento!

- Onde vamos morar? - Na rua!

Por Deus!

Não acredite nisso! Eles vão perdoá-lo!

Quantas vezes eu viajei para nada.

Além do mais, você se apresenta...

E se o perdão não chegar, cumprimente-o e vá!

- Eu não vou cumprimetar ninguém! - Carmen, tente convencê-lo!

Que êle pense em seu filho!

Querido, êle está certo.

Se quiser demitir, se demita! Não se preocupe comigo!

Vamos nos virar de qualquer jeito... Não me importo ser costureira...

- Enfim acho que pelo menos deve ir... - Ademais terá que devolver o que ganhou!

- Eu devolverei! - E como?

Você quer que eu seja um assassino?

E aonde êle está?

Apenas não pergunte!

Êle está em Palma de Mallorca...

Eu nunca atuei em Palma de Mallorca... senão teria lhe dado um cartão...

- Devo preparar a sua roupa? - Não, não... Eu não sei o que fazer...

Se você quiser demitir-se vá em frente, eu não me importo.

Caso contrário, no mínimo, poderá conhecer a Espanha...

Não! Eu não vou sozinho... Venha comigo...

Eu...? OK, irei, se você quiser, mas... ...a viagem vai ser muito cara...

- E que faremos com o bebê...? - O ar do mar lhe fará bem...

- Bem, o que você decide...? - Vamos juntos à Palma.

- Esta será a nossa lua-de-mel... - Que sorte vocês tem...!

Só fui enviado para lugares tristes...

Eu vou comprar novo maiô ou levo este mesmo...?

Como você pode pensar agora em banhar-se!

Esta é a primeira vez que vou conhecer o mar...!

Eu nunca estive em Palma de Mallorca... Não...

- Srta. o que acha de Mallorca? - A ilha mais bela do mundo...

E o que essa garota negra está fazendo aqui...?

Gosto daquela em verde... Deve ser mestiça...

Que importa as garotas negras...?

Elas afetam você tanto quanto as brancas!

Você não percebe que essas respostas podem ajudar a obter o perdão...?

Uma vez em Cádiz...

Já há muitos anos...

Êles perdoaram a um durante o carnaval...

... então imagine isto, que é algo internacional...

- É verdade, tem uma chinesa! - Eu vejo...! Você vê...?

Olhe! Olhe como é belo! E você que não queria vir...!

Sim... tome cuidado com o bebê!

- Olhe! Os guardas já estão lá!

- Os guardas? - Claro, com certeza! - Eles vão levá-lo para a prisão...

- Aqui estamos...! - Documentos!

Não! Êle está aqui... meu genro...

José Luis!

José Luis, por favor! Volte!

Pare! Espere!

- Venha! - Eu não vou! Deixa-me passar!

- Vai ser perdoado! - Então, por que esperam por mim...!

Eu volto para Madrid...! - Não...! Carmen! Venha, vamos voltar agora...!

... não significa nada...! Êles levam você até a prisão e depois trazem de volta...!

Eu não vou, e ponto final!

- Carmen...! vamos, por favor... - Ouça-o, êle sabe o que está falando.

Você é um idiota. Quem é proprietário do apartamento...?

Quem está ganhando o salário...? Vamos, não seja criança!

- Ok, mas você vem comigo... - Se eles deixam. Irei com prazer...

Mas acho que não vão deixar. Deixe-me falar com êles agora...

- Êle pensou que tinha esquecido algo. - Quem de vocês é José Luis Rodríguez...?

Está um pouco nervoso. Dê-lhe a documentação... Tome.

Esperaremos por você, aqui...?

Não... Olhe Carmen, vá para a pensão... Nós vamos chegar mais tarde!

Amadeo... explique a êle, por favor...

Viagem que não é usual... gosta de ir acompanhado... - Sim...

- Esse é o meu ofício também... - Não, impossível.

Você vê? Eu não posso.

Não seja ridículo! Vá em frente...

A pasta, pai.

José Luis!

A pasta!

Seja homem! Vá em frente, filho...!

Olhe! Olhe como êles são bonitos!

Ali vai José Luis!

Diga-lhe adeus com a mãozinha...

Papai, papai...! Diga-lhe adeus, querido...!

Aqui está crianças e não perturbem!

O senhor que está para chegar, vem agora ou mais tarde...?

Eu acho que não virá.

- Mas você disse que êle foi... - O que há para o almoço?

Sopa de peixe, e banana de sobremesa!

- Pai, você disse que ele viria! - Você escutou? Sopa de peixe...

com camarão, garoupa...

...lagostas, e tudo com molho picante...

- Isto realmente me dá água na boca! - Escute, êle ficou muito tempo no sol...?

Ponha seu chapéu!

Carmen!

José Luis!

- Como está...? Tudo certo? - Por onde se sobe?

Lá! Aconteceu alguma coisa...?

- Onde? - Por aí!

Não! Por essa não... pela escada de madeira!

Ele parece muito feliz...

- É José Luis! - Ele trouxe a maleta?

Pois... E eu que sei...!

Esse merda está fugindo...! Nós devemos chamar a Guarda Civil...!

O telefone...! "non capisco niente"! Um telefone rápido...!

O telefone, madame!

Ele está doente! Eu não tive nada para fazer!

- Acalme-se! Acalme-se! - Êle está muito doente! Explique!

- Nada aconteceu!

Eu acho... que êle vai morrer... ...caso contrário, por que iriam esperar...?

- Então voltamos para Madrid...? - Madrid? Meu pé! Olhe...!

As despesas! Eles me disseram para esperar aqui...

Esperemos que, se ele tarda a morrer...

- Vamos ficar o mês inteiro! - Mas o que disseram lá?

"Aqui está, isto é para as despesas..." "Deixe o seu endereço...

... e não saia de Palma, hein?" - Não pôde ser mais claro!

Preparem outra caçarola... Pro cavalheiro que chegou!

- Está feliz? -Sim! A pensão é boa?

Fantástico! Que maravilha! Eu já sabia que não iriam te chamar...

- Caçarola para o almoço! - Ei, você é lindo! Bonito.

A foto! É claro, sim, sim... Dê-me isso...

Germânica? Alemã? Muito bem!

Abaixo...! Ah, sim, abaixo...

É isso aí.

Você poderia tirar uma foto de mim e minha esposa...?

Carmen, venha aqui...

Sim, o endereço para remeter!

Eu moro em Madrid...

Polígono Sul, Grupo 4 Bloco 17...

Olhe como é bonito! Enviamos para o Álvarez...? - Sim, sim...

Meu endereço em Madrid.

- Olhe as fotos e escolha a melhor... - Pegue a que você quiser!

Esta... esta é boa...

- O que há de errado? - O que, comigo?

- Esse cara...! Não entendo uma palavra...! - Com essas cadelas, você teve tempo...

... suficiente para aprender línguas...! Eles nos chamam...

E você, como entende?

Eles podiam falar espanhol...!

Aqui... Aqui ficaremos bem...!

- Não, vá mais para lá... - Mais para lá...

No canto... Vamos ver a água...

Anda bôbo! Que aqui está mais fresquinho!

- Eu não entendo uma palavra! - Eu também não!

- Mas quando falarão em espanhol! - Concordo com você...

- São espanhóis? - Sim. Nós não entendemos nada!

- Recém-casados? - Sim...! Já temos um menino...

- Você gosta? - Sim, mas estou com medo...

- O vampiro da caverna... vai surgir! - Seu bôbo! Você me assustou...!

- Tem muitas pessoas! - E daí...?

Olhe... Você acha que as pessoas estão interessadas em quê...?

- Bem, mas eles são estrangeiros... - Para estrangeiros, é muito natural...

Se eu pedir um beijo a esta menina, ela me dará...

- Você acha...? - Claro!

Senhorita, por favor... Anda... vá... vá, pergunte a ela!

Você é estrangeira...?

- Indonésia... - Obrigado.

- Louco...! - São católicos, não podem...!

Don José Luis Rodríguez...

Don José Luis Rodríguez...

Se está presente... ...vá para o cais...

Eles estão me chamando...!

Seria melhor que tivesse morrido...

Este é um pedido a Don José Luis Rodríguez...

Se você está presente... vá para o cais...

Don José Luis Rodríguez...

- Ele está morto...? - Que?

Ele morreu?

Você é Don José Luis Rodríguez?

- Esta é minha esposa... - Venha comigo à barca.

Carmen...! Eu vou...!

"Silêncio, por favor!" Mas...

Mas... mas... onde você vai? Eu vou com você...!

- Não! - Fique aqui. - Eu vou com você!

Eu vou com você!

- Fique vendo o espetáculo! - José Luis...

Amadeo... seu pai... Será melhor que saiba...

Mas se eu ficar aqui sózinha, como posso chamá-lo...?

O que eu digo...? Digo-lhe o quê...?

Diga a ele para ir rapidamente à prisão...

- Ele já sabe aonde é... - Vá em paz. Não se preocupe...

Vocês sabem se ele morreu...?

Nós fomos obrigados a levá-lo para a prisão provincial...

Desculpe-me... Está muito alta...?

É alto o suficiente?

Eu... Eu não sei. Faça como quiser...

Eu apenas espero...

Que horas são?

17:05.

- E a cadeira...? - Não, grato, prefiro caminhar...

Deus do céu...! Que homem...!

Almartín! Há alguém na sala de visitas...!

- Para mim...? - Não! Para o carrasco...

- Para mim...? - Para você, sim.

- Hey, hey, hey, desculpe, desculpe...! - Deve ser Amadeo...!

Acalme-se!

- Acalme-se. - Apresse-se, por favor.

O prisioneiro disse que nunca bebeu champanhe...

- E eu autorizei... - Eu não vejo problema...

Geralmente fornecedores trazem suprimentos, mas para você vamos fazer uma exceção...

Você é muito gentil... Obrigado!

O pobre rapaz tem se comportado com dignidade...

- Sim... - Impressionante! - O que há, Juan...?

Desculpe, Sr. Marquês, ter chegado tão tarde, a Marquesa, minha senhora estava com as chaves da adega...

... e ela teve que ser acordada... - Já... já...

- É francês...? - Sim, Sr. Marquês...

Deve ter gêlo, não é?

Acho que sim, Sr. Marquês...

- Perfeito...! - Devemos servi-lo num balde, não acha...?

- Algo mais, Sr. Marquês? - Nada, nada... terminaremos já... - Bem.

- Quem é ele? - Uma visita ao carrasco.

Você já chamou? -Sim senhor. - Um momento, um momento...

Espere! Espere...! Por favor, Tenho que falar com este homem...

José Luis...!

- A... Amadeo...! - O que está acontecendo...?

- Eles me fizeram preparar tudo... Venha...! Venha...! - Calma...! Calma...!

Mantenha a calma! - Sim, sim... Eu te disse vinte vezes...!

O perdão vai chegar! Não! Não, não...! Não vai chegar! Que importa...!

É o que sempre fazem...!

Não se esqueça de apertar o parafuso da direita...

... senão o colar desliza no mourão... - E o que me importa o parafuso...!

Se lhe falta coragem... - Senhor... - ... se demita!

Deixe entrar o meu sogro...! Ele é o verdadeiro carrascol!

- As regras são regras... - Eu te disse! - É esperar até o último momento...!

- Não se comporte como mulher...! - Uma mulher...? Meu pé...!

Perdoe-me senhor, seja gentil... Abra a porta, êle tem 40 anos de serviço...

... conhece o trabalho muito bem... - Escute...! Venha tomar café...!

Te esperamos no barco, não esqueça...!

Depois, diga-lhes que te levem ali...!

Para o barco...!

Para o barco, não esqueça!

Desculpe-me, senhor...

Seja paciente com êle... - Sim. - ... é sua primeira vez...

Ah...! E diga a êle que não esqueça de apertar o parafuso...

Você se sente mal...? Se você se sente mal...

- Não! Estou bem. Eu só quero sair... - Vamos tomar um pouco de vinho...

Aqui estamos.

O quê?

O condenado... Não quer vê-lo...?

- Não! não, não, não... Prefiro não vê-lo... - Seria mais adequado. Venha...

- Sério...? - Claro, venha, sim...

Não vejo nada! Está tudo escuro...!

Se necessitar de algo, me chame...

- Padre...

- Você sabe algo sôbre o perdão...? - Nunca ninguém sabe quando chega...

- Não se sabe nada... Perdão, padre... padre... como êle está...? - Calma, meu filho, acalme-se...

- Confie na Providência até o final... - Mas se telefonar ao Ministério...

- Escute... O padre não pode encontrá-los... Isto vem pela direção... Ande, vamos...

- Está fria...? - Sim. Ela veio do pátio... - OK.

Já é suficiente.

Eu gostaria de saber por quem vão brindar com êste champagne...

Vamos lá...

O café é às 6:00. Hoje é um dia como qualquer outro, OK?

Prá vocês...

Uma xícara. por favor.

Sente-se... Venha... Sente-se.

O café está pronto? Sim. - Um copo para êle.

- Ele é o carrasco? - Sim.

Um cara estranho...! Manuel, sirva-o...

E você...!

Quanto vai ganhar hoje...? Eu matei um e me deram isto...

- Sanmartín! - Sim?

Tanta molestação e sobrou...! Aqui está...

- Coloque na geladeira... - Claro! Nestes casos brandy seria a escolha...

Nestes casos, o melhor seria, nada! - Vem...

Sanmartín... Os juízes já estão lá, diga a ele para vir...

Bem... Chegou a hora.

- A hora para quê? - Agir...

- E o perdão...? - Que perdão...? Vamos lá...

Onde você vai...?

A porta, por favor... A porta para a rua...

Eu vou para Madrid... Não quero saber de nada...

Eu tinha esperança até o último momento...

E se tomarem o apartamento, que tomem, eu vou para Madrid...

A porta, por favor... Aonde está a saída? Calma, vamos lá!

Quer outro copo de brandy...? - Não!

- Café...? - Não, obrigado... Uma folha de papel...

O apartamento, minha esposa, o menino... Nada! Todos despejados...

E tome nota, me demito.

Se tenho que devolver o dinheiro, devolvo! Não quero dinheiro...! - Qual é seu nome...?

José Luis Rodríguez. Não importa, vou agora mesmo...

Os homens se entendem conversando, José Luis...

Deram-lhe brandy...? Bebeu alguma coisa...?

Traga o champagne...

- Então me diga, o que acontece contigo...?

Tudo por causa do apartamento...

Meu sogro iria se aposentar...

- Já não daria certo... - Seu sogro...?

- Sim, Amadeo, o carrasco...! ... 40 anos de serviço!

É por isso que estava dizendo prá êle entrar, entendeu...?

- Um cigarro? - Obrigado.

Meu trabalho é de agente funerário...

... e as moças, não estavam interessadas em mim...

... então Carmen, a filha do carrasco, não que fôsse fácil...

Não que eu não a amasse... Ela nunca tinha visto o mar...

Então, Amadeo, pai de Carmen...

Amadeo nos surpreendeu juntos e... no quarto... Sim...

Essas coisas acontecem...

Como Carmen estava grávida de seis meses...

... Amadeo me convenceu... que para manter o apartamento...

Um belo apartamento! Um pouco afastado, sabe?

Mas, com a moto, eu não tinha que tomar o bonde, e nem ligava muito...

Ah... então seu sogro ao deixar de ser carrasco perde o apartamento... - Sim.

Perdão, Sr. Diretor...

Vamos abrir a garrafa? - Desculpe... - Ela é do Sr.Marquês. -Sim, sim, claro...

Sr. Diretor... Ele me convenceu a aceitar o trabalho...

... mas eu não quero... Eu queria ir para a Alemanha, entende...?

Desde o casamento com Carmen, meu irmão não fala comigo...

Antes pelo menos me dizia "bom dia", "boa noite"...

Mas como eu gostava de Carmen, e ela estava prestes a dar a luz, Amadeo me disse...

Amadeo me convenceu a apresentar o pedido...

Assim manteria o salário e o apartamento...

...e quando chegasse esse momento, eu...

- Sr. Diretor. - Continue!

... E êle disse que quando chegasse esse momento, que me demitisse.

Não posso ser carrasco! Me demito...! Mas se demitir, perde o apartamento...

O apartamento, já não me interessa! Nós todos vamos ser despejados!

Eu quero apenas um pedaço de papel para escrever a minha demissão...

Eu quero viver em paz com minha esposa e filho...

Carmen é uma boa mulher...

Olha, olha, Carmen... E êste, meu filho... Olhe...

Aqui tinha três meses...

E êste é Amadeo! O carrasco... 40 anos de experiência. Esta ali...!

... na pensão Broseta...! Se vocês quiserem chamá-lo, ele virá.

A espôsa e o filho do carrasco!

... Ela é bonita, sim senhor! - E esta quem é...?

"Não! não... Esta não é da família, não... É uma amiga de Carmen..."

Notifique as testemunhas... Se isso começa assim, a coisa promete!

"... uma dessas de mentira..."

E fizemos esta no batismo do... - José Luis, meu filho... - Sim...

Você é um homem... -Sim... - ... e eu sou um homem.

O condenado também é um homem. - Sim, claro. - E entre homens, qual é o problema dos condenados...?

O perdão! - Não! Terminar bem rápido...

Você diz que quer se demitir... -Sim, sim... - Eu posso consultar o Ministério... - Sim...

... negociar com meus superiores e obter outro carrasco.

Eu posso fazer... - Sim, claro...

... mas você sabe... procedimentos administrativos...

... o trabalho se acumula... ... passa um dia, dois...

em seguida, uma semana...

O condenado não pode esperar...

E... E por quê não pode esperar...? É uma questão de resignação.

O condenado se confessou. Recebeu os últimos sacramentos...

... para o bem de todos.

É uma alma nas graças...

... de Deus!

Quem pode nos assegurar que, ao esperamos uma resposta...

... ele não vai cair de novo em desespero...

Você acha que é justo...? - Não! Não, não... - O condenado não pode esperar...!

Mas por quê?

Por que não pode esperar...?

Por quê?

Coloque-lhe uma gravata...

Apenas um momento, venha...

Não! não, não... Deixe-me...! - Vamos.

Acalme-se.

- Acalme-se. - Por quê?

Você não vai se dar conta... Vai ser tudo muito rápido!

- Por quê? - Segure isso.

Por que...?

Não...

Bem! Este homem vai ficar doente...!

Sr. Diretor...! Sr. Diretor...!

Doutor! Venha!

O que está acontecendo?

Deixe-me ver... Vamos...

José Luis, vamos...! - Não é nada... - É uma tontura...

Padre... padre...!

Vamos, José Luis, não faça escândalo...!

- Coragem, meu filho. Vamos, por favor! - Vá, padre...

Ajude o condenado... - Sim...

Olhe os passarinhos, vem, meu amor, deve comer! Anda...

Um pouco de água, pai.

Você quer um pouco de água...?

Tudo terminado! Êle já está aqui!

José Luis...!

Obrigado.

José Luis...

Você comeu alguma coisa...?

Estou preocupada. Ele chorou a noite toda.

- Tome o menino, pai. - Dê-me...

- Vá com o vovôzinho...! - Venha com o vovô..! Vamos...!

Quer um sanduíche...?

Você teve um aumento?

Não farei mais, entende? Não farei mais!

Eu mesmo disse isso, na primeira vez...

Vamos lá, meu filho... vamos dizer adeus com a mãozinha!

Venha... Adeus...! A todos... Adeus!

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