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Wolof
Xhosa
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Yoruba
Zulu
Por favor.
Patrizia, � um espet�culo maravilhoso!
Senhor Struna! Que bom te ver.
Delegado Paoletto, Delegacia de Pol�cia de Trieste.
Delegado... o que posso fazer para ajud�-lo?
Pode me dar a lista de convidados?
Se o Sr. Struna concordar...
Claro. Senhorita, venha aqui.
- Posso? - Procura algu�m em particular?
- O Dr. Alessi j� chegou? - N�o, ainda n�o chegou.
- Posso? - Com certeza...
Desde que o evento come�ou n�o me afastei daqui.
Obrigado. Vamos dar uma olhada.
Delegado, � preciso smoking para entrar.
� uma boa piada.
- Zagaria, fale. - Tenho m�s not�cias.
- Sequestraram Vanessa, a filha de Anna. - J� estamos indo.
- Stella! - Avisa Jamonte?
- Sim, onde est�o? - J� estamos no local.
La Porta Rossa - S02E12 Epis�dio Final
legendas @drcaio
Fala, Paoletto. Not�cias de Alessi?
Avisem todos os agentes dispon�veis e instalem postos
de bloqueio. Continuem com Alessi!
Qual � o problema, Marco?
Anna... sua filha foi sequestrada.
Foram aqueles merdas!
Querem me derrubar como fizeram com Antonio.
Mas n�o devem tocar na minha filha...
Tire-me essa malditas algemas!
- Anna... - Ajude-me! - Tem que estar l�cida!
N�o acho que a Fenice tenha algo a ver com isso.
Quem poderia t�-la sequestrado? Pense!
Sei quem pode nos ajudar.
Leve-me com ela.
Por favor...
- Oi. Como foi com a pol�cia? - Bem, bem.
Eles n�o t�m nada contra mim e o roubo prescreveu.
- Onde est�? - De toda forma quero ir embora. - Por qu�?
Poderiam pensar e prend�-lo de novo e eu... n�o quero.
- Temos que ir embora. - Silvia, isso que diz n�o tem sentido.
Como iremos? N�o tenho um tost�o.
Eu cuidarei do dinheiro.
- Quem est� com voc�? - Eu ligo de volta!
Silvia? Silvia...
Eu te avisei...
N�o sei que merda...
N�o sei que merda est� acontecendo!
Vanessa, voc� tem que tentar sozinha.
- Tire o carro! - Merda...
Merda... n�o sei o que est� acontecendo!
V� se foder!
- V� � merda! - Que se fodam!
- Volte e tire o carro! - Aonde voc� vai?
Socorro!
Socorro!
Stella! Paoletto!
Eu avisei...
Quem � agora?
Merda...
- Sim? - Boa noite, sou o Delegado Paoletto...
- Desculpe a hora, precisamos conversar. Posso? - Sim, suba.
- Quarto andar. - Obrigado.
Olha este idiota...
Se esquece a porta aberta, est� ferrado...
- Ol�. - Boa noite, desculpe o inc�modo. - Posso ajud�-lo?
Voc� n�o estava na festa da Funda��o.
Sim, tinha trabalho para fazer. Por qu�?
- Queremos falar com voc�. Podemos? - Claro, diga.
Socorro! Estou aqui...
H� elementos poucos claros no assassinato de Lucia Bugatti.
O Dr. Jamonte quer interrog�-lo amanh� no seu escrit�rio.
- Quer me interrogar? - N�o, perd�o...
Quer contrastar alguns dados com voc�.
Jamonte pode vir ao meu escrit�rio?
Tem raz�o.
- Mas � um assunto delicado. - Ou seja?
Quer falar da Irmandade Fenice.
Outra vez?
- Essa hip�tese absurda j� foi descartada. - H� uma novidade.
- Que novidade? - Que voc� tamb�m faria parte.
Sabe com quem est� falando?
- Sim. - Sou promotor da Rep�blica.
Esta acusa��o baseia-se em suposi��es
- e n�o pode ser admiss�vel. - Ser� inadmiss�vel...
Mas fazemos o que nos mandam.
Farei o que meu cargo me imp�e.
- Agora, com licen�a... - O que � esse barulho?
S�o os filhos dos vizinhos de cima,
jogam futebol o tempo todo.
- �s 11 da noite tamb�m. - Sim. Quer interrog�-los tamb�m?
- Com licen�a, preciso terminar de trabalhar. At� logo. - Tchau.
Mentiroso de merda.
Sujeito idiota.
- O que faz aqui? - N�o vai me deixar entrar?
O que Rambelli quer? Dei o livro para ele.
Ele est� feliz, eu n�o.
Eu quero muito mais.
N�o tenho tempo para transar, tenho a pol�cia no meu p�.
- Preciso de muito dinheiro. - N�o tenho.
Onde quer que o livro esteja, h� dinheiro.
Parem com essa m�sica de merda. Podem dar o fora.
Podem dar o fora!
Podem dar o fora, saiam!
Seu pai � um merda, n�o vale nada.
V� se foder!
Venha para fora.
Quem � o mach�o agora?
Onde est� o meu dinheiro?
Me d� o dinheiro, puta. Ent�o eu te fa�o gozar, quer?
N�o gosta de gozar?
Que porra est� fazendo? Voc� n�o tem coragem!
Voc� � uma puta...
Onde voc� est�?
Deixe minha filha em paz!
Tudo � igual, n�o...
Vanessa...
Vanessa... Vanessa.
N�o... n�o... n�o...
N�o... n�o... Vanessa.
Pequena.
N�o se preocupe, pequena... Eu estou aqui.
Merda, n�o tem ningu�m!
Confia em algu�m que v� mortos?
N�o me trate como uma louca! Tem que confiar.
- S� estou tentando ajudar. - Eu sei.
Mas voc� tem que confiar em mim.
Merda... Abra!
V� embora!
Como se trancou por dentro?
Agora vamos ver o que o nosso amigo Alessi est� fazendo.
Ou...
Olha quem est� vindo...
Estava na lista de convidados ao lado do pai.
Se est� aqui, Alessi deve t�-lo chamado com urg�ncia.
O que faremos?
Deixe-o subir e vamos.
Quem � agora?
- Onde voc� estava? - O carro quebrou.
Merda! A pol�cia esteve aqui.
- O que eles queriam? - Vamos cuidar da garota.
- Acordou? - Sim. Ela se trancou l� dentro. - Eu tinha amarrado.
N�o... n�o... n�o...
- Droga... Merda! - Deixa, eu tento.
Esta?
- O que � isso? - Como fez? Pensei que tinha deixado fora.
Est� pronto?
- Vamos. - Saiam!
- Abaixe essa faca. - V� embora!
Abaixe essa...
- Est�pida! - N�o! Tem que parecer um acidente.
Que se dane!
O que inventamos?
- N�o est� proibido falar com Silvestrin. - Inventaremos algo.
Matteo... escuta.
O que foi? Est� com sentimento de culpa?
Ela sabe tudo. Temos que elimin�-la!
N�o vai falar nada?
- Quietos! - Merda! - Abaixe a faca!
- Agora! - Deixe-me ir ou vou mat�-la!
- Tente e atiro na sua cabe�a! - Matteo, abaixe a faca.
- Abaixe isso. - Ouviu, Silvestrin?
Ponha no ch�o.
- Ou�a Alessi. - Acabou.
Abaixe essa faca.
Ponha no ch�o. Chute-a.
De joelhos.
M�os atr�s da cabe�a.
Bravo, Matteo.
Como est�?
Tenho que dizer algo urgente. Sei onde est� a filha da Anna.
Paoletto?
N�o! Eu j� vou.
O qu�?
Sei onde Vanessa est�.
O que voc� quer fazer, hein? O que voc� quer fazer?
Eu imploro, deixe-a...
Deixe-a em paz, n�o v� como ela � pequena?
Eu imploro...
Eu imploro...
Est� tudo bem.
Sabia que te encontraria aqui.
O livro ainda estava aqui, n�o?
O dinheiro tamb�m.
- Eu posso explicar... - O qu�? N�o me importa nada.
Quando acordei, pedi para voc� vir aqui e pegar o dinheiro.
Voc� disse que n�o sobrou nada e deu o livro para Rambelli.
Ele me amea�ou!
Ele mandou aquele homem... Brezigar!
Ele disse que queria o livro,
sen�o te machucaria. Dei o livro para ele.
Eu daria a ele todo o resto. N�o me importa nada tudo isto.
- Voc� o matou. - Tive que mat�-lo!
N�o deixaria a gente em paz. Sabe disso.
Eu fiz isso para defend�-lo.
O que voc� est� dizendo?
Quando voc� acordou... pensei que fosse um milagre.
Uma nova vida... para n�s dois.
Olhe para ela, olhe para ela...
Ajude-me, ajude-me...
Olhe para ela!
- Nosso filho est� aqui. - N�o...
Esta � a nossa segunda chance.
- N�o h� segunda chance para n�s. - Bravo... Bravo!
- Ent�o, n�o me ama. - Est� louca... n�o v�?
- Est� louca, est� louca! - Voc� n�o me ama...
A pol�cia! Vamos fugir.
- V�. - N�o podem nos encontrar. N�o me deixe s�! - N�o a siga.
N�o faz sentido... V�! N�o faz sentido...
N�o a siga, Jonas. Jonas... Jonas!
- Silvia, onde vai? - Venha comigo, anda logo!
- Onde vamos? - Vai ficar tudo bem,
vai ficar tudo bem...
N�o ir�o a lugar nenhum!
Venha, tem uma sa�da por aqui!
Confie em mim, confie em mim!
Mas o que est� acontecendo?
- Ele est� aqui! - Ele quem?
- Venha, venha... - Silvia, n�o entende? � in�til!
N�o!
Vamos voltar!
N�o!
- N�o h� nenhuma segunda chance para n�s! - Sim, sim!
Silvia... Silvia!
Quietos!
N�o!
Por aqui chega ao telhado!
Jonas. N�o!
Jonas!
Venha...
Espera!
Anna!
Meu Deus!
Merda!
Devolva a minha filha!
Vanessa...
Devolva a minha filha!
- Vanessa! - Anna! - Vanessa!
Agora? Agora?
Sei onde estamos, vamos.
Pare, Jonas. Escute-me! N�o me obrigue a...
- N�o � poss�vel, isto �... - Eu me lembro deste lugar.
- � o telhado! Voc� o conhece? - J� estive aqui antes.
Voc� estava aqui quando eu fui morto!
Sabia tudo sobre mim! Veio, falou comigo, sabia quem eu era.
Temos que descer... temos que descer!
Veio, falou comigo... sabia quem eu era.
Voc� sempre me seguiu.
Vanessa...
- Vanessa! - Anna... Espera! - Vanessa!
Vanessa!
- Mas o que aconteceu aqui? - Leo... foi o Leo.
- Leonardo est� aqui... - Cuidado, a rua est� bloqueada.
Voc� a segue como um cachorrinho.
N�o pode fazer isso sozinho?
- De l� vai para Porto Vecchio. - N�o pode fugir com ela...
N�o pode, ela atirou em voc�!
Vamos!
Por que atirou em Rambelli?
- O qu�? - Brezigar tudo bem, mas Rambelli?
Por que voc� o matou?
Voc� o matou porque ele sabia o que voc� tinha feito.
N�o foi Rambelli quem atirou em mim.
Foi voc�.
Roubou mais de trinta anos da minha vida
e mentiu para mim o tempo todo.
Voc� queria me deixar.
A passagem de trem era para despistar Rambelli.
- Sabia o que t�nhamos feito. - Eu j� tinha me vingado dele.
Roubei o livro que tanto queria.
Ent�o...
S� queria me esconder.
Depois ia voltar para voc�.
N�o � tarde...
N�o � tarde, podemos ir agora.
N�o vamos a lugar nenhum, Silvia!
Nosso filho, Cagliostro, est� aqui.
Foi ele quem armou essa confus�o toda!
Ele n�o nos deixaria ter uma segunda chance.
- Eu imploro... - Esta menina tem que voltar para sua fam�lia.
- N�s somos a sua fam�lia! - J� n�o somos mais nada.
H� 30 anos que n�o somos nada.
Jonas...
- Pare! - Basta, Silvia.
Se quiser me parar, ter� que atirar em mim.
N�o ser� a primeira vez que faz isso.
- Vanessa! - Anna!
N�o pode machuc�-la... Eu imploro, deixe-os ir!
No alto das escadas.
Voc� � como eu imaginava.
Vanessa!
Vanessa...
- Parado! Pol�cia! Parado! - Vanessa...
Deixa a minha filha!
Tome!
Calma, meu amor. Ela est� bem.
Estamos no telhado, em Porto Vecchio.
Sim, onde Cagliostro morreu. Avise a todos.
Vamos, Albertini!
- Me d� aqui. Jamonte? - Est� aqui...
- Est� com ela? - � a garota das "dicas". - Rosic de novo. - Sim.
Posso falar com a garota por um minuto?
Claro, doutora. Venha.
- Zagaria, traga o guarda-chuva. - Tome.
Ele ainda est� aqui, n�o?
N�o.
Ele se foi para sempre.
Voc� est� mentindo, Vanessa.
Voc� j� fez isso antes.
O que ele significa para voc�?
- Leonardo era um homem extraordin�rio. - Eu sei.
Obrigada.
- Leve a mo�a para a delegacia, vamos interrog�-la. - Est� bem.
Aviso o doutor Jamonte, estejam preparados.
Obrigado, Vanessa.
- Mariani, leva a Dra. Mayer para a Delegacia? - Claro.
Sabe que seu pai nos protegeu?
Tamb�m a garota que acabou de ir.
Agora n�s duas vamos para casa.
Leo ainda est� aqui.
Mariani, n�o v� sozinha.
N�o deixem ningu�m sair. R�pido!
- Bom dia. - Nos veremos!
Por favor, vire-se. M�os.
Dra. Durante.
Sempre foi meu fracasso.
Assine aqui.
- Posso ir agora? - Claro.
Isso � tudo.
Vamos.
Bom, n�o �? Acho que temos todos.
Com o livro, a chantagem e a declara��o
de Rosic condenamos Alessi e Silvestrin...
pelo homic�dio de Lucia Bugatti, o falso suic�dio de Piras...
e os outros crimes da Fenice.
Mas... h� algo.
Fonte an�nima, informante seguro...
Quem disse a Rosic que a menina estava na antiga f�brica?
- Doutor, � meio complicado... - Ent�o deixa estar.
Se � complicado, esquece.
Por enquanto.
Porque irei at� ao fundo desta hist�ria.
N�o termina aqui.
O problema de Anna tamb�m foi resolvido.
O procurador falou com o magistrado...
que assinou a substitui��o da pena.
- J� est� em casa? - Sim.
O que faremos com Jonas sala?
- Evidente que n�o era c�mplice. Vamos solt�-lo. - Est� bem...
Voc� tem uma cabe�a mais dura que a minha.
- Percebeu a confus�o em que se meteu? - Eu sei, sinto muito.
- A tia? Contei tudo para ela, n�o estava bem. H� outra coisa.
- Federico � perigoso. - O qu�?
Sei que est�o namorando e ele diz ser m�dium.
- Como sabe? - Eu sei. - Por qu�? - Filip me disse.
Vanessa, n�o � um jogo! Federico n�o � o que voc� pensa.
N�o � m�dium, ele te usa.
Tem interesse em pessoas como n�s.
- Depois de Cagliostro quer ficar com Federico? - O qu�?
Ele foi onde eu estava internada,
escreveu uma tese sobre mim.
Pe�a para ele, j� que s�o �ntimos
Claro que vou. Obrigada!
Vanessa... Vanessa!
Vane!
Suma da minha vida!
Voc� est� aqui?
Se voc� est� aqui, venha me abra�ar.
Venha aqui...
Venha aqui...
Viu como nossa filha � bonita?
Acho que parece com voc�.
Tomara que n�o tenha o seu mau car�ter.
� linda.
� como voc�. Espero que seja igual a voc� em tudo.
Obrigado por nos proteger o tempo todo.
Mas agora tenho que lhe pedir algo.
Pe�a... qualquer coisa.
Tem que nos deixar!
Se voc� continuar aqui, n�o consigo viver... N�o posso.
Anna...
Nossa vida tem que seguir em frente.
E voc� n�o est� mais aqui.
E voc� n�o est� mais aqui...
Perdoe-me.
Eu disse...
Farei qualquer coisa por voc�.
- Agora voc� est� bem? - Chega de n�o pensar.
- Em qu�? - Em Cagliostro.
Ele me deixou com um assassino para salvar sua filha!
N�o foi ele quem avisou Stella e Paoletto. Ele me enganou!
� a minha m�e que trama algo pelas
minhas costas com meu ex-namorado,
em meu �nico, meu novo amigo que ainda n�o sei bem quem �.
Sem mentiras.
- Foi � cl�nica para estudar a minha m�e? - � verdade.
Fazia parte da minha pesquisa.
Trabalhar com ela, falar comigo...
foi tudo estudado?
At� certo ponto.
- Depois com voc� diferente. - Por que n�o me contou?
Porque a nossa amizade tinha terminado, estou enganado?
Lamento que tenha descoberto assim...
- N�o � f�cil fazer o que fa�o. - O que voc� faz?
Tento descobrir se h� mais como n�s.
N�o quer saber?
Venha comigo, acompanhe a minha busca.
Estou de partida.
N�o posso.
Tem que tirar da cabe�a esse "n�o posso".
Voc� pode tudo.
Ent�o, tomamos algo para comemorar?
Tenho que fazer as malas.
Ent�o, voc� escolheu... Bolonha.
O que voc� acha?
O que eu acho? Depende de voc�.
Pensei uma coisa.
Anna e Cagliostro n�o tiveram uma segunda chance.
Nem Jonas e Silvia. Voc� ouviu a hist�ria dele.
- E da�? - Ent�o...
Acho que contra todas as probabilidades...
Pod�amos...
Pod�amos ser os que conseguir�amos.
Est� bem.
- Stella... - Stella!
Stella... Onde vai? Parece um d�j�-vu. Espera.
O que vai fazer em Bolonha? Comer tortellinis?
Deixa, a cidade � �mida. Fique em Trieste.
Pelo menos h� vento!
Anna tem raz�o.
N�o faz sentido.
Eu deveria ter ido h� muito tempo.
Pelo menos a salvou e a sua filha.
- Talvez a tenha colocado em perigo. - Como assim?
Talvez as vis�es que tenho...
s�o... premoni��es.
Talvez o que eu consigo ver...
� o que pode acontecer com as
pessoas que amo, se eu ficar aqui.
E todo o dano que posso causar se n�o for embora.
N�o entendo.
Sou perigoso, Vanessa.
E sou in�til... a todos.
Se eu tivesse atravessado aquela porta...
talvez nada tivesse acontecido com Anna, minha filha. Pense.
E quem pensa em mim?
A mesma coisa aconteceu com voc�.
Mas desta vez voc� se complicou.
- Eu fiz isso por voc�! - Eu sei.
Eu sei.
Sinto muito n�o ter ficado com voc� at� o fim, mas...
Eu sei.
Voc�... voc� me ama.
Eu entendo.
Tamb�m sei o quanto te faz sofrer.
Consegue ver?
Poderia te evitar isso tamb�m, e � uma boa raz�o para ir.
Sabe por que estamos aqui, n�o?
Adeus, Vane...
� voc�? � voc� que est� fazendo isso comigo?
Eu quero ir!
- N�o quero ficar sem voc�. - Vanessa...
Eu imploro, n�o pode me fazer ficar!
Eu posso.
Voc� � minha sombra e quero descobrir o porqu�.
Todo bom policial sabe que casos evitar.
Aqueles que lhe tocam de perto.
Aqueles que t�m a ver com o seu passado.
E as pessoas que voc� ama.
As investiga��es ent�o o confundem.
Fazem cometer bobagens.
E pensar na sua vida.
A solu��o destes casos deveria libert�-lo da obsess�o.
Deveria permitir ficar em paz com as lembran�as.
E, finalmente, voltar a viver.
Mas sempre deixa um sentimento inacabado,
do qual n�o � poss�vel escapar.
Se for por gasolina, irei ao banheiro.
Est� bem.
Boa tarde. Onde � o banheiro?
- No fundo, � esquerda. - Obrigada.
Sim, eu a convenci. Vem comigo.
Caiu na conversa.
N�o, ela n�o sabe de nada.
Como acabamos numa armadilha de novo?
Talvez sejam os seus pensamentos que te seguram.
Porque nestes casos a sua convic��o...
� que o fim... n�o existe.
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